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PRONAC 248680Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Espetáculo - Chama Crioula - Rio Pardo

5A REGIAO TRADICIONALISTA DO MTG-RS
Solicitado
R$ 455,3 mil
Aprovado
R$ 439,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Santa Cruz do Sul
Início
2026-08-14
Término
2026-08-15
Locais de realização (1)
Rio Pardo Rio Grande do Sul

Resumo

Este projeto apresenta os espetáculos "Rio Pardo: Açorianos, Negros, Indígenas, Imperial e Farrapa" e "Sons da Revolução: Do Campo de Batalha ao Hino Riograndense", que ocorrerão durante a 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula, programada para os dias 14 e 15 de agosto de 2026 em Rio Pardo, RS. Originalmente criada em 1947 para homenagear a Revolução Farroupilha, a Chama Crioula é acesa e distribuída anualmente para cavalarianos de todo o Rio Grande do Sul. Este evento celebra o início dos Festejos Farroupilhas do estado, a Chama Crioulaé um símbolo dos festejos e patrimônio cultural imaterial pela Lei estadual nº 16.169, de 19 de agosto de 2024. Os espetáculos irão narrar a história local e destacar a importância da Revolução Farroupilha, reforçando o papel da Chama Crioula como um símbolo da identidade e união dos gaúchos, moldada pela contribuição das diversas etnias que formam a cultura regional.

