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O projeto propõe a montagem e circulação do espetáculo Gota D´água de Paulo Pontes, Chico Buarque de Holanda e Oduvaldo Viana Filho, a partir do texto e músicas originais. Serão 30 apresentações de espetáculo adulto e 10 apresentações de espetáculo infantil.
PROPOSTA DE ENCENAÇÃO - GOTA D´AGUA Os padrões e expectativas impostos são ferozmente desafiados por Joana, a personagem feminina central da trama. No entanto, ela própria acaba sendo vítima de um ciclo de reprodução de violência perpetuado pelo patriarcado. Seria possível interromper este ciclo? Estruturalmente, esta adaptação propõe a intercalação entre as personagens femininas, buscando dinamizar a cena e explorar pontos de vista sobre a ação dramática. A música, executada ao vivo, irá interferir nessa dinâmica, conduzindo a dramaturgia também como uma personagem. Nesta toada, o coro se fará presente não apenas desempenhando a musicalidade da cena, mas trazendo a tona suas próprias dificuldades, refletindo sobre seu destino e, sobretudo, tecendo uma análise sobre a realidade social, econômica e política da atualidade, o que trará, por sua vez, a atmosfera contemporânea desta montagem. A obra sugere - uma desmontagem da estrutura, da forma, da comunicação, de seu caráter de produto finalizado; atentando contra a consistência, essas obras lembram mais a ruína do que propriamente um movimento de construção... Nada similar à noção vulgar de obra. A elas melhor se aplicaria o termo feliz de “Blanchot” – Desdobramento. Se há ali trabalho, visa a demolição da própria noção de trabalho, de obra, de linguagem, de palavra, do enquadre, da inteligibilidade etc. Caberá à encenação tornar o conjunto harmônico, mesmo que o intuito comunicativo não seja este. A proposta é construir um espetáculo coeso, que não tenha a pretensão de apontar soluções, mas que se insira e dialogue com a realidade político-social brasileira e dela suscite a reflexão. E, assim, estimule uma construção cênica poética e crítica. Este projeto se alinha com o teatro contemporâneo através do hibridismo de linguagens e da exploração da corporeidade dos atores. A encenação se pauta no sentido de permitir que o espaço criativo do ator se manifeste. A utilização do corpo-voz dos atores como canal de comunicação e expressão do indivíduo e do coletivo, ao interagir com os materiais propostos, deverá explorar significados e suas variações. FIGURINO APOSTANDO EM CORES VIBRANTES Os figurinos “cênicos” serão criados como possibilidade de serem incorporados ao cenário, onde poderão auxiliar na composição dos ambientes. As cores serão vibrantes e inspiradas na obra de Tarsila do Amaral, mulher forte e antenada com as questões sociais de sua época, uma grande força feminina na arte. Vibração que também é encontrada, sob vieses específicos, nas obras das artistas negras contemporâneas Aline Bispo (https://www.terra.com.br/nos/conheca-aline-bispo-que-usa-a-arte-para-celebrar-a-negritude-e-a-natureza,a5ebfba97bfc80941b67c25aa72162220jkh7oju.html) e Márcia Falcão (https://fdag.com.br/artistas/marcia-falcao/ ). Vestidos rodados, tecidos leves e cores vibrantes dialogam com as coreografias e com o enredo da peça. Figurino, adereços, cordas, fitas, corpos e os movimentos conversam entre si para trazer a energia que cada cena pede e principalmente, retratar a força e a sensibilidade feminina. CENÁRIO ATMOSFERA DA PERIFERIA O cenário deverá trazer a ideia de um conjunto habitacional de periferia, presente em todas as cidades brasileiras, deixando o espectador completamente envolvido numa atmosfera de eterna construção periférica. Não haverá objetos realistas, serão utilizados elementos simbólicos que se compõe e decompõe, de forma a trazer a reflexão de uma arquitetura e processo de urbanização feita por homens, de acordo com a urbanista preta Joice Berth (https://pt.wikipedia.org/wiki/Joice_Berth ). Um espaço estruturalmente hostil às mulheres, em especial àquelas que mais transitam pelas vias públicas, as mulheres periféricas, mas que é transformável através das intenções e ações dos atores. Como por exemplo, o andaime móvel, que representa o cortiço, o retrato das comunidades periféricas, das margens, onde tantas histórias se constroem, destroem e se reconstroem. A referência estética trará referências também de Lygia Clark, tendo os elementos cênicos desenvolvidos a partir da inspiração de suas obras e no desafio que ela propõe na relação entre