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PRONAC 249258Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Junta Minas e Pará

GRUPO FOLCLÓRICO ARUANDA
Solicitado
R$ 240,0 mil
Aprovado
R$ 240,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Desfiles festivos de caráter musical e cênico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Desfiles festivos
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto "Junta Minas e Pará" visa a produção do cortejo de carnaval de rua do Bloco da Fofoca, criado por dançarinos o Grupo Folclórico Aruanda, que ocorrerá em Belo Horizonte, março de 2025. Este será um cortejo comemorativo dos 10 anos de fundação do Bloco da Fofoca e, portanto, se configurará como uma grande festa para a cidade de Belo Horizonte.

Sinopse

O projeto “Junta Minas e Pará” visa a produção do cortejo de carnaval de rua do Bloco da Fofoca, que ocorrerá em Belo Horizonte/2025. Este será um cortejo comemorativo a uma década de fundação do Bloco da Fofoca e, portanto, se configurará como uma grande festa para a cidade de Belo Horizonte.

Objetivos

Objetivo geral: * Realizar o cortejo do carnaval 2025 do Bloco da Fofoca _ Carimbó. Objetivos específicos: 1) Realizar 4 ensaios gerais _ da banda, da bateria e da ala de dança do bloco _ capacitando cerca de 350 pessoas, no total, para atuarem nas áreas de música e de dança, não somente no cortejo do bloco, mas em suas carreiras profissionais (ou como hobbie); 2) Alcançar um público direto de, aproximadamente, 35.000 pessoas com o cortejo do Bloco da Fofoca; 3) Alcançar um público indireto de, pelo menos, 10.000 pessoas por meio dos vídeos de divulgação do cortejo 2025 (vídeo a ser confeccionado e compartilhado pós-cortejo).

