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PRONAC 248846Apresentou prestação de contasMecenato

10º Festival Kino Beat

KINO BEAT PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 644,2 mil
Aprovado
R$ 644,2 mil
Captado
R$ 530,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33000167000101PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS1900-01-01R$ 400,0 mil
33174335000185Crown Embalagens Metalicas da Amazonia S/A1900-01-01R$ 130,0 mil

Eficiência de captação

82.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Seleção Petrobrás Cultural - Novos Eixos 2025
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-16
Término

Resumo

O projeto pretende realizar a 10ª edição do Kino Beat, festival de arte contemporânea, que cruza diversas linguagens artísticas para a promoção de artistas do RS, em intercâmbio com a produção nacional e internacional. A programação gratuita será composta por residência artística, performances, instalações, aceleradora de projetos artísticos, e atividades formativas.

Sinopse

03.08 a 16.08 - Residência artística Portos Conectados - Etapa LiverpoolLocal: FACT (Liverpool, UK)Residência artística Portos Conectados: Construindo Mundos Digitais e Encontros em Porto Alegre e Liverpool. Primeira etapa em Liverpool.Agosto de 2025: 2 semanas intensivas em Liverpool, Reino UnidoSetembro de 2025: Atividades onlineOutubro de 2025: 2 semanas intensivas em Porto Alegre, BrasilConceitoA residência híbrida será realizada por meio de um programa articulado entre encontros digitais e presenciais para quatro artistas (1 de Porto Alegre, 1 de outra região do Brasil, 1 de Liverpool e 1 de outra região do Reino Unido), com períodos intensivos de duas semanas em cada país voltados ao desenvolvimento artístico, intercâmbio e produção. Essa parceria, focada tanto no intercâmbio curatorial quanto artístico, busca renovar os entendimentos sobre cada cidade. O objetivo é trazer novas perspectivas para a criação de projetos artísticos que proponham reinvenções especulativas desses lugares, suas ecologias e as narrativas que contêm.Porto Alegre e Liverpool compartilham longas histórias como cidades portuárias ? pontos de partida e de troca de mercadorias, pessoas e ideias em escala global. Esta parceria permitirá que as organizações e artistas envolvidos explorem e desenvolvam novos discursos críticos por meio da troca de conhecimentos e práticas, estabelecendo bases para futuros compartilhados.Este programa é voltado a resultados concretos e oferecerá aos artistas mentorias em competências técnicas e direcionamento de produção, com foco em como a tecnologia afeta a prática artística.TemasPortos Conectados: Construindo Mundos Digitais e Encontros em Porto Alegre e LiverpoolComo a narrativa não linear e a construção de mundos digitais podem unir ficção e dados reais em produções tanto virtuais quanto físicas.Como as abordagens às novas tecnologias podem ser moldadas por diferentes posicionamentos globais, experiências de lugar, saberes culturais e noções de pertencimento.Como responder aos contextos pós-industriais de Liverpool e Porto Alegre enquanto ex-cidades portuárias ? locais de fluxo de mercadorias, pessoas e ideias ? e sua transformação nas culturas contemporâneas em rede.Como agentes não humanos, como os rios que atravessam essas cidades ? o Guaíba e o Mersey ? ampliam a consciência e as imaginações futuras sobre eventos extremos de clima e poluição.03.10 - PERFORMANCE FANTASMA BOCA Local: Teatro Oficina Olga ReverbelHorário: 19hFantasma Boca é uma performance sonora e imersiva dos artistas Vivian Caccuri e Thiago Lanis. Utilizando apenas lábios, bocas e dentes, a dupla recria a paisagem sonora de uma floresta tropical: ruídos de aves, mamíferos e insetos, mas também do vento, das águas e de outros seres são reencenados a partir dos corpos dos performers. As sonoridades são gravadas, editadas e reproduzidas ao vivo, por meio de um sistema de som surround e loops, tecendo diversas