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PRONAC 249083Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Carpinteiros da Amazônia

GUA ARQUITETURA LTDA
Solicitado
R$ 1,40 mi
Aprovado
R$ 1,40 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-01-02
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto pretende, através de três ações: Exposição, Livro e, como contrapartida social, ocorrerá um Ciclo Formativo, divulgar a carpintaria ribeirinha das ilhas próximas a Belém, no Pará, com objetivo de preservar conhecimentos construtivos vernaculares da Amazônia, valorizar a estética e cultura popular e empoderar profissionais locais através de pesquisa, documentação e criação colaborativa.

Sinopse

Elaboração de um livro apresentando a arquitetura vernacular ribeirinha, seu contexto histórico, social e cultural. Além de uma vasta iconografia dessas construções, incluirá desenhos dos processos construtivos e elementos principais, complementados por um dicionário visual com terminologias tradicionais (ao final do livro). Este dicionário servirá como referência para estudantes e profissionais de arquitetura, além de ser um legado cultural. Ensaios críticos de diversas áreas (arquitetura, antropologia, estudos culturais e ecologia) destacarão a importância dessa produção. Entrevistas com carpinteiros explorarão sua prática e os desafios que ameaçam essas expressões vernaculares.

Objetivos

Objetivo Geral Produção e montagem de uma exposição, produção e impressão de uma publicação e produção e execução de um ciclo formativo (como contrapartida social), contendo: visitas guiadas, oficinas, workshop e mostra de filmes. O projeto "Carpinteiros da Amazônia" é uma iniciativa inovadora que divulga a carpintaria ribeirinha das ilhas próximas a Belém, no Pará, com objetivo de preservar conhecimentos construtivos vernaculares da Amazônia, valorizar a estética e cultura popular e empoderar profissionais locais através de pesquisa, documentação e criação colaborativa. Criado pelos arquitetos paraenses Pablo do Vale e Luís Guedes, há 3 anos, o projeto documenta e cataloga técnicas construtivas e estilos das casas ribeirinhas da região. Essas residências de palafitas exemplificam a arquitetura adaptativa amazônica, elevadas para enfrentar as cheias e secas, com pisos elevados conforme a altura da maior cheia registrada. Predominantemente de madeira, essas construções preservam o conhecimento oralmente transmitido entre gerações. Motivados pela riqueza cultural e pela preservação de saberes tradicionais, Pablo e Luís criaram o projeto para documentar a arquitetura vernacular das ilhas, realizando entrevistas e registros fotográficos e audiovisuais, além de um documentário para dar visibilidade à carpintaria amazônica e inspirar as novas gerações. Na segunda etapa, chamada Pallas, o projeto construiu uma sede na Ilha do Murutucu, com a contribuição da expertise desses carpinteiros. O espaço se tornou um centro de troca de conhecimentos e de elaboração de peças de design colaborativas feitas por carpinteiros locais e designers convidados. Com a ação, o projeto passou a gerar renda alternativa para essa comunidade. Nesta proposta (lei Rouanet), novas etapas do projeto estão sendo desenvolvidas, focando no fomento, intercâmbio e documentação da pesquisa. Ações previstas: uma exposição, em Belém, sobre o "Morar Amazônico", envolvendo arte contemporânea local, fotografias, maquetes, estudos arquitetônicos e excertos do cinema amazônico, um livro documentando essa arquitetura vernacular, com entrevistas, registros fotográficos e ensaios e um ciclo formativo contendo visitas guiadas, mesa redonda, oficinas, workshop e mostra de filmes. Objetivo Específico - Exposição: Realização de uma exposição no Museu do Estado do Pará - Belém, com duração de aproximadamente 45 dias. A exposição terá entrada gratuita ao público em geral. Estima-se a visitação total de 7.000 pessoas no período expositivo. - Livro: Produção e impressão de 1.000 exemplares de um livro voltado a apresentação da arquitetura vernacular ribeirinha, especificamente dos carpinteiros da Amazônia, seu contexto histórico, social e cultural. A edição visa agregar, além de uma vasta iconografia dessas construções, desenhos de seus processos construtivos e elementos principais. A apresentação dessas técnicas e elementos será complementada por um dicionário visual com terminologias difundidas oralmente por gerações de carpinteiros locais (ao final do livro). Esse dicionário, além de servir como uma referência para estudantes e profissionais de arquitetura, é importante legado sobre a cultura paraense. Além de um percurso sobre a história social dessas construções, o livro apresenta uma série de ensaios críticos balizando, sob diferentes campos de pesquisa (arquitetura, antropologia, estudos culturais e ecologia) a importância dessa produção. Uma série de entrevistas realizadas com os carpinteiros esmiúçam sua prática e os diferentes condicionantes que hoje ameaçam o apagamento dessas expressões vernaculares. - Contrapartida Social / Ciclo Formativo: Produção e execução de ações formativas: 1. ENCONTROS E CONVERSAS Realizados com curadores, artistas e pesquisadores convidados durante a realização da exposição. Estão previstas as seguintes conversas: - visitas guiadas na abertura da mostra: serão realizadas pelos curadores duas visitas na ocasião da abertura, sendo uma delas exclusiva a professores e pesquisadores. - uma mesa-redonda de lançamento da publicação, com curadores, artistas e os fundadores do Instituto Guá. Aberta ao público e gratuita, a mesa tem como propósito apresentar aspectos determinantes da pesquisa realizada, bem como discutir obras de artistas que integram a mostra. Os encontros serão realizados no Museu do Estado do Pará, no espaço expositivo. PÚBLICO TOTAL: 50 participantes 2. OFICINAS: 2.1. OFICINA: imagem e cultura popular A oficina busca investigar a noção de ensaio fotográfico, sequência e narrativa. Os encontros mesclam: - conversas sobre recursos técnicos e compositivos para a produção de suas imagens, buscando incentivar e promover alguns caminhos para a investigação dos participantes. - uma série de exercícios práticos envolvendo registro e edição de material fotográfico. A oficina é gratuita e composta por 2 encontros presenciais, com duração de 4h cada, na sede do projeto na ilha de Murutucu. Participantes: moradores locais, alunos da rede pública e demais interessados PÚBLICO TOTAL: 20 participantes 2.2. OFICINA: vivenciando a carpintaria A partir de encontros com os carpinteiros locais, a oficina busca produzir pequenas peças em madeira, confeccionadas pelos participantes. Os encontros abordam elementos da vivência desses profissionais e técnicas e uma série de exercícios para elaboração de pequenos artefatos e objetos. A oficina é gratuita e composta por 2 encontros presenciais, com duração de 6h cada, na sede do projeto na ilha de Murutucu. Participantes: moradores locais, alunos da rede pública e demais interessados PÚBLICO TOTAL: 10 participantes 3. WORKSHOP Será realizado um workshop de formação em arquitetura vernacular e carpintaria amazônica, direcionado a professores da rede pública. Com duração de 3h, serão apresentadas as etapas da pesquisa de documentação da carpintaria amazônica e o processo de elaboração dos protótipos de mobiliário realizados em parceria com os carpinteiros locais. O workshop será realizado no Museu do Estado do Pará, durante o período de exposição. PÚBLICO TOTAL: 50 participantes 4. MOSTRA DE FILMES Durante dois finais de semanas consecutivos, será realizada uma mostra de curta metragens sobre o morar e a cultura amazônica. A exibição dos filmes será realizada na sede na Ilha do Murutucu, voltada ao público geral e com transporte gratuito saindo de Belém. PÚBLICO TOTAL: 600 participantes