Justificativa

O Bloco da Fofoca foi criado por dançarinos do Grupo Folclórico Aruanda em 2014, quando saiu pela primeira vez no Carnaval de Belo Horizonte. O nome Bloco da Fofoca é uma alusão à roupa íntima feminina utilizada antigamente, e ainda hoje nos trajes folclóricos: a fofoca. Como o Bloco surgiu com a ideia de valorizar a cultura popular e tradicional, uma extensão do trabalho de pesquisa e projeção do Grupo Aruanda, o nome pareceu adequado e representativo desta cultura. O Bloco desfilou no Bairro Centro de Belo Horizonte nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017, 2018, 2019, 2020 e 2023, ininterruptamente (em 2021 e 2022, devido à pandemia de Covid-19, não houve cortejos de carnaval na capital mineira). Nos primeiros anos, o Bloco da Fofoca-Carimbó contou com a participação de cerca de 100 pessoas, dentre integrantes do bloco e público em geral. Em 2016 e 2017, com o auxílio de divulgação feito pela Prefeitura de Belo Horizonte e Belotur, o Bloco alcançou a participação de cerca de 800 pessoas em cada ano. Em 2018, superamos o número de 1.000 foliões, uma vez que o Bloco se tornou conhecido por sua proposta diferenciada: é um bloco de carnaval que traz o Carimbó, ritmo típico do Pará, para as ruas de Belo Horizonte. Nos anos de 2019 e 2020, o Bloco da Fofoca atingiu um recorde de 10.000 pessoas em seu cortejo. A cada ano o bloco se torna mais conhecido a apreciado pela população belorizontina e, desta forma, alcançamos o público de 13.000 foliões em 2023 e mais de 20.000 foliões 2024. Para 2025, esperamos para o cortejo do Bloco da Fofoca, receber cerca de 35.000 foliões para o nosso cortejo. A organização do Bloco é feita por músicos e bailarinos do Grupo Folclórico Aruanda, no entanto, toda a comunidade belorizontina é convidada a participar. Os ensaios tanto da parte musical como do corpo de baile também são abertos à comunidade e acontecem em espaços públicos de Belo Horizonte, sempre com entrada gratuita. O bloco começou muito timidamente, contando com o apoio, basicamente, dos amigos e familiares da organização. Aos poucos, as pessoas começaram a conhecer melhor a proposta do bloco (e, além disso, estruturamos melhor nossa equipe de comunicação) e ele cresceu. Atualmente, contamos com a participação de cerca de 50 pessoas por ensaio da bateria e aproximadamente 200 pessoas por ensaio da ala de dança, de forma flutuante. De 2014 até a presente data, temos contado, cada vez mais, com a participação da população da cidade, seja na música (na percussão em solo) ou na dança, especialmente da colônia paraenses residentes na região metropolitana de Belo Horizonte. Também recebemos em nossa ala de dança pessoas de todo o estado de Minas Gerais e do Brasil que vêm comemorar o Carnaval em Belo Horizonte e que já fazem parte do Bloco da Fofoca. Nossa atuação enquanto bloco de carnaval inicia-se, geralmente, em agosto e vai até 60 dias após o carnaval. Realizamos ensaios e oficinas de dança e percussão, para ensinar, especificamente, o ritmo do Carimbó. Do Bloco da Fofoca nasceu uma banda, "Tutu com Tacacá", que tem feito shows em Belo Horizonte em diversos espaços e festivais (Virada Cultural, Festival Verbogentileza, Baixo Centro Cultural, Centro Cultural da UFMG, Teatro Espanca, Teatros Municipais de Belo Horizonte, Teatro do MTC). E fora de Minas como no Festival da Lua Cheia em Altinópolis, SP, porém, a formação da banda é bastante reduzida, se comparada ao elenco do bloco de carnaval. Desde 2014 o bloco se caracteriza por receber um público muito diverso. A maioria dos componentes, seja da bateria ou da ala de dança são mulheres. Dentre nossos integrantes temos pessoas de faixas etárias, identidade de gênero, raça e orientação sexual muito diversas. Por