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PRONAC 249154Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

PCD: PINTA CANTA E DANÇA - 2025

MOVIMENTO CIDADE PROJETOS CRIATIVOS LTDA
Solicitado
R$ 1,47 mi
Aprovado
R$ 1,47 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo

Resumo

Projeto exclusivamente voltado para o público PCD contemplando oficinas de artes visuais com pintura urbana para deficientes auditivos (PINTA) cujo tema é o patrimônio imaterial da arte, oficina de composição musical para deficientes visuais (CANTA) cujo tema é o patrimônio imaterial na música e oficina de dança para idosos, obesos e outros portadores de mobilidade reduzida (DANÇA) cujo tema é o patrimônio imaterialna dança com duração de 05 dias e até 20h cada. Uma mostra de cinema exibe de curtas-metragens sobre patrimônio imaterial com as medidas de acessibilidade física, auditiva e visual; e conta apresentações musicais e culturais de outros artistas PCD's reconhecidos local, regional ou nacionalmente, compondo uma programação de um intenso dia que apresentará também os produtos finais resultantes das oficinas. O público alvo das atividades são prioritariamente jovens e adultos a partir de 18 anos de idade de todo o Brasil.

Sinopse

A classificação dos filmes da mostra pretende-se de classificação livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a inclusão social e cultural de Pessoas com Deficiência (PCD) por meio de uma Mostra Cultural abrangente e inovadora. A finalidade principal é criar um ambiente inclusivo e acessível, onde a arte se torna uma ferramenta de expressão e integração para jovens e adultos PCD de todo o Brasil. O projeto visa não apenas proporcionar experiências artísticas únicas por meio de oficinas especializadas, exibições audiovisuais e apresentações culturais, mas também busca sensibilizar a sociedade para a importância da diversidade e da igualdade de oportunidades colocando como tema o nosso patrimônio imaterial. O resultado almejado é uma comunidade mais consciente, empática e participativa, onde a arte serve como catalisador para a construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva. Objetivos Específicos: 1. OFICINA Realização da Mostra PCD com as seguintes formações: (1.1) Formação/Imersão/Oficina de Artes Visuais: Pensada para o público que tenha necessidade especial auditiva, realiza-se uma oficina de pintura mural/grafite ou outras técnicas das artes visuais com a realização de 01 intervenção artística feita coletivamente com os participantes da oficina. A formação será coordenada por artista visual surdo, ainda a ser convidado e transmitido em libras para os participantes. A oficina pretende ser voltada para um público de até 20 (vinte) participantes a partir de 18 anos, com até 20h de duração e 5 dias de atividades. Exemplo temático/sugerido: Grafismos Indígenas. Os grafismos tradicionais das culturas indígenas brasileiras, como os do povo Kadiwéu, são um exemplo de patrimônio imaterial que envolve arte. Esses padrões geométricos e simbólicos, frequentemente usados em pinturas corporais, cerâmica e tecidos, são ricos em significados e podem ser usados como inspiração para intervenções visuais e obras urbanas. A xilogravura, tradicionalmente usada nas capas dos folhetos de cordel, também é uma expressão artística forte e marcante no Brasil. As ilustrações carregadas de narrativas populares e folclóricas podem ser um ponto de partida para explorar a relação entre imagem, arte e cultura imaterial. (1.2) Formação/Imersão/Oficina de Música: Realização de uma oficina de musicalização e/ou composição musical voltada para o público que tenha necessidade especial visual (cegos e/ou baixa visão) e pretende ser coordenada por artista musical que também