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Trata-se da produção de um filme documental de média metragem, com duração de 60 minutos, sobre a Justiça Climática no município de São Vicente (SP), que foi a primeira vila do Brasil, acompanhado pela realização de oficinas educativas e de uma cartilha digital.
Sinopse do Filme Trata-se de um documentário sobre a temática Justiça Climática. O filme traz um relato sobre as vulnerabilidades do Município de São Vicente (SP) que constituem potenciais riscos à população em um cenário de mudanças climáticas, e retrata os esforços de pesquisadores, gestores públicos e lideranças locais na busca por medidas de adaptação climática. A temática estará em evidência e trará importantes provocações e reflexões em uma das mais emblemáticas datas para o país: as comemorações dos 500 anos de São Vicente, a primeira vila brasileira. Classificação: livre Sinopse da Oficina Letramento climático é a compreensão da emergência climática – seus fatos, motivadores, impactos e urgência – que se concentra no desenvolvimento de valores, atitudes e mudanças comportamentais. Tendo o documentário como principal ferramenta para sensibilização e diálogo, a oficina visa estimular lideranças e jovens a serem multiplicadores da Ação Climática nas suas comunidades, com vistas às mudanças necessárias para fortalecer e ampliar a Justiça Climática. Classificação: livre Sinopse da Cartilha A cartilha é um material complementar ao documentário, com o obejtivo apoiar a disseminação do conceito de letramento climático. Letramento climático é a compreensão da emergência climática – seus fatos, motivadores, impactos e urgência – que se concentra no desenvolvimento de valores, atitudes e mudanças comportamentais. Disponível para download gratuito juntamente com o filme. Classificação: livre
Objetivo Geral Produção de um filme documental de média metragem, com a duração de 60 minutos, sobre o tema Justiça Climática no munícipio de São Vicente (SP), esta que foi a primeira vila do Brasil. Objetivo específico - Realização de Oficinas educativas sobre letramento climático tendo como base a apresentação e distribuição do filme. Quantidade: 10 oficinas - Criação de uma cartilha digital sobre letramento climático para acompanhar as oficinas e as apresentações do filme, e potencializar a disseminação de informações. Quantidade estimada: 5.000 downloads digital.
As mudanças climáticas resultantes da ação humana sobre o planeta são uma realidade premente e cujos impactos tendem a se intensificarem ao longo das próximas décadas. O conceito de justiça climática refere-se ao fato de que os impactos destas mudanças não se dão de forma proporcional sobre toda a sociedade, mas tendem a ser mais intensas ao recaírem sobre populações que já vivem em situação de maior vulnerabilidade socioambiental. O documentário terá como subsídio de conteúdo e construção da narrativa, o projeto COOP CLIMA, uma iniciativa pioneira no desenvolvimento de um conjunto de indicadores científicos e instrumentos de apoio à gestão e à co-construção de Políticas Públicas de Ação Climática no município de São Vicente, em São Paulo, para suporte à tomada de decisão. O COOP CLIMA compreende o desenvolvimento de um modelo de análise de vulnerabilidade socioclimática, a sua incorporação nas avaliações urbanas de riscos climáticos-urbanas e a adaptação de métodos de análise multicritério para seleção de medidas de adaptação e resiliência climática, capazes de contribuir para a criação de um sistema de indicadores de justiça climática adaptado para coleta cidadã. Esta metodologia, absolutamente inovadora, tem como premissa a participação de múltiplos atores, incluindo a participação comunitária, com vistas a alcançar uma visão sistêmica sobre o problema e suas possíveis alternativas de enfrentamento. Neste sentido, é de grande importância que todo o processo de co-construção destas políticas públicas seja documentado, que a produção audiovisual seja capaz não apenas de relatar os avanços e dificuldades, mas sobretudo de sensibilizar e engajar pessoas, deixando um legado sobre a construção dessas políticas públicas, tanto para registrar as experiências locais, como para inspirar a reação de outras comunidades e municípios que já estão passando por situações similares. Vale ressaltar que, em 2032, São Vicente completará 500 anos e o município estará em evidência e se tornará objeto para importantes provocações e reflexões pelo fato de ter sido a primeira vila do Brasil. Nesta perspectiva, o projeto está alinhado ao inciso Art. 1º da Lei 8313/91, conforme descrito nos incisos: "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória"; "IX - priorizar o produto cultural originário do País". Além disso, o projeto atente ao art. 3° da Lei 8313/91 referente ao cumprimento das finalidades expressas no art. 1° que estabelece que os "projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão aos objetivos de: II -fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)."
