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PRONAC 249365Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

RUTH & LEA

LAPILAR PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,19 mi
Aprovado
R$ 1,10 mi
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33931494000187Cia Coreano Brasileira de Pelotização - Kobrasco1900-01-01R$ 300,0 mil
72372998000166COMPANHIA PORTUARIA BAIA DE SEPETIBA1900-01-01R$ 164,0 mil
33931478000194SALOBO METAIS S/A1900-01-01R$ 36,0 mil

Eficiência de captação

45.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-10-01
Término

Resumo

RUTH E LÉA é um espetáculo de teatro musical sobre a vida e carreira das atrizes Ruth de Souza e Lea Garcia, as duas grandes divas pretas das artes dramáticas brasileiras, idealizado por Luiz Antonio Pilar, com dramaturgia de Dione Carlos e realização da Lapilar Produções Artísticas.

Sinopse

Num estúdio de cinema, duas atrizes se eocntram no primeiro dia de ensaio para a realização de um filme sobre Ruth de Souza e Léa García. A preparação, os ensaios e estudos aproximam as duas atrizes das duas divas que inspiram o trabalho e Ruth e Lea aparecem em cenas de filme, de novelas, fotos profissionais e de família, projetadas no telão no estúdio como forma de ajudar na atuação. Tecendo um retalho de memórias, viajando no tempo e no espaço, corporificando personagens de suas vidas, acolhendo as dúvidas e anseios de duas jovens intérpretes, as duas redivas em cena e seus dias de luta e de glória, com graciosidade e humor refinado, são ali apresentados ao público numa mistura de gêneros e formas dramáticas. Teatro, cinema e televisão agindo ao mesmo tempo para compor o espetáculo. O filme que elas irão gravar sobre a vida das duas atrizes é do gênero musical. Por isto, surge em cena também a diretora musical do filme que chega no estúdio para ensaiar as canções que elas gravarão nas cenas. Ruth foi eternamente apaixonada pelas canções dos filmes do clássico cinema americano dos anos 40 e50; e Lea, mais extrovertida que a amiga, sempre foi uma apaixonada pelo samba e mpb. Por isto, durante o espetáculo, nas cenas de ensaios, elas cantaram números musicais clássicos que marcaram o cinema americano e diversos sambas da música popular brasileira. Durante os ensaios para o filme, a Mãe de uma, o pai de outra, Abdias do Nascimento, Mercedes Baptista, Grande Otelo, Josephine Baker, estrelas negras ressurgem em cena para ajudar a reunir os fragmentos das memórias de duas grandes atrizes do século XX em diálogo com atrizes e o público do século XXI, tendo o Rio de Janeiro antigo como personagem vivo. Ruth de Souza e Léa Garcia ressurgem no palco para problematizar a própria cena, sem abandonar o desejo de ocupar os espaços com suas potências, como tantos talentos espalhados pelo nosso país. Uma narrativa fruto de um exercício de imaginação no qual perguntamos a quem já não está mais aqui o que pensaria sobre o que acontece hoje. Afinal, em um país em negação histórica constante, existe a possibilidade de pensar em um tempo contemporâneo ou estamos condicionados a repetir as mesmas situações de um passado infinito sem propor algo que atravesse esse tempo? O que duas mulheres tão à frente de seu tempo em um século analógico diriam aos jovens de hoje, filhos e filhas do século XXI, nascidos na era digital? Podemos falar sobre amor preto em um país com um projeto de genocídio da juventude preta? Que memória é essa que atravessa milênios, oceanos, fazendo o nosso corpo dançar, cantar, criar música, poesia, cura? É possível sonhar quando se vive em um pesadelo constante de falta de direitos? Seguindo conselhos indígenas: como exorcizar um país? Gerar boas perguntas para criar boas respostas, não necessariamente conclusivas, mas capazes de tocar a sensibilidade das pessoas, de nos despertar de uma anestesia longa que nos ensinou a dormir por tempo demais. Ruth e Léa invadem o próprio gurufim, dançam, comem, cantam e riem com os vivos. É um baile negro com debutantes. Talvez possamos explorar a elegância dos clubes negros fundados com o objetivo de recuperar um ideal de elegância e beleza jamais realmente perdido, mas por um tempo apagado. Ou trazer para a cena a fúria criativa do Teatro Experimental do Negro, alfabetizando faxineiras e porteiros para convocar atrizes e atores aprisionados em corpos e mentes ensinadas a servir. O romance carnal e intelectual entre Abdias e Léa, que a fez largar a literatura para abraçar o teatro. E, sim, queremos criar mitos de afeto para o nosso povo. A altivez núbia de Ruth de Souza em cena, como uma espécie de aula aberta, magna sobre como sobrevoar o racismo, o sexismo, o classismo, o machismo. Que posamos dançar sem guerra, uma vez que, mesmo cativos, jamais deixamos de fazê-lo. Porque nossa dança é luta armada de beleza. Vamos nos render a este esplendor do corpo, da voz. Vamos celebrar essas duas mulheres com vozes marcantes, olhares de pantera negra em cena, despertando outras gerações. Léa e Ruth girando de mãos dadas em cena aberta, falando gírias, cantando poesias, compartilhando memórias, abrindo seus corações para que possamos nos apaixonar por elas, por nós, novamente. Para que sejamos capazes de exercer essa sankofa, esse voltar no passado para recuperar o que foi perdido.

