| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 450,0 mil |
O projeto visa a produção e circulação do Espetáculo cênico-musical AGOJIES QUILOMBOLAS, nos batuques imateriais, protagonizado por mulheres quilombolas, realização de oficinas formativas sobre patrimônios imateriais brasileiros (capoeira, bumba-meu-boi, tambor-de-crioula, samba e maracatu), bem como oficinas culturais e ensaios abertos como contrapartidas sociais.
PRODUTO I - ESPETÁCULO AGOJIES QUILOMBOLAS, NOS BATUQUES IMATERIAIS !! O Espetáculo AGOJIES QUILOMBOLAS, NOS BATUQUES IMATERIAIS, reúne elementos de alguns bens imateriais brasileiros, a exemplo da CAPOEIRA, Tambor de crioula, Bumba Meu Boi e Samba, todas manifestações culturais reconhecidas pelo IPHAN como patrimônios imateriais brasileiros. Tem duração de aproximadamente uma hora, englobando músicas do cancioneiro popular, sons de instrumentos percussivos como tambores, berimbaus, vozes e cânticos quilombolas, com performances de dança permeadas por intervenções teatrais, apresentando uma narrativa cênico-musical da história de íconicas mulheras negras, destacando a importância de sua exaltação tanto para o público quanto para as componentes do espetáculo, pautada nos ritmos da CAPOEIRA, samba, tambor de crioula e bumba meu boi. Nesse sentido, a narrativa do espetáculo se voltará para a apresentação de personagens como as Agojies originais, oirundas do Reino do Daomé, sua rainha Ná Agontimé, que foi traficada para o Maranhão e exerceu forte influência no desenvolimento de manifestações afro no Estado, e demais personagens históricas que demonstram a potência e força dessas mulheres, e seu respectivo legado às mulheres contemporâneas, principalmente às afro-brasileiras. O espetáculo possui como proposta inovadora o envolvimento de jovens mulheres oriundas de comunidades quilombolas maranhenses no elenco e na produção do mesmo, as quais fazem parte da Banda Agojies Quilombolas, composta integralmente por mulheres. Segmento: artes cênicas Classificação Etária: Livre Duração: 60 min. PRODUTO 2 - OFICINAS FORMATIVAS Oficinas formativas sobre os patrimônios imateriais, capoeira, samba, maracatu, tambor de crioula e bumba-meu-boi, abordados no Espetáculo cênico-musical AGOJIES QUILOMBOLAS, tendo como publico alvo jovens oriundas de comunidades quilombolas maranhenses assim como estudantes e professores de escolas públicas. Oficinas de produção do berimbau. Ao todo serão realizadas 07 oficinas com carga horária de 03 horas cada. Estas oficinas serão realizadas em três comunidades quilombolas de regiões nas quais o Mandingueiros do Amanhã vem atuando, distantes até 100 km de São Luís e Anajatuba. Classificação Etária: Livre Duração: 03 horas para cada oficina Público: até 100 pessoas em cada oficina,
OBJETIVO GERALProduc?ão e circulação do Espetáculo cênico-musical "AGOJIES QUILOMBOLAS, nos batuques imateriais, protagonizado por jovens mulheres quilombolas, oficinas formativas com crianças, adolescentes e jovens quilombolas do Maranhão, durante as quais será formatado o espetáculo, sendo oferecidas como contrapartida social oficinas culturais e ensaios abertos do Espetáculo.Objetivos específicos1) Produto 1: ESPETÁCULO CÊNICO-MUSICAL: Realizar 02 (duas) apresentac?ões do Espetáulo AGOJIES QUILOMBOLAS, nos batuques imateriais , com entrada gratuita, durante 09 meses, nas cidades de São Luís e Rio de Janeiro, com estimativa de público de 500 pessoas nas capitais.2) Produto 2: Oficinas Formativas para crianças, adolescentes e jovens quilombolas: Realizar durante 09 meses, 05 Oficinas formativas preparatórias ao Espetáculo, com carga horária de 03 horas cada, sobre os patrimônios imateriais (samba, capoeira, tambor de crioula e bumba meu boi); 02 oficinas de produção do berimbau, com carga horária de 03h, atendendo gratuitamente até 100 pessoas em cada oficina.3) CONTRAPARTIDA SOCIAL : Realizar oficinas culturais sobre capoeira angola, tambor de crioula e bumba meu boi, nas cidades por onde o Espetáculo circular, tendo como público alvo principalmente alunos e professores de escolas públicas, atendendo gratuitamente até 100 pessoas em cada oficina, totalizando 03 oficinas; realizar 06 ensaios abertos do Espetáculo.
