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PRONAC 249291Expirado o prazo de captação totalMecenato

Mulheres que Sonham Mudar o Mundo

INSTITUTO DE GESTAO SOCIAL E CIDADANIA
Solicitado
R$ 868,5 mil
Aprovado
R$ 868,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sorocaba
Início
2025-02-03
Término
2026-03-03
Locais de realização (5)
Salvador BahiaCuritiba ParanáAracaju SergipeSorocaba São PauloSão José dos Campos São Paulo

Resumo

O projeto visa à produção e temporada de espetáculos da peça "Mulheres que Sonham Mudar o Mundo, da Cia Teatral Teatro IGESC. A obra, que tem direção de Ramon Ayres, utiliza como pano de fundo a história de Miss Todd, a primeira mulher na história a projetar um avião, para retratar de maneira poética as constantes opressões que mulheres sofrem ao longo da vida, com ênfase no mundo do trabalho e transportes. O projeto prevê circulação em diferentes Estados brasileiros, ensaios abertos e, como contrapartida social, palestras de Combate à Violência de Gênero.

Sinopse

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Sinopse: Em uma mistura de realidade e ficção e utilizando como pano de fundo a história da pioneira na aviação, Miss Todd, a montagem aborda a trajetória de vida das muitas mulheres que vivem resistindo em nossa sociedade; perpassa sua infância, juventude e vida adulta, destacando o desenvolvimento de suas habilidades, curiosidades, competências, e medos. O espetáculo pretende ilustrar com criatividade e sem qualquer palavra inteligível, como se configura a presença do feminino nos diversos ambientes de trabalho, principalmente da área dos transportes, e seus modais - ônibus, trens, metrôs, navios e finalmente aviões. Nessa peça teatral, Miss Todd é a alegoria de todas as mulheres que lutam contra o sistema patriarcal. Por não prever texto, a peça explora a expressão corporal, mimética, linguagem não verbal, teatro de sombras, teatro físico entre outras vertentes do Teatro Épico, portanto, conta com a direção de Ramon Ayres, integrante brasileiro do coletivo britânico “Ephemeral Ensamble” . Ramon trabalhou em produções que tiveram repercussão nacional e internacional, como a obra “Hans Pfall”, que teve turnê no Reino Unido, Itália, Índia e Coreia do Sul. Também, apresentou-se com a renomada companhia Belga de teatro Físico FC Bergman no Barbican Centre. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS A palestra “Combate à Violência de Gênero” é uma iniciativa voltada para a comunidade escolar do Ensino Médio, com o objetivo de conscientizar e educar sobre a importância de, em primeiro lugar, conhecer as violências e micro agressões, relativas a gênero, e encontrar meios de reação. Com duração de 4 horas, o encontro traz uma introdução impactante, incluindo uma cena teatral apresentada por dois atores. Esta introdução visa contextualizar a violência de gênero e destacar sua relevância social. A palestra também abordará os fundamentos teóricos, apresentando conceitos-chave como machismo, patriarcado e estereótipos de gênero, e discutirá as causas e consequências da violência contra mulheres cis e trans, bem como os aspectos históricos e culturais que contribuem para sua perpetuação. A segunda parte do encontro focará no uso do teatro como ferramenta de conscientização, explorando seu potencial como meio de expressão e transformação social. Serão propostos exercícios teatrais práticos, para tratar da temática em questão, incentivando uma reflexão profunda e a mudança de atitudes em relação a essa questão crucial.

Objetivos

Objetivo Geral Almeja-se promover uma profunda reflexão acerca das violências de gênero que constantemente agridem mulheres que não se submetem às funções biológicas para as quais a cultura patriarcal as projeta, por meio da produção de uma obra teatral brasileira, inédita, a qual será apresentada em diferentes Estados Brasileiros (Sergipe, Bahia, São Paulo e Paraná), atendendo ao Art 3º do decreto 11.453/2023, incisos I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural e XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. Objetivos Específicos A) Produto "Espetáculo de artes Cênicas": Produzir e realizar 10 apresentações do espetáculo "Mulheres que Sonham Mudar o Mundo", seguidas de roda de conversa com o grupo, em 4 cidades espalhadas pelo Brasil Aracaju (2) , Salvador (3), São José dos Campos (2) e Curitiba (3). Durante a produção, serão realizados 2 ensaios abertos do espetáculo, em Sorocaba, para que se possa coletar proposições para aprimoramentos da obra final. C) Produto "CONTRAPARTIDAS SOCIAIS": Realizar 4 palestras de Combate à Violência de Gênero para alunos e professores de escolas de Ensino Médio nas escolas públicas das cidades onde ocorrerão as apresentações. As palestras serão mediadas por Rute Caires, Mestra em Estudos da Condição Humana pela Universidade Federal de São Carlos- UFSCar/Sor, integrante do Núcleo de Estudos de Gênero, Diferenças e Sexualidades- NEGDS- UFSCar e diretora executiva do Instituto de Gestão Social e Cidadania, proponente desta proposta. As palestras contarão uma intervenção em formato de cena teatral com o 2 atores da cia "Teatro IGESC".

