| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07037123000146 | Ecourbis Ambiental SA | 1900-01-01 | R$ 102,4 mil |
| 66806555000303 | FBS CONSTRUCAO CIVIL E PAVIMENTACAO S.A. | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
Realização de montagem e temporada do espetáculo teatral inédito "O dia em que Bibi não saiu de casa", de Daniel Torrieri Baldi.
Em uma tarde que parece comum, duas estrelas veteranas da televisão, Bibi e Beta, se encontram no aconchego desconfortável da sala de estar de Bibi. O que começa como uma conversa casual entre antigas colegas de cena logo se transforma em um acerto de contas cheio de rancores, ressentimentos e revelações surpreendentes. As duas atrizes, outrora rivais nas telas e amigas na vida, enfrentam fantasmas do passado: traições profissionais, amores mal resolvidos e a sombra sempre presente do declínio artístico de Beta. Entre doses de uísque e tiradas ácidas, Bibi e Beta revivem suas desventuras no mundo do entretenimento e expõem, com uma mistura de ironia e dor, as armadilhas da fama e as frustrações pessoais. Em meio a provocações hilárias e acusações amargas, o reencontro toma um rumo inesperado quando um segredo mortal vem à tona. De repente, a rivalidade entre as duas se torna mais letal do que jamais imaginaram, e o veneno – literal e metafórico – passa a circular entre taças e palavras. "O dia em que Bibi não saiu de casa" é uma tragicomédia que explora as complexidades das relações humanas, as fragilidades do ego e o patético de quem vive à sombra dos holofotes. No desfecho surpreendente, as duas protagonistas se veem confrontadas com suas piores versões, e a luta por redenção pode chegar tarde demais.
PRODUTO PRINCIPAL Objetivo Geral: Produção de temporada inédita da peça "O dia em Bibi não saiu de casa", de Daniel Torrieri Baldi. Pretende-se também gerar empregos para diversas categorias de profissionais, propiciar um espetáculo teatral de excelência e qualidade para todas as idades, bem como contribuir para o enriquecimento cultural dos espectadores e motivar a contínua profissionalização do setor. Objetivo Específico: Realizar 36 (trinta e seis) apresentações, na cidade de São Paulo, em um teatro de, no mínimo, 200 lugares (podendo ser um teatro maior, de acordo com a disponibilidade de pautas na época de sua realização). PRODUTO SECUNDÁRIO Contrapartida Social: Realizar uma palestra sobre a relevância da cultura, da importância do teatro como um todo e, especificamente, sobre arte e educação e seu poder transformador na sociedade para 500 alunos de escolas públicas e estudantes de teatro da cidade de São Paulo.
Justifica-se a realização do projeto através deste Mecanismo de Incentivo em virtude de o mesmo se enquadrar no Art. 1º, incisos III e VIII, e Art. 3º, inciso II, alínea C, da Lei 8.313/01. O mundo das Artes, em geral, depende a sua realização de apoiadores e patrocinadores, juntamente com o apoio das Leis de incentivo fiscal. As telenovelas, enquanto um dos principais produtos culturais brasileiros, desempenham um papel central na construção do imaginário popular e na vida cotidiana do país. No entanto, além de seu valor de entretenimento, as novelas também refletem, em seus enredos, as complexas relações humanas que permeiam o convívio social. A peça proposta, ao explorar o universo dos bastidores desse ambiente tão familiar ao público, expande essa reflexão para o palco teatral, oferecendo uma narrativa que combina o fascínio pelo mundo televisivo com uma análise profunda das emoções e fragilidades humanas. A curiosidade sobre os bastidores da televisão vai além do glamour e das tramas fictícias. Ao desvendar as intrigas, os conflitos e as alianças que se formam por trás das câmeras, a peça proporciona um retrato honesto e patético das fraquezas, rivalidades e aspirações de seus personagens. Nesse sentido, ela expõe o lado mais cru do ser humano, suas vulnerabilidades e sua busca incessante por reconhecimento e poder. Esses elementos, muitas vezes ocultos sob a superfície brilhante das produções televisivas, emergem no teatro de maneira visceral, criando uma conexão íntima e poderosa com o