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PRONAC 248742Aguarda elaboração de portaria de ProrrogaçãoMecenato

CCBB Educativo - Arte e Cultura

KAREN CRISTINA CELOTTO MONTIJA
Solicitado
R$ 3,79 mi
Aprovado
R$ 3,73 mi
Captado
R$ 2,25 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
00000000000191BANCO DO BRASIL SA1900-01-01R$ 2,25 mi

Eficiência de captação

60.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Edital de Patrocinio CCBB 2023 - 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-09-01
Término

Resumo

O projeto CCBB Educativo - Arte e Cultura são ações educativo-culturais que fazem parte do CCBB São Paulo a partir das exposições e da programação cultural oferecidas neste equipamento com o objetivo de estudar e atender públicos visitantes e estimulados, de maneira inclusiva e diversa, construindo uma acessibilidade mais integradora e conectada à experiência estética de diferentes linguagens artísticas.

Sinopse

Tendo em vista que a confirmação dos temas das exposições e das ações co-relacionadas somente acontece a partir do processo de curadoria que será realizada na etapa de pré-produção nnao é possível apresentar as sinopses neste momento. No entanto, segue a relação dos produtos idealizados na concepção deste projeto já em andamento no CCBB SP e que terão sua continuidade: 1. EXPOSIÇÕES DE ARTES (produto principal): 1.1) Visitas Mediadas: percursos na galeria elaborados pelos educadores para diálogo e aprofundamento com e entre visitantes. As visitas contemplam escolas, grupo de professores e educadores, equipe de atendimento do CCBB, organizações sociais, instituições culturais e museológicas, clientes e convidados do BB. São oferecidas nas seguintes modalidades:● Visita Mediada Espontânea Libras: visita realizada em Libras para público amplo. 2 semanais/60 semanas● Visita Mediada Espontânea: visita para públicos sem agendamento prévio. 8 semanais/60 semanas● Visita Mediada Agendada: visita para grupos com agendamento e planejamento prévio. 8 semanais/60 semanas. Obs: esta previsão corresponde ao número de pessoas nos ônibus que serão disponibilizados pelo projeto permitindo ainda que outras instituições façam agendamentos à parte.NÚMERO DE ATIVIDADES SEMANAIS: 18 semanais/60 semanas 1.2) Instalação Multissensorial: as instalações multissensoriais visam ativar o corpo do espectador para que sua vivência com a obra de arte seja atravessada pela experiência estética e não somente pela informacional. Eles são construídos de maneira imersiva, cenográfica, respeitando a essência conceitual do artista. Há a disponibilidade de um educador no espaço para potencialização da experiência caso seja solicitado. Para todos os públicos.ESTÚDIO SENSORIALNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 6 instalações fixas nos períodos das exposições 1.3) Caderno Educativo: material impresso e digital, também com versão em audiobook para atendimento de pessoas com deficiência visual, contendo texto/áudio mediador da exposição em cartaz.NÚMERO DE CADERNOS: 6 EXPOSIÇÕES DIGITAIS (SENDO 2 IMPRESSAS) 2. AÇÃO EDUCATIVA 2.1) Seminário e formação: encontros voltados para educadores, interessados em arte em geral, professores e estudantes – com ênfase na rede pública de ensino; encontros de formação integral sobre questões sociais que tangenciam os públicos em contato com o Programa Educativo.NÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 13 encontros 2.2) Ações Especiais: atividades de educação e arte elaboradas especialmente para calendário de datas comemorativas e eventos pontuais estipulados pelo patrocinador BB. Público a especificar de acordo com a demanda.NÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 21 ações 3. OFICINAS DE ARTE 3.1) Oficinas de Arte: atividade prática de experimentação e aprendizagem de técnicas das artes plásticas ou digitais. A partir de 7 anos.FABRINCANDO/OFICINA INTEGRADA - NÚMERO DE ATIVIDADES: 4 semanais/60 semanas 3.2) Primeiro Brincar: atividade para criança e família de 0 a 3 anos em espaço confortável com objetos interativos seguros para experimentações nesse primeiro contato com o museu.PRIMEIRO BRINCAR - NÚMERO DE ATIVIDADES: 2 semanais/60 semanas 3.3) Oficininha: atividade para criança e família de 4 a 7 anos para as primeiras experiências na galeria da exposição com dinâmicas e brincadeiras.OFICININHA - NÚMERO DE ATIVIDADES: 2 semanais/60 semanas 4. AÇÕES DE INCENTIVO À LEITURA 4.1) Mediação de Leitura: atividade de promoção de leitura e de experimentação estética com livros infanto-juvenis. A partir de uma curadoria de títulos com critérios de design e narrativa, a roda de mediação visa vivificar as palavras e diagramações intencionais para engajamento dopúblico na leitura e experiência estética. Para todos os públicos.QUE LIVRO É ESSE? - NÚMERO DE ATIVIDADES: 2 semanais/60 semanas 4.2) Contação de Histórias: a tradição popular brasileira de contação de história integra a programação em diálogo com a programação cultural do CCBB, em repertório autoral e seleção de obras que são patrimônio nacional. Para todos os públicos.CONTO UM CONTO - NÚMERO DE ATIVIDADES: 4 semanais/60 semanas 5. INTERVENÇÕES CÊNICAS MUSICAIS/AÇOES POÉTICAS 5.1) Cenas Musicais: atividades coletivas roteirizadas a partir de conceitos da exposição de Artes Visuais envolvendo musicalidade, figurinos, adereços e estratégias de participação do público durante a apresentação. Versão em Libras e em Português para todos os públicos.SOM EM CENA- NÚMERO DE ATIVIDADES: 5 semanais/60 semanas 5.2) Ações poéticas: intervenções pontuais na galeria que aprofundam ou destacam conceitos e detalhes da exposição de artes visuais desenvolvidas em multilinguagens. Para todos os públicos.INSPIRAÇAO - NÚMERO DE ATIVIDADES: 1 semanal/60 semanas

