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PRONAC 248612Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Toda Nudez Sera Castigada

LUMINIS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 999,8 mil
Aprovado
R$ 999,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

A encenação de Toda Nudez Será Castigada, texto de Nelson Rodrigues, revelará no contexto satírico de uma família, brasileira/carioca, católica, puritana e de classe média, a irreverência e a dialética da dramaturgia rodrigueana (amor-ódio, atração-repulsão) e sua denúncia de uma cultura da escravidão à pátria, à moral, à família.

Sinopse

Com a interpretação da atriz Maria Ceiça, também produtora do espetáculo, vamos celebrar um dos maiores dramaturgos brasileiros, nascido na capital de Pernambuco e ainda criança mudou-se para o Rio de Janeiro onde viveria por toda sua vida. Desde o início da trajetória do “Teatro Experimental do Negro” (1944), grupo no Rio de Janeiro idealizado e dirigido por Abdias do Nascimento, destacando os jovens atores - ainda desconhecidos - Ruth de Souza, Haroldo Costa e Léa Garcia, são poucas as iniciativas de uma montagem com formação da direção ao elenco por atores negros em espetáculo teatral no Brasil. Nossa produção será um marco na história do teatro com “Toda Nudez Será Castigada”, que foi escrita com ousadia por Nelson Rodrigues e encenada em 1965 no Rio de Janeiro por Cleide Yáconis, vivendo a protagonista na pele da personagem emblemática Geni. Seguindo com projeção nacional através do cinema com Darlene Glória (1973) que ganhou os prêmios “Urso de Prata do Festival de Berlim” e o “Kikito do Festival de Gramado” e anos depois voltando aos palcos em São Paulo com Marília Pêra (1998). O texto é um grande símbolo de brasilidade, assinado pelo autor que revolucionou o teatro brasileiro, mas que nunca foi encenado com a estética negra reforçando a vocação folhetinesca de seu teatro. Queremos trazer de volta um espetáculo tão atual, mas personificado, agora, por afro-brasileiros para provocar a discussão da pouca visibilidade do ator negro no teatro, partindo de uma obra rodriguiana que é sempre moderna. Ela propõe uma reflexão sobre os caminhos da moral e dos valores na sociedade carioca e, consequentemente, brasileira. Nada mais justo que homenagear, difundir e manter viva a memória deste genial escritor brasileiro que é considerado o nosso “William Shakespeare Brasileiro”.

Objetivos

O projeto proporciona aos espectadores a oportunidade de conhecer a obra de um dos maiores autores desse pais, contada por atores negros, além de levar à cena a primeira montagem teatral de Nelson Rodrigues protagonizada por um elenco predominante de atores negros. Traz ao público a oportunidade de ver atores negros vivendo personagens atuais, os quais são raros em montagem que raramente possuem atores negros como protagonista. Proporcionaremos entretenimento, mas, principalmente, reflexão na população que atores não tem cor. Essa montagem pretende reforçar a partir de uma nova visão, que podemos viver diferentes personagens independentes da cor da pele, apenas por sermos atores, desmitificando a questão de papeis para atores negros e atores brancos. 1 Objetivo Geral: • Realizar a montagem e a temporada de um espetáculo inédito. Esta proposta pretende realizar três meses de temporada no Rio de Janeiro. Serão 48 apresentações, de quinta a domingo, com público estimado de 300 pessoas por apresentação. O público total atingido, incluindo o ensaio aberto, será de aproximadamente 14400 espectadores.pessoas. 2 Objetivos Específicos: 2.1 Ensaios abertos e gratuitosAntes de sua estreia o espetáculo será apresentado através de ensaio aberto e gratuito com capacidade para 300 pessoas. Haverá também distribuição de ingressos gratuitos para estudantes da rede pública de ensino, Ongs e associaçãode moradores de baixo poder aquisitivo. 3. Resultados esperados: • Resgatar atores de gerações passadas que tiveram extrema importância no cenário artístico nacional e hoje se encontram afastados por falta de oportunidade do trabalho; • Unir gerações de atores, alguns em evidências e outros que buscam uma oportunidade de se firmar no mercado onde, através do espetáculo poderão ter a oportunidade de ser avaliado por seu desempenho; • Divulgar novos talentos (atores de cidades interioranas), inserindo-os no mercado.

