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O Festival da Cidadania pela Diversidade e Inclusão, contempla mostra de Cinema Acessível com exibição de filmes com acessibilidade plena, seguido de debate com a plateia após a exibição de cada filme. Faremosa produção de acessibilidade (audiodescrição, LIBRAS e legendas descritivas) em dois títulos cinematográficos de sucesso, aumentando assim o acervo de obras acessíveis do cinema, que serão exibidos no projeto. Contempla ainda oficinas para capacitação de professores, lideranças comunitárias, gestores, trabalhadores e agentes da cultura sobre o tema da Inclusão e Diversidade. Também prevê debates sobre o direito das pessoas com deficiência e mercado de trabalho, e a realização de PodCast com os temas da cidadania, da diversidade e da inclusão social, sempre com participação de lideranças comunitárias, preferencialmente das periferias nas cidades visitadas. Todas as ações previstas serão executadas nas 05 cidades de 04 regiões do país que o projeto será apresentado.
Objetivo Geral Difundir conhecimentos e capacitar pessoas multiplicadoras sobre o tema da acessibilidade, da inclusão sociocultural, Diversidade e o combate aos preconceitos e desigualdades em acesso e oportunidades, através de oficinas e debates, colaborando e fortalecendo o processo de transformação social. Oportunizar a democratização do acesso a conteúdo culturais e de lazer com qualidade em produções cinematográficas, sempre no formato acessível para pessoas com deficiência. Promovendo a inclusão e convívio igualitário de todas as pessoas e visando contribuir para o exercício pleno da cidadania através de uma atividade lúdica como o cinema, sensibilizando e conscientizando as pessoas para o convívio e respeito às diferenças na pratica. Objetivo específico Realizar o Festival da Cidadania pela Diversidade e Inclusão - em cinco cidades do Brasil, Manaus, Canoas-RS, Fortaleza, Natal, São Paulo, com exibição de filmes com as três tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, janela de LIBRAS e Legenda descritiva), proporcionando a uma parcela significativa da população - pessoas com deficiência visual, cegos, pessoas com deficiência auditiva, surdos, pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva e, pela gratuidade das ações, a população de baixa renda - o acesso à cultura, à educação e ao lazer através da arte cinematográfica. O público Total previsto para as sessões do cinema Acessível é de 3280 pessoas. Com uma sessão por Cidade: Manaus 550 pessoas, Canoas-RS 550 pessoas, Fortaleza 550 pessoas, Natal 550 e São Paulo 1080 pessoas. Realizar três Oficinas por cidade com duração de três horas cada e uma hora aberta para debates e dúvidas e também em cada cidade haverá uma oficina com duração de uma hora e mais trinta minutos de debate com os participantes. O público estimado é de 200 pessoas por cidade, totalizando 1000 pessoas. A escolha do local das Oficinas será feitas em comum acordo com os agentes locais e parceiros de cada cidade que o Projeto Visitará, preferencialmente salas nas escolas participantes ou pequenos auditórios, desde que preencham todos os requisitos de acessibilidade espacial. 01-A oficina EDUCADORES MAIS INCLUSIVOS, visa instrumentar Educadores para o melhor acolhimento de crianças e jovens com e sem deficiência no ambiente escolar. Trazem à reflexão dos participantes (educadores, pais, agentes culturais, lideranças e gestores), com ampla base técnico-cientifica, as questões que envolvem a diversidade e a comunicação não violenta, estimulando a auto crítica e a quebra de paradigmas, identificando falhas estruturais consolidadas nas vidas em seu relacionamento cotidiano, como racismo, machismo, misoginia, capacitismo, intolerância, preconceito, entre outras, e aborda sempre as formas e ferramentas de combatê-las. 02-OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS. Notória a necessidade de atualização para capacitação de produtores e gestores de cultura, envolvidas com iniciativas na área, sejam individuais ou nas organizações coletivas nas diversas comunidades visitadas pelo projeto. Esta oficina visa ampliar a participação das pessoas, capacitando-as e tornando-as com melhores condições técnicas para estes pleitos de forma que aumentem as possibilidades para sua seleção e execução de suas atividades e iniciativas propostas e por seu caráter de gratuidade, atinge também um público-alvo de baixa renda, agentes atuantes em áreas de vulnerabilidade social, grupos minorizados e contribui fortemente para a democratização do acesso às fontes de financiamento. A exigência das acessibilidades nos projetos culturais ainda é uma novidade para os gestores e produtores de cultura. Esta oficina também prepara os agentes de cultura para as melhores escolhas das equipes e dos profissionais da área da acessibilidade para compor os projetos, buscando o efetivo resultado para o público das pessoas com deficiência, não somente com o intuito de cumprimento legal dos editais e leis de incentivos a cultura, mas o efetivo resultado de acesso do público PcD . 