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PRONAC 248553Apresentou prestação de contasMecenato

FESTIVAL CRIOLA NA AREA

UPAON MUNDO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 199,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

99.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Chamada Instituto Cultural Vale 2024
Ano
24

Localização e período

UF principal
MA
Município
São Luís
Início
2025-06-01
Término
2025-12-20
Locais de realização (1)
São Luís Maranhão

Resumo

O Festival Criola Na Área é um festival de música e arte a ser realizado no bairro Floresta, Quilombo Liberdade, o maior quilombo urbano da América Latina, localizado em São Luís (MA). O evento, aberto ao público, será realizado preferencialmente em um final de semana de Novembro, mês em que comemora-se o Dia Nacional da Consciência Negra, e contará com uma programação composta por OFICINAS DE CAPACITAÇÃO e EVENTO CULTURAL com shows musicais, apresentações de cultura popular, discotecagem, competitiva de rima e feirinha criativa. Tanto a equipe realizadora quanto as atrações do evento cultural são compostas por mulheres (cis e trans).O projeto, em resumo, traz a consciência da riqueza das culturas afrolatinas e do empoderamento das mulheres que fazem arte, possibilitando a troca de experiências entre mulheres e impulsionando ações de transformação e promoção da equidade de gênero em seus territórios.

Sinopse

FESTIVAL CULTURAL: O Criola Na Área é realizado no Quilombo Urbano Liberdade no mês em que comemora-se o Dia Nacional da Consciência Negra. O festival contará com uma programação composta por shows musicais, apresentações de cultura popular, discotecagem, competitiva de rima e feirinha criativa. Tanto a equipe realizadora quanto as atrações do evento cultural são compostas por mulheres (cis e trans).O projeto, em resumo, traz a consciência da riqueza das culturas afrolatinas e do empoderamento das mulheres que fazem arte, possibilitando a troca de experiências entre mulheres e impulsionando ações de transformação e promoção da equidade de gênero em seus territórios.Classificação indicativa: Livre OFICINAS:São oferecidas 06 oficinas e 01 roda de conversa com diferentes temáticas: Tambor de Crioula, audiovisual, grafite, discotecagem, curadoria musical, empreendedorismo cultural e políticas públicas. As atividades são ministradas por mulheres da cadeia produtiva cultural de São Luis, priorizando moradoras da região do Quilombo Liberdade. Classificação indicativa: jovens de 15 a 18 anos de escolas públicas e Mulheres de 18 a 50 anos.

Objetivos

Objetivos Gerais: 1 - Fomentar a produção cultural e artística mediante a realização de festival de música e arte envolvendo cultura urbana, cultura popular, patrimônio cultural, feira criativa e diversidade conforme alínea ‘c’ do inciso ‘II’ do Art 3 da Lei Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991. 2 - Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, conforme alínea ‘a’ do inciso ‘IV’ do Art 3 da Lei Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991. 3 - Incentivar a formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, em concurso de rimas realizados por criadoras mulheres, conforme alínea ‘b’ do inciso ‘I’ do Art 3 da Lei Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991. 3 - Incentivar a formação artística e cultural, mediante concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, em concurso de rimas realizados por criadoras mulheres, e mediante a oferta de oficinas de caráter cultural ou artístico, destinados à aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura conforme alínea ‘b’ e ‘c’ respectivamente do inciso ‘I’ do Art 3 da Lei Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991. Objetivos Específicos: 1 - Realizar um festival musical gratuito e aberto ao público com até 12 apresentações de artistas locais e regionais, incluindo shows musicais, discotecagem e apresentação de grupos de cultura popular onde todas as atrações são formadas por mulheres. Capacidade de 300 pessoas por apresentação com classificação livre para todos os públicos. 2 - Realizar uma feira criativa com no mínimo 20 empreendedoras da região do Quilombo Liberdade para venda e comercialização de bens e produtos artísticos e culturais. Alcançando uma média de 200 pessoas por barraca durante o evento. 3 - Realizar uma batalha de MCs com 16 competidoras locais e regionais que sejam exclusivamente mulheres cis e trans a partir de 16 anos, premiando o terceiro, o segundo e o primeiro lugar. 4 - Capacitar 180 mulheres através da realização de 6 oficinas de capacitação ministradas também por mulheres, com 6 horas de duração sobre: trança e ancestralidade, tambor de crioula, discotecagem, grafite, moda, fotografia. Capacidade de 30 mulheres por oficina; 5 - Realização de 2 rodas de conversa com fazedoras de cultura e artistas mulheres da região do Quilombo Liberdade para discutirem empreendedorismo cultural, políticas públicas, ações e melhorias para as mulheres da cadeia produtiva da música e outras artes. 6 - Realizar parcerias com pelo menos 3 entidades públicas ou asssociações sem fins lucrativos de educação e cultura do Quilombo Liberdade para a promoção das oficinas e rodas de conversa. 7- Ocupar pontos estratégicos do Quilombo Liberdade com a realização das oficinas e apresentações artísticas, descentralizando as atividades artísticas de São Luis e fortalecendo a economia local e turismo cultural.

