Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização da 4ª edição do Festival de Artes para a primeria infância.
O festival “Um Novo Olhar” é um evento permanente realizado bienalmente. Concebido pelo núcleo Catarsis, este festival se propõe a oferecer uma programação diversificada, abrangendo as mais variadas linguagens artísticas, com foco especial na primeira infância e, considerando a especificidade do público ao qual pretende atender, busca envolver e acolher de maneira ampla a rede de pessoas que o cerca. Além das apresentações artísticas, o festival prevê uma série de atividades formativas. Para os educadores, há vivências estendidas e descentralizadas nas escolas onde atuam, onde quatro instituições de ensino serão contempladas. As vivências contarão com três encontros no período que antecede o início do festival, visando preparar os educadores para as experiências artísticas e fortalecer a conexão entre arte e educação. Para artistas, pesquisadores e público em geral, promoveremos debates após os espetáculos, mediados pelo crítico teatral Dib Carneiro Neto. O objetivo dos debates é compartilhar experiências e processos criativos, tanto do ponto de vista artístico como dos modos de produção, contribuindo para ampliação das redes de realizadores do segmento, promovendo a troca de saberes e a possibilidade de vivenciar a cultura de diferentes territórios. Para alcançar um público mais abrangente, espalharemos as apresentações do evento por quatro diferentes espaços na cidade de Jundiaí, garantindo acesso facilitado a diferentes comunidades. Montaremos a Varanda Criativa na Região Central, integrada ao principal local de apresentações do evento. Na Varanda, disponibilizaremos 10 vagas rotativas para profissionais criativos locais divulgarem e venderem seus produtos. Antes da participação, os produtos serão analisados para garantir que sejam produzidos por artistas locais e atendam ao público-alvo, considerando a natureza cultural do evento. Nosso compromisso com o conforto, autonomia e interatividade das crianças é contínuo. Por isso, manteremos o Cantinho do Aconchego, um espaço tranquilo e acolhedor reservado para os pequenos, equipado com recursos para aquecer mamadeiras e alimentos. Além disso, teremos o Jardim da Escuta, um mini ateliê de artes naturalizado, onde as crianças poderão explorar livremente uma variedade de materiais artísticos, como tintas, argila, tecidos, folhas e gravetos, promovendo assim seu processo criativo e participação ativa. Orientaremos os cuidadores a atuarem como facilitadores enquanto as crianças interagem entre si. No mesmo ambiente, ofereceremos o espaço De Olho no Livro, com uma seleção diversificada de exemplares para as crianças folhearem, verem, lerem e ouvirem histórias, com a possibilidade de receber autores com suas obras. Além disso, a programação incluirá o De Olho no Artista, com a presença de 10 contadores de histórias contratados em dias e horários específicos. O festival contará ainda com ações que promovem fortalecimento da economia criativa, acessibilidade, apoio a campanhas ambientais, capacitação de técnicos, mobilização de redes de profissionais e sustentabilidade, detalhadas nos campos específicos.
- Oferecer 22 apresentações artísticas de 10 grupos diferentes. - Oferecer vivências descentralizadas para educadores em quatro instituições de ensino, onde cada vivência contará com três encontros antes do festival para fortalecer a conexão entre arte e educação. - Garantir diversidade na programação incluindo espetáculos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. - Garantir representatividade na programação incluindo ao menos um espetáculo que aborde a cultura negra. - Promover debates pós-espetáculos mediados pelo crítico teatral Dib Carneiro Neto, partilhando experiências e processos criativos entre artistas, pesquisadores e público e promovendo a troca de saberes e a ampliação das redes de realizadores. - Discutir temas relacionados à primeira infância, às artes, acessibilidade em eventos artísticos e a importância das linguagens artísticas no desenvolvimento infantil através de rodas de conversa com profissionais renomados, privilegiando a contratação de pessoas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e garantindo a participação de pelo menos uma pessoa negra. - Facilitar o acesso de diversas comunidades com a realização do festival em quatro diferentes espaços na cidade de Jundiaí - SP. - Promover cinco oficinas "Rodinha Zero", sendo uma por bairro e duas no Centro, que terão como objetivo sensibilizar e conscientizar os participantes sobre como mudar nossos hábitos de locomoção. - Fomentar a atuação de profissionais criativos, disponibilizando 10 vagas rotativas para artistas locais divulgarem e venderem seus produtos, fortalecendo a Economia Criativa. - Oferecer um espaço acolhedor para bebês e cuidadores, com recursos para aquecer mamadeiras e alimentos. - Criar um mini ateliê naturalizado onde as crianças possam explorar materiais artísticos livremente, promovendo a criatividade e participação ativa. - Disponibilizar livros para as crianças. - Contratar 10 contadores de histórias para apresentações em dias e horários específicos. - Democratizar o acesso oferecendo todas as atividades de forma gratuita. - Apoiar campanhas ambientais e promover a sustentabilidade. - Capacitar profissionais da cultura e mobilizar redes de profissionais.
