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PRONAC 248975Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Plano Anual 2025 - Instituto Djeanne Firmino

INSTITUTO DJEANNE FIRMINO DE ARTES, CULTURA E EDUCACAO
Solicitado
R$ 625,8 mil
Aprovado
R$ 625,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçRegistrPromoç d Acervo BibliogrArquivísti
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa manter em funcionamento a Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino, atendendo o público com empréstimos de livros e programação cultural para incentivar a leitura e disseminar a literatura nas periferias de São Paulo. Durante 12 meses, a biblioteca estará aberta de segunda a sexta-feira, atendendo 650 leitores cadastrados. Além disso, serão realizadas diversas atividades culturais no território, como mediação de leitura, Cine-Debates, Ler e brincar, e Saraus visando um público de 740 pessoas no total, e haverá um Ciclo Formativo para capacitar 40 mediadores de leitura, com foco em criticidade e cidadania.

Sinopse

Ciclo Formativo em Mediação de Leitura É uma capacitação em mediação de leitura com carga horária de 30 horas. Essa formação será oferecida para 20 professores, educadores e interessados em geral, com conteúdo programático de mediação de leitura com livros, com objetos e contação de histórias, com foco nos temas de literatura de autorias negras, indígenas, lgbtqia+ e marginais. As inscrições serão abertas e gratuitas. As formações acontecerão em escolas e espaços parceiros. E será oferecido para cada espaço um kit de mediação de leitura. Serão oferecidos 2 ciclos formativos neste projeto. Totalizando 40 pessoas atendidas e carga horária total de 60 horas. Atividades de Mediação de Leitura As atividades de mediação de leitura serão distribuídas durante o ano, e com diferentes temas. Ao todo serão 33 atividades: 4 Cine-Pipoca/Cine-Debate, 10 Ler e brincar, 10 Ciranda de Mulheres, 4 Sarau da Peraltagem , 4 Praia literária e 1 Programação de férias escolares de inverno na Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino. Nessas atividades teremos 5 artistas/ grupos de artistas convidados para apresentar. Visando o público de mais de 700 pessoas.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Manter aberta e em funcionamento a Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino, atendendo o público em geral e realizando empréstimos de livros, com programação cultural dentro da biblioteca e no terrritório, em ações de incentivo à leitura e disseminação da literatura em espaços públicos e instituições de cultura e ensino do território. E realizar Ciclo formativo para mediadores de leitura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Manutenção e funcionamento da Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino 1.1 12 meses de abertura diária de segunda à sexta das 13h às 18h horas, para atendimento ao público e empréstimo de livros e programação cultural 1.2 Atender 650 leitores cadastrados no sistema da Biblioteca 2. Ações de incentivo à leitura e disseminação da literatura na em espaços públicos, bibliotecas e instituições de cultura e ensino do território e da cidade de São Paulo 2.1 Realizar 4 Cine-Pipoca/Cine-Debate 2.2 Realizar 10 Ler e brincar 2.3 Realizar 10 Ciranda de Mulheres 2.4 Realizar 4 Sarau da Peraltagem 2.5 Realizar 4 Praia literária 2.6 Realizar 1 Programação de férias escolares de inverno na Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino 3. Ciclo Formativo Mediação de Leitura 3.1 Promover 2 Ciclo de Formação e qualificação de 30 horas para profissionais da educação e interessados na área do livro, literatura, biblioteca e mediação de leitura. Dessa forma, atendendo a 40 mediadores de leitura literária capazes de criar múltiplas possibilidades de incentivo à leitura e a literatura tendo foco na criticidade, cidadania e liberdade leitora.

