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Botannica Tirannica (Território Tirannico) é um projeto artístico que surge da colaboração institucional com o MUJ-Museu Judaico de São Paulo, como resposta à devastação causada pela enchente de Maio de 2024, e visa revitalizar parte da área térrea do MARGS-Museu de Arte do Rio Grande do Sul (e seus arredores na Praça da Alfândega), criando espaços de reflexão artística e tecnológica. A intervenção inclui a itinerância da exposição 'Botannica Tirannica' da artista plástica Giselle Beiguelman, com instalações como o "Jardim da Resiliência", que reinterpreta as populares ervas daninhas em contexto social e ambiental. Haverá uma instalação 'memorial', que homenageará as 182 vítimas fatais das cheias e além disso, contempla a adaptação de parte dos espaços da área térrea do MARGS, anteriormente utilizados como ambiente operacional e de Reserva Técnica, visando transformá-los em espaços expositivos e de convívio social, com a ambientação de um workspace público, equipado com internet e mobiliário, que promoverá debates, programas educativos e percursos ecológicos e artísticos. Uma combinação entre memória, inteligência artificial e inovação social, que utiliza a arte como ferramenta poderosa para ressignificar um dos espaços culturais mais democráticos da cidade, tão profundamente marcado pela danação causada pela crise climática.
Os produtos culturais do projeto contribuem para a ressignificação dos espaços afetados pela enchente, utilizando a arte como meio de reflexão e transformação social. Desde a exposição Botannica Tirannica, as instalações dentro e fora do Museu, até o mobiliário do workspace, o projeto oferece uma experiência integrada que combina inovação, tecnologia, arte, memória e acessibilidade, propondo o fruir do espaço público para promover a interação comunitária e seu uso democrático, reforçando o papel do MARGS como um local de encontro e reflexão. A classificação indicativa do projeto é livre para todos os públicos. 1. Exposição de Artes Visuais "Botannica Tirannica""Botannica Tirannica" é uma instalação de artes visuais que ocupa as três Pinacotecas centrais do MARGS. Concebida pela artista plástica Giselle Beiguelman, a exposição explora as complexas relações entre natureza, poder e linguagem, recontextualizando plantas que foram rotuladas de forma pejorativa na memória coletiva e na linguagem popular. A exposição convida o público a refletir sobre como preconceitos, intolerâncias e discriminações se naturalizam na linguagem e no ambiente social, através da representação de plantas daninhas que demonstram enorme resiliência frente às adversidades. As instalações visuais e obras combinam elementos naturais como plantas, com recursos digitais e inteligência artificial, criando um diálogo entre o orgânico, o social e o tecnológico, em combinação com elementos que permitem ao público explorar a conexão entre linguagem e preconceito de maneira dinâmica. A exposição incluirá ambientes que utilizam som, luz e texturas para criar uma experiência sensorial completa. 2. Catálogo da Exposição "Botannica Tirannica MARGS"Publicação que documenta e expande a reflexão proposta pela exposição. Além de imagens das obras e instalações, o catálogo incluirá textos críticos de Giselle Beiguelman, texto curatorial do MUJ e texto de Francisco Dalcol, diretor-curador do MARGS, abordando temas como resiliência, memória e ressignificação, além da naturalização dos preconceitos na linguagem popular. Fotografias detalhadas das obras e das instalações apresentadas na exposição no MARGS serão combinados com ensaios críticos, textos que exploram os conceitos centrais da exposição, oferecendo uma análise profunda das questões levantadas pela obra. O catálogo será produzido em versões impressa e digital, com recursos de acessibilidade, como audiolivro e legendagem. O catálogo será distribuído gratuitamente às bibliotecas e principais instituições culturais e educativas, bem como disponibilizado para download no site do MARGS. 3. Instalação "Jardim da Resiliência"Uma instalação ao ar livre na Praça da Alfândega, com a autorização da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, a ser produzida no entorno do prédio do MARGS. Esta instalação reinterpreta as ervas daninhas, frequentemente vistas como indesejadas, em um contexto que valoriza sua resistência e sua capacidade de adaptação. O jardim é uma metáfora para a resiliência social, destacando como as marcas da enchente podem se tornar símbolos de renovação e força. Um espaço verde composto predominantemente por plantas consideradas daninhas, organizadas de forma a destacar suas qualidades estéticas e ecológicas, um paisagismo temático. Elementos Interpretativos como placas informativas vão explicar o conceito do jardim e a simbologia das plantas utilizadas. O jardim será usado como um espaço para performances artísticas e atividades educativas, integrando a comunidade na reflexão proposta pela obra como uma das estratégias de integração comunitária. 