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Esta proposta apresenta as atividades a serem realizadas no LAB Procomum ao longo do ano de 2025, incluindo: a manutenção da instituição cultural; programação pública e ações de formação incluindo a realização de dois seminários, um curso de arte e economia criativa, bolsas para grupos de estudos, pesquisas e práticas, mediações para atendimento ao público, residência e festival de encerramento do ano.
Programação pública: Seminário: encontros abertos e gratuitos com convidados e convidadas de outras regiões do Brasil para debates de questões específicas levantadas pela equipe do LAB a partir da realização de 4 rodas de conversa. Serão realizados 2 seminários, um a cada semestre. Dentro da programação do seminário, também se realizará um laboratório para grupos de 15 pessoas que são selecionadas por chamada pública e que são contempladas com bolsas para atendimento às discussões postas no Seminário e desenvolvimento de projetos coletivos, incluindo mentoria e desenvolvimento de protótipos. A proposta é fazer com que os próprios participantes executem os produtos culturais, inovadores e comunitários a partir das discussões realizadas no seminário. Residência: 2 residências para pessoas de outras regiões do Brasil e de outros países para apoiar e mentorar as comunidades do LAB Procomum. Cada residência dura três semanas e o residente oferece uma oficina para a comunidade e equipe do LAB Procomum. Bolsas: oferecimento de bolsas e ajudas de custo para a formação de Grupos de Estudo, Pesquisas e Práticas para grupos, coletivos e pessoas selecionados por chamada pública, que podem utilizar o espaço do LAB Procomum para suas reuniões, pesquisas, produções e atividades abertas. Os bolsistas são estimulados a participar de forma ativa da gestão dos espaços do LAB Procomum, realizar pesquisas ou iniciativas colaborativas e realizar práticas culturais abertas e gratuitas à comunidade. O percurso formativo prevê uma formação por semana. E o período de prototipagem prevê uma mentoria por semana. Os projetos são apresentados em formato de apresentações culturais e/ou oficinas no Festival.Os participantes são selecionados por chamada pública e recebem uma bolsa mensal para apoio aos estudos. O programa prevê a distribuição de até 20 bolsas para pessoas ou coletivos. Festival: Festival Encruza de Culturas e Comunidades na Bacia do Mercado. A programação contará com rodas de conversa, festas, exposições, apresentações circenses, feira de artesanato, gastronomia, shows, mostras audiovisuais, danças e batucadas. Atividades abertas ao público de forma gratuita e, a fim de estabelecer maior vínculo com o entorno, elas ocorrerão em diversos pontos da Bacia do Mercado. Com a curadoria artística do Lab Procomum, o festival contará com artistas que participaram dos programas e projetos realizados durante o ano no LAB Procomum. Serão nove dias de festival, contendo: 7 shows, 2 peças teatrais e circenses, 4 performances na rua, 3 exibições, 6 feiras, 9 exibições de filme, 4 rodas de conversa Ações formativas: Curso: oferecimento de um curso em Artes e Empreendedorismo, abordando questões da arte e economia criativa, com 10 a 15 participantes em cada, em um percurso de 6 meses de formação e três meses de prototipagem de projeto, com realização de mostra final. Mais informações no plano pedagógico. Mediação: Por meio do programa Mediadores de Cultura Livre e Inovação Cidadã propomos o atendimento qualificado ao público. Serão selecionados 6 mediadores responsáveis por atender de forma qualificada o público circulante da sede e apoiar as comunidades de prática do LAB Procomum, monitorando e facilitando suas atividades. Os participantes são selecionados por chamada pública. Dedicam 20 horas semanais ao atendimento ao público do LAB Procomum e recebem uma bolsa para apoio ao transporte e alimentação. Também utilizam a estrutura do LAB para desenvolvimento de uma pesquisa pessoal. O programa prevê uma formação inicial de duas semanas, com quatro aulas por semana. E o período de mediação prevê uma mentoria por mês. As pesquisas são apresentadas em formato de oficina, roda de conversa ou apresentação cultural no Festival.