Justificativa

A partir dos anos 1970, um grande fluxo de pessoas vindas de comunidades rurais quilombolas da Baixada Maranhense, de Alcântara e do Litoral Maranhense se estabeleceu no bairro que hoje é conhecido como Liberdade, que possui a maior população negra de São Luís. Os moradores trouxeram manifestações da cultura popular e ritmos tradicionais de suas comunidades de origem, fazendo da Liberdade uma região de grande fomento cultural que desde 2019 é reconhecido como quilombo urbano. O Festival, que será realizado dentro do quilombo Liberdade, busca discutir o cenário da mulher negra e artista, ainda marcado pela desigualdade e falta de visibilidade e tenta ir na contramão dessas estatísticas, mostrando mulheres que ultrapassaram as dificuldades, trazendo temáticas associadas ao fortalecimento das mulheres, sua apropriação estética, resgate ancestral e ocupação dos espaços a partir das diversas formas de representação, promovendo assim, uma reflexão sobre a inserção das mulheres nas artes, bem como sobre os modelos representativos de suas existências expostas em produções artísticas. O projeto, em resumo, traz a consciência da riqueza das culturas afro-indígena- latinas e do empoderamento das mulheres negras artistas, respeitando e valorizando as tradições de seus ancestrais que chegaram por aqui escravizados e que hoje procuram eliminar estereótipos impregnados na cultura e pensamento contemporâneo que, ainda hoje, segue baseado numa lógica de patriarcado etnocêntrico. O Festival Criola na Área é um projeto que busca contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais (conforme o Art. 1, inciso I da Lei de Incentivo à Cultura) através da promoção de um festival com artistas locais e regionais (conforme alínea ‘c’ do inciso ‘II’ do Art 3 da Lei Lei de Incentivo à Cultura), que sejam exclusivamente mulheres cis e trans e que tiveram sua trajetória marcada pelo Quilombo Liberdade em São Luís do Maranhão. O Festival Criola na Área irá incentivar a formação artístico e cultural (conforme o Art. 3, inciso I, alínea ‘b’ da Lei de Incentivo à Cultura) a fim de apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (conforme o Art. 1, inciso III da Lei de Incentivo à Cultura) por meio de um concurso de rimas com 16 mulheres criadoras e artistas locais e regionais premiando as três primeiras colocações conforme alínea ‘b’ do inciso ‘I’ do Art 3 da Lei Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991. A realização de rodas de conversa e oficinas de capacitação em trança e ancestralidade, cultura popular, discotecagem, audiovisual, moda e grafite realizadas por mulheres do Quilombo Liberdade em São Luís - Ma para sua comunidade expressam o empoderamento feminino na Construção do Inventário de Referências Culturais do Quilombo Liberdade (https://ircquilomboliberdade.org/) e contribui para salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira conforme o Art. 1, inciso V da Lei de Incentivo à Cultura, protegendo assim a diversidade cultural e promovendo a cidadania. Além disso, a realização de uma feira criativa com no mínimo 20 empreendedoras de marcas locais da região do Quilombo Liberdade para venda e comercialização de bens e produtos artísticos e culturais irá juntamente com todas as atividades desenvolvidas pelo projeto promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais conforme o Art. 1, inciso II da Lei de Incentivo à Cultura fortalecendo a identidade cultural e a cadeia criativa local.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO Oficinas Formativas: 1. Oficina de Trança e Ancestralidade Descrição: FocO na arte de trançar cabelos como prática ancestral e manifestação cultural, explorando técnicas e significados históricos em comunidades afrodescendentes.Objetivos: Capacitar mulheres em técnicas de trança, promovendo a valorização da ancestralidade e identidade cultural.Justificativa: A trança é uma prática cultural significativa nas comunidades quilombolas e afro-brasileiras, promovendo empoderamento estético e cultural.Carga Horária: 4 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Aula prática, discussões sobre ancestralidade e prática supervisionada.Material Didático: Espelhos, cabelos sintéticos, ferramentas de trança.Conteúdo: História das tranças, técnicas variadas, relação entre trança e identidade cultural.Profissionais Envolvidos: Instrutora de tranças afro-brasileiras, mediadora de cultura afro. 2. Oficina de Tambor de Crioula Descrição: Ensina a prática do tambor de crioula, abordando a liderança feminina na cultura afro-brasileira.Objetivos: Capacitar mulheres em percussão, canto e dança do Tambor de Crioula, promovendo a cultura afro-brasileira.Justificativa: O Tambor de Crioula é uma expressão cultural vital no Maranhão, e a oficina fortalece a preservação dessa tradição.Carga Horária: 4 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Aulas práticas, exposições históricas, improvisação musical.Material Didático: Tambores de crioula, indumentária tradicional, equipamentos de som.Conteúdo: Origem do tambor, técnicas de percussão, coreografia e ritmos tradicionais.Profissionais Envolvidos: Instrutora de percussão afro-brasileira, Mestra do Tambor de Crioula. 