4. Instalação "Memorial"Uma instalação artística que homenageia as 182 vítimas fatais da enchente de Maio de 2024. Situado dentro do MARGS, em um dos espaços reformados do térreo, o memorial combina elementos visuais e textuais para criar um espaço de lembrança e reflexão. A instalação pretende integrar a memória das vítimas ao contexto histórico do museu, destacando a importância da memória social coletiva em tempos de crise. Elementos, imagens, objetos, roupas encharcadas, bonecas, brinquedos, móveis e outros elementos a serem definidos pela curadoria serão incorpodados à instalação. Frases e testemunhos coletados com familiares e sobreviventes, serão dispostos de forma que convidem à reflexão e à empatia. O memorial incluirá áreas contemplativas e simbólicas, como o Livro de Memórias da enchente, com registro de mensagens do público visitante. 5. Mobiliário para Workspace com Acesso Público à InternetSituado no andar térreo do MARGS, será um espaço de uso público com acesso à internet e mobiliário projetado para ser acessível à pessoas diversas. Este espaço visa incentivar a interação social, o trabalho colaborativo e a contemplação artística, tornando-se um ponto de encontro para a comunidade. Mesas ajustáveis, com tomadas para carregamento de dispositivos, cadeiras e bancos projetados para garantir conforto e acessibilidade, com acesso à internet via conexão Wi-Fi gratuita de alta velocidade, disponível para todos os visitantes do museu, incentivando o uso do espaço para estudo, trabalho e pesquisa.O workspace será integrado às atividades educativas e culturais do MARGS, servindo como ponto de apoio para debates, oficinas e eventos, promovendo a integração do espaço com as atividades do Museu. 6. Performances ArtísticasComo parte da programação, performances artísticas serão realizadas com o ojetivo de dialogar com as temáticas exploradas na exposição e nas instalações, promovendo uma reflexão dinâmica e envolvente sobre os temas de resiliência, memória e inovação social. As performances envolvem a participação ativa do público, permitindo que os visitantes se tornem parte da obra. Abordarão questões como resistência, renovação e a reinterpretação de espaços, em sintonia com as propostas de Beiguelman. As performances serão realizadas na semana inaugural da exposição, com datas e horários divulgados previamente, garantindo democratização de acesso e acessibilidade de conteúdo. 7. Atividades educativas e visitas guiadasComo parte da programação, estão previstas a realização de 10 visitas guiadas aos espaços expositivos, contemplando 400 pessoas, dentre alunos e professores do ensino médio das redes públicas de ensino do Rio Grande do Sul. As visitas serão previamente agendadas, com entrada franca e recursos de acessibilidade previstos mediante agendamento.
Objetivo Geral Revitalizar e ressignificar os espaços do MARGS afetados pela enchente, criando ambientes que favoreçam a reflexão artística e social, além de promover a recuperação física e simbólica de um dos espaços públicos mais importantes de Porto Alegre. Objetivos Específicos 1. Exposição de Artes Visuais "Botannica Tirannica": Apresentar a exposição "Botannica Tirannica" nas três Pinacotecas centrais do MARGS, explorando a relação entre arte, natureza, tecnologia e sociedade; 2. Catálogo da Exposição "Botannica Tirannica MARGS": Publicar livro em versão impressa e digital, que documenta e expande a reflexão proposta pela exposição realizada no MARGS, contendo imagens das obras e instalações, textos críticos e curatoriais, abordando temas como resiliência, memória e ressignificação, além da naturalização dos preconceitos na linguagem popular. 3. Instalação "Jardim da Resiliência": Desenvolver uma instalação que reinterprete as ervas daninhas em um contexto de resistência e renovação, nas áreas expositivas do Museu e nos arredores da Praça da Alfândega; 4. Instalação "Memorial": Criar um memorial para homenagear as vítimas da enchente, integrando suas histórias e memórias ao espaço do museu e à memória coletiva; 5. Mobiliário para Workspace com Acesso Público à Internet: Transformar os ambientes operacionais do andar térreo do MARGS em espaços expositivos e de convívio social, com a ambientação de um workspace com internet aberto ao público, que será oferecido ao MARGS ao término do projeto, como forma de contrapartida social. 6. Performances Artísticas: Apresentar performances artísticas durante a semana de Abertura da exposição, com artista convidada. 7. Atividades educativas e visitas guiadas: Realizar debates, programas educativos e percursos artísticos guiados, que fomentem a contemplação e a integração comunitária a partir das entregas do projeto para o Museu. *O projeto está inserido nas políticas e objetivos amplos do MARGS, envolvendo a busca e o compromisso por pluralidade, experimentação e inovação nas práticas artísticas, curatoriais e expográficas.