público. Somado a isso, há o fato de que se pretende trabalhar com duas grandes atrizes conhecidas do público e que tem suas carreiras entrelaçadas à história da televisão. Ao mesmo tempo, o espetáculo aborda temas universais e atemporais, como a amizade e o rancor, o sucesso e o fracasso, sempre permeados pelo desejo de aceitação e realização. O patético da condição humana _ com suas fraquezas, ambições e desesperos _ é apresentado de forma cômica e trágica, revelando o quanto estamos dispostos a sacrificar por status e relevância. A peça explora com sensibilidade e humor os laços que unem e destroem as personagens, refletindo sobre a transitoriedade das relações e a fragilidade das conexões humanas em ambientes competitivos. Adicionalmente, o público terá a oportunidade de ver como a vaidade, a competição e a solidão afetam essas figuras, que, embora cercadas de glamour, vivem dramas profundamente humanos e identificáveis. O riso, que, muitas vezes, surge em meio ao absurdo das situações, serve para aproximar o espectador dessas histórias, provocando empatia ao revelar que, por trás da ambição e das intrigas, todos compartilham de desejos e medos universais. Assim, além de ser uma homenagem à cultura das telenovelas _ um dos pilares da televisão aberta brasileira _, a peça reflete sobre o ser humano em toda sua complexidade. A trama revela o quanto somos movidos pela necessidade de reconhecimento e amor, às custas da própria felicidade. Ao trazer essas questões para o centro da narrativa, o projeto assume não só relevância cultural, mas também um profundo interesse social, oferecendo ao público a oportunidade de rir, se emocionar e refletir sobre os aspectos mais humanos e, por vezes, patéticos, de nossas vidas.
Não se aplica.
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS A produção se compromete a selecionar locais para realização das apresentações que atendam aos requisitos de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Assim, o Projeto a ser realizado cumprirá o art. 27 do Decreto 5.761/2006, parágrafo II, ao proporcionar condições de acessibilidade aos portadores de deficiência e idosos. Acessibilidade Física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos etc. Deficientes Visuais: audiodescrição (realizaremos 03 apresentações com acessibilidade garantida, com divulgação em todo material gráfico e anúncios, impressos e/ou audiovisuais. Deficientes auditivos: intérprete de libras (realizaremos 03 apresentações com acessibilidade garantida, com divulgação em todo material gráfico e anúncios impressos e/ou audiovisuais. Deficientes intelectuais: Haverá um assistente de produção para acompanhar e orientar o referido público, bem como seus familiares. PRODUTO: PALESTRAS / CONTRAPARTIDA SOCIAL Para promover a acessibilidade de todos à palestra que será realizada para formação plateia, a mesma será gravada em vídeo, com legenda e disponibilizada na íntegra e gratuitamente na internet.
- Faremos 8 apresentações com ingressos promocionais com o valor de R$60,00 (trinta reais) inteira e meia-entrada de R$30,00 (quinze reais), respeitando os 20% para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente. - Nas demais 28 apresentações, os ingressos terão valores de R$150,00 (cento e cinquenta reais) inteira e R$75,00 (setenta e cinco reais) meia-entrada. - Realizaremos um ensaio aberto gratuito antes da estreia do espetáculo para e professores em geral, provenientes de Instituições Beneficentes e Escolas Públicas. - Serão distribuídos 720 ingressos gratuitamente (10% dos ingressos do produto principal) para população de baixa renda, através de Instituições Beneficentes. Em conformidade com o Art. 30, incisos III e V, da IN nº 01/2024, será adotada a seguinte medida de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas Para promover a formação de plateia serão convidados 500 alunos e/ou professores de escolas públicas e estudantes de baixa renda (10% do público estimado no plano de distribuição) sobre a relevância da cultura, da importância do teatro como um todo e, especificamente, um pouco sobre a história da televisão com um palestrante a ser convidado.