Objetivos

Objetivo Geral A) - Realizar e produzir um espetáculo para teatro musicado, sobre as carreiras e vidas das atrizes Ruth de Souza e Léa Garcia, como forma de reconhecer a grande importância e contribuição que elas prestaram à Cultura Nacional, sem o devido e merecido reconhecimento em vida. Rute de Souza e Lea Garcia, por serem duas mulheres pretas, de origem pobre, filhas de trabalhadores proletariados e de donas de casa, tiveram suas carreiras e vidas cerceadas por estas cindições sociais, de genêro e de raça. O espetáculo terá a duração de 90 minutos e contará com elenco formado por duas atrizes e uma musicista (multi-instrumentista). Para que realizar o projeto? O racismo estrutural foi um enorme limitador para estas duas grandes atrizes que nuca deixaram de se expressar e de emocionar seu publico, não obstante a grande ressiliência que tiveram que demonstrar. Através das suas histórias, pretendemos discutir o papel da mulher, especialmente o da mulher preta, na arte e cultura brasileira e o seu papel na formação da família. Além de prestarmos uma homenagem ao TEM _ Teatro Experimental do Negro, onde surgiram Ruth e Léa, que em 2024 completou 80 anos de sua criação Objtivo Específico A) Produto - Espetáculo de artes cênicas, do gênero musical. Proposta de realziar 24 apresentações teatrais da peça RUTH & LÉA, distribuídas entre as cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, em teatros públicos e/ou particulares, com cobrança de ingressos, conforme informados no Plano de Distribuição. B) - Realizar 1 ensaio aberto do espetáculo, tendo como público prioritário estudantes de cursos de teatro de escolas públicas e de instituições sem fins lucrativos que mantêem este tipo de formação. C) Realizar duas oficinas, gratuitas e presencial, uma na cidade do Rio de Janeiro; outra, em Belo Horizonte, para alunos de escolas públicas, sobre o tema "NA COXIA E NOS BASTIDORES DE TEATRO: COMO ACONTECE UM ESPETÁCULO."60 MINUTOS (MÍNIMO) para cada Oficina. Público-alvo: Alunos e professores de instituições de ensino da rede pública. Público total de 700 pessoas, 10% do público pretendido e especificado no no plano de distribuição.