O projeto nasce de uma urgência dupla: a necessidade de responder ao desastre ambiental que devastou o MARGS em Maio de 2024 - e a oportunidade de utilizar essa tragédia como um ponto de partida para uma reflexão crítica sobre nossa relação com o ambiente, com a memória e com a inovação social. A pesquisa de Giselle Beiguelman, curadora, artista plástica, arquiteta e professora, apresentada pelo MUJ-Museu Judaico de São Paulo, em sua inauguração, explora os conceitos de resiliência, de memória social, bem como a naturalização de preconceitos através da linguagem popular, o que oferece uma base conceitual para a intervenção artística. Em formato colaborativo, o MUJ soma-se aos esforços de realização fornecendo subsídios, recursos e apoio à presente proposta cultural. Buscando transformar a experiência de devastação em um processo de ressignificação e renovação, a arte surge para desafiar as noções convencionais de espaço e memória. A exposição "Botannica Tirannica" questiona como plantas, que já possuíam identidades científicas clássicas, foram rotuladas de forma pejorativa, refletindo preconceitos enraizados na sociedade. Esta mostra vai além da simples exibição, propondo uma intervenção que recontextualiza o MARGS como um espaço onde a arte e a natureza dialogam com as cicatrizes do desastre. Instalações como o "Jardim da Resiliência" e o "Memorial às vítimas da enchente", reforçam o compromisso com a memória coletiva, não apenas como um ato de lembrança, mas como um convite à transformação. A adaptação de parte dos espaços térreos do museu, com a inclusão de um workspace público e acessível, promove o uso democrático e inclusivo do museu, ressignificando-o como um local de encontro e aprendizado contínuo. Este projeto se justifica, portanto, como uma resposta criativa e crítica aos desafios contemporâneos, utilizando a arte como uma ferramenta para a reconstrução simbólica e material de um espaço que não só preserva a memória, mas também promove novas formas de pensar e interagir com o mundo ao nosso redor. Em tempos de crise, 'Território Tirannico' propõe um caminho de resistência e renovação, refletindo a essência da pesquisa de Beiguelman e oferecendo ao público uma experiência transformadora. O projeto se enquadra no artigo 1º da lei 8313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além de seguir as finalidades do artigo 3º da mesma lei nos incisos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; O projeto promove a produção e difusão de bens culturais, como a exposição "Botannica Tirannica" e o memorial às vítimas, que informam e formam conhecimento sobre memória, resiliência e inovação social. Com a democratização do acesso, o projeto garante que todos os cidadãos possam exercer seus direitos culturais, promovendo a participação pública nas exposições, debates e espaços de convívio. A exposição itinerante "Botannica Tirannica" e as demais intervenções artísticas valorizam e difundem manifestações culturais contemporâneas, integrando-as ao Museu e à memória coletiva da comunidade. O projeto, ao reinterpretar a relação entre natureza, cultura e memória, protege e valoriza as expressões culturais ligadas à resistência e à renovação, que são fundamentais para o pluralismo cultural. A criação do memorial às vítimas e do jardim da resiliência, além da ressignificação dos espaços do MARGS, preservam bens materiais e imateriais, incluindo a memória das vítimas e a história cultural que vincula o Museu e à comunidade.
Para garantir uma ampla divulgação e maximizar o alcance do projeto, serão desenvolvidas três estratégias principais de difusão: 1. Mesa redonda com a artista Giselle Beiguelman Com o objetivo de reunir a comunidade artística e demais interessados, distribuindo os catálogos produzidos e criando uma oportunidade para aprofundar a compreensão da mostra dentro do campo da arte e da preservação da memória cultural. 2. Distribuição dos catálogos produzidos para 22 cidades do Programa de Estado RS Seguro COMunidade Comprometemo-nos a destinar 30% dos exemplares produzidos para bibliotecas e escolas públicas localizadas nos territórios assistidos pelo programa, iniciativa que visa alcançar locais geograficamente isolados do acesso à cultura produzida pelo Museu. As bibliotecas dos seguintes territórios serão contempladas: Alvorada, Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Cruz Alta, Esteio, Farroupilha, Gravataí, Guaíba, Ijuí, Lajeado, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Tramandaí e Viamão. 3. Divulgação nas redes sociais do MARGS Uma série de vídeos e materiais de comunicação impulsionados será produzida pela equipe do projeto, para divulgação das atividades nas redes sociais da instituição, incluindo Instagram, Facebook e YouTube. O conteúdo mostrará os bastidores do desenvolvimento da exposição e do projeto, incluindo informações sobre os eventos programados, funcionando como convite para que os públicos compareçam e participem das atividades. Tais ações estão alinhadas à pesquisas recentes em poéticas visuais que invistem na experimentação de linguagem, bem como na transdisciplinaridade dos meios, operações e procedimentos. *A aplicação do logotipo do Ministério da Cultura e da Lei de Incentivo à Cultura estará assegurada nos materiais visuais, como os de programação visual, banners e demais recursos de comunicação previstos, seguindo as instruções normativas, sempre apresentados ao Ministério para aprovação, conforme preconiza a legislação. **Como forma de contrapartida, o projeto destina todos os recursos mobiliários do workspace, bem como as instalações artísticas ao Museu, que se encarregará de realizar um inventário para eventual institucionalização dos mesmos, ficando responsável por sua manutenção, após o período definido como plano de trabalho neste projeto. DESLOCAMENTOS Previstos trechos entre Porto Alegre e São Paulo e São Paulo e Porto Alegre, ao longo da pré-produção e execução, tanto da equipe do projeto, quanto da curadora e demais membros de sua equipe. TRANSPORTE E SEGURO Previstos trechos de transporte CIF de expografia desde São Paulo até Porto Alegre para a montagem e do caminho inverso quando da desmontagem.
