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PRONAC 248608Expirado o prazo de captação totalMecenato

Raiz Amarga - Por que esta noite é diferente de todas as outras?

ELEONORA RAQUEL JORIS
Solicitado
R$ 700,0 mil
Aprovado
R$ 700,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Nova Petrópolis
Início
2024-08-30
Término
2026-04-30
Locais de realização (7)
Salvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáRecife PernambucoPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Raiz Amarga é um espetáculo teatral imersivo, realizado no espaço da cena do teatro, uma pesquisa que rompe com a configuração palco/ plateia. Sua concepção lida com uma proposição de intimidade, investigando formas de interação a partir da configuração cenográfica e do jogo de atuação direto com os espectadores. O objetivo do projeto é circular por 6 capitais, em formato de mini-temporada de 4 apresentações em: Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador, além de promover debates sobre Teatro e Acessibilidade, com atividades com medidas de democratização de acesso e acessibilidade de conteúdo.

Sinopse

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: O título "Raiz Amarga", faz referência a um dos símbolos do Seder de Pessach judaico, celebração que versa sobre a liberdade. As ervas amargas, especificamente a raiz forte, é um dos elementos emblemáticos da keará, prato utilizado para reunir alimentos simbólicos e representativos, que sugestiona, na raiz forte, a amargura das perseguições. A montagem embaralha as memórias da atriz Letícia Schwartz aos testemunhos de sua avó, sobrevivente de Auschwitz, com as etapas, rituais e cânticos que envolvem o Pessach. A concepção do espetáculo lida com uma proposição de intimidade, investigando formas de interação a partir da configuração cenográfica e do jogo de atuação direto com os espectadores. Utilizando uma estrutura cênica especialmente elaborada, os espectadores se acomodam como se recebidos para um jantar comemorativo, e a atriz Arlete Cunha, une-se à Letícia para uma celebração na qual todos são convidados a partilhar alimentos, silêncios, suspiros, traumas, dramas, mas também alegrias. Com recursos de acessibilidade. Duração: aproximadamente 60 minutos Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos O espetáculo é realizado para uma plateia de até 100 pessoas por sessão. DEBATE/ OFICINA/ WORKSHOP "O FAZER TEATRAL": "O Fazer Teatral" é uma atividade de debate e workshop que acontecerá no espaço cenográfico do espetáculo, com o objetivo de sensibilizar o público, despertando o interesse da plateia, educandos, professores e profissionais, no que tange ao universo da produção teatral e sua relação com a acessibilidade, através da realização de uma oficina, proposta por Letícia Schwartz (atriz do espetáculo e co-autora do texto de Raiz Amarga), Clóvis Massa (diretor do espetáculo e co-autor do texto de Raiz Amarga) e Rodrigo Teixeira (comunicólogo, especialista em audiodescrição), conduzindo a uma conversa acerca do processo de produção do espetáculo, abordando a relação entre o teatro de testemunho, a dramaturgia, os recursos de acessibilidade e os diversos estímulos sensoriais que estabelecem as condições para que pessoas com deficiência visual ou auditiva não fiquem restritos à compreensão da obra, mas possam efetivamente fruir da experiência. Duração: aproximadamente 120 minutos Classificação indicativa: Livre para todos os públicos A oficina é realizada para uma plateia de até 100 pessoas por sessão. CARTILHA/ PROGRAMA IMPRESSO E DIGITAL: “Programas” do espetáculo, cuja identidade visual é inspirada em uma "Hagadá", contendo texto curatorial, definições e conteúdos específicos sobre o Pessach, canções e glossário sobre os termos tratados em Raiz Amarga, para aprofundar a compreensão e a divulgação do espetáculo, incluindo a publicação digital do conteúdo nas redes sociais e site do projeto, além de uma versão para leitores de tela (com AD) e versão em vídeo (com intérprete em Libras), para acesso via QR Code. Estrutura geral: formato fechado A5, formato aberto A4. Capa em Craft 250g 1x0 + 10 páginas em Pólen 90g 1x1. Dobra e grampo. 3.000 impressos. DOCUMENTÁRIO EM FOTO E VÍDEO: Documentação audiovisual do processo de circulação do espetáculo e das oficinas, relacionando informações sobre as sonoridades do espetáculo, os elementos provindos da pesquisa sobre a memória e a identidade cultural judaica, considerando cada território a ser percorrido nas 6 capitais. Tem como objetivo relacionar depoimentos e contribuições de descendentes que, assimilados à cultura local de cada território, mantêm vivas as memórias coletivas sobre tradição cultural. Está prevista a publicação digital do conteúdo, gerando inputs para divulgação, procurando relacionar as memórias coletivas e os patrimônios culturais imateriais da cultura judaica espalhados pelo país. Produção de conteúdo para publicações nas redes sociais, a serem administradas a longo prazo, de forma independente pelo grupo de trabalho. Com recursos de audiodescrição (AD) e legendagem descritiva. Duração: aproximadamente 30 minutos Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos WEBSITE: Página na internet especialmente elaborada para consolidação da identidade e do legado do produto cultural, registrando todos os conteúdos produzidos, mapeando a mini-turnê do espetáculo e estabelecendo um canal de comunicação do produto cultural com seus públicos, a ser mantido por longo prazo de forma independente pelo grupo, como legado artístico. Com recursos de acessibilidade.