Justificativa

Qual a importância de uma peça de teatro que junta no palco a vida e a obra de Ruth de Souza e Léa Garcia? E por quê a Lei é importante? Ruth de Souza e Léa Garcia, ambas nascidas no Rio de Janeiro, foram duas mulheres negras, talentosas e corajosas que abriram portas e janelas para que outras artistas negras ocupassem um lugar nas artes brasileiras. Duas atrizes brilhantes em potência máxima. Até aqui, tudo pode parecer muito bonito e perfeito, se não fosse o fato de ambas terem nascido e vivido em um país dotado de um racismo estrutural tão bem-organizado que a sociedade sente dificuldade de assumir a sua existência. Nós, brasileiros e brasileiras, vivemos em um constante estado de negação. Daí a importância de recuperar, registrar e eternizar as histórias de personalidade negras potentes, que foram ousadas o suficiente para ocuparem lugares não destinados a elas. Léa e Ruth fazem parte deste grupo seleto. O fato de serem as primeiras em diferentes situações e espaços, apenas reforça o racismo estrutural citado no começo deste texto. Ruth, a primeira atriz negra a protagonizar uma telenovela na Rede Globo, fez "A cabana do pai Tomás", em 1969, e a segunda na televisão brasileira (a primeira foi Yolanda Braga, em "A cor da sua pele", na TV Tupi, em 1965). Além disso, Ruth foi a primeira artista brasileira indicada ao prêmio de melhor atriz em um festival internacional de cinema, por "Sinhá Moça", no Festival de Veneza, em 1954. Fez peças, radionovelas, telenovelas, filmes para o cinema. Léa, por sua vez, foi indicada ao prêmio de melhor interpretação feminina no Festival de Cannes, por "Orfeu Negro", em 1957, filme vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro. Fez peças, radionovelas, telenovelas, filmes para o cinema. Ambas as atrizes atuaram no Teatro Experimental do Negro (TEN), fundado e comandado por Abdias do Nascimento, que diante da ausência de narrativas e representações de pessoas e subjetividades negras, fundou uma cia. de teatro com o intuito de formar artistas, além de encenar peças com protagonismo de narrativas e elencos negros. Em 1945, o grupo estreou no palco do Teatro Municipal do Rio de Janeiro com a peça "O Imperador Jones", de Eugênio O`Neill, que narra a história de um homem negro explorado por patrões nova-iorquinos que foge após um assassinato e se torna imperador nas Antilhas, adotando uma postura cruel com o povo nativo, até a eclosão de uma revolta. Na peça "Oração para uma negra", uma adaptação da obra de William Faulkner, Ruth deu corpo e voz a uma babá acusada de matar uma criança sob seus cuidados e condenada à morte por isso. Uma obra polêmica protagonizada por uma personagem densa que somente uma grande atriz poderia interpretar. Léa García queria ser escritora, mas o encontro com Abdias fez com que ela abraçasse as Artes Cênicas. Apaixonou-se por ele, o homem, e pelo teatro, sua vida. Sob a orientação de Abdias mergulhou na leitura de tragédias gregas, tendo subido ao palco pela primeira vez na peça "Rapsódia Negra", de 1952, escrita pelo próprio Abdias. Ruth de Souza ganhou uma bolsa de estudos da Fundação Rockfeller, estudou em Howard, famosa universidade negra americana, em Washington, além da prestigiada Academia internacional de Teatro, em Nova Iorque. Estamos falando de 1948, antes mesmo do Movimento dos Direitos Civis dos negros nos EUA, que só aconteceu entre 1955 e 1968. Léa fez a peça "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes, em 1956. O filme "Orfeu Negro" era inspirado na peça. Levou o segundo lugar na Palma de Ouro, melhor atriz, em Cannes por esse trabalho no cinema. Ela também estava presente quando o primeiro programa gravado inteiramente em cores no país foi exibido, em 1972, com Meu Primeiro Baile, Caso Especial exibido na TV. Foi, também, a grande vilã, Rosa, em "Escrava Isaura", chegou a apanhar na rua. Tanto Léa quanto Ruth lidaram com a limitação de papéis oferecidos a atrizes negras, sempre colocadas em condição de subalternidade, condicionadas a um papel de serviçal, reduzidas à condição social, sem subjetividade alguma, sem história, sem passado, presente ou futuro. Escrever uma peça que honre a trajetória dessas duas artistas, promovendo um encontro público entre elas em algum lugar onde pessoas negras são reconhecidas pelo seu talento e não desafiadas a se provarem o tempo todo pelo fato de não serem brancas, é um dos desejos da dramaturgia deste trabalho. Realizar o sonho de tantos e tantas antes de nós, que lutaram para que pudéssemos estar representados como pessoas e não como a personificação material de um imaginário racista e classista que tenta nos diminuir. Trazer para o palco a memória da palavra viva, uma vez que somente o teatro possui o poder de instaurar essa qualidade através da presença biofísica, é um dos pontos de partida deste trabalho. Além disso, promover o encontro geracional entre essas duas artistas, o legado de ambas com um público que nem sempre se vê retratado em cena por causa da beleza de seus dons também norteia esse projeto. Ruth e Léa transmutaram a dor em inteligência emocional e potência artística, não aceitaram ser reduzidas, tampouco se apagaram para serem outra coisa que não tudo o que sabiam representar. Sorte nossa termos essas duas ancestrais dotadas de tamanha tecnologia entre nós, em nossa história. Logo, criar uma cena na qual elas retornam para o palco, lugar de origem de ambas, é um exercício de imaginação inspirador, cujo objetivo é convocar outras pessoas a fazerem o mesmo, seja imaginando a própria vida, reinventando-se, seja inspirando outras pessoas a assumirem o protagonismo da própria história. Em um país com Ruth de Souza e Léa Garcia, retroceder e temer não deveriam jamais encontrar espaço em nossas mentes e corações. Por isso, o desejo de construir esse trabalho em conjunto com artistas negros potentes, atuantes e conscientes de seu papel artístico, pedagógico e social impera em todas as instâncias de sua criação. E´ noto´rio o poder da representaça~o teatral no que diz respeito à definiça~o social do indivi´duo, à construça~o de valores da cidadania e à promoça~o da autoestima do povo. Neste sentido, o teatro se mostra um instrumento poderoso para colaborar com a transformaça~o da sociedade. Atrave´s do teatro podemos discutir amplas propostas em prol da promoça~o da igualdade e da inclusa~o racial e de gênero. Artistas e produtores, pretos e pretas, ainda enfrentam se´rios problemas frente ao "mercado" que induz o consumidor na busca de determinados bens culturais. Entendemos que esta Lei é uma grande chance de reparar a discriminaça~o que mantêm os artistas pretos e pretas fora dos meios de produça~o. Num mundo globalizado, a diferença e´ o que atrai. Dito isto, que possamos celebrar a potência e a beleza de nosso povo nas figuras de Ruth de Souza e Léa Garcia, em cena.