O projeto curatorial segue as especificações apresentadas no item Sinopse da obra para os produtos abaixo: 1. Exposição de Artes Visuais "Botannica Tirannica"Ocupará as três Pinacotecas centrais do MARGS, explorando as complexas relações entre natureza, poder, tecnologia e linguagem, através de instalações visuais. O espaço expositivo principal, de aproximadamente 450 m², será adaptado para abrigar as instalações permitindo que a comunicação visual e as obras se destaquem. Plantas, ervas daninhas, imagens e outros recursos, combinados com estruturas de suporte em metal e vidro. Displays para exibição de conteúdo, projetores de luminosidade para criar ambientes imersivos e painéis programados em LED.2. Catálogo da Exposição "Botannica Tirannica MARGS"O catálogo é uma publicação de 160 páginas que documenta e amplia a reflexão proposta pela exposição "Botannica Tirannica". Especificações Técnicas: Estrutura geral unitária: Capa + 160 páginasCapa aberta: 45,6 x 26,6 cm, 4x4 cores, Ti Escala e Verniz Base d'Água. Capa em papel Masterblanc 270g. Sistema CTP. Prova de cor.Miolo fechado 80pgs: 22,3 x 26,6 cm, 4x4 cores, Ti Escala e Verniz Base d'Água. Papel Eurobulk 135g. Sistema CTP. Prova de cor.Miolo fechado 80pgs: 22,3 x 26,6 cm, 4x4 cores, Ti Escala e Verniz Base d'Água. Papel Pólen 90g. Sistema CTP. Prova de cor.Lombada: 13mm, dobrado (miolo fechado). Colagem em Sistema PUR, Verniz Base d'Água = 1 lado (capa aberta)Acabamento: Brochura colada e costurada Acessibilidade para o catálogo: Versão Digital: ebook com audiodescrição prevendo narração dos ensaios críticos e descrições das obras e legendagem. Disponível para download no site do MARGS.Distribuição: 500 exemplares impressos distribuídos gratuitamente, sendo 30% reservados para instituições culturais, bibliotecas e escolas públicas, além de disponibilidade online. 3. Instalação "Jardim da Resiliência"Instalação orgânica ao ar livre na Praça da Alfândega, utilizando plantas consideradas daninhas para criar um espaço que celebra a resiliência e a capacidade de adaptação. Área de Instalação: Aproximadamente 150 m² na Praça da Alfândega, no entorno do MARGS. Variedade de ervas daninhas resistentes, selecionadas por sua capacidade de sobrevivência em ambientes adversos. Estruturas de Suporte: Jardineiras elevadas em material resistente e de baixa manutenção. Estas jardineiras serão projetadas em diferentes alturas para criar um efeito visual dinâmico. Placas Informativas com impressão digital resistente à intempérie, oferecendo informações sobre as plantas e o conceito do jardim. Interatividade: As placas incluirão QR codes que direcionam para conteúdos online, onde os visitantes poderão aprender mais sobre a simbologia das plantas e o conceito de resiliência. Integração Comunitária: O jardim incluirá espaços para performances artísticas e atividades educativas. 4. Instalação "Memorial"Instalação destinada a ocupar o andar térreo do MARGS, concebida para homenagear as vítimas da enchente de maio de 2024. com área de 10 m², projetada para criar um ambiente solene e contemplativo. Mobiliários estarão associados à obra para maior conforto dos visitantes. Fotografias impressas, textos gravados e depoimentos serão exibidos, permitindo ao visitante explorar as histórias das vítimas. Um livro de Memórias será disponibilizado em mesa de leitura para que os visitantes possam registrar mensagens e pensamentos. 