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Elaborar e executar o Programa CCBB Educativo São Paulo a partir da programação cultural oferecida neste equipamento com objetivo de estudar e atender públicos visitantes e estimulados, de maneira inclusiva e diversa. Dessa forma o projeto se propõe a impactar a sociedade com os seguintes desdobramentos: - Contribuir para a ampliação de conhecimento, pertencimento, interação e compartilhamento em arte e cultura; - Corroborar para a formação de público por meio da apreciação e reflexão artística e estética; - Acessibilizar a programação cultural com atividades de mediação e criação de ações autorais da equipe educativa; - Promover debates sociais urgentes a partir da programação cultural; - Compreender os públicos visitantes e não-visitantes, buscando estimular a visitação e ajustando as atividades de acordo com as vivências e bagagem cultural do público; - Promover um ambiente acolhedor e representativo dos diversos grupos sociais, tanto para a equipe de trabalho quanto para o público; _ Estimular a criatividade e expressão pessoal, de equipe e público, por meio da construção e aplicação de oficinas de arte e atividades interativas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: A programação do projeto CCBB Educativo - Arte e Cultura está relacionada aos períodos de exposição do CCBB SP e estarão alinhados à agenda estipulada por este equipamento. Pressupõe uma agenda efetiva de 60 semanas de programação ao público em um período de um ano e meio, com previsão de 6 exposições. Dessa maneira, a programação será acordada no planejamento e na execução do projeto e se distribuem nos seguintes eixos: 1. EXPOSIÇÕES DE ARTES (produto principal): 1.1) Visitas Mediadas: percursos na galeria elaborados pelos educadores para diálogo e aprofundamento com e entre visitantes. As visitas contemplam escolas, grupo de professores e educadores, equipe de atendimento do CCBB, organizações sociais, instituições culturais e museológicas, clientes e convidados do BB. São oferecidas nas seguintes modalidades:● Visita Mediada Espontânea Libras: visita realizada em Libras para público amplo. 2 semanais. Total: 1.800 pessoas em 60 semanas● Visita Mediada Espontânea: visita para públicos sem agendamento prévio. 8 semanais. Total: 7.200 pessoas em 60 semanas● Visita Mediada Agendada: visita para grupos com agendamento e planejamento prévio. 8 semanais. Total 21.600 pessoas em 60 semanas. Obs: esta previsão corresponde ao número de pessoas nos ônibus que serão disponibilizados pelo projeto permitindo ainda que outrasinstituições façam agendamentos à parte.NÚMERO DE ATIVIDADES SEMANAIS: 18 semanaisPÚBLICO PREVISTO: 30.600 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 1.080 em 60 semanas 1.2) Instalação Multissensorial: as instalações multissensoriais visam ativar o corpo do espectador para que sua vivência com a obra de arte seja atravessada pela experiência estética e não somente pela informacional. Eles são construídos de maneira imersiva, cenográfica, respeitando a essência conceitual do artista. Há a disponibilidade de um educador no espaço para potencialização da experiência caso seja solicitado. Para todos os públicos.ESTÚDIO SENSORIALNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 6 instalações fixas nos períodos das exposiçõesPÚBLICO PREVISTO: 86.400 pessoas em 60 semanas 1.3) Caderno Educativo: material impresso e digital, também com versão em audiobook para atendimento de pessoas com deficiência visual, contendo texto/áudio mediador da exposição em cartaz.NÚMERO DE CADERNOS: 6 EXPOSIÇÕES DIGITAIS (SENDO 2 IMPRESSAS)TIRAGEM PREVISTA: 10.000 impressos + 500 acessos 2. AÇÃO EDUCATIVA 2.1) Seminário e formação: encontros voltados para educadores, interessados em arte em geral, professores e estudantes _ com ênfase na rede pública de ensino; encontros de formação integral sobre questões sociais que tangenciam os públicos em contato com o Programa Educativo.NÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 13 encontrosPUBLICO PREVISTO: 260 pessoas 2.2) Ações Especiais: atividades de educação e arte elaboradas especialmente para calendário de datas comemorativas e eventos pontuais estipulados pelo patrocinador BB. Público a especificar de acordo com a demanda.NÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 21 açõesPUBLICO PREVISTO: 375 pessoas 3. OFICINAS DE ARTE 3.1) Oficinas de Arte: atividade prática de experimentação e aprendizagem de técnicas das artes plásticas ou digitais. A partir de 7 anos.FABRINCANDO/OFICINA INTEGRADANÚMERO DE ATIVIDADES: 4 semanaisPUBLICO PREVISTO: 1.920 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 240 em 60 semanas 3.2) Primeiro Brincar: atividade para criança e família de 0 a 3 anos em espaço confortável com objetos interativos seguros para experimentações nesse primeiro contato com o museu.PRIMEIRO BRINCARNÚMERO DE ATIVIDADES: 2 semanaisPUBLICO PREVISTO: 600 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 120 em 60 semanas 3.3) Oficininha: atividade para criança e família de 4 a 7 anos para as primeiras experiências na galeria da exposição com dinâmicas e brincadeiras.OFICININHANÚMERO DE ATIVIDADES: 2 semanaisPUBLICO ANUAL PREVISTO: 600 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 120 em 60 semanas 4. AÇÕES DE INCENTIVO À LEITURA 4.1) Mediação de Leitura: atividade de promoção de leitura e de experimentação estética com livros infanto-juvenis. A partir de uma curadoria de títulos com critérios de design e narrativa, a roda de mediação visa vivificar as palavras e diagramações intencionais para engajamento dopúblico na leitura e experiência estética. Para todos os públicos.QUE LIVRO É ESSE?NÚMERO DE ATIVIDADES: 2 semanaisPUBLICO PREVISTO: 600 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 120 em 60 semanas 4.2) Contação de Histórias: a tradição popular brasileira de contação de história integra a programação em diálogo com a programação cultural do CCBB, em repertório autoral e seleção de obras que são patrimônio nacional. Para todos os públicos.CONTO UM CONTONÚMERO DE ATIVIDADES: 4 semanaisPUBLICO PREVISTO: 2.400 para 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 240 em 60 semanas 5. INTERVENÇÕES CÊNICAS MUSICAIS/AÇOES POÉTICAS 5.1) Cenas Musicais: atividades coletivas roteirizadas a partir de conceitos da exposição de Artes Visuais envolvendo musicalidade, figurinos, adereços e estratégias de participação do público durante a apresentação. Versão em Libras e em Português para todos os públicos.SOM EM CENANÚMERO DE ATIVIDADES: 5 semanaisPUBLICO PREVISTO: 30.000 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 300 em 60 semanas 5.2) Ações poéticas: intervenções pontuais na galeria que aprofundam ou destacam conceitos e detalhes da exposição de artes visuais desenvolvidas em multilinguagens. Para todos os públicos.INSPIRAÇAONÚMERO DE ATIVIDADES: 1 semanalPUBLICO PREVISTO: 1.800 pessoas em 60 semanasNÚMERO TOTAL DE ATIVIDADES: 60 em 60 semanas TOTAL DE ATIVIDADES DO PROJETO: 2.326 ATIVIDADES ANUAISPÚBLICO TOTAL ATINGIDO: 165.555 PESSOAS BENEFICIADAS