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar turnê de circulação do espetáculo Raiz Amarga, em formato de mini-temporada de 4 apresentações - inéditas nas 6 capitais brasileiras escolhidas para o roteiro: Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador, contribuindo para fruição estética e artística do teatro de testemunho, que transmite noções das tradições, valores, vivências e histórias através das gerações, contribuindo para a construção do tecido social da cultura brasileira, como medidas de democratização de acesso, formação de plateia e acessibilidade de conteúdo. Atendendo ao Artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, conforme incisos II e IV. II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Desde a primeira imigração judaica organizada para o Brasil, datada de 1904, pessoas de variadas regiões da Europa ocidental foram refugiados no Rio Grande do Sul, somando-se à população brasileira, há pelo menos 120 anos, assim, identifica-se a relevância de que as gerações atuais reconheçam patrimônios culturais que são um suporte para compreender mais profundamente, aspectos atávicos à identidade cultural brasileira. IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; Transformar a memória em um lugar vivo, os traumas ou as alegrias em narrativas, de geração em geração, valendo-se da teatralização como via de reconhecimento e revisão da cultura, dos estereótipos, das imagens e objetos, identificando características originais dos tantos povos que, em conjunto com os povos originários, construíram o Brasil, território miscigenado e temperado essencialmente por distintas influências. Objetivos Específicos 1. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar a turnê de 24 apresentações com oferecendo recursos de acessibilidade sob medida - roteiro para audiodescrição (AD) e intérprete em Libras, atendendo aos centros de referência em assistência social das comunidades cega e surda de cada localidade, bem como aos estudantes das escolas públicas do ensino médio, visando transmitir as tradições, valores, testemunhos e traumas da história de imigrantes judeus no Brasil, e sua inserção na cultura nacional, com ingressos gratuítos; 2. Produto DEBATE/ OFICINA/ WORKSHOP: Realizar ao longo da mini-turnê, 6 oficinas sobre Produção Teatral e Acessibilidade, para até 100 pessoas, sendo uma oficina por localidade, abertas ao público, objetivando trocar informações sobre o "Fazer teatral" e o seu aperfeiçoamento diante de recursos de acessibilidade que proporcionam o fruir da experiência das pessoas com deficiência visual ou auditiva, totalizando 2h/a em cada cidade, com ingressos gratuítos; 3. Produto CARTILHA/ PROGRAMA IMPRESSO E DIGITAL: Imprimir e distribuir 3.000 cartilhas "programas" do espetáculo, cuja identidade visual é inspirada em uma "Hagadá", contendo texto curatorial, definições e conteúdos específicos sobre o Pessach, canções transliteradas e glossário dos termos tratados em Raiz Amarga, para aprofundar a compreensão e a divulgação do espetáculo, incluindo a publicação digital do conteúdo nas redes sociais do projeto, além de uma versão para leitores de tela (com AD) e versão em vídeo (com intérprete em Libras), para acesso via QR Code; 4. Produto DOCUMENTÁRIO EM FOTO E VÍDEO: Documentar a mini-turnê através de fotografias e filmagens, relacionando informações sobre as sonoridades do espetáculo, os elementos provindos da pesquisa sobre a memória e a identidade cultural judaica, considerando cada território a ser percorrido nas 6 capitais, relacionando depoimentos e contribuições de descendentes que, aqui assimilados, mantém vivas as memórias coletivas sobre tradição cultural, incluindo a publicação digital do conteúdo, com audiodescrição (AD) e legendagem descritiva; 5. Produto WEBSITE: Desenvolver página de comunicação do projeto na internet, registrando todos os conteúdos produzidos, mapeando a mini-turnê do espetáculo e estabelecendo um canal de comunicação do produto cultural com seus públicos, a ser mantido por longo prazo de forma independente pelo grupo, como legado artístico. O projeto está de acordo com o Art. 1° da Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991 e atende à legislação de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. De acordo com o Art. 3º da Lei Nº 8.313, de 23 de Dezembro de 1991, atende aos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Justificativa