objetivos gerais O objetivo geral do projeto é ser um espaço de promoção de autonomia, convivência cidadã, emancipação social e fortalecimento e criação de soluções coletivas e criativas para problemas sociais. A Baixada Santista, a exemplo do Brasil, é uma região metropolitana que reúne 9 municípios com altos índices de desigualdade social e racial além de ser uma região onde as mudanças climáticas são visíveis e evoluem rapidamente. Em resposta a este contexto, as atividades e programas aqui propostas convergem para um conjunto de ferramentas do campo da tecnologia social e da cultura que possa ser acessível e replicável e que priorize populações sub representadas da Baixada Santista promovendo seu protagonismo na produção de conhecimento. objetivos específicos De modo a responder aos eixos estruturantes e objetivos gerais da presente proposta, o projeto tem os seguintes objetivos específicos: Manutenção da instituição cultural: incluindo a continuidade de uma programação cultural aberta e construída de maneira participativa que seja ofertada de maneira regular, livre e gratuita; garantia de acessos aos laboratórios e espaços de criação coletiva; realização de conservação e melhorias prediais; manutenção da equipe e investimentos em gestão; sistematização e fortalecimento institucional e divulgação das atividades realizadas; Manutenção da biblioteca e acervo: nosso espaço de conhecimento conta com um acervo especializado em livros de ciências sociais, artes, literatura nacional e estrangeira e conta com 3710 itens, sendo 2528 livros, 346 materiais de exposições artísticas e 160 catálogos de artistas brasileiros e estrangeiros. Proposta inclui a manutenção e salvaguarda do espaço e dos itens que compõe acervo e biblioteca; Programação pública: conjunto de ações que compreendem atividades abertas ao público em diferentes frentes. Serão realizados: 1/ um seminário aberto ao público a cada semestre seguido de um laboratório de experimentação com a temática abordada no seminário com bolsas para até 15 participantes ; 2/ duas residências de três a quatro semanas para pessoas de outras regiões do Brasil e de outros países para apoiar e mentorar as comunidades do LAB Procomum, oferecer treinamento para a equipe e a comunidade; 3/ disponibilização de 20 bolsas para grupos de estudo e pesquisa voltadas a coletivos e pessoas selecionados por meio de chamada pública permitindo a utilização da estrutura do LAB Procomum para suas práticas internas e atividades abertas; e 4/ um festival como encerramento do ano, é oferecida programação cultural aberta e gratuita a pessoas e grupos beneficiados no qual os participantes apresentam o resultado de suas pesquisas e protótipos para o público. Ações formativas: conjunto de ações de caráter formativo abertas ao público: 1/ realização de um curso do programa Colaboradora, "empreendedorismo social" abordando questões relacionadas à arte e a economia criativa, com 10 a 15 participantes, em um percurso de seis meses de formação e três meses de prototipagem de projeto com realização de mostra final; 2/ formação específica para mediação técnica qualificada de público, monitorando e facilitando as atividades de práticas do LAB Procomum;
O Instituto Procomum é uma organização sem fins lucrativos que tem como missão fortalecer pessoas e organizações, articular e apoiar comunidades, tecer redes, promovendo por meio da colaboração a transição para um mundo comum entre os diferentes. Nossas áreas de atuação são: arte e cultura, alternativas econômicas, enfrentamento da crise climática e construção de um espaço cívico diverso. O LAB Procomum é uma iniciativa do Instituto Procomum que oferece à população da Baixada Santista a possibilidade de protagonismo na programação do espaço, realização de pesquisas e protótipos e transformação de ideias em iniciativas cidadãs que promovam o bem comum. A Baixada Santista, localizada no estado de São Paulo, é uma região composta por nove municípios: Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Cubatão, Bertioga, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. Com uma população de aproximadamente 1,9 milhão de habitantes, a Baixada Santista destaca-se por sua diversidade econômica e cultural. Possui altos índices de desigualdade social, acesso à cultura e à educação, problemas estruturais de moradia e urbanização, mobilidade urbana, empregabilidade e saneamento básico, além de ser uma das regiões brasileiras mais vulneráveis aos impactos e alertas das mudanças climáticas e sob impacto das atividades industriais, especulação imobiliária e atividades portuárias em seu entorno. Santos, um dos municípios mais importantes, abriga o maior porto da América Latina, sendo um centro logístico vital para o comércio internacional. Cubatão é conhecido por seu pólo industrial, que desempenha um papel crucial na economia local e nacional. No entanto, essa atividade industrial também traz desafios ambientais e sociais significativos, contribuindo para a desigualdade na região. A Baixada Santista enfrenta disparidades econômicas e sociais expressivas, refletidas no Índice de Gini, que destaca a desigualdade de renda entre seus habitantes. Enquanto algumas áreas, como Santos, oferecem melhores