Sinopse

1º Dia: Cerimônia de Acendimento da Chama Crioula (14 de agosto de 2026)O evento inaugural da 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula será um espetáculo ao ar livre intitulado "Rio Pardo: açorianos, negros, indígenas, imperial e Farrapa"Local: Em um espaço ao ar livre no Bairro Barro Vermelho, em Rio Pardo-RS. A localização exata ainda está a ser definida, mas é provável que seja próxima à praça que marca o local da batalha, onde se encontra a escultura do “Soldado Desconhecido”. 1º Ato: A apresentação se inicia com a entrada de um personagem chamado "Preto Velho," que reúne um grupo de crianças no centro do palco. Retratando uma conversa cativante com essas crianças curiosas, ele começa a compartilhar as histórias e lendas de sua cidade, Rio Pardo. Como guia e narrador da noite, Preto Velho conduz o público pela rica história da região, começando com a formação indígena. A partir daí, a narrativa ganha vida com uma apresentação de dança e teatro pelo grupo indígena, transportando todos para os tempos ancestrais. 2º Ato: O Preto Velho narra a chegada dos portugueses no século XVII, destacando a vinda de Matheus Simões Pires e as intensas batalhas contra o domínio espanhol. Essas batalhas conferiram à cidade o título de “Tranqueira Invicta”, em referência aos Dragões do Rio Pardo, que defendiam a cidade no Forte Jesus, Maria e José. A encenação retratará a vida no forte, o cotidiano da cidade e prestará homenagem à memória desses valentes combatentes, que impediram, em várias ocasiões, que o Rio Grande do Sul e partes do Brasil se tornassem territórios da Argentina ou Uruguai. 3º Ato: O narrador aborda a chegada dos primeiros negros escravizados à cidade no século XVIII, descrevendo a difícil vida nas fazendas e estâncias. A encenação irá retratar os costumes de seu povo, com destaque para as danças, crenças e a rica culinária, preservando e celebrando a cultura e a resistência que sobreviveram apesar das adversidades. 4º Ato: O narrador introduz a chegada da Revolução Farroupilha, dando início à encenação. Em 1835, a revolução irrompe na Província do Rio Grande do Sul, e, no ano seguinte, é proclamada a República Rio-Grandense. Naquela época, Rio Pardo era uma das principais cidades do estado, mais populosa até mesmo que a capital, Porto Alegre. O Preto Velho narra a iminência de uma grande batalha. Embora a cidade já não contasse com seu antigo forte, uma robusta guarnição imperial ainda a defendia. A população se refugiou, e, em 30 de abril de 1838, os Farrapos conquistam a cidade após uma batalha mortal na localidade do Barro Vermelho, exatamente onde se desenrola esta encenação. Os imperiais foram derrotados. Entre os prisioneiros estava a banda imperial e esta passagem serve como gancho para a apresentação do segundo dia. O ato finaliza com uma apresentação musical, seguida pelo retorno de todos os atores ao palco para agradecer ao público. Nesse momento, a Chama Crioula é acesa, marcando o encerramento da noite. 2º Dia: Cerimônia de Distribuição da Chama Crioula (15 de agosto de 2026)Apresentação intitulada "Sons da Revolução: Do Campo de Batalha ao Hino Riograndense" Local: Ao ar livre, em um local ainda a ser definido, possivelmente em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário, uma das edificações remanescentes daquela época. 1º Ato: Esta derrota foi ainda mais acaçapante porque os farrapos apreenderam a banda imperial, dirigida pelo maestro Joaquim José de Mendanha. Mulato de Ouro Preto (Minas Gerais), estava na província a serviço do 2º Batalhão de Fuzileiros. Ao vê-la entre os aprisionados do Barro Vermelho, o general Netto exultou sobre a "rica banda" que "felizmente ficou intacta". Talvez por ser tratado com as gentilezas que merecem os artistas, Mendanha aceitou compor o hino republicano. Em apenas cinco dias, apresentou a música, improvisada com melodia europeia. A encenação começa com uma conversa com os líderes farrapos após a tomada da cidade na Batalha do Barro Vermelho, o Preto Velho retorna e fala sobre os desdobramentos desta batalha para a Revolução Farroupilha e o quanto ela foi importante para os planos da República Rio Grandense. 2º Ato: Um baile festivo será recriado, com apresentações de danças tradicionais, trajes e música da época. Durante a celebração, o General Netto interrompe o baile para anunciar a primeira execução do Hino Rio-Grandense, convidando todos a contemplar esse momento histórico. A banda imperial, com a composição pronta, realiza a estreia do hino, assim como aconteceu em 6 de maio de 1838, no início de um baile festivo. A apresentação contará com o acompanhamento de uma orquestra da região. Acreditamos que este será um momento de profunda emoção, onde todos na plateia se levantarão e entoarão o hino junto à apresentação. Em seguida, encerraremos com todos os atores no palco, e o presidente do MTG dará início à distribuição da centelha da Chama Crioula. Observações adicionais: Há planos para a inclusão de novos personagens e elementos que irão enriquecer o espetáculo. Esses detalhes serão definidos durante a elaboração final do roteiro, garantindo que a produção seja completa e envolvente. Continuaremos a ajustar e refinar o conteúdo para assegurar que todos os aspectos do espetáculo contribuam para uma experiência imersiva e memorável. Se houver recursos de tempo, financeiro e elenco disponíveis, pretendemos contar brevemente a verdadeira história da Noiva de Rio Pardo. Ela se apaixonou por um soldado dos Dragões do Rio Pardo, mas sua família desaprovava o romance e a jovem, em protesto, iniciou uma greve de fome. Desesperada, sua mãe implorou ao pai pelo perdão do casal. No entanto, já era tarde; a fraqueza da noiva levou-a a falecer ao entrar na igreja para realizar seu sonho de se casar apenas por amor. Desde então, devotas de Nossa Senhora da Boa Morte, assim como a jovem, oferecem seus vestidos de noiva em agradecimento por promessas cumpridas. Ao lado da imponente igreja, há um espaço dedicado à guarda e exposição desses vestidos. Na nave principal, uma imagem da santa vestida de noiva é exibida em destaque. Segundo a tradição, o primeiro vestido oferecido à santa foi da jovem, doado por sua mãe e aceito pelo padre devido à forte influência das famílias ricas na igreja.

