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Uzixak é uma exposição/instalação de arte indígena contemporânea, proposta em um espaço artístico e cultural para livre circulação e ocupação. Composto por imagens projetadas, espelhadas e exibição de videoartes, em que os transeuntes possam experimentar e refletir a partir dos reflexos e projeções de imagens suas e outras presenças atravessadas e complementares. Dentro deste espaço haverá um outro, onde haverá uma outra imersão sensorial à provocar aspectos reflexivos sobre a cultura indígena.
Uzixak é uma exposição/instalação de arte indígena contemporânea, proposta em um espaço artístico e cultural para livre circulação e ocupação. Composto por imagens projetadas, espelhadas e exibição de videoartes, em que os transeuntes possam experimentar e refletir a partir dos reflexos e projeções de imagens suas e outras presenças atravessadas e complementares. Dentro deste espaço haverá um outro, onde haverá uma outra imersão sensorial à provocar aspectos reflexivos sobre a cultura indígena. UZIXAK é a tradução para ‘ver a si’. Composto com espelhos e projeções a exposição propõe uma experiência imersiva com filmes, imagens e obras plásticas que dialogam sobre uma necessária atualização da ancestralidade, reconhecendo suas inteligências, medicinas e tecnologias. Revela o que se apresenta em dualidades iguais e diferentes, mas ainda pertencentes ao mesmo universo, ligadas por atravessamentos históricos.
Valorizar os conceitos, filosofias e intelectualidades indígenas. Ressignificar a moralidade e ética civil, questionando o verdadeiro conceito sobre civilidade. Reconhecer o indígena por sua existência atualizada, com uma cultura e civilidade atemporal. "Quero transformar essa sala de exposição em uma viagem para uma reflexão de si mesmo. No que as pessoas se permitem enxergar, espelhar e sentir quando estão presas apenas em si mesmas?" Zahy Tentehar Desenvolver uma exposição como instalação e exibição de vídeoartes com um espaço amplo com projeções, propondo uma experiência imersiva e sensorial. Propomos uma transfusão entre áudio visual projetado e reflexos espelhados, com objetivo de reflexão a respeito do estereótipo indígena e o entendimento sobre suas atualizações e a nossa civilidade. ESPECÍFICOS: 1 Exposição/ instalação apresentadas em museu ou centro cultural com ações inclusivas 2 Salas instalações para exposição de 2 videoartes interligados a obras plásticas 1 Sala com experimentações sensíveis interligadas a a obras plásticas
UZIXAK é a tradução para ‘ver a si’. Composto com espelhos e projeções a exposição propõe uma experiência imersiva com filmes, imagens e obras plásticas que dialogam sobre uma necessária atualização da ancestralidade, reconhecendo suas inteligências, medicinas e tecnologias. Revela o que se apresenta em dualidades iguais e diferentes, mas ainda pertencentes ao mesmo universo, ligadas por atravessamentos históricos. Provocativo, a instalação UZIXAK nos apresenta uma reflexão a partir da relação afetiva histórica com os povos indígenas com os espelhos. Sabe-se que durante a colonização os nativos eram "presenteados" com espelhos por seus colonizadores. A intenção era mostrar-lhes a si mesmos, conduzindo uma reflexão para que o colonizado ao enxergar sua condição e comparar com os colonizadores pudessem acreditar em uma inferioridade de suas condições. Este é um ato racista e cruel, que infelizmente está estruturado na nossa sociedade, sendo mantido até os dias atuais, quando, dentre muitas violências, insistem em acreditar que indígenas são inferiores, não são refinados e nem preparados para ser e estar inseridos dentro de suas próprias terras. Ao longo da história, o objeto espelho foi banalizado nesta cultura, mas os impactos se perpetuam na vida dos nativos. Mesmo conscientes da dimensão da violência colonizadora a que foram submetidos, sabendo da distorção das narrativas, principalmente sobre quem são os indígenas, ainda é muito difícil a conquista de um respeito, equidade e reconhecimento devido, sendo necessário haver movimentos em prol de um processo decolonizador. "Sou uma mulher indígena e artista, sou o resultado do atravessamento em minha identidade de questões originárias e outras criadas e impostas de maneira castradora. Eu estou viva e resisto, mas há em mim sequelas de uma invasão planejada para exterminar minha história, meus antepassados e minha família. Como descendente daqueles que eram "inocentes" ou "puros" e que foram enganados sobre sua imagem lhes devolvo os espelhos como presentes para que se vejam de forma consciente e reflitam sobre o que são e estão sobre suas imagens refletidas neste presente movimento entre passado e futuro. " Zahy Tentehar Contudo, a exposição propõe uma reflexão e inflexão a partir do que se experimenta em coletivo, por uma experiência estética. Assim, UZIXAK é um convite a reconhecer-se como Ser-espelhamento, inserção e reflexo, compositor desta sociedade compreendida como civilizada, a qual se deve o questionamento sobre sua presença e responsabilidade nesta existência. Contudo, a exposição propõe uma reflexão e inflexão a partir do que se experimenta em coletivo, por uma experiência estética. Assim, UZIXAK é um convite a reconhecer-se como Ser-espelhamento, inserção e reflexo, compositor desta sociedade compreendida como civilizada, a qual se deve o questionamento sobre sua presença e responsabilidade nesta existência.
