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Pré-Produzir, Produzir e Pós-Produzir um curta-metragem de ficção/drama/suspense, de 15 minutos, filmado em 4k, com uma equipe pernambucana, filmado no Estado de Pernambuco, produzindo filme voltado para os gêneros cinematográficos dra e suspense e dando ênfase aos produtores e fazedores de cinema do cenário pernambucano.
Tana é uma jovem que vai ao velório da sua avo que não a visita a muito tempo. Após ser recebida pelo seu tio, Tana o acompanha para a despedida da sua avó. Seu tio explica que para o enterro acontecer, ele só estava esperando por ela e as irmãs trigêmeas que ficariam responsáveis pelas rezas e cantos na passagem da morte para outra vida da sua avó. Não demorando muito, as irmãs chegam e logo uma delas relembra como Tana lembra sua mãe. Depois de entra em casa, onde o caixão da sua avó está exposto, seu tio nota que Tana ainda não estaria muito bem para a situação e proponhe que a garota tire um tempo para desecansar no quarto da sua avó, enquanto ele vai preparar algo para beber. Após, entrar no quatro da sua e não demorar muito, Tana sente que está sozinha no locale não há barulho envolta. Nesse universo, Tana enfrenta situações a quais não está acostumada, as irmãs trigêmeas que hora são mulheres, hora, são crianças, um ser coberto por um pano que não se sabe sua identidade e ainda enfrenta o desafio de curar feridas do passado entre ela e sua avó.
OBJETIVO GERAL - Pré-Produção, Produção e Pó-Produção de um curta-metragem de ficção/drama, A Folha que Cai, Roteiro Original, de 15 minutos, live action e em formato digital 4k, no intuito de valorizar o cenário audiovisual pernambucano com a contratação da equipe do Estado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realização de um curta-metragem de ficção/drama de 15minutos; - Fazer uma palestrasobre a immportância do cinema e como fazer cinema em Pernambuco; - Fazer uma palestra sobre a temática abordada no filme em uma escola pública com mesa redonda após a exibição do filme.
O projeto cumpre os requisitos do Art 1º da Lei 8313/91, nos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. De acordo com o Art. 3º, o projeto justifica-se segundo os itens II e IV, no seguintes aspectos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. A Folha que Cai é um curta-metragem de ficção/drama/suspense, com roteiro original e inédito de Ardilis Willi, e narra o drama de Tana que após receber a notícia do falecimento da sua avó, decide ir ao enterro da senhora. Todavia, A Folhaque Cai é um filme de ficção. Não se trata de filme documentário de ficção, ou algo parecido. Nas palavras de Jacques Aumont: "O característico do filme de ficção é representar algo imaginário, uma história... percebemos que o filme de ficção consiste em uma dupla representação: o cenário e os atores representam uma situação, que é a ficção, a história contada, e o próprio filem representa, na forma de imagem justapostas, essa primeira representação. O filme de ficção é, portanto, duas vezes irreal: irreal pelo que representa (a ficção) e pelo modo representa (imagens de objetos ou de atores)." (2012, p.100) Logo, A Folha que Cai não tem uma relação com a nossa realidade, é uma ficção. E em relação a realidade e ficção, citp Rudolf Arnheim quando ele conclui sua ideia sobre isso. O autor diz que o cinema não copiou nem imita a realidade, ele cria seu prórprio mundo e sua própria realidade, tendo isso como princípio, o filme não busca por uma copia ou trabscrição visual da nossa realidade. Ele apresenta uma realidade ficticia, na qual, apresenta-se personagens, cenário e história ficticia. Similarmente, A Folha que Cai busca por trazer o telespectador paara perto dessa realidade das personagens, tentando chegar a alguma conclusão sobre as dores vividas pela personagem protagonista ou até mesmo, afastando coisas que não estão de acordo com a realidade dotelespectador. Logo, para dimencionar o que o telespectador pode tercomo experência vivida e identificação com a personagem ficticia. Thomas Elsaesser e Malte Hagener diz: "O telespectador se vê entre dois polos, projeção e identificação: apontando para fora, a projeção permite que telespectador mergulhe no filme, que apague temporariamente parte de seus limites corporais e abra mão de seu status de sujeito individual em favor de uma experência coletiva e de uma objetificação autoalienanate; apontando para dentro, a identificação significa que o telespectador pode absorver o filme, torná-lo seu, isto é, incorporar o mundo e, assim, constituir-se como sujeito imaginário." (2016, p. 50) À medida que o filme desenvolve, A Folha que Cai busca por despertar no público uma catarse. Para Robert Mckee: "A compreensão de como criamos a experiência emocional de um público começa com a percepção de que existem apenas duas emoções - prazer e dor. Cada uma delas tem suas variações: alegria, amor, felicidade, arrebatamento, diversão, êxtase, vibração, alívio e muitas outras de um lado, e angústia, medo, ansiedade, terror, aflição, humilhação, miséria, cansaço, remorso e muitas outras de outo. Mas na verdade a vida nos dá apenas uma ou outra." (2016, p. 230-231) Em suma, A Folha que Cai é um projeto que se justifica por ser uma produção de audiovisual com uma equipe predominatemente pernambucana, com integrantes que atuam no cenário artístico no Estado de Perenambuco, criando condições de umaa rede de intra-estadual de fomentoao Audiovisualnas nnas macrorregiões de Pernambuco. Além, incentivar também o detabe da forma pela qual se faz cinema no Estado de Pernambuco, em relação: o conceito cinematográfico; roteiro; fotografia e semiótica; o filem também incentiva o debate sobre as temáticas da família, a superação de uma perda, a morte, o tempo perdido etc.
A Folha que Cai será filmado em 4k na busca da melhor qualidade das imagens e cores. Abordará uma por uma linguagemcinematográfica na qual será utilizada: plano em "close up" com movimento em zoom; planos fechados para sugestão de tensão psicológica subjetiva; planos abertos para exposição do desenho cinematográfico do cenário e seus elementos fílmicos, como personagem/ns, cenário e objeto/s para desperta sensações de angustia, medo, reprovação e outros sentimentos em quem assiste; primeiro plano; ângulos Plongée e Contra-Plongée para sugerir intenção de superioridade e inferioridade em determinadas ações; utilização de câmera (na mão/standcam) para simulação de tensão narrativa entre cenas que necessitam ora câmera subjetiva para o olhar da/s personagem/ns ora para momentos de conflito; a utilização de "slide" nas cenas que necessitam de movimentos sem trepidação/sem tremores para sugestão em momentos de aproximação e outros, de distanciamento do psíquico da/s personagem/ns.A Folha que Cai também produzirá uma trilha original na qual serão gravadas duas músicas, uma instrumental e outra, instrumental e cantada.
A Folha que Cai será filmado em 4k na busca da melhor qualidade das imagens e cores. Abordará uma por uma linguagem cinematográfica na qual será utilizada: plano em "close up" com movimento em zoom; planos fechados para sugestão de tensão psicológica subjetiva; planos abertos para exposição do desenho cinematográfico do cenário e seus elementos fílmicos, como personagem/ns, cenário e objeto/s para desperta sensações de angustia, medo, reprovação e outros sentimentos em quem assiste; primeiro plano; ângulos Plongée e Contra-Plongée para sugerir intenção de superioridade e inferioridade em determinadas ações; utilização de câmera (na mão/standcam) para simulação de tensão narrativa entre cenas que necessitam ora câmera subjetiva para o olhar da/s personagem/ns ora para momentos de conflito; a utilização de "slide" nas cenas que necessitam de movimentos sem trepidação/sem tremores para sugestão em momentos de aproximação e outros, de distanciamento do psíquico da/s personagem/ns.A Folha que Cai também produzirá uma trilha original na qual serão gravadas duas músicas, uma instrumental e outra, instrumental e cantada.
- Oferecer acessibilidade ao público surdo e ensurdecido através de legenda (LSE); - Espaço acessiveis composta por rampa e de acesso e banheiros adaptados.
O filme será exibido de modo gratuito numa Avant-Prèmier ofertada num equipamento cultural (cinema ou cineteatro) para os/as alunos/as e professores da rede pública estadual de ensino, seguido de um debate sobre os novos cenários dos profissionais do audiovisual pernambucano e também acerca das temáticas do filme.
ARDILIS WILLI RODRIGUES DE OLIVEIRA - ROTEIRISTA, PRODUTOR CINEMATOGRÁFICO e DIRETOR CINEMATOGRÁFICO É Licenciado em Português/Inglês pela FOCCA (Faculdade de Olinda), Pós-Graduando em Linguística Aplicada à Práticas Discursivas. É Escritor, Roteirista e Produtor cultura e já traz no currículo o roteiro premiado pela APPIA (Associação Pernambucana de Produtores Independentes de Audiovisual), além de ter publicado contos em coletânea especial para novos talentos das Letras. ALGUMAS ATIVIDADES: 1. 2022 – Mediador e Curador da Mostra Curtadoc na 10ª edição da Festa Literária Internacional do Ipojuca (FLIPO 2022); 2. 2021 – Bienal Internacional do Livro de Pernambuco – Assistente de Coordenação da Plataforma de Lançamento; 3. 2019 – Lançamento de contos na coletânea “Nós dos Eus” na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco; 4. 2017 – 2º Assistente de Direção da Série “A SAIDEIRA”; 5. 2015 – Roteirista premiado pelo filme “MEMÓRIAS DE OROBÓ”, dirigido por Jorge de Souza e exibido no Projeto Mais Cultura nas Escolas; 6. 2014 – Participou da OFICINA DE DRAMATURGIA – “INICIAÇÃO À ESCRITA DA CENA”, ministrada por Fernando Carmino. TRABALHO EDUCACIONAL 7. 2022 – Ministrou Oficinas de Roteiro e Produção de Curta-Metragem no Gênero Documentário com alunos da Escola Estadual EREM Lagoa Encantada; 8. 2022 – Ministrou Oficinas de Roteiro e Produção para Curta-Metragem no Gênero Ficção com alunos da Escola Estadual EREM Lagoa Encantada. MARIA THEREZA CARNEIRO - COORDENADORA DE PRODUÇÃO É formada em Psicologia, Produtora, Diretora e Roteirista de Audiovisual. 1· Produção Executiva e Atriz, no Curta Metragem “IRMÃ SUPLÍCIO, PROCURA A VACINA” – Fevereiro/Março 2021; 2· Direção de Produção do “PROGRAMA ART EM CANTO” – Na TV APPIA. Agosto à Dezembro/2019. https://youtu.be/mI-RP_nM6Y4; 3· Entrevistas e Captação de Imagens do “BAILE REJUVENESCER: BAILE DA DONA LU”– Especial Dia das mães. Junho/2019. https://youtu.be/HPlJ5Ey8HI4; 4· Direção e Captação de Imagens do Curta Metragem “IRMÃ SUPLÍCIO, PROCURA O CARNAVAL” Episódio 03. Março/2019. https://youtu.be/TuCAjbNEaWI; 5· Direção e Captação de Imagens do Curta Metragem “IRMÃ SUPLÍCIO, PROCURA NOEL” - Episódio 02. Novembro/2018. https://youtu.be/C1dZLf3Yh8Q; 6· Direção e Captação de Imagens do Curta Metragem “IRMÃ SUPLÍCIO, PROCURA...” - Episódio 01. Setembro/2018. https://youtu.be/IrYRYqMlsqA; 7· Direção e Captação de Imagens do Curta Metragem “IRMÃ ROLIÇA NO BAILE DA DONA LU” – Final de ano. Dezembro/2018 https://youtu.be/m-3DvrSa-T4; 8· Direção e Captação de Imagens do Curta Metragem “IRMÃ ROLIÇA NO BAILE DA DONA LU” – Episódio 02. Novembro/2018. https://youtu.be/427G1RcRMAg. OZÉAS CRISTOVÃO - DIRETOR DE FOTOGRAFIA 1. Diretor da Série "O Rico Avarento" - 2024 - Disponível: Instagram: @leaodasetemaarte; 2. Diretor do filme "Amor de Cangaço" - 2024 (fase de Pós-Produção); 3. Co-Diretore no filme "O ambulante e o Deputado" - 2020, disponível no Youtube.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.