A proponente AB & BALDI SERVIÇOS LTDA., representada pelo seu dirigente DANIEL TORRIERI BALDI, receberá através da rubrica "Direção de Produção" e “Direitos Autorais”, sendo responsável pela gestão do processo decisório. FICHA TÉCNICA Texto – DANIEL TORRIERI BALDI Direção Artística – ELIAS ANDREATO Elenco – SILVIA PFEIFER, SUZY RÊGO e FELIPE CAIAFA Direção de Produção – DANIEL TORRIERI BALDI CURRÍCULOS RESUMIDOS DANIEL TORRIERI BALDI – AUTORRedator e roteirista, trabalha com marketing e publicidade, atendendo os mais diferentes clientes escrevendo vídeos institucionais, de treinamento, motivacionais e vídeo aulas. Foi professor da Escola de Atores Wolf Maya (2003 a 2015), desenvolveu o “Projeto Barra Funda”, direção de Wolf Maya para a Rede Globo. Participou e ganhou menção honrosa no Concurso de Novos Autores de Novela da Rede Record, em 2005, e entrou em segundo lugar para a Master Class do novelista Aguinaldo Silva, desenvolvendo a sinopse da novela “Fina Estampa”, que foi produzida pela TV Globo em 2011. No campo da ficção, é autor de vários curtas, entre eles “O Sexo Oposto” (2004), direção de Hudson Glauber e supervisão de Wolf Maya, “Fuga e Cativeiro”, direção de Rodrigo Gontijo, Márcia Arruda e Daniel Baldi, e “Unframed” (2003), direção de Guilherme Ramos, vencedor do Festival da Bahia e do Festival de Santo André como melhor vídeo digital. Em 2013, estreou como autor teatral escrevendo a peça “Biografia Não Autorizada”, direção de Jair Assumpção, com Marcos Oliveira e Tiago Robert, sendo considerada uma das cinco melhores comédias em cartaz da época pelo jornal O Estado de São Paulo, recomendada pela Veja SP; em 2018, escreveu o musical “Avesso”, direção de Hudson Glauber e direção musical de Thiago Gimenes, com Jair Assumpção, Vanessa Goulartt e grande elenco, sendo considerada umas das dez melhores dramaturgias do semestre pelo jornalista Miguel Arcanjo; em 2025, escreveu o musical “O Palhaço Tá Sem Graça”, direção de Hudson Glauber e direção musical de Thiago Gimenes, com Fafy Siqueira, Fernando Vieira, Danilo Moura e grande elenco, sendo indicada ao Prêmio Arcanjo na categoria de melhor teatro musical brasileiro. ELIAS ANDREATO – DIRETOR ARTÍSTICO Consolidou-se como uma das figuras mais proeminentes das artes cênicas brasileiras, atuando com destaque como ator de cinema, teatro e televisão, além de exercer uma influente carreira como diretor teatral. Irmão do renomado ilustrador Elifas Andreato, Elias iniciou sua trajetória profissional nos palcos em 1977, estreando na peça "Pequenos Burgueses", de Máximo Gorki, sob a direção de Renato Borghi. Esse marco inicial abriu caminho para uma série de atuações teatrais memoráveis em obras como "Tietê, Tietê... ou Toda Rotina Se Manteve Não Obstante o que Aconteceu", "Calabar", dirigida por Fernando Peixoto, e "Diário de um Louco". Sua versatilidade artística permitiu que ele transitasse com fluidez entre diferentes meios. No cinema, sua estreia ocorreu em 1984 com o filme "Shock: Diversão Diabólica", seguido por participações em produções relevantes como "O Efeito Ilha" (1994), "Sábado" (1995), "Doces Poderes" (1997) e "Boleiros - Era uma Vez o Futebol..." (1998). Já na televisão, Andreato debutou na novela "Helena" em 1987, interpretando Luiz Mendonça, e posteriormente integrou elencos de produções marcantes como "A Idade da Loba" (1995), a novela "Suave Veneno" (1999), onde deu vida ao personagem Clóvis, e a minissérie "A Muralha" (2000), no papel de Dom Cardoso. A década de 1990 foi particularmente vitoriosa para sua carreira, consolidando seu reconhecimento pela crítica especializada. Em 1990, Elias Andreato foi laureado como melhor ator pelo Prêmio Shell, pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e pela Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP), especialmente por seu trabalho em "Sexo dos Anjos". Além da atuação, sua faceta como diretor também recebeu honrarias, como o Prêmio IBEU de melhor direção em 1996 pela montagem de "Fantástikos". No teatro, sua assinatura como diretor e roteirista estendeu-se a espetáculos como "Levadas da Breca", "Não Tenha Medo Virgínia Woolf", "Rimbaud" e "Do Amor de Dante por Beatriz". Ao longo dos anos 2000, Andreato manteve uma presença constante e diversificada. No cinema, participou de filmes como "Os Xeretas" (2001), "Irmãos de Fé" (2004), "A Casa de Alice" (2007) e "Essa Maldita Vontade de Ser Pássaro" (2011). Na televisão, colaborou em obras como "Cidadão Brasileiro" (2006), "A Grande Família" (2006) e "Beleza Pura" (2008). Sua dedicação ao teatro permaneceu inabalável, envolvendo-se em montagens de peso como "A Gaivota", "Estado de Sítio" e "Eu e Ela", reafirmando seu compromisso com a profundidade dramática e a excelência técnica que definem sua longa e respeitada trajetória nas artes brasileiras.SILVIA PFEIFER - ELENCOatriz brasileira que iniciou sua notável carreira artística como modelo. Gaúcha de ascendência portuguesa e alemã, Sílvia começou a modelar em 1979, aos 21 anos, e rapidamente se tornou uma modelo profissional. Em 1981, iniciou sua carreira internacional na Europa, morando e trabalhando em Milão e Paris, onde desfilou para grifes de prestígio como Giorgio Armani, Christian Dior e Chanel Sua carreira na moda foi tão intensa que ela chegou a desistir da faculdade de Direito, e posteriormente de Comunicação Social, para se dedicar integralmente ao trabalho. A transição para a atuação ocorreu em 1990, aos 32 anos, quando estreou na minissérie Boca do Lixo. No mesmo ano, ganhou destaque na telenovela Meu Bem, Meu Mal como a personagem Isadora Venturini. A partir daí, Silvia Pfeifer consolidou-se na televisão brasileira, participando de sucessos como Perigosas Peruas (1992), Tropicaliente (1994), Malhação (1995), O Rei do Gado (1996), onde interpretou Léia Mezenga, e Torre de Babel (1998). Após um período na RecordTV, onde viveu Vera Ávila em Bela, a Feia (2009) e Mariinha em Topíssima (2019), a atriz retornou à Globo em 2012 para Malhação: Intensa como a Vida e, em 2014, viveu a vilã Úrsula em Alto Astral. Em 2017, Silvia atuou na novela portuguesa Ouro Verde, que foi vencedora do Emmy Internacional de Melhor Telenovela. No cinema, participou de filmes como Não Quero Falar Sobre Isso Agora (1991), Xuxa Popstar (2000), A Cartomante (2004) e o curta-metragem Segunda Feira (2018), pelo qual foi indicada e venceu prêmios de Melhor Atriz em festivais [8]. No teatro, esteve em peças como Marido Ideal (2007-08) e Callas (2014), dirigida por Marília Pêra. SUZY RÊGO - ELENCOAtriz brasileira com uma carreira marcada pela versatilidade entre televisão, teatro e cinema. Sua trajetória artística começou cedo, aos 13 anos, como modelo. Em 1984, representando a Ilha de Itamaracá, foi eleita