Justificativa

Acreditamos na leitura como um direito humano sem o qual não há cidadania plena em uma sociedade letrada, e defendemos que a leitura literária fortalece os direitos humanos e a cultura de paz, uma vez que afeta nossa formação subjetiva, dadas às possibilidades de transformação do universo interior, da consciência crítica, bem como da nossa leitura de mundo. No entanto, na nossa realidade, o acesso ao livro e à leitura ainda é dificultado por questões econômicas, de localização e de infraestrutura: os livros são caros, as bibliotecas distantes e muitas vezes, com ações limitadas, somado ao distanciamento que muitas pessoas sentem da cultura escrita. Desde 2009 realizamos atividades gratuitas de incentivo à leitura no território do Campo Limpo/Rebouças/Olinda. Diversas ruas, praças, vielas, escolas públicas, grupos de EJA, CCA’s, espaços culturais, feiras literárias receberam nossas ações literárias e formativas, o que resultou no reconhecimento da biblioteca no território. O Instituto Djeanne Firmino foi criado em 2019 com o desdobramento de uma história de 10 anos de atuação de um grupo de mulheres periféricas frequentadoras de saraus e movidas pelo desejo de combater desigualdades de gênero, raça e classe usando uma arma simbólica: a literatura (especialmente de autoria de grupos marginalizados)! Tendo consciência que é preciso construir outros imaginários, mais plurais, decoloniais, antirracistas, livres - e a literatura pode se aliar às nossas lutas. O nome do Instituto faz menção a uma das integrantes do grupo: Djeanne Firmino - uma jovem negra, periférica e estudante de biblioteconomia da USP, que infelizmente no ano de 2014 fez sua passagem (acesse https://acesse.dev/djeanne e conheça a história). Nos últimos anos de atuação, os números de cadastros de leitores passaram de 411. Consideramos estes dados muito significativos, pois, o Brasil ainda caminha lentamente para se tornar uma nação leitora, é um país cercado de desigualdades sociais que tem livros custando em média 40 reais, o que dificulta o caminho entre os livros e as pessoas periféricas. As bibliotecas das escolas próximas, quando tem bibliotecas abertas, não fazem empréstimos para os alunos conseguirem levar o livro para casa, a biblioteca pública mais próxima é a Marcos Rey, que fica a 2,1 km de distância, e é preciso de comprovantes de residência e documentos para a realização do cadastro, situação complicada para muitas famílias que moram em terrenos não autorizados pelo poder público (Favelas). O espaço escolar e de contraturno, assim, como professores e educadores sociais possuem um papel fundamental para o estímulo e o interesse pela leitura, pois são nesses espaços que crianças e os jovens passam a maior parte de seu tempo, no entanto, nestes 15 anos de experiências no desenvolvimento de projetos na área do livro, leitura e literatura em conjunto com esses equipamentos educacionais, observamos que apesar do interesse e o desejo de formar leitores e ações literárias, a falta de bibliotecas ou espaços de leitura e de profissionais afetam significativamente a formação de leitores. De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil de 2019, realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, mostrou que o Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019, e que a porcentagem de leitores caiu de 56% para 52%. A pesquisa também revelou que os leitores não estudantes representam 61,2 milhões de pessoas. No Brasil a média de leitura entre os leitores é de 1,3 livro por ano. Para transformar essa dura realidade para uma nação de leitores é necessário inúmeros esforços coletivos como políticas públicas do livro, leitura e bibliotecas; educação de qualidade e o acesso ao livro. Sendo assim, para se somar a essa luta o objetivo de nosso projeto é capacitar e formar professores, educadores sociais e interessados em mediadores de leitura literária através de ciclo formativo para que possam criar possibilidades de incentivo à leitura e a literatura tendo foco a criticidade, a cidadania e a liberdade leitora. Dessa forma, o presente projeto contribui com o atendimento do inciso I do artigo 1º da lei 8313/91 - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e também no artigo 3º inciso I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.

Especificação técnica

ACERVO LITERATURA (aquisição de 250 Livros e jogos para o Acervo da Biblioteca Comunitária e para as formações) Sobre a Curadoria: Para ampliar o acesso à literatura, serão adquiridos livros com base na bibliodiversidade. Iremos realizar a curadoria garantindo literaturas de autorias negras, indígenas, lgbtqia+ e periféricas, com ênfase nas editoras regionais e independentes. A seleção do acervo também contará com obras finalistas e premiados de três premiações que são referências: Prêmio Jabuti, Prêmio São Paulo de Literatura e Oceanos – prêmio de literatura em língua portuguesa.

Acessibilidade

Atividades de Mediação de Leitura Física: Sempre que as atividades forem no território serão selecionados espaços com acesibilidade e a equipe estará orientada e preparada para oferecer o suporte necessário; Visual: A biblioteca conta com acervo em braile e audiolivros para uso nas atividades; Auditiva:Terá intérpretes de libras para as atividades que acontecerão no território; Intelectual: Será oferecida mediações de leitura bimestralmente para o público TEA; Ciclos Formativos Física: As formações acontecerão em espaços públicos, que ofereçam acessibilidade física nos termos da legislação aplicada; Visual: Essa formação será realizada em sua maior parte de forma oral, não sendo necessário nenhuma ação específica para garantir a acessibilidade; Auditiva:Terá intérpretes de libras para os ciclos formativos, sempre que houver necessidade; Intelectual: Será incluída 1 dia de formação em mediação de leitura para público TEA.

Democratização do acesso

O presente projeto oferecerá todas as suas atividades de forma gratuita, atendendo assim às exigências de inclusão previstas no parágrafo I, do Art. 30 da IN 11/2024/MinC, conforme citação explícita a seguir: "Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento)."

Ficha técnica

Cristiane de Lima - Formadora e responsável legal pela execução do projeto. Cris Lima é psicóloga e educadora popular. É co-fundadora e conselheira na Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino. Já foi conselheira e secretária executiva da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias e da Rede Literasampa. Também atua como formadora em temáticas ligadas à infâncias, brincadeiras, literatura e natureza. Coordenação do Projeto - Alessandra Licenciada em Geografia pela Unesp, é artista e atua na Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino desde 2015, atualmente ocupando a função de Coordenação Geral. Iniciou sua experiência com projetos sociais na escrita e execução de propostas em 2009, com uma breve passagem por Londrina/PR. Produção - Michele Andrade É estudante de fisioterapia, poetiza, produtora cultural e mediadora de leitura, atuando desde 2014. Durante esses 10 anos de promoção à cultura, a arte e a literatura, realizei atividades com o Grupo Clariô de Teatro, Grupo Clarianas, Mostra de Teatro do Gueto, Sarau do Binho, I Love Laje, FELIZS (Feira Literária da Zona Sul), FLIPELÔ (Feira Literária Internacional do Pelourinho - SSA/BA) e a 6 anos trabalhando no acesso e democratização do Livro na Biblioteca Comunitária Djeanne Firmino na periferia de São Paulo. Coordenação Pedagógica - Bianca Pereira É formada em psicologia, estudou infância, educação e desenvolvimento social, promove formações na área do livro e leitura e literatura desde 2015, atuou como formadora em projetos para organizações sociais como Plan Internacional e ChildFund Brasil. Participou como formadora no projeto Tesouro Literário para os professores do município de São Caetano do Sul e para voluntários do Itaú Social. Desenvolve e executa projetos de fomento à leitura e à literatura há mais de 10 anos. Gestão de Espaço - Edvânia DuarteFormada em Pedagogia! Atuante na biblioteca como mediadora de leitura e articuladora cultural. Acredita na literatura como despertar de novos sonhos e caminhos. Gestão Financeira - Angie Mendonça Graduada em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008). Mestre em Teatro de Animação pela Universidade Federal de Uberlândia (2015). Têm curso avançado em Excel e Google Planilhas pela HashTag Treinamentos, formação em MROSC pelo INEP e está finalizando o curso de Gestão Financeira sob a ótica da Pedagogia Waldorf. Atuou como vice-presidente do Grupo Faz de Conta por 08 anos, como gestora financeira e produtora cultural do primeiro Museu de Bonecos do Triângulo Mineiro por 05 anos, como coordenadora do Instituto Terra e Mar Paraty por 05 anos. Atua há 04 anos como gestora financeira da Rede LiteraSampa. Desde 2022 atua como gestora financeira do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário Queiroz Filho e do Instituto Djeanne Firmino.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.