Objetivos

Objetivo Geral:O projeto tem como objetivo principal fortalecer e promover a identidade cultural gaúcha por meio da realização da 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula em Rio Pardo, 2026. O evento busca preservar as tradições, celebrar a história da Revolução Farroupilha e unir as comunidades em torno deste importante símbolo. Além disso, pretende destacar a participação de negros e indígenas na formação do Rio Grande do Sul e contar a história da fundação da cidade de Rio Pardo, reafirmando a Chama Crioula como um emblema central dos festejos farroupilhas e da celebração do Dia do Gaúcho. Objetivos específicos: - Em 14 de agosto de 2026, realizar a cerimônia de acendimento da Chama Crioula: Iniciar as festividades com um grande espetáculo denominado "Rio Pardo: açorianos, negros, indígenas, imperial e Farrapa", que narrará a história da fundação de Rio Pardo em 1809, destacando a contribuição dos açorianos, negros e indígenas, além da importante Batalha do Barro Vermelho, na qual a cidade, alinhada com o Império Brasileiro, foi tomada pelos Farrapos durante a Revolução Farroupilha. Este evento culminará com o acendimento da Chama Crioula, marcando o início dos Festejos Farroupilhas em celebração ao Dia do Gaúcho, comemorado em 20 de setembro (conforme a lei nº 2.721, de 24 de outubro de 1955). - Em 15 de agosto de 2026, realizar a distribuição da Chama Crioula para os cavalarianos: Efetuar a distribuição da Chama Crioula para grupos de cavaleiros de diversas regiões do estado e de outros estados brasileiros, assegurando que cada município receba uma centelha da chama original para iniciar seus próprios Festejos Farroupilhas. O evento de abertura será o espetáculo "Sons da Revolução: Do Campo de Batalha ao Hino Riograndense", que narrará a história da criação do Hino Rio-Grandense, composto pela banda imperial após a vitória dos Farrapos na Batalha do Barro Vermelho. Este hino, hoje um importante símbolo cívico do Rio Grande do Sul, é entoado com grande fervor pelos gaúchos. - Reunir tradicionalistas, autoridades e um grande público de todo o estado para celebrar e explorar, por meio da arte teatral, música e dança, a história da nossa região, marcando o início das celebrações dos Festejos Farroupilhas em Rio Pardo.- Contribuir para a recuperação das atividades culturais e turísticas de Rio Pardo, que foi severamente impactada pelas enchentes de maio de 2024 e está incluída no Decreto 57.646, de 30/5/2024, entre as 95 cidades em calamidade pública. A realização do maior evento cívico do Rio Grande do Sul servirá como um impulso para moradores, empresários e o setor cultural, preparando a cidade para um momento crucial em que todo o estado se voltará para Rio Pardo, descobrindo e valorizando seus atrativos culturais e turísticos.- Fomentar o desenvolvimento artístico, coreográfico e na criação de espetáculos pelas entidades tradicionalistas da região que integrarão o elenco dos eventos, oferecendo a estes grupos oportunidades de aprimorar suas habilidades e apresentar suas produções para um público amplo. Isso incluirá a capacitação em técnicas de performance, a criação de novas obras e a promoção de intercâmbio cultural entre as diversas tradições locais, fortalecendo a cena cultural regional e promovendo a valorização das tradições gaúchas. - Dar visibilidade à contribuição das comunidades afro-riopardense e indígena na história de Rio Pardo e, consequentemente, do Rio Grande do Sul: Este objetivo visa reconhecer e destacar o papel fundamental que essas comunidades desempenharam na formação e desenvolvimento da cidade e do estado. Ao valorizar suas contribuições históricas e culturais, pretendemos promover um entendimento mais completo e inclusivo da identidade regional. Isso não apenas celebra a rica diversidade cultural que moldou Rio Pardo, mas também fortalece o reconhecimento e a valorização das tradições e histórias frequentemente marginalizadas. A visibilidade proporcionada ajudará a construir uma narrativa mais justa e representativa, enriquecendo o patrimônio cultural do Rio Grande do Sul e promovendo um senso de pertencimento e orgulho entre todos os segmentos da população.