O grupo Raiz Amarga surgiu da pesquisa sobre dramaturgias de testemunho, como alternativa à superação dos traumas ocasionados por perseguições, intolerâncias, guerras e outras violências. Diversos fatores como a investigação dos discursos de ódio e a desinformação perversa, conduziram o grupo à dramaturgia de testemunho, vertente do teatro documentário, que utiliza narrativas verídicas como fonte de criação. Neste âmbito artístico, surgiu o audiodrama "Desmemórias" em 2020, com texto de Letícia Schwartz, dramaturgia e direção de Clóvis Massa, utilizando falas da entrevista concedida por Reli Blau, avó de Letícia, à USC Shoah Foundation, em 1997. O projeto "Desmemórias" abriu precedentes para um diálogo fictício entre avó, neta e bisneto, deixando entrever as consequências dos traumas de guerra sobre a 3a geração de uma família. "Desmemórias" pode ser acessado em: https://www.youtube.com/watch?v=vVMELw1n3-c&t=22s O espetáculo Raiz Amarga - Por que esta noite é diferente de todas as outras?, continuidade da pesquisa, foi generosamente viabilizado pelo edital do CHC Santa Casa de Porto Alegre e estreou em 31 de Agosto de 2023. Posteriormente realizou temporada de apresentações na Sala Álvaro Moreira (Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre), e ao final do mesmo ano, recebeu 9 indicações aos Prêmios Açorianos, tendo em 2024, recebido os prêmios de Melhor Espetáculo Teatral Adulto, Melhor Atriz para Letícia Schwartz, Melhor Diretor para Clóvis Massa, Melhor Dramaturgia e Melhor Cenografia. Em conjunto com o vinho, a matzá e outros elementos, a raiz amarga conduz, ano após ano, à narrativa da Hagadá de Pessach, relato que encontra paridade com os tantos disparates contemporâneos: as tantas perseguições e intolerâncias, sejam culturais, étnicas ou religiosas, que forçam pessoas, famílias inteiras, cidades inteiras, a peregrinar buscando refúgio fora de seu país de origem, devido a temores relacionados a nacionalidade, pertencimento a grupos sociais ou opinião política, mas sobretudo, devido à grave e generalizada violação de direitos humanos e aos conflitos bélicos. Uma realidade para mais de 25 milhões de pessoas refugiadas em todo o mundo. A temática presente na noite de Pessach é atravessada pela trajetória familiar da atriz Letícia Schwartz, e a montagem parte do impacto causado pelo Holocausto, - e da transferência do trauma para as gerações seguintes, como marco para abordar perseguições e intolerâncias contra minorias. Raiz Amarga se propõe a promover o debate sobre traumas vividos, experiências motivadas por discursos de ódio contra grupos sociais, entre os quais, refugiados e vítimas de intolerância e preconceito racial. A encenação investiga formas cênicas que possam aproximar e sensibilizar o público ao humano e ao íntimo, na maioria das vezes, oculto nas grandes narrativas históricas. Além disso, busca-se democratizar e difundir pesquisas artísticas e teóricas de âmbito acadêmico ao público em geral, promovendo a participação efetiva de pessoas com deficiência, ampliando a interação entre pessoas diversas. A circulação do projeto justifica-se pela formação de público através da democratização de acesso por meio de apresentações gratuitas. O investimento necessário para a realização da mini-turnê de circulação, bem como os objetivos de democratização e acessibilidade, conduzem o projeto ao encontro com o item "c" do inciso II do Art 3º da Lei 8.313/91, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas, bem como atende ao artigo "a" do inciso IV do Art 3º da supracitada lei, através da distribuição gratuita de ingressos por meio das contrapartidas sociais. Pela complexidade da montagem, despesas para transporte da cenografia - baixa arrecadação do espetáculo (máximo de 100 pessoas por apresentação), faz-se condição essencial, o fomento com recursos oriundos da Lei de Incentivo a Cultura, atendendo aos requisitos legais para usufruir dos benefícios da Lei 8.313/91 e suas Instruções Normativas. Por tratar-se de espetáculo brasileiro, viabilizado com recursos nacionais e de grupos nacionais, sua realização, se ampara no inciso II do Art. 1º da Lei 8.313/91, pois conta em sua totalidade com recursos humanos nacionais, valorizando e fomentando o mercado nacional do teatro, técnica e artisticamente especializado em sua mão de obra, tanto no ambiente da direção, quanto atuação e equipe técnica. As narrativas vivas de Raiz Amarga, proporcionam uma diversidade de olhares sobre pessoas refugiadas que se tornaram brasileiras, porém sem esquecer suas raízes culturais, auxiliando no entendimento da história cultural nacional e na construção de um percurso rumo a outras culturas. As oficinas "Fazer teatral" pretendem vincular o público de maneira interativa, demonstrando os desafios e as oportunidades que o teatro de testemunho apresenta, evidenciando a envergadura que o produto cultural assume, quando oferece recursos de acessibilildade e democratização. Dentre os princípios da atividade teatral para estudantes, apresentam-se reflexões sobre a socialização e a intolerância, que serão inseridos na atividade proposta visando trabalhar diversos temas, incluindo recursos de acessibilidade no teatro, de maneira transdisciplinar e original. Além da ação educativa, o projeto propõe a distribuição de um livreto/ cartilha sobre o espetáculo, enquadrando-se no Art 3o, inciso II, alínea b), cuja tiragem será distribuída gratuitamente ao público. Submetemos este projeto ao Programa Nacional de Apoio à Cultura e acreditamos estar alinhados com princípios do PRONAC, considerando: a contribuição para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, através da realização de espetáculo teatral, aberto ao público, que proporcionará diversos instrumentos de acessibilidade, democratização e formação de plateia; a promoção e o estímulo à regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; a oportunidade de concretização de uma turnê de mini-temporadas, valorizando o diálogo entre a expressão artística gaúcha e o público das diferentes regiões do território brasileiro, garantindo acesso público gratuíto, à experiência de fazer parte de um produto cultural genuíno, testemunhal e sensível. O percurso pelas cidades definidas leva em consideração a existência de Centros de Referência Assistencial à pessoas com deficiência visual e auditiva, em cada localidade, mencionando ainda a representatividade cultural das capitais, que disponibilizam teatros e espaços culturais compatíveis com as necessidades de fomento desta circulação. Acreditamos que circular com o espetáculo gratuito para pessoas com deficiência e estudantes do EJA, promoverá um necessário intercâmbio cultural entre as regiões do país. Contemplar PCDs com recursos de acessibilidade como a audiodescrição (AD) no teatro, amplia o senso de pertencimento social, gerando novos padrões de senso crítico, promovendo e qualificando a relação das pessoas com seu meio. O projeto visa "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" e "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", segundo inciso I e VIII do Art 1. A proposta do projeto visa preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, através da sensibilização da sua importância e da sua relação com a nossa identidade, de acordo com o inciso IV do Art 1. Ao abordar as contribuições de distintos povos, além dos originários, na História do Brasil, espera-se desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações, segundo o inciso VII do Art 1.

