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O projeto desperta um lugar sonolento, afim de unir crianças e jovens das comunidades periféricas e que estão em situações de vulnerabilidade social, para que possam vivenciar suas infâncias de maneira plena tornando-os modificadores da própria realidade priorizando os descaminhos e superando abordagens que os concebem como adultos em miniatura. Assim, o projeto tem como proposta principal utilizar nosso Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a CAPOEIRA ANGOLA como ferramenta de inclusão social, desenvolvendo atividades sócio-culturais, apoio pedagógico, complementação educacional e transformação social.
Em busca de oferecer a continuidade e proporcionar oportunidades/afetividades que transformam o caminho das crianças em situações de vulnerabilidade social através da arte e da cultura. O projeto CAPOEIRA NO LAR proporcionará oficinas culturais de capoeira angola uma vez na semana em período contra turno escolar, tendo vagas pra 30 crianças durante 7 meses com duração de 90 minutos cada atividade na ONG LAR DA MENINA em Tubarão, Santa Catarina. Como contrapartida do projeto, será realizado a tradicional Roda de Capoeira Angola mensalmente com as crianças participantes para divulgar o projeto, unir a sociedade das comunidades e despertar a cultura na cidade.
OBJETIVO GERAL: Promover o resgate e a valorização da cultura negra por meio da capoeira angola, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, utilizando-a como ferramenta de transformação social e empoderamento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade, reforçando a importância dessa herança cultural na construção de identidades e de um futuro mais igualitário e consciente. Com o projeto "Capoeira no Lar" queremos promover uma transformação significativa no dia a dia e nas ações de cada criança, oferecendo valores essenciais para o desenvolvimento pessoal e social. Por meio das vivências semanais de capoeira angola, as crianças e jovens terão a oportunidade de desenvolver habilidades importantes, como socialização, concentração, atenção, confiança e coletividade. Acreditamos que esse contato com uma expressão rica da cultura negra, permite que os participantes se conectem com suas raízes e valorizem a diversidade, a igualdade e o respeito, em um processo que envolve não apenas as crianças, mas também suas famílias e a comunidade. Este projeto foi idealizado para mostrar que a capoeira angola é uma prática cultural que promove saúde, paz e integração, distanciando-se completamente de qualquer forma de violência. Nossa intenção é que cada participante absorva e eternize esses valores, construindo uma nova perspectiva de vida, onde a violência e os conflitos dão lugar a atitudes de cooperação e respeito mútuo. A capoeira angola, como expressão de resistência e identidade cultural, é aqui apresentada como uma ferramenta de transformação, oferecendo uma visão alternativa para lidar com os desafios cotidianos de forma construtiva e respeitosa. - Promover a Inclusão e o Resgate da Cultura Negra na cidade: Despertar nas crianças a valorização da cultura negra e da arte, através da capoeira angola, resgatando o patrimônio cultural e aproximando-as da rica herança da Capoeira Angola, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. - Desenvolver Habilidades Físicas e Emocionais: Estimular a coordenação motora, equilíbrio, flexibilidade, e controle emocional, promovendo o autoconhecimento e a expressão corporal. A capoeira angola contribuirá para a autoestima, autoconfiança, criatividade e curiosidade, além de melhorar a psicomotricidade e o raciocínio. - Consolidar Valores de Cidadania e Solidariedade: Incentivar valores como solidariedade, respeito e colaboração entre as crianças, fortalecendo o vínculo com a comunidade e promovendo a inclusão social, de forma a aproximar a sociedade das crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. - Inspirar Novas Perspectivas de Vida: Oferecer uma experiência transformadora e inspiradora, proporcionando uma nova perspectiva de vida para as crianças da periferia, ampliando seus horizontes e fortalecendo a capoeira angola como uma prática de vida e de expressão cultural. Ao final, almejamos que os participantes construam uma base sólida de autoconfiança e autoestima, capacitando-os a serem agentes de mudança tanto em suas próprias vidas quanto em suas comunidades. Desejamos ainda que as crianças e adolescentes atendidos se tornem promotores da paz e da cultura negra, engajando-se ativamente como multiplicadores de um olhar mais inclusivo, respeitoso e positivo sobre a vida. OBJETIVO ESPECIFICO:1-Desenvolver uma vivência por semana de capoeira angola com duração de 90 minutos.2-Proporcionar 30 vagas gratuitas para crianças e jovens entre 7 a 14 anos que estão em situações de vulnerabilidade social.3-Desenvolver as vivências de capoeira angola durante 9 meses (março 2025 a novembro 2025).4-Contratar profissional de fotografia e filmagem para acompanhar as vivências e fazer registros que servirá como lembrança para as crianças, portfólio dos profissionais, valorização da cultura negra e divulgação dos incentivadores (empresa e lei).5-Realizar aquisição de materiais para as vivências durante 9 meses de execução.6-Realizar aquisição de 100 camisetas (30 para as crianças, 5 para a equipe e o restante para distribuir durante as rodas na praça).7-Realizar aquisição de 100 calças (30 para as crianças, 5 para a equipe e o restante para distribuir durante as rodas na praça).8-Como contrapartida, realizar (1) uma roda de capoeira angola por mês na praça pública da cidade, como ferramenta de divulgação do projeto e da cultura negra.