Justificativa

A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar o financiamento deste projeto devido ao seu alcance e impacto significativo na promoção e preservação da cultura gaúcha. A Lei nº 8.313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura, oferece um suporte crucial para projetos culturais que buscam fortalecer a identidade regional e promover a diversidade cultural. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91: Inciso I: "Apoio a projetos culturais de natureza artística e cultural." O projeto visa a realização de espetáculos, eventos e atividades culturais que celebram e preservam as tradições gaúchas, além de destacar a contribuição de comunidades afro-riopardense e indígena.Inciso II: "Promoção e realização de atividades culturais." A execução dos eventos e espetáculos propostos tem como objetivo promover a cultura regional, engajando a comunidade e atraindo visitantes para a cidade de Rio Pardo.Inciso IV: "Incentivo à formação e ao desenvolvimento de recursos humanos e à ampliação da infraestrutura cultural." O projeto prevê capacitação e desenvolvimento artístico para entidades tradicionalistas locais, contribuindo para o aprimoramento da infraestrutura cultural da região.Além disso, o projeto almeja alcançar os seguintes objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei nº 8.313/91: Inciso I: "Fomentar a cultura nacional." Ao celebrar e valorizar as tradições gaúchas e a diversidade cultural, o projeto contribui para o fortalecimento e a difusão da cultura nacional.Inciso II: "Desenvolver a produção cultural e fomentar o acesso e a fruição das obras culturais." O projeto promove a produção de novos espetáculos e atividades culturais, ampliando o acesso e o engajamento do público com a cultura regional.Inciso III: "Promover a inclusão cultural e social de grupos e comunidades marginalizados." Ao dar visibilidade às contribuições das comunidades afro-riopardense e indígena, o projeto busca promover uma representação mais justa e inclusiva na história e na cultura local.O apoio da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir que o projeto alcance seus objetivos de maneira eficaz, promovendo um impacto duradouro na cultura e na comunidade.Este projeto é de grande importância cultural e histórica, pois celebra a 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula, um símbolo fundamental dos Festejos Farroupilhas e da identidade gaúcha. Ao destacar a rica história de Rio Pardo e a contribuição das diversas etnias que moldaram a cultura regional, os espetáculos programados promovem o reconhecimento e valorização do patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul. Além de resgatar e perpetuar tradições, o projeto reforça a união e o orgulho dos gaúchos, conectando o passado à contemporaneidade de forma envolvente e educativa.

Estratégia de execução

Histórico do evento "Geração e Distribuição da Chama Crioula" Após a retirada da centelha da Chama da Pátria em 7 de setembro de 1947 por Paixão Cortes e seus companheiros do Departamento de Tradição do Colégio Júlio de Castilhos, a Chama Crioula foi gerada espontaneamente por diversas entidades tradicionalistas em todo o Rio Grande do Sul até o ano 2000. A partir de 2001, por iniciativa do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), a Chama Crioula passou a ser gerada em uma única localidade e distribuída por cavalarianos para todas as regiões tradicionalistas, de onde é redistribuída para as entidades. A cada ano, uma região tradicionalista é responsável por essa geração e distribuição inicial. Em 2026, conforme o calendário estadual, a cidade de Rio Pardo, pertencente à 5ª Região Tradicionalista, terá a honra de realizar esse importante evento. Este evento é sempre um grande sucesso, atraindo milhares de visitantes às cidades anfitriãs, com participantes vindos de todo o estado, além de representantes de entidades tradicionalistas de Santa Catarina e Paraná. Para marcar esse momento, as cidades escolhidas realizam apresentações teatrais com dança e música, que retratam passagens históricas locais. Em 2023, por exemplo, o evento ocorreu no Parque Histórico Bento Gonçalves, em Cristal - RS. Na ocasião, foi encenado o cotidiano na casa do grande líder farroupilha, representada por uma réplica no local. A apresentação retratou a vida das mulheres, dos peões da fazenda, e as idas e vindas de Bento durante a Revolução Farroupilha. As danças tradicionais que animavam os saraus na sede da fazenda também foram encenadas, culminando na dramatização de um ataque imperial à residência e na luta da família para se proteger. Este ano (2024), o evento foi realizado em Alegrete–RS, destacando-se como o maior da história, com um público estimado em 6 mil pessoas na cerimônia e mais 4 mil pessoas pelo evento na totalidade. O sucesso se deveu à grande adesão dos tradicionalistas e à forte identificação da cidade com a cultura campeira gaúcha. A apresentação abordou a colonização espanhola e portuguesa, os povos indígenas, as reduções jesuíticas, e a Batalha do Seival, onde foi proclamada a República Rio-Grandense em 1836. Nos arquivos anexos envio links e imagens de outras edições. Histórico de Rio Pardo e Seu Patrimônio Cultural Fundada em 1758, Rio Pardo é uma das cidades mais antigas do Rio Grande do Sul e desempenhou um papel crucial na formação do estado. Situada estrategicamente às margens do rio Jacuí, a cidade foi um ponto vital de defesa e desenvolvimento durante o período colonial, servindo como a primeira capital da Capitania de São Pedro. Sua história está profundamente ligada a eventos significativos, como a Revolução Farroupilha, tornando-a um dos pilares da identidade gaúcha. Rio Pardo abriga um rico patrimônio cultural e histórico, com edificações e monumentos que remontam ao século XVIII. Entre os destaques está o Solar do Almirante (1790), uma imponente construção colonial que testemunhou importantes momentos históricos. Outro ponto de interesse é o Centro Regional de Cultura de Rio Pardo (1890), que serve como um espaço de preservação e difusão da história e das tradições locais. A cidade também é lar da primeira rua calçada do Rio Grande do Sul, um marco da urbanização que reflete a importância de Rio Pardo nos tempos coloniais. A Praça do Barro Vermelho, local emblemático, foi palco de importantes eventos durante a Revolução Farroupilha, reforçando o valor histórico da cidade. A Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário (1769) é outro tesouro cultural, abrigando obras de arte sacra e uma arquitetura que resiste ao tempo, simbolizando a fé e a história da comunidade local. Apesar desse vasto patrimônio, o turismo cultural em Rio Pardo é ainda pouco explorado. A cidade, com todo o seu potencial para ser um destino de destaque no turismo histórico e cultural, ainda não atrai o público que poderia, em parte devido à falta de infraestrutura adequada e maior divulgação. Eventos como a Geração e Distribuição da Chama Crioula oferecem uma oportunidade única para valorizar e promover o turismo cultural, destacando Rio Pardo como um verdadeiro berço da história gaúcha.