Justificativa

Solicitamos projeto junto à Lei 8313/91 que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura considerando que o mesmo atende os seguintes objetivos: Art. 3º, II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; com equipe plural e capacitada pedagogicamente para promover a mediação entre grupos divergentes, grupos em formação e valorização da pluralidade formadora da nossa sociedade. Art. 3º, V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais: democratizando programações culturais do CCBB através de ações de mediação cultural e acessibilidade. Art. 3º, VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; oferecendo programação gratuita de formação de público, acessibilizando a nichos de público e estimulando públicos não-visitantes através de ônibus para transporte e programação especializada. Art. 3º, IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental: o projeto desenvolve a pesquisa autoral da diretora e coordenadora-geral Karen Montija a respeito de instalações multissensoriais e objetos mediadores de experimentação estética acessíveis. Art. 3º, X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais: o projeto utiliza de tecnologias para acessibilização de conteúdo para cultura surda e cegueiras, assim como divulgação e engajamento em mídias sociais. Art. 3º, XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais: formação de equipe para a produção de atividades criativas e acessíveis que multiplicam linguagens a partir da programação do CCBB. Art. 3º, XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; como nosso objetivo de atuação, somos uma Programação Educativa Cultural. Seguindo o dispositivo da Lei 8313/91 sobre a captação de recursos: Art. 3º, I, c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos: parceria com professores, educadores e artistas em seminários sobre arte e acessibilidade e programação de visitação agendada para formação de público. Art. 3º, I,d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes: como um de nossos objetivos principais na captação de recursos para realização de Programação Educativa Cultural de caráter integral. Art. 3º, II, c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore: desenvolvimento de programação multilinguagens mediadora da programação do CCBB. Art. 3º, II, e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres: desenvolvimento de programação multilinguagens mediadora da programação do CCBB. Art. 3º, III, a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos: atuando na formação e ampliação de público visitante do equipamento CCBB. Art. 3º, IV, a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: toda a programação é gratuita, frequente com disponibilidade alternada, de forma a ampliar o acesso para o público visitante e estimulado. Art. 3º, IV, b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos: equipe e programação realizada com grupos de convivência que pesquisam e planejam ações culturais. Enquanto um projeto inscrito na tipicidade de PROJETO ESPECÍFICO cuja tipologia é EDUCATIVOS EM GERAL, nos alinhamos com as políticas públicas orientadas pelas Portaria Nº 422, de 30 de novembro de 2017, revogada e revisada pela Portaria Nº 605, de 10 de agosto de 2021, que regulamentam uma Política Nacional de Educação Museal. Considerando que o Centro Cultural Banco do Brasil é atravessado por processos museológicos, educacionais no sentido integral da dimensão educativa, artísticos, formadores de público, enquanto projeto temporário nos alinhamos com o empenho da gestão no que foi propiciado em a) incentivar a construção do Programa Educativo e Cultural; b) promover o desenvolvimento do Programa Educativo e Cultural via Lei Rouanet possibilitando suas atribuições de (grifo nosso da adaptação de acordo com o projeto) missão; teorização e conceituação; diagnósticos; descrição de atividades; registro, sistematização e avaliação permanente de suas atividades e formação continuada dos profissionais do museu; compromisso com c) incentivar mecanismos de financiamento; e a partir das contrapartidas d) incorporar a contribuição dos setores de educação museal como parte integrante das programações e na constituição da memória do museu por meio do registro e divulgação de suas ações. No que compete à estrutura organizacional desse projeto quanto aos profissionais, formação e pesquisa, nos fortalecemos nas diretrizes da PNEM ao estruturar um projeto prevendo a) formação continuada em grupos de convivência, seminários internos e acompanhamento de uma coordenação pedagógica assim como o uso de instrumentos de pesquisa e diagnóstico sistematizando as ações educativas aqui previstas; b) c) d) a equipe é formada por diferentes níveis de envolvimento do profissional seguindo um plano de carreira possível em um projeto temporário, considerando profissionais em formação na graduação, profissionais graduados e profissionais com especialização e pós-graduação; g) h) promovemos a colaboração com universidades e instituições da área através de seminários e de formação interna e externa de forma a potencializar conceitos e pesquisa internas; i) trabalhamos em conjunto com a programação geral do CCBB realizando sua função social e educacional, considerando estudos de público e avaliação. Quanto à consciência e planejamento do projeto na sua inserção social, a) b) estamos em consonância com a PNEM e com os debates da Educação Museal promovidos pela REM-BR; c) e) f) praticamos a acessibilidade como princípio do projeto e missão da empresa AKA - Arte e Acessibilidade, contando com programação, equipe de atendimento, consultoria, formação, seminários utilizando-se de mídias digitais para garantir acesso e democratização, assim como desenvolvimento de procedimentos de atuação que sejam inclusivos; d) com programação gratuita, ônibus e agendamento para recorte de público a ser estimulado, temos como diretriz desenvolver ações e debates para a formação da equipe na ampliação do público a ser atendido. Considerando todo o exposto, o presente projeto tem como principal justificativa continuar viabilizando a proposta pedagógica idealizada pela AKA - Arte e Cultura na missão de construir uma acessibilidade mais integradora, que esteja conectada à experiência estética das diferentes linguagens artísticas, com equipe plural em conhecimentos e vivências sociais, objetivando seguir mediando a programação do CCBB-SP por meio de uma Programação Educativa Cultural acessível. O Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, neste sentido, torna-se caminho fundamental para o financiamento das atividades propostas.

