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Essa proposta busca complementar o orçamento da Orquestra Sinfônica de Campinas em seu funcionamento pleno, uma vez que o orçamento municipal não dá conta da integralidade de sua demanda.Durante o ano de 2025, o projeto viabilizará as atividades regulares da OSMC e seus grupos variados (trios, quartetos, concertos de câmara, etc).
Objetivo geral Realizaça~o da Temporada Oficial 2025 da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (OSMC), que consiste em uma se´rie de concertos apresentados no Teatro Castro Mendes de Campinas, com reperto´rio formado por obras de nota´vel valor arti´stico, densidade musical e elevada expressa~o arti´stica. Desta forma será possível ampliar o acesso à música clássica e ao canto lírico, superando os limites da sala de concertos, alcançando novos públicos e localidades Promover a inclusão social de forma abrangente, não apenas através do entretenimento, mas sobretudo por meio da educação musical. Objetivo especi´fico O objetivo deste projeto e´ complementar financeiramente a manutença~o da Orquestra Sinfonica de Campinas, que realizara´ 44 concertos, divididos em 22 programas, cada um apresentado 2 vezes aos Sa´bado, às 20h, e Domingo às 11h. As apresentaço~es ocorrera~o entre Março e Dezembro.
A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas foi a primeira instituiça~o do gênero a surgir em uma cidade brasileira fora de capital de Estado. Documentos de 1929 vieram à tona em outubro de 2014, e comprovam que a Sinfônica de Campinas foi criada, formalmente, em 6 de outubro daquele ano, como Associaça~o Symphonica Campineira. Em 1975, passa a ser mantida pela Prefeitura de Campinas, quando foi consolidada na estrutura que perdura ate´ os dias atuais. As de´cadas de histo´ria, registradas em atas, cartas, recibos, notas e livros demonstram o apreço do pu´blico campineiro e regional pela mu´sica erudita, que tornou Campinas rota indispensa´vel dos principais programas sinfônicos e operi´sticos do Pai´s. Desde então, a Orquestra desempenha um papel crucial em várias esferas culturais e sociais. Além de oferecer apresentações de alta qualidade e contribuir para a valorização da música clássica e contemporânea, frequentemente colabora com compositores e solistas, promovendo a criação e a interpretação de novas obras, tanto na esfera do contemporâneo erudito quanto na música popular. A OSMC é conhecida por ser uma das que mais integram talentos da música popular brasileira, promovendo diversos shows em praças públicas com essas referências. Também dentro da orquestra encontram-se diversos núcleos que mantêm programas educacionais e de formação para jovens músicos e estudantes. Eles oferecem oportunidades para aprender sobre música, desenvolver habilidades e se inspirar na prática profissional, atuando como um multiplicador do conhecimento e da prática musica. Ainda como parte da descentralização da difusão musical, a OSMC também realiza diversos concertos por toda região de Campinas, em especial em bairros mais simples e distantes do eixo de produção cultural, entregando a cidade um estímulo acessível e democrático para todas as atividades musicais. É inegável, portanto, o comprometimento da OSMC com a acessibilidade das mais diversas camadas da população ao patrimônio imaterial representado por sua música e sua história, através de sua temporada de concertos, e de seu plano anual de atividades como um todo. O valor que se pretende captar cobrirá parte das despesas com as atividades pretendidas no presente Plano Anual, auxiliando a instituição nos projetos de ampliação do acesso à música erudita e de valorização do profissional da área. Esta proposta se enquadra n Art. 1o da Lei 8313/91, no insiso I, e no objetivo do Art. 3o,insiso IV.
A Orquestra Sinfonica de Campinas tem em suas atividades anuais as seguintes apresentações: Concertos em Campinas : * Oficiais - Média de 02 por mês de Março à Dezembro * Extras - Média de 05 por ano, entre Igrejas, Salões e outros espaços em bairros. * Ao Ar Livre - Média de 03 por ano. * Didáticos - Média de 08 por ano em Escolas e CEUS (Centro de Educação Unificados ). Concertos em outras cidades : * Em média de 10 por ano. * Campos do Jordão - 01 vez por ano no Festival de Inverno. A classificação Indicativa é de LIVRE para todos os públicos.
ACESSIBILIDADE FÍSICA - Os locais de apresentação da Orquestra Sinfônica possuem os facilitadores de locomoção no espaço físico, como por exemplo o Teatro Municipal José de Castro Mendes de Campinas é mantido e fiscalizado pela Prefeitura Municipal de Campinas e segue todas as medidas de acessibilidade previstas na lei federal com rampas de acesso, corrimões e espaços destinados a cadeirantes. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - A música erudita é universalmente acessível.
