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PRONAC 248583Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

NORA CASA DE BONECA

SELENE MARINHO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 998,8 mil
Aprovado
R$ 998,8 mil
Captado
R$ 36,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

3.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-02
Término
2025-11-03
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A proposta deseja realizar a montagem e temporada de estreia da peça CASA DE BONECAS, de Henrik Ibsen, escrita em 1879. Com direção e Fernando Philbert e um elenco composto por Isabella Lemos, Antoniela Canto, Iuri Saraiva, Norival Rizo e Joelson Medeiros, serão ao todo 40 apresentações com acessibilidade parcial em LIBRAS e audiodescrição, sendo 24 apresentações em São Paulo e 16 na cidade do Rio de Janeiro. O projeto conta ainda com ações formativas como contrapartida através da frealização de ensaios abertos com debates e palestras com convidados.

Sinopse

A protagonista Nora, falsificou uma assinatura, e tem orgulho disso: a Nora de Ibsen fez um empréstimo para poder ir à Itália com seu marido, Helmer, que estava exausto devido à sobrecarga de trabalho e, segundo os médicos, precisava urgentemente de uma pausa; eles foram passar uma temporada na Itália, ao lado dos filhos. Para fazer o empréstimo, Nora precisava de um fiador e indicou seu pai, já moribundo. Ela então falsificou a assinatura do pai, sem o conhecimento do marido, mas colocou uma data posterior à morte do pai. Essa circunstância chegou ao conhecimento de Krogstad, que lhe emprestou o dinheiro, e assim ela ficou nas mãos dele e se tornou vítima de sua chantagem. Porém, tudo o que ela fez, o fez por amor ao marido, para salvar a vida dele. Mas esse marido só consegue ligar a lei com sua honra e enxerga tudo pela perspectiva de um olhar masculino. Uma luta de almas. Confusa e oprimida pela crença do marido numa autoridade superior, Nora perde a fé em sua própria moral e em seu poder de criar os filhos. Inevitavelmente, a catástrofe se aproxima sem piedade. Desespero, luta e ruína. Ela parte deixando a casa, o marido e seus filhos.

Objetivos

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: NORA CASA DE BONECA O objetivo principal é montar o espetáculo NORA CASA DE BONECA para temporada de estreia em São Paulo com 24 apresentações e temporada no Rio de Janeiro com 16 apresentações, totalizando 40 exibições do espetáculo. Em relação ao Artigo 2 do Decreto 10.755 destacamos os incisos: II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS NORA CASA DE BONECA: Através da releitura da obra de Ibsen, o projeto visa ainda: - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes de universalidade e formas de expressão; - Promover reflexões sobre o papel e o protagonismo feminino na sociedade brasileira; - Denunciar os altíssimos números de feminicídios e as estatísticas alarmantes de violência contra a mulher; - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural e, - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTRAPARTIDAS _ ENSAIOS ABERTOS COM BATE PAPO E PALESTRAS COM CONVIDADOS - Promover a democratização do acesso; - Contribuir para a formação do público e, - Refletir junto com as plateias do espetáculo os temas abordados no espetáculo.

