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O projeto tem o objetivo de produzir uma exposição de artes visuais que visa promover a compreensão das narrativas não-hegemônicas na preservação da memória cultural e histórica, criando um espaço de diálogo e apreciação artística, ressaltando a relevância da diversidade étnica, geracional e biográfica nas narrativas contemporâneas. O projeto também conta com programação paralela de rodas de conversas com os artistas.
não se aplica
§ Objetivo GeralPromover uma compreensão profunda e reflexiva sobre a importância das narrativas não-hegemônicas na preservação da memória cultural e histórica, destacando a resistência cultural e pessoal por meio da [auto]ficção e tradição oral, e criando um espaço de diálogo e apreciação artística que ressalta a relevância da diversidade étnica, geracional e biográfica nas narrativas contemporâneas. O projeto se enquadra no item abaixo relacionado do artigo 3º. do Decreto 11.453 de 23/03/23: II. Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Promovendo e incentivando a diversidade cultural e artística e a ampliação das oportunidades para artistas de diversas etnias. § Objetivos Específicos:Para alcançar os objetivos do projeto serão realizadas as atividades abaixo listadas: 1. EXPOSIÇÃOO conceito da exposição envolve a apresentação de uma variedade de obras de arte, incluindo desenhos, pinturas e instalações multimídia e multissensoriais, todas criadas por artistas que se dedicam a explorar e expressar memórias não-hegemônicas. Estas obras artísticas são enriquecidas por elementos de [auto]ficção e mitologia, oferecendo perspectivas únicas e profundas sobre diferentes culturas e histórias. - Meta: Produção, montagem de uma exposição pelo período de 2 meses. 2. PROGRAMAÇÃO PARALELA Realização de atividades que proporcionem ao público um maior contato com a experiência da criação das obras aprofundando e enriquecendo a experiência cultural.- Meta: Produção e realização de 5 rodas de conversa com os artistas do projeto.
A preservação da memória cultural e histórica é fundamental para a construção de identidades e para a compreensão do presente. No entanto, as narrativas hegemônicas frequentemente dominam os espaços culturais, silenciando vozes de comunidades marginalizadas. Este projeto se propõe a preencher essa lacuna, promovendo a visibilidade e valorização das narrativas não-hegemônicas através da [auto]ficção e tradição oral. A importância deste projeto reside na sua capacidade de promover a diversidade cultural e histórica, oferecendo novas perspectivas que enriquecem a compreensão coletiva sobre as heranças ancestrais e sua influência na formação de nossas realidades atuais. Ao criar um espaço de diálogo e apreciação artística, o projeto facilita o reconhecimento e valorização da diversidade étnica, geracional e biográfica, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e consciente. Além disso, ao destacar a resistência cultural e pessoal, o projeto reforça a importância da autonomia das comunidades em narrar suas próprias histórias, preservando suas tradições e legados. Isso não apenas enriquece o panorama cultural, mas também fortalece o tecido social ao promover a empatia e o entendimento mútuo entre diferentes grupos. Portanto, este projeto é relevante não apenas para a preservação e valorização da memória cultural e histórica, mas também para a promoção da diversidade e inclusão nas narrativas contemporâneas, contribuindo para uma sociedade mais justa e plural. Dessa forma, o incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar o projeto. Ele não só cumpre os objetivos da Lei 8313/91, como também oferece uma contribuição significativa para a inclusão cultural, a valorização da diversidade, e o combate aos estereótipos. Ao proporcionar acesso à arte e às oportunidades de criação, o projeto promove uma sociedade mais justa, inclusiva e culturalmente rica. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o. da Lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91): II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica
As ações de acessibilidade seguem descritas abaixo: 1. EXPOSIÇÃO Acessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislação.- Item orçamentário: Locação de espaço Acessibilidade para Deficientes Visuais: Informações em braile e audiodescrição- Item orçamentário: Audiodescrição e monitores Acessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras 2. PROGRAMAÇÃO PARALELA Acessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislação. - Item orçamentário: Locação de espaço Acessibilidade para Deficientes Visuais: monitores - Item orçamentário: monitores Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de libras - Item orçamentário: Intérprete de libras
Todas as atividades do projeto serão abertas ao público em geral de forma totalmente gratuita. As medidas de acesso seguirão conforme descrito abaixo: 1. EXPOSIÇÃOMedida adotada do artigo 30 – In. No. 1 – 11/24: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. 2. PROGRAMAÇÃO PARALELA Medida adotada do artigo 30 – In. No. 1 – 11/24: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento dele, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Assumirá as funções de Coordenação Geral ALTOS PROJETOS – PROPONENTE | COORDENAÇÃO GERALÉ uma produtora que visa a ampliação do acesso às artes e às culturas por meio de um time jovem e apaixonado, empenhado em diminuir o espaço entre o público e o universo interno dos artistas. Sediados em um icônico prédio no Centro Histórico de São Paulo, atentos às novas expressões da realidade criadas pelas incansáveis mentes brasileiras, busca fortalecer e amplificar suas expressões artísticas e culturais, dentro e fora do Brasil.Em um pouco mais de um ano de atuação, as produções perfazem um espectro amplo de atividades, que incluem exposições nacionais e internacionais, shows, e diversas ações dentro do calendário municipal de arte e cultura de São Paulo. Os principais projetos realizados são: Batismo (Londres)Alto produz a primeira exposição autoral solo de Gleeson Paulino fora do Brasil.Realizada na Embaixada Brasileira em Londres, capital da Inglaterra, sob curadoria de Marcio Junji Sono e trilha do Barulhista, a mostra retrata uma poética trajetória de autoconhecimento e reconciliação do artista com o Brasil.Link: https://www.rfi.fr/br/podcasts/brasil-mundo/20230212-exposi%C3%A7%C3%A3o-de-gleeson-paulino-em-londres-mostra-como-a-fotografia-o-libertou-de-traumas Amigos do CaburéUma imersão cultural na arte do Piauí, com exposição de obras de arte de Dona Nêda, a sonoridade da banda Pífanos Caju Pinga Fogo e uma roda de conversa com o pesquisador cultural Leo Mello. A abertura arrecadou fundos para o Instituto Caburé, grupo de empreendedores sociais comprometidos em criar um futuro mais justo e sustentável para o Nordeste brasileiro.https://istoe.com.br/espaco-alto-faz-imersao-artistica-beneficente-em-parceria-com-instituto-cabure-do-piaui/ Lar, um espaço de transiçãoOs finalistas do festival Kranj Foto Fest de 2022 na Eslovênia desembarcaram em São Paulo para mostrar seu trabalho no Brasil. Os Fotógrafos Allan Salas, Ana Suligoj, Camila Maresse e Gabriele Chiapparini, Glesson Paulino, Katerina Kouzmitcheva, Ludwig Nikulski, Mathias Benguigui e Agathe Kalfas, Matjjaz Tancic, M’hammed Kilito apresentaram seus trabalhos e visões sob a ótica do conceito Lar e toda poética que permeia a narrativa cultural, pessoal e artística através de suas lentes.https://siterg.uol.com.br/agenda/fest-foto-kranj/ ATempoUm recorte da vida paulistana a partir de perspectivas bastante distintas de Cláudia Guimarães, Eustaquio Neves, Ode e Roger Luz. Uma série de retratos que poderiam ter sido tirados em qualquer momento entre 1999 e 2009, nos faz refletir sobre a capacidade de certas imagens de serem atemporais.https://dasartes.com.br/agenda/atempo-espaco-alto/ Virada ODSDentro do maior festival de Sustentabilidade do Brasil, o Espaço Alto foi parte de uma trilha pela história da arquitetura do Centro de São Paulo, contando a história da sua sede e a relação dela com a arte ao longo das décadas, para um público de arquitetos e engenheiros.https://www.instagram.com/p/CtmByC2t60R/?img_index=1 Jornada do PatrimônioNo evento que declarou amor pela história das pessoas e das construções paulistanas, o Espaço Alto participou da mesma trilha da Jornada da Sustentabilidade, agora aberta ao grande