O projeto CAPOEIRA NO LAR foi desenvolvido por Igor Gabriel Cruz, a partir da necessidade de proporcionar oportunidades e transformar a vida de crianças e jovens que moram nos bairros periféricos da cidade de Tubarão, Santa Catarina e estão em situações de vulnerabilidade social no dia a dia. "Liberte o potencial da criança e você transformará o mundo, Maria Montessori", a cultura é um elemento fundamental no processo educativo, a expressão corporal começa no primeiro contato dessa multidisciplinaridade que existe através da sua riqueza musical, rítmica, histórica, cultural, social, corporal, artística, dançada, esportiva até a confecção de artesanatos e instrumentos musicais. O resgate de brincadeiras antigas que contribuem para desenvolver infantil em seus aspectos intelectual, emocional, social e físico. A evolução é vista no dia-a-dia quando repetem os movimentos, cantam ou tocam um instrumento para depois no jogo da capoeira, recebem os estímulos necessários para o desenvolver: a linguagem, motricidade, sensibilidade social e comportamental que é uma das principais características. "A cultura é a ponte e a ponte atravessa qualquer rio, pro lado de lá da ponte, pro lado de lá da linha do trem, é a periferia. Entre o centro e periferia tem ponte, e o nosso principal papel, é ser ponte". O incentivo financeiro deste projeto é fundamental para assegurar o desenvolvimento regular das vivências de acordo com as metas e objetivos propostos. Nos projetos aprovados, estão previstos a contratação de profissionais, aquisição de roupas, materiais para atividades, desenvolvimento de identidade visual e divulgação, tudo isso, valoriza e visibiliza a cultura negra, promovendo a diversidade cultural e estimulando novos agentes culturais. Esse projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8113/91 e Art. 3º da Lei 8113/91: Art. 1º da Lei 8113/91 I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - Desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º da Lei 8113/91: II- Fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III- Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV- Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V- Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; Além de ser benéfico para as empresas e pessoas físicas que podem aplicar uma parte do imposto de renda, a Lei da oportunidade para democratização do acesso à cultura a partir da aprovação de projetos como pessoa física. Manter o compromisso com as crianças, jovens e a valorização de suas comunidades, requer profissionais qualificados para cada função prevista, mantendo a comunicação entre a equipe, os familiares, a instituição onde será desenvolvido e a identidade do projeto, garantindo que seja executado de acordo com o resultado que essa iniciativa busca alcançar, para que isso ocorra de maneira saudável e harmônica, torna-se fundamental o mecanismo de incentivo financeiro.
Quanto tempo dura o projeto? As oficinas culturais acontecerão uma vez na semana durante 9 meses (MARÇO A NOVEMBRO 2025) Quais atividades são oferecidas no projeto? Oficinas de capoeira angola Onde irá acontecer? As oficinas acontecerão na ONG LAR DA MENINA em Tubarão, Santa Catarina Quanto tempo dura cada oficina? As oficinas terão duração de 90 minutos cada oficina Pra quem é o projeto ? As vagas são especifícas pra crianças de 7 a 14 anos, estudantes de escolas públicas e moradoras dos bairros periféricos da cidade. Quantos profissionais fazem parte do coletivo? O coletivo é composto por 3 profissionais da arte e da cultura. As matrículas são gratuitas? Todas as atividades realizadas pelo projeto serão gratuitas. Qual a contrapartida do projeto proposto? Realizar uma roda de capoeira todo mês nas praças públicas da cidade.
PRODUTO: VIVÊNCIAS DE CAPOEIRA ANGOLA Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, banheiros adaptados, piso tátil, amplo espaço para as vivências. Medidas de acessibilidade para PCD visuais/auditivos/intelectuais: Instrumentos musicais adaptados para menores e mais leves, como os berimbaus, pandeiros, agogôs, reco recos e tambores com suportes. O espaço físico externo é amplo e todo gramado, na área interna, amplo espaço para as vivências, banheiros e pias são adequadas à cadeirantes e crianças, possui rampa de acesso, piso tátil e corrimão. Como forma de agradecimento às crianças e jovens, o coletivo se unirá para fazer aquisição de instrumentos adaptados como berimbaus e pandeiros menores e mais leves, tambores com suporte, reco-reco agogôs menores, essa verba saíra dos recursos próprios de cada profissional. A musicalidade garante a inclusão, ela é usada como comunicação, integração, identificação e ampliação dos limites físicos e mentais. Seja tocando, ouvindo, sentindo ou assistindo os instrumentos musicais, é possível desenvolver a linguagem, a memória e seu lado afetivo.