camadas de uma cena noturna, que vai se transformando ao longo da performance.https://su.art.br/projetos/fantasma-boca/04.10 a 30.11 - Instalação ONÍRICA Local: MARGSAbertura: 04 de outubro, sábado, 10h30Encerramento: 30/11/25Uma obra audiovisual que explora a dimensão dos sonhos, interpretando através de linguagens sintéticas a capacidade criativa da mente humana durante o sono. Através do uso de algoritmos capazes de traduzir conteúdo textual em imagens, Onírica traz contos de visões noturnas de volta ao domínio do visível, propondo novas reflexões sobre a relação entre humano e máquina, entre ferramenta e criador. O estúdio Fuse é um grupo multidisciplinar de artistas baseado em Bolonha, na Itália.https://www.fuseworks.it/artwork/artwork-onirica09.10 a 23.10 - Residência artística Portos Conectados - Etapa POALocal: Instituto Remanso e pela cidadeResidência artística Portos Conectados: Construindo Mundos Digitais e Encontros em Porto Alegre e Liverpool em Liverpool. Etapa em Porto Alegre. 23.10 a 30.11 - Exposição resultado da residência. Local: Galeria Augusto Meyer (6º andar - Casa de Cultura Mario Quintana)Abertura: 23/10Horário: a definirEncerramento: 30/1130.10 a 30.11 - Instalação dos artistas Daems van Remoortre (Bélgica)Local: Sala Radamés Gnattali (4º andar - Casa de Cultura Mario Quintana)Daems van Remoortere é uma dupla de artistas belgas formada por Lena Daems (Berlaar, 1988) e Frederik van Remoortere (Antuérpia, 1986). Lena Daems estudou fotografia e Frederik van Remoortere cursou In Situ na Real Academia de Belas Artes de Antuérpia. A dupla desenvolve sua obra em duas direções: trabalhos visuais autônomos, por um lado, e instalações multimídia em espaços públicos, por outro. Suas criações são multidisciplinares e ultrapassam as fronteiras entre teatro, cinema e artes visuais. O duo incorpora diferentes disciplinas em suas obras, como matemática, astronomia e física. Em seu trabalho, abordam temas relacionados ao espaço e, mais especificamente, ao campo de tensão entre o espaço público e o ambiente íntimo de uma pessoa. Observam o comportamento humano em um universo a partir de uma perspectiva voyeurística. O público costuma ser envolvido em suas produções, tornando-se ator ativo e necessário na obra.https://daemsvanremoortere.be/about 08.11 - Ocupação Artística - Clube do ComércioHorário: a definirUm dia de ocupação artística em um espaço cultural, com apresentações musicais e performances, com entrada gratuitia.15.11 a 18.11 - MOSTRA DE FILMES BRASIL-UKLocal: Cinemateca Capitólio e MAC 4DMostra de filmes em parceria com o festival Cine Esquema Novo - com os filmes relacionados aos temas do projeto Brasil-UK com a FACT Liverpool. 14.11 - UM FILME DE BR - REMIX Local: Instituto Ling (Salão de eventos)Horário: a definirQuatro pesquisadores registram suas percepções enquanto caminham pela BR-116 em seu trecho que atravessa Canoas, no Rio Grande do Sul, buscando personagens que tenham suas vidas entremeadas pelo convívio com a rodovia. A BR-116, maior estrada do Brasil, cruza 10 estados e liga Fortaleza à cidade gaúcha de Jaguarão, na fronteira com o Uruguai, mas não sem antes passar por Canoas e, como uma fissura, dividir a cidade em duas partes. A interligação se torna disjunção. Canoas é cortada pela autoestrada, criando-se uma divisão muito característica da cidade da região metropolitana da capital gaúcha. A partir do filme ? Um Filme de BR?, finalizado, será realizada a sua pré-estreia em Porto Alegre em um formato performático, desconstruindo a versão original, para um contexto de palco, com as imagens e sons ativados ao vivo. A BR como protagonista e personagem corporificado no palco. 14.11 a 14.12 - Instalação fachada Instituto Ling Dando continuidade ao projeto lançado na edição passada do festival, de intervenção em grande escala na fachada de mais de 30 metros do prédio da instituição, apresentaremos uma instalação do artista Leandro Lima, expoente da arte tecnologia no Brasil.https://aagua.net/