oportunidades e infraestrutura, outras, como Cubatão e São Vicente, enfrentam dificuldades socioeconômicas maiores. Além do IDH e do Índice de Gini, a região apresenta desafios relacionados ao acesso a serviços de saúde, educação de qualidade, saneamento básico e segurança pública. Abordar essas questões é essencial para melhorar a qualidade de vida dos habitantes e reduzir as desigualdades sociais. Em 7 anos de atuação, foram R$ 1.500.000,00 em aportes financeiros diretamente distribuídos em micro-bolsas e projetos para nossa comunidade na baixada santista, 27 projetos desenvolvidos, 1.500 pessoas diretamente envolvidas com participação direta nos projetos, R$ 1.000.000,00 investidos no espaço físico (infraestrutura e equipamentos) do LAB. Ao longo desses últimos 6 anos, o espaço recebeu em torno de 30 mil pessoas, em mais de 2.400 atividades, todas elas gratuitas. Disponibilizamos uma infraestrutura aberta e disponível para a população da Baixada Santista que inclui: biblioteca, sala de rádio/tecnologias, sala de tecnologias, cozinha, galpão multiuso, galpão ateliê e horta comunitária, bem como uma estrutura imaterial com metodologias e apoio institucional para iniciativas e projetos. Este conjunto constitui um local de aprendizagem constante com formações e mentorias, colocando pessoas, coletivos e iniciativas da Baixada Santista em contato com agentes culturais e inovadores de outras regiões do país e em intercâmbios internacionais. Outro compromisso do espaço é o da participação cidadã. Nossa programação é engajada com pautas contemporâneas e urgentes com soluções refletidas na produção cultural. Promovemos laboratoŕios nos quais pessoas de diferentes origens e formações com problemas comuns, se juntam, guiadas pela facilitação e metodologias do LAB Procomum, para encontrar soluções colaborativas e práticas para tais questões. Após anos tendo suas atividades financiadas por entidades do terceiro setor, nacionais e internacionais, esta nova fase de maturidade do Instituto Procomum convida a ampliar estrategicamente o leque de origem de receitas. A inscrição deste plano anual na lei federal de incentivo à cultura é uma oportunidade de envolver a sociedade civil nesta construção e também fortalecer a sustentabilidade financeira da instituição. Estes primeiros anos de existência nesta região do Estado de São Paulo provaram a eficácia de suas ações e a relevância do seu trabalho na formação de redes locais e desenvolvimento humano por meio da cultura. Ao apresentarmos a esta ferramenta de fomento uma proposta de trabalho, pretendemos complementar, fortalecer e permitir a continuidade destas atividades, ações e programas. Em relação aos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 o projeto responde a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dosdireitos culturais; e V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Por fim, em relação ao inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançadas com o projeto, a presente proposta responde ao: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicosbrasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização eaperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Considerando a realidade do território onde está localizado, o LAB Procomum realiza chamadas públicas abertas para toda a população da Baixada Santista em nossos programas. Podem participar de nossas chamadas: pessoas e coletivos da Baixada Santista que queiram utilizar o nosso espaço para reuniões, cursos, oficinas, encontros e práticas e/ou desenvolver ideias cidadãs, protótipos e pesquisas em arte e cultura, mudanças climáticas, direitos humanos, igualdade racial, inovação, tecnologia, urbanismo – desde que sejam ideias abertas, colaborativas e que visem a construção de comuns; pessoas que tenham interesse em desenvolver pesquisas e experimentações comunitárias; pessoas que queiram participar de um percurso formativo em artes e comunidades ou artes e emprendedorismo, em formato híbrido (online e presencial), ao longo de seis meses, integrar uma plataforma educacional baseada em colaboração e processos abertos de criação coletiva; e desenvolver, ao longo de três meses, um projeto artístico planejado junto às comunidades da chamada Bacia do Mercado, centro de Santos (SP); pessoas que queiram participar de nossas seminários, em processos de formação temporários e a partir do tema debatido, que desejem desenvolver iniciativas de baixo custo e fácil execução com as ferramentas do LAB Procomum. A chamada pública é de fácil inscrição. E a seleção é coordenada pela equipe profissional do LAB Procomum com apoio de um júri especializado composto por Conselheiros do Instituto Procomum e/ou pessoas que já participaram de nossos programas. O LAB Procomum consegue ainda, atender em sua programação, em seus programas e nas suas comunidades de prática, uma política de garantia de grupos sub representados, tendo sua composição formada por lideranças das comunidades negras, periféricas, LGBTQIAPN+ e de mulheres.
Residência: 2 residências. Cada residência dura três semanas Curso: percurso de 6 meses de formação e 3 meses de prototipagem de projeto, com realização de mostra final. Mais informações no plano pedagógico.
