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PRONAC 248831Autorizada a captação total dos recursosMecenato

O Bom e Velho Hip Hop

THIAGO PALEARI VENIAL
Solicitado
R$ 118,8 mil
Aprovado
R$ 118,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Hip-Hop (DJ, MC, Breaking, Graffiti, Conhecimento)
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Bariri
Início
2025-02-03
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Bariri São Paulo

Resumo

O presente projeto tem como objetivo a produção do média-metragem "O Bom e Velho Hip Hop", um recorte histórico sobre a cultura Hip Hop no Brasil com entrevistas de convidados que fizeram parte da evolução do gênero no país. A produção busca compartilhar informação, entretenimento e música de qualidade com a gravação de trilha sonora inédita. O projeto de caráter documental terá 60 minutos de duração, no formato FULL HD, horizontal e colorido, próprio para a distribuição pela Internet. Através de entrevistados, que representem a nova e a velha geração do hip hop nacional, o apresentador MAX B.O., vai trocar uma ideia com os personagens que ajudaram a construir esta cultura tão forte e tão importante para a formação social.

Sinopse

"O Bom e Velho Hip Hop" é um documentário que traça a trajetória da cultura Hip Hop no Brasil, revelando suas raízes, influências e transformações ao longo das décadas. Em uma viagem no tempo, o apresentador e MC Max B.O. conduz o espectador por um rico panorama histórico, onde vozes pioneiras e novas gerações se encontram para contar a história de um movimento que revolucionou a música, a arte, e o comportamento nas periferias do país. Com depoimentos de artistas, DJs, b-boys, grafiteiros e produtores que moldaram a cena do Hip Hop nacional, o filme oferece um olhar profundo e emocionado sobre como esse movimento se tornou uma das mais importantes expressões culturais do Brasil contemporâneo. Cada entrevista traz à tona memórias, lutas e conquistas, criando um mosaico vivo da resistência e da criatividade que sempre marcaram o Hip Hop. Além das palavras, o documentário é embalado por uma trilha sonora inédita, composta especialmente para o projeto, que celebra a evolução sonora do Hip Hop brasileiro. "O Bom e Velho Hip Hop" não é apenas um registro histórico; é uma homenagem a todos aqueles que fizeram e continuam fazendo dessa cultura um símbolo de identidade e transformação social.

Objetivos

Objetivo geral Produzir o média-metragem documental "O Bom e Velho Hip Hop" para registrar e divulgar a história da cultura Hip Hop no Brasil, destacando sua evolução e impacto social, por meio de entrevistas com protagonistas das antigas e novas gerações, além da gravação de uma trilha sonora inédita. Objetivos específicos - Documentar o desenvolvimento histórico do Hip Hop no Brasil através de entrevistas com artistas, DJs, MCs, grafiteiros e dançarinos que contribuíram significativamente para o movimento, tanto da velha quanto da nova geração. - Produzir uma trilha sonora inédita para o documentário, que capture a essência e a diversidade musical do Hip Hop brasileiro, contribuindo para a valorização do gênero. - Realizar o evento de lançamento do média-metragem na cidade de Bariri com expectativa de público de 150 pessoas. - Divulgar o média-metragem em plataformas digitais e redes sociais, com expectativa de 2000 visualizações no primeiro mês, alcançando um público amplo e diversificado, especialmente jovens interessados em música, cultura urbana e história. - Contribuir para a preservação e disseminação da cultura Hip Hop no Brasil, reforçando seu papel como ferramenta de transformação social e educativa, conectando diferentes gerações de artistas e público.