Acreditamos firmemente que a essência e relevância de um festival é o encontro. Este evento é uma oportunidade de comparação e questionamento, onde diferentes opiniões e pontos de vista são compartilhados. O prazer de criar novas relações e ouvir comentários é parte integrante do processo de incentivo e fomento à formação artística e cultural da sociedade. A necessidade de revisitar continuamente as respostas estabelecidas sobre o "fazer artístico" é crucial para o crescimento e aperfeiçoamento contínuos. "Um Novo Olhar..." não é uma exceção a isso; pelo contrário, ele integra a pesquisa do núcleo Catarsis sobre a importância da observação, escuta e protagonismo do público alvo. No festival, sempre há um(a) adulto(a) que acompanha as crianças na experiência artística, seja pai, mãe, educador(a), cuidador(a) ou artista. Esta presença adulta é vital para acolher as emoções e descobertas que cada experiência proporciona, além de funcionar como uma oportunidade para fortalecimento de vínculo. A frase "Uma casa não se constroi pelo teto, as crianças precisam de teatro!", reflete precisamente essa crença: a formação integral da criança começa pelos anos iniciais, onde a arte desempenha um fator crucial no desenvolvimento emocional e cognitivo. Outro grande sentido do festival é promover o encontro entre artistas e educadores(as). A arte, quando integrada ao processo educativo, torna o aprendizado mais criativo, afetuoso e repleto de vivências significativas. O festival "Um Novo Olhar..." aspira mostrar que a arte e a educação não devem caminhar separadas. Ao unir esses campos, queremos libertar educadores e artistas de convicções restritivas e demonstrar que a simbiose entre arte e educação é essencial para uma formação holística. O festival "Um Novo Olhar..." não é apenas um acontecimento artístico; é uma plataforma de troca e crescimento para crianças, adultos, artistas e educadores (as). Para viabilizar um evento desta magnitude e excelência, é imprescindível o uso de incentivos fiscais para consecução dos resultados.
- Ações de sustentabilidade - Incentivaremos o público a chegar aos espaços do festival sem usar veículos motorizados. Premiaremos aqueles que chegarem ao evento a pé, de bicicleta, skate, patinete, etc., com ecobags e bottons exclusivos, produzidos por artistas locais. - Contratação de quatro profissionais renomados - Será priorizada a contratação de profissionais de diferentes regiões brasileiras. Edições anteriores O festival "Um Novo Olhar " teve sua 1ª edição em 2016, com seis dias de programação gratuita financiada pelo prêmio PROAC Editais 2016-SP. O projeto surgiu após a experiência dos integrantes do Catarsis no Festival Visioni di Futuro, Visioni di Teatro em Bolonha, na Itália, que mudou a percepção da equipe em relação aos festivais de teatro para crianças. Na 2ª edição, em outubro de 2020, o evento cresceu em proporção e diversidade, com apresentações de teatro, dança, música, debates, filmes, instalações interativas, cantinho do aconchego e oficinas. Todo recurso e estrutura para realização ficaram a cargo do SESC Jundiaí. O festival teve duração de dez dias com atividades pagas e gratuitas. A equipe do núcleo Catarsis auxiliou e acompanhou o processo de planejamento e execução, desde a curadoria feita em conjunto até a finalização do evento. A 3ª edição ocorreu em novembro de 2021, com seis dias de programação gratuita, financiada pelo edital PROAC Expresso LAB e sediada no CAT SESI Jundiaí. A curadoria dos trabalhos artísticos foi feita pelo crítico Dib Carneiro Neto, resultando no convite a cinco grupos artísticos diferentes, além de um espetáculo autoral do núcleo Catarsis. A designer Giovana Del Masso criou a identidade visual, que foi muito bem recebida pelo público alvo. Surgiram ideias como os títulos para as rodas de conversa - "Ponto de Vista", o "De Olho no Artista", com artistas interagindo com o público, e o "De Olho no Livro", que contou com a presença de autoras de livros infantis autografando suas obras e compartilhando experiências. As crianças desfrutaram de espaços especialmente preparados para elas, como o Jardim da Escuta e o Cantinho do Aconchego. Em virtude das restrições da pandemia a quantidade de ingressos para acesso às atividades foi reduzida. As três edições do festival contaram com orçamentos distintos, o que dificulta uma comparação direta. No entanto, a proposta que estamos apresentando à Petrobrás é semelhante em escala à 2ª edição. A diferença principal é a exclusão da atração internacional e a inclusão de atividades em quatro diferentes bairros em Jundiaí. Além disso, garantimos a participação de grupos artísticos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, juntamente com mais iniciativas de acessibilidade. Não realizamos uma contabilização específica da mídia espontânea das edições anteriores, pois não era nosso objetivo inicial e não contratamos uma empresa especializada para medir o impacto antes e depois dos eventos. No entanto, podemos observar um crescimento, especialmente em termos de alcance, com base nos conteúdos veiculados pela imprensa. 