Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 248942Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ciborguindígena – O indígena é o Futuro

PAULO JUNIOR ALVES RODRIGUES 62675729272
Solicitado
R$ 899,1 mil
Aprovado
R$ 899,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
AM
Município
São Gabriel da Cachoeira
Início
2025-05-02
Término
2025-12-30
Locais de realização (3)
Manaus AmazonasRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Ciborguindígena _ O indígena é o Futuro" é uma atividade de artes visuais (fotográfica) e exposição inspirada pelas ideias do ciborguismo e do hibridismo. O Ciborgue indígena éuma fusão de referências mitológicas e tecnologia que cria uma representação dos povos indígenas repleta de empoderamento, valorizando suas identidades e tradições ancestrais. Neste cenário futurístico, a tradição indígena e a tecnologia se entrelaçam harmoniosamente. Doze indígenas futuristas compõem o conceito expositivo,ao incorporarem a tecnologia em seus corpos, fortalecem suas culturas e resistência, lutando constantemente contra estereótipos e preconceitos.

Sinopse

Ciborgue indígena - O Futuro Indígena é uma fusão inovadora que combina tradição e tecnologia. Nessa alquimia criativa, 12 indígenas se transformam em verdadeiras obras de arte, entrelaçando ornamentos ancestrais com placas de computadores, painéis solares, LEDs e circuitos eletrônicos reciclados. Cada indígena mergulhara em uma pesquisa minuciosa sobre sua própria etnia, explorando mitologias, indumentárias, ornamentos e grafismos - os pilares da sua cultura. Classificação indicativa Livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Produção, criação e exposição do projeto fotográfico "Ciborguindígena _ O indígena é o Futuro". OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Atender períodos expositivos nas cidades de Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro, com pelo menos 22 dias de visitação aberta e gratuita; disponibilizar diversos e amplos serviços de acessibilidade, incluindo um treinamento atitudinal com toda a equipe envolvida com o atendimento ao público; investir em uma série de ações de democratização, incluindo locação de um ônibus de turismo em favor de instituições localizadas em áreas periféricas das cidades em que circular, além também de estágios em produção cultural; aferir protagonismo a doze indígenas convidados para a criação do projeto, favorecendo o respeito à povos originários.

Justificativa

O trabalho proposto é uma fusão inovadora que combina tradição e tecnologia. Nessa alquimia criativa, 12 indígenas se transformam em verdadeiras obras de arte, entrelaçando ornamentos ancestrais com placas de computadores, painéis solares, LEDs e circuitos eletrônicos reciclados. Cada indígena mergulhara em uma pesquisa minuciosa sobre sua própria etnia, explorando mitologias, indumentárias, ornamentos e grafismos - os pilares da sua cultura. Na maior parte das vezes, o indígena brasileiro é interpretado pela arte pelo ponto de vista da tradição e da preservação. Em "Ciborguindígena _ O indígena é o Futuro" exploramos as possíveis contemporaneidades na cosmovisão de diversas etnias, sem no entanto silenciar aspectos tradicionais destes povos originários. Inspirado na poderosa frase de Ailton Krenak, "O futuro é ancestral", e do movimento indígena "O futuro é indígena", nasce o conceito de "Ciborguindígena _ O indígena é o Futuro", uma fusão criativa entre o tradicional e o tecnológico! Nosso projeto busca ampliar a representação do corpo indígena através da arte contemporânea. Queremos que os indígenas se transformem em seres híbridos e ciborgues, conectados à tecnologia, mas sempre honrando sua arte, cultura, mitologia e sua profunda ligação com a natureza. O projeto demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por se abordar povos originários brasileiras de uma maneira inovadora tecnologicamente, porém respeitando todos os aspectos simbólicos e epistemológicos. Se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Se enquadra nos seguintes objetivos do Artigo 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - Exposição de Artes Visuais Fotos impressas diversas de 12 (doze) indígenas; Painéis solares diversos; Telas de LED variados e circuitos eletrônicos recoclados. Imagens pictóricas variadas, que dialogam com os grafismos de etnias indígenas, incluindo indígenas LGBTQIAPN+. Textos expositivos e curatoriais variados, com QR Code de Acessibilidade.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1) Utilização de espaços expositivos dotados de rampas e sem obstáculos; 2) Mitigação de possíveis dificuldades de acesso com aquisição de rampas móveis; 3) Contratação de profissionais de apoio (monitores) treinados em acessibilidade atitudinal. ACESSIBILIDADES DE CONTEÚDO: Acessibilidade para pessoas autistas ou neurodivergentes: 1) Criação de guia sensorial para previsibilidade de estímulos, a ser disponibilizado nas ações comunicacionais, de modo a orientar pessoas autistas; 2) Empréstimo de abafadores de ruído para pessoas com alto grau de sensibilidade auditiva; 3) Contratação de profissionais de apoio (monitores) treinados em acessibilidade atitudinal. Acessibilidade para pessoas cegas: 1) Realização de visita sensorial mediada; 2) Ações comunicacionais com legendas descritivas; 3) Contratação de profissionais de apoio (monitores) treinados em acessibilidade atitudinal. Acessibilidade para pessoas surdas: 1) Contratação de monitores de exposição fluentes em Libras; 2) Disponibilização de textos curatoriais traduzidos em Libras, pré-gravados, e acessíveis em QR Code.

Democratização do acesso

Disponibilização de pelo menos 2 (duas) vagas de estágio em Produção Cultural como política de primeiro emprego, com pagamento de ajuda de custo e subvenção de alimentação e transporte. As vagas serão priorizadas pela segmentos considerados como vulneráveis pela IN 2024, tais como como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico. Locação de um ônibus de turismo gratuito em benefício de escola da rede pública em área periférica da cidade, com fornecimento de lanche, e mediação ao longo do processo de visitação da exposição.

Ficha técnica

PAULO DESANA (Coordenador e Proponente do Projeto): Indígena do Amazonas com experiência em fotografia, direção, arte visual e produção. Seu trabalho atual é "Pamürimasa - Os Espíritos da Transformação", inspirado na mitologia da Cobra Canoa e na crença de que os povos indígenas surgiram como artefatos e se tornaram seres humanos ao saírem da Cobra-Canoa. A convite do Museu do Amanhã e do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro de 2024, o artista Paulo Desana ministrou uma oficina no Centro Cultural Vale do Maranhão (CCVM). Paulo foi uns dos artística do projeto Amõ Numiã - Mulheres da Criação que ocorreu na comunidade de Uhtã Bo’ó Wi’Í, também conhecida como Casa da Pedra Branca em São Gabriel da Cachoeira de 6 a 12 de julho de 2024. Desana também foi o artista convidado da exposição "Fruturos: tempos amazônicos itinerância", em cartaz no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), na cidade de São Luís do Maranhão, de 26 de março a 1º de junho de 2024. "Fruturos, tempos amazônicos" é uma exposição concebida pelo Museu do Amanhã. Paulo Desana trabalhou como diretor de fotografia em outros projetos audiovisuais, como o documentário "Ciência e Culinária (Science and Cooking) e o documentário sobre a mitologia da Cobra Canoa, entre outros. Sua Série Fotográfica "E nós Parente?" foi exibida na 4ª edição do Festival Arte como Respiro, realizado pelo Itaú Cultural em 2020. Em agosto de 2020, a fotografia "Flautas de Cerimônia/Dabukuri" foi selecionada no Prêmio de Fotografia Indígena Brasil, realizado pelo Centro Cultural Vale do Maranhão, em São Luís, Maranhão. As fotografias "Barqueiro ao Pôr do Sol" e "Flautas de Cerimônia/Dabukuri" foram expostas na Exposição Luz do Norte, realizada pela Foto Em Pauta, no Centro Cultural SESIMINAS Yves Alves, em Tiradentes, MG, durante o mês de novembro de 2020. Em novembro de 2020, a Global Poverty Project (Global Citizen), uma organização internacional de educação e defesa que trabalha para catalisar o movimento para erradicar a pobreza extrema, selecionou dois registros fotográficos de Paulo Desana como parte das 16 fotos da Amazônia, região considerada o 'marco zero para as maiores batalhas do mundo contra a Covid-19'. Entre novembro de 2019 e janeiro de 2020, atuou como produtor e câmera para a Arica Produções Artísticas no Projeto de registro do patrimônio cultural, social e ambiental do povo Yepá Mahsã (povo Tukano) da Terra Indígena Balaio. Atuou como cinegrafista em agosto de 2019, realizando a gravação do material institucional sobre a produção de artesanato do povo Baniwa para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Amazonas - SEBRAE/AM. Foi produtor da Dupla Teatral Las Cabaças em Santa Isabel e São Gabriel da Cachoeira - AM, durante o mês de maio de 2018. Prestou serviços como produtor e cinegrafista, realizando gravações para documentários, no projeto executado pela Associação Filmes de Quintal: "Oficinas de Audiovisual relativas à Salvaguarda do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro", realizado pelo IPHAN/AM, nos períodos de outubro de 2015 a janeiro de 2016. De outubro de 2016 a abril de 2019, atuou como cinegrafista no Projeto Canal Canoa da Shine a Light (USA)/Usina Da Imaginação (Brasil) de Florianópolis, no projeto infância indígena. Em outubro de 2015, exerceu a função de cinegrafista no documentário “Pelas Águas do Rio de Leite”, do projeto Mapeo: Valorização e Salvaguarda dos Sítios Sagrados dos Povos Indígenas do Noroeste Amazônico, sob a direção da antropóloga Aline Scolfaro. Como fotógrafo, colaborou com diversas agências de notícias, incluindo a Amazônia Real, A Pública, Mongabay, entre outras. SIODUHI LIMA (Diretor Artístico): Diretor Criativo da Sioduhi Studio, Pesquisador sobre o Futurismo Indígena na Moda, Desenvolvedor da Tecnologia ManioColor®. Personalidade Fashion Futures 2023 pelo Instituto C&A. MBA em Negócios e Estética da Moda pela ECA USP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.