isso, afirmamos que nosso público é adulto, infantil, de terceira idade e LGBTQIAPN+. Importante destacar que muitas crianças participam dos cortejos do Bloco da Fofoca. Criamos uma rede de suporte e proteção, dentre os integrantes do bloco, para que elas possam participar com conforto e segurança de nossos cortejos. Além disso, o Bloco da Fofoca _ Carimbó participa de diversos eventos de cunho social, para comunidades carentes e em escolas, como forma de disseminar a cultura popular brasileira e reforçar a cultura do carnaval em Belo Horizonte. Portanto, ao propor esse projeto, visamos o fortalecimento e a difusão da cultura popular brasileira, seja por meio do Carimbó e da cultura nortista (homenageadas pelo Bloco da Fofoca), seja por meio desta grande festa popular que é o Carnaval de rua. Como diferencial, é possível apontar a diversidade dos componentes da bateria e da ala de dança do bloco (composta por mulheres, LGBTQIAPN+s, pessoas 60+, crianças, negros e negras, indígenas). Muito além da já internacionalmente reconhecida trajetória do Grupo Folclórico Aruanda, é possível considerar que a trajetória própria trilhada pelo Bloco da Fofoca, em seus 10 anos de existência, favorece a execução desse projeto, pois, ao longo de todo esse tempo, o bloco fomentou uma rede de brincantes em Belo Horizonte que não só prestigiam o carnaval, mas, também, outros grupos da cultura popular do município.

Estratégia de execução

Pesquisar, preservar e divulgar as manifestações folclóricas brasileiras por meio da música e da dança, contribuindo para revelar, ao povo brasileiro, sua verdadeira identidade cultural – esta é a missão do Grupo Folclórico Aruanda. Em atividade desde 1960, vem atingindo um número cada vez maior de pessoas, despertando e potencializando o interesse e a admiração pela nossa cultura popular. O Grupo pesquisa, preserva e divulga as danças e os cantos folclóricos nacionais, e é reconhecido no Brasil e no exterior como referência em manifestações populares de todas as regiões do país. Já atuou em várias partes do mundo como Europa, América do Norte, América Latina e Japão. O Bloco da Fofoca-Carimbó foi criado dentro do Grupo Aruanda que, em 2024 completou 64 anos de atividades ininterruptas e que se configura como um dos maiores e mais importantes grupos da cultura popular brasileira. Todas as atividades do Bloco da Fofoca, desde a produção até a execução do cortejo de carnaval de rua, são realizadas dentro da estrutura administrativa, financeira e organizacional do Grupo. Nesse sentido, a sustentabilidade do projeto está no fato de ele estar abrigado no Grupo Aruanda que, com ou sem patrocínio, tem realizado o cortejo do Bloco da Fofoca há 10 anos.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Propõem-se como medidas de acessibilidade cultural: 1. Disponibilização gratuita do vídeo pós-cortejo em três versões: uma versão com audiodescrição, uma com legendas em português e uma versão com tradução em Libras, na plataforma digital YouTube e redes sociais Instagram e Facebook do bloco. 2. Uso de legendas #PraTodesVerem em todas as publicações relativas ao projeto em redes sociais. 3. Parcerias com instituições como a Secretaria de Educação, a Associação dos Surdos de Minas Gerais e a Associação de Cegos Louis Braille (ACLB), por exemplo, para que a divulgação do vídeo pós-cortejo possa atingir esse público específico. Sabemos que a simples disponibilização de legendas, tradução em Libras e audiodescrição no material audiovisual não garante, por si só, a democratização do acesso a eles. 4. Disponibilização de banheiros químicos acessíveis durante o cortejo. Essa ação é realizada pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, em parceria com o Bloco da Fofoca.

