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Espetáculo teatral "Para Meu Amigo Branco" realizará uma turnê abrangendo São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Paraty e Uberlândia, com um total de 36 apresentações. Em São Paulo, no Teatro TUCA Arena, serão 12 apresentações. No Rio de Janeiro, no Teatro Poeira, também serão 12 apresentações. Em Paraty, no Teatro Espaço, haverá quatro apresentações. Em Campinas, no Teatro Oficina do Estudante, haverá quatro apresentações. Em Uberlândia, no Teatro Municipal, haverá quatro apresentações. Com total estimada de 11.000,00 espectadores, o projeto busca promover discussões importantes sobre questões raciais em diversas regiões do Brasil. "Para Meu Amigo Branco" visa não só entreter, mas também educar e sensibilizar o público sobre temas relevantes e contemporâneos, contribuindo para a reflexão e mudança social.
Durante uma reunião escolar entre pais e professores, um pai traz à tona um importante debate sobre racismo: sua filha de 8 anos foi chamada de “negra fedorenta” por um colega branco. Esse é o mote do espetáculo “Para Meu Amigo Branco”, dirigido por Rodrigo França. Livremente inspirado no livro homônimo do jornalista e ativista social Manoel Soares, a peça venceu o edital Sesc RJ Pulsar e foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Cenário em 2023. Na trama, enquanto a escola prefere lidar com a violência contra a garota como um mero bullying, seu pai, interpretado por Reinaldo Junior, luta para mostrar que a situação é mais complexa. O impasse ganha novos contornos quando um pai branco, Alex Nader, inicialmente solidário, muda de comportamento ao descobrir que seu filho é o agressor. “O espetáculo fala sobre uma figura paterna incansável, que não tolera o racismo e clama por dignidade. O texto defende que só é possível respeitar o outro se enxergarmos a humanidade do outro”, afirma Rodrigo França. Para Manoel Soares, o histórico de racismo no Brasil coloca as vitórias da comunidade negra sempre em segundo plano. “Tudo que os pretos têm de positivo acaba sendo ofuscado pela agenda da dor. Essa agenda só vai deixar de existir se for dividida com as pessoas de pele clara”, analisa o comunicador e ativista.
Objetivo GeralO objetivo geral do projeto "Para Meu Amigo Branco" é promover a conscientização e o diálogo sobre questões raciais e desigualdade social no Brasil, utilizando o teatro como ferramenta de educação e sensibilização. A finalidade é estimular a reflexão crítica e fomentar uma sociedade mais inclusiva e equitativa. Objetivos Específicos - Realizar 36 apresentações do espetáculo "Para Meu Amigo Branco": Rio de Janeiro (Teatro Poeira): 12 apresentações.São Paulo (Teatro TUCA Arena): 12 apresentações.Paraty (Teatro Espaço): 4 apresentações.Campinas (Teatro Oficina do Estudante): 4 apresentações.Uberlândia (Teatro Municipal): 4 apresentações.Alcançar um público total de aproximadamente 11.000,00 espectadores Rio de Janeiro: 1.968 espectadores.São Paulo: 3.456 espectadores.Paraty: 400 espectadores.Campinas: 2.060 espectadores.Uberlândia: 3.124 espectadores. - Curso online gratuito PARA MEU AMIGO BRANCO - Curso de Letramento Racial para Educadores. O curso será realizado de forma online, ao vivo, através da plataforma Zoom, em três encontros de duas horas cada.
