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PRONAC 249138Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A GENTE FINGE QUE NÃO VÊ

DANIEL PORTO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 280,9 mil
Aprovado
R$ 280,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-12-10
Término
2025-12-10
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A GENTE FINGE QUE NÃO VÊ é um projeto de artes cênicas, que consiste na montagem de um espetáculo teatral inédito inspirado na obraMine Vaganti de Ferzan Özpetek. Numa temporada de dois meses na cidade de São Paulo realizando um total de 24 apresentações.A peça será apresentadade sexta a domingo, totalizando 24 apresentações e com estimativa de atingir 6 mil pessoas com ingressos à preços populares. Além deum workshop de dramaturgia com o autor do espetáculo complementando a ação de contrapartida.

Sinopse

Antônio é um jovem gay na faixa dos trinta anos que veio de uma família conservadora. Para viver sua liberdade, deixa a cidade de São Paulo ainda adolescente para estudar em Buenos Aires e viver o sonho de ser escritor. Após muitos anos e vivendo um relacionamento estável, Antônio decide que está na hora de abrir sua sexualidade para sua família e decide retornar ao Brasil com o intuito de revelar quem ele é de verdade, porém Antônio é surpreendido quando seu irmão anuncia que também é gay, chocando a todos, especialmente o pai. Diante disso, Antônio é forçado a esconder sua verdade identidade e forçado pelo pai a assumir as responsabilidade e ajudar o pai no trabalho da família. Porém seu noivo aparece de surpresa em sua casa em São Paulo fazendo com que Antônio se veja obrigado a enfrentar seus medos e escolher entre o amor de sua família ou de seu companheiro.

Objetivos

Objetivos gerais: A GENTE FINGE QUE NÃO VÊ é um projeto de artes cênicas, que consiste na montagem de um espetáculo teatral inédito inspirado na obra Mine Vaganti de Ferzan Özpetek. Numa temporada de dois meses na cidade de São Paulo realizando um total de 24 apresentações. Com o objetivo de uma montagem de um espetáculo teatral inédito na cidade de São Paulo, o espetáculo tem objetivo de fomentar a cena cultural de São Paulo, proporcionando o contato do público com uma peça de relevância cultural e social, que abordará temas como: homofobia e autoritarismo. Na história, Antônio faz a revelação de sua homossexualidade, que revela o preconceito e a falta de aceitação dentro de uma família conservadora. A surpresa e o choque dos familiares, especialmente do pai, expõem a homofobia latente em muitas famílias tradicionais, principalmente em sociedades onde a masculinidade e a heterossexualidade são vistas como normativas. E através do espetáculo teatral levaremos a reflexão social sobre o tema. A proposta, além de fortalecer o mercado cultural da cidade, gerando empregos diretamente para artistas, espaços culturais e produtores locais, deseja democratizar o acesso a cultura por parte da população praticando preço de ingressos populares com valores oferecidos a R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia entrada) e R$ 10,00 (10% da lotação do Teatro). Valendo a meia entrada de acordo com A Lei Federal nº 12933/2013 e/ou adequada as leis municipais de cada localidade. Além da distribuição de 10% dos ingressos de maneira gratuita e 10% dos ingressos para a cota do patrocinador, que caso não utilize, será remanejado para a distribuição de ONGs e instituições sociais. Com projeção de atingir um público médio de três mil espectadores, levando em consideração a capacidade média de 400 lugares por apresentação. Objetivos específicos: Gerar trabalho para mais de 20 profissionais do setor entre: atores, técnicos e produção durante todo o processo de realização da projeto. Oferecer todas as sessões com intérprete de libras e audiodescrição gerando maior democratização e acesso ao produto cultural. Realizar dez apresentações de um espetáculo teatral inédito na cidade de São Paulo. Democratizar o acesso da população a um musical de excelência com preços verdadeiramente populares: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia entrada) e R$ 10,00 (10% da lotação do Teatro para grupos de ONGs), além de 10% de gratuidade por sessão. Fomentar o mercado cultural de São Paulo. Realizar como contrapartida 1 workshop de escrita de dramaturgia com 20 vagas e de forma gratuita.