Plano de Direção O filme é um documentário participativo. Neste tipo de obra, a estratégia é documentar a relação entre os realizadores do projeto, o tema e a forma pela qual a situação filmada é alterada por essa relação. A estrutura do roteiro compreende a realização de entrevistas, captação de imagens de campo, uso de imagens de arquivo e animações gráficas. A participação da equipe de realização é ativa e o intuito é dar uma sensação de imersão à audiência, ou seja, de que como seria estar nas situações retratadas. A montagem reúne entrevistas individuais e coletivas, combinadas a imagens de cobertura que caracterizam este estilo de documentário. As filmagens combinarão planos abertos dos territórios e movimentos panorâmicos de câmara nas filmagens de campo, que permitam caracterizar as áreas litorâneas, de encostas e urbanas. Na montagem serão combinadas tomadas em planos médios com câmera parada quando pessoas entrevistadas são o foco da ação. Os protagonistas serão os pesquisadores que desenvolvem o projeto de adaptação climática, os gestores públicos, como Defesa Civil, bombeiros, lideranças locais, além de especialistas, incluindo climatologistas e oceanólogos, entre outros, a serem identificados durante a etapa de pesquisa. Como coadjuvantes, serão incluindo depoimentos e ações da população local, em particular daquelas residentes nas regiões de maior vulnerabilidade socioambiental às mudanças climáticas.
FILME DOCUMENTAL Duração 60 min. Plano de Produção Locações As filmagens ocorrerão no Município de São Vicente, com internas realizadas em equipamentos públicos, como centros de pesquisas e equipamentos comunitários, e externas, em bairros periféricos, na região costeira e na Serra do Mar. Formato de gravação Para a realização das gravações estão previstos os equipamentos: Câmera Sony A7R V, lentes Sony GM 24-70mm F2.8, Sony GM 70-200mm F2.8, Drone DJI Mavic Mini 2, Rode VideoMicro, Wireless Go II, Lapelas, Iluminação SmallRig RC 60B e Amaran AL-F7, Tripé, Filtros ND Tiffen 82mm (2, 3, 4-Stop), Filtro Tiffen Black Pro-Mist 1/8. • Entrevistas: gravação em 4K, 24 fps, Slog2, MP4 • Inserts: gravação em 1080p, 24fps, Slog2, MP4 • Áudio: 40Khz, mínimo de 196Mbps (WAV ou AIF) Na pré-produção estarão as atividades de pesquisa, ideação, elaboração do pré-roteiro, definição de sinopse, argumento e escaleta, além das etapas de planejamento logístico. O pesquisador desenvolverá ampla pesquisa sobre o tema, contribuindo para a construção da narrativa, definição dos personagens e para os argumentos visuais da obra. O planejamento logístico é um item muito importante do projeto pois, a maior parte das imagens serão captadas em locais em situação de vulnerabilidade econômica e social, caracterizados por diversos tipos de violência. Por esse motivo, desenhamos cuidadosamente a estratégia de produção prevendo: - a participação de mediadores locais, que são lideranças das comunidades para que, juntos, possamos inclui-los como cocriadores e sermos integrados e apresentados ao território, bem como intermediadores para as necessidades no local; - equipe de filmagens enxuta, concentrando as funções de direção cinematográfica e de fotografia em um profissional experiente, morador da Baixada Santista, que conhece e já atua nos territórios. A proposta é que as captações sejam espontâneas e pouco invasivas, podendo as imagens serem mais bem trabalhadas com o uso de tecnologia, imagens de arquivo e equipamentos como drone. - realização de uma oficina gratuita de audiovisual para jovens e agentes culturais da comunidade como parte da estratégica de produção para que eles tenham contato com profissionais, conheçam equipamentos e suas utilidades e a importância do audiovisual como ferramenta de diálogo, informação e transformação. A direção de cinematográfica e de fotografia atua junto à direção geral e de produção para decidirem as melhores alternativas para se alcançar conteúdo e estética pretendida para o filme, minimizando riscos. OFICINA Nome: Letramento climático em São Vicente: co-construindo saberes para a Justiça Climática Proposta pedagógica: utilizar uma obra audiovisual para sensibilizar e promover a difusão de conhecimentos relacionados às injustiças climáticas - do global ao local - e a luta por justiça climática, em um diálogo entre ciência, política e saberes comunitários. O filme, neste caso, é uma poderosa ferramenta artística para estímulo do pensamento crítico e reflexivo, bem como ativador da cidadania e da mobilização local. Ele será apresentado em uma sessão coletiva e potencializado com a realização de uma oficina com atividades de arte e educação e do uso de uma cartilha digital, complementar ao filme como material de apoio, fortalecendo a disseminação e a compreensão conceitual. - Duração: 3h - Participantes: 30 participantes em cada oficina- Público-alvo: lideranças