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PRONAC 248671Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Semana do Hip Hop de Birigui

VANDERLEIA PEREIRA DOS SANTOS FERNANDES
Solicitado
R$ 199,7 mil
Aprovado
R$ 199,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Birigui
Início
2025-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Birigui São Paulo

Resumo

A "Semana do Hip Hop de Birigui" apresenta a produção da Semana do Hip Hop na cidade, totalizando a realização de 10 dias sequenciais de atividades voltadas ao fomento da cultura Hip Hop no município de Birigui/SP. As ações artísticas contemplam todos os elementos do Hip Hop, com batalhas de MC, All Style e Breaking, Mural de Graffiti, Baile Black, intervenções de Hip Hop nas escolas, shows de Rap e workshops com artistas locais e artistas nacionais renomados internacionalmente. Todas as atividades são gratuitas e possuem medidas de acessibilidades para inclusão de pessoas com deficiência.

Sinopse

A Semana do Hip Hop de Birigui é uma programação cultural de 10 dias que fomenta e valoriza a Cultura Hip Hop no município de Birigui/SP com diversas atividades artisticas como shows, batalhas, workshops e intervenções em escolas. A classificação indicativa é livre.

Objetivos

Objetivos gerais A Semana do Hip Hop de Birigui visa celebrar, educar, conectar e inspirar, promovendo a cultura hip-hop de maneira positiva e impactante. Dentre os inúmeros objetivos e metas, destacam-se: • Celebração e Reconhecimento: A semana visa celebrar a cultura hip-hop, reconhecendo sua influência na música, dança, arte e moda;• Conscientização e Educação: Promover a conscientização sobre a história e os valores do hip-hop, bem como educar o público sobre suas raízes e impacto social;• Inclusão e Representatividade: Proporcionar um espaço inclusivo para artistas, dançarinos, grafiteiros e outros talentos ligados ao hip-hop, destacando a diversidade e representatividade;• Networking e Intercâmbio: Facilitar a conexão entre pessoas interessadas na cultura hip-hop, criando oportunidades para colaborações e trocas de experiências; Objetivos específicos De forma sucinta, o impacto positivo e significativo na comunidade são o empoderamento e autoexpressão que oferece espaço para artistas se expressarem livremente. A inclusão e a diversidade dando voz a grupos marginalizados, criando um senso de pertencimento. A conscientização social abordando questões sociais, como racismo, desigualdade e justiça, estimulando a reflexão e a mudança. A inspiração para a juventude explorar suas paixões artísticas e canalizando energia criativa de maneira positiva. E a criação de redes de interesses comuns e oportunidades de colaboração e crescimento. Em resumo, a Semana do Hip Hop fortalece a comunidade, promove a cultura, eleva a autoestima e cria um ambiente de positividade e conexão. Segue a programação: 1 BATALHA DE MC; 1 BATALHA DE ALL STYLE; 1 BATALHA DE BREAKING; 1 MURAL DE GRAFFITI; 1 BAILE BLACK; 3 SHOWS DE RAP; 4 WORKSHOPS; 4 INTERVENÇÕES NAS ESCOLA. O projeto tem transmissões ao vivo na internet com interprete de Libras nas atrações competitivas e shows, prevê alcance de público de 10mil pessoas e os locais que receberão as atividades serão mapeados e estudados pela equipe, seguindo critérios de acessibilidade arquitetônica, localização em bairros periféricos, praças e espaços públicos, escolas e espaços culturais ligados a cultura urbana e Hip Hop.