seja portador de deficiência. Nesta oficina, propõe-se a criação coletiva de uma música, que poderá ser gravada e/ou exibida ao público no encerramento junto aos participantes. A oficina pretende ser voltada para um público de até 20 participantes a partir de 18 anos, com até 20h de duração e 5 dias de atividades. Exemplo temático/sugerido: O Samba de Roda do Recôncavo Baiano. O Samba de Roda é uma tradição musical, ligada à cultura afro-brasileira, que combina música e dança. Este tema pode ser trabalhado na oficina de composição musical explorando ritmos tradicionais e suas letras que remetem à ancestralidade e resistência cultural. Outra sugestão: Viola Caipira e Folia de Reis. A tradição da viola e os cânticos da Folia de Reis, comuns no interior do Brasil, podem ser utilizados como base para as composições musicais, oferecendo uma rica fonte de melodias e histórias para trabalhar. (1.3) Formação/Imersão/Oficina de Danças: Voltada para idosos, obesos e/ou portadores de necessidades físicas, a oficina de danças urbanas pretende trabalhar movimentos e expressões das danças urbanas, dentro do contexto das inúmeras possibilidades de abordagem corporal com coordenador convidado que também possua necessidade física especial. Um resultado da oficina também será apresentado ao público. A oficina pretende ser voltada para um público de até 20 participantes a partir de 18 anos, com até 20h de duração e 5 dias de atividades. Exemplo temático/sugerido:Frevo (PE). Embora o frevo seja tradicionalmente conhecido como uma dança rápida, você pode adaptar os movimentos e a coreografia, usando a rica história do frevo para inspirar as coreografias de dança. A energia e a alegria dessa dança podem ser trabalhadas de maneira inclusiva. Outra sugestão: Carimbó (PA). O carimbó, dança tradicional do Pará, é mais leve e envolvente, o que pode ser adaptado para diversos níveis de mobilidade. Seu ritmo e movimento circular podem ser traduzidos em coreografias acessíveis e inclusivas. 2.MOSTRA AUDIOVISUAL: (2.1) Realização da Mostra PCD (evento presencial de 01 a 05 dias) com exibição audiovisual de até 20 filmes de curta ou curtíssima duração, nos gêneros experimental, videoclipe, documentário, videoarte, ficção e/ou animação, de até 25 minutos cada. A seleção de obras audiovisuais para a Mostra PCD concentra-se na promoção da inclusão das Pessoas com Deficiência (PCD), destacando narrativas que exploram a cultura imaterial. O objetivo é sensibilizar para as barreiras físicas, sociais e culturais enfrentadas no cotidiano, oferecendo uma plataforma de expressão artística que enriqueça as experiências das PCDs. Ao abordar temas como acessibilidade e diversidade, a Mostra PCD busca não apenas conscientizar, mas também inspirar reflexão e transformação, promovendo uma sociedade mais inclusiva e acessível para todos. A Mostra compõe o encerramento do Projeto, onde serão apresentados os resultados finais das oficinas apresentadas a seguir. A mostra audiovisual pode se relacionar de maneira profunda com o tema da cultura imaterial, pois o cinema e as produções audiovisuais são ferramentas poderosas para registrar, preservar e divulgar tradições e saberes que, de outra forma, poderiam se perder ao longo do tempo. A mostra pode exibir curtas-metragens documentais que registram práticas culturais e ofícios reconhecidos como patrimônios imateriais, como os mestres da capoeira, as rendeiras de bilro, os cantadores de reisado ou as benzedeiras. O audiovisual permite captar não apenas os aspectos técnicos desses saberes, mas também as histórias pessoais, crenças e valores que os envolvem. (2.2) Oficina Audiovisual com duração de até 20h e 5 dias, cujo objetivo é tratar dos temas e dos bastidores das oficinas do projeto.