Justificativa

O projeto teatral A GENTE FINGE QUE NÃO VÊ tem como objetivo provocar a reflexão do público sobre temas urgentes e contemporâneos, como a homofobia e o autoritarismo. Através de uma narrativa envolvente e culturalmente relevante, a peça explora a complexa dinâmica de uma família conservadora ao ser confrontada com a revelação da homossexualidade de um de seus membros, expondo preconceitos enraizados e a incapacidade de aceitar aquilo que foge às expectativas sociais e familiares. A história de Antônio, que revela sua homossexualidade e enfrenta a incompreensão e o choque de seus familiares, especialmente de seu pai, é um reflexo das muitas realidades vividas por pessoas LGBTQ+ em sociedades onde a masculinidade e a heteronormatividade são impostas como padrão. O espetáculo explora não apenas a repressão familiar e social que essas pessoas enfrentam, mas também o profundo conflito geracional que surge quando o desejo de liberdade individual colide com as pressões para manter as tradições familiares. Outro ponto central da peça é a dificuldade de ser autêntico em ambientes hostis à diversidade. Antônio, ao tentar esconder sua sexualidade após a revelação inicial, simboliza a luta de muitos que são forçados a negar sua própria identidade para atender às expectativas externas. O espetáculo, portanto, convida o público a refletir sobre as consequências desse tipo de repressão e sobre a importância da aceitação, do respeito e da liberdade de ser quem se é, independentemente de normas sociais impostas. Através de uma narrativa profundamente humana, A GENTE FINGE QUE NÃO VÊ convida o público a examinar suas próprias crenças e atitudes, questionando as bases de preconceitos e práticas autoritárias que ainda permeiam muitas famílias e comunidades. Ao abordar esses temas de maneira direta e sensível, o projeto visa promover um diálogo necessário sobre inclusão, empatia e o direito à diferença.

Estratégia de execução

Não aplicável ao projeto.

Especificação técnica

Espetáculo de Artes Cênicas – Produto Principal Peça de teatro de 70 minutos – Temporada de 24 sessões na cidade de São Paulo. Contrapartida Social – Produto Secundário Workshop ADAPTANDO OS CLÁSSICOS DA LITERATURA – Produto Secundário Ofertado gratuitamente como complemento a ações de contrapartida social e destinado a alunos da rede pública (universidades e ensino médio), professores, artistas, escritores e roteiristas. A ideia é desenvolver e ensinar as bases da escrita para teatro. Quantidade: 1 oficina. Tempo: 2 dias de 6h cada, totalizando 12 horas de oficina. Vaga: 20 vagas Inscrições: via formulário Ementa: ADAPTANDO OS CLÁSSICOS é uma oficina que oferece um panorama sobre as diferentes abordagens às histórias clássicas da literatura mundial. O workshop propõe a utilização de contos de fadas como ponto de partida, para a criação de uma dramaturgia feita para o teatro. O curso propõe uma ruptura com o olhar maniqueístas das adaptações além do estudo das obras e a pertinência de seus temas na contemporaidade. Conteúdo: - Noções básicas na escrita para o teatro. - Ferramentas para construção do gênero. - Ética, profissionalismo, mercado e carreira. - Como explorar o gênero sem recorrer ao plágio de ideias consolidadas. A seleção será realizada pelo autor do espetáculo e ministrante da oficina, através da ficha-formulária a ser preenchida, com o objetivo de formar uma turma diversa. Material: Pasta com materiais básicos como caneta, folhas avulsa; impresso do conteúdo (incluindo impressão em braile).

Acessibilidade

Conforme determina o art. 27 da IN 11/2024, segue as ações previstas para o projeto: PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Aspecto Arquitetônico: - O Teatro escolhido terá infraestrutura como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirante, assento para obesos e em localização de fácil acesso a todos. - Haverá pessoa capacitada na equipe de produção para auxilio de idosos, pessoas com dificuldade de locomoção. Aspecto Comunicacional: - Pessoas com Deficiência Auditiva – Haverá interprete de libras em todas as apresentações. - Pessoas com Deficiência Visual – Haverá audiodescrição em 4 apresentações. - Pessoas com Deficiência Intelectual – Haverá pessoa especializada para atendimento a pessoas com alguma deficiência intelectual, síndromes ou espectros. PRODUTO SECUNDÁRIO - Workshop (1 workshop de 12h, sendo 2 dias de 6h cada) - O local escolhido terá infraestrutura como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirante e em localização de fácil acesso a todos. - Pessoas com Deficiência Auditiva – Haverá interprete de libras durante as aulas. - Pessoas com Deficiência Visual – Haverá impressão em braile para material da oficina.