Estratégia de execução

CONTINUAÇÃO DO CAMPO "FICHA TÉCNICA" (por limite de caracteres) NÚCLEO EDUCATIVO Supervisão, Agendamento e Levantamento Orçamentário: Auxilia a coordenação geral na produção das atividades e materiais educativos. É o responsável pelas compras de materiais, acompanhamento dos fornecedores, gerenciamento dos insumos necessários ao dia a dia do projeto.Agente operacional no contrato com ônibus de agendamento. Educadores e Estagiários: - artes visuais / história, filosofia e/ou sociais / cênicas e/ou música / audiovisual e/ou fotografia / pedagogia e museologia. Equipe contratada a partir de critérios afirmativos de representatividade para pesquisar, planejar, desenvolver, executar e avaliar as ações educativas sob supervisão do Núcleo Pedagógico seguindo diretrizes do Núcleo Coordenação. NÚCLEO ADMINISTRATIVO Responsável pela parte financeira, contratual, orçamentária e jurídica do projeto. Delibera junto com acoordenação geral sobre as necessidades orçamentárias dos demais núcleos de atuação. Realiza pagamentos deequipe e fornecedores. Contador - Eiras & Eiras Contabilidade Advogado Empresarial responsável pela contabilidade, folha de pagamento, rotinas contábeis, regularização de certidões - R.P. Eiras Jurídico Consultorias - profissionais especializados que são acionados eventualmete para orientações específicas do projeto. NÚCLEO COMUNICAÇÃO Responsável pela divulgação do projeto em mídias impressas e digitais, clipping de serviço e identidade comunicacional do projeto. Auxilia a coordenação geral na pesquisa de conteúdo e linguagem dos produtos culturais, análise e acompanhamento conceitual da produção dos materiais, criação e desenvolvimento da identidade visual do projeto. Interlocução com assessoria de imprensa e agencia de clippagem, além de fornecedores relacionados à materiais gráficos e digitais. ASSESSORIA DE COMUNICAÇAO (Criação e conceito) - Gabriel Victal Formado em artes visuais pela UNESP-SP e técnico em design gráfico pela Escola Técnica Estadual Carlos deCampos. Atua há mais de 15 anos na área de comunicação visual criando identidades visuais e projetos gráficos emmídia impressa e online. Entre os trabalhos gráficos destacam-se: Projeto gráfico de folders, cartazes, flyers ecatálogo do Projeto Espetáculo (2014, 2016-2021) para as Fábricas de Cultura da Zona Leste pela CataventoCultural. Cadernos, folders e kit educativos para exposições do CCBB. Projeto Gráfico para o Guia – Alimentação emPauta, guia de comunicação para o IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) pelo Desdobra Coletivo. Campanha deredes para ABONG pelo Estúdio Alquimistas Comunicação Visual. Lançamento de seu livro ilustrado “Contos Achadose Perdidos” em parceria com autor Diogo Spinelli pela editora SESI-SP; e Projeto gráfico para o 16º Mês do orgulho LGBT de São Paulo. Assessoria de Imprensa: Interlocução com assessoria de imprensa do CCBB e das produtoras de exposições temporárias, release, divulgação em meios impressos, TVs e propagandas, clipping. Assessoria de Mídias: Elaboração de newsletter mensal, adequação de peças gráficas para divulgação em redes sociais, entrega de mídias espontâneas para redes sociais. INFORMAÇAO SOBRE PATROCÍNIO: Até o presente momento este projeto não conta com demais patrocínios além do Banco do Brasil. A negociação do valor final está em curso e o projeto terá um aporte inicial de verba direta do BB para dar início à sua execução do ainda em 2024. A informação será reportada ao Ministério da Cultura assim que validada.

