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O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA visa promover o intercâmbio cultural e artístico em Recife (PE) através da imersão de 3 artistas residentes. A residência culmina em uma exposição coletiva e a edição e publicação de um catálogo. O projeto estimula a pesquisa e a criação artística, refletindo sobre aspectos históricos, sociais e culturais dos Territórios Pina, e inclui ações educativas e de acessibilidade, como visitas mediadas e diálogos públicos sobre as exposições, além de treinamento em acessibilidade para a equipe.
Sinopse do ProjetoO Programa de Residência Territórios Pina em Recife (PE) promove a troca cultural e a inovação artística por meio da imersão de três artistas residentes. O projeto inclui a seleção pública de artistas, realizada com base em critérios inclusivos para garantir a diversidade e a representação de grupos variados. Durante a residência, os artistas terão espaço e suporte para desenvolvimento de suas pesquisas e criações, com acompanhamento curatorial contínuo. As atividades da residência incluem conversas públicas e trocas com outros artistas, proporcionando uma plataforma para discussões e interações que enriquecerão o processo criativo. Além disso, serão realizadas ações educativas e de acessibilidade como visitas mediadas e atividades para escolas, promovendo o acesso e a interação do público com o trabalho dos artistas. O projeto culminará em uma exposição coletiva dos trabalhos desenvolvidos e na produção de um catálogo de 80 páginas, no formato A5 (14,8 x 21 cm), que apresentará textos e imagens das obras e processos criativos. O catálogo servirá como uma documentação completa do projeto, ampliando a visibilidade dos artistas e suas produções. Produtos do Projeto: Seleção Pública de Artistas: Processo transparente e inclusivo para selecionar três artistas que irão participar da residência, com foco em diversidade e representação.Residência Artística: Três artistas terão a oportunidade de desenvolver suas pesquisas e criações com acompanhamento curatorial e suporte técnico.Conversas Públicas e Trocas com Outros Artistas: Atividades que fomentarão o diálogo e a troca de experiências entre os residentes e outros artistas.Ações Educativas e de Acessibilidade: Visitas mediadas e oficinas para escolas, além de atividades de acessibilidade para garantir a inclusão de todos os públicos.Catálogo: Publicação de 80 páginas no formato A5, contendo textos e imagens das obras e processos criativos dos artistas, documentando a residência e sua produção.
O objetivo geral do PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA é promover a troca cultural e a inovação artística por meio da imersão de artistas em um ambiente de criação, experimentação e pesquisa na Christal Galeria localizado no bairro do Pina, Recife. A seleção dos artistas será realizada por meio de chamada pública e respeitará os critérios de indução social praticados pelo ministério da cultura, ofertando aos artistas selecionados acompanhamento curatorial durante todo o programa que visa fortalecer a conexão entre os artistas e a comunidade local, explorando as múltiplas dimensões do seu território e resultando em uma exposição coletiva e catálogo que reflitam essa experiência Os objetivos especificos do PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA, são: 1. Selecionar artistas através de seleção pública, respeitando os critérios de inclusão social já praticados pelo ministério da cultura. Priorizando a contratação de mulheres, pessoas pardas e negras, pessoa LGBTQIAPN+, pessoa com deficiência (PCD) e povos e comunidades tradicionais ou originários; 2. Realizar a residência artística de 3 artistas, oferecendo um espaço de criação, acompanhamento curatorial, para desenvolvimento de pesquisas e experimentações artísticas; 3. Organizar uma exposição coletiva com os trabalhos resultantes da residência, permitindo a fruição pública e a valorização da produção artística; 4. Produzir um catálogo que documente as obras criadas durante a residência, ampliando o alcance e a visibilidade do trabalho dos artistas. 5. Desenvolver ações educativas e de acessibilidade, como visitas mediadas e diálogos públicos, para integrar a comunidade e promover o acesso universal às artes; 6.Garantir a acessibilidade física e comunicacional do projeto, com rampas, banheiros acessíveis, treinamento de equipe e recursos de comunicação inclusiva, como legendas e audiodescrição. Estabelecer conexões duradouras entre os artistas e a comunidade, incentivando futuras colaborações e ampliando o impacto cultural do projeto.
