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A Feira La Movida , certificada como Ponto de Cultura,é uma feira de economia criativa que, há 8 anos , é realizada semanalmente em Porto Alegre em locais públicos. Neste ano de 2025, o projeto "Feira La Movida Música na Rua" busca ampliar essa iniciativa ao incluir uma programação musical diversificada, dedicada a artistas emergentes locais que ainda não tiveram a oportunidade de se apresentar. Composto por quatro edições ao longo do ano, cada evento contará com a apresentação de quatro bandas iniciantes, escolhidas através de um processo de inscrições, além de duas bandas experientes convidada para encerrar o espetáculo. Essa proposta visa fomentar o intercâmbio artístico entre músicos iniciantes e consagrados, promovendo visibilidade e fortalecimento da cena musical local.A iniciativa é importante para a valorização e o apoio à música local, oferecendo uma plataforma para que novos talentos possam se expressar e se conectar com o público. Além disso, ao incluir bandas já consolidadas, o projeto proporciona uma troca de experiências enriquecedora, contribuindo para o desenvolvimento cultural da comunidade e a formação de redes entre artistas. Isso promete não apenas a promoção da economia criativa, mas também a formação de um ambiente colaborativo e inspirador na cidade.
A Feira la Movida é uma feira de economia criativa itinerante que acontece a 08 anos em Porto Alegre em locais públicos e o projeto Feira La Movida Música na Rua pretende enriquecer esta trajetória com uma programação musical rica em artistas emergentes locais sem oportunidade de mostrar seu trabalho,o projeto pretende acontecer em 4 edições da feira com a apresentação de 4 bandas iniciantes selecionadas por inscrições e uma banda experiente convidada encerrando em cada uma das edições provocando assim o intercâmbio entre iniciantes e artistas experientes. Os artistas convidados serão Julio Reny e Banda, Banda Ultramen, As Batucas e 50 Tons de Pretas.
Objetivos Gerais do Projeto Feira La Movida Música na Rua: 1. Fomentar a Música Local: Incentivar e promover a cena musical emergente de Porto Alegre, dando visibilidade a artistas iniciantes que não têm oportunidade de se apresentar em outros espaços. 2. Criar Intercâmbio Cultural: Estabelecer um diálogo entre artistas emergentes e músicos experientes, propiciando um ambiente de troca de experiências e aprendizados que possa enriquecer a carreira dos novos talentos. 3. Fortalecer a Economia Criativa: Contribuir para o desenvolvimento da economia criativa na cidade, integrando diferentes formas de expressão artística e cultural e fortalecendo a comunidade local. 4. Promover o Acesso à Cultura: Garantir que a música e a arte sejam acessíveis a todos, proporcionando uma programação diversificada e de qualidade em espaços públicos. Objetivos Específicos do Projeto: 1. Selecionar 16 bandas ou grupos Emergentes: Realizar um processo de inscrições transparente e inclusivo para selecionar 4 bandas iniciantes a serem apresentadas em cada edição da feira. 2. Convidar 04 Bandas Experientes: Identificar e convidar 01 banda ou grupo de destaque para cada edição, que possa encerrar a programação, promovendo um momento de interação com os artistas iniciantes. 3. Avaliar o Impacto do Projeto: Criar um sistema de feedback para avaliar a recepção do público e o impacto nas carreiras das bandas participantes, promovendo ajustes e melhorias nas futuras edições. 4. Divulgar as Edições: Desenvolver estratégias de divulgação e marketing para alcançar um público diversificado, aumentando a visibilidade das bandas e do evento como um todo. 5. Criar um Ambiente Sustentável: Propor práticas ecologicamente responsáveis durante as edições da feira, promovendo a conscientização sobre a sustentabilidade entre os participantes e o público. 6.Contratar profissionais de audiodescrição para incluir mais pessoas com deficiencia auditiva 7.Realizar 04 ediçoes do projeto durante o ano de 2025 Esses objetivos visam não apenas promover a música local, mas também fortalecer a conexão entre artistas, público e a comunidade criativa de Porto Alegre.