Justificativa

A Semana do Hip Hop no Brasil é uma celebração que reconhece e homenageia a cultura hip-hop no país. Ela tem origem no movimento que nasceu em Nova York, nos anos 70, e se espalhou pelo mundo. No Brasil, o hip-hop chegou na década de 80, especialmente em São Paulo, onde jovens se reuniam para ouvir músicas vindas do Bronx e praticar novos passos de dança. Ícones como Nelson Triunfo e Thaíde foram precursores desse estilo. Desde então, o hip-hop se tornou uma potência na música, dança, arte e moda, impactando a autoestima de jovens que buscavam se integrar à sociedade. A data de 11 de agosto marca o início desse movimento que já completou 50 anos de existência, e no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um projeto de lei que determina essa data como o Dia Nacional do Hip-Hop. Além disso, ele também assinou em 20 de novembro de 2023, o Decreto de Valorização e Fomento à Cultura Hip-Hop no Brasil. Essas medidas foram construídas em parceria entre o Ministério da Cultura, a sociedade civil e a Construção Nacional da Cultura Hip-Hop. O Brasil se tornou o primeiro país do mundo a ter um ato revolucionário como esse, reconhecendo e valorizando a cultura Hip-Hop. Já no Estado de São Paulo é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial. A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou a Lei 498/2021, que oficializa o Hip Hop como parte do patrimônio cultural imaterial do estado. Essa conquista ocorreu em 7 de março de 2024.Dentre todos os âmbitos governamentais já mencionados, o município de Birigui merece a realização da Semana do Hip Hop visto que foi aprovada na câmara de vereadores a Lei Nº 5.986, de 9 de março de 2015 que instituiu a semana oficial do Hip Hop a ser realizada anualmente e integrou o calendário de eventos municipal, porém nunca foi produzido o mesmo, já percorrendo quase 1 década sem investimento real no Hip Hop. Desse modo é imprescindível a contemplação deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura para realizar a Semana do Hip Hop de Birigui que será uma oportunidade para celebrar a diversidade, fortalecer a identidade cultural e impulsionar o desenvolvimento social e econômico da cidade. Dado que o Hip Hop é muito mais do que um gênero musical, é uma expressão cultural que transcende barreiras e conecta comunidades e tem razões autênticas para ter a semana em Birigui pois além de fomentar as artes do hip hop com formações, shows e batalhas, é uma ferramente poderosa de transformação social para combater a violência, promover a paz, estimular o ativismo social, aquecer a economia local atraindo turistas e beneficiando restaurantes, hotéis e pequenos negócios, e a conexão cultural criando laços entre diferentes gerações, unindo jovens e idosos em torno da música, dança e arte.

Especificação técnica

Produzir um evento da Semana de Hip Hop requer planejamento, criatividade e colaboração. E para ajudar foi definido o propósito do evento que é celebrar a Cultura Hip Hop com diversas atividades culturais durante 10 dias subsequentes com vários artistas e a participação de 4 grupos/coletivos de Hip Hop da cidade. Dentre as técnicas e metodologias para organizar um evento memorável foi montada uma equipe dedicada com pessoas com habilidades na área e fechado parcerias com locais. E a programação é diversificada com artistas locais e nacionais para atrair diferentes públicos e oferta de uma variedade de atividades como shows musicais, batalhas de dança e rima, intervenções e formações. A divulgação da Semana do hip Hop será pelas redes sociais, cartazes, sites e parcerias de marketing e acesso gratuito as ações, com exceção do baile black que é para maiores de 16 anos e poderá ter ingresso a venda para manutenção do espaço. No mais o evento vai envolver engajamento comunitário, impacto social positivo, sustentabilidade com o uso consciente de materiais e a reciclagem para minimize o impacto ambiental (exemplos: reduzir o uso de materiais descartáveis, evitar banners e cartazes em excesso, usar os mesmos banners e backdrops nas atividades, optar por lâmpadas LED de baixo consumo energético etc), e aprimorar o evento para futuras edições visto que os Hip Hoppers fazem muito com pouco e a Semana de Hip Hop deve refletir a cultura, a diversidade, a paixão desse movimento e garantir uma produção cultural mais consciente e responsável.