Justificativa

A cultura Hip Hop, surgida na periferia norte-americana na década de 1970, encontrou solo fértil no Brasil, onde se desenvolveu como uma poderosa ferramenta de expressão, resistência e transformação social. "O Bom e Velho Hip Hop" propõe um mergulho nessa história, resgatando as raízes e celebrando a evolução desse movimento cultural no país. Ao documentar a trajetória do Hip Hop no Brasil, o projeto visa não apenas preservar a memória de uma cultura vibrante, mas também dar voz àqueles que ajudaram a moldá-la, garantindo que as novas gerações possam entender e valorizar essa herança cultural. A pertinência deste projeto está alicerçada na importância de registrar e divulgar manifestações culturais que têm um impacto significativo na formação da identidade nacional e na promoção da diversidade cultural. O Hip Hop no Brasil não é apenas um gênero musical; é um movimento que integra música, dança, arte visual (graffiti) e expressão verbal (MCing), constituindo-se como uma importante forma de resistência e mobilização social, especialmente nas periferias urbanas. Da mesma forma, este projeto está alinhado com os princípios e objetivos estabelecidos pela Lei 8.313/91, em especial com os seguintes artigos e incisos: Art. 3º: O projeto contribui para a valorização da diversidade étnica e cultural do Brasil, promovendo a cultura Hip Hop como uma manifestação cultural legítima e significativa. Inciso III: Valoriza e difunde manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileiras, contribuindo para a democratização do acesso aos bens culturais. Art. 2º: A proposta de produção e difusão do média-metragem está em consonância com o incentivo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Inciso V: Estimula a valorização e a difusão de bens culturais que representem a diversidade e a pluralidade da cultura brasileira. Art. 1º: O projeto contribui para o desenvolvimento da cultura nacional, ao registrar e promover o Hip Hop como um movimento cultural de grande relevância para a história e identidade brasileira. Em relação ao Art. 3º da referida norma, serão alcançados "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: [...] a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)". Da mesma forma, o projeto está alinhado com o Art. 18 da Instrução Normativa que declara: "Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)", junto ao inciso: "§ 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentos: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) [...] f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001). Portanto, "O Bom e Velho Hip Hop" não só atende aos objetivos de preservação e promoção da cultura nacional, como também contribui para a formação crítica e educativa do público, em linha com as diretrizes da Lei 8.313/91. O projeto promove a inclusão cultural e valoriza a diversidade, reafirmando o papel do Hip Hop como uma força vital na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Estratégia de execução

Sugestões de Convidados: Através da curadoria de Max B.O., o acesso à grandes nomes do rap nacional é direto. Desse modo, teremos convidados com grande visibilidade, veja alguns exemplos: Old School: Edi Rock (Racionais MC’s), Cris SNJ, Os Gêmeos, Stefanie Fabian Torelli, Pepeu, KL Jay, Negra Li, MV Bill, Kamau, Marechal, Espião (Rua de baixo), N de Naldinho, RZO, Dexter etc. Nova Geração: Rashid, Magrão, Drik Barbosa, BK, Felipe Flip, Petrilli etc. Formato: O filme terá um formato voltado para Internet, mesclando entrevistas de artistas que representam os elementos do Hip Hop, assim como gerações diferentes. Público-Alvo: O filme é destinado tanto para todos, todas e todes. É um conteúdo para quem gosta de Hip Hop, histórias, curiosidades, entretenimento e cultura brasileira.

Especificação técnica

Título: O Bom e Velho Hip Hop Formato: Média-metragem documental Duração: 60 minutos Resolução: Full HD (1920x1080 pixels) Aspect Ratio: 16:9 (horizontal) Cores: Colorido Idioma: Português Acessibilidade: - Opção de audiodescrição para deficientes visuais; - Legendas para deficientes auditivos.

Acessibilidade

Com o objetivo da realização de um projeto acessível para todas as pessoas, os organizadores se comprometem com as seguintes medidas de acessibilidade. 1. Acessibilidade de conteúdo: Legendas: o produto audiovisual contará com legendas, assim como todo o material de divulgação em vídeos. Audiodescrição: o média-metragem contará com uma versão em audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual, intelectual, idosas e disléxicas contemplem o conteúdo da produção. 2. Acessibilidade física: Escolha de local acessível para realização do lançamento: o evento de lançamento do média-metragem em Bariri será realizado em local acessível, com rampas e vagas de estacionamento reservadas para pessoas com deficiência e idosos, além de espaço amplo para locomoção de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.

Democratização do acesso

O projeto “O Bom e Velho Hip Hop” tem comprometimento com o acesso e democratização da cultura, com o objetivo de garantir o acesso amplo de toda a população ao média-metragem. Dessa forma, realizaremos as seguintes medidas: 1. Evento de lançamento gratuito Realizaremos o evento de lançamento gratuito e em local acessível na cidade de Bariri, a divulgação do lançamento terá o foco em bairros periféricos da cidade e em cidades da região. 2. Lançamento em plataformas digitais O média-metragem será lançado em plataformas digitais de acesso gratuito, assim, qualquer pessoa com acesso à Internet poderá assistir a produção.