Justificativa

Para atendimento da solicitação deste Ministério, informamos que a proposta se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/91 (abaixo listados e suas finalidades do Art. 3º): I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Finalidades - Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; ________________________________________ O projeto "Carpinteiros da Amazônia" celebra a arte e o conhecimento dos carpinteiros locais, destacando suas habilidades únicas na construção de casas, móveis e outras estruturas. Através de pesquisa e ações, busca-se promover o desenvolvimento local, gerar renda para esses profissionais e difundir uma produção arquitetônica significativa para a cultura local e nacional. As construções ribeirinhas se destacam por se adequarem ao ecossistema local, simbolizando a resistência à aculturação dessas formas de habitação. A pesquisa e catalogação dos métodos construtivos amazônicos, baseada na História Oral, visam imortalizar as peculiaridades dessas casas. Pela ótica dos carpinteiros, o projeto demonstra como os conhecimentos construtivos vernaculares podem contribuir para a indústria da construção civil na Amazônia e oferecer soluções sustentáveis aos desafios ambientais. Esse saber construtivo se manifesta em uma forma única de morar, além de uma estética artística singular marcada pela profusão de cores e caqueados, que enfrentam forte pressão de aculturação e "embranquecimento". À medida que questões ambientais afetam fortemente o ecossistema amazônico e a cultura local corre o risco de perder seus saberes, um projeto como o "Carpinteiros da Amazônia" assume um papel estratégico nas relações entre arquitetura, arte, cultura e meio ambiente. Nas novas etapas propostas, o projeto foca em: (1) Fomento e intercâmbio de conhecimentos, proporcionando novas experiências de troca entre carpinteiros locais e profissionais de diversas áreas. Esse intercâmbio começa com uma residência artística na Ilha de Murutucu, visando ativar a cena local e expandir o campo de atuação desses carpinteiros. (2) Difusão dos saberes locais por meio da publicação de um livro e de uma exposição panorâmica. Ambas as ações visam contribuir para as discussões da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), abordando o clima e o desenvolvimento da região amazônica.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO LIVRO: - Serão impressos 1.000 exemplares; Capa: - Brochura, com orelha de 10 cm - Cor: 4X0 cores; - Laminação Fosca; - Papel Cartão C1 250 grs; Miolo: - Aproximadamente 200 páginas; - Cor: 1x1 - P/B; - Aproximadamente 100 fotos P/B; - Formato 210 X 280 mm - Aprox. 60 imagens; - Papel Off Set 75 grs; - Bilingue - Português/Inglês; - Audiobook com Narração do Livro (acessibilidade para deficientes visuais).