03-Oficina ministradas por especialista sobre os direitos das pessoas com deficiência, abordando mecanismos legais de inclusão e colocação de PCDs no mercado de trabalho. O foco principal será nas áreas da cultura principalmente como consultores com deficiência voltado para elaboração de projetos e colocação no mercado de trabalho como um todo. Serão realizadas uma por cidade, com duração de uma hora, e após 30 minutos para interação com a plateia. Produzir um podcast em cada cidade com duração de 40 minutos cada, abordando as temáticas da cidadania, diversidade e inclusão sociocultural. Serão convidados para participar lideranças comunitárias locais, produtores culturais e especialistas em diversidade e inclusão. Pretendemos atingir 1000 mil pessoas em cada edição. Vamos Produzir, três tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, janela de LIBRAS e Legendas Descritivas), em dois novos títulos (preferencialmente produção Brasileira) de sucesso no cinema, com objetivo de ampliar o acervo atual de filmes acessíveis. As tecnologias (LIBRAS, Audiodescrição e Legendas Descritivas), são apresentadas no formato "Som da Luz", ou seja, simultâneas e de forma aberta para todo o púbico. Este formato gera o acesso de qualidade e entendimento das obras fílmicas para as pessoas que precisam se valer das tecnologias, e também tem a função educativa ao mostrar para o público em geral, pessoas sem deficiência, que existem tecnologias que permitem que pessoas com e sem deficiência possam estar no mesmo ambiente com oportunidades equiparadas de entendimento, diversão e emoção que a magia do cinema proporciona. Estes processos de produção de acessibilidade em filmes para exibição nos cinemas, conta com uma equipe de profissionais altamente qualificados, que garantem a qualidade das acessibilidades e efetivo acesso para pessoas com deficiência à magia do cinema. O projeto tem como objetivo promover a convivência das pessoas com deficiência e sem deficiência a um universo único, onde todos tenham as oportunidades equiparadas e promover a formação de uma sociedade melhor e igualitária de forma natural e provoca o pensar nos conceitos de inclusão e convivência. Assim Estamos alinhados com os objetivos do desenvolvimento sustentável ODS 4, ODS 8 e ODS 10, participando diretamente da implementação da agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Antes do início de cada filme, o representante da OSC Mais Criança fará uma rápida explanação sobre as tecnologias empregadas nos filmes e sobre a importância desta ação. A equipe Mais Criança distribuirá para o público sem deficiência máscaras/vendas para os olhos para quem quiser assistir ao filme ou parte dele, como as pessoas que não enxergam assistem. A experiência de tentar se colocar no lugar do outro, entender como a audiodescrição funciona e a importância de termos conteúdo com esta tecnologia inclusiva. O projeto se enquadra nos Art Iº (I, VII e VIII) e Art.IIIº (inciso II - a, b, c, e. inciso IV - a, inciso V - b)
O mecanismo de incentivo é fundamental para a realização do Festival da Cidadania pela Diversidade e Inclusão que vai possibilitar atividades e conteúdo acessível de qualidade para uma parcela da população até há pouco tempo privada da magia do cinema, muitas vezes pela falta de iniciativas inclusivas libertadoras como essa. Nosso público-alvo em todas as atividades previstas neste Projeto são os grupos minorizados - pessoas com deficiência, baixa renda, LGBTQIAPN+, mulheres, comunidades periféricas, negros e indígenas, pais atípicos entre outros _ que devem estar presentes em todos os momentos e ocupar todos os espaços culturais valendo-se do direito legal do exercício da cidadania plena e para isso a acessibilidade é fundamental. No projeto vamos realizar a exibição de filmes de longa-metragem com audiodescrição, janela de libras e legendas descritivas, proporcionando acessibilidade para as pessoas com deficiência visual e cegos, pessoas com deficiência auditiva e surdos e pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva, e por ser apresentado gratuitamente em todas as