Os bairros do Pina, Brasília Teimosa e a comunidade do Bode, situados no extremo norte da Praia de Boa Viagem, refletem uma longa disputa territorial entre a população local e a exploração imobiliária. Semelhante a outros territórios brasileiros em grandes metrópoles, esses bairros são lar de comunidades originárias e resistentes, coexistindo com a expansão da região e a especulação imobiliária. A história local é marcada por movimentos de resistência, como o episódio dos anos 1950, quando a comunidade reconstruiu casas demolidas durante a noite para evitar a instalação de depósitos infláveis pelo governo estadual, gerando o nome "Teimoso" para o bairro. A relação com o mar e o rio é central na vida cotidiana dos moradores, que incluem uma significativa comunidade ribeirinha que tem a pesca manual como fonte de renda. A Christal Galeria está inserida neste contexto e, alinhada à sua missão de promover as Artes em nível regional e nacional, valoriza expressões culturais diversas para um público amplo. O PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA tem como objetivo vivenciar, e destacar as complexidades desses territórios, incentivando a produção artística e a interação entre diferentes agentes culturais territoriais. O programa selecionará três artistas que apresentem propostas artistas e investigativas tendo foco o solo fértil da bacia do Pina, permitindo que os mesmos desenvolvam suas pesquisas artísticas através das múltiplas camadas históricas e culturais da região. A proposta é fomentar a criatividade promovendo um ambiente propício para a experimentação artística. A residência oferece acompanhamento curatorial e um espaço imersivo com suporte de uma equipe técnica especializada e um ambiente confortável e arborizado, para o desenvolvimento criativo dos artistas. Além disso, busca estabelecer redes de colaboração que continuem além do período da residência, criando oportunidades duradouras para os envolvidos. O programa também contribui para o desenvolvimento da cadeia produtiva local, contratando diversos profissionais de forma direta e indireta. O impacto do projeto vai além da residência artística, promovendo a interação com a comunidade local e vizinha através das ações educativas da Christal Galeria, que incluem atividades em escolas, rodas de conversas, formações e outras estratégias de engajamento. Para garantir a acessibilidade, a galeria já possui rampas e banheiros acessíveis, além de oferecer cadeiras confortáveis e piso tátil. As ações de acessibilidade comunicacional incluirão legendas em vídeos, textos alternativos, audiodescrição e intérpretes de LIBRAS. Além disso, o projeto prevê textos em braille, um catálogo digital acessível e formação da equipe em práticas de acessibilidade.
Essas estratégias visam garantir que o PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA seja um projeto cultural inclusivo, promovendo a participação ampla e diversificada, e assegurando que todos os aspectos da experiência artística sejam acessíveis a um público amplo e variado. 1. Seleção Pública de Artistas Descrição: Processo de seleção aberto e inclusivo para escolher três artistas residentes e três suplentes. A seleção visa garantir diversidade e representatividade, respeitando as regras de inclusão social e priorizando a participação de mulheres, pessoas LGBTQIAP+, negros, indígenas e outras minorias.Duração: A convocatória será aberta por 30 dias.Custo: Gratuito para os participantes.Critérios: Artistas jovens que nunca tenham trabalhado com galerias, atendendo aos critérios de inclusão social estabelecidos nas políticas editais do Ministério da culturaMétodo: Divulgação ampla através de redes sociais, sites especializados e parcerias com instituições culturais e educacionais. 2. Residência Artística Descrição: Período de criação artística com suporte curatorial e técnico para os três artistas selecionados. O programa oferece um ambiente propício para o desenvolvimento de pesquisas e experimentações.Duração: 3 meses de duração total que permitirá uma imersão eficaz e produtiva.Suporte: Inclui orientação contínua de curadores e acesso a recursos técnicos e logísticos.Critérios: Foco em jovens artistas, mulheres, pessoas LGBTQIAP+, negros, indígenas e outros grupos minoritários. 3. Conversas Públicas e Trocas com Outros Artistas Descrição: Atividades programadas para promover o diálogo e a troca de experiências entre os artistas residentes e a comunidade artística local.Formato: Podem incluir práticas de atelier, paineis, mesas-redondas e workshops.Objetivo: Facilitar a integração e formação dos residentes com a cena artística local e fomentar a colaboração e o aprendizado mútuo. 4. Ações Educativas e de Acessibilidade Descrição: Atividades destinadas a envolver a comunidade local, especialmente escolas, e garantir acessibilidade a todos os públicos.Componentes:Visitas Mediadas: Guiadas para grupos escolares e comunitários, facilitando a compreensão das obras e dos processos criativos.Oficinas: Atividades práticas para estudantes e público geral, promovendo o engajamento com as artes visuais.Acessibilidade: Medidas como recursos de comunicação inclusiva (legendagem, audiodescrição), treinamento de equipe em práticas inclusivas, e adaptações físicas como rampas e banheiros acessíveis.Objetivo: Promover a inclusão e o acesso universal às artes, garantindo que todos os públicos possam participar e apreciar as atividades. 5. Exposição Coletiva Descrição: Exibição pública das obras criadas durante a residência, proporcionando um espaço para que o público possa fruir e valorizar as produções artísticas dos residentes.Formato: Exposição nas instalações da Christal Galeria.Duração: Mínima de 30 dias, garantindo tempo suficiente para a fruição do público.Objetivo: Mostrar o trabalho dos artistas e possibilitar a interação direta com o público. 6. Catálogo Descrição: Publicação de 80 páginas no formato A5 (14,8 x 21 cm), colorido, contendo textos e imagens das obras e dos processos criativos dos artistas residentes.Conteúdo: Inclui descrições detalhadas das obras, análises curatoriais e imagens de alta qualidade dos trabalhos produzidos durante a residência.Edição e Acompanhamento: A curadora do projeto será responsável pela edição e supervisão da produção do catálogo, garantindo a qualidade e a precisão das informações.Objetivo: Documentar a experiência da residência e a produção artística, ampliando a visibilidade dos artistas e das obras criadas.