Especificação técnica

Caderno educativo: PAPEL couché CAPA COM LAMINAÇAO FOSCA 32 páginas 4x4 cores PROPOSTA PEDAGÓGICA–PAEE : A Proposta de Acessibilidade à Experiência Estética (PAEE), trabalho de mestrado em acessibilidade estética pela ECA–USP, que foi criada e aplicada por Karen Montija enquanto Coordenadora Pedagógica do SESC-SP (2015-atual) e do Programa CCBB Educativo Brasília e São Paulo (2014 a 2017), será a fundamentação teórica para a proposta pedagógica do Educativo Mediação Criativa. A PAEE busca contribuir para fruição dos espectadores mostrando um caminho possível para integração de pessoas com e sem deficiência, e se fundamenta em 8 pontos: 1. Fazer um trabalho acessível COM pessoas com deficiência e não PARA elas; 2. Contribuir para a experiência estética com a arte dando um passo à frente da neutralidade de algumas audiodescrição e placas táteis; 3. Trabalhar de maneira multidisciplinar e/ou interdisciplinar e/ou transdisciplinar, permitindo a criação. 4. Considerar a interdependência e as trocas entre pessoas com deficiência e sem deficiência, entre educandos e educadores; 5. Criar materiais com expressividade, indo além das reproduções e adaptações “fiéis” à obra; 6. entender o toque nas obras como uma ação política; 7. Considerar a potência do corpo e não o que nele “falta”; 8. Trabalhar com propostas multissensoriais. A partir da fundamentação teórica da PAEE e do alinhamento aos pilares conceituais da instituição (item 2.3 do edital), a proposta pedagógica organiza-se em princípios-base que orientam o projeto: Acessibilidade a experiência estética: para garantir que as atividades de mediação cultural sejam inclusivas e acessíveis a todos os visitantes, a equipe pedagógica estará preparada para lidar com diferentes perspectivas, respeitar a diversidade de opiniões e adaptar suas abordagens para atender às necessidades de diferentes grupos, incluindo pessoas com deficiência, idosos e comunidades marginalizadas. Além da acessibilidade física, informacional, comunicacional e atitudinal, a AKA tem como pesquisa central a acessibilidade estética. Através da criação de materiais e atividades expressivas de acesso à experiência e encontro com a arte, a acessibilidade estética é uma política que está conectada com a experiência conceitual e emotiva da obra, valorizando a percepção e o sentir dos diversos perfis de visitantes. Consideramos que uma mediação cultural inclusiva precisa se multiplicar em diversas linguagens, valorizar a autonomia e potência do público, a integração, e estar amparada pelos recursos e tecnologias dos diversos tipos de acessibilidade. Representatividade e diversidade: Trabalhamos com profissionais de múltiplos repertórios e marcadores sociais. Acreditamos na convivência, na mediação de conflitos e na intersecção de experiências para constituição de uma equipe pedagógica que possa representar a diversidade de público da instituição, se conectando com as demandas da sociedade para mediar de forma crítica os conteúdos da programação. Mediação Criativa: Investimos na criação e em um projeto experimental que vê, na invenção e no coletivo, um caminho para a mediação cultural. Incentivando a formação, e habilidades dos educadores e estagiários, integrando e incluindo a diversidade, para gerar um território criativo fértil que possa reverberar na construção das experiências estéticas oferecidas ao público do CCBB, estudando os visitantes usuais e o não-público a ser estimulado. A cada nova exposição a equipe é estimulada a pensar, criar, desenvolver e aplicar atividades que articulem as temáticas com os diversos públicos e linguagens. Formação Transversal: Formação continuada e oficinas de arte são pilares da coordenação pedagógica, ampliando o conhecimento da equipe sobre o público. Acreditamos em um processo formativo que seja transversal à instituição e que abarque a equipe de atendimento e o próprio público. As formações acontecem a cada nova exposição, abrangendo os temas da programação, e de forma periódica com temas de relevância social e discussões contemporâneas. Compreendemos que a pluralidade de repertório com personalidades de notório saber, e articulação do conhecimento acadêmico com a experiência prática, e outras formas de saber são essenciais para a ampliação do senso crítico e leitura de mundo de equipe e visitantes. Educação para os Direitos Humanos: Desenvolvemos um projeto educacional voltado para o respeito e propagação dos direitos humanos, desde os critérios afirmativos para contratação da equipe, passando pelas formações e refletindo no atendimento ao público. Entendemos os direitos humanos como um contrato social que precisa ser reafirmado e atualizado cotidianamente perpassando as relações de todo o trabalho. As atividades e produtos culturais desenvolvidos e ofertados pelo educativo devem trazer em sua estrutura e execução os princípios que regem a dignidade humana, a equidade, a justiça social, a liberdade de expressão e os direitos das minorias, estimulando os visitantes a pensar criticamente sobre esses temas. Diálogos com a Sociedade: Entendemos que um projeto educativo deve estabelecer um diálogo constante com a comunidade, percebemos os visitantes não apenas como público mas como parte integrante da construção do conhecimento cultural. Valorizamos as parcerias entre instituições museais, escolas e organizações da sociedade civil de modo a propiciar um intercâmbio de saberes e o desenvolvimento de programas em conjunto que possam fortalecer o campo da mediação em arte e cultura. ESTRUTURA PEDAGÓGICA – A estrutura pedagógica orienta o desenvolvimento dos produtos culturais oferecidos pelo educativo aplicando a proposta pedagógica às necessidades do CCBB. Serve como guia para construção dos processos de formação de equipe, estudo, pesquisa, atendimento ao público e criação de atividades. Organiza-se em: conceitos gravitacionais, eixos condutores, vetores e veredas. Conceitos Gravitacionais: Valores centrais pelos quais orbitam os eixos condutores. São os fundamentos da estrutura e os princípios da proposta pedagógica que se irradiam por todo o projeto: Experiência Estética / Expressividade / Propostas multisensoriais / Potência Corporal / Criação Coletiva / Multi-Inter-Transdisciplinaridade / Interdependência e Troca / Integração das Diferenças / Pluralidade de Repertório / Interseccionalidade e Transversalidade. Eixos Condutores: Orbitam os conceitos gravitacionais orientando os conteúdos, abordagens e linguagens dos produtos culturais às necessidades do projeto. Cada eixo condutor se divide em vetores, que atuam como temáticas que direcionam a pesquisa e estudo dentro dos eixos. São três os eixos condutores: Eixo 1: Conteúdo e Pesquisa se divide em dois vetores: programação e patrimônio-memória; Eixo 2: Públicos e Mediações, em três vetores: social, etário e nichos; e Eixo 3: Criação e Desenvolvimento nos vetores: expressão e movimento, autonomia e integração, e diálogos e pensamentos. Os vetores, por sua vez, ramificam-se em veredas de conteúdo (eixo 1), veredas de abordagem (eixo 2) e veredas de linguagem (eixo 3). As veredas são caminhos específicos em que os temas podem ser trabalhados. A estrutura rizomática dos eixos condutores busca sistematizar o processo de ampliação e troca de conhecimento, mediação de público e criação de atividades, de forma a construir um mapa de atuação com o qual a equipe pedagógica possa navegar para o desenvolvimento dos produtos culturais.