A música tem um papel fundamental na formação da identidade cultural de uma cidade, promovendo apropriação do espaço público e fortalecendo a convivência social. O Projeto "Feira La Movida Música na Rua" visa criar um ambiente de valorização da música local, estimulando o desenvolvimento cultural e proporcionando uma plataforma de visibilidade para bandas emergentes de Porto Alegre. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet, é fundamental para a viabilidade do projeto "Feira La Movida Música na Rua" por diversas razões: 1. Apoio a Artistas Emergentes: O projeto tem como objetivo promover artistas locais que ainda não têm a visibilidade necessária para se estabelecer no cenário musical. A Lei Rouanet oferece um mecanismo de apoio financeiro que pode ser crucial para esses artistas, permitindo que eles se apresentem em um espaço público e construam seu público. 2. Produção Cultural Sustentável: Com o apoio da Lei Rouanet, é possível garantir a qualidade da produção dos eventos, desde a contratação de profissionais experientes para o som até a estrutura necessária para criar um ambiente propício para os artistas e o público. Isso é essencial para que a experiência cultural seja enriquecedora e atraente. 3. Fomento à Economia Criativa: A feira e o projeto musical promovem a economia criativa local ao incentivar não apenas os músicos, mas também outros setores envolvidos, como serviços de alimentação, artesanato e turismo. A lei propicia que mais recursos sejam investidos na cultura local, fortalecendo a economia da cidade. 4. Intercâmbio Cultural: O projeto visa criar um espaço de intercâmbio entre artistas iniciantes e experientes, incentivando a troca de conhecimentos e experiências. Esse tipo de interação é vital para o crescimento da cena cultural, algo que pode ser potencializado por financiamentos que possibilitem a participação de artistas renomados e emergentes. 5. Acessibilidade Cultural: A realização das edições em espaços públicos com entrada gratuita democratiza o acesso à cultura, permitindo que pessoas de diferentes classes sociais possam aproveitar a programação musical. A Lei Rouanet pode ajudar a viabilizar essa acessibilidade, garantindo que os custos não sejam repassados ao público. 6. Promoção da Diversidade Cultural: Projetos como o "Música na Rua" enriquecem a riqueza cultural da região ao promover diferentes estilos e vozes, contribuindo para a diversidade cultural do Brasil. O incentivo fiscal pode facilitar a inclusão de uma gama maior de artistas e estilos musicais, promovendo a pluralidade. 7. Educação e Formação de Público: O projeto tem um caráter educativo, ao abrir espaço para a formação de novos públicos, que podem ser atraídos pela diversidade da programação musical. Com um apoio financeiro adequado, é possível desenvolver ações educativas que acompanhem as apresentações, potencializando a formação cultural do público. Portanto, o uso da Lei Rouanet é imprescindível para a realização do projeto "Feira La Movida Música na Rua", garantindo não apenas a sua sustentabilidade financeira, mas também o fortalecimento da cena musical local, o fomento à economia criativa e a democratização do acesso à cultura.
specificação Técnica 1. Descrição do Evento:- Nome do Evento:fEIRA LA MOVIDA MUSICA NA RUA- Data: A DEFINIR- Local:A DEFINIR- Duração: 5 horas- Capacidade Esperada:3.000 pessoas- Objetivo:Promover bandas iniciantes e oferecer uma plataforma para novos talentos, com o encerramento de uma banda experiente. 2. Estrutura do Evento:(EM CADA UMA DAS 4 EDIÇOES)- Total de Bandas: 6 bandas (5 iniciantes e 1 experiente)- Duração de Cada Apresentação:- 5 bandas iniciantes: 30 minutos cada- 1 banda experiente: 1 hora- Cronograma Proposto:1. Banda 1 - 30 min2. Banda 2 - 30 min3. Banda 3 - 30 min4. Banda 4 - 30 min5. Banda 5 - 30 min6. Banda Experiente - 1h 3. Sonorização:- Equipamentos Necessários:- Mixer de Áudio: 16 canais- Caixas de som: 2 principais e 2 de retorno- Microfones:- 5 microfones dinâmicos para vocais- 4 microfones de instrumentação (guitarra, bateria, teclado)- Monitores de palco:2, para bandas- Cabos e conectores: Suficientes para todas as ligações- Processador de efeitos: Para melhorar a qualidade do som - Técnico de Som:- Um profissional especializado em sonorização para garantir a qualidade e ajuste do som durante as apresentações. 4. Gerador de Energia:- Capacidade do Gerador: Mínimo de 20 kVA para suportar todos os equipamentos de som e iluminação.- Tipo de Combustível:* Diesel ou gasolina, dependendo da disponibilidade e custo.- Requisitos Adicionais:- Teste do gerador 24 horas antes do evento.- Extintores de incêndio próximos ao gerador.- Acesso seguro e ventilado para o gerador. 5. Logística e Estruturação do Evento:- Palco:- Dimensões: Mínimo de 8m x 6m.- Localização: a definir- Backstage:- Área para descanso das bandas e armazenamento de equipamentos.- Banheiros químicos para artistas e equipe. Banheiros para Publico - Acessibilidade:- Estrutura para acesso a pessoas com deficiência. 6. Aspectos de Segurança:- Equipe de Segurança: Presença de seguranças para controle de acesso e manutenção da ordem.- Primeiros Socorros: Ambulância ou equipe de primeiros socorros no local.- Barracas e Sinalização: Para áreas de emergência e informações. 7. Marketing e Divulgação:- Estratégias de Promoção: Utilização de redes sociais, cartazes em locais estratégicos e parcerias com influenciadores locais.