sessões, contemplamos também a população de baixa renda. A escolha das obras apresentadas no catálogo do Festival é feita com muito apuro e critério no que diz respeito às temáticas e seu impacto na sociedade contemporânea. Envolvem questões críticas como preconceito, discriminação, juventude, entre outros, para que com a realização do projeto possamos contribuir com o olhar sensível e um crescimento dos valores éticos na sociedade. O Projeto prevê também a realização de Oficinas de Inclusão e Diversidade, e capacitação de agentes de cultura, com duração de três horas cada e mais uma hora aberta para debates e trocas de experiências. As Oficinas são dirigida para educadores, gestores e produtores culturais visando contribuir de forma efetiva à capacitação para o acolhimento mais adequado de alunos e publico PcDs, LGBTQIAPN+ e outros grupos minorizados no ambiente escolar, de cultura e lazer. Esta atividade é voltada também trabalhadores e lideranças das localidades, mostrando o quanto diversa é nossa sociedade e as barreiras encontradas, tanto de acesso físico e tecnológico quanto atitudinais no dia a dia das pessoas com deficiência e qual o papel destes agentes na luta para inclusão. As Oficinas sobre os direitos da pessoa com deficiência abordam os mecanismos legais que amparam as PCDs para sua disputa no mercado de trabalho incluindo cotas, programas existentes nas diversas áreas e setores, a conscientização sobre a postura afirmativa diante das diversas situações cotidianas dentro do tecido social que envolvem essas pessoas e seus familiares, qualificando sobremaneira as relações sociais. O PodCast abordando o tema da cidadania, da diversidade e da inclusão social terá sempre a participação de lideranças comunitárias e agentes promotores de programas e ações locais envolvendo os temas da diversidade e inclusão através da cultura e será uma importante ferramenta de fortalecimento das ações que já são realizadas em cada local. Sabemos que estamos apenas no início de um processo de inclusão das pessoas com deficiência ao convívio diário de forma natural. Os dados da deficiência no Brasil são alarmantes. Segundo o censo do IBGE de 2010, no Brasil temos 23,83% da população, 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, 87% desses vivem em zonas urbanas. Não está computada nessa estatística a população com lesões auditivas, ou visuais, ou de mobilidade causadas por diabetes, nem a população de idosos, que aumenta a estatística significativamente. A Lei Brasileira da Inclusão (2015) veio para reforçar o direito das pessoas com deficiência quando diz que "Art. 1º. É instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania." Projetos como o Festival da Cidadania pela Diversidade e Inclusão, que promovem a acessibilidade e inclusão de todos, são fundamentais na transformação social. O projeto se enquadra nos Art Iº (I, VII e VIII) e Art.IIIº (inciso II - a, b, c, e. inciso IV - a, inciso V - b)
O Festival contempla mostra de Cinema Acessível com exibições de filmes com três tecnologias de acessibilidade, seguido de debate com a plateia após a exibição de cada filme. Será exibido em 5 cidades. Antes do início de cada filme, o representante da Mais Criança fará um debate de explanação sobre as tecnologias empregadas nos filmes e sobre a importância desta ação, sempre acompanhado de um intérprete de libras, bem como após cada exibição haverá o debate com a plateia sobre a experiência inclusiva vivenciada durante a sessão. Nas sessões de cinema equipe Mais Criança distribuirá para o público sem deficiência máscaras/vendas para os olhos de quem quiser assistir ao filme, ou parte dele, como as pessoas que não enxergam assistem. A experiência para estas pessoas de tentar se colocar no lugar do outro, entender como a audiodescrição funciona e a importância de termos conteúdo com esta tecnologia inclusiva. As Oficinas terão duração de três horas cada e mais uma hora aberta para debates e trocas de experiências. As Oficinas sobre direitos das pessoas com deficiência serão realizadas com duração de uma hora com acréscimo de 30 minutos para interação com a plateia. O Podcast será realizado um em cada cidade com a participação de agentes locais e terá duração média de 40 minutos. A Associação Mais Criança preparará um vídeo no formato acessível para apresentar antes do filme, dando os devidos créditos ao financiamento do projeto pelo Ministério da Cultura e os patrocinadores. Em todas as sessões de cinema e eventos, contaremos com uma equipe de produção especializada para receber o público com deficiência e voluntários aptos para tal.