Justificativa

O início do século XX viu muitos pioneiros da aviação. Em 1903, os irmãos Wright fizeram o primeiro vôo controlado com uma máquina voadora. Em 1906, Santos-Dumont apresentou na França o primeiro vôo oficialmente documentado em um avião. E, neste mesmo ano, a pioneira Emma Lilian Todd foi a primeira mulher a projetar um avião.Porque é tão comum ouvirmos falar das tentativas e projetos mirabolantes feitos por homens, e quase nada se sabe sobre as mulheres que se dedicaram às mesmas empreitadas? Seriam algumas profissões e façanhas redutos masculinos, ou isso é apenas um sinal de que os "grandes feitos" da humanidade são reservados apenas aos homens? É importante entender o mundo de outrora, para percebermos quais são os erros que continuamos cometendo. E, infelizmente, o que aconteceu com Miss Todd, acontece todos os dias com milhões de mulheres e não seria diferente com as atrizes do espetáculo ora pleiteado. Elas são impedidas de acessar lugares de destaque social. A cultura patriarcal projeta a mulher a partir de uma dita, função biológica, destinada à reprodução, serviços domésticos e de cuidados. Isso é sistêmico, e sustentado por homens, que se sentem confortáveis com o espaço que ocupam. O projeto também realizará 4 palestras com Rute Caires sobre o seu processo de pesquisa para a peça e as opressões pelas quais mulheres cisgênero e transgênero passam todos os dias. Trata-se de um tema sensível, o qual pode gerar muitos gatilhos em mulheres e muito desconforto em homens. Deve, portanto ser tratado por pessoas que estudam e lidam com o assunto diariamente, por professores e pesquisadores de uma instituição cultural feminista e libertária, como o Instituto de Gestão Social e Cidadania, como o grupo teatral IGESC. São artistas formados e com longa experiência, que foram reunidos pelo projeto da construção de um curso de formação de jovens atores/atrizes diversos e de baixa renda, não só em práticas da atuação em si, mas também no pensamento crítico e criatividade para se expressar corporalmente. O grupo cria o que ensina, sempre propondo espetáculos que movem os espectadores a pensar nas discussões de gênero, sexualidade, raça/etnia, classe, idade e aspectos ligados ao meio ambiente. Quanto aos ensaios abertos, ambos serão voltados à classe artística de Sorocaba, em uma ação que abre o processo de produção dos diálogos teatrais presentes na montagem para que receba contribuições de artistas da região. A ação possibilita que a experimentação teatral seja construída a mais mãos e mais visões externas, com maior potencial de comunicação cirúrgica das mensagens do trabalho ao público final. O projeto está em conformidade com os objetivos estabelecidos no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), conforme disposto na Lei 8313/91, atendendo aos seguintes incisos do Artigo 1º:Inciso I: Contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, na medida em que terá apresentações gratuitas, ou a preços simbólicos; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; ao passo que prevê a contratação de produção, mão de obra e divulgação locais em cada apresentação fora do limite de 300km da sede do proponente, que é em Sorocaba. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; pois propõe um teatro político, feito por trabalhadores e para trabalhadores. A equipe contratada é plural, diversa e traz bagagens importantes para a construção da obra. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; tendo em vista que traz o teatro épico como base do fazer artístico, que conjuga formas populares de se fazer teatro e que remontam às culturas e simbolismos tradicionais da sociedade brasileira, reconstruindo-os e ressignificando-os. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ao passo que, por sua dramaturgia ser construída em cima de mimese, o espetáculo torna-se compreensível e apreendido por culturas e linguagens diversas, tornando-se universal, sempre trazendo à reflexão discussões que concernem não somente ao Brasil, mas a todo o mundo. Além disso, o projeto também está alinhado com os objetivos específicos do Artigo 3º, especialmente no que tange ao:Inciso I, alínea c: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; por meio das palestras para alunos e professores que serão ministradas, e Inciso II, alínea c: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Título: Mulheres que Sonham Mudar o Mundo Gênero: Teatro adulto Classificação indicativa: 14 anos Duração: 40’ de espetáculo, mais 40’ de roda de conversa com o público Cidades em que serão apresentadas: Aracaju, Salvador, São José dos Campos e Curitiba. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Título: Combate à Violência de Gênero Público-alvo: comunidade escolar (Ensino Médio) das cidades contempladas. Metodologia: Introdução (30 minutos)Apresentação de cena teatral (2 atores)Apresentação dos facilitadores e dos participantes.Contextualização da violência de gênero e sua relevância social.Fundamentos teóricos (1 hora)Apresentação dos conceitos-chave relacionados à violência de gênero, como machismo, patriarcado, estereótipos de gênero, entre outros.Discussão sobre as causas e consequências da violência de gênero.Abordagem de aspectos históricos e culturais que contribuem para a perpetuação desse tipo de violência.Teatro como ferramenta de conscientização (2 horas)Exploração do potencial do teatro como meio de expressão e transformação social.Apresentação de exemplos de peças de teatro, performances e monólogos que abordam a temática da violência de gênero.Discussão sobre as formas de abordagem teatral para promover a conscientização e a sensibilização do público.