Justificativa

O Projeto "PCD: Pinta, Canta e Dança" emerge em resposta à urgente necessidade de ampliar as vozes e visibilidade das Pessoas com Deficiência (PCD) no cenário cultural brasileiro. A iniciativa está alinhada aos preceitos do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, evidenciando a relevância do financiamento para assegurar a realização desse evento inclusivo. No contexto da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º, ao priorizar a promoção de acesso à cultura para as PCDs e fomentar a expressão artística inclusiva. Ao mesmo tempo, o projeto contribui para o alcance dos objetivos do Art. 3º da referida norma, ao contemplar: estimular a produção e difusão de bens culturais, promover a diversidade cultural e, especialmente, ao disseminar a consciência sobre a importância da inclusão, conformando-se como um veículo eficaz para a construção de uma sociedade culturalmente mais rica, acessível e igualitária. O apoio do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais se torna, assim, fundamental para o êxito dessa iniciativa que transcende os limites do entretenimento, tornando-se uma ferramenta de transformação social. No que tange ao artigo 3º da Lei 8313/91, o projeto enquadra-se no inciso II c) considerando que o projeto é entendido também como uma mostra de arte que integra, além do audiovisual, a formação e a livre fruição de conteúdos audiovisuais. O projeto é uma iniciativa da MC Projetos Criativos.

Estratégia de execução

Quanto às obrigações em relação as "Ações de salvaguarda do patrimônio cultural imaterial" constantes na IN seguem respostas conforme seguem: O projeto deverá ser desenvolvido sob a ótica da sustentabilidade social, econômica, cultural, ecológica e ambiental, com alinhamento às tipologias de ação previstas no Termo de Referência para a Salvaguarda de Bens Registrados, publicado pela Portaria Iphan nº 299/2015. De acordo com a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco, entende-se por salvaguarda "as medidas que visam garantir a viabilidade do patrimônio cultural imaterial, tais como a identificação, a documentação, a investigação, a preservação, a proteção, a promoção, a valorização, a transmissão - essencialmente por meio da educação formal e não formal - e revitalização deste patrimônio em seus diversos aspectos"; Resposta: O projeto será desenvolvido sob a ótica da sustentabilidade social, econômica, cultural, ecológica e ambiental, alinhado à Portaria Iphan nº 299/2015 e à Convenção da Unesco para Salvaguarda do Patrimônio Imaterial através da evidência do tema em oficinas, reconhecendo asism a importância e valorizando as manifestações com esse protagonismo visando a inclusão social de PCDs e a preservação do patrimônio cultural brasileiro de forma inovadora e sustentável. O projeto deverá demonstrar anuência prévia comprovada de representação reconhecida da base social detentora e a participação direta de detentores na concepção e execução da proposta, cuja ficha técnica necessariamente deverá incluir detentores do bem cultural objeto da proposta. De acordo com a Portaria Iphan nº 200/2016, entende-se como detentores as "comunidades, grupos, segmentos e coletividades que possuem relação direta com a dinâmica da produção, reprodução de determinado bem cultural imaterial e/ou seus bens culturais associados, e para os quais o bem possui valor referencial, é parte constituinte da sua memória e identidade"; Resposta: O projeto está em fase de definição exata das expressões culturais imateriais que serão abordadas nas formações. Assim que esses temas forem estabelecidos, será obtida a anuência prévia das comunidades e grupos detentores dos bens culturais em questão, conforme exigido pela Portaria Iphan nº 200/2016. Desta