Estratégia de execução

Este espetáculo também é uma comemoração aos 80 anos de criação do TEATRO EXPERIMENTAL DO NEGRO, em 2024. Olha esse nome, bicho. Pode aplaudir. Abdias do Nascimento, como bom filho de Xangô, cansou de não se ver representado nos palcos brasileiros. Esse não podia mesmo ser filho de outro Orixá. Era filho do Deus da justiça. Porque, veja só, meu povo. Tem gente que quando não gosta de alguma coisa, reclama e acabou. Ele, não. Foi lá e fez o que achava que devia ser feito. Economista de formação, foi lá e fundou o quê? Uma Cia de Teatro: TEATRO EXPERIMENTAL DO NEGRO. Eu adoro essa história. E sabe do que eu mais gosto? Saber que o grupo, que era ele, Abdias, junto com a Léa Garcia, Ruth de Souza, o Aguinaldo Camargo, enfim, todas as pessoas da cia. abraçaram a ideia de criar um teatro que trouxesse uma dramaturgia que falasse sobre a humanidade de pessoas que sempre foram representadas de maneira desumana, estereotipada. Esse coletivo criou grupos de alfabetização e iniciativa cultural para que os seus atores e as suas atrizes pudessem falar bem os textos. Conseguem imaginar? Eu não sei mais o que dizer, só posso agradecer. Muito obrigado, Abdias. Muito obrigado, Coletivos negros desse país. Obrigado, Ruth e Lea, por tudo que fizeram e fazem pela gente. Obrigado por tantos motins e mutirões. Nós estamos aqui, ainda em alto mar, mas construindo horizontes, pontes e reproduzindo a beleza que vocês são.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro do gênero drama biográfico, com texto, encenação e múscia. Duração de 90 minutos Local - Teatro (casa de espetáculo), na cidade do Rio de Janeiro e Belo Horizonte Temporada projetada para 2 meses, com 24 espetáculos, quinta-feira à Domingo. Classificação etária: LIVRE. PROPOSTA DE DIREÇÃO Duas atrizes, nos dias de hoje, se encontram num estúdio de cinema para o primeiro dia de ensaios e a preparação para um filme sobre as vidas e carreiras de Rute de Souza e Lea Garcia. Durante o processo de preparação e de ensaio elas discutem as suas vidas, suas relações familiares, as questões das mulheres pretas na contemporaneidade, as dificuldades comuns de exercerem a profissão de atriz, sempre traçando um paralelo com as vidas e as obras das duas outras atrizes. Durante a preparação elas terão acesso a diversos materiais de arquivo de áudio, fotos e vídeo de Lea e Rute. E estes arquivos em alguns momentos do espetáculo serão projetos em telões que estarão compondo o cenário. Num determinado momento do espetáculo, entra em cena uma pianista, diretora musical do filme que será executado. O filme que será rodado e produzido para o qual as atrizes estão ensaiando é um musical. Então, as atrizes que interpretarão Rute & Lea também irão cantar e a pianista chega para ensaiá-las. Durante os ensaios, a atriz que fará o papel de diretora musical e pianista, também trará questões de sua vida para complementar os questionamentos das outras duas. Toda a peça ocorre num palco onde o cenário é a reprodução de um estúdio de cinema com diversos equipamentos e maquinários distribuídos de forma aleatória pelo espaço cênico, inclusive câmeras de gravação que elas manipularão, fazendo uso delas e se projetando nos telões. Todo material de arquivo sobre Lea e Rute será previamente trabalhado em computação gráfica para que a projeção mapeada nos telões possa nos permitir a composição de cenas com as imagens de arquivo das atrizes