Especificação técnica

1. Cerimônia de Acendimento da Chama Crioula (14 de agosto de 2026) - Espetáculo "Rio Pardo: açorianos, negros, indígenas, imperial e Farrapa" Duração: 60 minutos Atores: 150 Público esperado presencialmente: 3.000 mil pessoas 2. Distribuição da Chama Crioula (15 de agosto de 2026) - "Sons da Revolução: Do Campo de Batalha ao Hino Riograndense" Duração: 60 minutos Atores: 50 Músicos: 20 Público esperado presencialmente: 4.000 mil pessoas

Acessibilidade

1. Acessibilidade Física: - Rampas de Acesso: Serão instaladas rampas de acesso em todos os locais de realização dos eventos, incluindo entradas principais, áreas de circulação e espaços para o público. As rampas atenderão às normas de inclinação e largura para garantir o acesso seguro para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.- Banheiros Adaptados: Disponibilizaremos banheiros adaptados para pessoas com deficiência em locais estratégicos do evento, garantindo que estejam sinalizados e equipados com barras de apoio, espaço adequado para manobra e pias acessíveis. - Telão Externo: Será instalado um telão externo próximo, mas fora do espaço principal do espetáculo e das arquibancadas, para transmitir ao vivo o que acontece na encenação. Este telão permitirá que o público excedente, que não conseguiria acomodar-se nas áreas principais, ainda possa assistir ao evento confortavelmente. Além disso, servirá como um importante recurso para indivíduos com sensibilidades específicas, como pessoas com transtorno do espectro autista que possam ter dificuldades com o volume alto e a aglomeração, bem como para aqueles com outras necessidades especiais. O telão externo proporcionará uma experiência mais tranquila e acessível, garantindo que todos possam desfrutar do espetáculo. - Área reservada de descompressão - um espaço tranquilo e acessível, projetado para oferecer alívio sensorial e conforto aos participantes que necessitam de um ambiente calmo para relaxar e recarregar durante o evento. - Área Reservada com visão para o espetáculo para Autistas, pessoas com outras dificuldades sensoriais ou físicas será um espaço cuidadosamente projetado para proporcionar alívio sensorial e conforto. Localizada em uma área tranquila e acessível, esta zona contará com iluminação suave, será decorado com cores neutras e incluirá recursos como fones de ouvido com cancelamento de ruído, óculos escuros e brinquedos sensoriais. Além disso, ofereceremos água e lanches leves para estes e seus acompanhantes. Equipes treinadas estarão disponíveis para oferecer apoio e garantir que todos possam desfrutar do evento com maior conforto e tranquilidade. - Assentos Reservados: Haverá assentos reservados e adaptados para pessoas com deficiência em todas as áreas de visualização dos espetáculos, com espaço suficiente para acompanhantes e cadeiras de rodas.2. Acessibilidade de Conteúdo: - Libras (Língua Brasileira de Sinais): As apresentações e espetáculos serão acompanhados por intérpretes de Libras, garantindo que a comunicação com o público surdo seja eficaz e inclusiva. Sendo indicado com antecedência no material promocional a localização em relação às arquibancadas para que este público possa sentar-se próximo e ter uma boa visualização. - Transmissão pela Internet com libras: Para alcançar um público mais amplo, os principais eventos e espetáculos serão transmitidos ao vivo pela internet. As transmissões serão acessíveis em plataformas de streaming e redes sociais, ampliando o alcance do projeto para pessoas que não podem comparecer presencialmente. Essas medidas de acessibilidade garantirão que o projeto seja inclusivo e que todas as pessoas, independentemente de suas necessidades especiais, possam participar e desfrutar plenamente das atividades culturais e artísticas.