3. Oficina de Seleção e Curadoria Musical Descrição: Foca nos fundamentos da curadoria musical, capacitando mulheres para selecionar e organizar conteúdo musical com foco em representatividade feminina e negra.Objetivos: Capacitar em curadoria musical para criar playlists e programações, destacando a diversidade cultural.Justificativa: A curadoria musical é predominantemente masculina, e a oficina visa equilibrar essa disparidade.Carga Horária: 4 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Aulas teóricas, análise de casos, criação de playlists.Material Didático: Computadores, software de reprodução musical, materiais de leitura.Conteúdo: Fundamentos de curadoria, critérios de seleção, desenvolvimento de projetos com foco na diversidade.Profissionais Envolvidos: Especialista em curadoria musical, profissional de marketing musical. 4. Oficina de Audiovisual Descrição: Conteúdo técnico e artístico para a produção de vídeos de baixo custo na internet, envolvendo criação, produção e distribuição.Objetivos: Capacitar mulheres na produção audiovisual e midias digitais, promovendo habilidades técnicas e criativas.Justificativa: A produção audiovisual é uma área em crescimento e a oficina amplia as oportunidades das mulheres na indústria do cinema e de produção de conteudo.Carga Horária: 4 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Aulas práticas com aplicativos de edição e exercícios práticos de criação de videos com o celular.Material Didático: Celulares, aplicativos, luzConteúdo: Introdução à produção audiovisual, técnicas de criação de conteúdo e edição.Profissionais Envolvidos: Diretor Audiovisual. 5. Oficina de Discotecagem Descrição: Capacita mulheres no uso de equipamentos de DJ, técnicas de mixagem e seleção musical.Objetivos: Desenvolver habilidades de discotecagem e promover a expressão artística.Justificativa: A discotecagem é uma área dominada por homens, e a oficina fortalece a presença feminina.Carga Horária: 4 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Aulas teóricas, demonstrações práticas, criação de sets musicais.Material Didático: Controladores de DJ, software de mixagem, fones de ouvido.Conteúdo: Introdução à discotecagem, técnicas de mixagem, criação de sets.Profissionais Envolvidos: DJ profissional, técnico de som. 6. Oficina de Grafite Descrição: Introduz o grafite como forma de expressão artística urbana, ensinando técnicas básicas de desenho e pintura.Objetivos: Capacitar mulheres nas técnicas de grafite, promovendo a revitalização de espaços comunitários.Justificativa: O grafite é uma forma de arte que pode revitalizar espaços e expressar identidade cultural.Carga Horária: 4 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Aulas teóricas, demonstrações práticas, prática em murais.Material Didático: Sprays de tinta, máscaras, materiais de desenho.Conteúdo: História do grafite, técnicas de pintura, planejamento de murais comunitários.Profissionais Envolvidos: Artista de grafite, instrutor de pintura. Rodas de Conversa 1. Roda de Conversa Descrição: Encontro com Nicinha Durans, abordando a ação feminina na construção do Inventário de Referências Culturais do Quilombo Liberdade, com foco na presença feminina na Cultura Urbana.Objetivos: Promover a troca de experiências sobre a atuação feminina na preservação cultural do quilombo.Justificativa: A participação ativa das mulheres é essencial para a preservação cultural, e a roda de conversa reforça o protagonismo feminino.Carga Horária: 3 horasPúblico-Alvo: Mulheres do Quilombo Liberdade.Metodologias de Ensino: Diálogo aberto, compartilhamento de histórias, sessão de perguntas e respostas.Material Didático: Microfones, sistema de som, materiais para anotações.Conteúdo: Trajetória de Nicinha Durans, importância do inventário cultural, desafios e conquistas das mulheres no quilombo.Profissionais Envolvidos: Facilitador, Nicinha Durans, equipe de apoio técnico.