Livremente inspirada no livro homônimo de Manoel Soares, a peça "Para Meu Amigo Branco" com direção de Rodrigo França e texto assinado por ele e Mery Delmond aborda um caso de racismo vivenciado por uma criança na escola. Após estrear no SESC Copacabana, a peça conquistou grande sucesso, com sessões lotadas tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, no Sesc Belenzinho - tendo realizado apresentações esgotadas desde a primeira semana. A peça foi contemplada pelo edital Sesc RJ Pulsar e no edital da Caixa Cultural de Salvador, além de receber uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Cenário em 2023, para Clebson Prates. Este projeto visa levar a peça de volta às cidades onde obteve temporadas de grande sucesso e também promover a sua estreia em outras cidades, atendendo ao pedido do público por novas apresentações. Escolas particulares, instituições de ensino públicas e ONGs demonstraram interesse em levar professores, alunos e diretores para assistir à peça. O roteiro prevê a circulação da peça nas cidades de Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Paraty e Uberlândia, sendo as três últimas inéditas para o espetáculo. Serão realizadas 12 apresentações em São Paulo, em um teatro como o TUCA Arena, outras 12 no Rio de Janeiro, em um teatro como o Teatro Poeira, e 4 apresentações nas demais cidades, totalizando 36 apresentações. O elenco é composto por Reinaldo Junior, indicado ao Prêmio Shell de Melhor Ator por sua atuação no espetáculo "O Grande Dia" em 2023, Alex Nader, que está na série DNA do Crime da Netflix, Stella Maria Rodrigues, protagonista da peça "Uma Professora Maluquinha", que lhe valeu uma indicação de Melhor Atriz no Troféu Mambembe, e Mery Delmond, também autora do espetáculo. Em um cenário imersivo em uma reunião de pais, personagens brancos e negros discutem o racismo em cena, estimulando a plateia a refletir sobre as suas ações cotidianas. Para isso, o público deixa de ser passivo. "A encenação faz o possível e o impossível para que as pessoas esqueçam que estão no teatro e mergulhem na realidade da reunião escolar. Ou seja, além de os espectadores estarem posicionados como se estivessem dentro da ação, a atriz que interpreta a professora circula entre todo mundo, incluindo todos os presentes naquele ambiente", conta França. Também foi importante para o diretor o fato de esse personagem combativo ser um pai. "Embora o abandono paternal seja uma realidade bastante presente, esse fato não é uma verdade absoluta. Acredito que devemos oferecer bons exemplos para as crianças e jovens. Para Manoel Soares, o histórico de racismo no Brasil coloca as vitórias da comunidade negra sempre em segundo plano. "Tudo que os pretos têm de positivo acaba sendo ofuscado pela agenda da dor. Essa agenda só vai deixar de existir se for dividida com as pessoas de pele clara", analisa o comunicador e ativista. A idealização é do diretor, produtor e jornalista João Bernardo Caldeira. Assistida por mais de 6 mil espectadores, peça foi sucesso de público e crítica em suas duas primeiras primeiras temporadas no Rio de Janeiro, no Arena do Sesc Copacabana e em São Paulo, no SESC Belenzinho. Segundo a crítica, é um espetáculo "para ver e rever", "traz verdades difíceis de engolir" e pode causar "uma bela revolução interior". Por esse motivo, tem sido intensa a procura pela peça por instituições e empresas interessadas em debater o racismo no interior de suas engrenagens. Em relação ao cenário, Clebson Prates buscou sublimar os padrões de conduta da branquitude dominante e hegemônica de uma escola de elite. Por isso, o linóleo, a lousa e as carteiras escolares têm a cor branca. Ao mesmo tempo, diversos livros de autores negros estão suspensos no ar. Por esse trabalho impactante, o cenógrafo concorre ao Prêmio Shell de 2023 pelo Rio de Janeiro. Os espectadores são convidados a se sentar nas carteiras, dispostas em formato circular. E, contribuindo ainda mais para unir público e atores, a iluminação de Pedro Carneiro é bastante viva, quase simulando um ambiente real. "Se uma sociedade é racista, suas instituições também são." conta França. Inclusive, um levantamento divulgado pelo Ipec (Instituto de Referência Negra Peregum) e o Projeto SETA mostrou que 81% da população entre 16 e 24 anos afirma que o Brasil é um país racista e que 64% dos brasileiros dizem que racismo começa na escola. Enquadramento na Lei 8313/91: O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Inciso III: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Inciso IV: Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional.Inciso VI: Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira.Inciso VIII: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Inciso IX: Priorizar o produto cultural originário do País.Objetivos a Serem Alcançados: De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91, a proposta visa alcançar os seguintes objetivos: Inciso II, e: Fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de espetáculos de artes cênicas e congêneres.Inciso IV, a: Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, por meio da distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, garantindo 20% de ingressos gratuitos.