Democratização do acesso

- Entrada Gratuita e Acessível: Todos os eventos e espetáculos serão oferecidos com entrada gratuita, garantindo que o acesso não seja restrito por questões financeiras. Para garantir a máxima inclusão, os locais dos eventos serão escolhidos com base em critérios de acessibilidade física, como a presença de rampas e banheiros adaptados. - Distribuição de Material Promocional: Programas, folhetos e outros materiais informativos sobre os eventos e a proposta cultural serão amplamente distribuídos em locais públicos, centros comunitários e instituições culturais. - Venda de Produtos Culturais: Produtos relacionados ao projeto, como souvenirs e material promocional, serão vendidos a preços acessíveis em pontos de venda no local. - Ensaio Aberto: Serão realizados ensaios abertos ao público para as principais apresentações e espetáculos. Esses ensaios permitirão que o público geral e escolas, em especial grupos de alunos de diferentes níveis, possam assistir e se envolver com o processo de criação artística, proporcionando uma experiência educativa e cultural. - Transmissão pela Internet com libras: Para alcançar um público mais amplo, os principais eventos e espetáculos serão transmitidos ao vivo pela internet. As transmissões serão acessíveis em plataformas de streaming e redes sociais, ampliando o alcance do projeto para pessoas que não podem comparecer presencialmente.