O projeto tem como foco o fortalecimento da acessibilidade como fator fundamental para a transformação social na criação de uma sociedade inclusiva de forma natural. Contempla várias características de pessoas com deficiência: Pessoas com deficiência visual através das audiodescrição prevista em todas as etapas. Pessoas com deficiência auditiva através dos interpretes de LIBRAS em todas etapas e a Legenda descritiva em todos os conteúdos em vídeo. Pessoas com deficiência intelectual ou cognitiva, pessoas do espectro autista suporte 1 e 1para 2, pessoas com síndrome de Down também se valem da audiodescrição,( a soma da imagem e a descrição das imagens facilitam a cognição e o entendimento das obras). A ambientação das salas de exibição será adequada para o conforto deste público, o controle de luzes de serviço sempre acessas evitando o breu total e som não muito auto. Pessoas com deficiência de mobilidade pela escolha de locais com rampas de acesso ou elevadores e banheiros acessíveis. A equipe da Associação Mais Criança, proponente do Projeto, está apta para receber e acolher de forma adequada todo o publico das pessoas com deficiência com as suas mais diversas características. Todas as atividades propostas no Festival da Cidadania pela Diversidade e Inclusão são voltadas para a acessibilidade universal e a inclusão de pessoas com deficiência: 1-A exibição de longas-metragens de sucesso com tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, LIBRAS e Legendas Descritivas). 2- Os debates após a exibição de cada filme, as oficinas “Diversidade e Inclusão”, as voltadas para projetos culturais, bem como as oficinas sobre direitos da pessoa com deficiência terão intérpretes de LIBRAS e audiodescritores para acessibilidade do público participante. 3-O podcast que será realizado em cada cidade terá em sua abertura autodescrição dos participantes para o público ouvinte com deficiência visual e janela de LIBRAS na sua versão em vídeo e nos pequenos cortes em audiovisual para as redes sociais. 4- A escolha dos locais de realização do Festival Projeto deverá garantir a acessibilidade física e de mobilidade ao público, locais com rampa para o acesso, banheiros acessíveis, piso tátil. 5- O projeto prevê a produção de acessibilidade Universal em duas obras cinematográficas de sucesso, será adaptada com as três tecnologias de acessibilidade (Audiodescrição, LIBRAS e Legendas Descritivas),para o público das pessoas com deficiência, e serão sempre em sessões gratuitas, promovendo o acesso a população de baixa renda. Todos os processos de Acessibilidade Universal previstos no projeto, tanto de conteúdo gravado como ao vivo, passam por um controle rigoroso feito pelo diretor de acessibilidade, profissional habilitado e experiente para o trabalho e também pela equipe Mais Criança com a supervisão dos técnicos especialistas em acessibilidade. Todas as etapas e atividades contam com equipes de profissionais capacitados de diferentes áreas técnicas com expertise em acessibilidade. E para composição de valores tomamos como orientador a tabela Salic Net regional. Podemos citar algumas rubricas fundamentais para a acessibilidade como: 01-Diretor Artístico - O trabalho de diretor artístico e estético em audiodescrição, profissional que faz a revisão do roteiro de audiodescrição, antes (com o roteirista) e durante a gravação, fazendo as interferências necessárias priorizando o entendimento da obra preservando a estética proposta pelo diretor do filme. 02-Assistentes – Etapa ACESSIBILIDADE EM LIBRAS - Trabalho de revisor ouvinte especialista em língua brasileira de sinais (libras), e outro revisor técnico de preferência surdo. Estes dois profissionais garantirão a eficiência da tradução dos diálogos para libras, evitando sinais regionais, quando possível, buscando entendimento nacional da comunidade surda. Sempre buscando a melhor estética do trabalho apresentado. Os dois são necessários para a revisão final do. Não existe o item revisor de libras, assistente é o que mais se assemelha. 