1ª Edição: 12 sessões, com 2.605 pessoas; 7 atividades formativas, com 46 participantes; 2ª Edição: 18 sessões, com 4.326 pessoas; 15 atividades formativas, com 380 participantes; 3ª Edição: 12 sessões realizadas, com 899 pessoas; 2 atividades formativas híbridas, com 24 participantes presenciais e 120 online.
O projeto prevê 22 apresentações artísticas, 10 contações de história, vivências para educadores, 10 debates, 4 Rodas de Conversa para artistas, pesquisadores, educadores e público geral, 5 episódios de podcast e 5 oficinas Rodinha Zero. Apresentações artísticas Espetáculos selecionados para compor a programação do Festival. Contação de histórias Serão contratados 10 contadores de histórias para compor a recepção do público. Estes profissionais serão prioritariamente artistas regionais. Vivência Formativa A oficina será ministrada pelo artista Marcelo Peroni, que acompanhará os participantes do início ao fim. Serão realizados três encontros com temas diferentes, sendo um encontro a cada mês, com atividades práticas e discussões, explorando como a arte pode ser uma fonte de inspiração e renovação para cada indivíduo, influenciando positivamente sua vida. Temas: Arte para Primeira Infância, Importância da Arte para a Primeira Infância e Sentindo a Arte em Mim. Conteúdo: Abordaremos a expressão artística e criativa das crianças na faixa etária de 0 a 6 anos e defenderemos o conceito de arte que engloba a importância da estética e do desenvolvimento global da criança, a partir de estímulos que influenciam nas habilidades cognitivas, emocionais, motoras e sociais. Apresentaremos diversas formas de expressão artística a fim de ampliar o conhecimento e os recursos dos participantes, objetivando uma compreensão e apreciação mais profunda da arte e a valorização do processo criativo em detrimento do produto final. Ou seja, destacaremos a necessidade da exploração sensorial, da descoberta e da experimentação. Falaremos sobre a influência da expressão artística para que as crianças desenvolvam uma compreensão mais profunda do mundo ao seu redor e trabalharemos com jogos teatrais objetivando sensibilizar os participantes, fazendo-os experimentar situações e emoções que podem ser transformadoras. A imersão na arte através das vivências formativas será um convite para a autorreflexão, a expressão pessoal e o desenvolvimento contínuo e pode ser inspiradora porque desperta o significado pessoal da arte para cada participante, promovendo o desenvolvimento humano de maneira potente e única. Plano de Atividades: Roda de Apresentação (10’) - breve conversa sobre a oficina e breve apresentação dos presentes. Jogos Teatrais (30’) - execução de jogos teatrais que demandem concentração, percepção, sensibilidade e entrosamento. Vivência Teatral (60’) - proposta para criação de cena curta em grupo. - apresentação da cena. Roda de Reflexão (20’) - conversa sobre o que foi trabalhado e visto. Detalhamento do Conteúdo: Escuta - a permeabilidade aos acontecimentos. Como estar pronto e aberto para ver, ouvir e assimilar as propostas que surgem ao longo de uma cena e contribuir coerentemente com a história que está sendo construída. Aceitação- a receptividade às ideias dos companheiros, a importância de se dizer “sim” de corpo e alma às propostas que surgem. Capacidade propositiva - a capacidade de criação dentro da improvisação. De se fazer propostas que inspirem os companheiros e a si mesmo. A história compartilhada – a construção de uma cena coletiva. Espaço para realização: Uma sala arejada, que comporte o número máximo de participantes, sem a interferência de pessoas alheias ao trabalho. Carga Horário Total – 6 horas, divididas em 2 horas por encontro. Número de vagas – até 30 pessoas / turma. Debates Os debates serão mediados por Dib Carneiro Neto, jornalista e crítico teatral especializado em teatro para as infâncias. Serão realizadas 10 sessões com debate, que serão selecionadas