Acessibilidade

Será levado em conta a escolha de locais que possuem algumas medidas de acessibilidades urbanísticas como rampas de acesso, corrimão, iluminação adequada, bebedouro, banheiros adaptados, piso tátil etc. Para maior comunicação e inclusão do público, os videochamadas de divulgação e os vídeos trailers da Semana do Hip Hop terão o recurso de Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE) que é uma forma de legenda completa para pessoas com deficiência auditiva. A presença de Interprete de Libras nos shows de Rap e nas batalhas de Rima e dança. E também a edição de vídeo com as melhores fotos da Semana do Hip Hop com a acessibilidade da audiodescrição que é um recurso que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual, traduzindo imagens em palavras, tornando-as acessíveis para quem não pode enxergar. Como já citado, o Hip Hop é inclusão de raças, credos, classes etc. E ainda uma cultura que uni jovens e idosos e trabalha a diversidade e pluralidade. Nos shows de Rap e batalhas será separado um lugar em destaque perto do palco com cadeiras para as pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida, obesas e idosos ficarem confortáveis e prestigiarem a atividade artística. Além do mais na execução das ações da Semana do Hip Hop a equipe e artistas não terão atitudes capacitistas, eliminando todo e qualquer forma de preconceito contra as pessoas, dado que o Hip Hop ensinou a unir as pessoas e não separar.

Democratização do acesso

· Divulgação em meios de comunicação digitais como redes sociais e releases em sites jornalísticos da região; · Colagem de cartazes em pontos estratégicos; · Acessibilidade financeira com atividades gratuitas para garantir que pessoas de todas as classes sociais possam participar; · Promover intervenções em escolas para envolver jovens e crianças, incentivando a participação desde cedo; · Realizar a inclusão social com atividades em diferentes bairros, especialmente nas áreas mais carentes, para alcançar um público mais amplo; · Diversidade de atividades com uma variedade de atrações como shows, batalhas e workshops para atender a diferentes interesses e faixas etárias; · Transmissões ao vivo pelo internet das batalhas e shows.