Democratização do acesso

Conforme o art. 29 da IN N 11/2024, legislação que rege a escrita do projeto, praticaremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo: Disponibilizaremos distribuição gratuita para alunos da rede pública de ensino e/ou mulheres que trabalhem com ONGs envolvidas com comunidades de mulheres em vulnerabilidade. III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Praticaremos o valor acessível do ingresso com valores entre R$ 50,00 e R$ 25,00 (meia).

Ficha técnica

TEXTO E DIREÇÃO - DANIEL PORTO ELENCO - EDUARDO MARTINI, SUZY REGO, LEONARDO MIGGIORIN, CELSO ANDRÉ, FRANCISCO SALGADO DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - DANIEL PORTO DIREÇÃO DE ARTE - KARLLA DE LUCA ILUMINAÇÃO - PAULO DENIZOT TRILHA SONORA - ALEXANDRE ELIAS PRODUÇÃO EXECUTIVA - FÁBIO CÂMARA IDEALIZAÇÃO - DANIEL PORTO REALIZAÇÃO - MADE IN ALCÂNTARA NOME: Daniel Porto FUNÇÃO: Diretor e Dramaturgo. RESUMO DA TRAJETÓRIA: Indicado ao APCA pela adaptação de As Aventuras de Pinóquio, Daniel Porto é natural de São Gonçalo e iniciou sua carreira em 2013 como dramaturgo da peça “O Pastor”, que recebeu o selo O Globo Indica daquele ano. Desde então escreveu mais de 15 peças teatrais, entre teatro adulto e infantil. Entre suas outras obras teatrais estão "Acabou o Pó" (2014), "Lady Christiny" (2016), "Volúpia da Cegueira" (2016), com atores cegos e "O Substituto" (2019). Atualmente, Daniel Porto está envolvido na finalização do seu primeiro longa-metragem, “A Miss”, filmado no primeiro trimestre de 2024, cujo roteiro foi desenvolvido durante o laboratório Varilux realizado pelo Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual em 2021. NOME: Suzy Rego FUNÇÃO: Atriz RESUMO DA TRAJETÓRIA: Suzy, nascida no Rio de Janeiro, iniciou sua carreira como modelo aos 13 anos. Em 1984, foi eleita Miss Pernambuco e conquistou o segundo lugar no Miss Brasil. Além de seu sucesso em concursos de beleza, Suzy construiu uma carreira sólida como atriz, participando de diversas peças de teatro, como "Procura-se um Tenor" e "O Método Gronholm". Na televisão, estreou em 1989 na novela "O Salvador da Pátria". Seus papéis mais notáveis incluem a personagem Carmem em "A Viagem" (1994), a vilã Malva em "Floribella" (2005-2006), e participações em novelas como "Morde & Assopra" (2011), "Amor Eterno Amor" (2012), "Império" (2014), e "Rock Story" (2016). NOME: Eduardo Martini FUNÇÃO: Ator RESUMO DA TRAJETÓRIA: Eduardo Martini nasceu em São Paulo. É ator, diretor e bailarino. Atuou em grandes produções no teatro, como A Chorus Line, Não Fuja da Raia, Na Medida do Possível, I Love Neide, I Love Neide A Viagem, Cinderela, de José Wilker, onde atuou e dirigiu o espetáculo. Na tevê esteve no elenco de Deus Nos Acuda, Chico Total, O Clone, Zorra Total e Cristal (SBT). Atualmente Martiniatua como Neide Boa Sorte, no programa Hebe, além de dirigir alguns projetos do SBT como um humorístico que ainda está em fase de avaliação, além do Minha Vida é uma Novela. Em 2023 ganhou o prêmio BIBI FERREIRA como melhor Ator interpretando Clodovil Hernandez. NOME: Leonardo Miggiorin FUNÇÃO: Ator RESUMO DA TRAJETÓRIA: Leonardo Miggiorin é um ator, cantor e psicólogo brasileiro. Estreou na TV com 17 anos em Flora Encantada (1999), mas ganhou destaque ao participar de Presença de Anita (2001) como Zezinho. Ao longo da carreira, participou de títulos como Senhora do Destino (2004), Cobras & Lagartos (2006) e Insensato Coração (2011). Na Tv Record, participou de A Terra Prometida (2016) e Jezabel (2019). Já na música, foi vocalista da Banda Vista, projeto