Objetivos

Objetivo geralRealizar a 10ª edição do Festival Kino Beat, em seu 16º ano de história da marca, em diferentes locações espalhadas por Porto Alegre. A programação irá promover performances, instalações artísticas, apresentações musicais e atividades formativas com acesso gratuito.Objetivos específicoRealizar a Residência artística Portos Conectados: Construindo Mundos Digitais e Encontros em Porto Alegre e Liverpool, dentro da programação ano Brasil UK;Realizar uma exposição artística resultante da Residência artística, com duração de 1 mês;Realizar uma mostra de filmes dentro da programação ano Brasil UK;Realizar 4 atividades formativas sobre a temática que permeia o festival;Realizar uma performance de Artes Cênicas, para um público estimado de 200 pessoasRealizar uma performance de audiovisual, para um público estimado de 200 pessoasRealizar três instalações de arte multimídia, de artistas nacionais e internacionais, contemplando aproximadamente 2000 mil pessoas;;Realizar um evento de ocupação artística, com 5 apresentações musicais e performances, contemplando aproximadamente 1200 mil pessoas;

Justificativa

É fundamental e decisivo o uso da lei de incentivo à cultura para a continuidade e expansão do Festival Kino Beat, em sua décima edição, que dá continuidade a um histórico de 16 anos de produções únicas no Rio Grande do Sul e com reverberações internacionais. O carácter inovador do festival, que aproxima diversas linguagens artísticas a partir de conceitos, temas e discurso curatorial, foi reconhecido com os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ? Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre em 2020. A 10ª edição do festival dá continuidade a uma trajetória que fomenta um universo artístico único na cidade e no Estado, e com reverberações internacionais. O Kino Beat segue com as suas premissas de transformações e inovações no campo da arte e cultura que o caracterizam desde a sua criação. A programação tem o compromisso de privilegiar propostas e artistas emergentes, ou já consolidados, mas com pouca visibilidade em Porto Alegre e no RS. O Festival tem como missão proporcionar experiências, surpreender e desafiar, ao mesmo tempo tem a necessidade de formar e consolidar públicos, ser um agente estimulador para artistas locais e um ponto de conexão com o mundo. Através da confluência de distintas linguagens artísticas e locações pela cidade, o festival aposta na potência da diversidade, forçando a expansão do nicho para contemplar diferentes classes sociais e interesses culturais. Com a presença de artistas locais, de fora do Estado e do país, o festival reafirma a sua missão de ser uma ponte com o resto do mundo, trazendo circulação de outras perspectivas criativas e promovendo encontros com o público que só seriam possíveis fora da cidade. A 10º edição em formato de festival, é mais um marco na história do Kino Beat. Criado em 2009 como um mostra de filmes relacionados à música, a marca vem se desenvolvendo ao longo dos últimos 15 anos, transformando seus formatos e propostas a cada ano. Em 2025, com a realização da 10º edição, o festival se consolida ainda mais no calendário da cidade, e projeta articulações e parcerias com antigos parceiros da cidade, novos patrocinadores e colaborações internacionais.A programação será estruturada de forma a contemplar os eixos que o festival desenvolve ao longo da sua história: artes visuais, arte sonora, arte comunitária, arte e natureza, arte digital, performances híbridas e atividades formativas e de reflexão crítica. O projeto foi contemplado com o Edital Portos Conectados, do British Council, que irá financiar os custos da residência artística Porto Alegre - Liverpool, bem como a exposição resultante da residência e a Mostra de Filmes. A residência híbrida será realizada por meio de um programa articulado entre encontros digitais e presenciais para quatro artistas (1 de Porto Alegre, 1 de