03- Autoração - Item que mais se assemelha ao trabalho técnico de abertura e finalização do filme/ projeto com as três tecnologias de acessibilidade. Quando são separados os áudios em português e imagens originais para serem inseridas as acessibilidades de audiodescrição. Libras e legendas explicativas, e a montagem e finalização no formato escolhido. 04- Câmera Digital - ACESSIBILIDADE PARA LIBRAS - ACESSIBILIDADE PARA LIBRAS - O Item que mais se assemelha ao trabalho técnico de abertura, edição e finalização no filme (projeto), quando inseridas Libras e legendas para surdos e ensurdecidos LSE, e a montagem e finalização no formato escolhido DVD ou Blue Ray e DCP. Etapa executada com os técnicos com conhecimento em LIBRAS, garante a sincronia da tradução. 05- Consultoria Técnica - ACESSIBILIADADE PARA AUDIODESCRIÇÃO - Como não existe o Item de Consultor com deficiência visual usamos este item. Contratação de um consultor cego para aprovação da audiodescrição inserida no filme. Este trabalho é o que garantirá a qualidade final do trabalho de audiodescrição por ser revisado por um usuário. 06- Diretor de Acessibilidade- ACESSIBILIDADE UNIVERSAL - Coordenação e acompanhamento no trabalho das equipes técnicas que vão gerar as acessibilidades nas exibições do filme acessível, Oficinas de Diversidade e Inclusão e falas de abertura nos eventos. Fundamental para que o processo e resultado final das acessibilidades no filme seja eficiente e com uma estética agradável ao público-alvo, as pessoas sem e com deficiência. 07-Edição de Imagem - ACESSIBILIDADE EM LIBRAS - Edição das imagens da filmagem do intérprete de libras para inserção no filme com ajuste de Time Code, incluído hora de revisão na ilha de edição. São calculadas 10 horas de trabalho para cada hora de filme finalizado. Para o cálculo usamos a tabela de referência Salic net Regional. É o valor médio praticado no mercado em Porto Alegre. 08 - ACESSIBILIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO - Edição da audiodescrição no filme, priorizando a compreensão da obra pelo usuário, é um dos mais importantes passos no processo de audiodescrição. Edição perfeita faz toda a diferença no entendimento do usuário cego, sempre priorizando a não sobreposição do áudio da obra. Esta harmonia garante qualidade tanto para cegos como para pessoas sem deficiência 09 – Intérprete de LIBRAS - ACESSIBILIDADE EM LIBRAS - Contratação de Intérpretes de LIBRAS para tradução do filme que será acessibilizado, bem como na tradução das falas de abertura nas sessões dos filmes, recepção do público surdo e Oficinas. 10 - Narrador de Audiodescrição - ACESSIBILIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO - Contratação de profissionais narradores para gravar as locuções de Audiodescrição para o projeto, e sempre outro profissional para uma outra narração diferenciada, para as intervenções como traduções de falas ou escritas em outro idioma sem ser o português, bem como os créditos finais e outras intervenções necessárias. 11 – Roteirista de Audiodescrição - ACESSIBILIDADE EM AUDIODESCRIÇÃO - Esta etapa inicia na pré-produção, como não existe o item pré produção está sendo lançada em produção. Serão contratados roteiristas de audiodescrição para garantir a agilidade e eficiência do trabalho. A qualidade e experiencia deste profissional é o que faz toda diferença no entendimento pelo público-alvo. 12 - Técnico de som - ACESSIBILIDADE EM ADIODESCRIÇÃO - O profissional de áudio com conhecimento técnico em audiodescrição para o melhor resultado trabalho. Opera da mesa de som nas gravações da audiodescrição, edição e mixagem.
