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PRONAC 248819Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Empoderamento e Tecnologia - Jovens Negras no Audiovisual

CINEMA NOSSO
Solicitado
R$ 1,53 mi
Aprovado
R$ 1,53 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-13
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto tem como objetivo formar e inserir jovens negras em situação de vulnerabilidade social no mercado do audiovisual e das novas tecnologias. O programa oferece duas formações em cinema _ uma focada em cinema de ficção e outra em cinema documental; três laboratórios _ produção de jogos, roteiro para séries e cultura digital; além de cinco oficinas técnicas no formato de Produtora Escola. Também estão previstos núcleos criativos, mentorias, workshops sobre gerenciamento de carreiras, empreendedorismo, gestão financeira, além de suporte e acompanhamento socioemocional. As atividades do projeto ocorrem de forma presencial e on-line, todas oferecidas gratuitamente.

Sinopse

Classificação etária: A partir de 18 anos

Objetivos

Objetivo Geral:O programa tem o objetivo de possibilitar uma maior vivência de jovens negras no mercado audiovisual e de novas tecnologias, promovendo o acesso democrático à produção, formação e empreendedorismo audiovisual e tecnológico. Objetivos específicos: Produto principal:2 Formações em cinema de ficção e cinema documental _ 180 horas; 1 Laboratório de produção de jogos; 1 Laboratório de roteiro para série; 1 Laboratório de cultura digital; 5 Oficinas técnicas _ Produtora escola; 5 Workshops de empreendedorismo e gestão de carreira; 10 Oficinas de audiovisual Produto secundário- Mostra Final/Evento 2 Maratonas de produção audiovisual; 1 Mostra Final (evento)

Justificativa

O Cinema Nosso surgiu a partir da percepção da falta de representatividade preta e periférica no mercado audiovisual. Em 2002, ao passo que pela primeira vez tinham a oportunidade de integrar o elenco de um filme que, futuramente, seria mundialmente reconhecido, aqueles jovens das favelas cariocas sabiam que estavam sendo contemplados por uma oportunidade rara no Brasil. Apesar da transformação pela qual o setor vem constantemente passando, ainda falta muito para superar as desigualdades na frente e atrás das telas. Assim como anos atrás se via uma lacuna enorme entre a porcentagem de pessoas negras e periféricas na sociedade brasileira e a participação das mesmas no audiovisual, agora salta aos nossos olhos um outro dado importante: a disparidade da presença e representação da mulher negra no audiovisual nacional. Ainda que nos últimos anos tenhamos visto uma mudança no cenário, com uma maior participação de pessoas pretas nas produções, pesquisas mostram que mulheres negras ainda são sub-representadas, principalmente em funções que podemos considerar estratégicas. A exemplo disso, dados coletados pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA) _ Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) _ demonstraram que nenhuma mulher negra dirigiu filmes de grande público em 2022. O mesmo acontece com os roteiros, onde, apesar de seis deles terem sido escritos por mulheres, nenhum foi escrito por uma mulher negra. No artigo Os estereótipos do "mito negro" em personagens negros no cinema nacional, publicado pela Revista Ciências Humanas, os números apontam que entre os elencos principais dos 10 filmes de maior bilheteria no período de 2012 a 2019 (que equivale a 238 personagens), a representação de homens pretos é cerca de 7,56% e a de mulheres pretas é quase três vezes menor, cerca de 2,52%. Além disso, a mesma pesquisa concluiu que a presença negra no cinema nacional é cercada por estereótipos. Isso nos leva a outra questão importante: representatividade não é apenas ter uma presença maior de pessoas negras na tela. É preciso que essas pessoas estejam presentes em funções que lhes permitam contar sua própria história, para que os personagens que vemos retratados no produto final estejam mais conectados à realidade plural que temos no nosso país. Além disso, o recente sucesso de títulos nacionais pode ser lido como um indicativo do desejo do povo brasileiro de se ver representado nas telas. Somada à questão de raça, também é importante considerar que, nos últimos anos, o mercado audiovisual vive em expressivo crescimento, principalmente com o avanço dos streamings, e isso, consequentemente, traz um aumento na demanda por profissionais qualificados. Um estudo desenvolvido em 2023 pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) em parceria com o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav) confirmou isso. A pesquisa foi realizada com uma amostra de 300 empresas da indústria brasileira de audiovisual e mostrou que 76,7% dessas empresas encontram dificuldades na contratação de mão de obra. Todos esses fatos levantados reforçam a importância do projeto Empoderamento e Tecnologia _ Jovens Negras no Audiovisual, pensado e desenvolvido pelo Cinema Nosso com o intuito de promover a formação profissional e inserção de jovens negras em vulnerabilidade social no mercado do audiovisual e novas tecnologias. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1o da Lei n° 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Serão alcançadas as finalidades do Art. 3° da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos

Especificação técnica

Ação 1 - Formações: Cinema de Ficção e Cinema Documental; Ação 2 - Laboratórios: produção de jogos, roteiro para séries e cultura digital; Ação 3 - Oficinas técnicas; Ação 4 - workshops técnicos e mentorias de gestão de carreiras, empreendedorismo, gestão financeira e acompanhamento e suporte socioemocional; Ação 5: Mostra Final - Evento presencial com o lançamento dos produtos culturais produzidos pelas alunas durante as formações. Os produtos finais a serem entregues serão produzidos pelas alunas durante o percurso formativo pelo qual passaram: Percurso formativo de cinema - Entrega de filmes curta metragem; Oficinas: Entrega de jogos digitais, roteiros e produtos e projetos digitais.

Acessibilidade

A Acessibilidade está no cerne das ações do Cinema Nosso, que além de realizar os projetos de Formação Audiovisual, também executa o Cinema Inclusivo, projeto que há 10 anos traz sessões de cinema com bate papo para crianças em situação de vulnerabilidade social, e com transtorno de espectro autista, e adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental. Assim, nossa preocupação é sempre atender aqueles que possuem algum tipo de limitação ao acesso à linguagem do cinema, seja como público, seja como produtor e buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que esse acesso seja ampliado.Também é importante ressaltar que o Cinema Nosso, em sua sede, dispõe em seu primeiro andar uma sala de cinema com rampas de acesso a cadeirantes, bem como um banheiro totalmente adaptado, permitindo também a alunos que tenham alguma limitação em mobilidade, o acesso às aulas. Neste caso, realizamos nossas atividades, prioritariamente em nosso primeiro andar. Serão adotadas as seguintes medidas para o produto secundário (oficinas/workshops)::ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de librasACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendagem de todos os produtos audiovisuaisACESSIBILIDADE PARA PESSOAS CADEIRANTES: Rampa de acesso e banheiro adaptado no andar térreo da instituição, onde está localizada a sala de cinema Serão adotadas as seguintes medidas para o produto secundário (eventos):AudiodescriçãoLegendagem em todos os produtos audiovisuais

Democratização do acesso

- Para o produto principal O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Para o produto secundário O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal

Ficha técnica

Mércia BrittoCoordenação geral - responsável por toda a gestão do processo decisório do projetoDoutoranda em Governação, Conhecimento e Inovação na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC). Mestre em Intervenção social, Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Coimbra, Portugal. Possui Formação Executiva em Cinema e Televisão – FGV Management, Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Sócio-fundadora e diretora executiva do Cinema Nosso, organização social com 20 anos de trabalho em inovação audiovisual. É diretora do Festival Super Hacka Kids e da Game Jam Delas. Faz parte da equipe de consultores em Economia Criativa do Sebrae/RJ e na In.Esdi - Incubadora de Empresas de Design da Esdi/Uerj. Atua com movimentos sociais e audiovisual desde 1997, é membro da plataforma internacional de gestores culturais, Proyecta Cultura desde 2004 e faz parte do conselho de diversidade da ABRAGAMES. Rafaela Baia Administração Produtora há treze anos, com formação em Gestão do Entretenimento iniciou sua carreira como produtora teatral na Cia de Teatro Tumulto. Depois produziu espetáculos da Cia dos Comuns (Cia de atores e atrizes negros) dentre outras Cias. Na televisão produziu os programas Espelho com 250 episódios já exibidos e o programa O Bagulho é Doido, ambos com exibição no Canal Brasil, o Inter programa Parabólico e programa Minha Rua - Canal Futura. Natalia Capano Coordenação de produção Possui mestrado em Direitos Humanos pela Universidade de Padova, na Itália, e MBA em Gerenciamento de Projetos. Tem trabalhado nos últimos 10 anos em gerenciamento de projetos de impacto social. Loran Santos Coordenador de ProjetosNatural de Salvador-BA, morador do Rio de Janeiro-RJ, atua há 20 anos com desenvolvimento através da cultura, comunicação e educação para o terceiro setor, a iniciativa privada e o poder público. Comunicador Social, Produtor Cultural e especialista em comunicação estratégica pela Faculdade de Comunicação da UFBA, é também especializado em Arte-Educação pela Escola de Belas Artes da mesma universidade e tem MBA em Gestão da Sustentabilidade e da Responsabilidade Social pela Unifacs. Nos últimos anos foi gestor em concessões de infraestrutura nas frentes de RH, Comunicação, Atendimento e Sustentabilidade. Isabel Rodrigues Analista de projetoLicenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), no polo da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (FEBF). Foi educadora popular em um programa de complemento escolar para crianças do Morro do Sapo, no Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias. Participou de projetos de pesquisa e extensão, incluindo a "Central de Produção Multimídia Kaxinawá" e a iniciação à docência no "Canal Laborav: Televisão, Educação e Periferia", onde produzi conteúdo audiovisual para a comunidade acadêmica e não acadêmica. Atualmente, é analista de projetos na instituição Cinema Nosso. Saulo SilosPesquisadorCientista Social formado pela UFF, Saulo é pesquisador e atua com pesquisas e estudos de comunidades tradicionais em todo o país. Já prestou serviço para UNESCO, Fundação Ford, INCRA, Plano CDE, DataFolha, Litro de Luz Brasil e outros. João Tavares Produtor audiovisual Formado em Cinema pela Estácio de Sá. Trabalha como produtor, editor e educador sempre na linha Cinema e Educação fazendo atividades cineclubistas e oficinas com os alunos na rede pública. Andressa Cabral BotelhoCoordenadora de ComunicaçãoNascida e criada na periferia do Rio de Janeiro, é comunicadora popular, mestra em Comunicação Social pelo PPGCOM UERJ, na linha de pesquisa Cultura das Mídias, Imaginário e Cidade, formada em Jornalismo e graduanda de Relações Públicas, ambas pela UERJ. Há 10 anos atua com Comunicação Comunitária e Direitos Humanos, com ênfase em produção de conteúdo sobre/para regiões populares, direito à cidade, cultura e relações raciais. Nicole Rachid EducadoraNicole faz parte do time criativo do Nubank e é graduada em Estudos de Mídia na UFF. Trabalhando com realidade aumentada desde 2018 e tendo criado para marcas como Universal Music e Multishow, liderou comunidades oficiais da Meta (regional) e da Niantic (global) sobre essa tecnologia, e atualmente é embaixadora do Women Techmakers, projeto do Google que busca empoderar mulheres na área tech. Na educação criativa, foi tutora na Cannes Lions Academy em 2022, na França, além de ter ministrado diversos workshops de realidade aumentada em empresas e universidades. Quézia LopesEducadoraQuézia Lopes é arte-educadora, cineasta e pesquisadora em cinema negro curta-metragista contemporâneo. Diretora, roteirista e produtora/produtora executiva. Mestre em Cinema e Audiovisual pelo PPGCine-UFF. Licenciada e Bacharela em Cinema e Audiovisual pela mesma instituição (UFF). Bacharela em Comunicação Social (Relações Públicas) pela UERJ. Pesquisa subjetividades de mulheres