Ficha técnica

A 5ª Região Tradicionalista será a organizadora geral da 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula, e entre seus associados estão XX Centros de Tradições Gaúchas da região do Vale do Rio Pardo. Para as encenações foi criada esta equipe: A coordenação geral dos espetáculos e estrutura do evento será realizada pelo nosso produtor cultural Jeândro Garcia.Formado em Tecnologia em Marketing, MBA de Pesquisa do Usuário, participação em diversos eventos culturais nas mais diversas funções como produtor cultural, coordenação, marketing, social media, coordenação, fotografia, filmagem e outras atividades. Eventos mais importantes na área cultural como produtor e/ou colaborador: - Festival ENART, 2021, 2022 e 2023 (Encontro de Arte e Tradição)- FECARS 2022 e 2023 (Festa Campeira do RS)- Festirim 2014, 2015, 2017 (Festival Mirim de tradição com 12 modalidades artísticas)- Rodeio Internacional do Mercosul 2023/24 - Festival 4º Festival Aldeia da Canção Produtor geral do projeto “Portal Parceiros na Cultura” Lei Paulo Gustavo - SEDAC 2023/24 Produtor executivo do documentário “Ciclismo em Glorinha: Trilhando Histórias, Caminhos e Café” Lei Paulo Gustavo - SEDAC 2023/24 ___________________________________ A direção das encenações: Diretor Artístico e coreografo Anderson dos Santos Luz. EXPERIÊNCIA COMO DANÇARINO:* 1986 À 1990 GRUPO MIRIM CTG RODEIO DE ENCRUZILHADA E DE 1990À 2003 GRUPOS MIRIM ,JUVENIL E ADULTO CTG SINUELO DA LIBERDADEAMBOS DE ENCRUZILHADA DO SUL.EXPERIÊNCIA COMO INSTRUTOR E COREOGRAFO:* 1995 À 1998 GRUPO MIRIM CTG SINUELO DA LIBERDADE;* 1997 À 2002 GRUPO JUVENIL CTG SINUELO DA LIBERDADE;*1999 À 2003 GRUPO ADULTO CTG SINUELO DA LIBERDADE;* 2003 GRUPO MIRIM DA ESCOLA MARIANO DA ROCHA;*2004 CTG DOM FELICIANO (DOM FELICIANO);*2001 À 2005 GRUPO JUVENIL DA ACETAF(AMARAL FERRADOR);*2006 À 2007 GRUPO MIRIM ESCOLA GOMERCIDA DORNELLES DAFONTOURA;*2007 ATÉ O 2014 GRUPOS MIRIM E JUVENIL PTG ESTÂNCIA VELHA(AMARAL FERRADOR);*2003 ATÉ O PRESENTE MOMENTO GRUPOS MIRIM, JUVENIL ( ADULTOATÉ 2013) DO CTG RODEIO DE ENCRUZILHADA;*2008 À 2010 GRUPOS JUVENIL E ADULTO CTG CARRETEIROS DASAUDADE (PANTANO GRANDE);*2012 DTG NOEL GUARANY (SANTA MARIA);*GRUPO JUVENIL DO CTG TROPEIROS DA AMIZADE DE CANGUÇU* GRUPO JUVENIL DO PTG JUVENTUDE (VERA CRUZ-RS);*GRUPO JUVENIL DO CTG ESTÂNCIA DO CHIMARRÃO (CACHOEIRA DOSUL.*GRUPO ADULTO CTG RONDA CRIOULA( SÃO SEPÉ)*GRUPOS MIRIM, JUVENIL, ADULTA E VETERANA DO CTG SINUELO DALIBERDADE (ENCRUZILHADA DO SUL).*GRUPOS JUVENIL E ADULTO DO CTG LANCEIROS DO SUL (CACHOEIRA DOSUL) AVALIAÇÕES DE DANÇAS E COREOGRAFIAS:*2006, 2007 e 2010 - RODEIOS ILÓPOLIS;*2008- IV RODEIO ARTÍSTICO DO CTG RODEIO DE ENCRUZILHADA(ENCRUZILHADA DO SUL-RS);* 2010 - VIII JUVENART (SANTA MARIA-RS);* 2011,2012 E 2013 -4º, 5º E 6º ARTCHE - CAÇAPAVA DO SUL-RS* 2011 - 4º FEGAMO (FESTIVAL GAÚCHO DA AMAZÔNIA OCIDENTAL) -MANAUS-AM;*2010 - 2º LITORAL EM DANÇA ( RIO GRANDE –RS);*2010 - ANTA GORDA, ARVOREZINHA, PUTINGA E RELVADO;*2011 - RODEIO CANGUÇU-RS;*2014,2015 e 2016- AVALIADOR DA EQUIPE TECNICA DO MTG EDA CBTG, ENART (SANTA CRUZ DO SUL)*2015- JUVENART ( SANTA MARIA)*2014 – FESTIMIRIM (SANTA MARIA)*2015 – FENART (FESTIVAL NACIONAL DE ARTE E TRADIÇÃOGAUCHA) PIRATUBA – SC*2015 E 2016 – FEMART (FESTIVAL MATOGROSSENSE DE ARTE ETRADIÇÃO) MATO GROSSO*2016- RODEIO ESTADUAL DO MATO GROSSO DO SUL – CAMPOGRANDE – MS*2017, 2018, 2019- AVALIADOR DA CBTG (CONFEDERAÇÃOBRASILEIRA DA TRADIÇÃO GAÚCHA) NOS ESTADOS DO MTOGROSSO, MATO GROSSO DO SUL,BAHIA E DISTRITO FEDERAL.