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PRONAC 248864ArquivadoMecenato

Circuito Arte, Memória e Direitos Humanos

ARTERIA FILMES PRESTACAO DE SERVICO E PRODUCAO AUDIOVISUAL LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-03-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (9)
Caxias do Sul Rio Grande do SulCruz Alta Rio Grande do SulIjuí Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPasso Fundo Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSanta Cruz do Sul Rio Grande do SulSanta Maria Rio Grande do SulUruguaiana

Resumo

O projeto Circuito Arte, Memória e Direitos Humanos prevê a realização de uma circulaçãocultural pelo Rio Grande do Sul, com apresentações da palestra-performance Dopinho: um lugar de memórias sensíveis, conversas públicas sobre arte, memória e Direitos Humanos e exibições do filme documentário Jango no Exílio. Todas as atividades serão gratuitas e abertas.

Sinopse

DOPINHO: um lugar de memórias sensíveis Duração: 60 minutos Classificação indicativa: 14 anos A palestra-performance surgiu da necessidade de falar sobre esse lugar pouco conhecido na cidade de Porto Alegre, cuja memória segue em disputa. O casarão na Rua Santo Antônio, nº 600, abrigou nada menos que o primeiro centro clandestino de detenção e tortura do Cone Sul, no início da ditadura civil militar brasileira. Fora da estrutura oficial do aparato militar, a alcunha DOPINHO consiste no diminutivo de DOPS (Departamento de Ordem Política e Social). A palestra-performance de Marta Haas surge em contraposição à tentativa de apagamento e banalização dessa memória. Tem como ponto de partida a memória corporal de ocupar lugares carregados de história da cidade de Porto Alegre, em ações cênicas realizadas pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. JANGO NO EXÍLIO Duração: 105 minutos Classificação indicativa: 12 anos A vida no exílio do ex-presidente João Goulart é retratada em documentário do diretor Pedro Isaias Lucas. Refugiado no Uruguai após o golpe de 64, Jango e sua família enfrentam dificuldades financeiras, perseguição política e ameaças do novo regime, enquanto tentam voltar ao Brasil. Os anos de exílio do presidente em imagens e depoimentos inéditos. Foram 12 anos exilado no Uruguai e na Argentina, onde morreu em 1976 – de forma até hoje controversa. No longa, que tem imagens inéditas, filhos, ex-primeira dama e pessoas próximas contam detalhes da vida de Jango. Conversa pública sobre a cultura dos Direitos Humanos (após apresentação da palestra-performance) Duração: 60 minutos Classificação indicativa: 14 anos Conversa pública com Jair Krischke, fundador do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, que parte das obras apresentadas no circuito (palestra-performance e filme) para debater o tema da memória e dos Direitos Humanos no Cone Sul.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar o Circuito Arte, Memória e Direitos Humanos em 8 cidades do Estado do Rio Grande do Sul: Caxias do Sul, Passo Fundo, Cruz Alta, Ijuí, Lajeado, Santa Cruz do Sul, Santa Maria e Uruguaiana. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto principal ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Realizar 1 apresentação da palestra-performance Dopinho: um lugar de memórias sensíveis em cada cidade do circuito, totalizando 8 apresentações. Após cada apresentação, será realizada 1 conversa pública sobre a cultura dos Direitos Humanos com Jair Krischke, totalizando 8 conversas públicas. 2) Produto secundário FESTIVAL/MOSTRA AUDIOVISUAL: Realizar em cada cidade do circuito 1 exibição do filme documentário Jango no Exílio, totalizando 8 exibições.