comunitárias e jovens de comunidades vulneráveis - Realização: mediador e um arte-educador (preferencialmente profissionais de São Vicente)- Metodologia: Apresentação do documentário: Justiça Climática: como estamos em São Vicente? Após a apresentação do documentário será realizada uma dinâmica com o grupo para aprofundar conhecimentos sobre o tema e para buscar respostas as seguintes perguntas: 1) As injustiças Climáticas do global ao local. Estamos todos igualmente sujeitos aos impactos das mudanças climáticas? - Os que menos emitem gases e contribuem com as mudanças climáticas são os mais vulneráveis aos seus impactos; - As lutas sociais por justiça climática nos fóruns globais internacionais; - A emergência do tema no Brasil e inserção em políticas públicas; - Injustiças climáticas nos territórios: populações vulnerabilizadas, racismo ambiental, caminhos anti-racistas e por justiça climática. 2) Quais os caminhos possíveis? Adaptação para quem, como, porquê e quando? CARTILHA - Número de páginas: série de 3 cartilhas com 20 páginas cada. - Estrutura: texto e ilustrações - Formato: digital - Idioma: português - Disponível para download gratuito - PDF acessível
Acessibilidade de conteúdo Filme: legenda descritiva, audiodescrição, tradução em Libras Cartilha: PDF acessível, disponível em site com plugins de acessibilidade, facilitando o acesso e a navegação. Acessibilidade Física Oficinas: locais com infraestrutura adequada para acolher pessoas com qualquer tipo de deficiência ou mobilidade reduzida (em conformidade com a Lei 13.146/2015 – Lei Brasileira da Inclusão)
Filme: estará com livre acesso no hotsite e canal do YouTube do projeto (a serem criados), em canais de parceiros como o site NOSS (acesso em: www.noss.each.usp.br), o YouTube COOP Clima, Universidades e Organizações locais, e em TVs educativas. Além disso, esforços serão envidados para apresemtação do documentários em Mostras de Cinema, Eventos e Plataformas que abordem temáticas socioambientais. Cartilha: estará disponível online para dowload gratuito no hotsite específico do projeto a ser desenvolvido, nas Redes Sociais do projeto e, também, com link para acesso em sites e redes de parceiros. Oficinas: serão gratuitas, mediante a inscrição.
Luanda Aparecida Bonadio - Diretora Geral e proponente Trajetória de 30 anos percorrida nas áreas de Comunicação e Marketing, Cultura e Terceiro Setor, nos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. Desde 2010, como empreendedora cultural, desenvolvo projetos autorais e atuo como consultora, principalmente, em Organizações da Sociedade Civil e Equipamentos de Cultura trazendo como diferenciais o fortalecimento da identidade e da visibilidade para geração de valor institucional e a conexão entre empresas e projetos. Junto com clientes proponentes aprovei mais de R$ 30 milhões em recursos incentivados. Destaco como principais atividades realizadas: a Gestão Executiva da 23ª Conferência Geral do Conselho Internacional de Museus – ICOM Rio 2013, realizada no Rio de Janeiro; a produção executiva e o planejamento estratégico de planos anuais de atividades de organizações de cultura e museus, como o Instituto Arte na Escola e os Museus Castro Maia (RJ); a gestão da programação cultural online e o desenvolvimento de editais para a contratação de artistas e produtores do Centro Max Feffer Cultura e Sustentabilidade, em Pardinho, SP e a criação e corealização do Mapeamento da Economia Criativa – Cuesta Paulista Nos últimos 5 anos tenho, também, me dedicado ao fortalecimento dos setores Cultural e Criativo por meio de pesquisas, conexões em rede de empreendedores/profissionais e projetos que tenham a Economia Criativa como força propulsora da geração de trabalho e renda e do desenvolvimento local, sendo entusiasta do uso da tecnologia e do audiovisual para comunicação de temáticas sociais, culturais e ambientais. Fui realizadora do Festival Interarte, contemplado pela Lei Aldir Blanc/2020 e do Curso Gestão Cultural revelada na Prática, contemplado pela Lei Paulo Gustavo/2023, ambos visando a atualização e a formação de[rofissionais do setor. Felipe Beltrame – Diretor Cinematográfico e de Fotografia É documentarista, comunicador socioambiental e ativista, focado na defesa dos direitos humanos e da natureza. Sua missão persiste em humanizar pautas e conscientizar a sociedade civil sobre questões socioambientais através de narrativas imagéticas focadas em comunidade, território, economia e coparticipação. Trabalhando temáticas sobre emergência climática, movimento indígena e manifestações populares colaborou com diversas ONGs, institutos e veículos de imprensa tradicionais e alternativos. A exemplo: National Geographic Brasil, Mídia NINJA, Greenpeace e SOS Mata Atlântica. Participou de diversas exposições coletivas e individuais, como a SP-Arte 2018 e a SP-Foto 2020 e publicou dois