5. Mobiliário para Workspace com Acesso Público à InternetO workspace inclusivo será criado no térreo do MARGS, projetado para oferecer um ambiente de convívio e trabalho colaborativo, acessível a todos. Situado em área de instalação de aproximadamente 150 m² no térreo do MARGS, com móveis funcionais e acolhedores. Mesas de trabalho ajustáveis em altura, equipadas com tomadas integradas para carregamento de dispositivos. Bancos e cadeiras ergonômicas, produzidas em material resistente e de fácil limpeza. Bancos estofados e pufes de diferentes alturas, em materiais anti-chamas e antialérgicos, distribuídos para promover conforto e acessibilidade. Tecnologia prevista: conexão Wi-Fi - rede de internet de alta velocidade, com cobertura em toda a área do workspace, oferecida pelo projeto pelo período do plano de trabalho. Tomadas USB e elétricas distribuídas para carregamento de dispositivos móveis. Previsão de equipamentos modulares que podem ser reconfigurados para oficinas, workshops e debates. Inclusão de telas para projeções e recursos audiovisuais. 6. Performances ArtísticasAs performances artísticas complementam o projeto, interagindo diretamente com as instalações e explorando os temas "resiliência e transformação". Realizadas tanto dentro do MARGS (nas Pinacotecas e no térreo) quanto no "Jardim da Resiliência", vão ser integradas aos diferentes espaços expositivos na semana de abertura da exposição. Seleção de artistas performáticos contemporâneos, escolhidos por sua capacidade de trabalhar com os temas e experiência artística. 7. Visitas guiadasComo parte da programação, o Programa Público do MARGS prevê treinamento de mediadores para oferecer visitas guiadas ao longo do período expositivo, e além disso, como forma de democratização de acesso e acessibilidade de conteúdo, estão previstas 10 visitas guiadas 400 pessoas, com transporte gratuito, dentre alunos e professores do ensino médio das redes públicas de ensino do Rio Grande do Sul. As visitas serão previamente agendadas, com entrada franca e recursos de acessibilidade.
O projeto prevê medidas que prezam o fruir da experiência de pessoas diversas, durante a visitação no MARGS ou através do contato com materiais do projeto. Acessibilidade de Conteúdo: Disponibilização de sinal de internet gratuito em todo o espaço do workspace, recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva, textos alternativos para a divulgação de conteúdo nos meios digitais e audiodescrição via QR codes nos espaços expositivos, além de legendagem nos materiais de comunicação digitais. Produção de audiolivro e e-book da publicação (catálogo da exposição), presença de Intérprete em Libras nas exposições e atividades programadas. Acessibilidade Física: Os acessos ao Museu incluem elevador e banheiros adaptados. O MARGS também possui maquete tátil de seu prédio, desenvolvida em parceria com a Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), acessível ao público. 1. Exposição de Artes Visuais "Botannica Tirannica": audiodescrição via QR codes nos espaços expositivos. 2. Catálogo da Exposição "Botannica Tirannica MARGS": versão ebook com audiodescrição, textos alternativos para leitores de tela e legendagem. 3. Instalação "Jardim da Resiliência": Intérprete em Libras nas atividades educativas programadas e audiodescrição via QR codes no espaço expositivo. 4. Instalação "Memorial": Intérprete em Libras nas atividades educativas programadas e audiodescrição via QR codes no espaço expositivo. 5. Mobiliário para Workspace com Acesso Público à Internet: Instalação de mobiliário na área denominada workspace, permitindo o uso confortável por pessoas diversas e a disponibilização de sinal de internet Wi-Fi com acesso público pelo período compreendido pelo cronograma do projeto. 6. Performances Artísticas: Intérprete em Libras nas atividades educativas programadas para a semana de Abertura da Exposição. 7. Atividades educativas e visitas guiadas: Intérprete em Libras nas atividades educativas programadas.
