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PRONAC 248837Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

250 anos do Caraça

31.940.933 LOURENCO RODRIGUES PEREIRA VELOSO
Solicitado
R$ 977,6 mil
Aprovado
R$ 977,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 1,45 mi

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-02-03
Término
2026-02-27
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisCatas Altas Minas GeraisRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Produzir um documentário de média-metragem de 70min. sobre o Santuário do Caraça, em Catas Altas, MG, sua historia, personagens, patrimônios material, imaterial e natural, por meio do desenvolvimento de projeto com pesquisa completa no acervo documental da instituição, fontes bibliográficas, personagens e registros iconográficos, a serem utilizados no desenvolvimento do roteiro com elementos ficcionais para construção de uma narrativa envolvente e interessante ao público. Trata-se de uma história de 250 anos sendo levada a todos os públicos que o filme atingir em sua carreira.

Sinopse

O projeto de realização de média metragem para celebração dos 250 anos do Caraça, será um filme rodado no Caraça e na região que abrange os municípios de Catas Altas, Barão de Cocais, Santa Bárbara e Mariana. A proposta é contar a história de uma pesquisadora e roteirista que vai ao Caraça para elaborar um roteiro de filme para celebrar os 250 anos do Santuário. Seu contato com a região, inicia ao conhecer uma estudante de história, nascida em Brumal, distrito de Catas Altas, durante sua viagem de trem à Barão de Cocais. A partir dessa amizade a pesquisadora, acompanhada da estudante de história, vai conhecer o Caraça e tem contato com um universo novo para ela, que abre novos caminhos para sua pesquisa e sua vida. A história terá uma dinâmica ficcional e participação de especialistas e membros da comunidade local, que trarão o toque documental de forma mais fluida que uma narrativa de um documentário tradicional. Uma narrativa que trata de um processo de pesquisa que parte do universo particular, no caso da vida pessoal da pesquisadora, pretensa cosmopolita, ao universal pelo conhecimento e estudo dos 250 anos de história do local que está conhecendo. Sendo que em um outro arco narrativo, a história se expande para abordar o universo do entorno do Caraça e conclui a trama com a mudança de percepção de mundo e cosmovisão da personagem, numa jornada de transformação de uma pessoa em busca de sua identidade, que vai de encontro a si mesma em um universo bem próximo à ela e que ainda era desconhecido pela personagem que descobre que sua vida está mais ligada ao Caraça do que ela poderia imaginar. Algumas informações sobre o Caraça: Situada nos municípios de Catas Altas e Santa Bárbara, é uma propriedade da Província Brasileira da Congregação da Missão. O Caraça – como comumente é chamado – é um centro de espiritualidade e missão, de cultura e educação, de conservação ambiental, lazer e turismo. É ainda: - Centro de peregrinação, cultura, educação, turismo e ecologia; - Reserva Particular do Patrimônio Natural, componente da APA Sul da RMBH e da Reserva da Biosfera; - Centro de educação ambiental e de produção do conhecimento científico, como produtivo campo de pesquisas acadêmicas; - Patrimônio Cultural do Brasil, com tombamentos em nível federal, estadual e municipal; Uma das 7 Maravilhas da Estrada Real; - Um empreendimento turístico múltiplo (pousada, restaurante, lanchonete, loja e atrativos naturais e culturais) que gera emprego direto para cerca de 70 moradores da região na qual se insere e que fomenta um fluxo turístico anual maior do que a soma das populações das duas cidades onde se localiza, dessa forma, marcando a identidade turística da região e condicionando ambiente favorável ao surgimento de outros negócios e empreendimentos na cadeia do turismo microrregional. Trata-se, portanto, de uma estrutura complexa, com múltiplas funções, papéis e personalidades que deve harmoniosamente se integrar para compor uma unidade eficiente e qualificada. Nesse contexto, destacam-se 4 eixos básicos que constituem a integralidade do Caraça: - Preservação, conservação e educação ambiental (RPPN, centro de visitantes e trilhas) - Educação, cultura, ciência (Conjunto arquitetônico, museu e biblioteca). - Centro Vicentino Missionário de espiritualidade, religião e peregrinação (Santuário e Curato) - Complexo Turístico (pousada, restaurante, loja, lanchonete, bar roteiros e atrativos); O Complexo Santuário do Caraça é o conjunto de toda a propriedade de 11.233 hectares, onde estão localizados o Conjunto Arquitetônico do Santuário, a área da RPPN (área de 10.187 ha), e partes identificadas pela proprietária como áreas de manejo. No Conjunto Arquitetônico estão a igreja neogótica, o prédio do antigo colégio (hoje museu e biblioteca) e a pousada. Na área de manejo estão localizadas a Fazenda do Engenho, o Buraco da Boiada, a Fazenda do Capivari.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Produzir um documentário com duração de 70min. sobre os 250 anos do Santuário, do Colégio e do Seminário do Caraça, em Catas Altas, MG, com objetivo de dar visibilidade e relevância nacional ao patrimônio cultural e histórico da região. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Concluir nossa pesquisa, em fontes primárias, sobre a história e a documentação do Santuário, do Colégio e do Seminário do Caraça, em Catas Altas, MG; - Realizar contrapartidas de 5 exibições públicas e comentadas pelo diretor do documentário, 1 no Caraça e nas cidades de Catas Altas, Santa Bárbara, Mariana e Barão de Cocais, em local a ser definido com convite especial para escolas públicas da região; - Promover o audiovisual na região ao realizar, como contrapartida do projeto, uma oficina de realização de documentário de 2 dias para as comunidades de Catas Altas, Santa Bárbara, Mariana e Barão de Cocais, para até 50 alunos; - Promover empregos diretos e indiretos na região do Caraça; - Promover o filme em festivais e mostras nacionais e internacionais; - Promover a cultura do Brasil onde o filme for exibido, despertando interesse pela história e cultura da região do Caraça.