Acessibilidade

PRODUTO: Espetáculo de artes cênicas “Mulheres que Sonham Mudar o Mundo” Acessibilidade física: a produção se compromete a realizar agendamentos tanto das apresentações, quanto das palestras, somente em espaços que ofereçam toda a estrutura para abrigar pessoas com deficiências físicas, como corrimãos, elevadores, banheiros adaptados, vagas de veículo reservadas, espaço de manobra para cadeira de rodas, iluminação adequada etc. Item da Planilha Orçamentária: locação de teatro Acessibilidade para deficientes visuais: Para que as pessoas com deficiência visual tenham acesso ao espetáculo, a produção prevê a locação de equipamentos para audiodescrição, com cabine fechada e 50 fones de ouvido com transmissor. previsão da contratação de um profissional especializado em audiodescrição, o qual, além de descrever todo o espetáculo, receberá as pessoas cegas que puderem chegar com antecedência, para que eles possam, de antemão, familiarizar-se com os objetos e cenários por meio do tato, e conversar com as atrizes e atores. Item da Planilha Orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: A peça, por não prever qualquer texto e abusar da expressão corporal, mimética, luz e sombra, entre outras formas de comunicação não verbal, é acessível para pessoas com deficiências auditivas. Ademais, 2 profissionais tradutores de Libras serão contratados em todas as conversas após o espetáculo para que haja maior comunicação entre o público e artistas. Item da Planilha Orçamentária: intérprete de Libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A peça, por não prever qualquer texto e abusar da expressão corporal, mimética, luz e sombra, entre outras formas de comunicação não verbal, é acessível para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as Língua Portuguesa. Ademais, para contribuir com a acessibilidade de pessoas com graus mais elevados de síndromes ou transtornos, serão contratados mediadores especializados em deficiências ocultas para todas as ações do projeto que envolvam público. item da planilha orçamentária: Mediador PRODUTO: Contrapartida Social Acessibilidade física: Local das palestras com infraestrutura adaptada, bem como ônibus para levar os beneficiários até o local da ação apresentação acessibilidade para pessoa que utiliza cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida Item da Planilha Orçamentária: Locação de espaço, locação de ônibus. Acessibilidade para deficientes visuais: Materiais didáticos em braille. Item da Planilha Orçamentária: impressão em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de Libras durante as oficinas. Item da Planilha Orçamentária: intérprete de Libras. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: mediador especializado em deficiências ocultas nas oficinas. item da planilha orçamentária: Mediador