Justificativa

Esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. De acordo com o Art. 3º serão alcançados os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de espetáculos de artes cênicas; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Hoje o Brasil tem consciência de sua origem africana. Muito do que o país é, cultural e espiritualmente, deve à comunidade brasileira. Não basta, entretanto, conhecer essa realidade é necessário que ela se arremesse em todos os âmbitos da vida nacional e seja concretamente reconhecida. Para tanto é necessário que a sociedade brasileira permaneça em seu intento de combater, aberta e engajadamente, toda forma de discriminação e todo tipo de exclusão. O racismo vigente na sociedade brasileira encontrou, geralmente, no Teatro um fiel reprodutor. Tornou-se incontável o número de vezes em que atores e atrizes de ascendência africana _ e inegável talento _ foram impedidos de representar em espetáculos teatrais sob a alegação de que neles não havia papéis negros. Como, também, tornou-se hábito a representação de personagens negras por atores brancos maquiados de preto. A censura econômica, velha e inestimada conhecida dos artistas e dos empresários culturais foi, constantemente, implacável com relação aos negros. Os argumentos que visavam justificar a escassez de recursos para a área da Cultura e do Teatro, em especial, sempre esconderam, entretanto, uma profunda desconfiança acerca do que produziam - ou procuravam produzir _ ideológica e qualitativamente os negros. Frente a este histórico tratamento, é fundamental que a sociedade brasileira busque a igualdade de oportunidades e se conserve firme e constante na promoção dos direitos dos cidadãos de origem africana. A partir de justas avaliações que levem em conta o legado negro, extensamente difundido em vários setores de nossa cultura, faz-se tão oportuno quanto necessário, o incentivo político e econômico a projetos culturais que tenham por objetivos o resgate da memória histórica e/ou teatral afro-brasileira e o fortalecimento da cultura nacional e do poder artístico do negro. Montar "Toda Nudez Sera Castigada" se faz necessario, presimos ter "referencias" e devido à complexidade da proposta, se faz necessário ter ao apoio LEI ROUANET, uma vez que sem patrocínio fica impossibilitado a montagem desse espetáculo.

Estratégia de execução

Com essa produção os atores negros serão o maiores beneficiados, tanto os novos talentos quanto os de antigas gerações, que poderão encontrar novos caminhos para o mercado de trabalho. Unir gerações de atores em evidência ou não é sempre uma ótima opção para novos fluxos da dramaturgia contemporânea. Sem falar que outros profissionais, naturalmente, serão beneficiados numa ficha técnica que requer uma grande lista de nomes, que consequentemente darão sustento há muitas famílias. Não podemos esquecer do público que vai absorver todo o resultado dessa ação que ficará na história teatral. Tivemos um projeto aprovado na Lei Rounet - PRONAC nº 117932 e já haviamos pago o valor referente ao Direito Autoral, infelizmente não conseguimos captar o valor aprovado e agora na retomada do projeto, acordamos com a Empresa Abramus que representa a familia do autor que pagamento dos direitros autorais será realizado caso consigamos captar o valor para o montagem.

Especificação técnica

O Proponente do Projeto terá na planilha orçamentária a rubrica de Coordenador de Projeto.