Acessibilidade

O Programa CCBB Educativo - Arte e Cultura proposto pela Aka – Projetos Culturais visa construir uma acessibilidade mais integradora, que esteja conectada à experiência estética das diferentes linguagens artísticas, com equipe plural em conhecimentos e vivências sociais, objetivando mediar a programação do CCBB por meio de uma Programação Educativa Cultural acessível. A deficiência aqui é entendida como uma responsabilidade social da proposta, já que as vivências e diferenças são anteriores à padronização cultural, sendo necessário que a cultura se adapte e integre as vivências de pessoas com deficiência. Em alinhamento com a publicação Acessibilidade a Museus - Cadernos Museológicos V.2 (Ibram, 2012) o que tange à Acessibilidade FÍSICA, o edifício do CCBB SP conta com piso podotátil, mapa tátil, seguranças em cada sala, banheiros adaptados, elevadores e rampas. Nesse sentido, nossa proposta visa à formação da equipe de funcionários de atendimento geral do CCBB para a Acessibilidade ATITUDINAL em compreender quais atitudes e gestos facilitam a experiência das pessoas com deficiência no espaço, considerando a pluralidade de públicos a serem estimulados na programação agendada e espontânea. Para isso, devemos entender que quando falamos em acessibilidade, devemos pensar na oferta de espaços de cultura para cegos, surdos, pessoas que utilizam cadeiras de rodas, autistas, como também tornar um espaço acessível para todos os gêneros e suas identidades, credos, orientações sexuais, etnias, realidades sócio-econômicas diversas e assim por diante. No que tange à Acessibilidade de CONTEÚDO: a. acessibilidade informacional ou comunicacional: prevê a disponibilização de linguagens variadas para o acesso a informações, como audioguias, tradução/interpretação em Libras, a um acolhimento profissional que pressuponha uma mediação sobre os conteúdos que contemple a realidade cultural do visitante, ou seja, da recepção à mediação a equipe de trabalho estará disponível a construir formas de linguagem que acessem os mais variados públicos. b. Acessibilidade estética: criação de formas expressivas de acesso à experiência de encontro com a arte. Tendo sua base no conceito de experiência estética de John Dewey, que considera a experiência que vai além do reconhecimento de formas, a acessibilidade estética é uma política conectada com a expressividade da obra. Ainda que se fale em experiência estética, no atendimento ao público com deficiência é comum encontrarmos ações mais formais e assistencialistas, com grande expectativa de suprir aquilo que “falta” ao visitante. Se ele tem deficiência visual, por exemplo, poderá receber uma descrição neutra sobre a peça exposta, correndo o risco de lhe faltar uma conexão mais emotiva com a obra. Portanto, seguindo o desenvolvimento da diretora e coordenadora-geral do projeto Karen Montija, oferecemos uma programação cultural multilinguagens que envolve ações cênicas, sonoras, musicais, visuais e plásticas que visam proporcionar acessos às diferentes deficiências para a experiência estética que é tanto de fruição quanto de reflexão sobre emoções e questões sociais do entorno. Para contemplarmos uma Programação Educativa Cultural Acessível, a equipe terá formações, consultorias e contratação de educadores para que seja efetivo o diálogo criador com as diferenças e a forma que cada pessoa interage com o mundo. Sendo assim: ● Fazer COM e não PARA: a importância de se fazer pesquisas e propostas de acessibilidade ao lado de pessoas COM deficiência e não apenas PARA elas. Ou seja, o protagonismo e a fala do público alvo são levados em consideração e são parte atuante do trabalho;● Formação de uma equipe plural, interdisciplinar e transdisciplinar, educadores com e sem deficiência, diversos racialmente e em gênero;● Investir no protagonismo e na autonomia da pessoa com deficiência, considerando que a visita educativa pressupõe uma interdependência entre educador e visitante, que vivenciam a visita em auxílio mútuo. Sendo assim, a equipe educativa será formada para estar à disposição de singulares encontros criativos;● Construção de tempo e espaço para a criação de objetos estéticos de mediação. A acessibilidade será criada também a partir da confecção de materiais expressivos que auxiliem na construção da experiência estética do visitante e não só facilitando informacionalmente sua visita. A equipe educativa também trabalhará a multissensorialidade como recurso inclusivo, a fim de explorar a potência de cada corpo que visita a exposição.