Estratégia de execução

DESLOCAMENTOS Serão 8 profissionais em deslocamento durante a circulação do projeto: (2 atrizes, 1 diretor, 1 produtora executiva, 1 montador e assistente de produção, 1 montador e operador de som, 1 montador e operador de iluminação e 1 audiodescritor Especificação do cenário O cenário resume-se a um dispositivo cênico, uma bancada retangular de madeira com 7,20m de comprimento e 2,70m de largura. As cenas acontecem na parte interna dessa estrutura, que é vazada. Além dos bancos que contornam a estrutura, acomodando 33 espectadores ao seu redor, serão utilizadas arquibancadas praticáveis com cadeiras, em formato de uma semi-arena elevada e próxima ao dispositivo cênico, ampliando a estimativa de público para até 100 espectadores por sessão. Cenário de madeira: - 8 partes com dimensão de 1,80 m de comprimento X 0,40 de largura X 0,30 de algura; - ⁠4 partes de 1,0m de comprimento X 0,40 de largura X 0,30 de altura; - 12 tábuas de 0,025 m de espessura X 0,40 de largura X 1,20 de comprimento; Total somente das partes do cenário: 2m3 - 12 bancos (montados) de 2,0 m de comprimento X 0,50 de profundidade X 0,90 de altura de encosto; - 3 bancos (montados) de 1,0 m de comprimento X 0,50 de profundidade X 0,90 de altura de encosto; - 1 mesa de 0,65 X 0,80 X 0,90; - 1 banquinho de 0,45 X 0,50 X 0,50; - 3 malas antigas com objetos de cena dentro: 2 de tamanho grande e 1 de tamanho médio. - 5 caixas de papelão de tamanho médio com objetos frágeis: 40 taças e 40 pratos de sobremesa, garrafas de vinho, etc. Total em metragem cúbica com todos os itens: 7,5 m3 (ou 4,5 m2. Como referência, o material fica acondicionado num de box de 1,50 m de largura, 3,0m de profundidade e 2,4m de altura, porém não ocupa todo o espaço). *Ao longo do período do plano de trabalho, o cenário circula atendendo à turnê, retornando a Porto Alegre após a última apresentação. A turnê está planejada para atender a 3 capitais na primeira etapa e 3 capitais na segunda etapa do plano de trabalho.