O Maranhão concentra a 2ª maior população quilombola do Brasil, com 269.074 mil pessoas que se autodeclaram quilombolas, em 32 municípios (IBGE, 2023). Dados da UNIQUITA (União dos Quilombos de Itapecuru) apontam para existência de 70(setenta) quilombos somente em Itapecuru-Mirim-MA. O Mandingueiros do Amanhã vem atuando nos quilombos que compõe a área de atuação desta proposta desde 2013, desenvolvendo projetos centrados na Capoeira Angola, relacionando-a com outros patrimônios imateriais brasileiros, em especial o tambor de crioula e o bumba-meu-boi. A Capoeira, já reconhecida pelo IPHAN como patrimônio imaterial, em especial a modalidade Angola, carrega um discurso ético de respeito ao outro e de valorização da tradição ancestral. No entanto, também reflete a desigualdade de gênero presente na sociedade brasileira. No universo da capoeira, não raro as mulheres têm que verdadeiramente conquistar seu espaço, haja vista que determinadas atividades como cantar e tocar berimbau, ainda são exercidas prioritariamente pelos homens. A partir de nossa atuação nos quilombos temos observado que muitas meninas participantes, quando chegam à fase adulta acabam por se afastar da Capoeira, devido a relacionamentos pessoais, atividades na roça e a divisão por gênero das atividades domésticas. Paralelo a isso, observamos também como as mulheres quilombolas tem árduas jornadas de trabalho, conciliando as atividades na lavoura com os afazeres domésticos e cuidados com os filhos. Considerando este cenário, pretendemos desenvolver ações de preservação do patrimônio imaterial, tendo como pano de fundo também o enfrentamento à desigualdade de gênero. O objetivo é fazer com que as jovens possam se ver e sentir-se como fazedoras de cultura, alcançando espaços e lugares antes sonhados, ressaltando o protagonismo feminino. Nesse sentido, as OFICINAS FORMATIVAS serão realizadas nas comunidades quilombolas de Itapecuru-mirim e Santa Rita, de onde são originárias as jovens integranes do elenco do Espetáculo que corresponde ao produto principal do projeto. Assim, este Projeto, viabilizado pela Lei Rouanet mediante o patrocínio de instituições privadas, propiciará as condições para a realização de oficinas de preservação de patrimônio imaterial, assim como produçao e fruição do espetáculo AGOJIES QUILOMBOLAS, nos batuques imateriais, levando o espetáculo para as cidades de Anajatura e São Luís, no Maranhão e também para a capital Rio de Janeiro/RJ. Neste sentido, por trabalharmos com bens relacionados ao patrimonio imaterial o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto tem por objetivos, dentre os elencados no Artigo 3o da Lei 8313/91: II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos Vale ressaltar que este projeto já se encontra aprovado na etapa classificatória do Edital Chamada Vale 2024, do Instituto Cultural Vale, dependendo apenas da aprovação no sistema SALIC para que os recursos sejam aportados. Com a aprovação via Lei de Incentivo à Cultura, o Projeto Agojies Quilombolas visa fortalecer o trabalho de inclusão social e cultural bem como de promoção da equidade de gênero junto a crianças e jovens, desenvolvido pelo Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã, através de um espetáculo cênico protagonizado por mulheres oriundas de comunidades quilombolas. Nesse sentido, em uma primeira avaliação realizada ao submetermos a proposta, o projeto foi enquadrado no artigo 18 da Lei de Incentivo, conforme o histórico de avaliações constante do SALIC.
O Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã surge em 1996, quando seus fundadores começaram a ministrar aulas de capoeira para crianças do bairro da Madre de Deus, considerado um celeiro da cultura popular ludovicense. No ano de 2003 a entidade foi registrada como associação sem fins lucrativos. Em 2008 recebemos uma premiação do Programa Capoeira Viva/MINC, pelo Projeto Orquestra de Berimbaus Mandingueiros do Amanhã. Ainda nesse mesmo ano aprovamos um projeto no programa Criança Esperança, da Rede Globo. A partir de 2013 começamos a trabalhar sistematicamente com comunidades quilombolas dos municípios de Itapecuru-mirim/MA e Santa Rita/MA, sendo que inicialmente contamos com o apoio da Petrobras, através do Projeto Mara-Kizomba (2013 - 2015), aprovado em seleção pública do Programa Petrobras Desenvolvimento e Cidadania. A partir de 2010 começamos a realizar apresentações teatrais musicais, a destacar: Espetáculo Resistência Ancestral (2010), Sons e Cânticos Ancestrais (2015), encenados no Teatro Arthur Azevedo, em São Luís; Bumba-Minha-Angola (2018), no Teatro João do Vale, em São Luís. Em 2016 realizamos uma apresentação musical no Festival BR 135 e em 2019 no Projeto de Natal do Governo do Maranhão, para um público de aproximadamente três mil pessoas. Recentemente (23/02/2024) realizamos a apresentação do Espetáculo Gungas, Marimbas e Urucungos em Encantorias Ancestrais no Teatro José de Alencar, em Fortaleza (CE). Para realizarmos essas atividades contamos com parcerias e apoio de grandes empresas e instituiçoes, como a PETROBRÁS, BANCO DA AMAZÔNIA, GOVERNO DO MARANHÃO, CRIANÇA ESPERANÇA e Instituto Cultural Vale (através da Lei Rouanet/MINC). A Equipe é coordenada pelo Mestre Bamba (Kleber Umbelino Lopes Filho), Mestre de Capoeira Angola, que já foi reconhecido como Mestre da Cultura Popular pelo Minc (2020) e por OLGA MARIA BARROS LOPES, jovem negra, cantora e percussionista, acadêmica do Curso de Direito da UFMA. O Projeto AGOJIES QUILOMBOLAS, NOS BATUQUES IMATERIAIS! visa circular com um Espetáculo cênico-musical protagonizado por mulheres pretas, adolescentes e jovens oriundas de comunidades quilombolas, promovendo a valorização dos patrimônios imateriais abordados no projeto e ao mesmo tempo estimulando o protagonimo feminino na cultura e a formação profissional de jovens percussionistas e artesãs quilombolas. Para a realização do mesmo não podemos deixar de destacar o apoio fundamental das organizações quilombolas, sem as quais não seria possível a inserção das nossas equipes nas localidades: Uniquita (União dos Quilombolas de Itapecuru)e Associações Quilombolas das comunidades Santa Joana (Itapecuru-mirim/MA), Santa Luzia (Santa Rita-MA) e Vila Fé em Deus ((Santa Rita-MA)
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOProduto I - Espeta?culo cênico-musical AGOJIES QUILOMBOLAS, NOS BATUQUES ANCESTRAIS O Espeta?culo apresentara? elementos das principais manifestac?o?es afro-brasileiras praticadas no Maranha?o, a? exemplo da CAPOEIRA, Samba, Tambor de Crioula e do Bumba meu boi. As mulheres adolescentes e jovens quilombolas participantes do projeto, integrarão a BANDA AGOJIES QUILOMBOLAS, e interpretara?o va?rias mu?sicas do cancioneiro popular maranhense e brasileiro, abrangendo os mais diversos ritmos, linguagens musicais e performances teatrais. Para tanto serão realizados ensaios, abordando-se interpretação teatral, vivências percussivas e coreografias. Além disso o elenco do espetáculo participará das oficinas formativas previstas no Projeto. A estre?ia do espeta?culo ocorrera? em Sa?oLui?s/MA, no Teatro Arthur Azevedo, maior e mais antigo teatro maranhense, com a participac?a?o de 25 jovens integrantes do projeto, oriundas das comunidades quilombolas. E o espetáculo circulará ainda pela cidade do Rio de Janeiro. Produto 2 : OFICINAS FORMATIVASAs oficinas formativas ocorrerão