forma, estimularemos a participação dos detentores do patrimônio imaterial na concepção das oficinas a partir de uma futura revisão do plano pedagógico quanto na execução do projeto, incluindo sua presença na ficha técnica, respeitando seu papel essencial na preservação e transmissão dos saberes e práticas. O projeto deverá demonstrar a geração direta de benefícios materiais, sociais ou ambientais para os detentores do bem cultural em questão; Resposta: Benefícios Materiais: Os detentores, ao participarem da execução, como mestres/palestrantes nas oficinas, serão remunerados e terão acesso a novos mercados e oportunidades de renda, ampliando o alcance de seu patrimônio imaterial.Benefícios Sociais: A participação ativa dos detentores na concepção e execução das atividades promove o fortalecimento de suas identidades culturais, além de criar conexões entre diferentes comunidades e públicos, incluindo PCDs, favorecendo a inclusão social e a valorização do patrimônio imaterial. Benefícios Ambientais: As oficinas e atividades também promoverão práticas sustentáveis, tanto no uso de materiais ecológicos quanto na conscientização ambiental, valorizando os saberes tradicionais ligados ao uso sustentável de recursos naturais. Documentos comprobatórios da qualificação técnica do proponente e dos profissionais relacionados na ficha técnica, demonstrando atuação na área do patrimônio cultural imaterial, com o bem cultural objeto da proposta e junto à base social detentora e comunidades que serão beneficiárias das ações do projeto; Resposta: O cineasta Léo Alves (fundador da empresa proponente) realizou inúmeros trabalhos com o patrimônio cultural imaterial, destaca-se por exemplo o livro e o documentário "O Palhaço Menino", que narra suas experiências de imersão, pesquisa e audiovisual a respeito das manifestações das Folias de Reis, de Muqui e de outras regiões brasileiras. Em caso de projeto que vise a identificação, documentação ou inventário de bem imaterial, deverão ser indicados os bens culturais envolvidos e as propostas de pesquisa, levantamento de informação, organização e formação de acervo e criação de bancos de dados; Resposta: N/A Em caso de projeto que preveja pesquisa e documentação, deverão ser apresentados: metodologia utilizada; locais onde será desenvolvido o trabalho de campo ou documental; termo de compromisso de que o produto resultante será integrado, sem ônus, ao banco de dados do Iphan, de modo a tornar esses resultados de amplo acesso ao público; Resposta: N/A Em caso de projeto que vise a realização de pesquisas para a instrução técnica de processos de registro de bens de natureza imaterial como Patrimônio Cultural do Brasil, devem ser observados os procedimentos previstos no Decreto nº 3.551/2000 e na Resolução Iphan nº 1/2006; Resposta: N/A Em caso de projeto de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das línguas portadoras de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, deverá ser observado o disposto no Decreto nº 7.387/2010; Resposta: N/A Em caso de comercialização de ingressos de eventos, publicações ou outros produtos resultantes do projeto, a receita gerada deverá ser revertida às comunidades detentoras envolvidas; Resposta: N/A Recomenda-se que todo projeto enquadrado na área de Patrimônio Cultural inclua ao menos um produto secundário alinhado às diretrizes de Educação Patrimonial dispostas na Portaria Iphan nº 136/2016, como "Aplicativo", "Cartilha", "Catálogo", "Curso / Oficina / Estágio", "Exposição de Artes", "Jogo Eletrônico", "Livro", "Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra", "Sítio de Internet", "Vídeo", entre outros. Resposta: Foram acrescentados outros dois produtos que visam dar ainda mais destaque e valorização à cultura imaterial.