O projeto busca garantir que todos tenham acesso à capoeira angola, abrangendo os seguintes inciso(s)/medida(s) do art. 47 da IN nº 23/2025 MinC: IV- Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V- Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI- Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores X- Outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. Medidas sugeridas pelo proponente: Realizar (1) uma apresentações em (3) escolas públicas da cidade, afim de apresentar o projeto e divulgar as matrículas abertas.
Diretor geral - Guilherme Nunes BressanTubaronense, praticante de capoeira há mais de 10 anos, pesquisador da cultura negra como o samba, candomblé, afoxé e a capoeira angola, pós graduado em gestão ambiental pela UFLA (MG-2008), graduado em agronomia pela UFSC (SC-2001), coordenador/diretor de projetos sociais e ambientais desde 2003, membro do comitê da bacia hidrográfica do rio tubarão, presidente do comdema Grão Pará (SC) em 2016. Coordenador e educador do ponto cultural cultura viva no vale desde 2017 em Braço do Norte (SC), idealizador e coordenador do projeto ambiental ?patrulha ypê roxo? com a escola gregório wessler em Grão Pará (SC) em 2018, coordenador do programa de desenvolvimento de agricultura e psicicultura de Braço do Norte (SC) em 2015, coordenador do projeto tubarão rumo ao lixo zero em 2014, coordenador do projeto de gestão de resíduos e reciclagem de Grão Pará em 2014.COORDENADORA GERAL - BRUNA QUIOPRATICANTE E ESTUDANTE DE CAPOEIRA ANGOLA DESDE OS 9 ANOS, TEVE A OPORTUNIDADE DE ACOMPANHAR SEU MESTRE EM DIVERSOS PROJETOS SÓCIO CULTURAIS NA CIDADE DE TUBARÃO, GRAVATAL, CAPIVARI DE BAIXO, PEDRAS GRANDES, LAGUNA, JAGUARUNA EM ENTIDADES COMO CRASS, PETIS, CEIS E ESCOLAS PÚBLICAS DA AMUREL.JÁ ESTEVE EM SÃO PAULO, RIO GRANDE DO SUL, RIO DE JANEIRO MINISTRANDO OFICINAS E VIVÊNCIANDO CURSOS E WORKSHOPS EM BUSCA DE CONHECIMENTO COM DIVERSOS MESTRES DA CULTURA.EM 2015 FORMADA PROFESSORA DE CAPOEIRA POR MESTRE FRANK, INICIOU PROJETOS EM GAROPABA E TUBARÃO, AOS 21 ANOS, FORMADA TÉCNICA EM ADMINISTRAÇÃO E EM COORDENAÇÃO DE MARKETING, DESENVOLVEU A ?ORI CULTURAL? COM OBJETIVO DE MOSTRAR A CULTURA VIVA NO ESTADO CATARINENSE ATRAVÉS DE FOTOS, FILMAGENS, DOCUMENTÁRIOS E PROJETOS CULTURAIS COM CRIANÇAS .EDUCADOR SOCIAL CULTURAL E PROPONENTE - IGOR CRUZINICIOU CAPOEIRA AOS 12 ANOS, NA ONG ASACAD CASA LAR (BRAÇO DO NORTE), AOS 18 ANOS FOI MORAR EM TUBARÃO TORNANDO-SE ALUNO DE MESTRE FRANK E ACOMPANHANDO EM DIVERSOS PROJETOS SÓCIO CULTURAIS QUE ELE DESENVOLVIA NA CIDADE DE TUBARÃO E REGIÃO. FORMADO PROFESSOR DE CAPOEIRA EM 2017, SEGUE DESENVOLVENDO PROJETOS SÓCIO CULTURAIS COM CRIANÇAS DAS PERIFERIAS EM SANTA CATARINA. A BUSCA PELA CAPOEIRA O LEVOU EM SÃO PAULO, PARANÁ, RIO GRANDE DO SUL E DIVERSAS CIDADES DE SANTA CATARINA AMPLIANDO SEU CONHECIMENTO E COLABORARANDO COM PROJETOS SOCIAIS DESENVOLVIDOS POR OUTROS PROFESSORES E MESTRES DA CULTURA. DESENVOLVEU OS PROJETOS + CULTURA - VIOLÊNCIA, CRIANÇAS QUE BRINCAM, NO BALANÇO DA CRIANÇADA E CULTURA VIVA NO VALE.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.