Iremos Garantir que todos os locais das edições da feira sejam acessíveis a pessoas com deficiência, com infraestrutura adequada como rampas, banheiros adaptados e espaço para circulação.Será contratada equipe com cabine de audio-descrição e banheiros para pcd.
A Feira La Movida é uma feira de economia criativa itinerante que, há 8 anos, tem se consolidado em Porto Alegre, promovendo a arte, a cultura e a economia local em espaços públicos. Neste contexto, o projeto "Feira La Movida Música na Rua" surge com o objetivo de enriquecer ainda mais essa trajetória, oferecendo uma programação musical diversificada que valorize os artistas emergentes da cena local, muitos dos quais carecem de oportunidades para mostrar seu talento e trabalho. O projeto propõe a realização de quatro edições da feira, cada uma apresentando quatro bandas iniciantes selecionadas por meio de inscrições abertas ao público. Para cada edição, também será convidada uma banda experiente, que encerrará o evento, criando um espaço propício para o intercâmbio entre músicos iniciantes e artistas mais consolidados. Esse intercâmbio não apenas proporcionará visibilidade aos novos talentos, mas também fomentará o aprendizado e a troca de experiências entre as diferentes gerações de músicos. Um dos pilares do "Feira La Movida Música na Rua" é a *democratização do acesso*. A feira será realizada em espaços públicos, permitindo que todas as pessoas, independentemente de seu contexto socioeconômico, possam participar e desfrutar das apresentações musicais. Além disso, as inscrições para as bandas iniciantes serão amplamente divulgadas, garantindo que artistas de diferentes regiões e comunidades possam se inscrever e ter a chance de se apresentar. Com essa proposta, esperamos não apenas enriquecer a cena musical local, mas também fortalecer a cultura de colaboração e inclusão, proporcionando a todos a oportunidade de vivenciar e celebrar a música como um bem ou patrimônio comum da cidade.
Breves Curriculos Bandas Convidadas As Batucas As Batucas, um espaço/escola de formação para mulheres, que desde 2015 agrega muitas turmas e aprendizados em musicalização, com suas alunas do grupo vocal, pandeiro e grupo percussivo, mantém o olhar sempre lá na frente. Cientes de que as mulheres estão ávidas por espaços de aprendizagem, convívio, trocas de saberes, estão sempre propondo novas turmas, ideias, outros segmentos da arte para contemplar Idealizado por Biba Meira, uma grande baterista brasileira que galgou seu espaço num cenário dominado por homens e que abriu caminho para muitas mulheres musicistas, o coletivo As Batucas atua em muitas frentes e não dá sinais de parar por aqui! Biba Meira e Julia Pianta se concentram nas aulas de percussão e pandeiro, Raquel Pianta organiza os estudos do grupo vocal, e agora um novo segmento será experimentado e, se der certo, agregado ao dia-a-dia da escola: as aulas de dança, que conversam muito com os sons do corpo, a musicalização, o fortalecimento dos grupos de mulheres. Aqui a premissa é contribuir, somar, participar, transformar, aprender, crescer, empreender, brincar. Todos esses verbos são conjugados pelas integrantes desse coletivo feminino desde o ano de sua criação, por um viés inclusivo e sem preconceito etário. JUlio Reny Júlio Reny não tem computador, perfil em rede social e nem endereço de e-mail — o que só reforça, ainda mais, sua condição de outsider. “Acabei ficando à parte do mundo virtual. Mesmo nos anos 1990, quando ainda escrevia textos para rádio, só usava a máquina”, conta o músico e compositor gaúcho de 54 anos, praticamente desconhecido fora de seu Estado. Na ativa desde o final dos anos 1970, Reny fez história na cena musical de Porto Alegre com os discos Último verão (1983) e Júlio Reny & Expresso Oriente (1989), que renderam clássicos locais como “Amor e morte”, “Cine Marabá”, “Não Chores Lola” e “Uma Tarde de Outono de 73”. O destino, no entanto, não quis que o “Lou Reed dos pampas” levasse seu trabalho para o resto do país, ao contrário do que aconteceu com várias outras bandas gaúchas surgidas no mesmo período (Engenheiros do Hawaii, DeFalla, Nenhum De Nós, Os Cascavelletes, etc.). Como o mercado de música no Rio Grande do Sul é relativamente autossustentável, o artista seguiu em frente fazendo shows e produzido álbuns por lá mesmo, como solista ou à frente dos grupos Cowboys Espirituais e Os Irish Boys (com quem gravou seu último disco, Bola 8, de 2010). Seu currículo ainda inclui o programa Rádio cool, exibido na Ipanema FM entre 1988 e 1994. Cultuada em Porto Alegre por sua combinação de música e fragmentos poéticos (assinados pelo próprio Reny), a atração acabou virando livro anos depois. 