Justificativa

A presente proposta se enquadra no Artigo 1º da Lei 8313/91, em seus seguintes Incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Bem como em seu Artigo 3º, como segue: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; A Lei e Incentivo à Cultura é fundamental para realização da presente proposta, pois somente através deste mecanismo será possível o levantamento os recursos necessários. Quando se fala em Colégio do Caraça, pensa-se numa série de atividades educacionais desenvolvidas no célebre Colégio, atividades estas nem sempre iguais e com as mesmas finalidades. De 1820 a 1842, o Caraça abrigou um Colégio (iniciado com quatro alunos em 1820 e oficialmente aberto em 1821 com 14 alunos) e um Seminário para aqueles que queriam ser Lazaristas como os Padres fundadores. Pelo Colégio do Caraça passaram quase 11000 alunos, dos quais muitos tiveram seus nomes reconhecidos no cenário nacional, político, civil e religioso: em média 500 padres, 21 bispos, 120 políticos, dos quais dois Presidentes da República: Afonso Pena (1906-1909) e Artur Bernardes (1922-1926), magistrados, médicos, engenheiros, cientistas, professores universitários, etc. Segundo Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde), o sistema de ensino do Caraça era "admirável código de educação, um modelo de verdadeiro humanismo pedagógico, em que a autoridade harmoniosamente se combina com a personalidade e a suavidade". De fato, como lugar de ensino humanístico, o Colégio sempre se esmerou pela excelência acadêmica (o que contrastava radicalmente com a decadência da educação primária no país, o que forçava os abastados a estudarem na Europa), coerência e seriedade pedagógica dos professores, séria disciplina (muitas vezes, por demais rígida), absoluta pontualidade e cadência ritualística dos dias e das atividades. Em 1842, Padre Viçoso levou para Campo Belo da Farinha Podre (hoje Campina Verde-MG), o Colégio, vários alunos, escravos, livros e outros bens. Esta transferência ocorreu devido às ameaças revolucionárias e à insurreição da Província de Minas contra o Império. A viagem de 700km começou no dia 24 de agosto de 1842, alguns dias depois da derrota de Teófilo Otoni pelos legalistas de Caxias em Santa Luzia-MG, o que, infelizmente, não tinha chegado aos ouvidos dos Padres do Caraça. Nossa proposta trata de abordagem toda a história de 250 anos do Santuário do Caraça, o patrimônio natural, cultural e documental e criar um narrativa de cunho documental com uma abordagem romantizada por uma personagem fictícia que irá ao Caraça para desenvolver um estudo e lá vive diversas experiências que mudam sua perspectiva de vida e de cosmovisão.