Como medida para garantir a democratização de acesso às atividades em conformidade com o artigo 21 inciso V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22, a Orquestra realizará gratuitamente à população de baixa renda e pessoas oriundas de comunidades de alta vulnerabilidade, ensaios abertos e concertos especiais. A divulgação dos ensaios será feita através de associações comunitárias e ONGS parceiras que atuam em comunidades periféricas e de alta vulnerabilidade. O projeto garante a democratização, uma vez que seu público alvo é composto por pessoas de todas as faixas etárias e de todas as classes sociais. A democratização de acesso é caracterizada pela distribuição frequente de convites pela própria Orquestra a escolas, comunidades carentes e entidades deprovidas deste tipo de acesso a cultura. A Orquestra Sinfonica de Campinas tem em suas atividades anuais as seguintes apresentações: Oficiais - Média de 02 por mês Extras - Média de 05 por ano, entre Igrejas, Salões e outros espaços em bairros. * Ao Ar Livre - Média de 03 por ano. * Didáticos - Média de 08 por ano em Escolas e CEUS (Centro de Educação Unificados ). Concertos em outras cidades : * Em média de 10 por ano.
O proponente será remunerado pelos seviços de Produtor Executivo e Administração da presente proposta, abrangendo também a responsabilidade pela gestão administrativa/técnico-financeira. Segue alguns componentes da atual Orquestra Sinfonica Municipal de Campinas Carlos Prazeres Carlos Prazeres é um dos mais requisitados maestros brasileiros de sua geração. Regente titular da Orquestra Sinfônica da Bahia desde 2011, foi, por oito anos seguidos, regente assistente de Isaac Karabtchevsky na Orquestra Petrobras Sinfônica do Rio de Janeiro. Tem dividido o palco com artistas como Antonio Meneses, Nelson Freire, Heléne Grimaud, Ilya Kaler, Gil Shaham, Maxim Vengerov, Ramón Vargas, Peter Donohoe, Jean-Louis Steuerman, Fábio Zanon, Augustin Dumay, entre outros. Convidado pelo maestro Wagner Tiso para atuar como maestro de sua série MPB & JAZZ, passou a desenvolver uma extensa atividade na música popular, onde acompanhou artistas como Gilberto Gil, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, Hamilton de Holanda, Yamandú Costa, entre outros. Prazeres estudou regência com I. Karabtchevsky, graduou-se em oboé na UNI-Rio sob a orientação de Luis Carlos Justi e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan, sob a orientação de Andreas Wittmann. MÚSICOS PRIMEIROS VIOLINOS Aramís A. Rocha [Solista I] Nascido em Tatuí, iniciou seus estudos aos 4 anos de idade pelo Conservatório e aos 6 anos iniciou seus estudos de violino sendo orientado por vários professores, entre eles o Profo Paulo Bosísio. Formado em violino em 1990 pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos em Tatuí e Bacharel em música (violino) em 1993. Foi Spalla na Orquestra Sinfônica Paulista e Camerata de Cordas de Tatuí, na Orquestra Sinfônica de Sorocaba e hoje como Solista1 e spalla em concertos diversos pela OSMC. Ingressou na OSMC em 1998. Artur Huf [Solista I] Nascido em Santa Catarina, estudou com importantes nomes do cenário musical mundial como Chaim Taub (Israel), Nicolas Chumachenko (Alemanha), Cecília Guida (Argentina - Brasil), Paulo Bosisio (Brasil) e Cláudio Cruz (Brasil). Na UNICAMP, cursou a faculdade de Regência. Foi maestro Assistente da Sinfônica de Campinas em 2003 e 2004, estando à frente também da Sinfônica da Unicamp em diversos concertos. É spalla da Sinfônica de Campinas desde 2001, e da Sinfônica da Unicamp desde 1998. Foi spalla convidado em outras orquestras como Filarmônica de São Caetano e Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília. Como solista, apresentou-se com a Sinfônica de Americana, Sinfônica da Unicamp e Sinfônica de Campinas. É convidado permanente da OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), onde realizou vários concertos, gravações, e as turnês EUA (2009), e Europa (2010). Em 2010, funda o grupo ArsBrasil, voltado para a música de câmara brasileira, com o qual lança em cd o álbum triplo “Henrique Oswald – Música de Câmara”, já um sucesso de crítica, sob patrocínio da Petrobrás. No mesmo ano realiza a primeira turnê brasileira do grupo. Walter Finatto Ansante [Solista I] Bacharel e Mestre em Música (violino) pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Walter Finatto Ansante iniciou seus estudos de violino aos 8 anos de idade no