O acesso do público visitante do museu é 100% gratuito e o presente projeto contribuirá para a democratização do acesso à cultura e à arte de diversas maneiras. MEDIDA AMPLIAÇÃO DE ACESSO AO LONGO DO PERÍODO EXPOSITIVO DE 6 MESES 1. Exposição de Artes Visuais "Botannica Tirannica" = Estimativa de público: 30.000 pessoas 2. Catálogo da Exposição "Botannica Tirannica MARGS" = Quantidade: 1.000 unidades (sendo 30% destinadas às escolas e bibliotecas do programa de Estado RS Seguro COMunidade) 3. Instalação "Jardim da Resiliência" = Estimativa de público: 30.000 pessoas *podendo ser exponecial por se tratar de instalação externa ao Museu, nos arredores da Praça da Alfândega, centro histórico de Porto Alegre. 4. Instalação "Memorial" = Estimativa de público: 5.000 pessoas *podendo ser exponecial por se tratar de instalação em homenagem às vítimas da enchente. 5. Mobiliário para Workspace com Acesso Público à Internet = Estimativa de público: 150 pessoas *podendo ser exponecial por promover o uso do espaço para estudos, trabalho e interação social dentro de um equipamento cultural público e histórico de Porto Alegre. 6. Performances Artísticas = Estimativa de público: 1.200 pessoas *podendo ser exponecial por se tratar de atividade externa ao Museu, nos arredores da Praça da Alfândega, centro histórico de Porto Alegre, programadas para acontecer na semana de Abertura da Exposição. 7. Atividades educativas e visitas guiadas = Estimativa de público : 400 pessoas *ativação de programa educativo direcionado a estudantes de escolas públicas, do ensino médio, com transporte subsidiado pelo projeto, mediante agendamento com as escolas, para incrementar o Programa Público existente no MARGS. Acesso Gratuito: Todas as atividades e uso dos espaços serão de acesso gratuito para o público. Engajamento Comunitário: Realização de programas educativos direcionados a estudantes de escolas públicas e privadas, com transporte garantido. Realização de atividades e instalações extra-muros que potencializam a relação da comunidade com o Museu. Espaço de Convivência: Criação de workspace público dentro do Museu, acessível a todos. Participação Social: Chamada pública para participação em atividades, debates, oficinas e outras atividades, incentivando o envolvimento da comunidade, além da produção de áudio livro, e-book e divulgação, como medida de exponencializar o acesso ao conteúdo. Transporte: De forma a atender ao disposto no Artigo 22 da IN nº 2/2019, a proposta visa custear o transporte de 400 estudantes e professores de ensino médio da rede pública, para atividades e visitas guiadas ao Museu, apresentando a exposição e gerando discussão sobre o tema, o Museu e a sociedade. O público da ação formativa cultural será definido em conjunto com a disponibilidade das instituições de ensino públicas convidadas, prezando conciliar o projeto com o calendário, o currículo escolar e o Programa Público do Museu. Distribuição Catálogos Botannica Tirannica: Permitir que o catálogo chegue a outros e novos públicos, ampliando e prolongando o alcance e a reverberação de suas contribuições. Para alcançar esse objetivo, propomos a implementação de um plano de distribuição, com foco na descentralização do acesso com a oferta para bibliotecas e escolas dos territórios assistidos pelo programa de Estado RS Seguro COMunidade. Comprometemo-nos a destinar 30% dos exemplares produzidos aos territórios assistidos pelo programa, iniciativa que visa alcançar locais geograficamente isolados do acesso à cultura produzida pelo Museu. As bibliotecas e escolas dos seguintes territórios serão contempladas: Alvorada, Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Cruz Alta, Esteio, Farroupilha, Gravataí, Guaíba, Ijuí, Lajeado, Novo Hamburgo, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Tramandaí e Viamão. Em atendimento às medidas de ampliação do acesso do Art. 21. IN 02/2019, todos os produtos do projeto se comprometem a:II - Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VIII - Estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; Estima-se atingir um público de 67.350 pessoas, direta e indiretamente, em um período de 6 meses. As alternativas para alcance exponencial por via digital não podem ser mensuradas, porém haverá programação de investimento em posts impulsionados no Instagram, bem como um trabalho dirigido de divulgação através da assessoria de imprensa a ser contratada.