corpo e objeto. A para além de sua contribuição estética, é uma mulher que inspira, por seu talento e compromisso com questões socioculturais e por engajar todas as pessoas, sendo artistas ou não, na experiência transformadora de criar. Outra referência estética será a artista plástica Lídia Lisboa, https://www.lidialisboa.com.br/?p=315, trazendo o trançado, o tecido moldável e o formato casulo/mama como contraposição acolhedora ao fálico do pontiagudo e contundente metal e concreto. Todo material cênico será usado para se transformar em diversas imagens e na produção de sons, que ajudarão a pautar a trama, através do recurso da música cênica, onde cada objeto de cena poderá emitir sons, ruídos e musicalidade. Interação entre cenário, objeto e ator fortalecendo o individual e o coletivo. SONOPLASTIA / SONS DIRETOS Os sons cênicos, terão como ponto de partida o universo dos terreiros. Para a construção, a inspiração virá de algumas artistas da atualidade como Mc Tha (https://pt.wikipedia.org/wiki/MC_Tha ) e Ritta Bennedito (https://pt.wikipedia.org/wiki/Rita_Benneditto ), artistas musicais em que sua produção artísticas são baseados nos ritos e estética africana. As músicas de Chico Buarque de Holanda serão executadas ao vivo, por 3 homens, entre eles Jasão e Creonte, que tocarão instrumentos musicais e cantarão juntos com as personagens femininas, de forma a desenvolverem a trama, complementada pelos sons cênicos e o texto que unificados darão um elo de ligação coeso. ILUMINAÇÃO A proposta é de que a iluminação seja concebida de forma que os próprios atores a possam manipular e executar em cena e, esta concepção vai muito além do mero efeito visual. Ela é parte do elemento central da narrativa e da atmosfera do espetáculo. A iluminação se torna um personagem ativo na história, moldando a atmosfera e as emoções da cena, em especial o jogo de sombras e luzes sobre os personagens masculinos. Cada movimento de luz irá refletir as nuances do estado psicológico das personagens, criar suspense, destacar momentos-chave ou até mesmo comentar a própria narrativa. Esta execução da luz, também confere à peça um caráter mais dinâmico e menos previsível. A cada momento, a iluminação pode mudar, surpreendendo o público e intensificando a experiência teatral. A manipulação da luz também contribui para a proposta estética, pois ao controlar a luz, o ator exerce um poder sobre a percepção do público, trazendo o mesmo para os atores ou cenas, sendo também um fio condutor. A luz cênica será utilizada para criar atmosferas carregadas de emoção, com contrastes fortes entre claro e escuro, sombras projetadas e cores intensas. A iluminação será sincronizada com a trilha sonora, criando uma experiência sensorial mais rica e envolvente.
Objetivo Geral O projeto propõe a montagem e circulação do espetáculo Gota D´água de Paulo Pontes, Chico Buarque de Holanda e Oduvaldo Viana Filho, a partir do texto e músicas originais. As músicas serão executadas e cantadas ao vivo no espetáculo. A montagem de Gota D’água terá como foco as mulheres da dramaturgia de Chico Buarque e Paulo Pontes, deixando nas sombras dois dos principais personagens masculinos (Jasão e Creonte), que serão utilizados para reforçar o contraponto entre o masculino e o feminino. Esta escolha pretende ressaltar como o contexto de marginalização social das personagens reforça a importância da sororidade como uma forma de resistência e fortalecimento, destacando a necessidade das mulheres se unirem para superar as desigualdades. Focado no feminino, Joana e a outras mulheres do elenco, revisitam essa história atemporal sob uma nova perspectiva, tecendo reflexões ainda mais profundas sobre as dores e lutas da mulher em uma sociedade patriarcal. Com músicas originais de Chico Buarque, Gota D'Água se torna uma experiência sensorial única. As canções, carregadas de poesia e sentimentos, guiam o público por uma jornada emocionante, tecendo um mosaico de amor, traição, abandono e a eterna busca por redenção. Mais do que uma simples releitura, este Gota d'Água se propõe a ser um manifesto feminino, convidando o público a refletir sobre os papéis sociais da mulher, a violência doméstica, a busca por identidade e a força da sororidade. Objetivos Específicos => Montar o espetáculo Gota D´Agua de Paulo Pontes, Chico Buarque de Holanda e Oduvaldo Viana Filho, a partir do texto e músicas originais. As músicas serão executadas e cantadas ao vivo no espetáculo. => Circular