Especificação técnica

O projeto pedagógico das oficinas serão definidos quando da seleção das oficinas e seus respectivos oficineiros, conforme plano indicado nos objetivos específicos, já que será aberto uma chamada/edital visandos elecionar propostas de oficineiros e oficinas, visando democratizar e abarcar o maior número de possibilidades de oficineiros brasileiros. Em caso da curadoria avaliadora não encontrar oficinas que sejam condizentes com a proposta artística do projeto, trabalharemos com curadoria de pesquisa direta.

Acessibilidade

1.OFICINA Acessibilidade para deficientes físicos: Espaço de livre acesso para cadeirantes contendo rampas de acesso, espaço especial para visualização dos filmes - no caso de mostras presenciais - atendimento personalizado, banheiro com medidas de acessibilidade para acesso (PNE). (rubrica: banheiros, estruturas em geral e produtor executivo) Acessibilidade para deficientes visuais: Gravação audiovisual de uma aula e disponibilização do vídeo online com as medidas de acessibilidade em legenda com audiodescrição (rubrica: narrador de audiodescrição). Em caso de haver inscrito que seja selecionado para a oficina e que tenha esta necessidade especial, o mesmo terá: atendimento exclusivo da equipe do projeto, bem como acesso a todas as aulas presencialmente com ajuda de um coordenador pedagógico especializado. Acessibilidade para deficientes auditivos: Presença de um intérprete de libras traduzindo todas as aulas e toda a comunicação entre oficineiro e participantes contemplados. Gravação audiovisual de uma aula e disponibilização do vídeo online com as medidas de acessibilidade em legenda com libras (rubrica: intérprete de libras). - As três medidas de acessibilidade de conteúdo (intérprete de libras, legenda descritiva e audiodescrição) serão praticadas/adotadas em TODAS as aulas das oficinas; 2.MOSTRA AUDIOVISUAL Acessibilidade para deficientes físicos: Espaço de livre acesso para cadeirantes contendo rampas de acesso, espaço especial para visualização dos filmes - no caso de mostras presenciais - atendimento personalizado, banheiro com medidas de acessibilidade para acesso (PNE). (rubricas: banheiros, estruturas em geral e produtor executivo) Acessibilidade para deficientes visuais: Todos os filmes de todas as mostras audiovisuais do projeto terão as medidas de acessibilidade em legenda com audiodescrição (rubrica: narrador de audiodescrição). Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos os filmes de todas as mostras audiovisuais do projeto terão as medidas de acessibilidade em legenda com libras (rubrica: intérprete de libras) - As três medidas de acessibilidade de conteúdo (intérprete de libras, legenda descritiva e audiodescrição) serão praticadas/adotadas em TODAS as sessões dos festivais

Democratização do acesso

Conforme estabelecido pelo Artigo 28 da Instrução Normativa nº 01/2023, o projeto se alinha ao parâmetro de Democratização do Acesso, enquadrando-se no inciso IV ao "disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal". Essa iniciativa já está contemplada na Planilha Orçamentária por meio das rubricas "Registro Videográfico" e "Transmissão em Tempo Real (Internet) - Estrutura Técnica". 1. OFICINA Participação completamente gratuita mediante inscrição no formulário específico de cada oficina e seleção por curadoria, organização e/ou oficineiro com base em pré-requisitos estabelecidos internamente. Local do Evento: Centros Culturais, Praças, Quadras Escolares, Instituições de Ensino, Espaço Privado Locado para este fim e/ou outros parques municipais, estaduais ou federais disponíveis para a data do evento; Plataforma de internet: Em casos de aulas gravadas, as mesmas serão disponibilizadas em plataforma como Youtube e/ou similar. Estimativa total de público: 80 pessoas 2.MOSTRA AUDIOVISUAL >>> Plano totalmente gratuito Retirada de ingressos gratuitos diretamente na portaria do evento, com entrada imediata até o atingimento do limite de lotação do espaço a receber as atividades, considerando: -Acesso a partir de 18 anos-Primeiro lote com distribuição gratuita focada em comunidade de estudantes e professores de escola públicas, PCD's, Comunidades Tradicionais, LGBTQIA+, negros e negras.-Reserva/Doação direta de 10% dos acessos para as comunidades periféricas aon redor do local do evento. Local do Evento: Centros Culturais, Praças, Quadras Escolares, Instituições de Ensino, Espaço Privado Locado para este fim e/ou outros parques municipais, estaduais ou federais disponíveis para a data do evento; Plataforma de internet: N/A Estimativa total de público: até 2.000 pessoas Disponibilização da Cobertura Videográfica da Mostra Audiovisual, considerando: Plataforma de internet: Página Exclusiva da Mostra Audiovisual acessada através da Plataforma (Site) já utilizado pela Proponente Estimativa total de acessos: 30.000 acessos Período de Operação: 30 dias