Ficha técnica

Vanderléia Pereira dos Santos Fernandes, Bgirl Léia (Proponente, produtora cultural e curadora) Vanderléia Fernandes, conhecida por Léia, é B.Girl atuante no campo da dança Breaking e mora em Birigui. Integrante do grupo Birigui City Breaking, competidora e jurada nos eventos e campeonatos com segmento no Hip Hop, participa de diversos festivais de dança com coreografias e realiza intervenções. Instrutora e oficineira de Breaking com oficinas e workshops em instituições e eventos. Fomentando o gênero feminino da Cultura Hip Hop na região noroeste paulista por meio da arte da B.Girling. Confira as experiências artísticas mais recentes: Produção do evento King Of City em Birigui/SP (de 2020 a 2023); Jurada da Batalha de Breaking no evento BBSA 2023 em Santo Anastácio/SP; Vídeoaula “Oficina de Top Rock e Stance” aprovada no edital Proac Direto 39/2021; Interprete no espetáculo de fim de ano da escola de dança “Casa de Expressão” de Araçatuba/SP (Em Busca do Amanhã – 2022); Jurada da batalha de Breaking na Mostra Final das Turmas do Proejto Ativação Hip Hop 2022 em Birigui/SP; Workshop de Breaking no Corpos Festival de Dança 2019 em Araçatuba/SP; Oficina de Dança Freestyle no projeto MACUCO 2019 em Araçatuba/SP; Premiação no Gravidade Festival 2018 (Votuporanga/SP) com a coreografia “Conteúdo Breaking Explícito” (1° lugar); Interprete nos espetáculos anuais da escola de dança e teatro “Léia Abreu” de Birigui/SP (Metamorfose – 2017, De Repente Anos 80 – 2018) etc. Veja sua rede social: www.instagram.com/vanderleiasants/ Gustavo Luís Fernandes, Bboy Nyambertal (Diretor geral, assessoria de comunicação e curador) Gustavo Luís Fernandes, artisticamente denominado de Nyambertal, é natural de Birigui/SP e possui 16 anos de experiência cultural. É dançarino profissional, b-boy, urban dancer, hip hopper, coreógrafo, professor, instrutor, palestrante e produtor cultural de eventos ligados a dança e a cultura urbana. Também é graduado em licenciatura em Educação Física, integrante dirigente do grupo de Hip-Hop Birigui City Breaking, idealizador da Casa do Hip-Hop de Birigui, diretor do Projeto Ativação Hip-Hop e apresentador do DaRua Podcast. Segue as experiências artísticas: Curso de dança de rua “BREAK DE CHÃO” pela Secretaria da Cultura de Araçatuba (2023); Professor de Breaking na Escola de Dança Casa de Expressão (Studio Karine Delfim) em Araçatuba/SP (2022 até o momento); Diretor geral do Projeto Ativação Hip-Hop em Birigui/SP (2022); Produção dos documentários de Hip Hop pela Lei Paulo Gustavo: Hip Hop Penapolense – Documentário Da História Do Hip Hop De Penápolis/SP (2024) e o H2 Biriguiense – Documentário Da História Do Hip Hop De Birigui/SP (2024); Recebeu a maior honrária cultural de Araçatuba/SP em 2020, o 17º Troféu Odette Costa – Vencedor na categoria Cultura Urbana (Araçatuba/SP). Além de ter várias participações em festivais internacionais, colecionar títulos em competições, ser jurado em eventos de dança e produzir diversos eventos de Hip Hop na região. Veja sua rede social: www.instagram.com/nyambertal/ Sergio Seite Leite Kunitsume, DJ Seity C8 (Coordenador artístico e curador) Seity Seite Leite Kunitsume ou simplesmente “Seity”, e artisticamente denominado de “C8” é de origem japonesa com residência fixa no Brasil há mais de 20 anos. Leva consigo uma grande bagagem musical de anos a fio como DJ e Produtor Musical no município de Birigui/SP. Desempenha trabalhos de discotecagem (disc jockey) em festas, casas noturnas, boates e eventos relacionados a cultura urbana, tendo forte atuação em campeonatos de Breaking do estado de São Paulo. Do mesmo modo, ocupa-se com produção musical regional de artistas ligados ao segmento eletrônico e do hip-hop. É um dos fundadores do “K.D.B Crew”, grupo de estilo Hip-Hop formado em Yokohama no Japão que posteriormente se formalizou em Birigui em como um time de B-Boys e B-Girls. Também é DJ do “Tropa RP”, grupo de Rap da cidade de Araçatuba/SP que conta com os rappers Roger Brown e Young. DJ integrante do grupo local de Hip-Hop Birigui City Breaking, e ainda atua como tatuador profissional no estúdio C8 Tattoo em Birigui. Veja sua rede social: www.instagram.com/c8sound/ Wagner Pereira Dias, Tass (Assistente de produção e curador) Wagner Pereira Dias, ou apenas Tass Dias é de Birigui, Graffiteiro desde 1999 sendo um artista visual especializado em Graffiti com formação autodidata e membro do coletivo Zero18Posse. Segue suas experiências e exposições mais recentes: Painel “O futuro é Ancestral” – Sesc Birigui em 2024; Painel D.A.E.P. “Fauna, Flora e Meio Ambiente” – Parque Maria Chica - Penápolis em 2024; Exposição Fotográfica Foto Graffiti na Casa do Hip