negras no cenário curta-metragista negro brasileiro por meio do cinema como escrevivências negras e femininas. Professora Regente na formação em Cinema de Ficção da escola Cinema Nosso (RJ). Oficineira nos ciclos de Oficinas de Práticas Pedagógicas Antirracistas do NEAB-UERJ, organizadas pela professora Sônia Santos (UERJ). Carol RochaEducadoraCarolina Rocha é mulher negra, candomblecista, escritora e militante. Mestre em história pela UFF e doutoranda em Sociologia no IESP/UERJ. É pesquisadora da Coordenadoria Experiências religiosas africanas e afro-brasileiras, racismo e intolerância religiosa, vinculada ao Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER-UFRJ). Autora do livro: “O Sabá do Sertão: feiticeiras, demônios e jesuítas no Piauí Colonial”, Paco Editorial, 2015. Membro da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR) e do Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (COPENE). Janaina FeremEducadoraCineasta e pesquisadora, Janaina Oliveira ReFem é mestra em Cultura e Territorialidade pela UFF (Universidade Federal Fluminense). Tem atuação de mais de 23 anos no cinema com foco em cinema negro, contruibuindo com organizações da sociedade civil na realização de festiaveis de cinema negro, processos formativos de profissionais de cinema e com estratégias de mobilização, comunicação para o setor e insidência politica. Está Vice-presidenta da APAN 2023-2025. Desde de 2020 desenvolve pesquisa sobre cinema feito por mulheres negras e na Raio Agency é especialista em boas práticas de diversidade e inclusão no mercado audiovisual. Raquel LázaroEducadoraOperadora de áudio desde 2007 e depois atuando em edição e mixagem para musicas e audiovisual, ganhei o prêmio de Sound Design no Festival 72h Rio em 2015 com o curta Elekô do Coletivo Mulheres de Pedra. Atuei recentemente na mixagem de som do média Tia Ciata dirigido por Mariana Campos da produtora Agô Yá e atualmente estou no processo de gravação e mixagem do disco da banda Dona Penha com produção de JJ Aquino. Sou responsável pela mixagem de projetos do Canal O Cubo com o diretor Fabiano Cafure, como os longas “Ibiti O Que” e “Não Se Esqueça de Fechar a Janela”, o média “Avisa Sua Mãe Que Eu Não Volto Mais” e a webserie “Todo Tempo do Mundo” que ganhou os prêmios de direção de drama, série de drama e melhor serie brasileira do Rio WebFest 2016 e atuando também em captação direta para TV como a série Boas Vindas - Álbuns de Família exibida no canal GNT. Graduada em História da Arte pela UERJ, venho exercendo também atividade docente no curso de Operador de Áudio e Operador de Áudio para Rádio e TV na instituição SENAC-RIO, e também realizei atividades de auxiliar de pesquisa junto à produção de filmes e programas da Educa TV entre 2015 e 2017 e atualmente com o Instituto Kreatori na produção “Agora que já sei” em parceira com a Unicef. Luis GomesEducadorAtuante como diretor cinematográfico, diretor de fotografia, roteirista, montador e videomaker. Keila BorgesEducadoraPaulistana radicada no Rio de Janeiro desde 2007, mãe do Pedro Kyrá e do Lucas Nohê, apaixonada por pós-produção, tecnologia e novas formas de comunicação e linguagem. Supervisiona e coordena projetos na fase de pós-produção atuando desde a etapa de desenvolvimento ou pré-produção. Atuou em dezenas de projetos de produtoras e casas de finalização como a Conspiração, Hungry Man, Zola, Gullane, Ocean Films, DotCinema e atualmente coordena um projeto para a Netflix na produtora Kromaki para a Netflix, dá aulas de pós e contribui em projetos de educação audiovisual, além de buscar a formação de uma comunidade de profissionais ligados à pós-produção através dos projetos Resolve na Pós, Pós-produção para Todos e Café com Pós. Daiane SouzaEducadoraDaiana de Souza é roteirista, escritora e professora mestra em História Social pela UFF. Pesquisa e escreve sobre as trajetórias das gentes negras. Em 2024 terá dois curtas-metragens produzidos por leis de incentivo (Lei Paulo Gustavo), a saber, “Da Janela” e “ Fogo nos Macacos”, além do desenvolvimento em co-autoria de um longa metragem de animação. Participou de salas de roteiro de séries de TV na produtora Pródigo para Paramount Plus e na produtora Cinefilm para a Star Plus, foi uma das roteiristas da série "Americana", com estreia em junho. Teve a série documental “Seta: Caminhos Possíveis” produzida pela ActionAid disponível no Futura/Globoplay e no YouTube o programa de entrevistas “Alô: Narrativas Negras para a Infância” da Solo, projeto incentivado pela Lei Aldir Blanc/RJ. Como escritora publicou em antologias literárias como “Quilombo do Lima”, da editora Malê, “Carolinas” da editora Bazar do Tempo, em “Rio de Contos” da editora Mater em parceria com o Salão do Livro do Rio de Janeiro, é autora do infantil “Jornal dos Tigres” da editora Malê e escreve seu primeiro romance.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.