público.https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/patrimonio_historico/jornada_do_patrimonio/index.php?p=33943 Alfabeto SonoroLetrux e Thiago Vivas encararam a missão de realizar um show sem palco e sem arquibancada, no qual a plateia se sentava em almofadas a meio metro de distância dos artistas.Este foi o piloto da série Sala Som, no qual o Alto testou, com sucesso, a organização de um bar sem atendimento humano, no qual as pessoas se serviam e pagavam elas mesmas por meios digitais o seu consumo.https://viagemeturismo.abril.com.br/coluna/sem-perrengue/espaco-alto-exposicoes-pocket-shows-e-historia-no-centro-de-sao-paulo#google_vignette PATRICIA BAIK | ARTISTAPatricia Baik (São Paulo, 1996) é artista visual, sendo a instalação, pintura e desenho suas principais mídias de trabalho. Interessa-se em investigar o trânsito de identidade transcultural por meio da auto-ficção. Em 2019, foi residente no programa de Residência Artística de Práticas Contemporâneas pela School of Visual Arts em Nova York. Principais exposições: Programa de Exposições 2023, Museu de Arte de Ribeirão Preto, São Paulo (2023); Trânsito-tecido, Galpão 556, São Paulo (2023); Ponta dos dedos, Bianca Boeckel Galeria, São Paulo (2023); ALÉM-VISTA, Casa Gabriel, São Paulo (2023); Ao dentro, Espaço 25M, São Paulo (2023); DATABASE, Canto., São Paulo (2022); DODODO, Espaço Gruta, São Paulo (2022); Form 2021, CICA MUSEUM, Gyonggi-do (2021). CAROLINE RICCA LEE | ARTISTACaroline Ricca Lee (1990, São Paulo) investiga arquivamento e memória através de uma epistemologia decolonial, queer e feminista. Através de esculturas, instalações, textos, performance, vídeo, reivindica as narrativas ancestrais das diásporas asiáticas no Brasil e América Latina. Foi artista residente na residenzPLUSbrasil16 (Internationales Künstlerhaus Villa Waldberta, Munique, 2016), organização plataforma PLUSbrasil. Recebeu o Prêmio ISOLA SICILIA 2023 na 30ª edição da Artissima Fair (Turim, Itália), e indicada ao Prêmio PIPA 2023. Destacam-se as exposições: terra abrecaminhos (Sesc Pompéia, São Paulo, 2023); Do voo às narinas respirar, braços longos, mensagens ao vento (HOA Galeria, São Paulo, 2023); 1º Salão Nacional de Arte Contemporânea de Goiás (Museu de Arte Contemporânea de Goiás, Goiânia, 2022); Essa minha letra (Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, Rio de Janeiro, 2022); 31ª Mostra de Exposições do Centro Cultural São Paulo (Centro Cultural São Paulo, São Paulo, 2021). LEIKA MORISHITA | PRODUTORA EXECUTIVAArquiteta de formação, profissional apaixonada pela conexão entre arquitetura, arte, música, moda e fotografia. Com uma trajetória internacional marcada por experiências no cenário arquitetônico do Japão, ela desenvolveu uma visão global que permeia sua abordagem única entre tradição e inovação. Focada na direção de criação, curadoria e direção de conteúdo, Leika colabora com marcas renomadas, como Heineken, Havaianas, B3, Exposição Histórica Permanente Farol Santander (SP e POA), Gloob, Nike, Becks, Tanqueray, Casa Cheetos, Magalu, Exposição Permanente para Luiza Helena Trajano, Mozak, SIG, Japan House (2021), projetos de arte independentes como “A loja de atrocidades” que aconteceu em parceria com a Galeria Hoa em março/2024 , Performance Música e Dança experimental no Espaço Alto (2023), Museu Meli Cidade 07/2024, Instituto Unibanco entre outras. HILDA DE PAULO | CURADORIA Hilda de Paulo (Inhumas-GO, Brasil, 1987) é artista, pesquisadora, escritora e curadora independente, travesti terceiro-mundista defensora do transfeminismo como metodologicamente decolonial e autora do projeto Arquivo Gis, programadora do Queer Lisboa e Queer Porto, membra fundadora da Cia. Excessos e da eRevista Performatus. Atualmente, é doutoranda em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto em Portugal. Fez especialização em Artes Plásticas com percurso em Escultura e em Práticas Artísticas Contemporâneas, ambas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e, na Faculdade de Letras dessa mesma universidade, licenciou-se em História da Arte. Projetos realizados:[2024] Exposição Provador, de Tales Frey. Curadoria de Hilda de Paulo. Espaço de Intervenção Cultural Maus Hábitos, Porto, Portugal.