Ficha técnica

Ativaz Produções (Produção Executiva) A Ativaz Produções é responsável pela gestão do processo decisório, Produção Executiva, Controladoria, Gestão Financeira e Operacional. A Ativaz é uma Produtora cultural e agência de gestão de projetos. Somos um agente de difusão cultural situado no interior de São Paulo, que tem como propósito (através de fomento direto ou leis de incentivo), promover o acesso à arte e a bens culturais em nosso entorno, gerando valor, com ações sustentáveis sociais e culturais locais. Dentre suas atividades realizadas, destacam-se: Produção executiva nos projetos: 1ª Feira Fios de Afeto em Bariri (iniciativa comunitária), Projeto O Cubo (ProAC editais 47/2022), Projeto EducARTE (ProAC Editais 37/2022), Projeto Arte em Amarrio (ProAc Editais – 10/2019), As Aventuras de Mário Fava pelas Três Américas (Pronac 204374), Stop Motion na Infância – Zinho o filhote (Pronac: 203605). Nesse sentido, a empresa atua na elaboração e execução de projetos culturais próprios, bem como no assessoramento técnico e artístico de proponentes junto a diferentes mecanismos de incentivos fiscais. Thiago Paleari (Diretor) Formado em Comunicação Social – Hab. Relações Públicas pela Universidade Sagrado Coração (USC), em 2011, com MBA em Gestão Estratégica de Mercado pela ESPM-SP, em 2013, Thiago Paleari atua na área de Assessoria de Imprensa, Eventos e Produção Cultural desde 2012. Fundador e diretor da A+ assessoria há mais dez anos, representou ativamente artistas e eventos como: Kamau, DJ Caíque, DJ Hum, PEU, Erick Jay, Lorena Chaves, Max B.O., NDK, DJ Claytão, Flip, Feira Ópera e muito mais. É autor do livro "Diário de um Assessor de Imprensa" (Grupo Editorial Scortecci-2021). Com o livro participou da Bienal do Livro de SP no ano de 2022. Realizou trabalhos e promoveu eventos no Brasil, Inglaterra, Estados Unidos, Irlanda e Rússia. Foi o produtor executivo da participação do rapper Kamau na gravação na séria Nova Cena (Netflix), que deve estrear em outubro de 2024. Acompanhando o DJ mais premiado da América Latina, Erick Jay, participou de duas edições do DMC US, nos Estados Unidos, e a grande final do maior campeonato de DJs de performance do mundo, o DMC World 2019, em Londres. Em 2023, teve a experiência de acompanhar o DJ Erick Jay no Kardo Festival, na Rússia. Thiago Paleari promoveu ainda entrevistas e matérias em programas de TV como, por exemplo, Nasi Noite Adentro (Canal Brasil) e Hip Hop Brazil (Music Box Brazil), comandado por MV Bill. É fundador da primeira Escola de Skate Voluntária da cidade de Bariri-SP. Na liderança do projeto sociocultural da Escolinha de Skate, Thiago promoveu uma série e atividades, entre elas destaque para o 1º campeonato de Skate Multicultural, em 2023. Nos últimos anos, Thiago realizou vários eventos em Parceria com a Associação Paulista Dos Amigos da Arte como, por exemplo, o 1º Festival de Hip Hop de Itapuí-SP, em 2023, com a presença do DJ Erick Jay, além do dançarino Pikolé, entre outros artistas. Através da Lei Paulo Gustavo, Thiago promoveu, em 2024, o Hip Hop 50 anos, em Bariri-SP, com workshop de DJ, show de rap, palestra educativa, batalha de rima e muito mais. Desta forma, Thiago Paleari se tornou uma referência no centro-oeste paulista quando o assunto é cultura urbana e atividade social. MAX B.O. (Trilha Sonora) Marcelo Silva no registro, Max B.O. nas ruas, começou a ver seu nome circulando fortemente na cultura hip hop a partir de 1998/1999, quando despontou com suas rimas de improviso e criou, ao lado de Paulo Napoli, a Academia Brasileira de Rimas, o movimento precursor de MCs que se dedicavam ao freestyle no Brasil. Pouco tempo depois de encerrar o projeto, MAX B.O. deu o pontapé inicial para a sua carreira solo. Já esteve em estúdio, entre outros nomes, com Thaíde & DJ Hum, KL Jay, Edi Rock, Black Alien, Marcelo D2, Funk Como Le Gusta, Veiga & Salazar, Trio Mocotó, Rashid e Opalas. Nos inúmeros palcos do país, fez apresentações com Seu