Hop de Birigui em 2024; Evento “Mão na Lata” – Pista de Skate Municipal – Promissão em 2024; Workshop “Meu 1º Graffiti” – Sesc Birigui em 2024; Painel “Cores e Valores” – Edital Paulo Gustavo – Céu das Artes Birigui em 2024; Workshop de Desenho Cartoon “Riscos e Rabiscos” – Edital Paulo Gustavo – Céu das Artes Birigui em 2024; Eletiva Graffiti Pluralidade (Escola Izabel de Almeida Marin) – Birigui em 2023; Painel coletivo em comemoração ao dia internacional do Graffiti (secretaria de cultura) - Guaiçara em 2022; Pintura de Painel – Tesouros da Estância – Santa Fé do Sul em 2022; Professor da Oficina de Graffiti - Projeto Ativação Hip Hop (mar – nov) PROAC 2022 (Instituto Federal de Birigui), Participação em Podcast- A Rua é Nóis (FLIBI) – Birigui em 2021, dentre outros. Veja sua rede social: www.instagram.com/tass.dias/ Franco André do Nascimento Pereira, Frank Ejara (Workshop) Franco André do Nascimento Pereira, conhecido nacionalmente e internacionalmente como Frank Ejara, é Street Dancer desde os 11 anos, se tornando profissional em 1992 aos 20 anos de idade. Em 1.999 Fundou a Cia. Discípulos do Ritmo, na qual Dirige, Coreógrafa e Produz. A Companhia tem 7 Espetáculos que já excursionaram pelo Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia. Frank Ejara há anos realiza profunda pesquisa sobre todos os elementos da Cultura Hip Hop e principalmente no que diz respeito as Street Dances (Danças Urbanas). Tem feito intercambio Cultural com a Alemanha, França e Estados Unidos desde 2001. Entre seus projetos estão o “M.U.Dança”, “Hot Moves – programa de educação e entretenimento das Danças Urbanas”, Jam Olido – evento das danças Urbanas que aconteceu por 12 anos mensalmente e a mostra Dança Paulista “Rua em Foco”. Com seu espetáculo solo “Som do Movimento” se apresentou pelo Brasil, Inglaterra, França, Holanda e Estados Unidos. Frank Ejara sempre esteve envolvido com a música.Em 1989 iniciou uma dupla de Rap com o DJ Som 3. A dupla lançou um EP em 1.999 e fizeram várias colaborações com diversos artistas do Hip Hop e MPB, podemos citar o grupo Alquimistas e o cantor Fernando Forni. Frank Ejara é diretor do selo musical Meccanismo, selo que lançou alguns artistas além de seu primeiro trabalho solo, o álbum “Amor, Vida e Caos”. Em 2019 pelo selo Beat Brasilis Rec lançou a Beat Tape “Beat Mofado” Desde 2019 Frank produz e apresenta o Hora da Hora, programa que acontece as segundas pela MKK webradio sendo um recorde de audiência na programação. Veja sua rede social: www.instagram.com/frankejara/ Ivan Cristiano Barbiéri, DJ Niko (Workshop) Ivan Cristiano Barbiéri popularmente chamado de DJ Niko, está presente no line-up de grandes eventos do seguimento com seus sets variados entre “Soul Funk, Brasilidades, Música latina, Afrobeats, Funkn´Breaks, Drumn´Bass, Rap Underground e R&B”, Niko se tornou uma referência nacional, se destacando em grandes eventos de Hip Hop, festivais de danças urbanas, eventos de Skate, casas e clubs. Dj Niko é residente desde 2009 do evento anual de Hip Hop MASTER CREWS, foi residente do projeto JAM OLIDO durante 12 anos no “Centro Cultural Olido” e do projeto FOR FUN PARTY na “Casa das Caldeiras”, festas que com sua colaboração se tornaram conhecidos pontos de encontro dos praticantes das Danças e cultura urbana de São Paulo e região. Desde 2012 produz o programa on line SUPER PUNCH SESSIONS, que no início de 2019 também se tornou um evento presencial no formato de uma “Jam” e vem acontecendo em regiões diferentes de São Paulo. Junto à cia DISCÍPULOS DO RITMO, participa como Dj/músico no espetáculo “Com(Fluência)” e em interversões de “Jam de danças urbanas”. Nas edições de 2013 e 2014 do evento BLOCK OUT PARTY, discotecou ao lado dos Djs “Kool Herc e Dj Grand Wizard Theodore”, considerados ícones precursores da cultura Hip Hop no mundo.Realizou trabalhos para a empresa Red Bull em 2009 no “Red Bull Breaking” na Argentina e nas eliminatórias sul-americanas do “BC ONE” no ano de 2011 (Buenos Aires - AR, São Paulo, Brasília e Salvador). No ano de 2013, foi dj residente da Jam de danças Urbanas do Centro Cultural da Penha e na FUNARTE-SP por 6 meses, onde também foi curador do projeto “Fundamentalz SP” junto com o grupo Chemical Funk. No “Centro Cultural São Paulo” foi curador e Dj da “Jam de danças urbanas” de maio à dezembro de 2015.Em competições de Djs se destacam sua classificação para a final do QUARTZ – RISCOS E BATIDAS em 2014, 3º lugar no DMC BRASIL 2016 e 2020 (on line) e Campeão da batalha de DJs “SNG” em 2019. No momento faz parte da produção da festa “BOOM BEATS PARTY”. Veja seu instagram: www.instagram.com/djniko_/

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