50 Tons de Pretas O 50 Tons de Pretas surgiu em 2017, em Campo Bom. Professoras de música da rede pública, Dejeane e Graziela foram convidadas para uma apresentação especial de Dia da Mulher. Chamaram Monique Brito e outras duas meninas para formar um grupo de improviso. A apresentação foi um sucesso e o projeto se estabeleceu. Monique saiu do grupo em 2018, e o grupo virou um duo. A banda que as acompanha nos shows é formada por João Costa (bateria), Vladimir Godoy (baixo) e Gustavo Nunes (violão).Desde o início, o objetivo do 50 Tons de Pretas era trabalhar com música autoral. Em 2018, queriam lançar um EP, plano que foi adiado para 2019 por conta da primeira turnê. Então, Dejeane e Graziela optaram por trabalhar com calma, para que o disco de estreia ficasse do jeito que gostariam, e o lançamento de Voa foi postergado para 2020.Ao longo desses anos, o duo foi divulgando singles, que integram cronologicamente o álbum de oito faixas.— A primeira faixa, A Mais Pura Verdade, é o nosso primeiro lançamento. Conta muito da nossa história: "Preta, olha onde você chegou/ Pois um dia acreditou que a vida ia sorrir pra ti". É uma música que fala de novas conquistas, da luta de ser mulher preta na música. Na vida — explica Dejeane.Além de A Mais Pura Verdade, a temática de autoestima e empoderamento negro está presente em faixas como Tranças ( “Saiba, a cor da tua pele vai incomodar aqueles que acreditam já saber o teu lugar”) e Basta Acreditar ("Não pode ficar no escuro/ você é a sua própria luz"). A sonoridade do 50 tons de Pretas vai do samba à black music. Dejeane salienta que a referência delas é a música brasileira: — É a MPB, é o samba. Toda essa mistura musical que temos no nosso país, toda essa riqueza harmônica que a gente tem. Samba rock também é muito presente nas nossas canções. Temos também referência de black music. Nossas referências são o que a gente ouve, o que a gente toca. Entre as participações especiais de Voa estão nomes como Tonho Crocco (Cidadão Comum) e Tati Portella (A Nossa Canção). Todas as faixas foram produzidas por Dejeane, com exceção de Voa. UlTramen A banda iniciou suas atividades em Porto Alegre no ano de 1991 a partir da reunião de dois colegas da faculdade de Biologia da UFRGS, o baixista Pedro Porto e o baterista Zé Darcy. A ideia inicial era misturar som pesado com balanço black e vocais rap. O primeiro ensaio foi feito com o guitarrista Zê, o qual foi logo substituído por Júlio Porto (irmão de Pedro), que já tocavam juntos na extinta banda Garagem Hermética. Essa formação chegou a gravar uma demo com duas músicas, com Zé Darcy na composição das letras e fazendo também vocais e scratches. A partir de um anúncio colocado pela banda na rádio Ipanema FM, Tonho Crocco apareceu para ocupar a vaga de vocalista. Na sequência, entraram o percussionista Malásia, que tocava com Zé na também extinta Corporação Brand, e o saxofonista Perú. Essa formação fez os primeiros shows em Porto Alegre e interior do Estado, com destaque para o primeiro de todos (1991) na beira da praia em Ipanema, o qual foi interrompido nas primeiras músicas devido à má recepção por parte dos organizadores do evento em relação à prática, muito comum na época, do mosh/stage diving. Também foi como sexteto que a Ultramen gravou as duas fitas-demo oficiais: Ultramen (1991) e Sem Piedade (1992). Através desses shows e divulgação das demos, a banda começou a se firmar como uma das principais bandas da cena porto-alegrense e gaúcha, chamando atenção a nível nacional, sendo convidada a participar de festivais como o Superdemo (Rio de Janeiro e Curitiba, 1995) e shows em outros estados, como Santa Catarina, Espírito Santo e Bahia. Em 1996, o saxofonista Perú deixa a banda e, em seguida, vai para Londres, onde vive até hoje. Em 1997, por ocasião das gravações