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Aroeira é cura; renovação; é história. Aroeira é alimento e também remédio. No corpo ela cicatriza feridas. Na natureza, ela é pioneira, trazendo vida ao que estava devastado. Vamos juntos semear cultura e arte, para colhermos um futuro com cores vivas e vívidas. Vamos juntos relembrar o passado, curtir o presente e desenhar o futuro que queremos para as novas gerações. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
O projeto cultural objetiva valorizar a cultura artística capixaba; valorizar os profissionais da arte da região;incentivar a vivência cultural da população; democratizar as atividades relacionadas à cultura desenvolvidas no estado; fomentar o turismo a partir da valorização da cultura local. De acordo com o art. 1º da LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, a proposta contribui para: I facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; V fortalecer o comércio local. Objetivos Específicos Realizar apresentações de três grupos de congo capixaba; realizar uma roda de capoeira; realizar apresentação com dois DJs com músicas regionais remixadas; apresentação de contação de histórias de pescador; uma oficina de produção cultural de 40h para até 25 pessoas; uma oficina de renda de bilro de 30h para até 25 pessoas; uma oficina de capoeira de 20h para até 45 pessoas. NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
O projeto cultural será realizado em Meaípe, bairro da cidade de Guarapari conhecido por possuir várias boates e beach clubs onde acontecem, durante o ano, grandes eventos de apresentações musicais, cujo valor de ingressos impede que grande parte da população da região tenha acesso aos bens culturais, uma vez que as casas de show são voltadas, principalmente para os turistas. Destaca-se, ainda, que, por muitos anos, a praia de Meaípe foi devastada pelo processo natural de erosão, o que causou grande impacto no comércio local. O projeto contribuiria então com o fomento e fortalecimento dos pequenos comerciantes do bairro. Ou seja, o balneário de Meaípe vive, ao longo dos anos, processos de erosão, marcados pela exploração do turismo, das riquezas naturais. Neste sentido o projeto cultural lança mão do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para financiamento com vistas a proporcionar uma vivência artística e cultural para a população, fazendo um resgate da cultura regional e popular, de modo que todos tenham acesso aos bens culturais. Desta forma a proposta apresentada está alinhada às finalidades expressas: no Art.1° da Lei 8.313/1991, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E, em consonância com os objetivos do Art.3° da referida lei para cumprimento das finalidades expressas no art. 1°da Lei 8.313, atenderá, os seguintes objetivos:fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Realizar oficina de contação de histórias com duração de 20h; realizar oficina de renda de bilro com duração de 40h; realizar oficina de capoeira com duração de 40h; realizar oficina de produção cultural 40h. Culminância do projeto: dois dias de apresentações culturais com bandas de congo caixaba; grupos de capoeira e DJs tocando remixes de músicas regionais.
Acessibilidade física: As apresentações e oficinas serão realizadas em espaços que já são adequados para pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Espaços já são adequados por lei, havendo sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: As oficinas nas escolas contarão com intérpretes de libras custeado pelo projeto para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo das oficinas. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que geram limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Vai ser realizada nas escolas que já contam com monitores treinados no atendimento ao público com deficiência.
NÃO HÁ COBRANÇA DE INGRESSOS. A DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOS CULTURAIS É TOTALMENTE GRATUITA.
PAULO HENRIQUE GONÇALVES DOS SANTOS (PH): coornedador geral - graduado em Psicologia pela Universidade Vila Velha (2017), com mais de sete anos de experiência de trabalho com juventudes em situação de risco e vulnerabilidade tendo atuado em prisões na perspectiva dos Direitos Humanos e das artes como estratégia para viabilizar a transmissão de conhecimentos. Atualmente, é psicólogo do Centro de Referência das Juventudes, equipamento de Direitos Humanos do Governo do Estado do Espírito Santo. Em 2018, PH participou da comissão da Feira de Artesanato "Xaréu na Rede", feita pelos moradores da região da Grande Meaípe, como estratégia de geração de renda para as famílias prejudicadas pelo processo de erosão da praia. RAFFAELLA SANTOS DA CONCEIÇÃO PASSOS: - coordenadora pedagógica do projeto. Possui Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal da Bahia e Pós-Graduanda em Gestão Cultural pelo SENAC-SP. Trabalha com Produção Cultural desde 2014, sua primeira experiência foi sendo co-coordenadora do projeto InterAção Danças Urbanas, contemplado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia em 2014 e premiado pela Secretaria de Cultura do Estado do Espírito Santo em 2022. Já participou de vários cursos de gestão e produção e elaboração de projetos culturais. Foi contemplada e premiada em editais a níveis estaduais e federais voltados à cultura Hip-Hop e dança, atuando em contribuir na difusão das Danças da Cultura Hip-Hop e Funk Styles na produção cultural e também enquanto oficineira. Co-Fundadora do Coletivo Faço Meu Estilo.
PROJETO ARQUIVADO.