Especificação técnica

O produto será um filme de média metragem, com duração de aproximadamente 70 minutos (uma hora e dez minutos), filme colorido, rodado com câmera de cinema digital formato 6k Raw e lentes prime com ótica de alta resolução, com master feitas em formato Apple ProRes 422 e em DCP, formatos compatíveis para exibições públicas com equipamentos profissionais ou semiprofissionais. Seguindo especificações para armazenamento em acervos públicos em cartuchos LTO e disco rigido externo com os originais da obra. Serão disponibilizadas cópias com interpretação em libras, com as opções de audiodescrição e legendas descritivas(closed caption). Para aumentar o alcance do filme para chegar a diversos públicos, a obra será traduzida para o inglês, francês e espanhol, sendo produzidas legendas para cada um desses idiomas. A sonorização será feita por captação de som direto, com momentos de narração e trilha original composta para o filme. A metodologia de abordagem ao tema feita pelo diretor foi de pesquisar as fontes necessárias e disponíveis sobre o Caraça. Entrevistou o pesquisador chefe do projeto, Mariano Lopes, buscando referências bibliográficas sobre o tema. A partir da assessoria do pesquisador, o diretor fez uma pesquisa sobre obras audiovisuais relacionadas ao tema, encontrou alguns documentários e um filme de 1950, Caraça - Porta do Céu, dirigido por Theodor Lutz. O diretor concluiu que a melhor forma de celebrar os 250 anos do Caraça é realizar uma obra documental com uma narrativa composta por elementos ficcionais para melhor conduzir essa fascinante história e cultura da região. O diretor já conhece a região de Santa Bárbara, Catas Altas, Mariana e Brumal, quando esteve filmando uma série de micro documentários, o Rumos de Minas, sobre os diversos patrimônios culturais, naturais e históricos das cidades de Minas Gerais que estão na Via Liberdade, rota criada pelo Governo do Estado para destacar os diversos aspectos dessa região.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: o filme e material de divulgação contarão com versões com recursos de interpretação em Libras, legendagem descritiva (Closed Caption) e cópia com banda de Audiodescrição. Além de sessões comentadas para formação de público em escolas e cineclubes. ACESSIBILIDADE FÍSICA: teremos todo cuidado e atenção para realizar todas atividades de exibição do documentário, bem como os da oficina, em espaços que levem em consideração os fatores de acessibilidade a pessoas com dificuldade de locomoção como rampas, acessos e sanitários adequados.

Democratização do acesso

Disponibilizar o filme para exibições em escolas e cineclubes. Outra forma de democratização é a distribuição gratuita de ingressos em sessões especiais. Contrapartida de exibições públicas, gratuitas e comentadas pelo núcleo criativo do projeto(equipe de direção, roteiro, direção de arte, montagem, direção de fotografia) para a comunidade e para estudantes de escolas da região de Santa Bárbara, Catas Altas, Barão de Cocais e Mariana, que compõem o entorno da Serra do Caraça. Além das sessões, nossa proposta de contrapartida abrange também a realização da oficina gratuita de formação em documentário para as comunidades da região que será promovida no Caraça.