Ruth e Lea somadas as imagens das duas atrizes capturadas em cena no palco do teatro.. O figurino vai estar exposto em araras como se fossem sobras de outras produções de filmes que aquele estúdio já produziu. Enquanto elas improvisam e ensaiam para iniciarem as filmagens, vão improvisando cenas e textos e compondo também o figurino. Elas também ensaiaram as músicas que comporão o filme musical. Músicas do “clássico cinema americano” dos anos 40 e 50 que Ruth de Souza amava e colecionava; e muitos sambas e MPB que eram as paixões de Lea Garcia. Claro que tudo isto estará bem definido no texto original da peça. Nós vamos trabalhar num sistema de metalinguagem teatral. Em determinados momentos da peça a atriz que interpretará a Rute fará a Avó de Lea, isto quando a improvisação e o estudo forem sobre Lea; assim bem como a atriz que interpretará a Lea fará o papel da mãe de Rute, por exemplo. Portanto, como se elas estivessem em processo de ensaio, cantarão, improvisarão, verão filmes e novelas que Rute e Lea fizeram; estudarão as poses das fotos caseiras, de páginas de revistas e jornais com matérias para se apropriarem da alma artística daquelas duas atrizes. O objetivo do projeto é usar todas as linguagens de comunicação cênica que comporta um espetáculo de teatro. E prestar uma grande homenagem a estas duas divas do teatro, da televisão e do cinema brasileiro.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Caso a casa de espetáculo (teatro), onde a peça será apresentada, não tenha acesso para pessoas com dificuldade de mobilidade, cadeirantes como exemplo, rampas serão construídas pela produção para permitir o total acesso à platéia. Nesta platéia, será garantido espaço para que a pessoa com mobilidade reduzida e/ou usuária de cadeira de rodas possa situar o seu equipamento em local apropriado e privilegiado para assistir o espetáculo; assim bem como fica garantida poltronas espciais para pessoas obesas. Preferencialmente, procuraremos ocupar um teatro que tenha acesso até o andar da platéia via elevadores para o ingresso de pessoas idosas e/ou com mobilidade reduzida e com possibilidades físicas de adaptarmos/criarmos uma SALA DE REGULAÇÃO. Acessibilidade de CONTEÚDO a) - Parceria com Monitores e instituições que trabalhem especificamente com Pessoa com deficiênica intelecutal, oferecendo um estudo e conhecimento preliminar do espetáculo, para que eles (monitores) possam orientar e realizar ações com os PcD Intelectuais, objetivando um melhor entendimento e integração do e com o espetáculo.. b) - Intérpretes de Libras para a compreensão de pessoas surdas ou com baixa audiçãoc) - Audiodescrição para pessoas de baixa visão ou cegasd) - Programa Acessível em tinta, áudio e libras, acessado por QRcode . e) - Disponibilização de Protetores oriculares para pessoas neurodiversas.

Democratização do acesso

Com uma projeção de alcance mínimo de 7000 (sete mil ) espectadores, o preço médio do ingresso será de R$ 90,00 , sendo o mais caro R$ 120,00 e o mais barato (a preço popular) R$ 30,00. Fica garantida a cota mínima de 10% do total estimado de público para os ingressos a preços populares. Além da distribuição dos ingressos informados no Plano de Distribuição: Garantiremos a realização de 1 (um) ensaios abertos para alunos de escolas públicas. E a gravação do espetáculo com a máxima tecnologia de audio e vídeo para transmissão na internet e em canais de Tv pública.