Impacto Cultural e Educacional: Impacto das Apresentações Teatrais: As apresentações são direcionadas ao público geral, escolas, e instituições culturais, visando promover a reflexão sobre questões raciais por meio da arte teatral.Benefícios: Além do entretenimento, as apresentações buscam sensibilizar o público sobre temas importantes relacionados à racialidade e oferecer uma plataforma para discussão e conscientização. Impacto do Curso de Letramento Racial: Público-Alvo: Educadores de diversas instituições de ensino que buscam aprimorar suas práticas pedagógicas e desenvolver uma abordagem mais inclusiva e consciente em relação às questões raciais.Benefícios: Capacitação de educadores para identificar e combater práticas discriminatórias, promover um ambiente escolar mais inclusivo e contribuir para a formação integral dos estudantes.
-Apresentações TeatraisTítulo: Para Meu Amigo BrancoNúmero de Apresentações: 32Duração de Cada Apresentação: 1 hora e 30 minutos -Curso online gratuito PARA MEU AMIGO BRANCO - Curso de Letramento Racial para Educadores Será oferecido um curso online gratuito ao vivo, via zoom, de letramento racial para educadores, conduzido por Clarissa Brito (Consultoria pedagógica) e Deborah Medeiros (Consultoria de representações raciais e de gênero).
O projeto contará com um consultor em acessibilidade. Todas ações abaixo estarão presentes nas 32 apresentações do espetáculo previstas no projeto: Aplicação do art. 28 da InstruçãoNormativa MinC nº 11 Realização de pelo menos uma oficina de duas horas de capacitação paraequipe do projeto sobre esses temas: Descrição de fotos em redes sociais Linguagem Simples - Design acessíve Inserção de Libras, legenda e audiodescrição em seus materiais paracomunicação digital. - Reserva de vagas para público com deficiência nas ações e atividades doprojeto, considerando as acessibilidades oferecidas PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas e banheiros adaptados ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados
Para garantir a ampla democratização do acesso ao espetáculo "Para Meu Amigo Branco", serão adotadas as seguintes medidas de distribuição e comercialização dos ingressos, bem como outras iniciativas para ampliar o alcance do projeto: I - Distribuição e Comercialização dos Ingressos:Distribuição Gratuita: 10% dos ingressos serão doados para distribuição gratuita com caráter social, conforme o inciso II do Art. 27 da Lei 8313/91, totalizando 20% de ingressos gratuitos. Esses ingressos serão destinados a organizações sociais, escolas e instituições que atendem a públicos em situação de vulnerabilidade social. II - Ampliação da Meia Entrada: Todos os ingressos comercializados terão a meia-entrada ampliada para pessoas elegíveis, beneficiando aqueles que não são contemplados com a gratuidade de caráter social. Essa medida visa facilitar o acesso de estudantes, idosos e outras categorias que têm direito à meia-entrada. III - Serão 2 ensaios Abertos (1 em São Paulo e 1 no Rio de Janeiro): Permitindo que os interessados possam acompanhar o processo criativo e a preparação da peça. Esses ensaios abertos proporcionam uma oportunidade de vivenciar o ambiente de produção teatral de forma acessível e educativa. IIII - Oficina de Letramento Racial: Será oferecida uma oficina de letramento racial, voltada para a educação e sensibilização sobre questões raciais. Esta oficina visa ampliar a compreensão do tema abordado pela peça e promover a discussão e reflexão entre os participantes.Curso e Palestras: Serão realizadas atividades educativas, como cursos e palestras, que explorarão temas relacionados ao racismo e à produção teatral. Essas atividades estarão abertas ao público e serão gratuitas, contribuindo para a formação e o aprofundamento do debate.Transmissão pela Internet: Para alcançar um público ainda maior, serão realizadas transmissões online do espetáculo e das atividades paralelas. As transmissões permitirão que pessoas de diferentes regiões e com diversas restrições de mobilidade possam acompanhar e participar das apresentações e discussões, garantindo um acesso mais amplo e inclusivo.