As medidas vão além da gratuidade e garantem que o acesso ao festival seja efetivamente democratizado para todas as pessoas. Tecnologias Assistivas(de acesso): Implementação de recursos como audiodescrição, legendas descritivas, Libras e outros suportes para garantir que pessoas com deficiência visual, auditiva, cognitiva ou intelectual possam participar plenamente das atividades tendo acesso aos conteudos. 1. Acessibilidade Espacial: Escolha de locais que garantam a acessibilidade universal, possibilitando a participação de pessoas com mobilidade reduzida ou outras necessidades específicas. 2. Disponibilização Digital: O vídeo relatório do projeto será disponibilizado nas redes sociais do proponente e parceiros em formato acessível, garantindo que mesmo aqueles que não puderem comparecer presencialmente tenham acesso ao conteúdo e aos impactos do festival. 3. Inclusão de Diferentes Públicos: Além de ampla divulgação em todas as etapas e cidades onde o projeto circulará, com objetivo de atingir um maior número de pessoas das localidades, o festival adotará estratégias de comunicação acessível, como materiais em formato digital adaptado e linguagem simples, ampliando a compreensão e a participação de diversos públicos. Democratização do Acesso também é dar o direito de escolha às pessoas decidirem se querem ou não assistir a um filme. Sem as tecnologias assistivas que o projeto propõe, as pessoas com deficiência visual ou deficiência auditiva, ou cognitiva ou intelectual, perdem o direito à escolha, simplesmente não podem assistir.
Sidnei Schames-Diretor Geral Produtor cultural, empreendedor social, empresário e músico brasileiro, natural de Porto Alegre. Comanda projetos de inclusão das pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência a um universo único, prestando consultoria em soluções tecnológicas de inclusão, colaborando na efetivação das políticas públicas de acessibilidade plena, tendo como meta o “Tudo para Todas a Pessoas”. Preside a Associação Mais Criança, OSC que promove atividades e ações com finalidades educativas, artísticas, culturais, sociais, de lazer e de comunicação em benefício do desenvolvimento geral da comunidade e a promoção da qualidade de vida e inclusão social de grupos vulneráveis, a defesa do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável. Tem como premissa de trabalho a acessibilidade como condição indispensável para possibilitar às pessoas com deficiência o exercício pleno da cidadania e de todos os direitos e liberdades fundamentais, buscando assegurar a essas pessoas o acesso em igualdade de oportunidades. Atua como Diretor da AGADE, Associação Gaúcha de Audiodescritores, primeira do Brasil. Domina o conhecimento de fluxo de processos e sistemas de funcionamento de empresas comerciais visando melhor produtividade, identifica com objetividade desconexões, para obter o maior percentual de oportunidade de melhorias. Possui experiência em gestão de pessoas, conquistando com habilidade, na coordenação e liderança de equipes, os melhores resultados. Santiago Neto-Produção executiva, Músico, compositor e produtor cultural. Trabalha na área da gestão de projetos culturais desde 1998, iniciando na coordenação de Descentralização da Cultura de Porto Alegre (SMC), implantou oficinas de música nas periferias e foi supervisor das oficinas na capital gaúcha. Trabalhou como Assessor de Relações com a Comunidade constituindo Comissões de Cultura em todas as 16 regiões do Orçamento Participativo de Porto Alegre. Produziu e dirigiu o Festival de Música de Porto Alegre e a Festa de Réveillon da capital. Como Assessor Especial do Secretário de Cultura de São Leopoldo, implantou o Fundo Municipal de Cultura na cidade, abrindo seu primeiro edital. Integrou o Colegiado Nacional de Música junto ao MINC, o Conselho Nacional de Políticas Culturais CNPC e o Fórum Nacional de Música. Ocupou o cargo de diretor do Instituto Estadual de Música na Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul pela SEDAC (Secretaria de Estado da Cultura). Integrou a comissão de seleção do Prêmio Funarte de Programação Continuada, no Rio de Janeiro. Na cidade de Itacaré BA criou “A Sonora Casa Santiago de Arlene”, espaço cultural independente com escola de música atendendo a crianças de toda a comunidade com programas de apadrinhamento, mensalidades solidárias e alternativas de permutas para a população de baixa renda. Atualmente em Porto Alegre RS, trabalha com oficinas de música pelo Instituto Koinós na Associação Intercomunitária de Atendimento Social (AICAS), instituição que desenvolve programas voltados à população em situação de rua. Márcia Cristina Figueiras Gonçalves-Administradora de empresas pela