Conservatório Carlos Gomes onde, por ocasião de sua formatura recebeu a medalha Ordem do Coreto, prêmio este concedido aos alunos de maior destaque. Estudou com os professores: Elisa Fukuda, Cecília Guida, Natan Schwartzman, Frederico Barreto, Moacyr Del Picchia e Maria Vischnia. Participou de Master Classes sob orientação dos professores: Haldan Martinson (EUA), Eva Szekely (EUA), Natalia Alenitsyna (Rússia), e Yang Liu (China). Participou de festivais de música em Tatuí, Londrina e Campinas (Unicamp) e de vários concursos de música dentre os quais se destaca o 2o lugar no Concurso Paulo Bosísio em Juiz de Fora em 2001. Foi 1o violino do Quarteto de São José dos Campos e Spalla da Orquestra Sinfônica de São José dos Campos. Atuou como Spalla ou Solista junto aos Maestros: Karl Martin, Aylton Escobar, José Maria Florêncio, Roberto Tibiriçá, Ligia Amadio, Cláudio Cruz, Alessandro Sangiorgi entre outros. Também atuou como Spalla convidado da Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra de Câmara Paulista e Orquestra Sinfônica da Unicamp. Na Orquestra Sinfônica de Campinas ocupa a posição de Solista I e desde 2006 tem atuado como Spalla. Em 2009, participou de um curso de aperfeiçoamento na Eslovênia, na classe do professor Roman Simovic (Rússia). Na área de música de câmara fundou e atua com dois grupos: Quinteto de Cordas de Campinas e Tangata, tendo esse último estreiado em 2009. Guilherme Silva da Cunha Sotero [Solista II] Ingressou na OSMC em 2002. Estudou música, instrumento violino, no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí, quando fez aulas com o Prof. Paulo Bosísio. Participou dos concursos Jovens Instrumentistas de Piracicaba e de Juiz de Fora -2o lugar (2001). Milton Pires da Silva Jr. [Solista II] Ingressou na OSMC em 2002. É formado em música, instrumento violino, pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí, na classe do Prof. Paulo Bosísio. Fez aperfeiçoamento com o maestro e violinista Cláudio Cruz, além de master classes com Erick Friedman (EUA), Sidney Harth (EUA) entre outros. Alcides Geraldo de Arruda Ingressou na OSMC em 1996. É formado em música, instrumento violino, pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí, onde fez aulas com os professores Paulo Bosísio Ayrton Pinto. Arthur Achilles D. Gonçalves Ingressou na OSMC em 1995. É bacharel em música, instrumento violino, pela Universidade Federal de Música da Paraíba, quando fez aulas com os professores Yeriko Pinto e Rafael Garcia. Júlio César Daólio Ingressou na OSMC em 1988. É bacharel em Arquitetura e Urbanismo pela Puc Campinas. Estudou música, instrumento violino, na Escola Municipal de São Paulo, onde fez aulas com os professores Alessandro Ramires e Leonardo Massuri, e posteriormente com o Prof. Frederico Barreto. Robson Rocha Ingressou na OSMC em 2003. É bacharel em Educação Artística pela Universidade ASSETA, de Tatuí. É formado em música, instrumento violino, pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, também em Tatuí, quando fez aulas com os professores Dário Sotero, Paulo Bosísio e Adriano Machado. Vlamir D. Ramos Júnior Ingressou na OSMC em 1998. É formado em música, instrumento violino, pelo Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, em Tatuí, quando fez aulas com o Prof. Paulo Bosísio. Estudou violino também com o Prof. Ayrton Pinto e fez master classes com Erick Friedman e Boris Belkin. SEGUNDOS VIOLINOS Samuel Pires de Lima [Solista I] Samuel Pires Lima, além de cursar violino e regência na USP, estudou também com vários violinistas renomados, dentre eles : Maria Vishnia ,Jorge Salim, Miha Pogacnich, Erich Lehninger, Gerd Heidenecker. Foi solista e spalla das Orquestras: Sinfônica Municipal de Campinas, Orquestra de Câmara de Campinas e de São José dos Campos e Sinfônica de Sorocaba. Danielle Pinto Lessa [Solista I] Ingressou na OSMC em 1985. Fez aulas de violino na Escola de Música da Universidade do Rio de Janeiro. Fez parte do quadro da Orquestra Sinfônica Brasileira em 1983, se apresentou com o Trio Scala e atualmente também faz parte da Sinfônica da Unicamp. Gláucia Pinotti [Solista II] Gláucia Pinotti, Violinista, natural de Piracicaba-SP, concluiu seu curso técnico em música- violino na classe de Celisa Frias e Elisa Fukuda, e de música de câmara com Ernst Mahle na Escola de Música de Piracicaba. Bacharel em Violino pela Faculdade Mozarteum de São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.