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PRONAC 248706Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CATAVENTO

ROMULO GONCALVES AMARAL
Solicitado
R$ 729,3 mil
Aprovado
R$ 729,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Timóteo
Início
2025-01-01
Término
2025-10-30
Locais de realização (7)
Belo Oriente Minas GeraisCoronel Fabriciano Minas GeraisGuanhães Minas GeraisNaque Minas GeraisNova Era Minas GeraisPeriquito Minas GeraisTumiritinga Minas Gerais

Resumo

Catavento é um circuito cultural itinerante cujo objetivo é promover interação com diferentes públicos e propagar o acesso gratuito à arte por meio de oficinas, workshops formativos e apresentações culturais. A iniciativa visa percorrer 7 cidades dos Vales do Aço e Rio Doce: Belo Oriente, Guanhães, Naque, Nova Era, Periquito, Fabriciano e Tumiritinga. Para garantir a acessibilidade, as atividades serão realizadas, prioritariamente, em espaços que facilitem a locomoção de deficientes físicos. Também será disponibilizado intérprete de libras para apresentações culturais em espaços públicos. A expectativa é contemplar, diretamente, um público estimado em mais de 11 mil pessoas e, indiretamente, cerca de 20 mil pessoas.

Sinopse

Catavento é um circuito cultural itinerante cujo objetivo é promover interação com diferentes públicos e propagar o acesso gratuito à arte por meio de oficinas, workshops formativos e apresentações culturais. A iniciativa visa percorrer oito cidades dos Vales do Aço e Rio Doce: Belo Oriente, Guanhães, Naque, Nova Era, Periquito, Timóteo, Fabriciano e Tumiritinga. A expectativa é contemplar, diretamente, um público estimado em mais de 11 mil pessoas e, indiretamente, cerca de 20 mil pessoas. Cada uma das oito cidades contempladas receberá 24 oficinas culturais para crianças e adolescentes para público infantil e duas contações de histórias. Já os municípios de Belo Oriente, Guanhães, Naque, Nova Era, Periquito e Timóteo ainda receberão um workshop formativo para educadores e um espetáculo cultural em espaço aberto à comunidade. As oficinas, workshops e contações de histórias serão realizadas em escolas da rede pública. As oficinas abordarão temas como artes cênicas, dança, música, artes visuais entre outras, conforme demandas locais. Cada cidade receberá duas oficinas, de temas diferentes, com 12 aulas de 60 minutos cada. Ou seja, serão atendidas por cidade 24 turmas de 25 alunos, que somam um público de 600 alunos. E ao longo das oito cidades, as oficinas contemplarão um público de 4.800 estudantes. O workshop formativo terá duração de 3h, atenderá 25 professores em cada uma das seis cidades contempladas e atenderá um total de 150 educadores. Dentre os temas sugeridos estão artes cênicas, dança, musicalização, educação patrimonial e outros que surjam por demanda espontânea nas localidades atendidas. Já as contações de histórias têm como público crianças de creches ou escolas de ensino fundamental da rede pública. A proposta é circular com um espetáculo lúdico e divertido. Cada uma das oito cidades receberá duas apresentações, somando ao final do projeto 16 sessões que atenderão um público estimado de 3 mil crianças e educadores. Também estão previstos seis eventos em praças ou espaços públicos, com apresentação de um espetáculo cultural, oficina criativa e distribuição gratuita de pipoca. A programação será definida posteriormente, mas poderá abordar temas educativos urgentes, como sustentabilidade e preservação ambiental. A expectativa destas apresentações é contemplar um público superior a 4 mil pessoas. Para garantir a acessibilidade, as atividades serão realizadas, prioritariamente, em espaços que facilitem a locomoção de deficientes físicos. Também será disponibilizado intérprete de libras para apresentações culturais em espaços públicos. O projeto também valoriza a arte e os artistas mineiros, priorizando a contratação de profissionais locais e de grupos culturais de Minas Gerais.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar um circuito cultural itinerante em sete municípios dos Vales do Aço e Rio Doce com acesso gratuito à arte por meio de oficinas, workshops, contações de histórias e espetáculos culturais para diferentes públicos. Objetivo Específicos: - Democratizar o acesso a arte por meio da oferta de atividades artísticas e culturais gratuitas para diferentes públicos. 24 oficinas para sete cidades um total de 168. - Promover vivências artísticas para crianças e adolescentes afim de possibilitar o contato com diferentes linguagens das artes e despertar talentos e habilidades. - Gerar e estimular emprego e renda local, por meio da contratação de profissionais e serviços nas comunidades contempladas pelo projeto. - Ofertar capacitação artística para professores ( 5 workshop) e possibilitar novas experiências, ampliar repertório e provocar o olhar para novas abordagens na educação. - Intercâmbio entre artísticas e diferentes públicos das comunidades contempladas. - Descentralização das atividades artísticas e culturais para espaços alternativos ou localidades onde o acesso a arte é restrito. - Promover uma experiência lúdica para as primeiras infâncias e crianças por meio das contações de histórias ( 2 contações de historia por cidade). - Ampliar repertório cultural da comunidade, estimular o consumo de arte e formar público. - Valorizar artistas e promover a produção cultural local e mineira. - realizar um festival - apresentação cultural em cada cidade (7 cidades)