Democratização do acesso

Como medidas de democratização do acesso às atividades do projeto, propõem-se: 1. Realização de ensaios em áreas periféricas e fora da região privilegiada de Belo Horizonte (região Centro-Sul, que concentra a maior parte dos equipamentos culturais da cidade). 2. Contratação de equipe diversa (composta por mulheres, LGBTQIA+, negros, negras e um indígena) e dispersa por diferentes regionais do município de Belo Horizonte. 3. Disponibilização do vídeo pós-cortejo de forma gratuita na internet. 4. Oferta de duas palestras direcionadas a professores e estudantes de licenciatura (proposta na contrapartida sociocultural).

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Nome: Sérgio Luís Cosse de Oliveira Função: Direção Executiva Formação Profissional: - Formado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. - Diretor/Presidente do Grupo Folclórico Aruanda desde abril de 2005 e Bailarino do Grupo Aruanda desde 1990. - Vice-Presidente do CIOFF Brasil - Conselho Internacional das Organizações de Festivais Folclóricos e Artes Tradicionais, Secção Brasil, ligado à UNESCO. E - Membro do Conselho Internacional de Dança - CID UNESCO. - Curso de Arte e Turísmo - SENAC - MG. - Curso de Arte no Brasil - SENAC - MG. Experiência Profissional - Direção Geral do “I Fest Folk em REDE” 2020 - CIOFF Brasil - Direção Geral do “I Fest Folk Mundi in Rede” 2020 - CIOFF Brasil - Direção e apresentação de diversos espetáculos em teatros e praças públicas de Belo Horizonte e de várias cidades do interior de Minas e em congressos, seminários e convenções por todo o Brasil. - Direção Geral de oficinas de danças folclóricas; de confecção de estandartes e adereços; confecção de instrumentos musicais de percussão, e de aprendizagem do tocar os diversos ritmos possíveis. - Apresentação em Festivais Internacionais de Folclore: Peru, Argentina, Bélgica, Holanda, Grécia, Itália, Japão, Polônia, Portugal, Espanha, Canadá, Inglaterra. - Participação em Festivais Nacionais de Folclore no Brasil. - Delegado de Minas Gerais no Seminário Nacional de Políticas Públicas para Culturas Populares. - Apresentação de espetáculo na posse do Presidente da República em janeiro de 2002, em Brasília, como representante da região sudeste do Brasil. - Membro do CONSEC/MG – Conselho Estadual de Cultura de Minas Gerais, 2012/2014. - Membro do Conselho Deliberativo do Aruanda por dois mandatos. - Diretor do Setor Educacional da Secretaria Estadual de Defesa Social. - Diretor de Treinamento da Escola de Formação e Aperfeiçoamento Penitenciário. - Diretor de Relações Humanas do Grupo Folclórico Aruanda de 2001 a 2003. - Assessor de comunicação do Grupo Folclórico Aruanda de 2003 a março de 2005. Nome: Romênio Cesar Leite Coelho Função: Coordenação de Produção e de Comunicação Formação Profissional: - Formado em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pelas Faculdades Integradas Newton Paiva. - Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas. - Especialista em Gestão Cultural – Comuna / Duo Informação e Cultura. Experiência Profissional - Atua como produtor e desenvolvedor de projetos no setor Cultural. - Criação dos projetos para leis de incentivo e Gestor Cultural das publicações: "O Avesso" e "Num Átimo" de autoria de Walfrido Nascimento e "Grupo Aruanda - 50 Anos de História" de autoria do jornalista Wagner Cosse. - Direção Geral do 1° Festival Sindical da Canção. - Criação e Coordenação do 1° CICLO UNIVERSITÁRIO SINDICAL DE CULTURA - Diretor de Comunicação e Projetos do Grupo Aruanda - Gestão 2009-2013 / 2013-2017 / 2017- 2021. - Bailarino do Grupo Aruanda desde março de 1993. - Professor de Oficina de Danças Folclóricas para educadores, professores de dança, e pessoas que trabalham com crianças e adolescentes em situação de risco, entre outros. - Professor de oficina de folclore nos projetos Rota Cultural e Trilhas da Cultura. - Apresentação em diversos espetáculos em teatros e praças públicas de Belo Horizonte e de várias cidades do interior de Minas Gerais e do Brasil. - Apresentação em diversos espetáculos em congressos, seminários e convenções, pelo Brasil. - Participação em Festivais Internacionais de Folclore na Grécia em 2009 e na Bélgica e na Holanda no ano de 1998 e 2007. - Participação no Festival Nacional de Folclore de Olímpia nos anos de 1994, 1995, 1999, 2000, apresentando espetáculos e ministrando oficinas de dança. - Participação no Festival Internacional de Folclore de Montes Claros nos anos de 1997 e 1998. - Participação no Festival de Dança de BH realizado em 2001. CURSOS - Execução de projeto e Produto