Proponente, Coordenação geral e Administrativa: Giuliana Neuman Farias é a proponente responsável pela gestão do projeto desde o planejamento até a prestação de contas. Especialista em Gestão de Projetos Sociais e Administração de Empresas, dedica-se à elaboração de projetos culturais desde 2017. Seu portólio inclui: Exposição Karin Lambrecht - Nem eu, nem tu: nós (Pronac, 2017); Seminário Curadoria em Artes Visuais (Pronac, 2018); Exposição Fernando Pessoa - A minha arte é ser eu (Pronac, 2018); Seminário Fernando Pessoa Múltiplo (Pronac 2018); Incubadora Cultural MEME (Lei Aldir Blanc 2021); Projeto CHAMAS (FAC - Edital SEDAC n°16/2021); Coleção Sartori no MARGS (LIC RS, 2022); Espetáculo Raiz Amarga (Edital CHC Santa Casa, 2022); Museu Histórico Visconde de São Leopoldo (Lei Rouanet 2023 - em andamento) e Bibliopinacoteca (Edital SEDAC/LPG nº 11/2023 - Pesquisa, Registro e Memória (em andamento). Vive e trabalha em Porto Alegre. Curadora, Pesquisadora e Diretora Artística: Giselle Beiguelman é artista e professora da FAU-USP, criadora de Botannica Tirannica. Pesquisa acevos e métodos de preservação de arquivos nato-digitais, arte e ativismo na cidade em rede e as estéticas da memória no século 21. É coordenadora do Projeto Temático Fapesp Acervos Digitais e Pesquisa: arte, arquitetura e design e autora de Políticas da imagem: vigilância e resistência na dadosfera (UBU Editora, 2021; 2a ed. 2023) e Memória da amnésia: políticas do esquecimento (Edições Sesc, 2019), entre outros. Suas obras artísticas integram acervos de museus no Brasil e no exterior, como ZKM (Alemanha), Jewish Museum Berlin, MAC-USP e Pinacoteca de São Paulo. Em seus projetos recentes investiga a construção do imaginário colonialista das artes e das ciências com recursos de Inteligência Artificial. Recebeu vários prêmios nacionais e internacionais. Entre seus projetos artísticos recentes destacam-se: Botannica Tirannica (2022); (De)Composite Collections (2021); Monumento Nenhum e Chacina da Luz (2019); Outros projetos relacionados a estes como 'Odiolândia', são as exposições individuais 'Cinema Lascado' Caixa Cultural (São Paulo) e 'Quanto Pesa Uma Nuvem?', Galpão VB (São Paulo). Participou das mostras coletivas como: Unplace, Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 2015); 3a Bienal da Bahia, (Salvador, 2014); The Algorithmic Revolution, ZKM (Karlsruhe, Alemanha, 2004-2008) e, na mesma instituição: NET_Condition (1999-2000), além da 25a Bienal de São Paulo (2002). Foi curadora do premiado projeto demonumenta, de Arquinterface: a cidade expandida pelas redes (Galeria de Arte Digital do Sesi, São Paulo, 2015) e Tecnofagias (3a Mostra de Arte Digital 3M, Instituto Tomie Ohtake, 2012), entre outras exposições. Vive e trabalha em São Paulo. Link para site: https://www.desvirtual.com/ Artista Convidada: Andressa Cantergiani é artista transdisciplinar e multimedia. Vive entre Berlin e Porto Alegre, é doutora em Poéticas Visuais pelo PPGAV-UFRGS, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. Graduada em Artes Cênicas pelo DAD/UFRGS. Estudou Performance na UDK- Universidade das Artes em Berlin. Doutorado Sanduíche University of Applied Sciences and Arts- Hoschulle Hanôver - Alemanha. Artista representada da Galeria Mamute, Porto Alegre-Brasil. Gestora da BRONZE Residência e galeria Península em Porto Alegre. Curadora e educadora do PPPP [Programa Público de Performance Península] premiado duas vezes pelo editais #Juntospelacultura FAC ProculturaRS, pelo FUMPROARTE, Atelier Livre Poa e Prêmio Açorianos como melhor Projeto de Divulgação e Inovação Cultural. Premio FUNARTE MINC Brasil Cultura-Lisboa e CDEA- Centro de Cultura Européia e Alemã. Realiza projetos transdisciplinares em diversos espaços em redor do mundo tais como Fundação Iberê Camargo/RS/BR, Brasil, MAC/RS- Museu de Arte Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea Bispo do Rosário/RJ/BR, Residência Terra Una/MG. Residência Insurgências, Berlin/ALE. Possui obras em coleções particulares e nos acervos do MARGS-RS, MAC-RS e AMARP-RS. Vive e trabalha entre Berlim e Porto Alegre. Coordenação expográfica e de ambientes: Eduardo Saorin é arquiteto, designer de exposição e cenógrafo, tem longa experiência na gestão de grandes equipes e na coordenação de todas as etapas da execução de um projeto. Do planejamento, conceituação e estudos preliminares ao processo executivo, detalhamento, elaboração de quantificações e orçamentos até a coordenação de equipes. Com experiência na montagem de grandes exposições