Justificativa

O que move o Catavento é propagar e promover a arte e a cultura pelas localidades onde passa, democratizando o acesso a diferentes públicos por meio de atividades gratuitas. Nesta edição, em especial, voltada a municípios dos Vales do Aço e Rio Doce, o projeto torna-se um importante catalisador, já que parte delas não contam com casas de espetáculo ou carecem de iniciativas culturais descentralizadas. Ou seja, o Catavento leva os artistas e suas atividades aonde o povo está, ocupando escolas, praças, creches e outros espaços. E assim, possibilita intercâmbio entre artistas e comunidade, vivências artísticas para alunos, capacitação para professores, espetáculos em espaços públicos, além de formar público para o consumo dos bens artísticos, fortalecendo e valorizando a cultura local. Outro fator importante é que a iniciativa cultural gera e estimula emprego e renda local, por meio da contratação de profissionais e serviços nas comunidades contempladas pelo projeto. Também valoriza artistas e promove as produções culturais locais, por meio da contração de profissionais e grupos culturais de Minas Gerais. Outro fator de destaque é a valorização e reconhecimento dos bens e patrimônios culturais locais, um dos temas sugeridos para capacitação dos professores. Por fim, o projeto abrange um público plural e expressivo direto de mais de 12 mil pessoas, de crianças a idosos. Além de garantir a participação de pessoas com deficiências, por meio de ações de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e latitudinal.

Estratégia de execução

As oficinas são destinadas a crianças e adolescentes da rede pública de ensino, com estimativa de contemplar, diretamente, um público de 4.800 alunos. Os worshops formativos são destinados a professores da rede pública de ensino e beneficiarão 150 educadores. As contações de histórias atenderão alunos de creches e ensino fundamental, com estimativa de público de 3 mil crianças e educadores. As apresentações na praça são voltadas à comunidade em geral, com expectativa de público direto superior a 4 mil pessoas. As comprovações se darão por meio de fotos e publicações nas redes sociais.

Especificação técnica

OFICINAS: Seão ministradas 24 oficinas por cidade para crianças e adolescentes, abordando temas como artes cênicas, dança, música, artes visuais entre outras, conforme demandas locais. Cada cidade receberá duas oficinas de temas diferentes, com 12 aulas de 60 minutos cada. Ou seja, serão atendidas por cidade 24 turmas de 25 alunos, que somam um público de 600 alunos. E ao longo das oito cidades, as oficinas contemplarão um público de 4.800 estudantes. CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: Os oito municípios receberão duas contações de histórias tendo como público crianças de creches ou escolas de ensino fundamental da rede pública. A proposta é circular com um espetáculo lúdico e divertido. WORKSHOP: Os municípios de Belo Oriente, Guanhães, Naque, Nova Era, Periquito e Timóteo receberão 1 (um) workshop formativo com duração de 3h, atenderá 25 professores em cada uma das seis cidades contempladas. Dentre os temas sugeridos estão artes cênicas, dança, musicalização, educação patrimonial e outros que surjam por demanda espontânea nas localidades atendidas. APRESENTAÇÃO CULTURAL: Os municípios de Belo Oriente, Guanhães, Naque, Nova Era, Periquito e Timóteo também receberá um espetáculo cultural em espaço aberto à comunidadeestão. Serão seis eventos em praças ou espaços públicos, com apresentação de um espetáculo cultural, oficina criativa e distribuição gratuita de pipoca. A programação será definida posteriormente, mas poderá abordar temas educativos urgentes, como sustentabilidade e preservação ambiental.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: as escolas das redes públicas de ensino onde serão realizadas as atividades formativas contam com rotas acessíveis com espaço de manobra para cadeira de rodas, rampa, iluminação adequada, corrimão e guarda corpos, banheiros masculinos e femininos adaptados para pessoas com deficiência. As praças públicas também atendem exigências arquitetônicas. Acessibilidade comunicacional: será garantida por meio do uso de linguagem simples, em todas as ações e peças de comunicação, além de intérprete de Língua Brasileira de Sinais - Libras nas apresentações em espaços públicos. Acessibilidade atitudinal: se dará por meio da contratação de pessoas capacitadas para o acolhimento a deficientes durante as apresentações em espaços públicos.