Justificativa

Se na Noruega, o feminicídio está hoje superado, no Brasil e na América Latina é um assunto de urgência e extrema relevância, frente à barbárie de assassinatos de mulheres que ocorrem diariamente em nossas cidades. Agora mesmo, neste momento, possivelmente uma mulher é vítima de violência doméstica e/ou feminicídio. São mulheres a quem os maridos, "companheiros" ou namorados querem ter a posse de senhor frente à escrava. Só no estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, no ano de 2023 foram cometidos 221 feminicídios, sendo que em 83,2% das situações a vítima havia sofrido violência doméstica anteriormente. Em 56,1% das ocorrências, a mulher tinha uma relação afetiva com o agressor e em 39,3%, tinha uma ligação familiar ou de amizade (fonte: Agência Brasil). Sendo assim, a montagem de Casa de Boneca é uma resposta a um problema objetivo que assola a sociedade brasileira, no sentido de mostrar, através de uma obra clássica, um espelho para um problema que nos persegue até hoje, e trazer, através da encenação, a possibilidade de colocá-lo em discussão. O corpo da mulher dança sua liberdade Casa de Boneca, um texto no qual as mulheres lançam o corpo, os músculos, força e desejo sobre o mundo, e assim batem as portas do que não tem mais sentido e seguem! Seguem em frente. Deixar uma casa, marido e filhos e seguir a vocação de sua liberdade, entender que a descoberta do que existia em volta se desmancha e não sustenta mais seus pés e assim, dar um passo em direção ao novo, ao mundo que ela vai construir, é tão necessário quanto respirar. É uma obra clássica que foi forjada no espírito do desejo feminino; ela se lança concreta sobre os dias de agora - a g o r a. Nora é esta mulher que se descobre de agora: onde nem o casamento, nem amor e nem a maternidade podem, às vezes, dar conta da dança que seus músculos buscam ao se lançarem no ar. Entender que a maternagem de filhos e marido pode sim sufocar e travar o coração no centro do peito, e é preciso soltar o coração no mundo, é preciso que ela Nora, que ela mulher, que elas mulheres, se joguem de todo corpo e vontade no caminho que ainda não existe, mas que faz mais sentido e encerra mais calor do que todo o aconchego, luxo e posição social de uma "casa de boneca". Transgressão e Atualidade A decisão de Nora, de deixar a família, foi e ainda é escandalosa e abala os fundamentos da imagem moral da mulher como mãe. No século XIX, uma mulher deixar seu marido era muito mais do que um ato de emancipação, uma mulher solteira não tinha apoio nenhum da sociedade. Mas o fato de Nora não apenas deixar o marido, mas também os três filhos, viola um verdadeiro tabu. E Nora vai embora para se sentir um ser humano, para ganhar um "Eu", para ser uma persona. A luta da sociedade brasileira, de incansável defesa contra a morte de mulheres está na ordem do dia. O Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da 7ª Marcha das Margaridas em Brasília em agosto de 2023, atende ao terceiro dos 13 eixos da pauta de reivindicações políticas das mulheres participantes da mobilização: "Vida livre de todas as formas de violência, sem racismo e sem sexismo". Esse poderia ser o gancho jornalístico, o motivo de uma nova montagem de Casa de Boneca, de Henrik Ibsen (1828 _ 1906). Mas a peça é tão boa que não precisa de gancho. Segundo o grande Bernard Shaw, uma inovação na dramaturgia de Ibsen foi introduzir a discussão no texto teatral a partir de Casa de Boneca, pois "antes nós tínhamos, no que se chamava peça-bem-construída, uma exposição no primeiro ato, a situação no segundo e o desfecho no terceiro. Mas em Casa de Boneca temos exposição, situação e discussão". O tema, o problema de uma obra, não se esgota jamais quando se faz obra de arte. Se assim fosse, estariam superados a tragédia do casamento de Édipo com a própria mãe, o amor entre jovens de famílias inimigas em Shakespeare, o delírio do Dom Quixote com os romances de cavalaria. Então, mesmo que o feminismo estivesse obsoleto, Casa de Boneca estaria como um "obsoleto" seminal, de hoje, do a g o r a e do futuro. E não está, nem mesmo como problema. Pelo contrário, ali está uma urgência que pede e clama justiça. Sobre sua motivação para escrever essa peça, o próprio Ibsen afirma: "Na sociedade de hoje, uma mulher não pode se afirmar como mulher, apenas como mulher." Não em uma sociedade exclusivamente masculina, com leis escritas por homens e com promotores e juízes que julgam o comportamento feminino do ponto de vista masculino. Uma peça de