Ficha técnica

Direção Geral, Roteiro e Produção Executiva Lourenço Veloso é produtor audiovisual e eventos, formado em Comunicação Social no UniBH em 2004, habilitação em Produção Editorial. Diretor executivo da produtora ILuri Filmes, é membro do coletivo latino americano Socavón Cine, está na direção executiva do CEC, Centro de Estudos Cinematográficos de Minas Gerais, membro do Conselho Curador do Instituto Humberto Mauro e pertence ao Conselho de Cultura da Associação Comercial de Minas Gerais, AC/Minas. Com experiência na área de produção de eventos e audiovisual desde 1998, colaborou na realização de mostras de filmes, cineclubes, eventos corporativos e festivais de cinema. Como produtor audiovisual se dedicou à produção, edição e direção para televisão, documentários no Brasil e na Bolívia. Dirigiu uma série de vídeos para o projeto Circuito Atelier, foi assistente de direção para o longa-metragem de produção boliviana “Sirena”, colaborou com a produção executiva e montagem da série “Conexão Brasil Senegal” e foi câmera na série “Rumos de Minas”. Como curador e programador, colaborou com a primeira “Mostra de Cinema Mineiro do MIS/Santa Tereza”, com as mostras “Cinema Mineiro em Cartaz para o Cine Humberto Mauro”, mostra de animação MUMIA(como curador e programador em Belo Horizonte e coordenador em La Paz, Bolívia), na produção e curadoria do programa de Tv Curta na Rede Minas(cobrindo festivais pelo Brasil, Portugal e França) e na curadoria do cineclube Curta Degustação. Atualmente, está na produção da mostra Première Minas, dirigindo o documentário “Agulha Oscilante” e desenvolvendo o projeto de média metragem “Caraça 250 anos”, também colabora com projetos de produção de documentários e numa coprodução internacional, é consultor técnico para projetos e atende a projetos de comunicação do setor corporativo e cultural. Produção Executiva Carla Onodera Carla Onodera é produtora há 20 anos, sócia-diretora da Onodera Produções, Mestre em Artes na modalidade Cinema pela UFMG e possui MBA em Gestão de Projetos pelo Ibmec. É integrante e produtora do QUANDO Coletivo, produtora e curadora da Mostra de Cinema Argentino de Mujeres e atualmente está com dois projetos pela LMIC BH. Pesquisa Mariano Lopes Mariano Lopes é filósofo, professor e formado em Letras. Estudou no convento do Santuário do Caraça e atualmente ocupa o cargo de presidente da Associação dos Ex-Alunos dos Lazaristas e Amigos do Caraça (Aealac). Lecionou por anos em diversos colégios de Belo Horizonte e está à frente da pesquisa para desenvolvimento do projeto de documentário de média metragem "Caraça 250 anos". Mauro Werkema Mauro Werkema é jornalista, psicólogo e administrador, Mauro Werkema trabalhou em vários veículos, entre eles a TV Globo e o Estado de Minas, onde foi editor-chefe. Integrou o Instituto de Desenvolvimento Industrial de MG e o BDMG e a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Turismo. Foi diretor em Ouro Preto e em Minas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, presidente da Belotur e, por duas vezes, presidente da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Trabalhou nas Secretarias de Estado de Cultura e de Turismo. É autor dos livros “História, arte e sonho na formação de Minas Gerais”, de 2010, e “Ouro Preto na história, protagonismos, paradigmas e revisões”, de 2018, e “História e formação de Minas Gerais em 300 anos da Capitania”, de 2021. É co-autor dos livros “Aleijadinho - 200 anos”, “Igrejas e Capelas de Ouro Preto”, “História da Escola de Minas” da Graphar Editora, “Museus de Ouro Preto”,” entre outras publicações sobre História, Arte e Cultura mineiras. Coordenou, pela Secretaria de Estado de Turismo, a elaboração do Plano Diretor de Turismo para Minas Gerais, em 2007. Presidiu a Fundação Municipal de Cultura de BH. Foi presidente da Casa do Jornalista de MG em 2015/2017. Direção de Fotografia Marcelo Villegas é designer gráfico, adiministrador e diretor de fotografia, nascido na Bolívia e radicado em São Paulo, possui vasta experiencia na direção de fotografia para longas metragens, videos comerciais, publicitários e documentário. Gestão e Controladoria do Projeto Raphael Simões, Administrador dos Museus Aleijadinho, Casa dos Contos e das Reduções em Ouro Preto, MG. Produtor cultural, paricipou, elaborou, coordenou dezenas de projetos culturais nos âmbitos das Leis de Incentivo à Cultura, Federal, Estadual e Municipal, nunca havendo nenhuma reprovação (nem sequer parcial) em suas prestações de contas. Confira portfólico completo em: artsrealiza.com.br/quem-somos-arts/

Providência

PROJETO ARQUIVADO.