Democratização do acesso

Todas as ações do projeto (oficinas, workshops formativos e espetáculos culturais) serão ofertadas gratuitamente, priorizando diferentes públicos. As atividades serão descentralizadas dos centros urbanos ou espaços tradicionais para levar artes a localidades onde o acesso é mais restrito. O projeto também abrange ações de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal para incluir a participação de deficientes.

Ficha técnica

Rômulo Amaral | Direção Artística e Coordenação Jornalista formado pelo Unileste (2006), com mais de 12 anos de experiência em assessoria de comunicação. Também trabalha há mais de 20 anos na área cultural, com produção de projetos e eventos, montagem e direção de espetáculos de teatro e oficinas culturais, sendo premiado em festivais nacionais. Nos últimos anos, também tem atuado na área do audiovisual. Leila Cunha (Fino Trato) | Direção de Produção Especialista em Gestão Cultural e Patrimônio Histórico pela Unileste (2011), Gestão Cultural e Patrimônio pelo Itaú Cultural e graduada em História (2009). Há mais de 20 anos dedica-se à produção cultural e pesquisa em patrimônio e cultura. Foi diretora do Departamento de Cultura de Ipatinga e produtora em diversos grupos e projetos culturais. Atualmente presta assessoria para prefeituras referente a PNAB, além de produzir diversos projetos culturais. Teuller Morais | Design gráfico e fotografia Publicitário, fotografo, design gráfico e artista visual com mais de 10 anos de experiência na área cultural. Participou de exposições em Minas e São Paulo, além de ser premiado em concursos de fotografia e artes visuais. Também atua em diversos projetos culturais na criação gráfica, direção criativa e fotografia. Jaydson Sousa | Registro Audiovisual Formado em direção de fotografia e linguagem cinematográfica pela AIC-Academia Internacional de Cinema – Escola de Cinema RJ - 2011. Há mais de 20 anos atua no audiovisual do Vale do Aço, tendo experiência como cinegrafista e diretor de fotografia nas principais produtoras de vídeo. É responsável pela Lizard Filmes, produtora de filmes independentes. Luciene Faico | Assistência de Produção Bacharel em Direito (Faculdade de Direito de Ipatinga – FADIPA Trabalhou na Prefeitura Municipal de Ipatinga como gerente de contratos e Convênio 2014 a 2015; Gerente de seção de Patrimônio e Incentivo a Cultura 2015 a 2017 2017- Assistente de produção do projeto “Ipatinga Gourmet 2018- Assistente de produção do projeto " Chorinho do Vale" 2019, 2021 - Assistente de produção no projeto "Arte no Muro" 2022 e 2023 – Produtora no projeto "Arte no Muro" 2023 – Assistente de produção no Projeto Roteiro Cultural –Encontro com a História de Ipatinga Alexandra Vieira| Logística Graduada em Administração com ênfase em Comércio Exterior pela Universidade Presidente Antônio Carlos - campus Ipatinga/MG - concluso em 2008. Curso de Atendimento ao cliente (2020). 2003 a 2020 trabalhou na Área administrativo e financeiro. 2021 até hoje: trabalha na empresa Fino Trato Produção Cultural, como auxiliar administrativo. 2021 a 2023 – auxiliar administrativo e financeiro no projeto Arte no Muro. 2023/2024 – auxiliar administrativo e financeiro no Projeto Roteiro Cultural: Encontro com a História de Ipatinga. Recepsionista no Projeto Cine Cidade 2023.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.