O LAB Procomum está localizado em um prédio com 1.200 m2 que conta com acessibilidade física aos espaços de desenvolvimento de atividades, incluindo rampas de acesso e banheiros acessíveis nas áreas onde são realizadas as atividades abertas ao público. Plano Anual Acessibilidade física: os espaços físicos do LAB Procomum são acessíveis através de rampas. Os banheiros também contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos; Acessibilidade de conteúdo: toda a programação do LAB Procomum assim como todas as informações relativas ao funcionamento estão disponibilizadas no site. Serão implementados recursos de LIBRAS, contraste e aumento de fonte para permitir o acesso de pessoas com deficiência aos conteúdos produzidos na manutenção de suas atividades. Além disso, a partir de 2025, o LAB contará com sinalização acessível para deficientes visuais e/ou pessoas com baixa visão através de um mapa na entrada, nos corredores do laboratórios e nos ateliês. Também será criado material institucional apresentando o LAB Procomum e suas principais metodologias e aulas em áudio. Biblioteca e acervos Acessibilidade física: os espaços físicos do LAB Procomum são acessíveis através de rampas. Os banheiros também contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos; Acessibilidade de conteúdo: Será desenvolvido um audioguia sobre a biblioteca e os tipos de livros disponibilizados ao público. Este audioguia será disponibilizado no site e também em um ponto da biblioteca. Além disso, será criado um ponto de escuta de audiolivros a partir da aquisição de exemplares para a biblioteca. As publicações do Instituto Procomum (metodologias e documentação de projetos) estão disponíveis em PDF no site do LAB Procomum. (https://lab.procomum.org/publicacoes/) Programação pública Acessibilidade física: os espaços físicos do LAB Procomum são acessíveis através de rampas. Os banheiros também contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos; Acessibilidade de conteúdo: O LAB Procomum disponibilizará o conteúdo de seus seminários e principais atividades abertas ao público em LIBRAS. Também será oferecida uma cota na chamada pública para Grupos de Trabalho e Pesquisa que abordem esta temática, ajudando a desenvolver soluções de acessibilidade de maneira comunitária (total de 2 bolsas dedicadas ao tema), além da abertura de uma vaga para mediador pessoa com deficiência dentro do Programa de Mediadores. Ações formativas Acessibilidade física: os espaços físicos do LAB Procomum são acessíveis através de rampas. Os banheiros também contam com medidas de acessibilidade. O espaço está organizado de modo a receber pessoas com deficiência e idosos; Acessibilidade de conteúdo: as ações formativas contarão com tradução em LIBRAS se identificada a necessidade nos momentos de inscrição e seleção.
Todas as atividades realizadas no LAB Procomum são gratuitas para toda a comunidade. O espaço fica aberto para a população de terça à sábado, das 11h às 20h, intervalo em que o público pode usufruir gratuitamente de todos as facilidades: espaço de conhecimento (biblioteca, sala computadores e internet), escritório coletivo (com mesas e internet), sala de tecnologias (impressora 3D e cortadora a laser), cozinha coletiva, galpão multiuso, quintal, galpão ateliê (marcenaria, solda, costura, artes e cenografia) e espaço de permacultura (horta), com apoio de uma equipe de mediação que realiza atendimento qualificado e acompanhamento para todas as pessoas que frequentam o LAB Procomum. Espaços, equipamentos e ferramentas, assim como o acompanhamento de um mediador, são disponibilizados gratuitamente a todos os frequentadores do LAB. Todas as chamadas públicas para formações e ações de programação pública do LAB Procomum são realizadas com critérios de seleção que favorecem os grupos sub representados, além de serem oferecidas bolsas de participação. Esta medida responde ao item X do Artigo 30 da Instrução Normativa Minc Nº 11, de 30 de Janeiro de 2024 que diz "oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis". Como o nosso espaço é amplo, acolhedor e equipado com diferentes ferramentas, temos parcerias com outras organizações e órgãos públicos que utilizam nossa infraestrutura. Para listar as principais parcerias, temos: outras organizações ou associações formalizadas (Instituto Querô, Instituto Família Chegados, Biblioteca Comunitária Conto de Fadas Periférico, Instituto Elos, Unifesp), órgãos públicos (Unifesp, CRAS - Centro de referência da assistência social. Creas - Centro de Referência especializado de Assistência