de arte, cenários complexos e obras de arte, também atua diretamente com curadores e artistas visuais, prestando consultoria e colaborando na definição de soluções técnicas para projetos. Possui expertise na elaboração de relatórios de instalações, análises de viabilidade, pré-dimensionamento e definição de estratégias técnicas e financeiras para a implementação de projetos expositivos e também tem experiência para trabalhar como curador de obras de arte, complexas ou frágeis. Vive entre Porto Alegre e Berlim, onde captura referências e expande seu campo de atuação, além de aprender a língua alemã. Vive e trabalha entre Berlim e Porto Alegre. Ricardo Rabeno é arquiteto e urbanista graduado pela UFRGS. Especialista pelo PROPUR, Programa de Pós graduação em Planejamento Urbano e Regional/ UFRGS e em Gestão Cultural pelo SENAC/ SP. Funcionário público estadual concursado (Analista Arquiteto). Tem em seu portfólio tarefas exercidas em órgãos públicos como Secretaria de Educação do Estado, Secretaria Especial de Habitação, METROPLAN/ Fundação Metropolitana de Planejamento Urbano e Regional, Assessoria de Cooperação e Relações Internacionais. Desde o ano de 2014 exerce suas atividades na Secretaria de Cultura do Estado do RS. Vive e trabalha em Porto Alegre. Produção Executiva: Eleonora Joris é jornalista, produtora e curadora. Graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela PUCRS (1991), Pós-graduada em Gestão de Projetos – ESPM – RS (2005) e em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da UFRGS (2020). Atualmente cursa o Mestrado em Museologia e Patrimônio na UFRGS. Realizou diversos trabalhos na área do Jornalismo e Design Gráfico entre os anos 1990 e 2000, entre eles a diagramação do Segundo Caderno do jornal Zero Hora. A partir de 2000 passou a atuar na produção e organização de projetos culturais, tendo sido responsável por esta área na Fundação Vera Chaves Barcellos (Viamão), de 2004 a 2010. A partir disso passou a atuar como produtora independente, Nonô Joris ArteProdutora, em inúmeros projetos expositivos em instituições como Santander Cultural, Fundação Iberê, Instituto Ling, Memorial do Rio Grande do Sul, Casa de Cultura Mario Quintana, Associação Cultural Vila Flores, Bienal do Mercosul, Museu do Hip Hop RS, Instituto Cultural Laje de Pedra, entre outros. Vive e trabalha entre Porto Alegre e Nova Petrópolis. Link para portfolio: www.nonojoris.com.br Assistente de Produção: Chana Manica (DRT 0006346/RS) é atriz, bailarina, performer, professora de teatro, gestora cultural e publicitária. Atua profissionalmente desde 2000 quando inicia sua pesquisa contínua em dança-teatro ancorada nas técnicas de work in progress e improvisação. Em DANÇA é a idealizadora do "Projeto Chamas" e intérprete criadora do espetáculo de dança-teatro "Chamas" que estreou em Agosto/23 e teve financiamento do Edital SEDAC no16/2021- FAC Artes do Espetáculo. Integra o Grupo MEME há 19 anos, participando de espetáculos com destaque para “Teresinhas” e “BU – um olhar adulto sobre a criança que há em nós” (premiado com 4 Açorianos inclusive de melhor espetáculo e produção), videodanças, performances e festivais. Em TEATRO participou de diversas montagens, festivais, performances teatrais, teatro empresa. Principais diretores Zé Adão Barbosa e Rogério Beretta. Em VÍDEO/CINEMA participou de diversos média e curta metragens em digital, 16 mm e Teledramaturgia, entre eles: SCHÍZO (documentário sobre saúde mental); O Segredo (série portuguesa); Histórias Curtas; Contos de Inverno; Especiais Mário Quintana; Especiais Érico Veríssimo; Histórias Extraordinárias e produções independentes como: “Justiça Infinita” (prêmio de melhor atriz em Juíz de Fora). Em PUBLICIDADE também participou de diversos VTs comerciais e editorias de moda como modelo fotográfico, atriz e bailarina. Em PERFORMANCE participou em diversas exposições e eventos de arte e cultura com destaque para Singularidades na Galeria Gravura e Consequências no Memorial do Rio Grande do Sul. Em PRODUÇÃO atua em teatro, dança, circo, cinema, artes visuais e fotografia, com destaque para os projetos Chamas (financiamento FAC/RS), MEME Incubadora Cultural (financiamento LAB); Articulando a Dança pelo RS: À La Carte (financiamento LAB). Espetáculos: Teresinhas, Memórias e Pinturas (financiamento FUMPROARTE), Despidas por seus Celibatários (financiamento FUMPROARTE) e BU – um olhar adulto sobre a criança que há em nós (prêmio Açorianos de melhor produção). Vive e trabalha em Porto Alegre.
PROJETO ARQUIVADO.