pela equipe do festival juntamente com o crítico. Esta ação tem como objetivo abrir discussões entre os artistas e o público sempre priorizando o fazer teatral para crianças. Rodas de conversa Quatro profissionais renomados serão convidados para compartilhar seus conhecimentos sobre temas relacionados à primeira infância, artes, implementação de acessibilidade em eventos artísticos e a importância das linguagens artísticas no desenvolvimento da criança. Os nomes dos profissionais ainda não foram confirmados, mas garantimos que serão especialistas reconhecidos em suas respectivas áreas. Podcast Criação, gravação e veiculação no Spotify de podcast sobre o evento com episódios focados em contextualizar o assunto e Festival, além de entrevistas com os profissionais convidados para realizar as palestras híbridas. Oficina "Rodinha Zero" A campanha Rede Ruas Completas SP, da qual Jundiaí é integrante, através da realização de cinco oficinas "Rodinha Zero", sendo uma por bairro e duas no Centro, que terão como objetivo sensibilizar e conscientizar os participantes sobre como podemos mudar nossos hábitos de locomoção.
Acessibilidade física: Alguns dos locais selecionados para as atividades do evento não possuem estrutura preparada para atender as exigências de acessibilidade física. No entanto, o orçamento prevê recursos para fazermos as adaptações necessárias, garantindo espaços acessíveis às pessoas com mobilidade reduzida ou idosas, crianças pequenas autônomas caminhando sozinhas e carrinhos de bebês. Incluiremos: Rampas; espaços reservados para cadeiras de rodas e lugares designados para pessoas com deficiência visual ou auditiva; sinalização clara e intuitiva e espaços para descanso, especialmente para aqueles que precisam de pausas frequentes devido às limitações físicas. Acessibilidade comunicacional: Serão contratados intérpretes de Libras para fazer a tradução simultânea da programação artística e formativa e da abertura oficial do evento, bem como para acolher e auxiliar pessoas com deficiência auditiva. Serão contratados profissionais para acolher e auxiliar pessoas com deficiência intelectual e/ou visual. Os intérpretes de Libras serão profissionais formados; porém, não será exigida formação como audiodescritor ou outra específica aos que acolheram e auxiliarão o público. Os princípios da audiodescrição podem ser usados para fazer descrições informalmente e o cuidado com as pessoas com deficiências motoras ou intelectuais poderá ser feito por qualquer indivíduo sensível e empático, considerando que os produtos culturais apresentados possuem características que respeitam a diversidade e as limitações. Além disso, a equipe do festival passará por um treinamento sobre comunicação inclusiva e sensibilidade em lidar com diversas necessidades comunicacionais. Acessibilidade atitudinal: Promoveremos uma cultura inclusiva através de campanhas de sensibilização antes e durante o evento, destacando a realização de sessões dedicadas a crianças com TEA e a importância da inclusão de pessoas com diferentes habilidades e necessidades; incentivamos a participação ativa de crianças com deficiência nas atividades do festival, garantindo que se sintam bem-vindas e incluídas e estimularmos um feedback aberto e acolhedor sobre a experiência de acessibilidade, incentivando sugestões para melhorias futuras e demonstrando comprometimento contínuo com a inclusão. Para garantir o cumprimento destes compromissos, o orçamento inclui a contratação de um(a) consultor(a) em acessibilidade e um(a) profissional especializado(a) em Análise do Comportamento Aplicada (ABA).
-Quatro Rodas de Conversa, destinadas a educadores, pais, artistas e pessoas interessadas. As Rodas serão realizadas de forma híbrida e transmitidas simultaneamente no canal do YouTube do núcleo Catarsis e seu conteúdo ficará disponível gratuitamente para acesso por tempo indeterminado.-Cinco episódios do Podcast “Um Novo Olhar para a Primeira Infância”, criados e produzidos pela equipe do núcleo Catarsis. O conteúdo dos episódios ficará disponível gratuitamente no serviço de streaming Spotify.-Doze apresentações artísticas direcionadas para crianças atendidas por escolas públicas, com recursos reservados para pagamento de transporte.-Cinco oficinas "Rodinha Zero", sendo uma por bairro e duas no Centro.-Quatro diferentes bairros atendidos, garantindo abrangência e acesso facilitado a diferentes comunidades. -Vinte por cento das atividades ocorrerão em bairros periféricos.Todas as atividades gratuitas.