Social, Nasf - núcleo de apoio à saúde da família e CREN - Centro de Reabilitação e Estimulação do Neurodesenvolvimento) e com associações (Associação de Moradores do Bairro, Associação Moradia e Dignidade, Associação Donnas da Rua) que realizam trabalho no bairro em que estamos localizados, além de coletivos e artistas de diferentes linguagens que podem utilizar nosso espaço para ensaios ou para desenvolvimento de projetos de fomento à cultura. O nosso espaço serve como complemento à infraestrutura de outras organizações, que podem utilizar o LAB Procomum para suas respectivas atividades e projetos. As parcerias se dão por meio de acordo mútuo, participação em nossa chamada pública e/ou solicitação por email. As parcerias se efetivam de maneiras diversas, como por exemplo na cessão dos espaços do LAB, na mobilização de redes e comunidades, na articulação territorial, na replicação das nossas metodologias. Somente no primeiro semestre de 2024, por exemplo, inscreveram-se em nossa chamada pública 16 propostas que foram consideradas como parcerias. Entre elas, oito estão utilizando nossa infraestrutura para atividades vinculadas à missão e valores de suas próprias organizações, como reuniões, cursos, atendimentos, atividades abertas, oficinas etc; seis estão executando projetos de fomento à cultura (Lei Paulo Gustavo e PROAC); e dois desenvolvem pesquisas com nosso público e/ou metodologias. Também contamos com um sistema de solicitação de uso do espaço que pode ser acionado por qualquer agente cultural/inovador que se interesse em realizar uma atividade cultural na Baixada Santista. É possível solicitar o uso de nosso espaço por um sistema de reservas e/ou por email, para atividades fechadas (reuniões ou uso de equipamentos, por exemplo) ou abertas (atividades culturais, oficinas, cursos), desde que respeitados nossa missão e valores, limites operacionais e agenda. Também recebemos propostas de agente culturais e inovadoras de outras regiões do Estado e do país que querem desenvolver ações na Baixada Santista e podem utilizar nossas residências para pernoite. E ainda, como última medida de democratização, todas as pesquisas e protótipos realizados no LAB Procomum são e devem ser publicados em Creative Commons, possibilitando a réplica não comercial em outros territórios dos conhecimentos aqui produzidos.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e será remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional de projetos culturais. Georgia Nicolau | Diretora Institucional Jornalista e gestora cultural. Formada em comunicação pela PUC-SP, com MBA em Bens Culturais pela FGV. Foi Diretora da Secretaria de Economia Criativa (2013-2014) e da Secretaria de Políticas Culturais (2015-2016) do Ministério da Cultura. É diretora de projetos do Instituto Procomum. Em 2016, foi uma das fundadoras do Instituto Procomum, organização da sociedade civil que trabalha para fortalecer a experimentação e a inovação social por meio da defesa e da proteção do Comum. Desde então, atua no Procomum como diretora institucional. É autora do livro Comunal e co-autora de vários livros e publicações sobre o Comum, inovação social, cultura digital e cidadania. Entusiasta facilitadora, consultora e articuladora de processos de desenvolvimento organizacional e fortalecimento da sociedade civil. Tem interesse em tudo que diz respeito à transição para um mundo igualitário, justo e cooperativo e pesquisa temas ligados ao bem viver, comum, justiça social e desigualdade. Desde 2022, é Senior Fellow na Atlantic Fellows for Social and Economics Equity, da LSE e pesquisadora associada do grupo de Políticas da Desigualdade na mesma universidade. Entre 2013 e 2016, foi Diretora de Gestão, Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Cultura e secretária-substituta de Economia Criativa e de Políticas Culturais. Fabrício Freitas | Diretor de Recursos e Operações Fabrício é Administrador, Ator e Produtor Cultural. Formação Superior em Administração de Empresas pela Unip - Universidade Paulista em Santos/SP. É Diretor de Recursos e Operações do Instituto Procomum, responsável pela equipe administrativa, financeira e de operações. Tem sua carreira voltada à gestão financeira em empresas e organizações de pequeno, médio e grande porte. Faz parte da equipe institucional do Instituto Procomum desde 2019, no desenvolvimento de protocolos, controles e supervisão dos processos de planejamento e execução financeira, contábil, jurídica e auditoria. Trabalha também como ator com formação técnica em Artes Cênicas pela EAC - Escola de Artes Cênicas “Wilson Geraldo”, em Santos/SP. Para além da gestão financeira atua como produtor executivo e artístico em diversos projetos audiovisuais e teatrais. Isabella Cristina Luz Gião | Gerente Institucional Formada em Comunicação Visual, atua gerenciando projetos e construindo comunicação para instituições de cultura, direitos humanos e socioambientais nas áreas de gerenciamento de projetos, produção, criação, produção criativa, e direção de arte focada em mobilização de recursos, planejamento estratégico e conteúdos de comunicação. Atendeu contas como a Secretaria de Inovação da cidade de São Paulo e Sesc e Senac na Campus Party de 2018 e 2019. Atuou como gerente de projetos para projetos nacionais e internacionais em agências como Cubo CC e Goodfellas, foi diretora criativa e coordenadora de projetos e equipe na produtora Bela Baderna até 2021. Atualmente, atua como Gerente Institucional, tendo antes ocupado o cargo de Coordenadora de Comunicação e Desenvolvimento Institucional no Instituto Procomum e também com gestão, direção criativa e comunicação para ONGs internacionais e nacionais como Instituto Socioambiental, International Rivers, WWF, Oxfam Brasil, INESC, entre outras. Victor Marinho Nunes de Sousa | Gerente de Inovação e Experimentação Victor Marinho é jornalista (PUC-SP) e fotógrafo (Escola comunitária Manuel Musto, Rosário-Argentina). Tem sua trajetória ligado ao ativismo das liberdades digitais e analógicas, da democratização dos meios de comunicação, da cultura e da tecnologia. Atuou como colunista de games na Revista Galileu e editor de Inovação e Artes no Catraca Livre. Foi atuante também em projetos de cultura digital e experimental como a Rádio Jacaré e Planeta Cabézon (Rosário, Argentina). Atualmente, é Gerente de Inovação Cidadã do Instituto Procomum, onde atua desde 2017. Luiza Ribeiro Xavier | Coordenação de Comunidades Luiza Ribeiro Xavier é psicóloga (UNIFESP, 2018) e pesquisadora na área de relações raciais, gênero e classe. Trabalhou na Rede de Atenção Psicossocial das regiões metropolitanas paulistas da Baixada Santista e ABC, com ênfase na promoção de saúde de sujeitos com usos abusivos de substâncias psicoativas; e na atenção às crianças e adolescentes que passaram por violações de direitos. Desde 2023, é Mestra pelo programa de pós-graduação da Faculdade de Educação da USP, na qual realizou uma pesquisa sobre as contribuições teóricas e práticas do campo da psicologia na implementação dos debates de gênero, raça e classe na escola, e também é Coordenadora de comunidades e cuidado no Instituto Procomum em Santos. Emanuelly Abade | Coordenação de Produção e Projetos Emanuelly Abade é artista, arte-educadora e produtora. Formada pela Escola de Artes Cênicas “Wilson Geraldo” em 2019, Licenciatura em Teatro na Universidade de Brasília - concluído em 2023. Atuou por 6 anos como arte-educadora no projeto Jornada Ampliada através do Instituto Arte no Dique, pelo qual conquistou o 3º lugar no Prêmio Educador Santista 2021. Atua também como cenógrafa, diretora de arte, assistente de direção e produtora de forma independente, participando de projetos contemplados pela Lei Aldir Blanc e do Festival Mirada de 2022. Atualmente, está como Coordenadora de Produção e Projetos do Instituto Procomum. Glaucia Rodrigues | Analista de Comunicação É formada em comunicação social, Gestão Empresarial e Pós-graduada em Design de produto de moda, iniciou sua trajetória profissional na agência de notícias Afrobrás, onde permaneceu até iniciar o intercâmbio para a Universidade Fernando Pessoa em Porto onde, ao estudar Ciências da Comunicação, teve acesso à vários conteúdos relacionados ao Marketing, ao Jornalismo e a Publicidade. Ao retornar percorreu empresas como Kantar IBOPE Mídia e SBT. Em 2016 deu início a marca 370 sendo responsável pela direção criativa e divulgação da marca que em 2019 foi destaque em diversos grandes portais de moda. Em 2022, ingressa no Instituto Procomum. Fernanda Gomes | Gerência administrativa e Financeira. É formada em Ciências Contábeis, com formações curtas nas áreas do Terceiro Setor, administração e Gestão de Startups, experiências como educadora social em Serviços de Convivência e fortalecimento de vínculos, escrita de projetos sociais, prestações de contas para o Terceiro Setor e Contabilidade (fiscal e contábil). Atualmente, exerce funções administrativas (Gerente de Recursos no Instituto Procomum) e outras prestações de serviços na área através da empresa Maré Contabilidade.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.