Acessibilidade

Produto Exposição: Acessibilidade para deficientes auditivos - sinalização com textos explicativos Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição com textos da exposição e de obras selecionadas pela curadoria. Acessibilidade física: As ações ocorrerão no Museu do Estado do Pará, espaço aberto ao público com visitação gratuita, com total acessibilidade a portadores de necessidades especiais, possuindo: Rampas de Acesso; Corrimão; Elevador de Acesso; Banheiros Especiais; Cadeiras Especiais. Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitoria treinada para atendimento a este público, caso haja esta necessidade. Produto Livro: Acessibilidade para deficientes auditivos – será confeccionado em linguagem escrita. Acessibilidade para deficientes visuais – Audiodescrição da Publicação Acessibilidade física – O lançamento do livro ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, elevador adaptado (se for o caso), banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: No lançamento haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade. Produto Contrapartida/Ciclo Formativo: A) ENCONTROS E CONVERSAS (3); B) OFICINAS (2); C) WORKSHOP (1); D) MOSTRA DE FILMES; Acessibilidade para deficientes auditivos - Intérprete de libras Acessibilidade para deficientes visuais – a palestra será ministrada em linguagem oral. A palestra será gravada e disponibilizada no site e redes sociais (conteúdo com libras e audiodescrição) Acessibilidade física – A palestra ocorrerá em local que atenda as normas legais, com total acessibilidade para deficiente físicos, contendo rampas de acesso, elevador adaptado (se for o caso), banheiros acessíveis. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Haverá um monitor treinado para atendimento a este público, caso haja esta necessidade.