com o espetáculo Gota D´Água de forma gratuita em 05 cidades do interior do Brasil: Campinas/SP, Ribeirão Preto/SP, Catalão/GO, Hortolândia/SP, Santos/SP => Circular com o espetáculo Gota D´Água a preços populares, em 10 Capitais: São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Florianópolis, Porto Alegre, Goiânia, Vitoria, Salvador, Natal => Realização de 30 apresentações do espetáculo Gota D´Agua. => Realização de 30 rodas de conversa, uma após cada apresentação. CONTRAPARTIDA SOCIAL => Realização de 10 apresentações de espetáculo infantil de forma gratuita, em escolas públicas, sendo as cidades atendidas: Campinas/SP, Ribeirão Preto/SP, Catalão/GO, Hortolândia/SP, Santos/SP
A produção de espetáculos teatrais fora dos grandes centros no estado de São Paulo, como a Capital, na maior parte das vezes não é reconhecida e ou conhecida nestes espaços, o que muitas vezes obriga os grupos da periferia a se assumirem como sendo da cidade vizinha, como acontece na cidade de Hortolândia, que embora possua uma série de grupos profissionais, a maioria se identifica como Campinas. Somado a isso, a obtenção de recursos e apoios com ou sem leis de incentivo está cada vez mais difícil, pois os apoiadores querem visibilidade do projeto e não apostam em produções de cidades menores. Neste sentido, a Cia São Genésio, grupo profissional com 18 anos de existência e com sede em Hortolândia propõe repensar este mito através da montagem e circulação de um dos maiores textos teatrais do século vinte, com suas músicas originais, mostrando o seu potencial de realização artística e pesquisa, trazendo o público a pensar e ver produtos de qualidade técnica e artística, produzidos fora do eixo principal. Se grupos estruturados no grande eixo de produção paulista do anhanguera tem dificuldade, imagine um grupo que pertence a uma cidade que até pouco mais de 10 anos era conhecida como Carandiru caipira devido aos presídios e número de presos. Para a realização de um projeto deste porte, torna-se fundamental o apoio por parte da Lei Federal de Incentivo a Cultura. Somado a isso, dentro da legislação o projeto vai de encontro ao Art. 1º da Lei 8313/91 em seus itens: I;II; III;IV;V;VII;VIII e IX. Somado a esta argumentação, o projeto contempla os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 se enquadrando em : § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso- Todas as apresentações serão gratuitas e abertas, mediante capacidade de público do local. § 2o É vedada a concessão de incentivo a obras, produtos, eventos ou outros decorrentes, destinados ou circunscritos a coleções particulares ou circuitos privados que estabeleçam limitações de acesso _ Não Há limitação de acesso ou restrição de participação das comunidades. § 3o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais que forem disponibilizados, sempre que tecnicamente possível, também em formato acessível à pessoa com deficiência, observado o disposto em regulamento. _ Os videos apresentados serão legendados. Também busca alcançar os seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural através de bolsa/remuneração em estudos e apresentações; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante..
A cidade sede de produção será Hortolândia/SP e Campinas/SP onde será executada os itens administrativos da planilha.
Não aplicavel
Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade ao Conteúdo: Nas cidades do interior (5 cidades), onde houver apresentação, todas as seções serão inclusivas com Audiodescrição; Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE ou Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. Acessibilidade Física: Os locais onde ocorrerão as apresentações, vão contar com rampas de acesso, e toda a segurança conforme normas técnicas. Por se tratar de teatros, os mesmos ja apresentam condições minimas de acessibilidade.
- As apresentações infantis serão totalmente abertas e gratuitas, realizadas em escolas publicas de periferia. - 50% das ações do projeto são gratuitas. O projeto atende as seguintes especificaçõs de Democratização de Acesso da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, em seu Artigo 29. I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. ..... § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. § 4º Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). § 5º O valor total da receita prevista no projeto deve ser igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (ANEXO I).