Democratização do acesso

I – Os ingressos para a peça serão distribuídos da seguinte maneira: 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;20% (vinte por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;60% (sessenta por cento) para comercialização no valor simbólico de R$10,00, como forma de incentivo ao consumo de arte, contribuição para a indústria criativa e para o sustento de artistas, de maneira geral. As pessoas precisam entender que não é somente função do Estado sustentar a cadeia produtiva de artes no Brasil. Que cada um pode contribuir dentro de suas possibilidades, para o engrandecimento da cultura brasileira.Quanto às contrapartidas sociais, serão totalmente gratuitas e voltadas para alunos e professores da rede pública de escolas das cidades contempladas. II – Incisos do Art 30 da IN 11/2024 que serão adotados como medida de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas - 2 Ensaios abertos e 4 Palestras de Combate à Violência de Gênero;

Ficha técnica

Função do proponente: O proponente, o Instituto de Gestão Social e Cidadania, na figura de sua diretora executiva, Rute Bueno Caires, exercerá a função de pesquisadora, argumentista, palestrante e atriz. A dramaturgia do espetáculo está sendo desenvolvida a partir das pesquisas sobre violências de gênero no mundo dos transportes realizadas pela pesquisadora Rute Bueno Caires, as quais serão colocadas como tema do processo de construção/investigação cênica. Por fim, o proponente oferecerá o espaço do instituto para os ensaios ocorrerem, bem como organizará os ensaios abertos, que serão em Sorocaba. Currículos dos principais integrantes: Rute Bueno Caires - Pesquisadora e atriz Professora de Língua Portuguesa e Literatura, Mestra em Estudos da Condição Humana pela Universidade Federal de São Carlos,especialista em Literaturas e Audiovisual pela Uniso, graduada em Letras- Português e Inglês. Foi perita avaliadora do Prêmio Sorocaba de Literatura e da Lei de Incentivo à Cultura de Sorocaba. Integra o Núcleo de Estudos de Gênero, Diferenças e Sexualidades - NEGDS-UFSCar. É diretora geral do Instituto de Gestão Social e Cidadania, Coordenadora do programa ITF Women 's Advocate Program, é integrante do Projeto Igualdade entre Gêneros pela International Transport Workers, Federation - ITF, UNIGlobal. Ministra aulas no curso de Teatro Jovens em (atu)Ação. É criadora e professora do curso "Introdução ao Pensamento Crítico” ministrado para diretorias sindicais de todo o Brasil. Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/4716352888908421 Flávio de Melo - Ator Integrante do grupo Nativos Terra Rasgada, coordenador de Projetos artísticos e pedagógicos no Instituto de Gestão Social e Cidadania. Doutorando em teatro na UNESP/IA, Mestre em Educação pela - UFSCAR/Sor. Especialista em Metodologia do Ensino de Artes, graduado em Teatro/Arte-Educação, técnico Ator pelo SENAC/Sorocaba. Foi professor da Universidade de Sorocaba, do Conservatório de Tatuí, SENAC Sorocaba e coordenador da Escola Técnica de Arte e Comunicação – ETAC. Foi presidente da Associação Teatral de Sorocaba. Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/7338207471459927 Daniele Silva - Atriz Atriz, arte-educadora, diretora teatral e instrutora de yoga. Pós-graduanda em História Afro-Brasileira e Indígena, licenciada em Teatro/Arte-Educação, cursou Artes Cênicas no Conservatório de Tatuí/SP em 2003, participou como atriz em diversos grupos de teatro da cidade de Sorocaba/SP e região. Pesquisou dança contemporânea e trabalhos de intérprete criadora com Marcelo Proença, Rodrigo Chiba, Clayton Leme e Andréia Nhur. Ministrou oficinas de Expressão Corporal e Iniciação à Dança em 2008 e Clown em 2014 através da Oficina Cultural Regional Grande Otelo. Foi professora de expressão corporal na ETAC - Escola Técnica de Arte e Comunicação de 2010 a 2011. Pesquisou clown no teatro de rua e do teatro popular de 2006 a 2012, realizando apresentações de espetáculos