Acessibilidade

EVENTO CULTURAL: - Acessibilidade física: banheiros adaptados e área exclusiva com cadeiras próximo ao palco para pessoas com necessidades especiais. - Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição das propagandas nas redes sociais, piso tátil e mapa tátil no espaço e área exclusiva com cadeiras próxima ao palco. - Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras e área exclusiva com cadeiras próxima ao palco. - Acessibilidade de conteúdo: legenda descritiva nas redes sociais. - Acessibilidade atitudinal: integrante da equipe especializado em atendimento para acessibilidade. OFICINAS: - As oficinas serão ministradas em locais com rampas de acesso e assentos para portadores de necessidades físicas ou baixa mobilidade e acompanhantes. - Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição das propagandas nas redes sociais e oficinas ministradas em locais com piso tátil, colocação de mapa tátil. - Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras para tradução das aulas. - Acessibilidade de conteúdo: legenda descritiva nas redes sociais como medida para promoção e acesso ao conteúdo do evento. As medidas de acessibilidade serão adotadas para 100% do projeto. Este projeto atende a LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015 : Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento.§ 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade. § 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário.§ 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018 § 1º Os espaços e os assentos a que se refere o caput , a serem instalados e sinalizados conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, devem:I - ser disponibilizados, no caso de edificações com capacidade de lotação de até mil lugares, na proporção de:a) dois por cento de espaços para pessoas em cadeira de rodas, com a garantia de, no mínimo, um espaço; e b) dois por cento de assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com a garantia de, no mínimo, um assento;

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO 1 - Todas as apresentações do Festival Criola na Área serão gratuitas e Livre para todos os públicos. 2 - Todas as oficinas e rodas de conversa serão gratuitas e abertas a todos mediante inscrição prévia, feita pela pela internet com ampla divulgação e busca ativa no bairro das oficinas. 3 - O Festival Criola na Área será realizado em região periférica e de vulnerabilidade social garantindo a descentralização e a democratização do acesso aos produtos e bens culturais. 4 - As apresentações, concursos, oficinas e rodas de conversas serão gravadas e disponibilizadas nas redes sociais do projeto com legendas, Libras e audiodescrição garantindo um acesso amplo e permanente dos produtos culturais desenvolvidos.