JURACI DOS SANTOS MOREIRA - Coordenador do Projeto / Produtor / ProponenteJornalista, contabilista, produtor e gestor cultural. Atuou em diversas organizações do terceiro setor. Coordenou inúmeros projetos dePROAC /SP em editais, Incentivo ICMS, projetos da Lei do Esporte e da Lei Rouanet. Atuou ativamente na Diretoria de Convênios econtratos da Prefeitura Municipal de Campinas, gerenciando o sistema de convênios federais – SICONV. Possui especialização emcursos promovidos pela UNIBAN/Sindicato dos Jornalistas, Museu da língua portuguesa em São Paulo, Caixa Econômica Federal e Orzil.É um dos fundadores Cia de Teatro São Genésio e da Casa de Joana. Produziu mais de 20 espetáculos com circulação nacional. É umdos fundadores e realizador da Mostra Nacional de Teatro NaLona, do Circuito Cultural de Teatro infantil, da Escola Popular de cinema.Atualmente é Coordenador da Casa Criativa – Incubadora de Projetos com duas unidades sendo uma em Catalão/GO e outra emHortolândia/SP e do Centro Cultural Casa de Joana. Registro de produtor independente ANCINE: 41212/2018 AIRTON SILVA - Coordenador Tecnico / AtorAirton Silva ator e videomaker, atuo pela cia de teatro São Genésio, desde 2009, formado em iluminação Cênica, pelo Cam em 2010,atuei como iluminador e sonoplasta no Sesi Santos Dumont( 2008 a 2010)e Sesi Amoreiras (2010 a 2011) em 2011 iniciei A MostraNacional de Teatro NaLona, que acontece anualmente desde então, com participação inclusive de grupos internacionais, em 2014,através do edital de ocupação do Céu da artes- 123480/2013, ministramos durante um ano oficinas de cinema, em 2014 gravamosnossos curtas: “Um erro chamado Noêmia” e “Matilde”; Desde 2014 então ministro oficinas de cinema em escolas municipais eestaduais, Projetos de lei de incentivo como: Cine Cultura, Circuito Cultural, Cine Eco, Circuito das Arte, Cine Baú e outros me permitemensinar um pouco de audiovisual e despertar a vontade em vários jovens e adolescentes pelo pais. Todo este processo já foi aplicado amais 4 mil jovens e adolescentes, e possibilitou que pudessem experimentar todos os processos da criação de um além, e assim teracesso a mais uma possibilidade de profissão. ANA CLARA MOREIRA - AtrizAtriz, dançarina e produtora. Começou seus estudos nas artes da cena no Centro cultural Casa de Joana e participou de várias oficinasde teatro desde 2011 no instituto, além de apresentar variados espetáculos de conclusão. Estudou fotografia e cinema participando devárias oficinas voltadas ao audiovisual. Se formou técnica em dança no Conservatório Carlos Gomes e na Unimetrocamp Wyden segraduou em dança. Se formou no profissionalizante de teatro na Up Arts Campinas. Atualmente ministra oficinas de audiovisual pelaCity Web produtora, ministra oficina de teatro e balé na Casa Criativa e trabalha como atriz e pesquisadora na Cia de Teatro São Genésio. RITA OLIVEIRA - AtrizAtriz, dubladora, Mestra em educação (Formação de Professores), licenciada em pedagogia e pós-graduada em educação infantil e emArte Educação. Estudou no curso de formação de atores da EAD/USP (Escola de Arte Dramática da USP) e Conservatório Carlos Gomesem Campinas. Detentora de inúmeros prêmios em festivais de teatro e artes no Brasil. Dubladora, tendo sido premiada como a Melhordubladora em Campinas em 2015. Interpretou vários personagens no programa de TV Selva Corporativa e atuou nos filmes “Sindicatode Assaltantes”; “Labirinto”; “Um longo e demorado adeus” e “Um erro chamado Noêmia” e “Os Medos de Matilde”. Estudou voz naItália “sobre a voz falada e a voz cantada” no Centro de Produzione Teatrale Via Rosse. Estudou interpretação para cinema no EstúdioFátima Toledo e participou de um curso de interpretação para Tv ministrado por Denise Del Vecchio na Cia Teatrês. Atuou em váriosespetáculos como: “Minhas Criadas”; “A história da Caixa”, Enfim o Fim”; “Antes do Café” dirigido por Celso Frateschi; Romã de Hospitaldirigido por Luis Damasceno; Colcha de Retalhos dirigido por Elô Marques e “Arlequim e Seus Dois Patrões” dirigido por Neide Venezianono teatro de Kaminda (Hopi Hari). Dirigiu os espetáculos: “Severinos” (adaptação de Morte e Vida Severina) na Cia Abaporu; “Com quechapéu eu vou?” na cia São Genésio e “O pequeno príncipe” no grupo Oficina São Pedro. Foi monitora teatral do Centro ComunitárioSão Pedro (projeto Criança cidadã) de Hortolândia/SP e ministrou oficinas teatrais na Uniminas_MG para os graduandos da faculdade.Atualmente coordena os projetos Casa Criativa Catalão/GO e Casa de Joana / Casa Criativa em Hortolândia/SP. É atriz e diretora da CiaSão Genésio.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.