Como estratégias de acessibilidade vamos adotar as seguintes medidas: Em acessibilidade física a galeria já dispõem de rampas e banheiros acessíveis para ampla circulação e fruição com autonomia de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, além de cadeiras confortáveis para aqueles necessitem de repouso ou apoio durante a visitação; como acessibilidade atitudinal iremos promover uma formação e treinamento com toda a equipe e artistas participantes para sensibilização e melhoria do atendimento; sobre acessibilidade comunicacional vamos manter em nossas redes sociais com legendas nos vídeos e textos alternativos nas postagens de redes sociais e contratação de audiodescrição para as obras e produtos gerados na residência, as conversas serão realizadas todas com intérpretes de LIBRAS. A Buscando a inserção e acessibilidade mais universal o projeto ainda prevê ações de de acessibilidade comunicacional e atitudinal ofertando textos alternativos em suas publicações, vídeos com legenda, audiodescrição das obras, textos em braile e catálogo digital com informações acessíveis para ferramentas de text read, e uma ação de formação para a equipe da galeria junto a equipe de acessibilidade.
Para garantir que o PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA seja acessível e inclusivo, adotaremos uma série de estratégias voltadas para a democratização do acesso e a promoção da participação de diferentes segmentos da sociedade. As ações propostas são gratuitas e têm como objetivo ampliar o alcance do projeto. Seleção Pública e Inclusiva:Convocatória Ampla: Realizaremos uma convocatória pública para a seleção de artistas, garantindo que o processo seja transparente e acessível a todos. A convocatória será amplamente divulgada por meio de canais de comunicação variados, incluindo redes sociais, sites especializados e parcerias com instituições culturais e educacionais.Critérios de Inclusão: A seleção será pautada por critérios inclusivos que respeitam a diversidade, como cotas para pessoas negras, indígenas e trans, conforme as diretrizes já estabelecidas pelo ministério da cultura. Isso assegura que o processo seja equitativo e representa a pluralidade de vozes e experiências. Ações Educativas e de Formação:Esta iniciativa promoverá atividades educativas gratuitas para estudantes e professores das escolas municipais e estaduais localizadas nas proximidades da galeria. As atividades incluirão visitas mediadas, bate papo e oficinas de arte, proporcionando uma experiência prática e enriquecedora que aproxima o público jovem das artes visuais.Acessibilidade e Inclusão:Acessibilidade Física: A galeria conta com rampas e banheiros acessíveis, cadeiras confortáveis e piso tátil para garantir a circulação e fruição autônoma de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Acessibilidade Comunicacional: Implementaremos legendas em vídeos, textos alternativos em postagens nas redes sociais, e audiodescrição para as obras e produtos gerados na residência. Todas as conversas e eventos terão intérpretes de LIBRAS para assegurar a participação de pessoas com deficiência auditiva.Formação e Sensibilização: Ofereceremos treinamento para a equipe da galeria e artistas participantes, focado em acessibilidade atitudinal, para promover um atendimento inclusivo e respeitoso.Catálogo e Documentação:Catálogo Digital Acessível: Será produzido um catálogo digital com informações acessíveis para ferramentas de leitura de texto, oferecendo descrições detalhadas das obras e processos criativos. Também incluirá textos em braille e formatos que atendam a diferentes necessidades de acessibilidade.Essas estratégias visam garantir que o PROGRAMA DE RESIDÊNCIA TERRITÓRIOS PINA seja um projeto cultural inclusivo, promovendo a participação ampla e diversificada, e assegurando que todos os aspectos da experiência artística sejam acessíveis a um público amplo e variado.