em 03 comunidades quilombolas distantes até 100 km de São Luís, de onde são originárias as integrantes do elenco do espetáculo. Objetivo Geral: Realizar 05 (cinco) oficinas de educação patrimonial sobre ritmos e patrimônios imateriais brasileiros, tais como capoeira, bumba-meu-boi, tambor-de-crioula, samba e maracatu. Além disso, promover oficinas de produção de berimbaus, visando o fortalecimento da Banda Agojies Quilombolas e a preparação para o espetáculo "Agojies Quilombolas, nos batuques imateriais". Esse espetáculo integrará música, dança e narração, celebrando e homenageando as tradições culturais afro-brasileiras que moldam as identidades quilombolas.Objetivos Específicos: 1. Promover a compreensão e valorização dos patrimônios imateriais brasileiros relacionados aos ritmos afro-brasileiros. 2. Desenvolver habilidades musicais e corporais através da prática de ritmos tradicionais como capoeira, bumba-meu-boi, tambor-de-crioula, samba e maracatu. 3. Capacitar os participantes na produção artesanal de instrumentos tradicionais, como berimbaus e pandeirões. 4. Integrar as aprendizagens em um espetáculo que combine música, dança e narração, destacando os batuques ancestrais e a cultura quilombola. 5. Fortalecer a identidade cultural das participantes e estimular o protagonismo através do reconhecimento e da vivência de suas tradições. Metodologia: As oficinas serão desenvolvidas de maneira teórico-prática, promovendo a imersão dos participantes nas histórias, práticas e significados dos ritmos e instrumentos tradicionais. Serão utilizados os seguintes métodos:1. Exploração Teórica: Breves palestras e rodas de conversa sobre cada um dos patrimônios imateriais abordados (capoeira, bumba-meu-boi, tambor-de-crioula e samba), enfatizando suas origens, significados culturais e a importância para as comunidades quilombolas e afro-brasileiras.2. Oficinas Práticas de Ritmos: Cada oficina será dedicada a um ritmo específico, no qual os participantes aprenderão os movimentos corporais, batidas e canções tradicionais associados a ele. Serão conduzidas por mestres e facilitadores que dominam os respectivos ritmos: - Capoeira: Ritmo, música e canto ligados ao jogo de capoeira. - Bumba-meu-boi:Expressões coreográficas e musicais. - Tambor-de-Crioula: Dança circular e percussão tradicional. -Samba: Práticas rítmicas e coreográficas com ênfase na conexão entre música e dança.3. Oficinas de Produção de Instrumentos: Participantes aprenderão a construir berimbaus e reco-recos, instrumentos essenciais para a capoeira e para os ritmos afro-brasileiros. A oficina incluirá desde o processo de escolha e preparação dos materiais até a afinação e a prática básica dos instrumentos.4. Ensaios Integrados para o Espetáculo "Agojies Quilombolas" (Contrapartida-social): Ao longo das oficinas, as participantes prepararão o espetáculo que integrará música, dança e narração, utilizando os aprendizados obtidos nas oficinas de ritmos e produção de instrumentos. O espetáculo será uma homenagem às tradições ancestrais e uma celebração da força cultural das comunidades quilombolas.Carga Horária: - Oficinas de Ritmos: 15 horas (divididas em 05 oficinas de 3 horas cada) - Oficinas de Produção de Instrumentos: 06 horas (divididas em 02 oficinas de 3 horas cada) - 6 Ensaios Integrados: 12 horas - Total: 35 horasPúblico-Alvo: - Meninas e jovens quilombolas participantes da Banda Agojies Quilombolas e outros membros das comunidades interessados em música, dança e cultura tradicional afro-brasileira. - Estudantes e professores de Escolas Públicas ; Recursos Necessários: - Instrumentos musicais tradicionais (berimbaus, pandeirões, tambores). - Materiais para construção de instrumentos (arames, cabaças, couros, madeira, tintas). - Espaço adequado para a realização das oficinas e ensaios. - Equipamentos de som e gravação para os ensaios e espetáculo.
