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PRONAC 249251Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A História Sem Fim

CANDIOTTO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 966,9 mil
Aprovado
R$ 966,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-08-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Turnê com apresentações da peça infantojuvenil A História Sem Fim, de Michael Ende, com adaptação e direção de Carla Candiotto, com sessões gratuitas e direcionadas para estudantes das escolas públicas.

Sinopse

Bastian Balthasar Bux é um menino tímido que adora ler, pois vê nos livros uma forma de escape para a sua vida tão triste. Um dia ele encontra um livro que o fascina de forma mágica. Nele, encontra o reino de Fantasia, onde o Nada se propaga cada vez mais, de maneira assustadora e ameaça fazer a Fantasia desaparecer. Bastian traça um paralelo da história com sua vida e não consegue parar de ler, até que o livro o chama para salvar a Fantasia que está sendo destruída. Neste mundo mágico da fantasia, ele encontra a imperatriz criança, que adoece misteriosamente e cuja salvação seria ter um novo nome . Este nome só pode ser dado por uma criança humana. Seria Bastian a criança capaz de salvar o reino de Fantasia, e com isso salvar a si próprio? Para combater o mal, o menino humano conta com ajuda do jovem herói Atreiú, e do Dragão da Sorte, Fuchur. Juntos se fazem uma viagem na qual cada minuto importa, pois implica em salvar Fantasia e com isso salvar o reino dos humanos. Duração: 80 minutos

Objetivos

O objetivo geral do projeto é expandir a fruição da peça infantojuvenil A História Sem Fim para públicos além dos limites do território sede da companhia, com a realização de uma curta turnê por Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ) e ainda novas apresentações em São Paulo (SP), onde tudo começou. Serão no mínimo quatro sessões em cada uma das cidades, ocupando salas de espetáculo com plateias acima de de 500 lugares. Objetivos Específicos são os seguintes: 1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 12 apresentações teatrais da peça A HISTÓRIA SEM FIM, com entrada gratuita, em um período de dois meses. Apesar de aberto ao público em geral, o foco será atender a estudantes do ensino fundamental da rede pública de educação, com a realização de uma sessão especial para toda a família. 2) Produto OFICINA DE DIREÇÃO TEATRAL: promover em cada cidade onde se realizará o projeto uma oficina de direção voltada para encenação de teatro infantojuvenil, com duração de 3 dias, com carga horária de 12 horas, aberta a artistas locais e professores do ensino fundamental. 3) Produto CAMPANHA DE LOGÍSTICA REVERSA: realizar uma ação de conscientização sobre a necessidade de preservar o meio ambiente, por meio do estímulo à destinação correta de embalagens recicláveis, por meio de divulgação sobre coleta seletica e reciclagem e instalação de stand para recolhimento do material doado, que será entregue para uma cooperativa local em cada cidade visitada. O posto de recolhimento será o foyer do teatro a ser ocupado e no fim da temporada o material será entregue pela próprio grupo de teatro.

Justificativa

A proposta de uma turnê do espetáculo A HISTÓRIA SEM FIM se dá pelo impulso de ampliar o acesso de crianças e jovens a um tema relevante no atual momento em todas as partes do planeta: a destruição da Vida, por meio da anulação da imaginação e dos cuidados com o meio ambiente. Com uma narrativa rica em simbolismo e profundidade emocional, A História Sem Fim cativou gerações de leitores desde a publicação do livro, em 1979. Agora, sob a direção de Carla Candiotto, essa história atemporal ganha vida nos palcos, em uma montagem inédita que oferece ao público uma oportunidade única de vivenciar toda a sua magia. O espetáculo promete transportar os espectadores para um universo fantástico, onde dragões, unicórnios e seres mágicos ganham vida. Para cativar e manter a atenção dos jovens espectadores, A HISTÓRIA SEM FIM recorre a cenários deslumbrantes, figurinos elaborados e performances emocionantes. Essa super produção leva a uma experiência sensorial completa, capaz de encantar tanto os fãs do livro quanto aqueles que estão sendo apresentados à história pela primeira vez. Para mergulhar na aventura de Bastian, personagem principal da história, os criadores abriram um portal, fizeram uma viagem para dentro de suas vidas, olhando para suas próprias histórias, os caminhos percorridos, desejos esquecidos e buscaram, a partir daí, as Verdadeiras Vontades. Foram muitos aprendizados nesse processo, que são agora compartilhados. Estão de volta a magia e o encanto da fantasia e da imaginação para tratar de assuntos delicados, como a perdas, lutos, lutas entre o bem e o mal. O meio ambiente também faz parte dessa história, na metáfora do cenário com um barco, mas sem água, seco pelo Nada, que ameaça tomar conta de tudo. A adaptação, compartilhada entre Carla e Victor Mendes, focou em apresentar a história de maneira clara e singela, de modo a manter a concentração do público jovem, a partir da pergunta: Como podemos contar essa história e ir direto ao ponto? O farol já apontava desde o princípio: essa história fala sobre CRIAR. IMAGINAR. E isso é muito importante. Isso é teatro. Então a ideia foi atingir o equilíbrio entre o Mundo Real e Mundo da Fantasia, saber que um não vive sem o outro. Pensar na história a partir daí fez muito sentido para os adaptadores, utilizar da fantasia para conseguir atravessar momentos difíceis da vida. E assim foi. Há muitos pontos relevantes no projeto, entre eles, A História Sem Fim traz o desejo de estabelecer uma relação com o público que seja tanto uma experiência íntima e reflexiva, quanto divertida e emocionante. O processo criativo foi repleto de emoções e todos os envolvidos esperam que seja assim para o público. Por se tratar de uma super estrutura e, principalmente, pelo anseio de democratizar o acesso a todos os públicos, com todas as sessões gratuitas, é fundamental contar com patrocínio que cubra despesas e demais custos com artistas, técnicos e toda a cadeia produtiva envolvida. Para tanto, o apoio oferecido pela Lei de Incentivo à Cultura, que provoca empresários a promover a cultura e arte é o principal meio de angariar recursos que financiem todo o projeto. De volta ao espetáculo, a diretora Carla Candiotto responde a pergunta, mas o que é uma história sem fim? Para a artista, o aspecto de uma história inacabável é o potencial infinito da imaginação do ser humano. A capacidade que mantém a espécie humana conectada. A História Sem Fim, possibilita uma reflexão sobre o poder de imaginar, em um mundo onde há cada vez mais restrição à criação e ao fantástico, um mundo onde estamos cada vez mais ligados a criações postas, prontas nas telas aceleradas com as quais nos relacionamos. Não precisamos mais imaginar, pois as telas nos dão as respostas. Carla entende a história como universal, realmente sem fim, uma narrativa que perpassa o tempo e tem a capacidade de interagir com pessoas, sentimentos, sistemas e relações. Na atual versão, Bastian utiliza da fantasia para sobreviver à tristeza da perda de sua mãe. Assim, Carla pode, com ele, fazer um paralelo e enxergar a própria história. "Acredito que você não escolhe uma história, mas as histórias escolhem você", sentencia a diretora. Em A História Sem Fim a cenografia é simbólica. Temos uma terra devastada, fruto do abandono e esquecimento pelos seres humanos da importância que a imaginação tem em nossas vidas. Tudo está seco, sem cor, sem vida. O que restou foi uma plataforma, um cais destruído que une dois mundos: o da Fantasia e o da Realidade. Personagens chegam e partem por esta plataforma navegando em embarcações de um mundo distópico; alguns com esperança, outros sem nenhuma, pois o Nada se aproxima e será responsável pela completa destruição do reino de Fantasia. Todo esse ambiente é o reflexo metafórico do estado da mente de um garoto que, por sua imaturidade, não soube lidar com a dor da perda da mãe. Mas há um farol em cena, também deteriorado, que simbolicamente trará a luz para orientar a hora mais escura de nossa história. Alguns animais fantásticos que ainda não foram tragados pelo Nada, auxiliarão na reconstrução deste reino destruído. Dentre eles, temos um dragão branco e um unicórnio azul que são bonecos animados pelos próprios atores. Com a técnica de manipulação direta, eles darão vida a esses seres imaginários. São bonecos de grande escala confeccionados em diversos materiais como: espuma, madeira, isopor, metal, tecidos, borrachas, cristais, acetatos e fibra de vidro. O Dragão é confeccionado em tecidos que ficam fluorescentes sob a luz ultravioleta e o unicórnio traz o brilho de cristais para ganhar o aspecto mágico da irrealidade. Quando a história sofre a interferência da ação de um garoto humano, a cenografia ganha cor e vida a partir das criações da mente fértil desta criança que tem o poder ilimitado de imaginar tudo o que deseja. Além de uma trilha sonora original, mais um elemento colabora para a imersão na História Sem Fim de uma maneira atualíssima, a tecnologia visual. O projeto visualiza não apenas a rica fantasia que reside na mente do jovem Bastian, mas também a devastação causada pelo Nada, criando um contraste entre luz e escuridão. Utilizando uma rica paleta de técnicas, incluindo animação 2D, animação 3D, inteligência artificial, matte painting e motion graphics, foi possível trazer essas visões para o palco. Esta abordagem multidisciplinar honrou a essência da obra original e essa inédita adaptação teatral, transformando-a em uma intersecção entre arte e tecnologia. A versão brasileira de A História Sem Fim consagra a obra do escritor alemão Michael Ende, que lançou seu livro há quatro décadas. O mesmo foi traduzido em mais de 40 línguas e em 1984 também fez sucesso nos cinemas. O projeto se insere nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E ainda nos seguintes incisos e alíneas do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 referente aos objetivos que serão alcançados com a proposta. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Oficina de direção teatral para espetáculos infantis para professores da rede pública e artistas locais Número de vagas: 15 vagas Carga horária: 03 horas Local e necessidades técnicas: sala com cadeiras, projetor e tela para projeção Horários e dias da semana: terças, quartas e quintas feiras

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e locais reservados para cadeirantes e acompanhante MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição em todas as sessões ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras em todas as sessões ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para TEA.em todas as sessões ACESSIBILIDADE PARA CRIANÇAS PEQUENAS: distribuição de almofadas e ou pufs para elevar a altura nas cadeiras em todas as sessões PRODUTO: OFICINA DE DIREÇÃO TEATRAL PARA ESPETÁCULOS INFANTIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e locais reservados para cadeirantes e acompanhante ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS e VISUAIS: intérprete de libras e audiodescrição, caso haja inscritos nas oficinas

Democratização do acesso

Todas as sessões do espetáculo serão gratuitas para o público geral A medida de “ampliação de acesso” será adotada no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será realizada oficina de direção teatral de espetáculos infantis para professores da rede pública e artistas locais. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Promover ação que informe sobre a crise climática que afeta o planeta e a necessidade de preservação e cuidados com o meio ambiente. A Arte como formadora de cidadãos mais conscientes e responsáveis, ao propor atividades como recebimento de embalagens recicláveis, de modo voluntário, como troca por ingresso, por ex.

Ficha técnica

Autoria: Michael Ende Concepção e Direção Artística : Carla Candiotto Adaptação: Carla Candiotto e Victor Mendes Elenco: Camila Cohen, Carol Badra, Eric Oliveira, Ernani Sanchez, Thiago Amaral e Victor Mendes Assistente de direção: Pedro Arrais Direção de arte: Marco Lima Criação de Bonecos e elementos cenográficos: Marco Lima Confecção bonecos: Manoel Lima, Rhandel Carmo, Antônio Galucio, Elias Lima, Aliciane Galucio Cenotécnico: Casa Malagueta Equipe de cenotecnia: Alício Silva, Giorgia Massetani, Igor B. Gomes, Dandhara Shoyama, Shampzss, Juçara Bezerra, João Chiodo, Mariana Maschietto e Jeremias Alexandre Figurino: Fabio Namatame Assistente de figurino: Lari Andrade Modelagem: Juliano Lopes Modelagem e costura: Lenilda Moura Costura: Fernando Reinert, Maria José Castro e Judite Gerônimo Adereços: Antônio Ocelio de Sá Visagismo: Diego Durso Trilha sonora original (Música original e direção musical): Marcelo Pellegrini Operação de som: Pedro Del Rio Direção de vídeo e Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo) Fotografia: João Caldas Filho Iluminação: Wagner Freire Assistente, programador e operação de luz: Vinicius Rocha Requena Direção de Movimento: Roberto Alencar Treinamento Aikido: Georgette Fadel e Ana Paula Brieda Gomes Análise ativa de texto: Michele Almeida Zaltron com colaboração Nair D' Agostini Assessoria de Imprensa: Arte Plural - M. Fernanda Teixeira Designer gráfico: Juliana Mesquita - Aldeia Hum Design Gestão de rede social: Maurício Schneider Motion Graphics Artist: Murilo Jardim Contra regra: Dani Colazante, Sasso Campanaro, André Lemes, Guilherme Felipe Direção de produção: Bia Fonseca Produção executiva: Maurício Schneider e Paloma Rodrigues Contador: Ricardo Leandro - Crystal Contabilidade, Auditoria e Assessoria Empresarial e Tributária Ltda Administração Realização: Candiotto Produções Minibios CARLA CANDIOTTO é atriz, diretora, autora e produtora teatral. Iniciou sua formação teatral na Europa, onde viveu por 10 anos. Estudou teatro em Paris, na Ecole Internationale Phillippe Gaullier e no Théâtre du Soleil, com Ariane Mnouchkine, em Londres, com Desmond Jones School of Mime, na Itália Commedia Dell'arte com Antonio Fava. Especializou-se no método de consciência corporal Moshe Feldenkrais, que estudou em temporadas ao longo de quatro anos em Nova York. Atuou com companhias de teatro em diversos países da Europa e na China e dirigiu espetáculos na Austrália. No Brasil, durante 25 anos foi cofundadora e codiretora da Cia. Le Plat du Jour, realizando espetáculos de sucesso de público e critica. Dirigiu companhias de teatro como La Mínima, Circo Mínimo, Parlapatões, Pia Fraus, Cia Delas, Cia Solas de Vento, entre outras. Foi diretora convidada da Escola da Artes Dramáticas da USP(EAD) e da Escola de Teatro Célia Helena. Atualmente é diretora da Cia de Teatro de Jundiaí, que faz parte dos corpos artísticos da cidade. Ao longo de sua carreira recebeu vários prêmios, dentre eles cinco APCA e oito Prêmios São Paulo de Teatro Infantil e Jovem (antigo Coca Cola Femsa) de melhor atriz, melhor texto, melhor direção, melhor espetáculo e o Prêmio Governador do Estado para a Cultura 2015, na categoria Arte para Crianças. CAMILA COHEN. Atriz formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD/ECA/USP) e graduada em Comunicação das Artes do Corpo da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Dedica-se à pesquisa de movimento há mais de 10 anos, tendo como eixos de estudo a dança contemporânea, a improvisação e a dança clássica indiana - Odissi. Foi indicada como atriz revelação pelo prêmio FEMSA 2017 de Teatro Infantil e Jovem pela peça Kazuki e a Misteriosa Naomi. Trabalhou com diretoras(es) da cena teatral como Cassiano Quilici, Cristiane Paoli Quito, Heitor Goldflus, Miriam Rinaldi e Rogério Tarifa.Atualmente integra o elenco dos espetáculos Ainda Sobre a Cama, direção de Luiz Fernando Marques Lubi, indicado aos prêmios Shell e APCA 2023 e Momo e o Senhor do Tempo, vencedor do prêmio APCA 2022 de melhor elenco, direção de Carla Candiotto. CAROL BADRA. Com uma trajetória consolidada na cena teatral paulista, a atriz e figurinista Carol Badra é cofundadora da premiada companhia Os Fofos Encenam e já foi dirigida por grandes diretora(es), como Georgette Fadel, Cibele Forjaz, Carla Candiotto, Newton Moreno, Sérgio Módena, GepeteanH, Marco Lima, Fernando Neves, Maria Thaís e Marcio Aurelio. Em 2022 fez a Série "Independências" dirigida por Luis Fernando Carvalho. Em 2023, fez sua primeira telenovela, “Amor Perfeito”, de Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr., na Tv Globo e protagonizou a série "1986" dirigida por Eder Santos da Trem Chic. ERIC DE OLIVEIRA. É palhaço e ator formado em licenciatura plena em Educação Artística com especialização em Teatro pelas Faculdades Integradas Coração de Jesus e é aluno egresso da ELT de Santo André. Estudou palhaçaria no programa de formação para jovens dos Doutores da Alegria. Atualmente atua nos projetos "Prot{AGÔ}nistas - Movimento Negro no Picadeiro", com direção de Ricardo Rodrigues; e no espetáculo infanto-juvenil "Momo e o Senhor do Tempo", com direção de Carla Candiotto; além de fazer parte do elenco de artistas dos 'Doutores da Alegria". ERNANI SANCHEZ. Tem 45 anos, é ator, palhaço, músico, diretor e professor de teatro. Formado em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi, atua no teatro profissional há vinte e dois anos. Teve uma passagem durante um ano pelo C.P.T de Antunes Filho. Foi integrante da Cia. do Quintal e da Cia. da Gioconda e seus últimos trabalhos são "Momo e o Senhor do Tempo", "Foxfinder - A Caça", "Onde Vivem Os Bárbaros e Neva". Além disso, desenvolve trabalhos autorais na música e também atua no audiovisual. THIAGO AMARAL. É bacharel em Interpretação, formado pela Universidade de São Paulo (CAC/ECA/USP).É co-fundador e ator/criador da Cia Hiato, com direção de Leonardo Moreira.É criador do Cosmic Dance Brasil, coletivo performático que tem como inspiração o gênero pop indiano chamado “bollywood dance”. Em 2013 recebeu o prêmio Questão de Crítica na categoria Melhor Ator com o solo “Ficção” e foi indicado, também na categoria Melhor Ator, ao Prêmio Shell de Teatro. VICTOR MENDES. Ator e dramaturgo. É formado pela Escola de Arte Dramática da USP e pelo Núcleo de Dramaturgia do Sesi/ British Council. Já atuou em diversas produções nos palcos e nas telas. Entre os destaques, estão: na Tv, a série “PSI” para HBO e “Tudo o Que é Sólido Pode Derreter” Para Tv Cultura. No cinema, protagonizou os filmes “Os 3” e “Música Para Morrer de Amor”. No teatro: “Música Para Cortar Os Pulsos”, "Não Nem Nada”, “Aldeotas” e “Andy”, pelo qual foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator em 2018. Seu mais recente trabalho no teatro é “Momo e o Senhor do Tempo”, que escreveu ao lado de Carla Candiotto e foi vencedor do prêmio APCA 2022 de melhor elenco. Atualmente, prepara seu primeiro espetáculo solo chamado “ Eu, Vocês e Todas as Vezes Que Curtimos Juntos”, além de desenvolver projetos para cinema e televisão. MARCO LIMA, cenógrafo, figurinista e bonequeiro, formou-se em Artes Plásticas pela USP. Trabalhou com os mais representativos diretores de teatro e recebeu os mais importantes prêmios teatrais. Em seus trabalhos mais recentes destacam-se: a criação de fantasias juntamente com Fabio Namatame para “The Masked Singer Brasil” (2021/22), as cenografias para “Kiss me Kate”, “O Mistério de Irma Vap”, “Zorro - nasce uma lenda”, “Kafka e a Boneca”, “Gaslight”, “Canção dos Direitos da Criança”, “Caros Ouvintes” e os bonecos para “Pedro e o Lobo”. Neste ano cria a cenografia para os musicais “PetShop – o musicão”, “Adorável Trapalhão” e “Clara Nunes- essa tal guerreira”.Entre os prêmios estão: 2012 COCA COLA – FEMSA Indicação melhor figurino JUCAZÉCAJU e categoria especial pela criação dos bonecos de PEDRO E O LOBO (resultado 2013) 2009 COCA COLA – FEMSA Melhor cenografia “A BRUXINHA ATRAPALHADA” direção Marcia Abujamra ROBERTO ALENCAR é ator, bailarino, coreógrafo, artista visual e figurinista. Como ator, trabalhou em filmes, novelas e peças de teatro com os seguintes diretores: José Possi Neto, Elias Andreato, Cibele Forjaz, Hector Babenco, Helena Ignez, Mauricio Farias, Del Rangel, entre outros. Como bailarino atuou com Sandro Borelli, Renata Melo, Sônia Mota, Lu Favoretto e Vanessa Macedo. Há oito anos integra o elenco do Coletivo de dança e cinema “Grua –Gentlemen de Rua”. Assinou a direção de movimento ou coreografia em mais de quinze produções de teatro, teatro musical e ópera. Carla Camurati, Elias Andreato, Carla Candiotto, Débora Dubois e Renato Borghi foram alguns dos diretores e diretoras com quem Alencar colaborou. MARCELO PELLEGRINI é compositor e produtor musical. Já produziu mais de 150 trilhas originais para teatro, dança, cinema e tv em 30 anos de carreira. Entre importantes trabalhos em teatro, destacam-se as longas parcerias com o Teatro Oficina com o diretor José Celso Martnez Corrêa (Os Sertões, Cacilda!, Bacantes) e a Cia. La Mínima (Pagliacci, A noite dos palhaços mudos, Ordinários). Recebeu três vezes o Prêmio SHELL de teatro de melhor música, entre nove indicações ao prêmio. FABIO NAMATAME, Formado em Comunicações e Artes pela FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado. Em São Paulo. Para o Teatro desenhou os figurinos para Master Class, Uma relação tão delicada, Joana Dark, Paraíso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo,Memórias póstumas de Braz Cubas, O Libertino, Vermelho, Sobre Ratos e Homens, Love Love Love Ira de narciso entre outras. Fez as óperas Bodas de Fígaro, Romeu e Julieta,O Guarani, Faustaff, O pescador de Pérolas , Olga, A Tempestade, Madame Buterfly, A Viúva Alegre. Musicais My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, Emoções Baratas, Cabaret. Crazy for You. Na dança Cubo de Susana Yamauchi, Vem Dançar e Baoba Para a Cia Cisne Negro, Samba para Cia Studio 3, e Tudo se torna um para çia de dança da Fundaçao Salgado Filho de BH. Recebeu os prêmios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Premio Shell de Teatro, Prêmio Cultura Inglesa de Teatro ,Premio Carlos Gomes de Opera, Festival de Cinema de Paulinia.Prêmio SESC de dança de Belo Horizonte UM CAFOFO - André Grynwask e Pri Argoud mesclam arte e tecnologia, destacando-se em projetos como "Alladin" e "A Desumanização", que lhes valeram indicações a prêmios. Trabalharam com nomes como Jô Soares, José Wilker e Cássio Scapin, e em exposições no Instituto Tomie Ohtake. Participaram do Festival de Videomapping em Málaga e colaboraram no lançamento do XBOX pela Microsoft. WAGNER FREIRE. Iluminador. Light designer de sensibilidade, presente em significativas montagens a partir dos anos 90. Inclui em seu portfólio importantes premiações como o prêmio Shell, Coca-Cola, APETESP, Cultura Inglesa e A.P.C.A., além de milhares de criações culturais e corporativas. Iluminou espetáculos como Querô de Plínio Marcos, Almanaque Brasil, de Noemi Marinho, Aulis de Celso Frateschi e Elias Andreato; Guerra Santa de Gabriel Vilela; A Gaivota de Tchecov, Um porto para Elizabeth Bishop, O Evangelho Segundo Jesus Cristo, Rei Lear, Que Monstro te Mordeu, Momo e o Senhor do Tempo, entre outros.Wagner iluminou também espetáculos de dança, shows e diversas óperas.Entre elas, A Traviata, IL Guarany, As Bodas de Fígaro, Os Pescadores de Pérolas, Madame Butterfly e Cavaleira Rusticana.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.