[2023-] Programadora do Queer Lisboa e Queer Porto – Festivais Internacionais de Cinema Queer de Portugal. Lisboa e Porto, Portugal.[2023] Exposição Ana Mendieta: Silhueta em Fogo | terra abrecaminhos. Curadoria de Daniela Labra com curadoria adjunta de Hilda de Paulo, e assistência de curadoria de Maíra Freitas, e com coordenação, idealização do programa paralelo e organização editorial de terra abrecaminhos de Hilda de Paulo. Sesc Pompeia, São Paulo-SP, Brasil.[2022] Exposição Lucy & Lúcifer e Outros Deboches, de Tales Frey. CAOS – Casa d’Artes e Ofícios, Viseu, Portugal.[2020-21] Cine-Performatus #1: Resistir ao Tempo. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.[2019] Exposição Venoso, de Joana Bueno. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Sput&Nik the window, Porto, Portugal.[2019] Exposição Metáforas Funcionais para Corpos no Espaço, de Tales Frey. Curadoria de Hilda de Paulo. Galeria Monumental. Lisboa, Portugal.[2018] Programa As Pinturas Fílmicas de Carolee Schneemann. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Queer Porto IV: Festival Internacional de Cinema Queer. Teatro Municipal Rivoli, Porto, Portugal.[2017] Mostra Performatus #2: O que está à Luz do nosso Tempo, discernimos no Escuro. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. eRevista Performatus em parceria com o Sesc Santos. Santos-SP, Brasil.[2017] Exposição O que o Corpo Abriga, de Renan Marcondes. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.[2016-17] Exposição Macumba Visual, de Ana Seixas. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Espaço Bo, Porto, Portugal; Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.[2016] Exposição coletiva Em Estado de Guerra. Organização e curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Teatro Académico Gil Vicente, Coimbra, Portugal.[2015] Exposição coletiva Trabalha-dores do CU. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Espaço de Intervenção Cultural Maus Hábitos, Porto, Portugal.[2015] Cine ÁguaAr. Curadoria de Hilda de Paulo e Suzana Queiroga. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.[2015] Exposição ÁguaAr, de Suzana Queiroga. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.[2015] Exposição coletiva Beija-me. Organização e curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Sesc Ribeirão Preto, Ribeirão Preto-SP, Brasil.[2014] Exposição Priscilla Davanzo: Lugares da Escrita. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura, Guimarães, Portugal.[2014] Mostra Performatus #1: O Corpo como Sujeito e Objeto na Arte. Curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. eRevista Performatus em parceria com o Instituto Hilda Hilst e a Central Galeria de Arte. Campinas-SP e São Paulo-SP, Brasil.[2013] Exposição coletiva Beija-me. Organização e curadoria de Hilda de Paulo e Tales Frey. IV Festival de Formas Poéticas, Estação Cultura, Catanduva-SP, Brasil. CAMILA ALVES | COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA FINANCEIRAPublicitária formada pela Universidade Mackenzie, com especialização em Gestão Cultural pela Itaú Cultural e Universidade de Girona, atua como consultora na área de projetos culturais, sociais e esportivos com foco no planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal.Atuando há 24 anos na área, iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor. Atuou no desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas de projetos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles: Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Deusdará Filmes, Maria Farinha Filmes, Liquid Media Lab, entre outros, na área esportiva desenvolveu projetos com a Universidade do Futebol, Corpore, ESPN e USP. Entre os projetos de destaque estão: Prêmio Oceanos de Literatura, Colegas (espetáculo teatral), Rota das Artes, Festival Arte Serrinha e Instrumental Serrinha 2017, 2018 e 2019 e Unilever Sons do Brasil.Coordenou a área de planejamento e gerenciamento financeiro da CPFL Cultura em Campinas e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo.Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora dos projetos Caos on Canvas (artes visuais) e Cinefantasy (mostra de cinema fantástico), coordenadora do Festival Coletivo Pink (Outubro Rosa 2019 – Casa das Rosas).
PROJETO ARQUIVADO.