Especificação técnica

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: 24 apresentações sendo 4 sessões de espetáculo em cada cidade definida, segundo o Plano de Trabalho e Cronograma. Indicativo de faixa etária: 14 anos. Duração do espetáculo: aproximadamente 60 minutos. O espetáculo é realizado para uma plateia de até 100 pessoas por sessão. Entrada franca. DEBATE SOBRE O FAZER TEATRAL: 6 oficinas de aproximadamente 2h/ aula, voltadas para até 100 pessoas, estudantes EJA, universitários, professores de escolas públicas, agentes culturais e entidades assistenciais de PCDs e seus familiares, para aprofundamento na área da cultura da assessibilidade (audiodescrição), no teatro. Indicativo de faixa etária: 14 anos. Duração: aproximadamente 120 minutos. A oficina é realizada para uma plateia de até 100 pessoas por sessão. Entrada franca. Objetivo: Sensibilizar todas as pessoas, despertando interesse em professores, agentes culturais, monitores e educandos, no que tange ao universo da produção teatral e da acessibilidade, através de um debate sobre o processo de produção do espetáculo Raiz Amarga - Por que esta noite é diferente de todas as outras?, abordando a relação entre o teatro de testemunho, a dramaturgia e a audiodescrição, evidenciando os diversos recursos e estímulos sensoriais, que estabelecem as condições para que pessoas com deficiência visual ou auditiva, não fiquem restritas à compreensão da obra, mas possam efetivamente fruir da experiência. Justificativa: Despertar interesse na pesquisa escolar e profissional, inspirando um sentimento de alteridade em tempos competitivos. Carga horária total: 2 horas aula. Público-alvo: Estudantes EJA, universitários, professores de escolas públicas e entidades assistenciais de PCDs e seus familiares, agentes culturais, além de profissionais vinculados à pessoas com deficiência auditiva ou visual. Metodologias de ensino: Debate informal e pequeno workshop de percepção sensorial. Material didático a ser utilizado: espaço cenográfico do espetáculo. Conteúdo programático: O FAZER TEATRAL: Abordagem ampla que visa oferecer uma noção básica da complexidade de uma montagem. ABORDAGEM E CONVÍVIO COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Definição de cegueira e baixa visão; cegueira congênita e cegueira adventícia; orientações sobre abordagem e convívio; recursos táteis; apresentação do Braille; reflexões sobre o ver e o não ver. O QUE É E COMO FUNCIONA A AUDIODESCRIÇÃO: Definição e princípios da audiodescrição; aplicabilidade do recurso; modalidades e meios de transmissão; tipos de audiodescrição (estática e dinâmica; gravada e ao vivo); benefícios; relatos e depoimentos de consumidores; as primeiras experiências com audiodescrição no mundo; panorama da audiodescrição no Brasil; quem é o audiodescritor. A PRODUÇÃO DE AUDIODESCRIÇÃO: Diretrizes para desenvolvimento de roteiros; diretrizes para locução; exemplo de uso de software para gravação e edição; análise de exemplos de audiodescrição. AUDIODESCRIÇÃO PARA TEATRO: As especificidades da audiodescrição para teatro. CARTILHA/ PROGRAMA IMPRESSO E DIGITAL: 3.000 unidades impressas dos “Programas” do espetáculo, formato A5, com capa em papel craft 200g-1x0 e 20 páginas internas em papel polém 90g-1x1, dobra e grampo, incluindo a publicação digital do conteúdo nas redes sociais e site do projeto, além de uma versão para leitores de tela (com AD) e versão em vídeo (com intérprete em Libras), para acesso via QR Code. DOCUMENTÁRIO EM FOTO E VÍDEO: Documentação audiovisual e publicação digital do conteúdo, produção de conteúdo gerando inputs para publicações nas redes sociais, a serem administradas a longo prazo, de forma independente pelo grupo de trabalho. Com recursos de audiodescrição (AD) e legendagem descritiva. Duração: aproximadamente 30 minutos Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos WEBSITE: Página na internet especialmente elaborada para consolidação da identidade e do legado do produto cultural, registrando todos os conteúdos produzidos, mapeando a mini-turnê do espetáculo e estabelecendo um canal de comunicação do produto cultural com seus públicos, em domínio próprio, a ser mantido por longo prazo de forma independente pelo grupo, como legado artístico. Com recursos de acessibilidade.