cultural e Pós-produção - Fundep/Convivência Cultural. - Introdução ao Folclore - Professor Saul Martins - Manifestações Folclóricas - Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte. - Curso de Gestão Criativa do projeto Bossa Criativa - Arte de Toda Gente. - ''Nos ritmos da Cultura Popular: Celebrações, formas de expressão e saberes populares'' - Associação Txai Cultura e Arte/ Ponto de Cultura. - Avaliação de Impactos de Projetos Socioculturais - Inspire Gestão Cultural. - I Ciclo de Palestras / Folclore Metropolitano - Centro de Tradições Mineiras. - Fortalecimento Gerencial das Organizações do Terceiro Setor, IGS - Instituto de Governança Social / Cemais. Nome: Marina Araújo Função: Direção Administrativa e Regência do Bloco Formação Profissional: DANÇARINA / PERCUSSIONISTA / PESQUISADORA - Oficina de dança - Grupo Folclórico Tumbaitá (danças folclóricas brasileiras) - 2009 – Itabira/MG Carga horária: 40 horas. - Oficina de improvisação - Festival de Inverno de Itabira/MG - 2010 - Carga horária: 20 horas - Oficina de dança - Grupo Folclórico Aruanda (danças folclóricas brasileiras) - 2013 – Belo Horizonte/MG - carga horária: 30 horas. - Oficina de música - Festival de Inverno de Itabira/MG - 2011 - Carga horária: 20 horas - Oficina de percussão - Grupo Meninos de Minas – Itabira/MG - 2011 - Carga horária: 30 horas - Oficina de tambor mineiro - Centro Cultural Tambor Mineiro - 2013 - Belo Horizonte/MG - Carga horária: 30 horas. - Oficina “O corpo em Diáspora” – Escola de Belas Artes-UFMG - 2016 - Belo Horizonte/MG – Carga horária: 05 horas. - Oficina de construção de instrumentos musicais do Congado – Reinado Treze de Maio – 2016 – Belo Horizonte/MG – Carga horária: 16 horas. - Residência artística – Grupo de carimbó Tambores do Pacoval – Soure, Marajó-PA – 2017 – Duração: 15 dias. - Residência artística – Grupo de Caboclos - Malhação de Judas Molekes de Mestre Bebé – Major Sales/RN – 2018 – Duração: 25 dias. - Residência artística – Grupo de Caboclos - Malhação de Judas Molekes de Mestre Bebé – Major Sales/RN – 2018 – Duração: 10 dias. Experiência Profissional - Dançarina do Grupo Folclórico Tumbaitá - Itabira-MG - de 2009 a 2012 - Dançarina do Grupo Folclórico Aruanda - Belo Horizonte/MG - desde 2013 - Dançarina do Grupo Pontos de Contato – EBA UFMG – Belo Horizonte/MG – desde 2016 - Percussionista do Tambor Bamtor (tambor mineiro) - Itabira-MG - de 2011 a 2012 - Percussionista e regente do Bloco da Fofoca Carimbó - Belo Horizonte/MG - desde 2014 - Percussionista da banda Tutu com Tacacá – Belo Horizonte/MG – desde 2016 - Percussionista e regente do Bloco Bruta Flor – Belo Horizonte/MG – desde 2016 - Percussionista dos blocos de carnaval Tapa de Mina, Sarradá e Acorda Amor – Belo Horizonte/MG – desde 2016 - Regente do bloco de carnaval Acorda Amor – Belo Horizonte/MG – desde 2020 - Produtora executiva e roteirista do documentário “O Bastão e o Rosário” – Patrocínio: Fundação Municipal de Cultura / MIS - Belo Horizonte/MG – Lançamento em 2017. - Produtora e realizadora do evento "Minas e Pará - Shows e Oficinas", com Silvan Galvão (PA), Irmandade de Moçambique de Nossa Senhora do Rosário de Brumadinho (MG) e Tutu com Tacacá (MG) - 2018. - Produtora e coordenadora do projeto “Brasil Indígena: Restauração e ampliação do acervo de figurino das danças indígenas do Grupo Folclórico Aruanda” – Patrocínio: Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, 2019. - Premiação Edital FEC 02/2020 – SECULT/MG – Projeto: Sessão comentada do documentário “O Bastão e o Rosário” em 2020. – Seleção artística - Projeto Minas Arte em Casa - 300 anos de Minas Gerais – Fotografia – 15º lugar na categoria Patrimônio Natural em 2020. Nome: Ana Luísa Cosse Pires Função: Coordenação Artística – Musical e de Dança Formação Profissional: - Graduação em Comunicação Social com ênfase em Publicidade e Propaganda pela PUC-MG (2014) - Curso Técnico de Formação de Atores - Teatro Universitário da UFMG – 2018 - Curso de Dublagem Stúdio Scriptus – Com Luciano Vivacqua e Alexandre Silva – 56 horas (2018) - Canto, técnica e preparação vocal – Regina Milagres – de 2014 até atualmente - Treinamento Programa da Música SEBRAE-MG – 2017 – com Erick Krulikowski e Barral Lima – 2017 - Formação Transversal em Saberes Tradicionais e Fazeres Cantados pela UFMG – com mestres Bengala (Comunidade-dos Arturos-MG), João do Pife (Caruaru-PE), Naldim (Quilombo Custaneira[1]PI), Lazinho (Capão Grosso-MG), Antonio de Bastião (São Benedito do Capivari-MG) - Vivência em Cavalo Marinho com Bruno Bui (Paudalho-PE) – 2018 - Oficina “Matrizes Africanas na Cena Artística” com Evandro Passos - 2019 - Residência artística: Do Carimbó ao Reinado – Encontro da banda Tutu com Tacacá com o Grupo de Carimbó Tambores do Pacoval – Soure, Marajó-PA (2017) - Residência artística: Carimbó paraense com jeitinho mineiro – Encontro da banda Tutu com Tacacá com os Grupos de Carimbó do Oeste do Pará (Kuatá de Carimbó, Tatu Kanastra, Chá de Carimbó, OlhaJá) (2022/2024) - Toques, ritmos e cantos da cultura popular com Eugênia Nóbrega (Instituto Brincante – SP) – 2021 - Oficina de “formação em fotografia e patrimônio” pelo projeto “Memórias das Minas e outras notas gerais, com Marina Moss e Thiago Almeida – 24 horas (2018) - Curso “Dominando o Adobe Premiere 2.0” – Brainstorm Academy - 60 horas (2018) - Curso “Move on” – Brainstorm Academy – 20 horas - (2018) - Curso Edite como Artista – Brainstorm Academy – 20 horas (2018) - Curso After Effects – Brainstorm Academy – 30 horas (2018) - Workshop “Direção de Fotografia”, com João Castelo Branco (AVMAKERS) – 6 horas (2021) - Workshop “Filmmaker Profissional” (AVMAKERS) – 6 horas (2021) - Oficina “Roteiro para narrativas audiovisuais”, com Gustavo Padovani, pela 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes – 12 horas (2021) - “Audiodescrição em Sala de Aula", ofertado pelo Centro de Apoio à Educação a Distância (CAED) da UFMG – 20 horas (2022). Experiência Profissional - Cofundadora e atriz da Tuktuk Cia Teatral (2021 até atualmente) - Atriz no espetáculo “GOLD”, que circulou eventos e festivais como o FITUB (Blumenau-SC), Festival de Teatro Nova Cena (Itajaí-SC), FETO (Belo Horizonte-MG), Circuito Cultural UFMG e Funarte-MG. A cenografia da peça foi selecionada para compor a Mostra Brasileira de Estudantes na Quadrienal de Praga (República Tcheca) (maior evento da área de visualidades da cena); - Coordenadora de pesquisa, integrante do conselho administrativo, videomaker e dançarina do Grupo Aruanda, tendo atuado em Festivais Internacionais de Folclore com o grupo na Itália (2011), Polônia (2013), Portugal (2015/2019), Espanha (2015) e Inglaterra (2019) - Comissão de dramaturgia da montagem do espetáculo “É de Aruanda” – estreia em setembro de 2023, no Grande Teatro do Palácio das Artes; - Atuação no Espetáculo “Aruanda 50 anos de História” – Grande Teatro do Palácio das Artes – BH-MG (2016) - Direção, Dramaturgia e Atuação no espetáculo “Aruanda para Crianças” (2023) - Preparação vocal do espetáculo “Via Crucis”, Tuktuk Cia Teatral (2022) - Cofundadora, produtora e vocalista do bloco de carnaval “Bloco da Fofoca” – Carimbó” (2014 até atualmente) - Cofundadora, produtora e vocalista da banda Tutu com Tacacá (Carimbó) (2016 até atualmente) - Finalista do 9º Prêmio de Música das Minas Gerais, defendendo a canção “Resiste Sempre-Viva!”, da banda Tutu com Tacacá – Poços de Caldas-MG (2022) - Finalista do Canta Mariana - Festival da Canção de Mariana, defendendo a canção “Farsas Fáusticas”, de Gustavo Felix – Mariana-MG (2019) - Finalista do Festival da Canção no IV Mucuriarte, defendendo a canção “Farsas Fáusticas”, de Gustavo Felix – Bertópolis-MG (2018) - Operação de câmera do Making Senna Interviews & Wardrobe Shoot- NETFLIX (2023) - Produção dos programas Arte no Ar, Religare e Pra Mudar o Mundo – TV HORIZONTE (2014) - Direção de fotografia, cinegrafia, edição, legendagem e audiodescrição do documentário "Aura da Luta" (LMIC 2021) - Diretora e roteirista do curta-metragem “O Bastão e o Rosário” – Patrocínio: Fundação Municipal de Cultura / Museu da Imagem e do Som - Belo Horizonte-MG (Lançamento em 2017) - Direção de fotografia do documentário “É vida” – Espaço e tempo de Dança Casulo – Carol Saletti (2023) - Direção de fotografia da videodança "Corpo-território brincante" (Corpo-Território FMC 2023) - Coordenação do projeto gráfico e audiovisual dá série de documentários “É de Aruanda” (FEC 2021) - Coordenação do projeto gráfico e audiovisual do projeto "Brasil Indígena: restauração e ampliação do acervo de figurino das danças indígenas do Grupo Folclórico Aruanda" (LMIC 2018) - Menção Honrosa ao doc "O Bastão Rosário" pelo Festival Cine Baru - Mostra Sagarana de Cinema (2019) - Direção, captação e edição do catálogo audiovisual de danças do projeto "Trajetórias - Catalogação do Acervo de Danças do Grupo Aruanda" (FEC 2020) - Coordenação do projeto gráfico e audiovisual do projeto "Música Popular em Partituras" (LMIC 2021) - Coordenação de comunicação da gravação do DVD da banda Tutu com Tacacá (LMIC 2021) - Indicação de melhor concepção cenográfica do 6º Prêmio Copasa Sinparc de Artes Cênicas (2020).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.