Coordenação de Produção: Aline Volpi Produção Executiva: Ana Paula Castro Produção Artística: Vladimir Camargo Aplicação das Vivências para Educadores(as): Marcelo Peroni Curadoria: Aline Volpi, Ana Paula Castro, Marcelo Peroni e Vladimir Camargo Design Gráfico: Giovana Del Masso Crítico de Teatro: Dib Carneiro Neto Realização Peroni Produções Artísticas ltda (em artes "Cataris Teatro e Arte") fará elaboração e gestão do projeto UM NOVO OLHAR - Festival de Artes para a Primeira Infância - 4ª edição. Currículos CATARSIS O núcleo Catarsis – Arte para Infância e Juventude, foi criado em 2013 com o intuito de fomentar e difundir as linguagens artísticas através da criação e produção de espetáculos cênicos, mostras, exposições e festivais que apresentem excelência e qualidade artística. Iniciou sua trajetória ocupando-se em produzir e realizar projetos de outros grupos e para todas as idades, porém, desde de 2015, após participar de uma residência artística com o grupo italiano Principio Attivo Teatro, tem se aprofundado na pesquisa e na realização de trabalhos autorais voltados para a infância e a adolescência. Atualmente possui quatro espetáculos teatrais em seu repertório: “Scaratuja” (2016) e “Brun Blaà” (2023), para bebês entre 0 e 3 anos e “É Tudo Família!” (2018) e “O Muro de Sam” (2022), ambos indicados para crianças. Em 2021 estreou sua primeira narração de histórias chamada A Menina que Queria Ser Bruxa. Idealizou e produziu as três edições do festival “Um Novo Olhar – Festival de Artes para a Primeira Infância” (2016, 2018 e 2021) e duas edições do festival “A Gente Que Fez! Festival de artes feito COM e PARA crianças” (2021 e 2022). É associado à ASSITEJ Brasil, através do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ) e integra as redes internacionais Red Vincular e Small Size Network. ALINE VOLPI É atriz, produtora e pesquisadora. Iniciou sua jornada teatral em 1991, passando por cursos e oficinas. Em novembro de 2000, obteve a profissionalização pelo SATED – SP. Membro da Cia. Paulista de Artes de 1991 a 2017, atuou como atriz, produtora e diretora. Destacou-se em peças como As Noivas de Nelson e A Falecida, dirigidas por Marco Antônio Braz. Participou do filme Eu te Levo, dirigido por Marcelo Muller. Em 2013, fundou a Catarsis, desempenhando papéis de produtora, assessora de comunicação e atriz. Realizou residência artística na Itália em 2015, acompanhando o grupo Principio Attivo. Idealizou, produziu e curou festivais como Um Novo Olhar (2016, 2018, 2021) e A Gente Que Fez! (2021, 2022). Integra os elencos de espetáculos premiados, como Scaratuja, É tudo família! (APCA e Prêmio SP) e O muro de Sam (APCA). Internacionalmente, apresentou-se em países como México, Áustria, Portugal, EUA, Espanha e Itália. Cursa Artes Visuais na Universidade Anhembi Morumbi (UAM) / SP. ANA PAULA CASTRO Cursou Produção Cultural com Eduardo Jacsenis e é graduada em Turismo e Eventos pela UNIP. Produziu eventos como: “I Encontro Municipal Saúde e Prazer na 3ª Idade” e “I e II Encontro de Teatro em AIDS” da Sec. de Saúde de Jundiaí; “III Aniversário do Programa Escola da Família” da Sec. de Educação de Jundiaí; “9º Encontro de Folia de Reis, Ação, Alegria e Cidadania” da Sec. de Cultura de Várzea Paulista; “Zíngara Fest” em Jundiaí; Palestra com Val Capelli - “A mulher na metafísica da saúde" na cidade de São Paulo. Foi assistente de produção na montagem de espetáculos nos grupos: Cia Paulista de Artes, Cia Municipal de Teatro de Jundiaí, Cia Jovem de Dança de Jundiaí, Grupo TAMEJ, Grupo GENT e Lumax Produções de Campinas. É integrante da equipe da Catarsis, onde produziu os festivais “Um Novo Olhar” (três edições) e “A Gente que Fez!” (duas