do seu disco de estreia, entra Marcito, a princípio apenas uma participação. Mais ou menos nessa fase, outras influências começaram a aparecer com força na mistura musical do grupo, como a música brasileira e o reggae. Em 2005, é lançado o CD/DVD Acústico MTV: Bandas Gaúchas, em que a banda divide o palco com Bidê ou Balde, Cachorro Grande e Wander Wildner. Em 2008, a banda anuncia uma parada por tempo indeterminado. Em 7 de março de 2013, a banda se apresentou no Opinião, em Porto Alegre, mesmo local onde realizaram uma das últimas apresentações em 2008, que rendeu o CD/DVD Máquina do Tempo, lançado em 2016 pelo selo Hearts Bleed Blue. Desde o retorno às atividades em 2013, a banda continua se apresentando nos palcos gaúchos, sem a presença do percussionista Marcito, que deixou o grupo em 2015, e com as guitarras ao comando de Chico Paixão, conhecido por seus trabalhos com a Funkalister e bandas de rock/black music. A banda fez muito sucesso com a música "Canto Alegretense" versão em hip hop que traz a participação do cantor Neto Fagundes. Julia de Paula Elias GESTORA E ADMINISTRADORA É uma produtora cultural apaixonada e inovadora, conhecida por seu papel fundamental na produção e realização da feira de economia criativa "La Movida", que acontece desde 2015 em Porto Alegre, que foi criada por sua mãe , também produtora cultural. Com uma visão voltada para a valorização do que é local e sustentável, ela tem promovido este evento de forma itinerante semanalmente a 3 anos, levando arte, cultura e empreendedorismo aos espaços públicos da cidade. Cursando Bacharelado em Letras, sempre teve um forte interesse pelas manifestações artísticas e pela promoção de comunidades criativas. A "La Movida" integra diversas linguagens culturais, reunindo música, artesanato, design, artes visuais, literatura e grafite. O evento não só oferece uma plataforma para artistas e criadores locais exibirem seus trabalhos, mas também incentiva a interação entre os diferentes públicos, promovendo o intercâmbio cultural e fortalecendo a economia criativa na região. Com uma abordagem inclusiva e colaborativa, Julia Elias tem sido uma defensora do espaço público como um lugar de convivência e expressão artística. Através de sua liderança, a feira se tornou um ponto de referência na cena cultural de Porto Alegre, atraindo visitantes de diversas partes da cidade e do estado, além de fomentar a união de artistas e empreendedores em torno de ideias e projetos inovadores. DJ E pPODUTOR PIÁ - RESPONSÁVEL PELA SELEÇÃO DAS BANDAS POR SUA EXPERIENCIA COMO JURADO NOS FESTIVAIS DE MUSICA DE PORTO ALEGRE E 23 ANOS COMO RADIALISTA NA FM CULTURA E RADIO IPANEMA FM Breve release do DJ e Produtor Piá Lançou seu 1º disco como MC e Produtor musical com o grupo LORDS em 1993; Tem 4 discos solos; Participou e produziu inúmeras coletâneas; Fundou o Centro Cultural Redenção em 1999; Trabalha ministrando aulas de música regularmente, com jovens em situação de vulnerabilidade social; Como DJ, já tocou em mais de 2.000 festas nas principais capitais brasileiras, além de 3 turnês em Los Angeles (EUA); Foi jurado dos principiais prêmios de música da cidade de Porto Alegre; Tem o título de Notório Saber pelo Estado Do Rio Grande Do Sul; É vencedor do prêmio Açorianos do ano 2000 de melhor disco, e tem um prêmio Internacional de melhor single nos EUA Simone de Paula- DIRETORA DE PRODUÇÃO Simone de Paula(nascido em 15 de setembro de 1967), brasileira da cidade de Porto Alegre. Atua como Produtora Cultural, Produtora Executiva ,divulgadora e elaboradora de projetos culturais. Como Produtora Cultural iniciou na Porto de Elis produtora nos anos 90, a partir daí não parou mais, foi responsável por 04 edições do Conesul Festival Internacional de Danças (Dir.Eva Schul), I Condança, 04 edições do Dança Alegre Alegrete (Dir.Waleska Van Helden, I Tatto Age Festival, Mix Bazaar (Feira de Variedades), Circo Teatro Girassol (Dir.Dilmar Messias) , Natal do Nosso Mundo (Santander)e desde 2015 criou a Feira La Movida de Economia Criativa em Porto Alegre Como elaboradora de projetos prestou serviços para várias Prefeituras e empresas, dentre elas Sport Club Internacional, Prefeitura de Pantano Grande-RS, Governo do Estado RS, etc
PROJETO ARQUIVADO.