Acessibilidade

O planejamento de acessibilidade prevê que as apresentações do espetáculo, as oficinas, as cartilhas e o vídeo documentário, além do site do projeto, estejam equipados e em conformidade com as normas e legislações vigentes, atendendo ao Art 47 da IN nº 01/2.017 e serão adotadas as seguintes medidas para garantir a acessibilidade física e de conteúdo: ACESSIBILIDADE FÍSICA Os locais das apresentações teatrais e oficinas atenderão às exigências da norma de acessibilidade ABNT NBR 9050, quanto à infraestrutura, contendo banheiros adaptados às pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, além de rampas de acesso. Serão reservados lugares preferenciais às pessoas com deficiência física, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL Presença de intérprete de Libras, audiodescrição (AD) e visita sensorial, vão facilitar a acessibilidade de pessoas com deficiência visual ou auditiva nas sessões do espetáculo, oficinas, cartilhas, site e vídeo documentário. Vídeos, site e postagens serão previstos com estrutura de página lógica, legendas descritivas e descrições alternativas para imagens. O projeto prevê consultoria em acessibilidade no campo da deficiência visual, por Rafael Braz, integrante da equipe, profissional PCD, visando garantir a coerência e a eficiência necessárias.

Democratização do acesso

Os produtos culturais serão oferecidos de forma gratuita. Conforme Artigo 28 da IN o 01/2023, serão adotadas as seguintes medidas: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas"; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; MEDIDA AMPLIAÇÃO DE ACESSO CIRCULAÇÃO DO ESPETÁCULO = 24 APRESENTAÇÕES GRATUÍTAS PARA 2.400 PESSOAS A circulação do espetáculo visa essencialmente a formação de plateia. Todas as atividades serão gratuitas. Para cada cidade, estão previstas 4 sessões do espetáculo, além de 1 oficina sobre o "Fazer Teatral." Tanto a oficina, quanto uma das sessões do espetáculo, contará com recursos específicos de acessibilidade em cada território, visando a ampliação de acesso. Fica definido que 30% da capacidade dos teatros serão reservados para pessoas com deficiência visual e auditiva e 20% reservados aos estudantes e professores das escolas públicas de ensino médio e do EJA (Ensino de Jovens e Adultos). As sessões do espetáculo e oficinas estão programadas para acontecer preferencialmente em equipamentos públicos culturais e na indisponibilidade de prevê-los a tempo de atender aos prazos desta proposta, houve estimativa de orçamentos com teatros que podem ser locados. Haverá distribuição gratuita do programa impresso do espetáculo em formato de cartilha ou programa a todos os espectadores e pontos de contato. DEBATE/ OFICINA/ WORKSHOP = 6 OFICINAS PARA 600 PESSOAS Destinada aos espectadores, aos agentes culturais de iniciativas financiadas pelo poder público, aos estudantes, professores e profissionais vinculados à pessoas com deficiência, público que podem ser beneficiados através da experiência de conhecer de um projeto que prima pela acessibilidade, roteirizado nos mínimos detalhes (com audiodescrição e intérprete de Libras sob medida), despertando maior proximidade e entendendo a real importância da utilização de tais recursos no teatro. CARTILHA/ PROGRAMA IMPRESSO E DIGITAL, SITE RAIZ AMARGA, DOCUMENTÁRIO EM FOTO E VÍDEO/ INSTAGRAM = PÚBLICO EXPONENCIAL = 15000 PESSOAS Haverá registro documental do projeto de circulação do espetáculo bem como das oficinas, em forma de vídeos e depoimentos, cujo conteúdo estará disponível no site a ser desenvolvido e no Instagram do projeto (@espetaculoraizamarga), com a garantia de utilização de suportes criativos para a acessibilidade de pessoas com deficiência visual ou auditiva. Estima-se atingir um público direto de 3.000 pessoas com as cartilhas impressas. As alternativas para alcance exponencial por via digital não podem ser mensuradas, porém haverá programação de investimento em posts impulsionados na conta do projeto no Instagram, bem como um trabalho dirigido de divulgação através da assessoria de imprensa a ser contratada em cada território de circulação, assim estamos prevendo atingir um mínimo de 1000 acessos em cada região, por produto.