Acessibilidade

A produção se responsabiliza por locar o teatro adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761, nos termos do art. 23 da lei n.° 10.741, de 1° de outubro de 2003, e do art. 46 do decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange a seção “Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Plenamente em acordo com o disposto no artigo 27 do Decreto 5.761/06, o local selecionado para a realização da temporada terá acesso garantido com conforto a toda pessoa idosa ou com mobilidade reduzida. Em função dos prazos necessários à aprovação do projeto e à captação de recursos, ainda não podemos determinar o local exato onde acontecerá a temporada. Mas quanto à acessibilidade física: a temporada será realizada em teatro que disponham de: banheiro, corrimão adaptado e/ou rampa e/ou elevador para acesso a cadeirantes e outras pessoas com mobilidade reduzida. Mas quanto à acessibilidade de conteúdo: o projeto realizará 02 sessões com tradução de libras e haverá produção de folders em braille distribuídos gratuitamente.

Democratização do acesso

Para atender à democratização da cultura e à Instrução Normativa do MinC de 01.07.2013, o projeto opta por: Realizar 01 ensaio aberto geral à população onde buscaremos empresas com trabalhos filantrópicos para realizar a arrecadação de doações de alimentos não-pereciveis e agasalhos para a instituição em troca da entrada franqueada. Disponibilizaremos 10% dos ingressos gratuitamente nos dias das apresentações com 60 minutos antes do início da sessão para pessoas de baixa renda (a exemplo de estudantes de escolas públicas, idosos, portadores de necessidades especiais e seus acompanhantes, além de pessoas atendidas por equipamentos culturais de acesso franqueado ao público); De acordo com o art. 21 da IN nº 05/2017 do MinC, a proposta irá adotar a seguinte medida como ação de democratização de acesso: será realizado ensaio aberto antes da estreia do espetáculo.