Democratização do acesso

Conforme inciso/medida do Art. 30 da IN nº 11/2024 abaixo, serão adotadas no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA / CV: Pesquisa e Organização Luis André Guedes Pesquisa e Organização Pablo do Vale Curadora / Textos Pryscila Gomes Coordenadora do Projeto / Editorial Vitória Arruda Editor Assistente / Curador Convidado Frederico Costa Coordenador Pedagógico Mauricio Adinolfi Luís André Guedes Fundador do Instituto Guá e mestrando na Universidade Amazônica. Iniciou seu trabalho fotográfico em 2013 documentando imagens amazônicas. Participou de vivências com fotógrafos e, em 2017, expôs no circuito BDZ e integrou o movimento "Ocupa Solar". No L.E.F da Universidade do Porto, pesquisou representações artísticas aplicadas à arquitetura e também participou do laboratório de mobilidade urbana da Universidade de Osaka. Pablo do Vale Fundador do Instituto Guá. Destacou-se no laboratório L.E.F da Universidade do Porto e integrou o Grupo de Pesquisa sobre Mercado Imobiliário em Centros Históricos Brasileiros, coordenando pesquisa de campo em Belém. Como arquiteto, teve obras publicadas em revistas internacionais e trabalhos nomeados para o prêmio “best of the year” do site Archdaily Brasil e internacional. Priscyla Gomes Curadora, organizadora e editora da publicação. Formada pela FAU-USP, concluiu o Mestrado e atualmente cursa o Doutorado, sendo especialista em Arte e Filosofia pela PUC. Foi curadora sênior do Instituto Tomie Ohtake (2010-2023), responsável por diversas mostras, incluindo Hiromi Nagakura até a Amazônia (2024) co-curada com Ailton Krenak. Organizou livros e ganhou o Prêmio Jabuti em 2020 na categoria "Artes". Vitória Arruda Coordenadora do projeto e editorial. Coordenadora e produtora cultural, formada em Comunicação pela PUC-SP. Foi diretora do Museu da Imagem e do Som (1990) e coordenadora de ações culturais da Secretaria de Estado da Cultura. De 2001 a 2023, foi diretora de Projetos e Produção no Instituto Tomie Ohtake, gerindo treinamentos, palestras, publicações, exposições e eventos. Realizou mais de 300 exposições nacionais e internacionais. Frederico Costa Mestre pela FAU USP, com pesquisas nas áreas de teoria, história e crítica da arquitetura e do urbanismo. Docente em curso superior de arquitetura e urbanismo desde 2017. Foi Gerente do Prêmio Design MCB do Museu da Casa Brasileira entre 2022 e 2023 e trabalhou em outras instituições culturais em atividades de produção e curadoria de arquitetura, como o Instituto Tomie Ohtake, a Casa do Povo e o Pavilhão do Brasil na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza. Integrante do grupo Arquitetura Bicha desde sua formação em 2020, vive em São Paulo. Mauricio Adinolfi Graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia e Ciências da Unesp/Brasil. Doutor em Artes Visuais no I.A. Unesp/bolsista Capes com a tese Estruturas: Entre Madeira e Mar realizado em intercâmbio com a Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico do Porto, Portugal. Seus estudos se desenvolvem através da investigação de questões estruturais, expandindo-se para o espaço em consequência da experiência com a construção naval e as comunidades litorâneas em várias partes do Brasil e Portugal, tornando a madeira, a pintura e a relação com outros profissionais o mote e fundamento dos projetos. Estes são caracterizados pelo vínculo com o rio, o mar e as situações críticas decorrente das transformações sociais e exploração regional. Em 2021/22 Caronte Sete Voltas – Proac 51/20 no Beco do Pinto, Museu da Cidade, São Paulo/SP. Texto de Giselle Beiguelman. “Perequê”, instalação na exposição coletiva “PORTOS – Processos Orientados via Território e Ocupações Santistas”. Curadoria de Ilana Goldstein e equipe técnica da unidade. Sesc Santos/SP. Em 2020 e 21 O nome da Margem - Instalação em parceria com Érica Ferrari. Exposição Casa Carioca. Curadoria Marcelo Campos e Joyce Berth. Museu de Arte do Rio – MAR. 2019 participou da Bienal Internacional de Gaia, Portugal; Realizou a Exposição Cavername no Museu Nacional Soares dos Reis e na Quase Galeria, em parceria com Antonio Fernandes (XAI), curadoria Fátima Lambert - Porto, Portugal. Exposição Cavilha na Galeria Ocupa, Porto, Portugal. Em 2018 Participou da exposição coletiva “Amazônia - Os novo viajantes”, curadoria de Cauê Alves e Lúcia Lohman. MUBE - SP. e da residência artística Kaaysá art residency em Boiçucanga/SP. Em 2017 participou do 66º Salão Paranaense - Museu de Arte Contemporânea, Curitiba/PR. Da exposição coletiva “A Invenção da Praia”, curadoria Paula Alzugaray, Antigo Cassino da Urca, Instituto Europeo de Design, Rio de Janeiro/RJ. Realizou exposição na Quase Galeria com curadoria de Maria de Fátima Lambert no Porto/PT; em outubro e novembro desenvolveu residência no Instituto Sacatar na Bahia/Brasil. Desde 2016 realiza pesquisa como artista convidado do Projeto Arte Cidade/Linha Metálica, curadoria de Nelson Brissac, realizado entre Brasil e Alemanha. Realizou em 2016 a instalação Adamastor no Programa de Exposições - Centro Cultural São Paulo;o Projeto Calado do Cais Proac/16 na praia de Santos/SP; Participou do 20º Cultura Inglesa Festival - Britsh Concioul e da exposição coletiva “Provocar Urbanos” - parceria com Érica Ferrari, Sesc Vila Mariana, São Paulo/SP. Ganhou o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014 e foi contemplado no Proac 2014 - Projeto de Livro de Artista. Realizou a residência “Insurgências” na cidade de Aveiro e na Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico do Porto, em Portugal. Desenvolveu em 2013 as Intervenções “Couper Bleu”, pintura de barcos no Festival Les Nuits dés Cités em La Ciotat, França; e BarcoЯ - estética tocantina” com a pintura de 30 barcos em Marabá/PA/Brasil. Em 2009, desenvolveu o projeto de Arte Pública: “Cores no Dique” em Santos – SP, trabalhando uma intervenção pictórica em 53 casas do dique da Vila Gilda, Prêmio Interações Estéticas - Residências Artísticas pelo Ministério da Cultura do Brasil. Desenvolveu o projeto cromático da reurbanização do Bairro Cantinho do Céu, às margens da represa Billings na cidade de São Paulo, pintando mais de 2km de muros, a convite do escritório Boldarini Arquitetura e Urbanismo apresentados nas Bienais de arquitetura de Veneza e Roterdan. Participou da Art Lima, Perú, Pinta London Art Fair, e da SP-Arte com a Galeria Pilar.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.