Justificativa

a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto Circuito Arte e Memória junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo - Programa Emergencial Rouanet RS, e´ hoje uma das poucas formas de se encontrar patrocínio na iniciativa privada para realizar projetos neste período pós calamidade no Rio Grande do Sul, sendo um importante instrumento para democratizar a cultura no estado. O projeto propiciara´ ao púbico gaúcho, por meio de atividades gratuitas, um espaço de reflexão e debate sobre arte, memória e Direitos Humanos. Por meio de suas ações em diferentes linguagens, ira´ valorizar e difundir as manifestações culturais gaúchas, ampliando as opções de lazer e cultura do público em geral das cidades que fazem parte do circuito. Além disso, garantirá a retomada do setor cultural, valorizando o trabalho de artistas da cidade de Porto Alegre e incrementando a economia local de todas as cidades que fazem parte do projeto. Por fim, é importante ressaltar que o projeto prevê a realização de parcerias com instituições de ensino superior (universidades, faculdades, institutos federais), com o objetivo de chegar ao público-alvo do projeto (estudantes, extensionistas, pesquisadores e professores) e potencializar seu o alcance. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: por meio de atividades gratuitas, o projeto prevê o livre acesso a diversas atividades (apresentaço~es cênicas, exibições de filme e conversas públicas); II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: o projeto promove a valorização de artistas e conteúdos oriundos da cidade de Porto Alegre, duramente afetada pelas enchentes de maio de 2024. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: a partir de diferentes liguagens (artes cênicas e audiovisual), o projeto aborda a cultura dos Direitos Humanos, com histórias locais que tiveram grande impacto nacional. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística: por meio de apresentaço~es cênicas, exibições de filme e conversas públicas, o projeto estimulara´ o interesse pela história local, propiciando o pensamento cri´tico, a manutenção da memória, a valorização e a difusão de manifestaço~es culturais gaúchas, sobretudo no que diz respeito à cultura dos Direitos Humanos.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto prevê apresentações em salas ou centros culturais onde normalmente já existe acessibilidade para pessoas com deficiência, tais como rampas de acesso e banheiros adaptados. Umas das tarefas da produção local é garantir que o local escolhido possua acessibilidade física. Item na planilha orçamentária: Produtor local. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PcD VISUAIS: Roteiro da palestra-performance em Braile, monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais. Item na planilha orçamentária: Impressão, Monitores (no produto principal). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras (no produto principal). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. Item na planilha orçamentária: Monitores. PRODUTO: FESTIVAL/MOSTRA AUDIOVISUAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto prevê apresentações em salas de espetáculos ou centros culturais onde normalmente já existe acessibilidade para pessoas com deficiência, tais como rampas de acesso e banheiros adaptados. Umas das tarefas da produção local é garantir que o local escolhido possua acessibilidade física. Item na planilha orçamentária: Produtor local. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PcDs VISUAIS: O conteúdo audiovisual já conta com o recurso de audiodescrição. Monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs visuais. Item na planilha orçamentária: Monitores (no produto secundário). MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PcDs AUDITIVOS: O conteúdo audiovisual já conta com o recurso de Interpretação em Libras e legendagem descritiva. Item na planilha orçamentária: Não se aplica. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PcDs INTELECTUAIS: monitores capacitados para fazer mediação para/com PcDs intelectuais. Item na planilha orçamentária: Monitores (no produto principal espetáculo).

Democratização do acesso

Como medida de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO, conforme critérios do art. 27 da IN no 01/2023 do MinC, serão adotadas as seguintes medidas: 100% de distribuição gratuita, ultrapassando o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo exigido no inciso II. Para tornar o projeto MAIS AMPLO E DEMOCRÁTICO, alcançando público de distintas camadas sociais, conforme critérios do art. 28 da IN no IN no 01/2023 do MinC, serão adotadas as medidas a seguir: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Equipe técnica principal Artéria Filmes – empresa proponente A Artéria Filmes é uma produtora cultural, com ênfase em conteúdo audiovisual e em artes cênicas, que opera em Porto Alegre desde 2004. A produtora dedica-se à realização de documentários e filmes de ficção para cinema, televisão e internet que tenham abordagem original, além de mérito temático e estilístico. Também realiza projetos especiais como videoclipes e outros conteúdos para veiculação em TV e internet, além de atuar na produção de teatro e performance. Ver portfólio em anexo. Pedro Isaias Lucas (homem negro) – coordenador geral, diretor do filme Jango no Exílio Produtor cultural, encenador, roteirista, diretor, diretor de fotografia e montador cinematográfico. Bacharel em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre e Doutor em Artes Cênicas pelo PPGAC do Instituto de Artes da UFRGS. Pós-doutorado em cinema pela Universidade Paris Nanterre. Fundador da produtora Artéria Filmes Ltda. Dirigiu, fotografou e montou documentários de curta, média e longa metragem, além de outros projetos culturais em artes cênicas. Ver portfólio em anexo. Marta Haas (mulher branca) – produtora executiva, atriz/performer na palestra-performance Dopinho Produtora cultural (audiovisual e teatro), atriz, performer, encenadora, pesquisadora e educadora. É integrante do grupo de teatro Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz desde 2001, onde trabalhou como atriz e encenadora em diversos espetáculos premiados. Graduada como Bacharel em Filosofia pela UFRGS em 2008. Mestra e Doutora em Educação pelo PPGEDU - UFRGS, na linha de pesquisa Arte, Linguagem e Currículo. Ver portfólio em anexo. Jair Krischke (homem branco idoso) – palestrante Ativista dos Direitos Humanos que em 1961, durante a campanha da legalidade mobilizada por Leonel Brizola no RS, desenvolveu relações com diversos setores sociais favoráveis à gestão de João Goulart na presidência da República. Após o golpe de Estado que levou o presidente Jango ao exílio no Uruguai em 1964, integrado a diferentes equipes, trabalhou na retirada de cerca de dois mil perseguidos dos regimes militares da região, que escaparam da morte e buscaram a sobrevivência no exílio. Formado em História pela UFRGS, é ativista dos Direitos Humanos no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai. Ex-funcionário do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em 1979 fundou o Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, organização não governamental ligada aos Direitos Humanos da região sul do continente sul-americano. Também é o fundador do Comitê de Solidariedade com o Povo Chileno. Os demais profissionas (tais como assistente de produção, produtores locais, monitores, intérpretes de Libras, contador, assessor de imprensa, gestor de redes sociais) serão definidos na etapa de pré-produção do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio Grande do Sul