SALA DE VÍDEO 1 - SALA COM TAMANHOESTIMADO: 10X10m2.80m de altura A SALA EXPOSITIVA PERMITE O ACESSO AO CONTEÚDO ATRAVÉS DAS SENSAÇÕES, DO SENTIR AS TEXTURAS DA TERRA, DA FOLHA, DOS CHEIROS, E SONS .PROPORCIONANDO UM AMBIENTE EXPOSITIVO AUDIOVISUAL QUE INCLUI OS DEFICIENTES VISUAIS E AUDITIVOS ATRAVÉS DE OUTRAS EXPERIÊNCIAS. É IMPORTANTE O ACOMPANHAMENTO DE UM MONITOR PARA GUIAR ESSE PERCURSO EXPERIMENTAL. SALA DE VÍDEO 2 - SALA COM TAMANHOESTIMADO: 10X10m2.80m de altura SALA INTERATIVIDADE – MAPA ESPELHOS A SALA TERÁ DIVERSAS CAIXAS DE SOM, QUE REPETIRÃO OS NOMES DOS POVOS INDÍGENASEM SUAS LÍNGUAS. A INTENÇÃO É PERMITIR QUE O PÚBLICO SE APROXIME DOS SONS E QUE OS DEFICIENTES AUDITIVOS POSSAM SENTIR A VIBRAÇÃO DOS SONS AO SE APROXIMAREM DAS CAIXAS. LISTA COM OS NOMES DOS POVOS INDÍGENAS EM BRAILE FRASES EM ZE’ENGETÉ - LÍNGUA DO TRONCO TUPI - GUARANI ADESIVADAS NAS PAREDES LATERAIS DA SALA. TEXTO SOBRE A EXPOSIÇÃO E ARTISTA COM TRADUÇÃO EM BRAILE UMA PEQUENA REFLEXÃO SOBRE O BRASIL UM MAPA DO BRASIL COMPOSTO POR PEQUENOS ESPELHOS. CADA ESPECTADOR PODERÁ RETIRAR UMA PEÇA DE ESPELHO, QUE REVELARÁ O NOME DE UM POVO INDÍGENA. O ATOTEM A INTENÇÃO DE RESSALTAR A DIVERSIDADE BRASILEIRA E O RECONHECIMENTO DA ORIGEM DO PAÍS PROVOCANDO REFLEXÃO E RECONHECIMENTO DOS POVOS ORIGINÁRIOS.
O projeto se dedica à acessibilidade, inclusão e pautas minoritárias sociais, pois acreditamos que a experiência sensorial é capaz de compreender o Ser por sua diversa capacidade de sentir e pensar integralmente sem hierarquizar corpos, sentidos, funções ou classes. Haverá ações de acessibilidade, em consonância com a Lei de Acessibilidade n° 10.098/00, com vistas à democratização do acesso à produção cultural para pessoas com deficiência. A instalação se propõe a ser acessível e inclusiva aos deficientes físicos e pessoas de baixa renda, espaço interno para cadeirantes, serviço de áudio descrição, braile e libras. AÇÕES DE ACESSIBILIDADE Experiências imersivas: audíveis, táteis e visuais. Descrições em braille e alto relevo; serviço de audiodescrição. Contratação de monitores capacitados para o atendimento de visitantes e espectadores com deficiências, incluindo a linguagem de libras.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Plano de gratuidade e/ou ingressos a preços populares, destinados a instituições educadoras. Trabalho de formação de plateia junto a grupos, associações, entidades, escolas municipais, Cieps e outros, garantindo o acesso deste público nas produções. Proporcionar bate-papo entre o público, a artista e sua equipe para maior acolhimento social, a partir do tema da exposição.
Criação e Idealização: Zahy Tentehar Autodidata e multidisciplinar, Zahy, uma mulher indígena e artista - nascida na reserva Cana Brava, no Maranhão/Brasil - é resultado do atravessamento em sua identidade de questões originárias e contemporâneas e vem entrelaçando diálogos inovadores entre suas múltiplas linguagens, questionando ao longo de suas criações o comportamento da humanidade e suas intervenções socioculturais na atualidade. Atuando intensamente no mercado artístico, seja no teatro ou audiovisual, Zahy questiona-se sempre o ponto de equilíbrio entre as demandas do mercado capitalista e seus propósitos de comunicação e sensibilidade para sua atuação. Na música, Zahy participou na composição de duas canções com José Miguel Wisnik, seu amigo e parceiro na área. São as canções: “Terra plana” e "Estranha religião". A artista participou também de alguns shows do mesmo. Além disso, ela foi compositora, cantora e arranjadora vocal no solo “Azira’i - Um musical de memórias”. Ainda, Zahy foi convidada especial do programa “Essa Nossa Canção”, apresentando uma regravação da música “Língua” de Caetano Veloso para o Museu da Língua Portuguesa. Com curadoria de Carlos Nader e Hermano Vianna, consultoria de José Miguel Wisnik e curadoria especial de Isa Grinspum Ferraz. Como Artista Visual, expôs através de instalações solo para o Canal Project-NY e SESC COPACABANA-BR. Em coletivo, expôs para New Museum-NY, MAM-BR, MAR-BR, MASP-BR e CasaFestival-UK. Na TV, Zahy estreia no ano 2024 sua primeira novela, “No Rancho Fundo”, no horário das seis com Direção de Allan Fiterman e escrita por Mário Teixeira. Ela integrou o elenco da “Série Dois Irmãos” Rede GLOBO, com a Direção de Luís Fernando Carvalho e “O sono do homem branco” do mesmo diretor para a TV Cultura. Em Streaming, foi protagonista ao lado de Marcos Pigossi na segunda temporada de “Cidade Invisível”, série criada por Carlos Saldanha, na Netflix. Ainda este ano, Zahy está para estrear duas outras séries: “Americana” para o Canal Star+ da Disney plus e "Tarã" também da Disney Plus. No Cinema fez “Não Devore Meu Coração”, com Direção de Felipe Bragança e atualmente com uma nova parceria como Co-Diretora e atriz de uma nova adaptação de "Macunaíma" para o Cinema com o mesmo diretor. Fez "Semente Exterminadora" do Diretor Portugues Pedro Neves Marques e "O Jardim Fantástico" de Fábio Baldo e Tico Dias. No teatro, Zahy foi vencedora como melhor atriz no Rio de Janeiro pelo Prêmio SHELL 2024, por seu solo musical “Azira’i” que também recebeu outras 4 indicações no Prêmio Shell e 4 no Prêmio APTR. Foi protagonista na ópera "Il Guarany - O Guarani", de Carlos Gomes, com concepção de Ailton Krenak, direção cênica de Cibele Forjaz e direção musical de Roberto Minezuk. A ópera uniu a Orquestra Sinfônica Municipal, o Coro Lírico Municipal, e com participação especial de uma Orquestra e Coro Guarani, do Jaraguá KYRE'Y KUERY. Atuou em “Macunaíma - Uma Rapsódia Musical” como atriz convidada pela companhia Barca dos Corações Partidos e com Direção de Bia Lessa. Também foi atriz convidada para as peças "Os insensatos" e "Guerra em Iperoig" com a companhia Mundana, com direção coletiva e "Como Devo Chora-los?", com a Direção de Marina Vianna. Atualmente está circulando o Brasil com o seu primeiro solo, espetáculo musical “Azira’i”, após temporada no Teatro I no CCBB 2023, produzida pela Sarau Agência e com Direção de Eduardo Rios e Denise Stutz. Direção e Produção Artística: Elaine Erhardt Rollemberg Brasileira, graduada com Licenciatura em Dança (UniverCidade, 2005), pós-graduada em Produção Cultural (UCAM, 2016) e pós-graduada em Arte e Filosofia (PUC-RIO, 2019). Elaine trabalha com criação, produção e direção artística, dramaturgia de movimento e preparação corporal em projetos culturais empresariais, coletivos ou particulares. Elaine é uma entusiasta do movimento nas produções artísticas, trazendo sua linguagem base como orientação para a fruição de diversas linguagens da pluralidade artística, desde a ideia em projetos até a corporeidade materializada. Suas dedicações têm sido com atenção aos relevantes diálogos socioculturais indígenas, feministas e antirracistas. A profissional atuou como diretora e produtora artística da exposição "ZEXAKAW" de Zahy Tentear na Galeria SESC de Copacabana (2023) e da exibição fílmica de “KARAIW A’E WÀ - Os Civilizados” da mesma artista Zahy Tentehar para a exposição "NAKOADA" no MAM RJ (2022). A profissional foi produtora artística do "Nova Música Convida" - SESC (2022) e do festival "EntreDança" do SESC RJ (2022). Internacionalmente, Elaine produziu artisticamente para Zahy Tentehar , como artista visual para uma instalação solo para o Canal Project - NY e instalações coletivas para New Museum - NY, MAM - BR, MAR - BR, MASP - BR e Casa Festival - UK. Performer e/ou Diretora de movimento de Curtas Metragens como Mocho, Indo, A casa Tomada e Sobre a Natureza das Andorinhas, exibidos pelo festival Move Rio no CCBB-RJ (2022). Preparadora Corporal da Residência do Teatro Independente com direção de Paulo Verlings (2022). Performer, produtora e diretora nos premiado curtas-metragens “De pano e remendada” (2020) e “As Crônicas da Pandemia” (2021), ambos do autor Olavo Wyszomirski, contemplado pela FUNARJ no edital “Ondas da Cultura”. Atriz no curta-metragem “Mensageira” (2021) de Darília Rocha com a Direção de Mariana Villas-Boas. Coordenadora Artística do projeto “Vamos falar sobre” (2020-2022) de Diego Cruz. Coordenadora artística do Álbum Musical “YWYZ - brasis” de Zahy Tentehar. Dramaturga do movimento no espetáculo online “Hodierno” de Diego Cruz (2020). Dramaturga do movimento do clipe “Dia de festa” da Banda Facção Caipira (2019). Preparadora corporal e diretora de Movimento da peça “Primeira Morte (2018)”, Orientadora de aulas de dança para preparação artística de elenco para minissérie “Dois Irmãos” (Globo, 2014/2015). Trabalhou ainda como idealizadora e facilitadora do “Laboratório de Corpo Modal” no Espaço Corpo do SESC de Copacabana (2019), seminarista no Seminário da Faculdade Angel Vianna: "O corpo Filósofo". Comunicação de artigo "O círculo artista, arte e obra" (2017), tendo seu artigo publicado pela editora Atena, como capítulo do livro “Artes: Propostas e acessos". Foi professora do Curso de Aperfeiçoamento Profissional (CAP) do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro (SPDRJ). Disciplinas ministradas: “Estudo dos movimentos cadenciados – Energia na Dança” e “Metodologia de ensino – Desenvolvimento de plano de aula” (2018 – 2015). Direção de Arte e Cenografia: Mariana Villas Boas Mariana Villas-Bôas tem formação em Arquitetura e Urbanismo pela Puc-Rio e Escola de design BAU, em Barcelona. Estagiou no escritório do arquiteto catalão Toni Gironès na Espanha em 2011 e na Folguedo Produções no RJ. Entre 2013 e 2017 trabalhou como cenógrafa assistente na TV Globo, onde integrou a equipe de novelas como Meu Pedacinho de Chão e Velho Chico e da minissérie Dois Irmãos. Assinou a cenografia de exposições como "Assista a Esse Livro - Dois Irmãos" e da Ocupação Literária Dois Irmãos, no Instituto Europeu di Design – Rio, e a concepção e execução da vitrine especial 30 anos da Livraria da Travessa em homenagem à minissérie Dois Irmãos, que marcou o lançamento do livro "Fotografias - O processo criativo dos atores de Dois Irmãos". Em 2017 assinou a cenografia da peça “Alair”, com direção de Cesar Augusto e texto de Gustavo Pinheiro. Em 2018 atuou como cenógrafa no galpão de criação do diretor Luiz Fernando Carvalho em SP. Durante esse ano desenvolveu pesquisa e assinou a cenografia do longa “A paixão segundo G.H.” (Clarice Lispector), rodado no Rio de Janeiro. De fevereiro a abril de 2.019 participou do workshop de artes plásticas na Florence Academy of Arts em Florença, onde teve aulas de desenho de observação, pintura e história da arte. Nesse mesmo ano, teve seu curta experimental, em parceria com a artista Zahy Guajajara, exibido no festival Kannibal Fest em Berlim e no Festival de Curtas do Rio de Janeiro. No segundo semestre de 2019, assinou a cenografia do longa Agreste, do diretor Sergio Roizenblit, rodado no Sertão da Bahia, onde morou por dois meses. Nesse período acompanhou a construção da casa de taipa, cenário principal do filme e preparou outros sets para as filmagens. Em seguida fez a produção de arte do filme “Sol”, da diretora Lô Politi na mesma cidade. De dezembro de 2019 a Março de 2020 foi primeira assistente de arte do Diretor de Arte Tulé Peake na série ''A Névoa" da HBO, produzida pela produtora O2, em SP. Durante o período de quarentena no RJ, respeitando o isolamento social, dirigiu a artista Zahy Guajajara em uma nova performance, Pytuem: Uma carta em defesa dos Guardiões da Floresta, que foi exibida em festivais europeus de teatro online, como: Festival Grec, Tanz im August, Festival La Citè, etc. Uma versão reduzida do projeto foi selecionada pelo edital do Itaú Cultural em 2020. Em novembro de 2021 o curta foi exibido no Festival de Curtas do RJ. De outubro a dezembro de 2020 assinou a Direção de Arte do longa “Epitaph” do roteirista, diretor e ator Bernardo Barreto. O longa foi co-dirigido por Jorge Farjallam, diretor de teatro. Em 2021, de Janeiro a Abril, trabalha como diretora de Arte no longa “Depois do Trem” do diretor Joel Pizzini. Site em construção: https://marianavillasboasa.wixsite.com/artes - Atualizado em 29.06.20 Coordenação: Rafael Gugliotti Natural do Rio de janeiro -Graduação : Bacharel em Teatro -Pós graduação: Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado -Trabalha com produção cultural e coordenação de produção desde os anos 90 -Seus últimos trabalhos na área são: -Fundação de Artes de Niterói ( FAN) foi coordenador de produção e marketing da Companhia de ballet de Niterói - Escola de Teatro Martins Pena atuou como assessor da direção e coordenador de produção das montagens de formatura da escola -em 2015 ingressa no Sesc RJ na unidade Sesc Ginástico como coordenador técnico -em 2018 até 2022 chamado para unidade Sesc Copacabana como coordenador técnico. iluminação: Ana Luzia Cenotécnica: Tessitura Produções artísticas Produtora videoarte: CAMDOMBÀ.ART Assessoria de imprensa: Maria Fernanda Gurgel Cobertura de Imagens e vídeo: Leonardo Martins Fotógrafo dedicado a produzir e registrar experiências visuais na busca pelas diversas formas de comunicação e expressão do corpo em sua movimentação. Possui larga experiência com o registro fotográfico de festivais e espetáculos de dança no eixo sudeste do Brasil. Realiza ensaios fotográficos e filmagens em estúdio ou locações externas voltadas para a expressão corporal, performance e moda. Tendo se dedicado prioritariamente a causas sociais de eixos desprestigiados como mulheres, negros e indígenas. Destacam-se os trabalhos “A vermelhidão e o devir-mulher” de Elaine Rollemberg e o projeto de curta-metragem “Sangramento da terra” de Zahy Gajajahara. Possui habilidade com montagem de cenário e ambientação de luz para fotografias surrealistas e expressionistas. Tem se especializado em fotografia em movimento, vídeo, audiovisual, desenho de luz e direção de fotografia. Participou recentemente do habilitado vídeo-performance “Indo” de Luísa Rodrigues pelo edital da FUNARTE.
PROJETO ARQUIVADO.