Ficha técnica

Atrizes Letícia Schwartz é atriz, bacharel em Artes Cênicas pela UFRGS. Cursou a Ècole Philippe Gaulier, em Londres, como bolsista APARTES/CAPES. Atuou nos espetáculo Rádio Chulé (2009), Ovelha Negra (2005), Ou Isto ou Aquilo (2002), A Morte Ruiva de David (2002), Marcelo, Marmelo, Martelo (2001), A Torre (1998) e Entre Bobos Anda o Jogo (1995). Audiodescritora e legendista, é coordenadora de produção da Mil Palavras Acessibilidade Cultural. É Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFRGS, em projeto de pesquisa que contempla a audiodescrição em teatro. Arlete Cunha é atriz, diretora, professora e pesquisadora da arte teatral. Atua no cenário cultural gaúcho há mais de 35 anos participando de projetos de teatro, vídeo, cinema e leituras dramáticas, contação de histórias e manifestações artísticas.Sua trajetória caracteriza-se pelo fazer teatral junto a diferentes coletivos, investigando na pessoalidade e universalidade do ofício. Participou de premiadas montagens teatrais, como: A Visita do Presidenciável, Fim de Partida, Antígona: Ritos de Paixão e Morte, A Exceção e a Regra, Dança da Conquista, Deus Ajuda os Bão, A História do Homem que Lutou Sem Conhecer Seu Grande Inimigo, Dr. Fausto: Missa Para Atores e Público, Se Não Tem Pão - Comam Bolo, todas realizadas durante os 12 anos com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Direção Clóvis Massa é diretor, ator e professor titular do Departamento de Arte Dramática e do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS. Atualmente, investiga escritas dramatúrgicas de teatro de testemunho. Doutor em Teoria da Literatura (PUCRS), Mestre em Artes Cênicas (ECA/USP) e Bacharel em Artes Cênicas (DAD/UFRGS). Dirigiu espetáculos como Fassbinder - O Pior Tirano é o Amor (2017), com texto de Diones Camargo, e A Bilha Quebrada, de Heinrich Von Kleist (2011). Realizou pesquisa de pós-doutoramento na Université Sorbonne Nouvelle Paris 3 entre novembro de 2018 e outubro de 2019, com a supervisão de Joseph Danan, onde pesquisou sobre a dramaturgia contemporânea, o teatro de testemunho e a dramaturgia de relatos. Realizará a oficina de acordo com o escopo do projeto. Dramaturgia | Clóvis Massa e Letícia Schwartz Produção Executiva Giuliana Neuman Farias é produtora cultural desde o planejamento até a gestão. Especialista em Gestão de Projetos Sociais e Administradora de Empresas, dedica-se à elaboração de projetos como proponente. Seus trabalhos mais recentes são: Exposição Karin Lambrecht - Nem eu, nem tu: nós (Lei Rouanet, 2017); Seminário Curadoria em Artes Visuais (Lei Rouanet, 2018); Fernando Pessoa - A minha arte é ser eu (Lei Rouanet, 2018) e Seminário Fernando Pessoa Múltiplo (2018), todos para o Santander Cultural em Porto Alegre, RS. Coleção Sartori no MARGS (LIC RS, 2022), Incubadora Cultural MEME projeto desenvolvido com recursos da Lei Aldir Blanc (2021), Projeto CHAMAS, FAC - Edital SEDAC n°16/2021 (2023) e Bibliopinacoteca - Edital SEDAC/LPG nº 11/2023 - Pesquisa, Registro e Memória (em andamento). Neste projeto, Giuliana realizará a articulação com os artistas do espetáculo, a coordenação de toda a equipe principal e gestão administrativa. Fará as viagens de implantação e coordenará o projeto até a prestação de contas. Iluminação Carol Zimmer é iluminadora e produtora cultural, assina também a ambientação cênica de shows e direção técnica de espetáculos. Licenciada em Artes Cênicas (UFRGS) Especialista em Cinema (UNISINOS) e Pós-graduada em Iluminação e design de interiores (IPOG). Operação de luz Vinicius Rojas Lopes é iluminador com vasta experiência, atuando desde 2007. Atualmente é técnico de luz e som no Teatro do Sesc Alberto Bins. Trabalhou no Teatro do CIEE até 2020 e na TV Pampa até 2013. Trilha sonora Daniel Roitman é músico e produtor musical, formado em Psicologia pela UFRGS. Trabalha com trilha sonora para TV e teatro