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O projeto visa à publicação de um livro e à realização de uma exposição documental e de artes visuais sobre a formação, a atuação e a trajetória de Angelo Guido, o mais importante crítico e historiador da arte atuante no Rio Grande do Sul na primeira metade do século XX. Foi em 1925 que Guido esteve em Porto Alegre pela primeira vez, transferindo-se para a capital sulina pouco tempo depois. O projeto toma esse centenário como efeméride.
Produtos LIVRO, EXPOSIÇÃO, FOLDER e SEMINÁRIO – Sinopse Os produtos desse projeto apresentarão a formação, a produção artística, crítica e historiográfica e a trajetória do crítico e historiador da arte Angelo Guido no contexto de sua atuação no Rio Grande do Sul, a partir de 1925 até seu falecimento, ocorrido em 1969. Guido esteve pela primeira vez no Estado em 1925, para realizar uma conferência sobre “arte moderna”. Já naquele momento, estabeleceu diversos contatos, transferindo-se para a capital sulina em 1928, onde passa a atuar como crítico de arte. Em 2025, portanto, temos o centenário de Angelo Guido em Porto Alegre. Embora existam diversos artigos acadêmicos e mesmo um livro sobre a natureza da crítica de arte de Angelo Guido, nada se compara à riqueza documental que pauta o presente projeto. São milhares de documentos pessoais do artista, que foram doados ao Arquivo Histórico do Instituto de Artes da UFRGS e que pautam e estruturam o projeto, tornando-o não apenas inédito, mas de imensa importância para os estudos sobre arte e cultura no RS e no Brasil ao longo da primeira metade do século XX. Estruturalmente, o livro se organiza em cinco partes, ainda sem títulos definidos, mas que contemplam os seguintes aspectos: [1] A formação de Angelo Guido, suas ligações com a teosofia e suas bases teóricas e filosóficas; [2] Angelo Guido, crítico de arte; [3] O pintor e a percepção da paisagem; [4] As cadernetas do professor; [5] Crítico e historiador da arte, curador, mestre: um dos mais importantes agentes do campo artístico sulino. O livro será impresso em cores e trará a reprodução de muitos documentos e obras do artista, a maioria dos quais preservados no AHIA/UFRGS e, portanto, inéditos. Assim como o livro, a exposição apresentará a trajetória de Angelo Guido por meio de obras e de farta documentação. Mais do que uma exposição de artes, projeta-se uma exposição histórica e com farta documentação. Um folder, a ser distribuído no formato impresso aos visitantes da mostra, trará um texto de apresentação do projeto, uma breve biografia de Angelo Guido, bem como a reprodução de obras ou capas de livros e documentos relacionados ao protagonista. Em formato digital, o folder ficará disponível a quaisquer públicos, por meio da plataforma ISSUU. O seminário, uma contra partida desse projeto, por sua vez, envolverá a participação de seis pesquisadores que se dedicam à história da arte e da cultura de Porto Alegre nos anos 1920. Serão organizadas três mesas redondas abrangendo os seguintes temas: [1] Angelo Guido: vida, obra, trajetória; [2] Angelo Guido e seu impacto no campo artístico sulino; [3] Projeto Angelo Guido, apresentando as várias etapas do projeto, do contato com os documentos, passando pela digitalização, pela pesquisa nessas fontes, pela escrita e pela organização da exposição.
OBJETIVOS O objetivo deste projeto é publicar um livro e realizar uma exposição acerca da formação, da produção artística, crítica e historiográfica, bem como da trajetória de Angelo Guido (Cremona, Itália, 1893 _ Pelotas, Brasil, 1969), o mais importante crítico e historiador da arte atuante no Rio Grande do Sul na primeira metade do século XX. Livro e exposição, de viés artístico, histórico e documental, partem de vasta e inédita documentação, o espólio do artista, preservado junto ao Arquivo Histórico do Instituto de Artes da UFRGS (AHIA/UFRGS). OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto LIVRO: editar e publicar um livro, resultado de ampla pesquisa, sobre a formação, a produção artística, crítica e historiográfica e a trajetória de Angelo Guido, tomando como escopo os materiais inéditos sobre o artista, oriundos de seu espólio e depositados no AHIA/UFRGS. Tiragem: 1.000 exemplares. 2) Produto EXPOSIÇÃO: realizar uma exposição artística, histórica e documental no Museu da UFRGS, junto ao Campus Central da UFRGS, entre outubro de 2025 e janeiro de 2026. Na ocasião, serão apresentadas cerca de 40 obras em desenho e pintura do artista, provenientes de museus de arte do Estado, além de livros publicados, fotografias e farta documentação, bem como recursos visuais diversos, para ambientar e discutir a atuação de Angelo Guido no campo artístico sulino. Exposição de acesso gratuito. Como acessibilidade, haverá recursos de audiodescrição. 3) Produto FOLDER: produzir um folder de distribuição gratuita com informações e imagens da exposição, em formatos digital e impresso, para ser distribuído aos visitantes. Em seu formato impresso, a tiragem será de 3.000 exemplares. A versão digital terá audiodescrição. 4) Produto SEMINÁRIO: organizar um seminário de acesso gratuito com a participação de seis pesquisadores dedicados aos estudos sobre arte e cultura no Rio Grande do Sul ao longo do século XX e, especialmente, sobre a atuação de Angelo Guido. 5) CONTRAPARTIDA SOCIAL: [1] Realizar um seminário gratuito, com seis pesquisadores, sobre arte e cultura no Rio Grande do Sul ao longo da primeira metade do século XX, tomando como eixo a atuação de Angelo Guido; [2] Entrada gratuita na exposição, com visita mediada; [3] Distribuição gratuita de 20% dos exemplares do livro a museus, bibliotecas, universidades e centros culturais; [4] Acesso livre e gratuito ao material digital (folder); [5] Acesso livre e gratuito aos documentos digitalizados.
O ano de 2025 marca o centenário da chegada de Angelo Guido a Porto Alegre. Mais importante crítico e historiador da arte da primeira metade do século XX atuando no Rio Grande do Sul, Guido foi artista, crítico, historiador, professor e agente fulcral para o campo artístico sulino. Nascido em Cremona, Itália, Angelo Guido Gnocchi (1893_1969) iniciou seus estudos sob a tutela do tio, Aurelio Gnocchi; na juventude, passa a frequentar o Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. Em 1912, decora o Salão Nobre do Instituto Histórico e Geográfico, em Salvador. Dois anos depois, passa a residir em Santos, litoral de São Paulo, onde assume a crítica de arte do jornal A Tribuna. Desde o início, portanto, desenvolve trajetória de crítico de arte paralelamente à carreira de pintor. Em outubro de 1925, Guido vem a Porto Alegre, onde apresenta a conferência Arte Moderna, nas "Horas de Arte" do Clube Jocotó. Sua fala, refratária aos movimentos de vanguarda, ocorre dias após a conferência-manifesto Revelação do Brasil pela poesia moderna, apresentada nas mesmas "Horas de Arte" pelo poeta Guilherme de Almeida (1890_1969), ele próprio um agente ligado à Semana de 1922. Três anos depois, Guido se transfere para a capital sulina, passando a atuar como crítico de arte do jornal Diário de Notícias e, a partir de 1929, da Revista do Globo. Até então, a crítica de arte local era realizada de modo irregular por escritores e intelectuais; Guido assume essa atividade de modo constante, firmando-se como a principal voz do campo teórico. Em 1935, participa e organiza a "Exposição de Belas Artes" junto à grande Exposição do Centenário Farroupilha. No ano seguinte, torna-se membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul e passa a lecionar junto ao Instituto de Belas do Rio Grande do Sul (IBA), assumindo a cátedra de História da Arte do IBA. Em reconhecimento ao seu trabalho, recebe o título de Professor Emérito, quando de sua aposentadoria, em 1964. Guido é autor de, pelo menos, duas dezenas de livros, além de centenas de artigos e conferências, publicados ao longo de sua vasta trajetória. Em abril de 2023, familiares de Angelo Guido realizaram a importantíssima doação de milhares de documentos de Guido ao Arquivo Histórico do Instituto de Artes (AHIA/UFRGS). São cartas, anotações, fotografias, cartões postais, originais de conferências, documentos