Jorge, Nação Zumbi, RZO, O Rappa, e Palavra Cantada, além dos internacionais Afrika Bambaataa, Zion I e De La Soul. Recentemente, lançou o álbum o “Estrada Aberta”, que c faz referência ao candomblé e principalmente ao orixá Ogum, que, segundo a religião, é responsável por abrir caminhos com a sua espada enquanto guia e protege seus filhos. O disco conta com participações de Kamau, Magrão All Favela, Ravi Lobo e Ajuliacosta. O álbum Estrada Aberta ganha vida após 24 anos do seu trabalho de estreia, "Ensaio, O Disco"., com 17 faixas. Em 2012, divulgou a mixtape 'Antes que o Mundo Acabe'. Já em 2013, lançou 'FumaSom Vol. 1'.Como Mestre de Cerimônia, conduziu o Dulôco 99, FreeJazz Project, Eco System 1.0, Coca- Cola VibeZone, Skol Hip Hop Manifesta - FLN, Ceará Music, Festival SP Rima com Paz, Vivo Open Air, BrasilinTime, Hip Hop DJ, Indie Hip Hop e Festival Batuque. Para os que não o conhecem, ele prova seu dom para qualquer incrédulo ao fazer rimas com informações aleatórias: nomes e números do R.G. de membros da plateia, por exemplo. O Truque do RG, criado por B.O., é um dos mais utilizados por outros rappers brasileiros. No cinema, Max atuou no longa-metragem “Antonia”, de Tata Amaral, e está na trilha sonora também. Fato curioso é que a primeira formação do artista é no teatro. Participou também do filme 3P, que conta a história do basquete nacional e assina assistência de direção do documentário “Versificando”. Na televisão, Max B.O. fez o MC Rappórter no programa Brothers da RedeTV! e apresentou o programa Manos e Minas, na TV Cultura, por 6 temporadas. Max faz parte da ala de compositores da Escola de Samba Vai-Vai desde 2018. Erick Jay (Trilha Sonora) O paulistano Erick Jay foi o primeiro – e até hoje o único – DJ da América do Sul a conquistar um campeonato mundial de DJ de performance. Erick representa o Brasil em competições e eventos internacionais desde 2009, conquistando o DMC World 2016 (Londres), o IDA World 2016 (Polônia), o DMC Online 2019, o DMC World 2021 e, mais recentemente, o DMC All Vinyl 2023, além de pódios e apresentações em diversos países como, por exemplo, Estados Unidos, Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Austrália, entre outros. No Brasil, Erick foi tricampeão do campeonato "Hip Hop DJ" em 2006, 2007 e 2008 - campeonato de DJs criado em 1997 e organizado pela 4P, rapper Xis e DJ KL Jay (Racionais Mc’s) – e campeão do "Quartz Riscos e Batidas” no ano de 2014 – campeonato criado em 2012 também por DJ KL Jay. Erick já ministrou aulas nas maiores escolas de DJs do Brasil como AIMEC, DJ Ban, E-djs, Oficina DJ, Senac, Sesc e nos EUA na Scratch Academic. É apresentador do Gringos Podcast e um dos organizadores da maior batalha de DJs da América do Sul ''Soco de Gangrena’’, também organiza o DMC Brasil e IDA Brasil em etapas nacionais. Todo esforço, dedicação e talento foram recompensados em prêmios e indicações como, por exemplo, a indicação ao prêmio Global Spin Awards (espécie de Grammy para DJs) categoria South América 2012, que ocorreu em Nova York. No Brasil, recebeu o 1° Prêmio pelo Incentivo Cultura Hip Hop 2016 (Melhor DJ), Prêmio Singela Homenagem, Prêmio "Rap é Compromisso" e mais recentemente, uma homenagem especial da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pelo Dia Internacional do DJ. Erick Jay também foi um dos protagonistas do documentário: “Eu, O Vinil e o resto do mundo”. Participou também do documentário dos grafiteiros Os Gêmeos, gravado na Pinacoteca de São Paulo em 2022. Erick Jay atua na área profissionalmente desde 2000 e é um dos responsáveis por manter e propagar a cultura dos toca-discos viva no Brasil e no mundo. Erick foi o DJ oficial do programa Manos e Minas (TV Cultura) por 10 anos. Atualmente, apresenta o podcast “Gringos”. Atua também com o rapper Kamau. No carnaval de 2024, foi homenageado pela Escola de Samba de São Paulo, a Vai-Vai, com um carro alegórico personalizado.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.