edições). Atualmente produz os espetáculos “É tudo Família” direção Kiko Marques, “O Muro de Sam” direção Thais Medeiros e os espetáculos para a primeiríssima infância “Brun Blaà” e “Scaratuja” direção Marcelo Peroni. DIB CARNEIRO NETO É jornalista, dramaturgo e crítico teatral. Começou a escrever críticas sobre teatro infantil em 1990 na revista Veja São Paulo. Foi editor-chefe do caderno de cultura do jornal O Estado de São Paulo de 2003 a 2011. Atualmente, escreve críticas de teatro infantil para o site da revista Crescer e é responsável pelo site Pecinha É a Vovozinha. Em 2008, ganhou o Prêmio Shell de melhor autor pela peça Salmo 91. Em 2018, ganhou o Prêmio Jabuti na categoria "Artes" pelo livro Imaginai! O Teatro de Gabriel Villela. MARCELO PERONI Pós Graduado em Cultura na ECA/USP; Graduado em Letras e formado pelo Teatro Escola Célia Helena. Dedicou grande parte de sua carreira à produção e direção de espetáculos para o público infantil e jovem. Coordenou e produziu o Projeto Sons e Cenas nas Escolas em Tempo integral, para 3.600 crianças, na Secretaria Municipal de Educação de Jundiaí. Desde 2001 faz a direção cênica do projeto Canarinhos da Terra Petrobras/UNICAMP, à frente dos coros infantis e jovens. Em 2015, fez residência artística na Itália com o grupo italiano Principio Attivo Teatro e, ainda neste ano, participou das oficinas do California Show Choir Academy, na Universidade da Califórnia em Los Angeles e também do V e VI Curso Internacional Orff-Schulwerk e do XII Gran Finale, com Henry Leck e Patrícia Costa. Participou de cursos dedicados a Infância como: “Urban95 Academy” na London School of Economics, Inglaterra, em 2023/2024; “Missão Técnica da Rede Cidade das Crianças” na cidade de Pontevedra, Espanha, em 2023; “Mudança de Comportamento na Primeira Infância” na INSEAD, França, em 2022; Curso de extensão universitária "La Ciudad de Los Niños" na Universidade de Yucatan, México, em 2022; “Fórum Internacional de Cidade das Crianças” na cidade de Rosário, Argentina, em 2018. Dirigiu os espetáculos para bebês “Scaratuja” e “Brun Blaà” e integra os elencos dos espetáculos infantis “É tudo família!” e “O muro de Sam. VLADIMIR CAMARGO Iniciado em 2003. Integrou a Cia. Paulista de Artes (2006/2017), carregando na bagagem o espetáculo “As Noivas de Nelson” (2008), direção de Marco Antônio Braz. Executou a produção da Cia de Teatro de Jundiaí (2015 e 2016) dirigida por Ângelo Brandini e da Cia Jovem de Dança de Jundiaí (2019) dirigida por Alex Soares. Fez a produção executiva dos espetáculos do repertório da Cia Paulista de Artes, dando destaque à mostra de repertório em comemoração aos 25 anos da Cia no Sesc – Unidade Jundiaí/SP (2016). Também em 2016 produziu “Doses de Dostoievski” com o ator José Renato Forner no Sesc – Unidade Jundiaí/SP. Integrou a equipe de produção do “Festival Um Novo Olhar – Teatro para a primeira infância” (2016, 2018 e 2020) e também a equipe criativa e de produção do Festival “A gente que fez!” - Festival de artes feito para e com crianças (2021 e 2022). Desenvolve, com a Catarsis - Arte para a Infância e Juventude, desde 2014, pesquisa no universo da primeira infância e integra os elencos dos espetáculos “Scaratuja”(2016), “É tudo família!”(2018), “O muro de Sam”(2022) e “Brun Blaà”(2023). Em 2019, funda a Companhia do Acaso com foco no aperfeiçoamento da pesquisa “corpóreo literária”. Tem como resultado os espetáculos “Quantos outros cabem em um menino” (2021) e “O Estranho Mundo dos Guarda-chuvas” (2023), o qual assume a direção. Por fim, é graduado em Design pela UAM (Universidade Anhembi Morumbi) e atualmente cursa Pós em Gestão da Comunicação Digital e Mídias Sociais na UAM.
PROJETO ARQUIVADO.