Ficha técnica

Idealização, Direção Artística e Direção de Produção LUIZ ANTONIO PILAR Homem preto, cisggênero, heterossexual. Atividades realizadas pelo dirigente, Sócio-responsável pela Empresa proponente do Projeto. Recebeu em 2024 o Prêmio Shell de Melhor Direção com o espetáculo Leci Brandão na palma da mão. Atuou como: ator, protagonista, no filme de longa-metragem de ficção O Rio de Janeiro de Ho Chi Mim, De Cláudia Mattos; diretor, roteirista e produtor do filme de longa- metragem de ficção Lima Barreto, ao terceiro dia, em 2018. Estreia no CINE PE – Festival do Audiovisual 2021 – Mostra Competitiva de Longa-Metragem – recebendo os Prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Direção De Arte. Foi Diretor, Produtor e idealizador da série Cinema De Enredo, 13 episódios, financiada pelo FSA – Fundo Setorial do Audiovisual (2023). Diretor Artístico da 6a edição do Festival BB Seguros de Blues e Jazz. Diretor Artístico do Festival De Música E Gastronomia Comgás, em São Paulo capital, de forma híbrida (presencial e virtualmente (2020. Diretor do espetáculo online, Mãe de Santo, interpretado pela atriz Vilma Melo (2021). iretor do espetáculo online, Mãe Baiana, com interpretação das atrizes Léa Garcia e Luana Xavier (2022). Diretor na novela Todas As Flores, dos Estúdios Globo (GloboPlay-2022). Trabalhou na montagem do Musical para teatro, Leci Brandão – Na Palma Da Mão (2023). No Documentário Para O Cinema e Tv Sobre O Ator Mílton Gonçalves – lançamento para junho de 2023. Destacam-se algumas indicações e prêmios recebidos recentemente: em 2018, recebe o Troféu Batoque – na Mostra Competitiva, Melhor Filme – Júri Popular, Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo, do Arquivo Nacional, para o Filme de longa-metragem CANDEIA – biografia do cantor e compositor Antonio Candeia Filho. Em 2021, recebe os Prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Direção De Arte, no Cine Pe – Festival do Audiovisual 2021 – Mostra Competitiva de Longa-Metragem, para o filme Lima Barreto ao terceiro dia. Autora/Dramaturgia DIONE CARLOS Mulher preta, cigênero, heterossexual. Atriz, Dramaturga, roteirista e curadora, Dione Carlos Vencedora dos prêmios Shell e APCA em 2023 por Cárcere ou porque as mulheres viram búfalos. Cursou Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Atuou como atriz por dois anos na Cia do ator Renato Borghi. Formada em Dramaturgia pela SP Escola de Teatro. É responsável por cerca de quinze textos encenados por diversos grupos: Cia do Pássaro, Cia do Caminho Velho, Cia Livre, Coletivo Legítima Defesa, Cia Capulanas de Arte Negra, dentre outras. Autora do livro Dramaturgias do Front pela editora Primata, integra também as seguintes coletâneas: Dramaturgia Negra, da Funarte; Negras Insurgências, da editora. Possui mais de vinte peças teatrais encenadas no Brasil, em Portugal, Inglaterra, Colômbia, entre outros países. É autora de seis livros e também de textos e artigos publicados em sites e revistas especializadas em dramaturgia e poesia. Já ministrou cursos e oficinas em diferentes espaços culturais e atua como responsável pela curadoria de diversos eventos. Já atuou em canais como Disney Plus, GNT e Sesc TV. Atualmente, é roteirista contratada da Rede Globo, onde desenvolve séries e novelas. Além disso, segue escrevendo e atuando em peças teatrais. Dione Carlos atua também como orientadora artística do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André – ELT. É ainda responsável por diversas curadorias de festivais nacionais e internacionais. Representou o Brasil no Dia Internacional da Língua Portuguesa, em 2019, tendo palestrado no Museu da Acrópole, em Atenas, Grécia. Trabalha em parceria com diferentes companhias e atualmente atua como orientadora do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André. A peça IALODÊS foi publicada pela Edições Funarte na antologia Dramaturgias Negras (2019). Atriz Para interpretar a Personagem Ruth de Souza VILMA MELO Mulher