outra região do Brasil, 1 de Liverpool e 1 de outra região do Reino Unido), com períodos intensivos de duas semanas em cada país voltados ao desenvolvimento artístico, intercâmbio e produção. Essa parceria, focada tanto no intercâmbio curatorial quanto artístico, busca renovar os entendimentos sobre cada cidade. O objetivo é trazer novas perspectivas para a criação de projetos artísticos que proponham reinvenções especulativas desses lugares, suas ecologias e as narrativas que contêm.Porto Alegre e Liverpool compartilham longas histórias como cidades portuárias ? pontos de partida e de troca de mercadorias, pessoas e ideias em escala global. Esta parceria permitirá que as organizações e artistas envolvidos explorem e desenvolvam novos discursos críticos por meio da troca de conhecimentos e práticas, estabelecendo bases para futuros compartilhados.Este programa é voltado a resultados concretos e oferecerá aos artistas mentorias em competências técnicas e direcionamento de produção, com foco em como a tecnologia afeta a prática artística.A programação envolve apresentações musicais e performances, apresentadas em uma ocupação artística . Com as apresentações, propõe-se ao público, experiências estéticas inusitadas, em que o cruzamento de linguagens visuais, sonoras e do corpo, serão fatores predominantes. Buscando incentivar artistas residentes no estado do RS, metade da programação será criada com artistas independentes locais, proporcionando visibilidade e estrutura para divulgarem seus trabalhos, e lhes dando a oportunidade de intercambiar processos de pesquisa e criação com artistas de outras partes do Brasil. Também serão realizadas instalações artísticas de artes visuais, de artistas locais e internacionais.O projeto vai envolver e contratar de forma direta e indireta, mais de 150 profissionais ligados à cultura, entre eles, equipe de produção e técnicos, artistas, pesquisadores e fornecedores. A programação acontecerá de forma gratuita, ao longo de 3 meses em diferentes locais espalhados pela cidade, com participação de artistas gaúchos, nacionais e internacionais propondo apresentações de projetos comissionados, convidados a pensar suas produções em harmonia com as especificidades técnicas e espaciais de teatros, museus, galerias, e espaços públicos variados. Contemplando também atividades formativas e de reflexão, derivadas da programação artística e do tema anual. Ao longo dos últimos quinze anos, o Kino Beat desenvolveu de forma gradual a sua identidade e os seus espaços de atuação. Originalmente criado como uma mostra de cinema, com filmes relacionados à música, a marca atualmente se posiciona como um festival de arte contemporânea, e articula a arte do seu tempo, independente da linguagem. As programações se manifestam como: exposições, instalações, performances, espetáculos, shows, mostras, residência artística, ações formativas, e outros formatos, que a cada ano se somam e reinventam o festival. O conteúdo das atividades, derivam da ampla relação que o significado do seu próprio nome estabelece: KINO (imagem, movimento) BEAT (ritmo, som). Com abordagens transdisciplinares e reflexão crítica indisciplinada, a curadoria e os artistas envolvidos, movimentam-se na busca por experimentações, para a produção e difusão de obras, perspectivas, vozes, afetos e ideias sobre e para o mundo. Durante a sua história, em corrente nona edição como festival, promoveu centenas de atividades com artistas locais, de diversas partes do Brasil e do mundo, movimentando milhares de pessoas em eventos gratuitos. O Festival tem como missão, surpreender e desafiar, ao mesmo tempo, tem a necessidade de formar e consolidar públicos, e ser um agente catalisador para artistas locais e um ponto de conexão com o exterior. Ainda, cabe ressaltar que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também, o projeto atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Especificação técnica