1. Chris Asfora Formação e Atuação: Christiana Asfora, empresária, fotógrafa e produtora recifense, formada em direito (AESO), estudante de pós-graduação em Cultura Visual com foco na fotografia e arte latino-americana pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) e fundadora da Christal Galeria de Artes (2021), onde atua como gestora. Entende que a fotografia é uma ferramenta importante para investigação, reconhecimento e garantia de direitos para os povos tradicionais, sendo este o seu principal ponto de atuação. Como empresária atua na abertura de oportunidades para mulheres e fortalecimento dos povos originários, negros e mestiços no estado de Pernambuco e Alagoas. Vive e trabalha entre Recife e São Paulo, onde atua na integração entre a disseminação da produção artística moderna e contemporânea de artistas do Brasil. Fundou na pandemia a Christal Galeria com o desejo de desenvolver um espaço cultural e de formação artísticapara o público, e através de diversas ações desenvolvidas em parceria com organizações civis e movimentos sociais, busca colaborar na construção de um novo paradigma de Brasil através das artes.Responsabilidades no Projeto:Coordenação Geral: Gestão geral do projeto, integração entre atividades e cumprimento das metas.Captação de Recursos: Liderança na busca e negociação de financiamentos e parcerias.Fortalecimento de Oportunidades: Facilitação de oportunidades para artistas e comunidades relevantes. 2. Curadora Formação e Experiência: Pós-Doutora pelo Departamento de História da USP (2019) e no Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) na Universidade Federal de Pernambuco/UFPE (2016). Doutora em História pela UFPE (2011), Mestre em Sociologia pela UNESP (2000), Especialista em Mediação Cultural (AGECIF) e História da Arte pela Ècole du Louvre (2002), Licenciada em História pela UNESP (1989). Atuou como professora substituta no Departamento de História da UFPE (2016-17) e professora colaboradora no Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE-UFPB (2016-17). Contemplada com o Prêmio Rumos Educação Cultura e Arte (2008/2010) e o Prêmio Funarte de Incentivo à Produção Crítica (2008-10). Experiência como docente, pesquisadora, gestora cultural, consultora e curadora, com foco em História da Arte do Brasil, Arte Contemporânea, Mediação Cultural, e Arte Africana da diáspora. Publicou em diversas mídias e atuou como professora adjunta no Instituto de Humanidades da Unilab (2018/2023) e no Departamento de Artes da UFPE (2023). Atualmente, é curadora no Programa de Curadoria da Arte Plural Galeria e em cooperação com outras instituições.Responsabilidades no Projeto:Curadoria: Desenvolvimento da curadoria dos artistas participantes do processo seletivo, coordenação da exposição, edição do catálogo e gestão das atividades curatoriais.Consultoria e Formação: Consultoria para a equipe e artistas, e desenvolvimento de programas educativos e formativos.Pesquisa e Publicação: Condução de pesquisas e publicações relacionadas ao projeto 3. Bárbara Collier Formação: Doutoranda Design (UFPE), Mestre em Artes Visuais (UFPE), Pós-Graduada em Economia da Cultura (UFRGS), e graduada em Artes Visuais (UFPE).Experiência Profissional: Atuou em diversas instituições culturais e projetos de artes visuais, incluindo a Prefeitura do Recife, Fundarpe, e Museu da Cidade do Recife.Responsabilidades no Projeto:Gestão Cultural: Coordenação das atividades culturais e educativas.Curadoria e Avaliação: Curadoria das exposições e avaliação dos projetos culturais e editais.Comissão de Seleção: Participação na seleção de artistas e avaliação de propostas.Coordenação das atividades educativas: Realização das parcerias com as escolas e agentes da comunidade, elaboração de roteiros de mediação cultural e demais atividades de interações entre artistas e público. 4. Carolina Moura Formação: Formada em Biologia (UFPE) e Pós-graduada em Planejamento e Gestão Ambiental (FCAP/UPE).Experiência: Atuou no coletivo CASA e em projetos de permacultura e educação social. Experiência internacional em centros de urbanismo e botânica.Responsabilidades no Projeto:Curadoria e Produção: Auxílio na curadoria das exposições e na produção executiva dos eventos.Captação e Parcerias: Prospecção de novos parceiros e clientes para a galeria. 5. Mariana Penha Formação: Estudante de Licenciatura em Artes Visuais (UFPE) e técnica em Processos Fotográficos (SENAC/SP).Experiência: Trabalhou como assistente de produção e arte-educadora, participou de projetos de pesquisa na UFPE, e estagiou em galerias e projetos culturais.Responsabilidades no Projeto:Assistência de Produção: Apoio na organização e execução das atividades da residência artística.Mediadora e Educadora: Realização das atividades educativas e mediação das interações entre artistas e público.
PROJETO ARQUIVADO.