FAPA, Mediadora e Conciliadora Arbitral pelo Conselho Brasileiro de Mediação e Conciliação Arbitral Brasília (CBMAE) e Especialista em Psicanálise e Educação pela Laureate University Implantou Programa de Aprendizagem Inclusiva em empresas como Cyrela Goldsztein, Ticket Log, Estrutural Sistemas. Palestrante da temática inclusiva e diversa já impactou mais de 100 mil pessoas com seus workshops autorais e vivenciais. Ana Cláudia Ferreira-Bacharel em Ciências Contábeis pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS, formação em Gestão de Negócios e Processos e metodologia Change Management. Empreendedora Social, Audiodescritora e Diretora e Coordenadora Técnica de Projetos de Acessibilidade. Gestão de Pessoas em Implantação de ERP Análise e redesenho de processos Gerenciamento Administrativo de Projetos de Acessibilidade Elaboração de Roteiros de audiodescrição para vídeos, livros, ambientes físicos, espetáculo ao vivo e exposição de arte. Narração de audiodescrição em vídeos e audiolivros. Coordenação técnica de projetos de acessibilidade em audiovisual, com três tecnologias assistivas. Associação Mais Criança Surgiu em 1999, em Porto Alegre/RS, com o intuito de criar um grupo de estudos sobre crianças e adolescentes afetados pela epidemia HIV/AIDS. Após, foi ampliada para desenvolver projetos assistenciais para crianças, adolescentes e suas famílias, com o objetivo de ajudá-los no enfrentamento à doença. Nos últimos 12 anos, houve uma significativa redução no número de crianças diagnosticadas com HIV no Brasil. De acordo com dados do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI), do Ministério da Saúde, os casos diminuíram em 87% entre 2009 e 2021, passando de 562 crianças em 2009 para 74 no ano de 2021. Ao ingressar no quadro da diretoria executiva, a atual presidência trouxe seu legado de atuação e militância no âmbito das pessoas com deficiência em trabalhos de acessibilidade em audiovisual, desde 2010, e através do projeto Festival de Cinema Acessível Kids. Diante desse cenário, decidiu-se pela ampliação do foco de atuação, atingindo dessa forma um maior número de crianças pertencentes a grupos vulneráveis, visando a inclusão social e privilegiando as áreas da educação, cultura e lazer. A OSC MAIS CRIANÇA passou a atuar na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal, tendo como referência os ODS em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura, a saúde, em busca de uma sociedade democrática equitativa e com acesso e participação de todos. Com esse propósito, nossa OSC desenvolve o projeto “Festival de Cinema Acessível Kids a Serviço da Inclusão Educacional” no Rio Grande do Sul, e com a participação no Criança Esperança, leva também a outras capitais do Brasil. Em 2020, com a pandemia de COVID 19, e a impossibilidade de seguir com os atendimentos, a diretoria decidiu ampliar o foco de atuação para dar uma resposta à nova realidade social que se impunha: a inclusão social dos grupos vulneráveis, privilegiando as áreas da educação, cultura e lazer, aprofundando a parceria técnica com a empresa de produção audiovisual Som Da Luz, especializada em ferramentas de inclusão em linguagens de libras, audiodescrição e legendas em cinema, promovendo assim o Festival de Cinema Acessível e o Festival de Cinema Acessível KIDS, em várias edições, recebendo este último a chancela da UNESCO e o Selo Criança Esperança. Nossa missão é atuar na defesa e promoção dos direitos humanos para a inclusão social, desenvolvendo e adotando tecnologias e abordagens inovadoras com a acessibilidade universal, tendo como referência os ODS em especial aqueles voltados para o desenvolvimento socioambiental, a educação, a cultura, a saúde, em busca de uma sociedade democrática equitativa e com acesso e participação de todos. Nossa FINALIDADE é a defesa e a promoção dos Direitos Humanos no âmbito da educação, saúde, assistência, cultura, esporte e lazer. Promovemos ATIVIDADES com finalidade educativa, artística, cultural, lazer, social e de comunicação, respeitando os valores éticos e sociais, em benefício do desenvolvimento geral da comunidade e a promoção da qualidade de vida e inclusão social de grupos vulneráveis, a defesa do meio ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável. Criamos, produzimos e disseminamos conhecimentos especializados que tenham a inclusão social, a defesa e a promoção dos Direitos Humanos como seu tema principal por meio de pesquisa ou métodos reconhecidos pela ciência. Desenvolvemos, implantamos e disseminamos novas tecnologias assistivas de inclusão universal, visando fortalecer os vínculos familiares, comunitários e sociais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.