desde 2014, com destaque para os trabalhos "A Fome" (indicação ao Prêmio Açorianos de melhor trilha sonora em 2018), "Tocar Paraíso" (melhor espetáculo no Prêmio Açorianos 2020 e indicação ao prêmio de melhor trilha sonora), "Paraíso Afogado" (2020/21), todos pela Companhia Espaço em Branco, e "Carcaça" (prêmio Braskem de melhor espetáculo em 2020). Operação de som Manu Goulart é atriz formada em Interpretação Teatral pela UFRGS. Desde 2011, participa da Ato Cia Cênica, cujo espetáculo "O Feio", vencedor do Prêmio Açorianos de Teatro, foi agraciado pelo Prêmio Myriam Muniz de circulação. Em 2014, ingressa no Projeto Gompa atuando no espetáculo infantil, dirigido por Camila Bauer, "As Aventuras do Pequeno Príncipe". Além de atriz, é sonoplasta de diversos espetáculos: "No Ar" (Cia Fasta), "Casal Palavrakis" (Ato Cia Cênica). Em 2015, ganhou o prêmio de melhor sonoplasta, junto a Mirah Laline, pelo espetáculo "O Feio", no FENATA. Além disso, participou de oficinas de acrobacia (Circo Girassol), Contato Improvisação (PPGAC/UFRGS), Clown (Jeferson Rachewski, Ekin Marques, Patrick Peres), Performance (Adri Mottola). Atualmente está com a peça "Missão Água", com direção de Roberto Oliveira, do Depósito de Teatro Figurinos | O grupo Cenografia Rodrigo Shalako é Cenógrafo. Coordenador de cenotécnica do Festival Palco Giratório desde 2015 e membro da equipe de cenotécnicos do Porto Alegre Em Cena desde 2012. Dentre os trabalhos mais recentes estão Pátria Estrangeira/Fremde Heimat (Ato Cia. Cênica), Arena Selvagem (Grupo Cerco), Desmedida Naitchy Show (Cia Rústica) e Tremor - Sobre como as coisas foram chegar neste ponto (Cia. Rústica). Vencedor do prêmio Açorianos de Melhor Cenografia de Teatro em 2016 e 2017 com Ramal 340 e Imobilhados. Consultoria em acessibilidade Rafael Braz tem experiência na área de Acessibilidade Cultural, com ênfase em audiodescrição (AD), atuando desde 2016 na produção do recurso. Ministra cursos, palestras e oficinas sobre audiodescrição e acessibilidade cultural, comunicacional e atitudinal. Especialista em Audiodescrição pela PUC Minas (2023-2024). Possui formação teórica e clínica em Psicoterapia Psicanalítica pelo Instituto Wilfred Bion (2021). Especialista em Neurociência do Desenvolvimento Humano pela Universidade La Salle (2020). Bacharel em Psicologia pela Universidade La Salle (2019). Audiodescrição Rodrigo Teixeira tem experiência na área de Acessibilidade Cultural, com ênfase na produção de roteiro, narração e edição de audiodescrição de filmes, espetáculos teatrais, livros, entre outros. Especialista em Audiodescrição pela PUC Minas (2022-2023), é Mestre pelo Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da UFRGS (2022), em projeto de pesquisa que intersecciona deficiência visual, velhice e audiodrama. Ator e professor de teatro, licenciado pelo Departamento de Arte Dramática da UFRGS (2019). Comunicólogo visual pelo Instituto de Educação Ivoti (2013). Filmagem Johnny Brando é filmmaker, diretor de fotografia, artista 3D e colorista com experiência de 4 anos no campo do audiovisual. Trabalhou em diversos projetos, incluindo videoclipes, curtas-metragens, séries e filmes, e também participou de projetos publicitários. Domina uma variedade de programas de edição, incluindo Adobe Premiere, After Effects, Davinci Resolve, Sony Vegas Pro e Blender. Seus trabalhos abrangem uma variedade de aspectos técnicos, incluindo iluminação, ângulos de câmera, movimentação de câmera, correção de câmera na edição, tratamento de cores, correção de luminosidade, correção de cores no Adobe Premiere, correção de pele no Adobe Premiere, uso de LUTs e presets, finalização de color grading e Davinci Resolve. Um projeto de destaque é o curta-metragem O Imenso e Invisível da produtora Volta & Meia, no qual foi premiado como Melhor Fotografiapelo 8o Cineserra.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.