Para fins de promoção da acessibilidade de pessoas com deficiência, o projeto adotará medidas de acessibiidade relativas a todos os produtos culturais. Também contará com o acompanhamento do educador Nando Marley, que é Mestre em Educação Especial e possui deficiência física, sendo ́ membro ativo do Fórum Estadual da Pessoa Com Deficiência no Maranhão. Em cumprimento às medidas de acessabilidade a serem adotadas pelos projetos da Lei Rouanet, o projeto adotará as seguintes medidas de acessibilidade: PRODUTO 1: ESPETÁCULO CÊNICO-MUSICAL AGOJIES QUILOMBOLAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO : rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE Acessibilidade para pessoas com deficiência AUDITIVA: interprete de libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE para pessoas com deficiência VISUAL : audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS : monitores treinados. PRODUTO 2: OFICINAS FORMATIVAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO : rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE Acessibilidade para pessoas com deficiência AUDITIVA: interprete de libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE para pessoas com deficiência VISUAL : audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS : monitores treinados. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO : rampas de acesso, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE Acessibilidade para pessoas com deficiência AUDITIVA: interprete de libras. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE para pessoas com deficiência VISUAL : audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS : monitores treinados.
Em cumprimento artigo 30 da IN nº 11/2024 do Ministério da Cultura, o projeto adotará as seguintes medidas de ampliação do acesso, conforme os produtos: PRODUTO 1: ESPETÁCULO CÊNICO MUSICAL III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; PRODUTO 2: OFICINAS FORMATIVAS III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; CONTRAPARTIDAS SOCIAIS III- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; As oficinas culturais serão voltadas prioritariamente para crianças e adolescentes estudantes de escolas públicas, assim como professores.
OLGA MARIA BARROS LOPES Função : Coordenadora Geral do Projeto CURRÍCULO RESUMIDO: Cantora. Percussionista. Multi-Artista. Graduanda em Direito pela Universidade Federal do Maranhão. Pesquisadora sobre Cultura, Direito e Sociedade em grupo de pesquisa homonônimo do programa de pós-graduação em direito da UFMA. Estagiária na Defensoria Pública do Estado do Maranhão. Representante legal do Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã. KLEBER UMBELINO LOPES FILHO (Mestre Bamba) FUNÇÃO: DIRETOR DO ESPETÁCULO/ PROFESSOR DE PERCUSSÃO CURRÍCULO RESUMIDO: Fundador do Centro Cultural Mandingueiros do Amanhã, Mestre de Capoeira, músico, percussionista.professor de Educação Fisica, Foi reconhecido como Mestre da Cultura Popular pelo MINC em 2019. CARLOS EDUARDO MUNIZ /FUNÇÃO: ASSISTENTE DE PRODUÇÃO; PROFESSOR DE PERCUSSÃO. Originário do Quilombo Vila Fé em Deus (Santa Rita/MA), onde reside, atua como Professor de Capoeira Angola e Percussão ; Cantador de Tambor de Crioula. NANDO MARLEY LIMA PACHECO FUNÇÃO: Consultor de ações de acessibilidade CURRÍCULO RESUMIDO : Professor de capoeira, Mestre em Educação especial/UFMA,possui experiência como educador em projetos sociais e culturais. Membro do Fórum Estadual da Pessoa com Deficiência VALDIRA BARROS FUNÇÃO: Produtora Executiva (Voluntária) CURRÍCULO RESUMIDO : Mestra de capoeira, Doutora em Políticas Públicas, Fotógrafa, Professora universitária. Possui experiência na realizaçao de projetos sociais e culturais.
Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.