PARA MEU AMIGO BRANCO Inspirado no livro de Manoel Soares Texto: Rodrigo França e Mery Delmond Direção: Rodrigo França Elenco: Reinaldo Junior e Alex Nader Atrizes Convidadas: Stella Maria Rodrigues, Mery Delmond Elenco substituto: Fernão Lacerda e Marya Bravo Direção de movimento: Tainara Cerqueira Cenário: Clebson Prates Figurino: Marah Silva Iluminação: Pedro Carneiro Trilha sonora original: Dani Nega Consultoria pedagógica: Clarissa Brito Consultoria de representações raciais e de gênero: Deborah Medeiros Operação de som: Hugo Charret Operação de luz: Lucas da Silva Gestão e prestação de contas: Silas Redondo Direção de Produção: Júlia Ribeiro e Ana Laura Castro Idealização: João Bernardo Caldeira SOBRE A DIRETORA DE PRODUÇÃO E PROPONENTE Júlia Ribeiro é fundadora da Mercearia Cultural, da Mirante Projetos e co-idealizadora da iNBOx Cultural - Centro Cultural- Escola de Audiovisual, Artes Cênicas e Literatura com atividades em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Formada em pedagogia pela USP, atuação pelo INDAC e pós-graduanda em Gestão Cultural e Indústria Criativa pela PUC-RIO, atua como produtora/gestora cultural desde 2008 tendo trabalhado com importantes artistas, instituições e produtoras como Centro Cultural b_arco, Gullane, Cia. Empório de Teatro Sortido (Rafael Gomes e Vinicius Calderoni), Cia. 8 nova dança, Antonio Nóbrega, Vera Hamburger. Entre suas direções de produção mais recentes destacam-se, além dos projetos da iNBOx, a exposição Fronteiras Permeáveis no SESC Santo Amaro, a peça Para Meu Amigo Branco, com direção de Rodrigo França (SESC Belenzinho/ CAIXA Salvador) e o espetáculo de dança Lá, nos Corpos d'água, da Cia. 8 Nova Dança, com direção de Cristiane Paoli Quito (SESC Pinheiros). SOBRE O GESTOR E A PRESTAÇÃO DE CONTAS Silas Redondo é formado em Economia e tem uma longa carreira como produtor cultural, além de experiências no mundo corporativo. Trabalhou na Direção de Programação e Produção do TUCA, em São Paulo, e dirigiu produções de shows com artistas como Chico Buarque, Elza Soares, Gilberto Gi e Milton Nascimento. Foi responsável pela gestão da carreira de Antonio Nobrega durante 15 anos, organizando espetáculos e projetos de mídia. Entre 2012 e 2016, ocupou cargos de direção em corporações. Desde 2017, dedica-se à exportação de música brasileira e à consultoria em gestão de projetos culturais. SOBRE O DIRETOR E DRAMATURGO Rodrigo França é cineasta, articulador cultural, ator, diretor, dramaturgo, escritor e artista plástico. Escreveu sete peças teatrais, como "O Pequeno Príncipe Preto", "Capiroto" e "Inimigo Oculto". Entre as obras que dirigiu estão "Oboró - Masculinidades Negras", "O amor como revolução", "Enlaçador de mundos” e “Jorge para sempre Verão”. Ganhou o Prêmio Shell de Teatro 2019, na categoria Inovação, pelo Coletivo Segunda Black, no qual é cocriador e curador, iniciativa também contemplada com o 18º Prêmio Questão de Crítica. Além disso, é filósofo político e jurídico, atuando como pesquisador, consultor e professor de direitos humanos