Ficha técnica

Idealização e Administração MC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções) Produtora e realizadora audiovisual, baseada em Vitória-ES, responsável por projetos da marca MC. O Movimento Cidade existe há 05 anos e realiza, ao longo desse tempo, projetos de formação em documentário e videoclipe; intervenções artísticas urbanas; encontros e reflexões temáticos; laboratórios imersivos em empreendedorismo, arte urbana, música e audiovisual; batalhas de dança em todos os estilos urbanos e rima; editais e concursos de música, roteiros audiovisuais e de propostas artísticas em performance e arte urbana; e festivais de cinema e música.O MC só existe graças aos incentivadores/patrocinadores dos projetos culturais aprovados em leis de incentivo federal, estadual ou de verba direta. Em 2023 realizou os projetos MC. Arte com mais de 10 intervenções artísticas urbanas nos territórios da Grande Vitória, bem como os projetos MC. Mulheres e a Mostra MC.Pedal. Além disso, realizou o projeto "Geração Olhar do Futuro", um concurso audiovisual nacional voltado para jovens e tematizando os objetivos da sustentabilidade global da ONU. Léo Alves Diretor Artístico, Geral e Administrativo Sócio-Fundador da MC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções) Léo Alves é Diretor Geral e Diretor Administrativo do Movimento Cidade. Léo nasceu no dia do Espírito Santo e acredita ter uma ligação espiritual com a diversidade do estado e, sobretudo, com a cidade onde nasceu. Natural de Muqui, maior sítio histórico do Espírito Santo, é mestrando em "Tendências e Gestão da Cultura" pela Universidade de Lisboa e graduado em Jornalismo - Comunicação Social na Universidade Federal de Ouro Preto. Foi sócio diretor da Caju Produções, empresa pioneira em produção cultural no estado fundada em 2001, criador do Movimento Cidade em 2018 e fundador da Voe Produções (L.A. Ferreira Produções). Luisa Costa Diretora Institucional e de Comunicação Sócia da MC Projetos Criativos (Ex Voe Produções/L.A. Ferreira Produções) Luísa Costa é Diretora de Comunicação e Divulgação do Movimento Cidade. É jornalista, produtora cultural e estrategista digital. Atua com Cultura desde 2013, quando fez parte da equipe do extinto programa Ponto Cult (SBT-ES). De lá pra cá, morou em Toronto, no Canadá, estudando sobre Novas Mídias, em 2016. Em seu retorno, atuou como Gestora de Marketing em uma escola capixaba de negócios. Em 2020, retomou oficialmente para o trabalho cultural e se tornou Coordenadora do MoV.Lab, Labotatório Imersivo criado para jovens de regiões periféricas da Grande Vitória que teve sua estreia online, durante a programação do antigo Festival MoV.Cidade. Desde 2021 é Diretora de Comunicação do Movimento Cidade. Desde então, já foi gestora em 4 edições do Festival capixaba agora nomeado de MC, além de ter atuado em projetos na Grande Vitória e itinerantes pelo Brasil, como o MC.Arte, Geração Olhar do Futuro, Cidade Pedal e outros. Também atua na frente Institucional e Comercial dos projetos da marca Movimento Cidade. Carolina Castilholi Coordenadora Jurídica / Advogada Coordenadora Jurídica do Movimento Cidade, Carolina é advogada e professora universitária, trabalha e desenvolve pesquisas com ênfase na avaliação de impacto na gestão de recursos públicos e do compliance como estratégia para o fortalecimento da captação de recursos para negócios sociais e organizações do terceiro setor, por meio dos mecanismos de incentivo e do investimento social privado. Foi diretora da peça de teatro “O cientista maluco” (2007). Participou do projeto de formação audiovisual Geração Futura (2010); foi organizadora dos eventos. Discovery Days (evento de formação de lideranças jovens realizado em 2012), Ideia Social (encontro de profissionais do terceiro setor realizado em 2012) e “Global Village” (feira de cultura internacional realizada em 2013). Atua desde 2009 com o terceiro setor, tendo participado da fundação de três OSCs e integrado os quadros de outras cincoentidades. Atualmente, é presidente do Instituto Com.chá. Júlia Aguiar Diretora de Programação e Conteúdo Júlia é Diretora de Programação do MC. Formada em Fotografia pela universidade Senac (SP), é produtora de moda e stylist, com trabalhos assinados em publicações nos mercados editorial (revistas Vogue, Glamour, entre outras) e publicitário em São Paulo. Na área de produção audiovisual para publicidade, também atuou como diretora de arte e produtora de objetos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.