e oficinas teatrais em Sorocaba e região. Atriz contratada de 2009 a 2015 da Cia. de Teatro do Conservatório de Tatuí. Professora de Teatro para adolescentes com iniciação e aperfeiçoamento na EMIA – Escola municipal de iniciação artística da Prefeitura da Estância Turística de Itu em 2020. É cofundadora da Trupé de Teatro, onde desenvolveu pesquisas acerca do teatro colaborativo e em espaços vivos, atuando como atriz e coordenadora de núcleos de pesquisas com o foco na criação, interpretação e produção cênica. Nestes Núcleos, dirigiu as montagens de conclusão de curso intituladas: “Fragmentos de nós” que integrou a “Mostra de Artes do Bolso à Praça” - projeto contemplado pelo ProAC (2017) e “Das coisas que eu ainda não disse” (2019). Nesta mesma linha de trabalho e pesquisa, orientou e dirigiu o espetáculo “Pequenos Solos” a convite do grupo Estação Plínio Nelson, projeto contemplado pela Lei de incentivo à cultura de Sorocaba - LINC (2019). Atualmente, é professora de Teatro no projeto “Jovens em (atu)Ação” no Espaço Cultural do Instituto de Gestão Social e Cidadania de Sorocaba. Assina a direção dos trabalhos: “Vitalino, teu nome no barro” com a cia. Tempo de Brincar e “Agreste” – texto de Newton Moreno com a Cia IN, além do espetáculo didático "de homem para homem" com atuação de Flávio Melo. É atriz/proponente do projeto: “Inspire – Uma viagem através dos contos indianos” – contemplado pelo FMC – Fundo municipal de cultura de Votorantim, que resultou na montagem do espetáculo infanto-juvenil “A menina e a semente” com direção de Marcelo Lazzaratto. João Mendes - Ator Atualmente atua como Instrutor/Intérprete de LIBRAS na Integra Surdos, professor de LIBRAS no Ensino Superior FADI - Faculdade de Direito de Sorocaba. Está matriculado no curso de Letras - Português/Libras pela Unifaesp e no curso de Pós Graduação em Tradução e Interpretação de Libras pela Uníntese. No ECET - Espaço Cultural Educacional Esportivo, Sorocaba, SP - atua como professor de Teatro para Pessoas Surdas. Formado no curso de Pós Graduação em Libras - Educação Para Surdos, na UNIBEM – Faculdades Integradas Espírita. Interpreta, para Libras, os espetáculos da Cia Som em Prosa, sendo alguns trabalhos: Projeto Conta Shakespeare (2018), I Festival de Artes Integradas (2020), Cheiro de Fulô (2023). Na Instituição Integra Surdos – Sorocaba, SP – cursou de 2016 a 2018 todos os módulos de LIBRAS (básico, intermediário, avançado e conversação). É Licenciado em Teatro pela UNISO - Universidade de Sorocaba. Formado no curso de Pós Graduação em Libras Educação Para Surdo na UNIBEM – Faculdades Integradas Espírita. Integrou o Grupo Teatral Nativos Terra Rasgada (2009 - 2018) (grupo que desenvolveu pesquisa em teatro popular, e descentralização do teatro em Sorocaba) onde desempenhou a função de ator em alguns espetáculos: “Rua sem Saída” agraciado pela LINC (Lei de Incentivo a Cultura – Sorocaba) 2014; “O Auto do Circo” (2012); Com o grupo, participou do projeto “Caipirismo e Religiosidade: Resgate e Valorização da Cultura Popular” que resultou na peça Ditinho Curadô agraciado pela FUNARTE Arte Cênica de Rua 2011. Com o mesmo espetáculo já realizou apresentações por Sorocaba e região, Acre, Rondônia; no ano 2009 atuou no espetáculo “Vila à Vista” também agraciado pela LINC. É formado pelo curso livre de teatro na Escola Técnica de Arte e Comunicação - (ETAC) em Sorocaba. Pela Escola apresentou: “A Casa Fechada” direção Ramon Ayres - (2008), “O Rei sem Etiqueta” direção Rodrigo Cintra - (2008) , “Lasserra e os outros” e “Canta malandro” ambos dirigidos por Flávio Melo - (2009). Na ETAC cursou técnicas de grupo, Coordenação de Flávio Melo e Carlos Doles. Paralelamente às atividades da ETAC, Integrou o Núcleo Descobrir Teatro atuou nos espetáculos “Cô Zé nem o Diabo Pode - (2008)”, “ Adeus Boal - (2009)” e “ A Incrível Viagem de Jacó Vem cá em Busca da Verdade (2011) direção Carlos Doles”.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.