fundamentais. É ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil. ATORES Reinaldo Junior é ator, diretor e preparador de elenco. Em 2023, foi indicado a Melhor Ator no Prêmio Shell pelo espetáculo "O Grande Dia" - idealizado por ele, com texto e direção de André Lemos e realização da Confraria do Impossível, da qual é cofundador. Atuou em peças como "Salina, a Última Vértebra", da Cia. Amok Teatro; "Mercedes", do Grupo Emú, do qual é cofundador; e "Óboro Masculinidades Negras", com direção de Rodrigo França. É gestor do Quilombo Cultural Urbano e do Teatro Chica Xavier e idealizador e curador da Segunda Black (Prêmio Shell 2019). Recentemente, participou da novela "Vai na Fé" (2023), da Rede Globo; e dos filmes "Mussum o Filmis", da Globo Filmes; e "Nosso Sonho, A cinebiografia de Claudinho e Buchecha", da Urca Filmes. Alex Nader começou no teatro aos 11 anos, tendo estudado com nomes como Domingos Oliveira, Hamilton Vaz Pereira, Moacir Chaves e Fabio Barreto. Em 2003, formou-se em Cinema pela Unesa. No teatro, destaca-se por “O Âncora”, “Caranguejo Overdrive”(vencedor dos prêmios Cesgranrio, Shell e APTR nas categorias Texto e Direção) e “A Paz Perpétua” (direção de Aderbal Freire Filho). Na TV, seus últimos trabalhos foram a novela “Quando Mais Vida Melhor”, da TV Globo; e as séries da Globopay “Arcanjo Renegado”, dirigida por Heitor Dhalia; e a segunda temporada de “A Divisão”, dirigida por Vicente Amorim. Stella Rodrigues é atriz, cantora e produtora com mais de 30 anos de carreira. Formada pelo Centro de Artes Calouste Gulbenkian, já participou de espetáculos como “O Abre Alas- 150 anos de Chiquinha Gonzaga”, “Cole Porter, ele nunca disse que me amava”, “Suburbano Coração”, “A Ópera do malandro”, “A Presença de Guedes”, com direção de Irene Ravache, “Toilete”, de Walcyr Carrasco, e “Uma Professora Maluquinha”, cuja atuação lhe rendeu uma indicação de melhor atriz no Troféu Mambembe. Entre 2017 e 2019, protagonizou o musical "Emilinha". SOBRE A ATRIZ E DRAMATURGAMery Delmond é uma atriz, produtora, diretora e roteirista que se dedica ao desenvolvimento de projetos criativos e culturais desde 2015. Em parceria com a produtora Diverso Cultura e Desenvolvimento, implementou várias iniciativas nas áreas de teatro, cinema/audiovisual, música e literatura, com enfoque em questões raciais, de gênero e de diversidade, com destaque para “Contos Negreiros do Brasil”, “Oboró Masculinidades Negras”, “O amor como Revolução”, “O Pequeno Príncipe Preto” e “Inimigo Oculto”. SOBRE O IDEALIZADOR João Bernardo Caldeira é graduado em direção teatral e comunicação pela UFRJ e mestre em artes da cena pela mesma universidade. É autor, diretor, professor, produtor e jornalista cultural. Pós-graduado em Gestão Cultural pelo Itaú Cultural e doutorando em artes cênicas pela ECA-USP, dirigiu, produziu e escreveu espetáculos como “Avenida Central”, “Atafona O Fim” e “Eu Quem Eu Somos”, realizados pelo Coletivo Cosmogônico (RJ), além de “A Natureza do Olhar”, “A Tropa”, “Agora É Tempo” e “Os Ruivos”.
PROJETO ARQUIVADO.