Democratização do acesso

A estratégia de Democratização de Acesso que contempla os produtos descritos nos objetivos específicos considera que a comercialização é 100% gratuito. A distribuição e ampliação ocorrem da seguinte maneira: DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS E AMPLIAÇÃO DE PÚBLICO:● o projeto acontece no espaço do CCBB com programação regular em horários alternados para diversificação de acesso de acordo com a disponibilidade dos públicos;● cadernos educativos gratuitos disponíveis para público espontâneo e público agendado;● parcerias com setores internos do Banco do Brasil sobre diversidade e inclusão;● programações espontâneas divulgadas em meios digitais e impressos contando com assessoria de imprensa, newsletter mensal e divulgação em redes sociais; ● programações agendadas para público a ser estimulado em que haja uma instituição responsável para a mediação junto ao projeto, disponibilizando ônibus para transporte e profissional dedicado ao acompanhamento operacional;● disponibilização de visitas em Libras para atendimento de visitantes da cultura surda;● seminários com tradução em Libras;● produção e disponibilização de audiobooks para pessoas com diferentes cegueiras;● programação com atividades interdisciplinares (artes cênicas/literatura/artes visuais/música, entre outros).

Ficha técnica

AKA PROJETOS CULTURAIS - ENTIDADE PROPONENTE DO PROJETO Para a realização deste projeto a AKA Projetos Culturais reuniu uma série de profissionais que serão responsáveispelo planejamento e execução das atividades conforme descrições dos cargos abaixo detalhados e acompanhadosdos respectivos currículos. O PROPONENTE é o responsável técnico e financeiro pelo projeto. NÚCLEO COORDENAÇÃO Responsável pela elaboração, orientação, avaliação e aprovação do projeto como um todo. É o núcleo fixo a quemse reportam os demais núcleos, atuando como instância deliberativa do projeto e conector entre toda a equipe e ainstituição. COORDENAÇAO GERAL E DIREÇAO ARTÍSTICA – Karen Montija Relacionamento com a equipe BB. Participação nas reuniões deliberativas dos núcleos de atuação e da instituição.Orientação, avaliação e aprovação das atividades gerais realizadas pelos núcleos de equipe. Planejamento deformação junto a produção executiva. Formação em acessibilidade junto ao núcleo pedagógico. Orientação,avaliação e aprovação das pesquisas, propostas, conceito e conteúdo do projeto. Responsável pela deliberaçãojunto ao núcleo administrativo. Mestre na Escola de Comunicação e Arte da USP com pesquisa em Acessibilidade para pessoas cegas em espaçosculturais. Formada em Artes Visuais na UNESP e Técnica Fotográfica pelo SENAC. Atualmente é fundadora ediretora da empresa "AKA Projetos Culturais" em que presta serviços de arte, educação e acessibilidade, atendendoinstituições como o SESC (SP) e Museu do Amanhã (RJ). Trabalhou como Coordenadora Pedagógica no ProgramaCCBB Educativo Brasília (2014 a 2017) e São Paulo (2014 a 2017). Coordenou educativos de exposição temporárias(SESC, OCA, CCC). É mediadora cultural há 15 anos e desde 2012, pesquisa e cria objetos mediadores, ambientesinterativos e ações educativas interdisciplinares que medeiam Artes Visuais e Patrimônio Cultural comAcessibilidade Estética, para os mais diversos perfis de público - incluindo espaços sensoriais que atendem cegos e autistas, teatro e música para surdos e programa para pessoas em situação de vulnerabilidade social. COORDENAÇAO EXECUTIVA DE PROJETO CULTURAL – Mariana Theodorica Auxilia a coordenação geral na execução das atividades do projeto nos termos da Lei Rouanet, interlocução do projeto junto ao MinC, assessoria à comunicação na adequação das peças de divulgação sob o aspecto dos manuais de marcas das instituições envolvidas (governos e patrocinadores), prestação de contas dos objetos do projeto (relatórios de execução e de marcas associadas), acompanhamento das atividades junto às coordenações do projeto e instituições parceiras. Participação em reunião de núcleos e deliberação junto à coordenação geral. Mestre em Comunicação e Indústrias Criativas pela Universidade de Alicante/Espanha (2022) e com MBA em Gestão Empresarial em Sustentabilidade e Responsabilidade Social pela UNA-BH (2011). Atuou por oito anos no Departamento de Marketing e Relacionamento do Instituto Cultural Filarmônica (2011 a 2019) na elaboração dos projetos para as leis de incentivo à cultura e na gestão dos patrocínios da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, mediando as relações com instituições parceiras e equipes internas para viabilizar contrapartidas contratuais e as apresentações da orquestra e de seus grupos de câmara durante 9 temporadas anuais. Assessorou a ONG "Favela é isso aí" (2009 e 2010) no