pessoais, materiais para uso em sala de aula, recortes de jornal reproduzindo textos de e sobre Angelo Guido, além de livros e catálogos, constituindo um material inédito e de enorme importância. Este material está sendo processado e integrado ao AHIA/UFRGS e vem sendo trabalhado pelos pesquisadores Paula Ramos e Paulo Gomes, que se dedicam, há anos, aos estudos sobre arte no Rio Grande do Sul, além da bolsista Anna Carolina Florentino. Este projeto tem por objetivo, portanto, a realização de uma exposição comemorativa à produção teórica e artística de Angelo Guido, partindo do seu Acervo Documental preservado junto ao AHIA e das obras do artista integrantes da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do Instituto de Artes, além das obras presentes em acervos como o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e a Pinacoteca Aldo Locatelli da Prefeitura Municipal. Por meio da apresentação de algumas obras, mas, sobretudo, por meio de farta documentação, a mostra vai apresentar e discutir a formação, a produção e o legado de Angelo Guido para a arte e a cultura do Rio Grande do Sul. A curadoria será assinada pelos historiadores da arte Paula Ramos e Paulo Gomes, também autores, junto com Anna Carolina Florentino, do livro que será lançado concomitantemente à exposição. Trata-se de uma exposição artística, mas, principalmente, histórica e documental, resultado de acurada pesquisa. Com a iniciativa, objetiva-se recuperar criticamente a memória desse importante agente cultural. Espera-se, igualmente, apresentar ao público um fragmento do panorama cultural e artístico de Porto Alegre na primeira metade do século XX, por meio das exposições e publicações organizadas ou realizadas por Angelo Guido. Como projeto cultural, o mesmo se justifica pelo ineditismo do material que lhe dá ossatura. Embora existam muitos artigos e mesmo um livro dedicado à crítica de arte de Angelo Guido, a riqueza do material preservado _ e que justifica, em grande medida _ é imensurável, revelando a formação humanista e intelectual de Guido, as redes que ele estabeleceu com diversos artistas e agentes do campo artístico brasileiro, os lugares por onde andou e trabalhou, as múltiplas exposições realizadas _ de Belém (PA) a Pelotas (RS) _, os prêmios e distinções, sua forma de organizar as aulas, entre tantos outros. Como projeto submetido à Lei de Incentivo, o mesmo se justifica devido às especificidades dos produtos em si e ao foco dos mesmos. Ou seja: trata-se de um trabalho de recuperação da história e da memória fundamental e necessário, mas que dificilmente teria acolhida de editoras comerciais, por se tratar de um tema, em um primeiro momento, de interesse restrito. Por outro lado, "livro" e "exposição" são produtos importantes e complementares: o primeiro amplia os debates e fomenta pesquisas e reflexões; o segundo aciona, pela articulação entre obras, documentos e informações apresentadas, o interesse e o conhecimento por parte do público visitante. Ambos contribuem para revisitar a história e lançar novas abordagens sobre não somente Angelo Guido, mas sobre campo cultural e artístico no Rio Grande do Sul ao longo da primeira metade do século XX, período que precisa ser muito mais e melhor estudado e discutido. Uma das melhores formas de fazê-lo é por meio desse tipo de produção. Quanto ao Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V _ Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Quanto ao Art, 3º, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: II _ Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) Edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) Cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; III _ Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
LIVRO Miolo com 300 páginas, impressão 4 X 4 cores, em papel Pólem 90 gramas, com capa flexivel em cartão Triplex 300 gramas, impressa 4 X 0 cor, com orelhas e laminação fosca. Tiragem de 1000 exemplares Formato do livro: 16 x 23 cm EXPOSIÇÃO Local: : Museu da UFRGS, junto ao Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Obras expostas: cerca de 40 obras, entre desenhos e pinturas, pertencentes a coleções públicas e particulares; painéis com reproduções fotográficas e textos; materiais originais, como jornais, revistas, cadernetas, diários, fotografias e outras fontes. Público esperado: 3.000 pessoas
1) Produto EXPOSIÇÃO: o Museu da UFRGS está plenamente adaptado, arquitetonicamente, às medidas de acessibilidade, como rampas, banheiros adaptados e pisos táteis. Além disso, a exposição vai contar com recursos de audiodescrição. 2) Produto FOLDER: este produto conta com medidas de acessibilidade para PcD Visuais, com a publicação do catálogo online com audiodescrição. 3) Produto SEMINÁRIO: este produto conta com medidas de acessibilidade para PcD Auditivas, com recursos de mediação em LIBRAS.
Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: “I – Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita, com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)” – A entrada na exposição será gratuita e aberta a todos os públicos; – 20% dos exemplares do livro serão doados para bibliotecas de universidades, museus, centros culturais e instituições. “IV – Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal” – O folder com síntese do projeto, informações e registros fotográficos será publicado online, de forma que pessoas que não possam visitar a exposição tenham acesso às informações de forma remota e gratuita. – Prevê-se um projeto de divulgação online que alcance os mais variados públicos, inclusive aqueles que não tenham acesso ao livro ou à exposição. “V – Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos” – Será garantida a captação e veiculação de imagens das atividades em redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. “VI – Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; caso escolha esse inciso, especifique qual será a ação paralela.” – Haverá mediação para escolas e para o público em geral, realizada pela equipe de mediadores da Pinacoteca Aldo Locatelli, a ser formada e informada pelas curadoras da mostra. – Será realizado um seminário gratuito, com a participação de seis pesquisadores especialistas em arte e cultura em Porto Alegre, ao longo da primeira metade do século XX. Esse seminário será voltado a estudantes, pesquisadores, arte-educadores e público interessado em geral.
Gilberto Menegaz FUNÇÃO: - Produtor Executivo; - Produção Gráfica; CURRÍCULO: Gilberto Menegaz é produtor cultural, bacharel (2012) e licenciado (2016) em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Está à frente da Imagens da Terra Editora (CNPJ 00.537.331/0001-65), empresa que já realizou diversos projetos editoriais e expositivos, com patrocínio direto ou via leis de incentivo. No campo da cultura e das artes visuais, são destaque: Lenir de Miranda – pintura périplo (2019), publicação de livro; Cerâmica, um caminho de vida – Marianita Linck (2017), publicação de livro; Zoravia Bettiol: o lírico e o onírico (2016), exposição e catálogo via Lei Rouanet; A modernidade impressa – Artistas ilustradores da Livraria do Globo – Porto Alegre (2016), exposição e livro via edital Petrobrás Cultural; Artistas ilustradores (2012), exposição financiada via FAC Edital 02/2012; Memórias da Litografia – Pedras raras da Editora Globo (2012), publicação de livro. Paula Ramos FUNÇÃO: – Coordenação editorial (livro);– Pesquisa, texto e curadoria (exposição); CURRÍCULO:Paula Ramos é crítica, historiadora da arte e curadora. Bacharel em Jornalismo (1996) pela UFRGS (UFRGS), com Mestrado (2002) e Doutorado (2007) em Artes Visuais, ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte, pela mesma IFES, ambos subsidiados com bolsa CNPq. Em 2005, realizou Estágio Doutoral junto à Kassel Universität, na Alemanha, com bolsa CNPq/DAAD. No mesmo país, realizou seu Estágio Sênior (2018–2019; 2020–2021) na Hochschule Hannover, com bolsa da Fundação Alexander von Humboldt. É Professora Associada do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS. Atua nos cursos de História da Arte e Artes Visuais, bem como no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV/UFRGS). Assina diversas curadorias em arte moderna e contemporânea,.É autora e organizadora de diversos livros. Em 2016, publicou A modernidade impressa – Artistas ilustradores da Livraria do Globo – Porto Alegre (2016), reunindo as pesquisas desenvolvidas no Mestrado e Doutorado. O livro foi lançado com exposição homônima, realizada no MARGS, recebendo diversos premios, entre os quais. o Prêmio Jabuti 2017 Paulo César Ribeiro Gomes FUNÇÃO:– Pesquisa, texto e curadoria (livro e exposição); CURRÍCULO: Paulo Gomes é artista visual, crítico e historiador da arte, curador. Bacharel em Artes Visuais – Desenho (1995), pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com Mestrado (1998) e Doutorado (2003) em Artes Visuais – ênfase em Poéticas Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da mesma Universidade. Em 2002, realizou Estágio Doutoral na École des Hautes Etudes en Sciences Sociales de Paris e, entre 2015–2016, Estágio Sênior no CIEBA, Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em Portugal. É Professor Permanente Convidado do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS. Assina diversos projetos editoriais e curatoriais, muitos dos quais agraciados com prêmios. Dentre suas publicações, destacam-se organizações e textos para: Margs 50 anos (2005), Artes plásticas no Rio Grande do Sul: uma panorâmica (2007), Pedro Weingärtner: Obra gráfica (2008), 100 anos de artes plásticas no Instituto de Artes da UFRGS (2012), Pinacoteca Barão de Santo Ângelo: catálogo geral (1910–2014) (2015), e Zoravia Bettiol: o lírico e o onírico (2016), com Paula Ramos. Na pesquisa, dedica-se à história da arte no Rio Grande do Sul e no Brasil, enfatizando o século XIX e o Entresséculos. É membro das seguintes instituições: Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) e da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP). Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2319109801277853 Anderson Astor FUNÇÃO: – Reproduções fotográficas de documentos e fotográficas de obras;– Tratamento de imagem. CURRÍCULO: Anderson Astor é fotógrafo, artista visual e produtor audiovisual. Trabalhou como técnico em som direto e diretor de arte no longa "Arrieros" (Brasil/Argentina, 2018), como fotógrafo, assistente de direção, diretor de produção e produtor de campo da série de TV “Sementes do Amanhã“ (2018–19). Em 2022, assinou a direção do curta “Batimento”. Entre seus trabalhos em fotografia estão "O Caminho da Praia" (2011–2014), contemplado no XIII Prêmio FUNARTE Marc Ferrez de Fotografia, "Percursos e Acasos" (2013) e "MEMOPoA" (2016). Seu projeto "Tordesilhas" foi um dos selecionados no Edital Rumos Itaú 2018–2019. Atualmente se divide entre o trabalho no audiovisual e fotografia para instituições como Fundação Iberê Camargo, MARGS e Fundação Bienal do Mercosul. Sandro Fetter FUNÇÃO: – Projeto gráfico (livro);– Projeto gráfico (folder);– Projeto gráfico (materiais gráficos e visuais relacionados à exposição). CURRÍCULO: Sandro Fetter é designer gráfico formado pelo UniRitter (2007), com Mestrado em Design Gráfico pela Escola Superior de Desenho Industrial ESDI/UERJ (2011) e Doutorado em Design pelo Programa de Pós-Graduação em Design da UFRGS (2019). Desde 20016, é Professor Adjunto do curso de Design da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Possui mais de 25 anos de experiência profissional nas áreas de design editorial e produção gráfica de livros, design de tipos digitais, embalagens, identidade visual e corporativa, estratégia de marcas e criatividade e design de interfaces digitais (UX/UI). Entre seus trabalhos profissionais como designer editorial, destaca-se a premiada obra publicada pela Editora da UFRGS, A modernidade impressa – Artistas ilustradores da Livraria do Globo – Porto Alegre, de Paula Ramos, que recebeu diversos prêmios em âmbito regional e nacional, com destaque para o Prêmio Jabuti 2017. Ainda no campo do design de livros, projetou diversas obras para a Editora Buenas Ideias, entre as quais se destacam: Maracanã 60 anos: 1950–2010 (2010), que conta a história do antigo Estádio Jornalista Mário Filho; Entre dois Mundos, a jornada de Sheun Ming Ling (2011), biografia do empresário chinês radicado no Brasil e fundador do Instituto Ling, em Porto Alegre; Sorte Grande (2012), que conta a história dos 50 anos das loterias da Caixa Econômica Federal; Maracanã século 21 (2013), livro comissionando pelo Consórcio Maracanã Rio 2014, que cobre a grande reforma do estádio para a Copa do Mundo Fifa no Brasil e A. J. Renner, o capitão de indústrias (2013), que narra a trajetória empreendedora do fundador das Lojas Renner S.A. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5435644593907253 Laura Haffner FUNÇÃO: – Editoração gráfica (livro);– Editoração gráfica (materiais gráficos e visuais relacionados à exposição); – Editoração gráfica (divulgação); CURRÍCULO: Laura Haffner é designer visual formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 2015. Cursou um ano de sua graduação em Camberwell College of Arts, faculdade membro da University of the Arts London, através do programa de intercâmbio Ciência sem Fronteiras. De 2016 a 2021, residiu em São Paulo. Entre 2016 e 2018, integrou o time de designers da Casa Rex, empresa internacional multipremiada de design gráfico. A partir de 2019, atuou como freelancer em projetos especiais para Suzano Papel e Celulose, Shopping Cidade Jardim, editora Ubu e Elaine Ramos Estúdio Gráfico. Atualmente, reside em Porto Alegre, onde segue atuando como freelancer em projetos editoriais e de identidade visual. Ana Marson FUNÇÃO: – Revisão de texto (livro) CURRÍCULO: Ana Marson é Bacharel em Letras, com Mestrado em Literatura Brasileira pela UFRGS. Trabalha como revisora de textos e designer instrucional para diversas editoras
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.