teatro é um espelho diante do mundo e o seu reflexo pode mostrar não o mundo como é, mas como poderia ser quando a pedra da coragem é jogada no reflexo que não te reflete mais. Esse texto clássico de Ibsen posiciona o espelho diante de um jovem casal que conquista uma vida feliz. Casa, filhos, amor e segurança financeira. A pedra da verdade/coragem lançada nesse espelho revela para a jovem esposa Nora, que a vida não é uma noite feliz arrumando a árvore de Natal. A vida é o que ela é, e pode te provocar a ver verdades que te transbordam o peito e te empurram para fora do quadro singelo do que se acredita ou se quer acreditar que é uma vida feliz. Nora é aquela que finalmente entende que manter uma árvore de Natal cheia de presentes pode custar a liberdade. Uma mulher neste mundo construído pedra a pedra para os homens, pode aprender a partir. A proposta se enquadra nos seguintes Incisos do Artigo 1º da lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos Criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Se enquadra ainda, nos seguintes Incisos e Alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: Alíneas: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: Alíneas: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS NORA CASA DE BONECA abordando a clássica história de Ibsen, que a presenta uma protagonista à frente de seu tempo, uma mulher em busca de seu EU, de sua liberdade e felicidade e que não se submete às amarras impostas pela sociedade do seu tempo. Duração aproximada de 90min PRODUTO CONTRAPARTIDA - Ensaios abertos gratuitos, seguidos por debates para público escolar e professores da rede pública de educação com acessibilidade arquitetônica e LIBRAS (02 ações, uma em SP e outra no RJ). Duração média 90min de apresentação e 30 min de debate. - Palestras com convidados uma vez a cada semana de apresentações. Contarão com acessibilidade arquitetônica e de conteúdo através de AD e LIBRAS. Duração média de 40min.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS NORA CASA DE BONECA Acessibilidade Física/Arquitetônica – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Não há item correspondente na planilha, pois pretendemos realizar o espetáculo em equipamentos públicos ou sem cobrança de locação. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras uma vez a cada semana – Item correspondente – Intérprete de Libras. Acessibilidade de Conteúdo – Áudio descrição uma vez a cada semana – Item correspondente – Áudio descrição. PRODUTO CONTRAPARTIDA a) Ensaios abertos seguidos por debates para público escolar e professores da rede pública de educação (02 ações, uma nem SP e outra no RJ). Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Item correspondente – Locação de Teatro. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras. b) Palestras com convidados uma vez a cada semana de apresentações. Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Item correspondente – Locação de Teatro contemplado na execução do produto principal. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras. Acessibilidade de Conteúdo – Audiodescrição – Itens correspondentes – Audiodescrição, roteiro, narradores e técnica de som.

Democratização do acesso

O projeto adotará, em atendimento ao Art. 56 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 20 DE MARÇO DE 2017, as seguintes medidas de democratização: - Respeitará as cotas de distribuição gratuita, sendo ela: de até 10% para público do patrocinador (funcionários e parceiros a critério do patrocinador); mínimo de 20% para os beneficiários| público social através de projeto de formação de plateia (estudantes, professores, população de baixa renda, beneficiários de ONG´s ou projetos sociais, entre outros) e até 10% para divulgação (ingressos distribuídos em sorteios, promoções, imprensa, jurados de prêmios de teatro, críticos, entre outros convidados da produção, do elenco e da equipe), de acordo com o Inciso II – doar, além do previsto na alínea “a” do inciso I do artigo 53, no mínimo 20% (vinte porcento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e arte das universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; A cota de divulgação será utilizada para promoções com jornais, sites, rádios e / tv´s que possam divulgar o espetáculo através dos seus meios de comunicação. Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de: I - Doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Formação de Plateia: 20% do total dos ingressos da temporada para formação de plateia.

Ficha técnica

Dramaturgia: Henrik Ibsen Tradução: Isabella Lemos Direção: Fernando Philbert Elenco: Isabella Lemos, Antoniela Canto, Iuri Saraiva, Joelson Medeiros e Norival Rizzo Concepção de movimento/coreografia: Mariana Muniz Trilha: Marcelo Pellegrini Cenário: André Cortez Figurino: Marichilene Artsevskis Designer de Luz: Vilmar Olos Produção Executiva: André Roman/Teatro de Jardim Direção de Produção: Selene Marinho Designer/identidade visual: Samya Peruchi Assessoria de Comunicação: Adriana Balsanelli Realização: SM Arte e Cultura & Teatro de Jardim CURRÍCULOS PRINCIPAIS ENVOLVIDOS Fernando Philbert – Direção Artística. Philbert é natural de Porto Alegre, inicia carreira profissional no Rio de Janeiro no fim dos anos noventa. Em 2002 como assisitente de direção cria uma parceria com Aderbal Freire Filho, também foi diretor assistente e codiretor de Domingos Oliveira, Gilberto Gawronki, Lázaro Ramos, Márcio Meirelles. Como Diretor fez espetáculos com Marcos Caruso o qual ganhou todos os prêmios de melhor ator em 2016. Dirigiu ainda, Louise Cardoso, Pedro Paulo Rangel, Kiko Mascarenhas, Thelmo Fernandes, Rodrigo França, Otávilo Miller, Letícia Isnard, Ernani Moraes, Drica Moraes, Gustavo Gasparani, Lucas Drumond, Debora Evelyn, Suely Franco, Nathália Dil, Fernanda Nobre, Daniely Vinitis, Vanessa Gerbeli, Juliana Knust, Aline Borges, Leonardo Brício, Kadu Garcia entre outros em mais de trinta espetáculos. Isabella Lemos – Atriz, Tradutora e Idealizadora. Formada pela Escola Superior de Artes Célia Helena se aprimorou na Mountview Academy of Theatre Arts em Londres e na American Academy of Dramatic Arts em Nova York. Com o Grupo Tapa fez “Mão na Luva”, de Oduvaldo Viana Filho, ‘Contos de Sedução’, de Gui de Maupassant com direção de Eduardo Tolentino, ‘Alguns Blues do Tennessee’, de Tennessee Williams com direção de Eduardo Tolentino e Brian Penido Ross, ‘Amargo Siciliano’, de Pirandello com direção de Eduardo Tolentino e Sandra Corvelone, ‘Órfãos’, de Dennis Kelly e ‘A Reação’, de Lucy Prebble, ambas com direção de Clara Carvalho e ‘Anatol’, de Arthur Schnitzler com direção de Eduardo Tolentino Araújo. Atuou em ‘Amor Sob Suspeita’, de Steven Ditz direção de Alexandre Tenório, ‘De Corpo Presente’, texto de Mara Carvalho, ‘A Mais do Forte I & II’, de August Strindberg e Dorrit Willumsens no CPH International Theatre Festival em Copenhage, e com Gerald Thomas atuou em ‘Dilúvio’, com a Cia de Ópera Seca, ‘Push Up’, de Roland Schmmelpefenig, direção de César Baptista, ‘Uma Lei Chamada Mulher’, de Consuelo de Castro, direção de Lenise Pinheiro e ‘Viva Cacilda! Felicidade Guerreira’ de Zé Celso Martinez Correia, direção de Lenise Pinheiro. Em 2019 fez o longa-metragem ‘Amor, Confuso Amor’ de André Luis e no cinema atuou nos filmes ‘Thirst for Fury’ direção do holandês Wiebe Van Den Ende, ‘The Myth of Drowning’ dirigido pelo americano Steven Richter, ‘SP Zero 15’ com direção de Júlio Wong e também os premiados ‘Inspiração’ que ganhou festival idealizado por Antonio Banderas como melhor filme e ‘Para Sempre Assim’ dirigido por João Lemos e Roger Carlomagno premiado como melhor filme escolhido pelo público no Festival Internacional de Cinema de São Paulo. Em 2023 protagonizou ao lado de Iuri Saraiva, o espetáculo ‘Escombros’ de Kennis Kelly com direção de Clara Carvalho no SESC Pompeia, sendo destaque da crítica