trabalho de construção da cidadania a partir do apoio e divulgação das ações de arte e cultura da periferia. Atualmente é também Coordenadora Executiva da Curadoria Musical do Inhotim (MG) e realiza consultorias de marketing e de elaboração de projetos culturais. COORDENAÇAO PEDAGÓGICA – Karina Costa e Ana Lívia Castro Responsável pela aplicação da estrutura e proposta pedagógica da AKA. Avaliação, orientação e aprovação das atividades e dinâmicas da equipe do núcleo. Proposição das formações nos conteúdos das órbitas pedagógicas. Percepção, orientação e incentivo das habilidades de educadores e estagiários. Orientação dos supervisores enquanto a escala, funções e convivência dos educadores. Auxilia a coordenação geral no atendimento da equipe BB, interlocução com a equipe pedagógica e a instituição,relatoria geral, acompanhamento e avaliação de atividades, planejamento de formação, relacionamento com consultores, fornecedores e instituições parceiras. Reporta ao Núcleo Coordenação as demandas gerais da equipe educacional e da rotina do projeto. Participação em reunião de núcleos e instituição e deliberação junto à coordenação geral. Karina Costa - Arte Educadora, Produtora Cultural, Guia de Turismo e Intérprete de Libras. Turismóloga pela UNISA (2006), Pósgraduada em Administração pelo Senac (2015), com extensão universitária em História do Negro no Brasil pela USP(2010), extensão em Formação de Mediadores de Educação para Patrimônio pela Universidade Aberta do Nordesteda Fundação Demócrito Rocha (2020), credenciada Guia de Turismo pelo CADASTUR (2018) e usuária da Libras pelaPUC-SP. Como intérprete de Libras trabalhou no Instituto Olga Kos, Museu Judaico e nos eventos, “Carnaval de SP2023”, “Mercado D´ago” e “Estudio Mauricio de Sousa Produções”. Desempenhou o trabalho de coordenação emeducativos de exposições temporárias, a citar: “Corpos a exposição” São Paulo e Rio de Janeiro, “Água na Oca”,“Albert Einstein” no RJ, “Titanic” em Brasília, Projeto “Obra Viva” em São Bernardo do Campo/Parque Estoril,“Reverta: Arte e Sustentabilidade” etc. Na função de facilitadora artística, supervisionou a exposição “O outrotransatlântico” no Sesc Pinheiros(2018), “Países Espelhados” e “Xilograffiti” no Sesc Consolação (2020 e 2022). Ana Lívia Castro - Educadora e Comunicadora formada em Letras e Mestre em Estudos Literários pela UFSCar, é contadora dehistórias, pesquisadora das Artes da Fala e da Palavra como fenômeno humano. Atua desde 2013 na supervisão eorientação de projetos pedagógicos no SESC, Senac, Funarte, Fundação Bienal, Fundação Casa, Salas de Leitura deRedes de Ensino Público e Privado. É psicanalista lacaniana. COORDENAÇAO DE PROGRAMAÇAO – Gabriela da Fonseca Auxilia a coordenação geral na pesquisa de conteúdo e linguagem dos produtos culturais, análise e acompanhamento conceitual da produção das atividades e materiais, formatação de propostas, medições e análise geral do projeto, desenvolvimento do conteúdo dos cadernos educativos, análise de outros conteúdos, dinâmicas e estruturas pedagógicas do projeto. Participa de encontros de formação continuada com o núcleo pedagógico, auxilia no planejamento de formação. Participação em reunião de núcleos e deliberação junto à coordenação geral. Gabriela da Fonseca - É mestra em Memória Social pela UNIRIO (2019) tem especialização em Educação Museal pelo ISERJ/FAETEC/IBRAM(2016) e é bacharela e licenciada em História pelo IH/UFRJ (2013). Atualmente cursa lato sensu em Educação noCEFET/Campus Valença-RJ (2022-atual). Atua como educadora, produtora de projetos educativos, expositivos e materiais de apoio pedagógico para Museu do Amanhã, MUHCAB, CCBB, FRM, Paço Imperial (2012-atual). Também éprofessora de história em contrato temporário na SMEV-RJ (2020-atual). COORDENAÇAO DE PRODUÇAO – Raí de Freitas Supervisiona a equipe educativa e monitores e auxilia na pesquisa de conteúdo e linguagem, especialmente nas atividades cenicas-musicais, além de medições, controle e análise geral do projeto. Participação em reunião de núcleos e deliberação junto à coordenação geral. Compositor, músico, produtor cultural e arte educador, trabalha e pesquisa processos criativos coletivos sob as perspectivas artísticas e políticas. Bacharel em Ciências Humanas e em Ciências Políticas pela UFJF-MG. Atua como coordenador de produção do Programa CCBB Educativo Arte e Cultura do CCBB/SP, pela AKA Projetos Culturais, sendo também diretor musical responsável pela atividade Som em Cena. continua em "OUTRAS INFORMAÇOES"

Providência

PRORROGAÇÃO DO PERÍODO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS AUTORIZADA. Aguardando a elaboração e a publicação de portaria no Diário Oficial da União.

2026-05-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo