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O Cineclube Instarte é uma proposta cultural que agrega a experiência de um estúdio cinematográfico para realização de oficinas de produção de cinema e vídeo, com um amplo programa de exibição de filmes e documentários e debates, numa proposta itinerante promovendo a experiência fílmica e contribuindo para processo de educação e formação de público através do estímulo ao desenvolvimento do pensamento crítico. As ações são voltadas aos estudantes da rede pública de educação básica do ensino médio integral da cidade de Aracaju/SE.
PRODUTO PRINCIPAL: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (Cineclube) Esse produto principal é motivador de todos os demais produtos desta proposta, e é dirigido aos estudantes da rede pública de educação básica do ensino médio integral da cidade de Aracaju/SE. A oferta consiste na exposição de teorias e produções cinematográficas e multimidiáticas, seguida de debates contextualizados, na perspectiva interdisciplinar: Artes, Informática, Português, História e Geografia. O desenvolvimento desta oficina de Cineclube tem como metodologia novas Linguagens e Tecnologias, através do dispositivo do Cinema/audiovisual. As ações serão ofertadas com frequência quinzenal, compondo 32 sessões de 2h, aproximadamente, com a participação média de 30 pessoas, alcançando aproximadamente 960 pessoas ao longo do projeto. PRODUTO: MÉDIA METRAGEM (Documentário “Cinema e Educação) Esse produto será uma elaboração única, com duração de aproximadamente 45 minutos, resultante dos registros e depoimentos acerca da experiência de implementação de integração pedagógica do componente Cinema na estrutura curricular das escolas da rede pública de educação básica do ensino médio integral (Cineclube), do município de Aracaju / SE. Será disponibilizado gratuitamente na internet, com conteúdo voltado aos estudantes, professores e demais profissionais e interessados na área de cinema, com alcance previsto de 1000 espectadores. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (Oficinas de produção de cinema e vídeo) As contrapartidas sociais consistem em ações voltadas, também, aos estudantes da rede pública de educação básica do ensino médio integral, tendo como base três pilares que seguiremos em nossa metodologia: i) Imersão na experiência e utilização de Designs de significado disponíveis, incluindo aqueles relacionados a experiência de vida dos alunos e simulações dos relacionamentos a serem encontrados em espaços profissionais e públicos ii) Instrução Direta – compreensão sistemática, analítica e consciente dos designs de significados e dos processos de designe, o que requer a introdução de metalinguagem explicita, que permite descrever e interpretar elementos de designe de diferentes modalidades e significados. iii) Posicionamento Crítico – interpretação do contexto cultural e social de estudo e discussão para o visionamento crítico em relação ao contexto. As atividades serão realizadas com frequência semanal, compondo 64 sessões de 2h, aproximadamente, com a participação média de 15 pessoas, alcançando aproximadamente 960 pessoas ao longo do projeto.
Objetivo Geral: Refletir sobre a linguagem do cinema, formar público, possibilitar a experiência fílmica como ferramenta de educação, estimular o desenvolvimento do pensamento crítico, incluir o cinema como agente de acesso ao conhecimento e disseminar o conceito de cinema enquanto arte transformadora. Objetivo Específico: - Realizar 32 sessões de Cineclube, com frequência quinzenal, com cerca de 30 expectadores, incluindo cerca de 1,5h de exibição e 0,5h de debate, correspondente à aproximadamente 64h, ao longo do período de execução do projeto, promovendo experiências fílmicas e o aprofundamento em temáticas relevantes, reflexivas e de conexão com a área cultural, bem como a construção de conhecimento de forma didática, suscitando o interesse do público participante - previsão de 960 participações; - Realizar 64 aulas de produção de cinema e vídeo, com frequência semanal, com cerca de 15 participantes, no formato oficina com duração de 1:50h, para estimular o processo de criação de filmes educacionais em curta metragem, com abordagem acerca de conflitos reais do dia a dia de nossos jovens, trazendo à tona aspectos que os adolescentes vivenciam, mas não percebem ou não querem ver, através de uma das mais ricas atividades artísticas de nosso tempo, o cinema - previsão de 960 participações; - Produzir 01 filme documentário "Cinema e Educação" para registrar e disseminar o processo de implementação de integração pedagógica do componente Cinema na nova BNCC (Base Nacional Comum Curricular) das escolas da rede pública de educação básica do ensino médio integral, do município de Aracaju / SE - previsão de 1.000 espectadores.
Nos espaços culturais do tipo cineclube é onde nasce o espectador crítico, a partir da promoção de atividades educacionais de exibição de filmes, debates e criação/produção de cinema e audiovisual. Nesse sentido, a estratégia adotada neste projeto de Cinema e Educação é trazer conteúdos cinematográficos que explorem discussões acerca do colonialismo, colonialidade e pedagogia decolonial, que valorizem a cultura dos filmes de produção independente e nacional, sendo um processo de realce da cultura brasileira, pautados na educação das relações étnico-raciais e para o ensino de história e cultura Afro-brasileira e Africana e direitos humanos, sendo o "[...] compromisso de reverter a situação de exclusão histórica que marginaliza grupos _ como os povos indígenas originários e as populações das comunidades remanescentes de quilombos e demais afrodescendentes". (BRASIL, p.15-16). A característica tecnológica de nossa juventude nos remete ao audiovisual, como linguagem aceita em larga escala e com aguda capacidade de comunicar o conteúdo educacional desejado, pois abrange fala, música, imagem, além da escrita em sua preparação, gerando condições de cidadania e transformação cultural, transformação da juventude na sociedade onde está inserido, através de atividade artística que, educando, modifica o campo cultural das ideias, crenças, moral e costumes. Por outro lado, o desconhecimento do que está por traz de uma produção, a incapacidade de decompor uma peça audiovisual, do gênero que for, causa sérios prejuízos na capacidade de interpretar corretamente o que está sendo visto, e ouvido. E este fator impede a participação do jovem na construção de sua sociedade que o audiovisual tão intensamente produz. Ele se torna excluído do processo, personagem passivo da transformação cultural produzida por outros, milhares de quilômetros de distância. Esta passividade inviabiliza a cidadania. O jovem só será cidadão em sua sociedade se poder participar, contribuindo ou questionando, construindo e corrigindo. Uma vez participando ativamente do processo cultural, e por ativamente entendemos "construtores" do processo, adentramos o conceito de cidadania. Nosso jovem como cidadão de sua sociedade, personagem ativo na formação de seus próximos, pois atua diretamente na cultura. Mas ele deve ser formado com as ferramentas necessárias para esta participação. Ferramentas que tenham a capacidade de atingir o meio onde vive. Que tenham o alcance necessário para que sua contribuição tenha repercussão, e que dialogue com as linguagens majoritárias dos dias de hoje. O primeiro passo está no aprendizado da linguagem audiovisual que, como qualquer aprendizado, começa na juventude. A linguagem audiovisual é uma ferramenta de comunicação que complementará as tradicionais linguagens escrita e oral. Outro aspecto relevante a ser observado nesta proposta de projeto é que a formação de público de cinema no Brasil passa pelo ensino da linguagem audiovisual na infância e adolescência. O ensino da linguagem audiovisual na escola, com local de exibição, simples que seja, fecha o ciclo do interesse pelo cinema. Diante do exposto, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;
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PRODUTO PRINCIPAL: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (Cineclube) Frequência: quinzenal Duração: aproximadamente 2h Público: estudantes da rede básica de ensino médio integral Nº de participantes: 960 Objetivo: possibilitar a experiência fílmica como ferramenta de formação de público, educação e estímulo ao desenvolvimento do pensamento crítico ao público-alvo. Metodologia: exposição de filmes seguido de debates mediados por um coordenador técnico especialista na área de cinema; PRODUTO: MÉDIA METRAGEM (Documentário “Cinema e Educação) Frequência: ocorrência única Duração: Aproximadamente 45 minutos Público: estudantes e professoras da rede básica de ensino médio integral e profissionais e interessados na área de cinema Nº de participantes: 1000 Objetivo: Documentar o processo de integração do componente “Cinema” na estrutura curricular pedagógica das escolas da rede básica do ensino integral. Metodologia: produção orientada e supervisionada por profissionais técnicos da área, a partir das experiências capturadas pelas estudantes da rede básica de ensino, ao longo do processo ensino-aprendizagem proposto neste projeto. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Oficina “Produção de Cinema e Vídeo) Frequência: semanal Duração: aproximadamente 2h Público: estudantes da rede básica de ensino médio integral Nº de participantes: 960 Objetivo: Ensinar a linguagem cinematográfica e audiovisual, suas técnicas e tecnologias, na perspectiva multidisciplinar Metodologia: As teorias e produções serão interdisciplinares, desenvolvida em 3 etapas (imersão na experiência e utilização de designs; instrução técnica; posicionamento crítico; prática transformadora – criação / produção independente)
Objetivando que todos os participantes desfrutem de maneira compartilhada a experiência das ações culturais ofertadas, no que compete à acessibilidade, este projeto se enquadra ao Art 27 da Instrução Normativa Nº 11/2024, do MinC, conforme especificações abaixo listadas: Produto Principal: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (Cineclube) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso - Todas as unidades onde acontecerão as exibições possuem rampas de acesso para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Exibição de títulos legendados; Intérprete libras; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Áudio descrição e Equipe de apoio. Produto: MÉDIA METRAGEM (Documentário "Cinema e Educação) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Legendas PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Oficina de produção de cinema e vídeo) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Rampas de acesso - O estúdio onde acontecerão as oficinas possui rampas de acesso para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida; PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de libras PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Equipe de apoio.
Ressaltamos que todos os produtos ofertados nessa proposta serão totalmente gratuitos. Em atendimento ao Art. 29 da Instrução Normativa nº 11 de 30 de janeiro de 2024, o projeto prevê a seguinte medida de democratização de acesso: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. - Todas as ações culturais previstas nesta proposta serão totalmente gratuitas. Art. 31. Para os efeitos desta Seção, considera-se: II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Em atendimento ao Art. 30 da Instrução Normativa nº 11 de 30 de janeiro de 2024, o projeto prevê a seguinte medida de ampliação de acesso: I – doar 10% dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20%. - Todas as ações culturais previstas nesta proposta serão totalmente gratuitas.
Camila Andrade Santos (Presidente da Instarte) – Assistente administrativa, com experiência em gestão de projetos culturais. Auxiliar administrativa de projetos com Smartcine (Oficina de cinema e audiovisual) e Cineclube em escolas. Atuará no projeto em apoio às questões de ordem burocrática e administrativa, como por exemplo, representação formal da instituição, assinatura de documentos e apoio à Coordenação Geral do Projeto; Tarcísio de Araújo Souza Júnior – Coordenador Técnico do Projeto: Cineasta, formado pela escola de cinema de Barcelona, na Espanha. Graduado em publicidade e propaganda; Mestrando de cinema na Universidade Federal de Sergipe. Professor de cinema e comunicação social, com 20 anos de experiência no segmento audiovisual; Rafael Santos Guerra – Coordenador Geral do Projeto: Analista de Projetos, Graduação em Administração – UNIP (2019 – 2023). Curso de Capacitação na Lei Federal de Incentivo à Cultura realizado pela i9 Treinamentos (2023) – GP3, Assessoria, Treinamento e |Consultoria, Função: Diretor e Gerente de Projetos. Atividades: cocriarão de projetos, captação de recursos, monitoramento, controle e prestação de contas de projetos; Mário Jorge – Coordenador Pedagógico do Projeto: Graduação em Geografia Licenciatura pela Universidade Federal de Sergipe (2001), Graduação em Geografia Bacharelado pela Universidade Federal de Sergipe (2003), Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Sergipe (2007) e Doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe (2018). Atualmente é professor do Centro de Excelência Professora Maria Ivanda de Carvalho Nascimento(SEDUC/SE), Professor de Educação Básica e Tecnológica(Substituto) do Instituto Federal de Sergipe(IFS), Preceptor do Programa Residência Pedagógica (CAPES/MEC) - Geografia /UFS, Pesquisador/ Coordenador de Projetos de Pesquisa, Ensino e Extensão da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe(FAPITEC/SE) e Pesquisador Externo da Universidade Federal de Sergipe(Grupo de Pesquisa em Estudos Urbano-regionais, Política e Educação- GRUPE/UFS); Luciene Oliveira Lima – Coordenadora Pedagógica do Projeto: Mestrado em Educação (Universidade Tiradentes -2016); Bacharel em Ciências Sociais (Universidade Federal de Sergipe -2001); Licenciada em Ciências Socias (Universidade Federal de Sergipe-2004); Especialização em Educação a Distância (SENAC-SE-2010); Especialização em Tecnologias em Educação a Distância (Universidade de São Paulo/UNICID- 2013); Professora da Educação Básica/SEDUC-SE(atual desde 2013); Parecerista Editora SEDUC-SE (atual desde 2022); Josivan Rosa Santos – Coordenador Pedagógico do Projeto: Mestre em Educação física ( Universidade Federal de Sergipe-UFS) 2016; Especialização em Atividade Física, Saúde e Qualidade de Vida (Universidade Tiradentes-INIT/SE)2006; Graduação em Licenciatura Plena em Educação Física (Universidade Federal de Sergipe-2003); Professor Horista do Centro Universitário Estácio de Sergipe (2008-2019); NUPAFISE -UFS (Núcleo de Pesquisa em Atividade Fisica de Sergipe) desde 2014; Professor de Educação Básica SEDUC Sergipe desde 2004; Professor da Escola Em Tempo Integral desde 2021, atualmente lotado no Centro de Excelência em Educação Profissional José Figueiredo Barreto SEDUC-SE; Maria Helena de Oliveira – Coordenadora Pedagógica do Projeto: Graduação em história licenciada pela Universidade Federal de Sergipe (2000), mestrado em geografia na área formas e processo de ocupação territorial: estudos arqueológicos pela Universidade Federal de Sergipe (2004). Atualmente é professora do Centro de Excelência professor Paulo Freire (Seduc /SE) e supervisora do Programa PIBID (CAPES/MEC). HISTÓRIA/UFS.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.