especializada. Iuri Saraiva – Ator. Começou a trabalhar como ator em 1998, em Brasília. Na cena candanga trabalhou com Hugo Rodas, Luciana Martuchelli, Tulio Guimaráes; no cinema, foi ganhador do prêmio de melhor ator no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro no ano de 2009 com o curta "A Noite por Testemuha", de Bruno Torres. Passou o período de 2011 a 2015 vivendo no Rio de Janeiro conde trabalhou com Delson Antunes, Amir Haddad e Ignácio Coqueiro. Mudou-se para São Paulo em março de 2015. Ativo na cena paulista desde 2018, teve seu trabalho reconhecido com alguns papeis, entre eles o esquizofrénico John Givings, na peça Jardim de Inverno dirigida por Marco Antônio Pâmio, que lhe rendeu os prêmios APCA e Bibi Ferreira de melhor ator e melhor ator coadjuvante. Em 2023 protagonizou ao lado de Isabella Lemos o espetáculo “Escombros” de Kennis Kelly com direção de Clara Carvalho no SESC Pompeia, sendo destaque da crítica especializada. Antoniela Canto – Atriz. A atriz Antoniela Canto já esteve em produções de sucesso tanto no teatro, quanto no cinema e TV. No teatro já trabalhou com grandes diretores e diretoras como Eduardo Tolentino (Grupo Tapa), Marco Antonio Braz, Mário Bortolotto, Mauro Baptista Vedia, Vanessa Bruno, Carla Candiotto, entre outros. Também é uma das fundadoras da Cia La Plongée. Com a Cia La Plongée criou o “Terça em Cena”, projeto mensal, onde são apresentados 3 textos curtos de dramaturgos contemporâneos. O “Terça” já teve mais de 70 edições e mais de 170 textos apresentados. Na TV, podemos podemos ver a atriz em séries como “Marcelo, Marmelo, Martelo, em cartaz na Paramount Plus, em “Mulher de Fases” (HBO), “O Negócio” (HBO), “PSI” (HBO) e “Doce de Mãe”(Globo). No cinema, seus últimos trabalhos foram reconhecidos mundialmente: O curta metragem “Mariane com E”, premiado no Brasil e na França, “Hospital da Memória”, está presente em 24 festivais com 11 prêmios ao total. “Próxima” e “Em Quadro”, também foram premiados em festivais do mundo todo. O longa “A Pedra da Serpente” já foi dublado em mais de 5 países e agora está disponível na Amazon Prime. Antoniela é uma das fundadoras do Projeto “Conversa ao Lado”, webserie que retrata cenas baseadas em diálogos reais, escutados em todo tipo de lugar. Joelson Medeiros – Ator. Em 1989 estreou a peça Werther, de Goethe, monólogo, que deu ao ator, o Prêmio Governador do Estado, como "Melhor Ator "do ano de 1991. Em 1997 atua no espetáculo, "O Livro de Jó" no Rio de Janeiro, e nos Festivais na Dinamarca e Moscou. Em 1999, Apocalipse 1,11, esteve em cartaz em São Paulo, e participou de Festivais em Lisboa, Venezuela, , Alemanha e Polônia. Em 2006 faz a novela Páginas da Vida, da Rede Globo. Em 2008 faz a minissérie Queridos Amigos, de Maria Adelaide Amaral, na Rede Globo e em 2009 compõe o elenco da novela Caras e Bocas. Em Junho é convidado para fazer parte do elenco de Malhação, na Rede Globo, temporada 2010/2011. Em 2012 fez a peça O Bom Canário, de Zach Helm, e o ator Joelson Medeiros é indicado ao Prêmio Questão de Crítica (RJ) como melhor ator. Em 2013 fez a novela “José do Egito”na Rede Record. Em 2015 é indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator pela peça Madame Bovary. 