Miss Pernambuco e, no mesmo ano, alcançou o segundo lugar no Miss Brasil, o que impulsionou sua carreira. Sua estreia na televisão ocorreu em 1989, na novela O Salvador da Pátria, seguida por Top Model. Um de seus papéis mais lembrados é o da corajosa Carmem na novela A Viagem (1994). Suzy Rêgo demonstrou sua capacidade de transitar entre diferentes emissoras e gêneros, atuando em Sangue do Meu Sangue (SBT, 1995), sendo protagonista em Amor e Ódio (SBT, 2001), e ganhando grande popularidade com o público infantil como a cômica vilã Malva em Floribella (Band, 2005-2006). De volta à Rede Globo, participou de novelas como Morde & Assopra (2011), Amor Eterno Amor (2012), Império (2014), onde interpretou a cerimonialista Beatriz Bolgari, e Rock Story (2016). Mais recentemente, integrou o elenco da série da Disney Juacas (2017-2019) e da novela Todas as Flores (2022). Sua atuação na novela luso-brasileira Paixões Proibidas (2006) lhe rendeu o Troféu Leão de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante. No teatro, Suzy Rêgo possui um extenso currículo, com peças como Procura-se um Tenor, O Método Gronholm e Mulheres de Shakespeare. No cinema, participou de filmes como Sete Minutos (2007) e Meu Nome É Bagdá (2021).DANIEL TORRIERI BALDI – DIRETOR DE PRODUÇÃO Produtor teatral, entre seus últimos trabalhos estão os musicais "Garota Glamour", com Totia Meirelles, Renato Rabello e Elaine Mickely, e "Rock Show", com Leilah Moreno, Vanessa Jackson e Kelly Moore, ambos do diretor Wolf Maya; a comédia "A Vingança de Milonga", de Loló Neves; o drama "A Via: Passageiros", direção de Hânia Cecília Pilan; "As Mulheres de Shakespeare", direção de Josemir Kowalick; “Perto do Fogo”, de Nicolau Ayer, com Geórgia Gomide, Carlo Briani e Leka Beglomini, “Olhe Para Trás Com Raiva”, direção de Ulysses Cruz com Sérgio Abreu, Thiago Mendonça, Karen Coelho e Maria Manoella, “Biografia Não Autorizada”, direção de Jair Assumpção, com Marcos Oliveira e Tiago Robert, “A Hora Perigosa”, direção de Daniel Herz, com Bebel Ambrósio, Carolina Lopez, Fernanda Heras e Tatiana Infante, “O Semeador”, direção de Hudson Glauber, com Genézio de Barros e Thiago Mendonça e segunda temporada com Flávio Galvão e Antonio Motta, “Amor em 79:05”, direção de Elias Andreato, com Josemir Kowalick e Eduardo Ximenes, “A Serpente”, com direção de Eric Lenate, com Juan Alba, Carolina Lopez, Fernanda Heras, Paulo Azevedo e Mariá Guedes, “O Monstro”, direção de Hugo Coelho, com Genézio de Barros, “As Irmãs Siamesas”, direção de Sébastien Brottet-Michel, com Cinthya Hussey e Nara Marques, “Avesso – o Musical”, de Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo, direção de Hudson Glauber, com Jair Assumpção, Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Letícia Spanghero e Ricarddo Manga, “Ator Mente” (2019), de Steven Berkoff, direção de Marco Antônio Pâmio, com Norival Rizzo, Noemi Marinho, Josemir Kowalick e Luciano Schwab; e uma nova temporada da peça “Amor em 79:05” (2022), de Vinícius Márquez, direção de Elias Andreato, com Josemir Kowalick e Felipe Camelo. Estamos em pré-produção das peças “O Sentido da Vida”, de Cássio Junqueira, com direção de Matheus Nachtergaele, com Alexandre Barros e Cássio Scapin; e “Apesar de Tudo”, texto e atuação de Wagner Molina, com direção de Hélio Cícero.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.