Ficha técnica

Amanda Bertrand (Coordenação Geral) - Atualmente integrante do Conselho Municipal de Cultura no Município de São Luís, Amanda começou a trabalhar com produção em 2015, coordenando a programação do “Domingo do Amaral”, evento cultural que dialogava shows de artistas independentes e Tambor de Crioula. Em 2016 acompanhou a banda Soulvenir em show no Festival NOS Alive (Lisboa), um dos maiores festivais da Europa. Entre 2018 e 2021 residiu e coordenou o espaço cultural e coletivo Casa Loca. É sócio fundadora e atualmente diretora executiva do selo de música e produtora Upaon Mundo, atuando na coordenação dos lançamentos, concepção criativa, produção executiva, assessoria de imprensa, escrita e gestão de projetos culturais. Com o selo, já lançou mais de 150 faixas e 35 artistas colaboradores. Assinou a produção de videoclipes, como o dirigido por Tássia Dur e atuação de Áurea Maranhão, da música “Lá Vem Chegando” do coletivoCriola Beat; Roteiro e Produção do Documentário “Criola Na Área”, premiado pela Lei Aldir Blanc; Assessoria e management da artista Pantera Black, artista do selo Upaon Mundo que se apresentou no Rock in Rio, em 2022; Produção do evento “Mulheres no mercado da música” com participação de Cláudia Assef, sócia do Womans Music Event (SP) - 2023; Produção do Festival “Cade o Circo Na Piracema”, em parceria com o Instituto Eqüiit (RJ) - 2023. Como uma grande apaixonada pela cultura maranhense, Amanda também atua no segmento de Patrimônio, com projetos ligados principalmente ao Tambor de Crioula, e outros ritmos tradicionais. Fernanda Sá (Curadora) - Nascida no bairro da Liberdade, aos 16 anos iniciou sua vivência com o Bumba-Meu-Boi e o Tambor de Crioula na casa do Mestre Apolônio. Em 2016 conhece a zabumba como instrumento de afinidade e trilha o caminho do aprendizado, acompanhando pessoas como Saci, Zé Maria, Índio, Lazlô, Patativa e Macaxeira, tornando-se Cabeceira do tambor da Lua e Tapuia do boi de Leonardo. É artesã e figurinista e atualmente tem o ateliê Nana Saias, produzindo saias artísticas, utilizando tintas artesanais e estampas autorais. Amanda Drumont (Curadora) - Mulher negra, lésbica e nordestina de território amazônico. Produtora cultural e audiovisual em atividade desde 2019, assessora de comunicação de projetos culturais e roteirista cinematográfica, além de curadora e curiosa musical. Atua no mercado maranhense em conteúdos como curtas, videoclipes, documentários e filmes publicitários. Experiência Profissional: PRODUTORA | REDATORA | CURADORA | ROTEIRISTA Sobre O Tatame & SOT Filmes | 2019 - 2023 Direção de Produção e Produção Executiva em conteúdos audiovisuais. Redação e crítica de conteúdos musicais e audiovisuais. Curadoria em projetos musicais, audiovisuais e publicitários. PRODUTORA E ROTEIRISTA Amo, Poeta e Cantador | 2022 Produção do Projeto "Amo, Poeta e Cantador", que realizou 15 murais de grafite pelo Maranhão homenageando mestres do Bumba-Meu-Boi maranhense, através de edital do BNDES. Formação: COMUNICAÇÃO PARA PROJETOS DE MÚSICA Mercúrio Gestão, Produção e Ações Colaborativas| 2020 PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA Escola de Cinema - IEMA | 2019 - 2020 ROTEIRO PROFISSIONAL Instituo de Cinema - INC | 2020 - 2021 Joana Golin (Produção Artística) - Produtora cultural e empreendedora criativa na "A Casa da Mãe Joana Produções". Desde 2011 atua na produção de eventos, curadoria de gigs e festivais de música e poesia, elaboração e execução de projetos culturais, gestão de coletivos culturais. Experiência Profissional: Produção da Festa Conexão África - Maranhão em parceria com o selo Analog África, São Luis –MA, 2013. Curadoria das bandas do FESTIVAL BR 135 de São Luis/MA., 2015. Produção do show do Isaías Alves Trio, Chacal Beer, Chapecó, 2016. Produção da Festa Soul Groove, com Shows de Núbia e Paulão, Odeon Sabor & Arte, São Luis, 2016.Produção do evento de rap e hip hop somente com artistas mulheres "Respeita Tiu", Eco Parque, Chapecó, SC, 2017. Idealização, realização e produção do Coletivo MANIVAS, única banda formada apenas por mulheres da região Oestede Santa Catarina, Chapecó, 2017. Curadoria e realização do Sonora Chapecó Festival Internacional de Compositoras. Edições 2018, 2019, 2020 e 2021. Produção das festas Arraiá das Manivas em 2017 e 2019. Conselheira regional no Portal Elas por Elas: as mulheres na música catarinense, 2020/2021. Premiado pelo Edital Elisabeth Anderle da FCC. Gestora de dois cursos de formação do grupo Manivas, via edital municipal de cultura. Produtora executiva do Curso de Criação e Performance Literária Sarau Nuvem Colona. 2020. Produtora executiva e roteirista do filme documentário “As lendas de Alcântara”. Projeto premiado pela Lei Aldir Blanc do estado do Maranhão/2021. Alcântara, Janeiro de 2021. Produtora executiva e técnica de briefing do show “Mundos” no Teatro Arthur Azevedo do cantor e compositor Paolo Ravley. São Luis, Janeiro de 2022. Produtora executiva, roteirista e diretora técnica da gravação do clipe “Cadê o Rio?!” do grupo de cultura popular Manivas, Chapecó, Março de 2022. Nicinha Durans (Produção Local) - Quilombola, poeta, militante do Movimento de Hip Hop Quilombo Urbano. Ativista negra do território Quilombola da Liberdade. Ativista negra do território Quilombola da Liberdade, considerado o maior quilombo urbano da América Latina, no qual foi uma das signatárias do pedido de certificação do território junto a Fundação Palmares e onde atualmente faz parte do Comitê Gestor por Reparações e Políticos Públicas do TQ. Pedagoga e pesquisadora da Fumph/IPHAN do Inventário de Referências Culturais do Quilombo Liberdade. Nicinha desenvolve também oficinas de Tambor de Crioula, oficina de trançado, ensinando as meninas do bairro a fazer o próprio penteado e oficina de turbante, na batalha de resgatar a autoestima feminina negra e fortalecendo a identidade do Quilombo da Liberdade. Rayana Mota (Produção Oficinas) - Mulher negra, 27 anos, nascida e criada em São Luís do Maranhão. Trabalhos de Produção Cultural: Zabumbada Festival 2023/2024 como assistente de produção, gerenciamento de artistas, monitoria arquitetura e estrutura. Festival BR135 2023 como assistente de produção, produção de backstage, compra de insumos e monitoramento durante evento Baile da Dru e Bagunça Cosmica como Produção idealização da identidade dos eventos e ornamentação do espaço. Jessica Lauane (Direção Conteúdo Audiovisual) - Jessica Lauane é maranhense, diretora de cena, diretora criativa, diretora de fotografia, produtora audiovisual, fotógrafa still, fundadora e sócia da ClockWork Filmes que tem como um de seus principais focos, trabalhar a autoestima preta, LGBTQIAP+ e periférica através da arte e do afeto, de forma horizontal, admirando e respeitando a singularidade de cada momento, território, corpo e indivíduo. E nesse pensamento, de dar voz a pessoas como ela, juntou-se com amigos e co-fundou a produtora independente ClockWork Filmes. Formada no curso de Produção Cinematográfica pelo Instituto Federal do Maranhão e nos cursos de Linguagem Cinematográfica, Atuação para Cinema e Produção Cinematográfica pela Escola de Cinema do Maranhão; além de Direção de Videoclipes e Narrativa Documental pelo Instituto de Cinema. Também formou-se no Curso de Direção ministrada pela Marcela Lordy e Direção de Fotografia ministrada por Alziro Barbosa pela Guarnicê Produções. Em sua trajetória, Jessica Lauane já ministrou aula de Produção de Videoclipe pelo Festival Maranhão na Tela e também Produção de Videoclipes pela Escola de Cinema do Maranhão. Atualmente, está cursando o Curso Técnico de Áudio e Vídeo pela Escola de Cinema do Maranhão (IEMA).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.