ESCOPO DAS ATIVIDADES FORMATIVAS - FORMATO ONLINE1 - GERALO Grupo de Pesquisa em Ecologia das Práticas (GPEP) propõe, junto ao Festival KinoBeat, um programa formativo com três ciclos de conversas para aprofundar o debate conceitual e a reflexão sobre algumas das obras e propostas estéticas do festival. Os ciclos, chamados Cosmopolíticas, Interferências e Reconciliações, acontecem nos meses de setembro, outubro e novembro. Cada um desses ciclos propõe uma série de mesas redondas que relacionam os conceitos que os nomeiam ao tema do festival e a questões do contemporâneo. Artistas do festival participarão para trazer sua perspectiva e poética para essas conversas.2 - COSMOPOLÍTICAS O primeiro ciclo propõe pensar a coexistência de diferentes mundos em um mesmo mundo. As comunicações investigam o conceito de cosmopolítica que, como trabalhado no âmbito do pensamento ecológico por pensadores como a filósofa da ciência Isabelle Stengers e a antropóloga Marisol de la Cadena, enseja o debate sobre as convivências e contaminações entre diferentes cosmovisões: da ciência, da arte, da filosofia, do pensamento de povos originários e dos modos de existência de outros seres. Diante do desaparecimento e extinção de tantas culturas, linguagens e formas de vida, se torna urgente criar mundos comuns.3 - INTERFERÊNCIAS Interferências aborda relações, ressonâncias e movimentos que se produzem nos intervalos entre sonhos, ficção e realidade, cujos rastros só se mostram às percepções atentas. Tomando o sonho como material, nosso percurso prevê um itinerário que atravessa oceanos, fronteiras e vias interplanetárias para imaginar mundos possíveis e impossíveis. Além disso, em diálogo com as atividades de intercâmbio da Residência Artística ?Portos Conectados: Construindo Mundos Digitais e Encontros em Porto Alegre e Liverpool?, refletimos sobre como os mundos digitais interferem e são interferidos em nossos mundos materiais. 4 - RECONCILIAÇÕES No terceiro e último ciclo, pensaremos as possibilidades de reconciliação com legados, matérias e paisagens tóxicas que têm efeitos ambíguos e muitas vezes inesperados. Com os modos de vida modernos, se proliferaram áreas de contaminação onde substâncias químicas afetam as delicadas relações entre planeta terra e seus habitantes. Observando paisagens contaminadas, nos perguntamos quais são, e se realmente há, limites entre ambiente e organismo, puro e impuro, interno e externo. Da poluição nas águas ao microplástico em nossos corpos, precisamos reconsiderar as promessas de futuros limpos.

Acessibilidade

PRODUTO: FESTIVAL ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades do festival serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de audiodescrição para as instalações, e narração antes das performances. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as instalações do festival serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de audiodescrição para as instalações, e narração antes no dia da performance efêmera do museu aerosolar. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras para abertura das instalações. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações. PRODUTO: ARTES CENICAS ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades performáticas serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de narração visual antes das performances. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras, em caso de atividade que utilize a voz. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades performáticas serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de narração visual antes das performances. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras, em caso de atividade que utilize a voz. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações. PRODUTO: OFICINA / PALESTRA ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades formativas serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD). ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Caso haja demanda nas inscrições, será contratado monitor capacitado para acompanhamento ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Caso haja demanda nas inscrições, será contratado intérprete de libras para acompanhamento. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações

Democratização do acesso

A principal medida de democratização do acesso do festival é a disponibilidade detoda a sua programação de forma gratuita. Esse formato acompanha o Kino Beat desde o seu lançamento e vem se mostrando eficiente, tanto para a lotação das atividades, quanto para uma circulação mais ampla de classes sociais, não restringindo um festival de arte contemporânea, normalmente associados a classe A, a um nichoArt. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Gabriel Cevallos - Diretor e Coordenador geral Graduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da UFRGS, e mestre em Artes Visuais na área de História, Teoria e Crítica pelo mesmo programa. Atua há mais de 15 anos de forma multidisciplinar na criação, curadoria e produção de iniciativas ligadas à arte contemporânea, música e audiovisual. É idealizador, diretor e curador do Festival de artes integradas Kino Beat. É também idealizador, diretor e curador do festival de música Avante e do projeto continuado de música e performances audiovisuais Farol.live. Recebeu os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ̊ Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre em 2020. Liége Biasotto - Produtora Executiva Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção do Projeto Farol.Live, Festival Kino Beat, Festival de Música de Nova Prata, Projeto Circuitos Musicais e do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular. Ainda, é gestora de projetos incentivados do Museu do Hip Hop do RS, Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Casa de Cultura Mario Quintana e Orquestra de Câmara da ULBRA. Adauany Zimovski - Diretora de Produção Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na área de História, Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Imagens, Culturas e Memória. Foi pesquisadora visitante na Columbia University, em Nova York, onde realizou sua pesquisa de doutorado-sanduíche (bolsista CAPES-PRINT) entre 2021 e 2022. Durante cinco anos, foi artista integrante e co-gestora do Atelier Subterrânea, onde desenvolveu projetos e diversas atividades como exposições, cursos, palestras e performances. Em Porto Alegre, atuou como produtora executiva nos Festivais Cine Esquema Novo e Kino Beat, e em diversas edições da Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Clarice Nilles - Assistente de Produção Produtora cultural, formada em Administração de Empresas pela UFRGS e em Comércio Internacional pela UPEC, em Paris/França. Empreende na indústria criativa através do espaço cultural alternativo Casa Surdina (2019). Atua idealizando, produzindo ou auxiliando em exposições, apresentações musicais, oficinas de arte-educação, podcasts e feiras de artes gráficas de forma colaborativa com demais colegas da cultura. Com destaque para, "Burburinho - Circuito Independente de Artes Gráficas", realizado anualmente junto dos gestores do Espaço Dobra e finalista na categoria Destaque ações de difusão e inovação Independente no XVI Prêmio Açorianos de Artes Plásticas pela sua proposição de promover a arte-vida através de oficinas educativas, feira gráfica e exposição. Ananda Aliardi - Gestão redes sociais Artista visual formada pela UFRGS e trabalha com arte, design e gestão de redes sociais desde 2014. Em seu trabalho com design, atende os mais diversos tipos de clientes, criando suas identidades visuais, ilustrações e artes de divulgação de todos os tipos. Trabalha ainda como social media para áreas diferentes, com foco no setor cultural. Ananda também é participante ativa do cenário cultural de Porto Alegre, sendo percussionista do Bloco da Laje, do qual também assina a comunicação visual e a gestão das redes sociais. Gabriel Filipe - Designer Desenvolve planejamento criativo e direção de arte para marcas, como: Google, Youtube, BRF, Bauducco, Santander. Trabalha desde 2019 desenvolvendo a identidade visual e direção de arte do Kino Beat. Bruna Paulin - Assessoria de imprensa Jornalista e Mestre em Comunicação formada pela PUCRS, atriz e locutora. Trabalha na área cultural há 17 anos desenvolvendo projetos de comunicação para instituições, artistas, eventos e marcas. Já trabalhou em diversos eventos e instituições como Porto Alegre Em Cena, Bienal do Mercosul, Goethe-Institut, Festival Kino Beat, IAB-RS, Aliança Francesa Porto Alegre, entre outros. Curadoria Residência Formigueiro - Lola Fabris Doutora pelo departamento de Artes da Escola de Comunicação e Artes da USP, Mestre em Artes Visuais na área de História, Teoria e Crítica de Arte (UFRGS - 2015), Mestre em Design Gráfico (Istituto Europeu de Design, Espanha - 2012) Graduada em Artes Visuais (UFRGS - 2013) e em Design Gráfico (Uniritter - 2011). Participou da equipe pedagógica do Programa Educativo da Fundação Iberê Camargo entre 2013 e 2014 e desenvolve, desde 2012, pesquisas sobre a produção discursiva da crítica de arte na contemporaneidade e sobre as interseções entre arte e política. Foi diretora do projeto Idea da Manhã em 2016 (plataforma de videoconferências sobre Arte Contemporânea na América Latina), co-coordenadora das residências Habeas Data IV (São Paulo, Brasil, 2017), do espaço de residência Uberbau_house (pesquisa em arte contemporânea) e é organizadora da residência Internacional de Artes Contemporânea Comunitária (Lincoln, Argentina). Já colaborou com publicações como DASartes, Select, Dardo, Jornal de Borda, Arte Contexto, Carbono, Curatoria Forense Editorial, entre outros. Fez parte do Grupo de Crítica do Centro Cultural São Paulo (CCSP) e faz parte do Comitê de Acervo e Curadoria do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MAC-RS), desde 2019. É também fundadora e editora da revista Arte ConTexto (2013-), junto com Talitha Motter. Atualmente, trabalha como pesquisadora, crítica e curadora e leciona cursos sobre Artes Visuais e Crítica de Arte.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2026-03-17
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul