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PRONAC 249012Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Pintura em si

CISMA PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS, EVENTOS E TEATRO LTDA
Solicitado
R$ 1,20 mi
Aprovado
R$ 1,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Exposição individual da renomada artista visual brasileira Márcia Falcão, que emerge no cenário artístico, lançando um olhar sobre a interseção entre o corpo feminino e a expressão pictórica. Nascida, criada e inspirada pelo subúrbio carioca, suas obras trazem os matizes da vida urbana, permeada por tons de marrons, vermelhos e nuances da pele. Com gestos marcados e uma paleta sensorialmente carregada, Falcão confronta a violência sistêmica, que direciona-se às mulheres, em especial as negras e periféricas, no Brasil. Este projeto, com curadoria de Ana Roman, engloba uma exposição de três meses e a produção de um catálogo com textos e materiais complementares.

Sinopse

CATÁLOGO O catálogo terá cerca de 100 páginas e contará com textos críticos e imagens das obras de Márcia Falcão, dando um panorama sobre a exposição e carreira da artista. OBRAS DA EXPOSIÇÃO As obras da exposição serão definidas em período de pré-produção do projeto, pela curadoria. A exposição também prevê o desenvolvimento de quatro obras inédias, sendo: "Suportadoras" parte da problemática do processo do fazer, onde, ao esfregar tinta na tela com força, algumas vezes a madeira do chassi marca. Nessa série, surge o desejo de incorporar esse erro ao resultado final da pintura, trazendo diálogo entre este potencial problema plástico que revelaria o suporte concreto da tela e a persona representada no espaço pictórico, se revelando suporte social, cultural, familiar e político. O erro se transforma num agente revelador desse corpo não mais invisível, mas talvez ainda mal interpretado. "Suportadoras" nasce, sobretudo, da vontade de pontuar que figuras que atuam em espaços estruturais são, talvez por isso, alvo de apagamentos até certo ponto irônicos, pois, sem sua presença ali, tal realidade possivelmente nem existiria. Mas, como esse agente está lá desde o início, sua presença sequer é notada. Apenas o suporte que ele propicia é percebido. Outra série, "Insuportáveis", propõe a possibilidade da camada pictórica ser autônoma, sem a necessidade de suporte, seja rígido ou flexível. A tinta ganha autonomia e é capaz de suportar a pintura. Feita em tinta acrílica, esta série trata da liberdade dos corpos ao propor que o espaço da pintura não depende de nenhum outro elemento além da tinta. "Roleta Russa" é uma pintura instalativa onde, a partir da manipulação de luz, som e tempo, é proposta uma leitura diferente para as cinco telas de 1,8x2,0m, com pinturas que representam cenas de baladas populares do Brasil, frequentadas por pessoas periféricas como momento de fruição. A princípio, Baile funk, Samba de roda, Baile charme, Forró e bar de música ao vivo. A proposta é expor as cinco pinturas em um espaço hexagonal, deixando uma parede livre. O espaço terá iluminação de tal forma que tudo fique absolutamente escuro e apenas uma parede seja mostrada por vez. Quando a pintura estiver sendo mostrada, um som referente àquela pintura será colocado junto. Quando mostrar a parede vazia, o som de tiro será ouvido. Ainda se está pensando se será tiro, silêncio, gatilho, uma confluência. O som das baladas será de música experimental e algo que dialogue com o som dos tiros, talvez pelo ritmo ou frequência. O tempo também será manipulado de tal maneira que o observador seja interrompido. A intenção é que a violência se dê pela pausa seca. "Vênus Brilhante" é um site specific de esculturas em sabão em pedra e tanque de lavar roupa. Uma procissão de esculturas em sabão em pedra em forma de corpos inspirados pela Vênus de Willendorf é arranjada voltada para a cuba de um tanque de lavar roupa, colocado na parede em posição invertida como se fosse um altar. O trabalho propõe um olhar entre pares, partindo de materiais que evocam memória utilitária de corpos e fazeres ordinários.

Objetivos

O projeto tem como objetivo realizar uma exposição individual da artista Márcia Falcão, com curadoria de Ana Roman e duração de três meses. Com cerca de 30 pinturas e quatro instalações em grande formato inéditas, a exposição irá tecer uma teia de interconexões que reforçam a mensagem central da artista: a importância de reconhecer e celebrar os corpos e vidas que, apesar de frequentemente ignorados, são indispensáveis à nossa realidade. Desde seus primeiros trabalhos, Falcão tem sido uma voz incisiva na luta contra a violência e o machismo, temas que continuam a ressoar em suas criações mais recentes. À medida que sua jornada artística avança, ela aprofunda sua exploração da linguagem pictórica, navegando entre a figuração e a abstração, sem nunca perder de vista o compromisso com a denúncia e a transformação social. Em um momento em que a arte se torna cada vez mais um veículo para questões sociais, Falcão destaca-se ao colocar a própria pintura no centro do debate. Sua abordagem ousada e visceral não apenas confronta as normas estabelecidas, mas também desafia as expectativas do espectador, convidando-nos a repensar nossa relação com a arte e com o mundo que ela representa. Um livro-catálogo sobre a exposição e a obra de Márcia Falcão também será desenvolvido, com o objetivo de registrar o projeto desenvolvido e disponibilizar textos críticos sobre a obra da artista e sobre o processo de desenvolvimento de suas obras, tornando-o um documento importante e relevante, que será distribuído para bibliotecas, instituições nacionais e público em geral. Para além disso, o projeto objetiva: - contribuir para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivos específicos 1) Realizar uma exposição de artes visuais com duração de três meses na cidade de São Paulo. Previsão de 15.000 visitantes. 2) Desenvolvimento de um catálogo‐livro com o conteúdo da exposição e textos e fotografias adicionais. O livro terá tiragem de 500 (quinhentos) exemplares.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parcerias na iniciativa privada. Dessa forma, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que oferece gratuitamente uma exposição de artes e um catálogo. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, através da seleção de artistas e profissionais culturais brasileiros para comporem a equipe do projeto. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, uma vez que trata-se de um projeto de cunho artístico e cultural, onde a artista terá a possibilidade de criar uma obra nova, expor suas obras e falar sobre elas no contexto das exposição e catálogo. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, através de uma mostra que além de exibir obras de uma artista nacional irá valorizar o patrimônio histórico material brasileiro, além de fomentar um registro das atividades em um catálogo. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, uma vez que o projeto porpõe uma mostra interativa e imersiva, onde o público será convidado a interagir com as obras. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, uma vez que se trata de uma mostra de arte com uma artista nacional reconhecida. IX - priorizar o produto cultural originário do País, uma vez que a artista e equipe do projeto são brasileiros. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de exposição de artes e catálogo. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para a exposição. O projeto se justifica ainda, por realizar uma exposição de artes visuais que foca nos seguintes aspectos: - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que busca popularizar a cultura e retirá-la dos circuitos fechados de públicos; - Permitir o contato próximo entre público e obras; - Auxiliar na formação de plateia e público em geral. - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Considerando as características apresentadas para a realização desta exposição de artes, é possível verificar a imensa capacidade que esta possui para a difusão da arte brasileira no local de sua realização, mais do que isso a exposição vislumbra uma aproximação da arte com o público.

Especificação técnica

CATÁLOGO O catálogo terá cerca de 100 páginas, porém os aspéctos mais técnicos, como papel, tipo de capa e design, serão desenvolvidos em etapa de pré-produção.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 27 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, nos termos dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, as seguintes ações serão adotadas para acessibilidade: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o local de realização terá estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Audioguia com roteiro de visitação à exposição, voltado para todos os públicos, em especial aos deficientes visuais. - Acessibilidade de algumas das instalações e conteúdos através de audiodescrição. - Desenvolvimento e produção de objeto(s) tátil(eis) para promover o acesso às pessoas com deficiência visual, a ser(em) utilizado(s) em grupos de atendimentos exclusivos à públicos com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - Acessibilidade de algumas das obras e textos através de interpretação em língua dos sinais gravadas em vídeo e disponibilizadas via QR Code. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores e equipe treinados para auxiliar esse público.

Democratização do acesso

Em atendimento aos Artigos 29, 30 e 31 da Instrução Normativa nº 11 de 30/01/2024, todos os ingressos da exposição serão para distribuição gratuita. Em complemento, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme estipulado no Art. 30. : IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Com relação ao catálogo da exposição, o mesmo também terá distribuição gratuita, sendo: I - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - 10% (dez por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - 70% (setenta por cento) dos catálogos serão para distribuição gratuita para o público em geral.

Ficha técnica

Beto Amaral (proponente) - coordenação do projeto Beto Amaral produziu, entre outros projetos, Insolação (Felipe Hirsch e Daniela Thomas, 2009) que teve sua estreia mundial no Festival de Veneza 2009. Foi corroteirista e produziu Vazante (Daniela Thomas, 2018), que abriu a Mostra Panorama do Festival de Berlin 2017. Colaborou no roteiro e produziu o filme O Banquete (Daniela Thomas, 2018). Produziu o DOC Partida (Caco Ciocler, 2020) que teve sua estreia internacional no Festival de Málaga onde recebeu prêmio de Melhor Documentário. Dirigiu o longa documentário Para onde voam as feiticeiras junto com Eliane Caffé e Carla Caffé, produzido pela Aurora Filmes. Selecionado no Rencontres Cinelatino Toulouse, estreou em circuito comercial em agosto de 2023. Beto dirigiu junto com Sandra Corveloni e Daniela Thomas o documentário Diamantes, ainda em planejamento para distribuição comercial, que será realizada no Brasil pela Descoloniza Filmes. ARTISTA Márcia Falcão Rio de Janeiro, Brasil, 1985 Pintando com gestos marcados e tinta espessa, Márcia Falcão articula relações entre o corpo feminino e a matéria pictórica. A artista se vale de motivos do subúrbio carioca, onde nasceu, vive e trabalha. A paleta pautada por marrons, vermelhos e outros tons de pele, busca uma representação carnuda do corpo. A agressividade das telas de Márcia Falcão incide principalmente sobre as figuras femininas que as povoam. Aqui, a carne é perfurada, talhada, lacerada e queimada numa reencenação da violência sistemática que ameaça a vida de mulheres, principalmente negras e periféricas, no Brasil. Em outras telas, por outro lado, há cenas igualmente viscerais de êxtase, instaurando a polaridade extenuante entre gozo e dor. A excitação sensorial da pintura de Falcão deriva da urgência de seus assuntos tanto quanto da vivência da artista na periferia do Rio de Janeiro. Suas exposições individuais incluem Monuments of Flesh, Night Gallery, Los Angeles, Estados Unidos (2024); Pai Contra Mãe, Instituto Inclusartiz, Rio de Janeiro, Brasil (2023); Márcia Falcão, Fortes D’Aloia & Gabriel, São Paulo, Brasil (2022); Márcia Falcão, Carpintaria, Rio de Janeiro, Brasil (2021) e Para Além do corpo: nudez semântica, Galeria Aymoré, Rio de Janeiro, Brasil (2020). Dentre suas exposições coletivas destacam-se Corpo-casa : Diálogos entre Carolee Schneeman, Diego Bianchi e Márcia Falcão, Pivô, São Paulo, Brasil (2024); The Big Picture, Night Gallery, Los Angeles, USA (2023); Funk! Um grito de ousadia e liberdade, MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2023); A Parábola do Progresso, SESC Pompeia, São Paulo, Brasil (2022); MAR + Enciclopédia Negra, MAR — Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2022); Crônicas Cariocas, MAR – Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Engraved into the Body, Tanya Bonakdar Gallery, New York, USA (2021) e Ainda fazemos as coisas em grupo, Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro, Brasil (2020). CURADORA Ana Roman vive e trabalha em São Paulo, SP. É mestre em Geografia pela FFLCH-USP, Pós-Graduação em Estudos Brasileiros pela FESP/SP e é doutoranda da FAU-USP. Foi curadora, curadora assistente e pesquisadora em diversas mostras realizadas em instituições culturais do país, entre elas Rever_augusto de campos (2016), ‘Entre Construção e Apropriação: Antonio Dias, Geraldo de Barros e Rubens Gerchman nos anos 1960’ (2018), ’Black Stream’, de Alice Shintani (2019), Ensaios para o Museu das Origens (2023), entre outros. Foi curadora assistente da 34a Bienal de Arte de São Paulo (2021), membro do Comitê de Indicação do Prêmio PIPA 2022 e 2024 e curadora do Pivô entre 2022 e 2023. Atualmente é coordenadora de conteúdo do grupo de pesquisa Academia de Curadoria, contribui regularmente para a plataforma Piscina. É superintendente artística do Instituto Tomie Ohtake. Julia Borges Araña - direção geral Julia Borges Araña é curadora, pesquisadora e produtora especializada em projetos de arte contemporânea, novas mídias e cultura pós-internet. É diretora da produtora cultural Phi Projetos e do Instituto URBE. Organizou e produziu diversos projetos culturais de amplitude internacional, com destaque para as exposições: Smart Lights - Luzes Inteligentes (Farol Santander São Paulo, 2024 e Porto Alegre, 2023), Movimentos Convexos (CCBB São Paulo, 2023), Banksy (Shopping Village Mall e Shopping Eldorado, 2023), Frida Kahlo (Shopping Eldorado, 2023), Tina Turner (Museu da Imagem e do Som, 2023), Joan Jonas – Cinco Décadas (Pinacoteca, 2020), Björk Digital (CCBB Brasília, CCBB RJ, CCBB Belo Horizonte, 2019/ 2020), Chantal Akerman - Tempo Expandido (Oi Futuro/ 2018-2019), URBE – Mostra de Arte Pública (2016 e 2018), Perfume de Sonho, exposição individual de Sebastião Salgado (Instituto Tomie Ohtake/ 2016), Eija‐Liisa Ahtila ‐ Sobre assuntos desconhecidos, natureza dos milagres e possibilidades da percepção, exposição com curadoria de Catherine de Zegher (Oi Futuro Flamengo/ 2015), Memórias da Obsolecência – com obras de videoarte da coleção de Ella Fontanals Cisneros (Paço das Artes/ 2014), Retumbante Natureza Humanizada, com fotografias de Luiz Braga e curadoria de Diógenes Moura (Sesc Pinheiros – 2014), Rumos Legado, curadoria de Aracy Amaral, Paulo Myiada e Regina Silveira (Itaú Cultural – 2014), Expoprojeção 1973‐2013, curadoria de Aracy Amaral e Roberto Cruz (Sesc Pinheiros ‐ 2013), Bom Retiro e Luz – Um Roteiro, curadoria de Diógenes Moura e Benjamin Seroussi (Sesc Bom Retiro, Pinacoteca e Parque da Luz – 2013), Stanley Kubrick, em parceria com o Deutsches Filmmuseum (MIS ‐ 2013), STILL EM MOVIMENTO: Lição de pintura, curadoria de Berta Sichel (Paço das Artes – 2013), Piotr Kunce (MIS ‐ 2012), Game On, em parceria com o Barbican Center, de Londres (MIS ‐ 2012), VALIE EXPORT: CORPO = LINGUAGEM, curadoria de Berta Sichel (Centro de Arte Contemporânea e Fotografia ‐ 2011), Cinema Sim – Narrativas e Projeções (Itaú Cultural ‐ 2008), Ocupação Rogério Sganzerla (Itaú Cultural – 2010). De 2013 a 2019 foi responsável na América Latina pela The Wrong Digital Art Biennale. De 2004 a 2012 trabalhou na equipe de produção e curadoria do Itaú Cultural e do Museu da Imagem e do Som‐SP. Possui MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão, pela Fundação Getúlio Vargas e é graduada em Comunicação Social - Cinema pela FAAP. Bernardo Bath - coordenação de produção Trabalha em produção de audiovisual desde 2008. Atuou na equipe de produção em diversos projetos entre eles; “A Festa da Menina da Morta” estreou na mostra Un Certain Regard, "Feliz Natal", "Billi Pig", "Amazônia" e “O Palhaço”, “Elena”; “Onde Quer Que Você Esteja” e “Coração das Trevas”. Com a Cisma Produções, produziu em 2018 o curta metragem “De Volta” dirigido por Daniela Thomas e o lançamento do longa metragem “O Banquete”. Em 2019 produziu PARTIDA dirigido por Caco Ciocler, premiado em 2020 como melhor documentário no Festival de Málaga e melhor filme no festival PORTO / POST / DOC. Em 2021 produziu o curta e série documentário "Origens do ECA" dirigidos por Marco Maida e Edson Cabral. Em 2022 e 2023 produziu o documentário "Diamantes" dirigido por Sandra Corveloni, Daniela Thomas e Beto Amaral, com lançamento previsto para 2024. Em 2023 produziu junto com a Descoloniza Filmes, o lançamento do documentário "Para onde voam feiticeiras" dirigido por Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.