*2021 E 2022- AVALIADOR DO FEPART ( FESTIVAL DO ESTADODO PARANA)___________________________________ Nosso preparador de elenco será Marco Aurélio Alves. Atuação como Diretor TeatralO Santo e a Porca, - Ariano Suassuna;Noite Nebulosa no Inverno da Paixão – criação coletivaNapalé in Concert – Rodrigo PeresChapeuzinho Amarelo - Chico Buarque O Despertar da Primavera - Frack Wiedekind;Arte e Brilho dos Santos Reis – Antônio Carlos MonteiroLa Maldición del Valle Negro – inspirado na obra de Casio Fernando Abreu - Chile;Um Dialogo Posible – Chile;Santo Antônio em Cena – criação coletiva;Paixão – Mauricio FulberFragmentos – Tabajara Ruas Trabalhos como atorLiberdade, Liberdade, direção de Ellen Nara; Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes, direção de Ellen Nara; Um Minuto de Silêncio, direção de Paulo Conte; O Longo Caminho que vai de zero a Ene, direção de Paulo Mauro da Silva;As aventuras de um Diabo Malandro, direção de Paulo Mauro da Silva Napalé in concert, direção de Rodrigo Perez;El Retrato, direção coletiva, Chile;Um Dialogo Posible, direção de Marcos Tapia, Chile;Señorita Margarita, direção de Fernando Menezes, Chile; Principais trabalhos na função de produtorTeatro - Esperando Godot, em Porto Alegre e CuritibaTeatro - O Arquiteto e o Imperador da Assiria em Porto Alegre e SPDança - Choreo Cia de Dança, em Porto Alegre e 20 cidades do RSDança - Ballet Guaíra de Curitiba, no Gigantinho em Porto AlegreTeatro – As Desgraças de uma criança – 40 cidades do RSTeatro - Champanhe para mãe Tuda, direção de Luis Paulo Vasconcelos, P.AlegreCinema – assessoria nos 8º. 9º. e 10º Festival do Cinema de GramadoFesta Popular - 10ª, 11º, 12º. Festa Estadual do Peixe, em Tramandaí ___________________________________ Roteirista Alexandre Derlan. Alexandre Derlam é um roteirista e diretor cinematográfico com mais de 25 anos de experiência no mercado audiovisual. Formado em Publicidade e Propaganda com especialização em Cinema pela Unisinos e atualmente cursando Mestrado em Comunicação na FABICO/UFRGS, Derlam tem uma trajetória marcada por sua atuação como produtor executivo na RBS TV (1996-2001) e como diretor de cena nas produtoras Estação Elétrica e Cubo Filmes (2001-2013). É sócio-diretor da Prosa Filmes, onde exerce funções de diretor, roteirista e produtor, e tem realizado diversos longas e curtas-metragens premiados em festivais no Brasil e no exterior. Desde 2019, atua como professor universitário no Curso de Produção Audiovisual da FSG de Caxias do Sul e participa ativamente do Colegiado de Cinema de Canoas e do Colegiado Setorial do Audiovisual do Rio Grande do Sul. Seus projetos notáveis incluem longas-metragens como “Papão de 54” e “Mais uma Canção”, e curtas como “Gildíssima” e “Ritos Sumários”, todos reconhecidos em festivais importantes. Derlam também contribui para o cenário cultural como cineclubista, diretor de eventos como o Festival de Cinema de Gramado e de Lajeado, e colunista de sites especializados em cinema. Sua expertise abrange desde a programação visual e vídeos para eventos até campanhas publicitárias para grandes marcas e instituições. ___________________________________ Pesquisador da temática afro e indígena Diego Sampaio.Possui uma atuação significativa relacionada a questões de negros, especialmente no campo educacional e cultural. Ele é professor de Geografia no Colégio Anchieta, onde problematiza temas ligados à cultura afro-brasileira e afro-gaúcha, com destaque para a espacialidade e territorialidade das religiões de matriz africana em Porto Alegre/RS. Diego desenvolveu o projeto "A Cultura da Cor: Consciência e vivências sobre a África e africanidades" no Colégio Santa Teresa de Jesus, visando refletir sobre a ancestralidade africana na configuração social brasileira. Além disso, em sua graduação em Geografia na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, ele conduziu a pesquisa "Geografia e Religião: Estudo da Espacialidade Sagrada das religiões de matriz africana em Porto Alegre/RS".Trabalhos:- DISCUTINDO A ÁFRICA E CULTURA AFRO - BRASILEIRA NA ESCOLA.2015.- Estudo da Espacialidade Sagrada das religiões de matriz africana em PortoAlegre/RS

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.