2016 esteve no elenco da novela “Terra Prometida”, em 2017 esteve no ar com a série "A Fórmula" na Rede Globo e com novela das 18 horas Tempo de Amar também na Rede Globo. Seus mais recentes trabalho no teatro foram os espetáculos “O Lado B” que teve sua estréia em Janeiro de 2019, e “Na mesa com Clarisse”em Março de 2020. Em 2021 fez a novela “Gênesis”, também na Rede Record, no mesmo ano realizou o projeto on line de teatro com a peça “Cuidado com a Velhinhas Carentes e Solitárias”, com esse trabalho ganhou o Prêmio APTR 2021 como ator coadjuvante. Em 2022 faz parte do elenco da série FIM, (Globo Filmes e Conspiração) e estréia o monólogo “Sorriso de Mãe”, com temporada no Rio de Janeiro e São Paulo, ainda em 2022 no segundo semestre estreou a peça “Mary Stuart”, no teatro do Sesi/SP com temporada de 4 meses. Norival Rizzo – Ator. Formado pela EAD/USP- Escola de Artes Dramáticas/ Universidade de São Paulo-1978. Trabalhos em Teatro: Foi Bom Meu Bem?, Cala Boca Já Morreu, Besame Mucho, Muito Barulho Por Nada, Nossa Cidade, Oração para Um Pé de Chinelo, Sua Excelência um Candidato, Homem das Cavernas, Histeria, A noite de 16 de janeiro, A cabra ou quem é Silvia, Adultérios, 12 Homens e uma Sentença, Ator Mente, Diabinho e outras peças curtas, O Deus de Spinoza, Bata Antes de Entrar e, O Homem e Sua Próstata. Trabalhos em TV: X-Tudo, Revistinha e Ra-tim-bum. Novelas: Sangue Bom, Alto Astral, Fina Estampa, Haja Coração, Apocalipse, Cúmplices de um resgate e, Gênesis. Séries: 9 MM São Paulo, 171 Negócios em Família, 3%, Sessão de Terapia e, Rota 66. Cinema: Magal e os Formigas, Real, o Plano Por Trás da História, Meu Querido Embaixador, Fogo e Paixão, TPM, Eureka e, Rodeio/Rock. Marcelo Pellegrini – Direção e Composição Musical. Compositor, arranjador e produtor musical. Desde 1993 compõe e produz trilhas para TV, dança, teatro e cinema. Entre mais de 110 trilhas originais para teatro nesse período, destacam-se as longas parcerias com os seguintes diretores e grupos: José Celso Martinez Corrêa/Teatro Oficina Uzyna Uzona (Os Sertões, Cacilda!, Bacantes, Ella, Pra dar um fim no juízo de Deus), Cia. La Mínima (A Divina Farsa, Circo Charanga, Ordinários, Pagliacci, Mistero Buffo, O Médico e os Monstros, A Noite dos Palhaços Mudos, Piratas do Tietê, Rádio Varieté, Reprise), Leonardo Moreira (O Jardim, O Silêncio depois da Chuva, Menor que o Mundo, 2 Ficções, Wiosna), Nelson Baskerville (Carmen, Os 3 Mundos, Fóssil, Anjo de Pedra, Amadeo). No teatro teve a oportunidade de trabalhar ainda com outros diretores e companhias importantes como José Roberto Jardim, Sandra Corveloni, Luiz Fernando Vasconcellos, Renata Melo, Rafael Primot, Bete Coelho, Marcelo Romagnolli, Marcelo Tas, Beth Lopes, Fernando Neves, Eduardo Tolentino, Carla Candiotto, Regina Galdino, Fernando Bonassi, Mika Lins, Alvaro Assad, Neyde Veneziano, Marco Antônio Braz, Tylmann Kohler (Alemanha), Eunice Munhoz (Portugal), Cia. Le Plat du Jour, Cia. Nau de ícaros, entre outros. Na área do áudio-visual, recentemente foi o responsável pela música dos longas “Todo clichê do amor” (Rafael Primot) e “Telas” (Leandro Goddinho), dos documentários “Ruivaldo – o homem que salvou a terra” (Jorge Bodanzky) e “São Paulo, cidade segregada” (João Farkas), e da web serie “Fases da vida” (Fausto Nocetti). Na área da música popular dirigiu e produziu cantoras de diferentes estilos, como Denise Assunção, Patrícia Coelho, Selma Boragian, Né Ladeiras (Portugal) e Juliane Elting (Alemanha). Recebeu três vezes o Prêmio Shell de Teatro – melhor música: em 1999 por “À Margem da Vida”, em 2003 por “Os Sertões – A Terra", e em 2017 por “Pagliacci”, num total de nove indicações que recebeu ao prêmio. Em 2013 teve uma retrospectiva do seu trabalho em teatro selecionado para a Mostra Oficial da quadrienal World Stage Design, em Cardiff, no País de Gales. Nesta, que é a mais importante mostra mundial de artistas e criadores em artes cênicas, foi um dos três indicados ao Sound Design Golden Award. Em 2016 esteve em Varsóvia, Polônia, compondo e produzindo a trilha de uma produção inédita do TeatrStudio, “WIOSNA”, com direção de Leonardo Moreira. André Cortez – Cenografia. Formado em arquitetura pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nesse período também frequentou ateliês e cursos de Artes Plásticas. Após ter participado de um curso de cenografia do FIT (Festival Internacional de Teatro, Palco e Rua) e de realizar seus primeiros trabalhos em Belo Horizonte, se mudou para São Paulo na intenção de seguir na sua formação no curso de cenografia do CPT (Centro de Pesquisa Teatral). A partir de então, já assinou diversos projetos de cenografia, incluindo teatro, exposições, desfiles e eventos. Coordena o curso de cenografia da Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC), desde 2018. Atualmente trabalha com grandes diretores brasileiros, tendo recebido importantes prêmios nacionais pela categoria “Melhor Cenário”. Marichilene Artsevskis – Figurinos. Formada pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e Modelagem no Senac, nasceu em 17.11.1961, Brasileira. Trabalhou na TV Cultura de 1979 até 1990, no cinema realizou alguns filmes e ganhou prêmio de melhor figurino pela longa “De Passagem” (2002), direção de Ricardo Elias. Em teatro realizou vários espetáculos, entre eles: “Croma Key” (2022) dir. Eliana Monteiro; “Anjo de Pedra” dir. Nelson Baskerville; “O Pai” (2022) dir. Regina Galdino; “FoxFinder” (2022) dir. Wallyson Mota; “O Dilema do Médico” (2023) dir. Clara Carvalho; “O Coro dos Amantes” (2023) dir. Raquel Anastasia; “Amadeo” (2023) dir. Nelson Baskervile; “O Passarinho que não sabia voar” (2023) dir. Thaís Medeiros; “Pagu, até onde chega a sonda” (2023) dir. Elias Andreatto; “Escombros” (2023) dir. Clara Carvalho; e “Mary Stuart” (2022) dir. Nelson Baskervile concorrendo ao Prêmio Shell de melhor figurino, e “Av. Dropsie” (2005) direção de Felipe Hirsch concorrendo junto com Veronica Julian ao prêmio Shell de melhor figurino. Vilmar Olos – Designer de Luz. Natural de Jaraguá do Sul - SC, atua na área de Iluminação cênica há 25 anos. Iniciou seus trabalhos no Centro Cultural SCAR (Jaraguá do Sul - SC), onde foi responsável técnico no período de 1999 / 2003. Lighting Designer, 3D Designer e professor nos cursos 3D Capture Visualisation. Criou mais de 150 projetos de iluminação nas mais diversas áreas. Em 2012, criou a Arte&Luz Lighting Studio na cidade do Rio de Janeiro com o objetivo de oferecer e aperfeiçoar serviços na área de iluminação cênica. Em 2020, juntamente com Luiz Paulo Nenen e Oz Perrenoud, fundou o Capture Brasil Study Group, onde formaram mais de 200 alunos nas 11 edições do Curso Completo do Capture. Indicações: Indicado ao prêmio CBTIJ 2015 , na categoria melhor iluminação com o espetáculo QUERO SER ZIRALDO; Indicado ao Prêmio de melhor Iluminação no Festival Nacional de Duque de Caxias - RJ 2016, com o espetáculo MARIANA E A BENZEDEIRA DA ILHA; "THEATRE PROJECT" - Projeto referência para o CAPTURE VISUALISATION - 2021 (Suécia) - Project: Vilmar Olos, Vangelis Manolis, Osvaldo Perrenoud; Indicado ao Prêmio APTR 2022, na categoria melhor Iluminação, pelo espetáculo: "CUIDADO COM AS VELINHAS CARENTES E SOLITÁRIAS!; Indicado 22° Prêmio Anual Prêmio CENYM de Teatro Nacional (2023), na categoria "Melhor Iluminação ou Uso da Luz", com o espetáculo "ORFÃOS”; Indicado 22° Prêmio Anual Prêmio CENYM de Teatro Nacional (2023), na categoria "Melhor Qualidade Técnica de Produção", com o espetáculo: " ORFÃOS"; Destaque do É Sobre Musicais , com o espetáculo "GRANDES ENCONTROS DA MPB", (2020) na categoria Melhor Desenho de Luz - Projeto de Luz em Parceria com o Iluminador Cesar Pivetti. Atualmente realiza trabalhos como Iluminador, Design de projetos de Iluminação em 3D, Professor nos cursos 3D do Capture Brasil Study Group e Arte&Luz LIghting Studio. André Roman/ Teatro de Jardim – Produção Executiva. Contemplado no Edital Ondas da Cultura da FUNARJ RJ 2020 na linha Artes Cênicas produziu o espetáculo “BOY" em formato digital e produziu sua estreia em formato presencial na Casa Fluida em São Paulo através do Edital PROAC LGBT 2021 com estreia em 2022. Fundador do Teatro de Jardim, realizou a administração da temporada de estreia de Gabri{ELAS} no SESC Avenida Paulista em janeiro de 2024. Produção executiva de "O Dilema do Médico" de Bernard Shaw na temporada MASP e temporada de estreia de "Escombros" de Dennis Kelly no SESC Pompeia, ambos com direção de Clara Carvalho em 2023. Ainda em 2023 assinou a produção executiva do V Ciclo de Leituras da Cia Ludens – Teatro Irlandês, deficiência e protagonismo na Escola Superior de Artes Célia Helena e a direção de produção do espetáculo Luvas e anéis, também da Cia Ludens com temporada no SESC Santana. Em 2022 assinou a direção de produção do espetáculo "A Tropa" de Gustavo Pinheiro com direção de Cesar Augusto e atuação de Otávio Augusto e grande elenco. Foi proponente e diretor de produção de "Olhos da Pele", de Regina Miranda em circularidades com a obra de Hélio Oiticica, contemplado no Edital FUNARJ Dança 2022, vencedor do Prêmio APTR nas categorias melhor Direção de Movimento para Regina Miranda e Jovem Talento para Lucas Popeta. Selene Marinho/ SM Arte e Cultura – Direção de Produção. Atua na elaboração, gestão e produção de projetos culturais há mais de 30 anos. Esteve na Direção e Coordenação de Produção de inúmeros trabalhos, dentre eles 'Hora Amarela' de Adam Rapp com direção de Monique Gardenberg, 'A Paixão segundo Adelia Prado' de Adélia Prado, ‘Uísque com Água’ de Charles Bukowsky, ‘Estranhos.com’ de Laura Eason, 'A Catástrofe do Sucesso' de Tennessee Williams e 'A Profissão da Sra. Warren' com direção de Marco Antônio Pâmio, e ‘O Dilema do Médico’ de Bernard Shaw, ‘Condomínio Visniec’ de Matéi Visniec e ‘Escombros’ de Dennis Kelly com direção de Clara Carvalho, 'Meu Quintal é Maior do que o Mundo' de Manoel de Barros com Cassia Kis e direção de Ulysses Cruz, 'Terremotos’ de Mike Bartlett direção de Marco Antônio Pâmio, ‘Diabinho e outras Peças Curtas’ de Caryl Churchill e ‘Play Beckett’ de Samuel Beckett com direção de Mika Lins, 'A Milionária' e ‘Macbeth em Cordel’ com direção de Thiago Ledier.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.