que teve entre 2006 e 2013 ao lado de Fábio Ponce e outros quatro músicos. NOME: Karlla de Luca FUNÇÃO: Figurinista e Cenógrafa RESUMO DA TRAJETÓRIA: Formada em Artes Cênicas pela UFRJ, Karlla de Luca despontou na carreira teatral como parte da Artesanal Cia de Teatro. Seus talentos foram reconhecidos com dois Prêmios Zilka Salaberry de teatro: melhor cenário por "O Homem que amava caixas" (2011) e melhor figurino por "A Lenda do Príncipe que tinha rosto" (2009). No teatro adulto, sua carreira é marcada por uma série de trabalhos de destaque, incluindo: "Chica da Silva - O Musical" (2016), "Riobaldo" (2021), "Tatá e o Travesseiro" (2020) e "Azul" (2023). Karlla de Luca é reconhecida não apenas por suas performances como atriz, mas também por sua habilidade como figurinista, contribuindo significativamente para a qualidade estética e visual das produções teatrais em que está envolvida. NOME: Paulo Denizot FUNÇÃO: Iluminador RESUMO DA TRAJETÓRIA: Com mais de cem espetáculos no currículo, Eduardo Santos estabeleceu parcerias como criador com diversos diretores e produtores do teatro brasileiro. Entre eles estão nomes como João Falcão, Amir Haddad, Rubens Camelo, Lucio Mauro Filho, Eduardo Barata, Marcelo Serrado, Otávio Muller, Jacqueline Laurence, Fábio Ferreira, André Paes Leme, João Paulo Gross, Claudio Baltar, Ieda Dantas, Leandro Muniz, José Possi Neto. NOME: Alexandre Elias FUNÇÃO: Direção Musial e Trilha Sonora Original RESUMO DA TRAJETÓRIA: Premiado diretor musical ingressou no mundo teatral, aos 29 anos, assumiu a função de diretor musical do espetáculo infanto-juvenil “Patativa do Assaré” – dirigido por ninguém menos que Antônio Abujamra. De lá pra cá foram diversas celebrações com prêmios e espetáculos prestigiados em seu currículo como: Tim Maia, Vale Tudo o Musical, Gonzagão - A Lenda, S`imbora, o Musical - A história de Wilson Simonal, Maria do Caritó entre muitos outros. Atualmente é o diretor musical da de dança Cia Déborah Colker, abriu um selo de uma gravadora e está se aventurando na trilha sonora para cinema, com o longa-metragem A Miss, de Daniel Porto. NOME: Fábio Câmara FUNÇÃO: Produção Executiva RESUMO DA TRAJETÓRIA: Produtor cultural e assessor de imprensa, atua desde 2005 na área comunicação e cultura. Formado em Rádio e TV pela UMESP (2007) e com especialização em Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo pela Belas Artes (2022). Em 2014 tornou-se sócio-diretor da Lugibi Produções Artísticas. A produtora esteve à frente dos seguintes espetáculos nos últimos anos: “Elas são de Matar” (2024) Teatro Nair Bello, “Carmen Miranda – Pra Você Gostar de Mim” (2023) Teatro Itália, “Eu Sempre Soube ...” (2022) Teatro Eva Herz, “Feliz Dia das Mães” (2022) Teatro Morumbi Shopping, “O Último Concerto para Vivaldi” (2021) CCD, “Loucas” (2021) online, “Nunca Fomos tão Felizes” (2019) Teatro Itália, “Eles não usam Black-Tie” (2018) Teatro Aliança Francesa, “Diga que Você já me Esqueceu” (2018) Teatro Viradalata, “Enquanto as Crianças Dormem” (2017) Teatro Aliança Francesa, “Antes de Tudo” (2015) Teatro Augusta e “Manual para Dias Chuvosos” (2014) Teatro Augusta. Foi o produtor local dos seguintes espetáculos “Marilyn, por trás do Espelho” (2024) Teatro Arthur Azevedo, ”As Aventuras de Pinóquio” (2023) Teatro das Artes, “Grande Sertão: Veredas – Riobaldo” (2023) Teatro Eva Herz e “O Cego e o Louco” (2023) Teatro Sérgio Cardoso. Já assessorou mais 150 espetáculos teatrais. Foi durante 2014 e 2015, assessor do Teatro Aliança Francesa de São Paulo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.