Ficha técnica

Currículos resumidos com os principais trabalhos dos principais envolvidos: Esclarecemos que a proponente do projeto será responsável pela gestão administrativa, coordenação do projeto e também atuará no elenco do espetáculo. Diretora Artística: Carmen Luz · A atriz, coreógrafa e diretora é carioca com vários cursos de graduação e pós-graduação, além e acumular trabalhos na área artística. No teatro dirigiu os atores Léa Garcia, Zózimo Bulbul, Maria Ceiça, Ana Carbatti, Deoclides Gouvêa, Iléa Ferraz, Rosane Gofman, Cristina Pereira, entre outros. Já como atriz e dançarina foi dirigida por nomes como Miguel Falabella, Domingos Oliveira, Luís Antônio Martinez Corrêa, Haroldo Costa, Werner Herzog, Marcio Meirelles e Alcione Araújo. É licenciada e pós-graduada em Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduada em Cinema-Documentário pela Fundação Getúlio Vargas. Possui formação acadêmica multidisciplinar e reconhecida experiência em criação e execução de projetos artísticos, educacionais e socioculturais em favelas e comunidades de baixa renda. É criadora de danças, peças de teatro e projetos audiovisuais e foi gestora cultural em equipamentos públicos municipais. Entre suas criações realizadas no Brasil destacam peças coreográficas em colaboração com criadores europeus e norte-americanos. Elenco do Espetáculo · Maria Ceiça Atriz, cantora e apresentadora brasileira, nascida na cidade do Rio de Janeiro e com respeitável carreira no teatro, no cinema e na televisão. Formada pela Escola de Teatro Martins Pena, começou a sua carreira profissional em 1989, na TV Globo, com a novela Pacto de Sangue. Desde então, atuou em várias novelas pela TV Globo e pela Rede Record, interpretando personagens que ficaram no inconsciente do público brasileiro e lusófono, tais como a Tuquinha Batista de "Felicidade"ou a Márcia de "Por Amor". Ganhadora do Troféu Andorinha, Prêmio Especial do Júri, do Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa em 2006 e Homenageada Especial no African Film Festival em Nova York em 2005, Atuou em vários filmes, entre os quais importantes produções brasileiras e internacionais, como “Filhas do Vento”(Brasil), vencedor de 6 Kikitos no Festival de Gramado, “Cruz e Sousa, o Poeta do Desterro” (Brasil), “O Testamento do Sr. Napomuceno” (Cabo Verde), vencedor do Kikito de melhor Filme no Festival de Gramado de 1997, “Se eu fosse você” (Brasil), “O Herói”(Angola), vencedor do Grande Prêmio no Sundance Festival, de 2004. Nos palcos, ela atuou em mais de 15 peças de teatro, dentre as quais grandes sucessos como Boeing-boeing, A Lua que me Instrua e Os Negros, de Jean Genet, além de ter feito turnês em dois shows, atuando como cantora de repertório baseado na MPB. Como apresentadora, está desde 1997 na TV Escola, um canal de educação dirigido aos professores e alunos das escolas públicas do Brasil. Em 2007 exerceu a função de Superintendente da Igualdade Racial, na Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, Maria Ceiça está à frente da Produtora Luminis Produções Artísticas. · Rodrigo dos Santos Ator de cinema, teatro e televisão com trabalhos em séries e novelas. Baile de Máscaras; Desnude; Malhação; Destino (2018), Aos Teus Olhos; Rarefeito (2017), Rock Story (2016-2017), A Herança (2017) Drakkar; Felizes para Sempre? (2015), Billi Pig (2012), Passione (2010), Nosso Lar2010 Em Terra de Cego... 2009 Força-Tarefa (2009), Beleza Pura. Plastic City; Cidade de Plástico; Última Parada 174 (2008); (2008), Cidade dos Homens; A Diarista (2007), Filhos do Carnaval; O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias (2006), Murmu (2004), A Grande Família (2001-2002). · Léa Garcia Atriz de cinema, teatro e televisão tem Prêmios e indicações no Festival de Natal (2009): melhor atriz por Dias Amargos – direção de Silvio Coutinho; Jornada Internacional de Cinema da Bahia (2006): Memórias da Chibata – direção de Marcos Manhães Marins; Festival de Gramado: melhor atriz por As Filhas do Vento (2005). Cinema: Léa Garcia em Paris (1960), Orfeu Negro (1959), Os Bandeirantes(1960) - Ganga Zumba (1963), Santo Módico (1964), Quilombo (1984), Cruz e Sousa - O Poeta do Desterro (1998), Orfeu (1999), Viva Sapato! (2002), As Filhas do Vento (2005), Memórias da Chibata (2006), Mulheres do Brasil, O Maior Amor do Mundo (2007), Dias Amargos (2009), Billi Pig (2012). Somam-se a esses trabalhos, séries e novelas na televisão: Mister Brau, Sol Nascente (2017), Êta Mundo Bom (2016) - A História de Ester (2010), A Lei e o Crime (2009), Luz do Sol (2007), Cidadão Brasileiro (2006), O Clone (2001), Suave Veneno (1999) - Anjo Mau (1997), Xica da Silva (1996), Tocaia Grande (1995), A Viagem 994), Agosto (1993), Araponga (1990), Desejo (1989) Pacto de Sangue (1988), Abolição (1987) Helena; Dona Beija (1986), Bandidos da Falange (1987), Gladys (1983), Marina (1980), Maria (1978), Escrava Isaura (1976), A Moreninha (1975), Fogo Sobre Terra (1974). · Sergio Menezes O Tempo não Para Tales Gentil (2018), Carcereiros ( 2ª temporada – 2018), Pega Pega (2017), Politicamente Incorreto (2014) , Cheias de Charme (2012), As Cariocas (2010), Bela, a Feia Diogo Marques (2009), Amor e Intrigas (2007), Sinhá Moça (2006), A Diarista (episódio Cabelo Programado – 2004), Celebridade (2003), O Beijo do Vampiro (2002), Porto dos Milagres (2001), Brava Gente Bonifácio (episódio Meia Encarnada Dura de Sangue – 2000), Força de um Desejo (1999) Completa o elenco - ator/ personagem: · Sérgio Malheiros (Serginho) · Chris de Paulo (Tia 02) · Ana Miranda (Tia 03) · Elcio Matheus (Odésio e Padre) · Arundo Terceiro (Médico) · Rogério Freitas (Delegado) .

Providência

PROJETO ARQUIVADO.