fotolivros - um coletivo e outro individual - sobre o maior aglomerado de palafitas da América Latina, o Dique da Vila Gilda, localizada em Santos (SP). Com o artigo "Jornalismo independente e grandes reportagens: influência digital e sustentabilidade" participa do livro “Comunicação e Marketing Digital”, da série economia criativa. Acesso ao portifólio em: www.felipebeltrame.com Érico Luciano Pagotto – Pesquisador e roteirista Profissional sênior de perfil interdisciplinar, conta com mais de 30 anos de experiência profissional, atuando como professor e consultor. É graduado em Psicologia e em Ecologia, pós-graduado em Educação Ambiental e doutorado em Sustentabilidade. Integra a equipe de pesquisadores do NOSS – Núcleo de Pesquisas em Organizações, Sociedade e Sustentabilidade, da USP. É professor de Sociologia Ambiental na Fatec Jacareí. Um de seus principais temas de pesquisa é o greenwashing, com diversas publicações na área, incluindo o livro “Greenwashing: Manual da Propaganda Ambiental Enganosa”. No campo das TIC’s, é tecnólogo em Experiência do Usuário, licenciado em Artes Visuais e possui MBA em UX Design. Atua como orientador científico do curso de “Especialização em Inovação, Transformação Digital e E-Gov”, oferecida pelo Estado do Paraná e professor de UX Design na Fatec de São José dos Campos. É pesquisador, roteirista e membro-fundador da Moeté Filmes, produtora audiovisual especializada em divulgação científica. Como pesquisador, possui mais de 50 trabalhos publicados, entre periódicos científicos, artigos em congressos, livros e capítulos, alguns deles premiados. Sua tese de doutorado conquistou o Prêmio de Teses da USP, o Prêmio de Teses da Associação Nacional de Pesquisa em Ambiente e Sociedade e foi indicada ao Prêmio de Teses da CAPES. Daniel Felipe de Paiva – Direção de Produção e Montador Daniel Felipe de Paiva é Pós-graduado em Produção Multimídia com ênfase em Audiovisual pela UMC (Universidade de Mogi das Cruzes/SP), possui Extensão Universitária em Agente de Educação Ambiental pelo IFSP (Instituto Federal de Jacareí/SP) é Tecnólogo em Meio Ambiente e Recursos Hídrico pela Fatec (Faculdade de Tecnologia de Jacareí/SP) e atualmente está cursando o Curso Livre de Cinema Fora do Eixo pela escola de cinema Master Shot de São José dos Campos-SP. Atua como prestador de serviços em projetos socioculturais há 15 anos e socioambientais há 6 anos por meio de leis de incentivo, patrocínio direto e contratação direta. Nos segmentos: audiovisual, fotografia, música e socioambiental, nas funções de elaboração, escrita e execução de projetos, diretor cinematográfico e de fotografia, produtor audiovisual, executivo, cultural e musical, roteirista, consultor cultural e ambiental, educador não formal, videomaker, fotógrafo, operador de som direto, operador de câmera, operador de live streaming, montador, editor e finalizador de imagens com conhecimentos nos softwares DaVinci Resolve, Adobe Premiere, Filmora, Photoshop, Lightroom e Canva. Conta com equipe especializada para realização de alguns trabalhos e projetos, é membro fundador da Moeté Filmes. Sylmara Lopes Francelino Gonçalves Dias - Coordenadora Pedagógica Professora Associada da Escola de Artes Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP). Professora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental (PROCAM-USP) e do Programa de Pós Graduação em Sustentabilidade (PPgS-USP). Doutora em Ciência Ambiental pelo Programa de Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo (PROCAM-USP). Doutora em Administração pela Escola de Administração de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (EAESP-FGV). Professora Visitante da University of Surrey (UK); University of Victoria (Canadá). É líder do NOSS Núcleo de Pesquisa em Organização, Sociedade e Sustentabilidade; membro da Rede de Pesquisadores em Gestão Social (RGS), membro do Laboratório de Sustentabilidade (LASSU) da Escola Politécnica da USP. Foi presidente (2023-2024) e vice-presidente (2021-2022) da Comissão de Pesquisa e Inovação da EACH-USP. Foi Presidente da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação e Pesquisa em Ambiente e Sociedade –ANPPAS (2019-2023). Assessora científica das maiores agências brasileiras de fomento à pesquisa: CNPq, CAPES, FAPESP (áreas de Administração, Administração Pública e Interdisciplinar). Publica regularmente artigos em periódicos nacionais, anais de congressos e reuniões científicas nacionais e internacionais. Possui experiência no campo da Administração, com enfase nas seguintes temáticas: sustentabilidade, gestão socioambiental, gestão de póliticas públicas, politicas ambientais, justiça climática, Poluição por plástico, resíduos sólidos, catadores de materiais recicláveis, comunidades vulnerabilizadas. Endereço para acessar CV lattes: http://lattes.cnpq.br/6059048919993035
PROJETO ARQUIVADO.