preta, cisgênero, heterossexual. Atriz, diretora e professora brasileira. Formada em Artes Cênicas pela UNIRIO, Melo ganhou reconhecimento principalmente no teatro e, posteriormente, na televisão e no cinema. Ela é ganhadora de vários prêmios, incluindo um Prêmio Shell, sendo a primeira atriz negra a vencer, e um Prêmio Cenym, além de ter recebido uma indicação ao Prêmio APTR de Teatro. Vilma Melo iniciou sua carreira no final da década de 1980. Sua estreia profissional foi no espetáculo Metrópole, em 1987. Desde então, passou a participar de inúmeros espetáculos, atuando não só como atriz, mas também como diretora e idealizadora de vários projetos. Entre os seus destaques, incluem-se A Farsa do Fanático Torcedor (1995), O Fantasma de Canterville (1998), Grande Othelo – Êta Moleque Bamba! (2004), O Romance do Pavão Misterioso (2006), A Farsa da Boa Preguiça (2009), Amargo Fruto - A Vida de Billie Holliday (2016) e Mãe de Santo (2022). Tornou-se a primeira atriz negra a receber o Prêmio Shell de Melhor Atriz por sua performance no musical Chica da Silva, onde ela interpreta a protagonista-título. No cinema, sua estreia foi na comédia Coisa de Mulher, em 2005. Nos anos recentes, destacou-se nos filmes Três Verões (2019), Selvagem (2021), Reação em Cadeia (2021), União Instável (2023) e Ritmo de Natal (2023). Recebeu uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Atriz em 2023 por sua performance no monólogo Mãe de Santo (2022). Na televisão, sua estreia foi em uma pequena participação especial na série Cidade dos Homens (2002), da TV Globo. Ela acumulou diversos trabalhos nos anos seguintes, como em Avenida Brasil (2012), Joia Rara (2013), Segunda Chamada (2019) e Um Lugar ao Sol (2022). No entanto, foi protagonizando a série Encantado's (2022) que ela ganhou maior reconhecimento no papel da proprietária de um supermercado, "Olímpia", onde a trama se ambienta. Por essa trabalho, Melo tornou-se mais popular na teledramaturgia brasileira. Atriz Para interpretar a Personagem Ruth de Souza ADRIANA LESSA Mulher preta, cisgênero, heterossexual Atriz/Radialista/Apresentadora, iniciou carreira em 1986 sob direção teatral de Antunes Filho nos espetáculos Macunaíma e A Hora e Vez de Augusto Matraga, em São Paulo e França, Espanha, Canadá, Áustria, Alemanha e Grécia Em musicais, atuou em O Admirável Sertão de Zé Ramalho, Cartola, o Mundo é um Moinho (indicada ao Prêmio Bibi Ferreira), Rent, Cabaret Brazil Apresentou os programas de televisão Bastidores do Carnaval, TV Fama, Telecurso 2000, DanceMTV e na também na TV Bandeirantes Atuou nas novelas e séries Chiquinha Gonzaga,Terra Nostra, Aquarela do Brasil, O Clone, Senhora do Destino, Sessão de Terapia, Cidade Proibida, Sétimo Guardião, A garota da moto, Escrava Mãe entre outras... Recentes trabalhos são em Bugados (Globoplay); BatmanDespertar (Warner e DC Comics para Spotify); Rota66, A Polícia que Mata(Globoplay); Amado(Globoplay);Depois do Universo(Netflix). Direção Musical WLADIMIR PINHEIRO Homem preto, cisgênerto, homossexual Vencedor do Prêmio Shell 2020, categoria Melhor Música, Wladimir Pinheiro ingressou no meio teatral em 2002 no Cabaré Filosófico de Domingos Oliveira. Cantor, ator, músico e compositor, esteve em cena sob direção de nomes como Paulo Betti (A Canção Brasileira), Sérgio Brito (Ópera Macbeth), Aderbal Freire Filho (Orfeu), José Mauro Brant (Era uma vez… Grimm e O Pequeno Zacarias), Charles Moeller e Claudio Botelho (Milton Nascimento - Nada Será Como Antes), Gustavo Gasparani (Sambra, Zeca Pagodinho, Uma história de amor ao Samba) João Fonseca (Company) entre outros. Lançou em 2017 o álbum Basta Acenar onde mostra seu trabalho como compositor, arranjador, intérprete e produtor musical. Atua como diretor musical, arranjador e compositor em espetáculos de variados gêneros, como o recém premiado espetáculo As Comadres (dirigido por Ariane Mnouchkine do Théâtre du Soleil - Paris), Lapinha, Trabalhou como produtor musical na novela Gênesis da Record Tv. Recentemente indicado aos prêmios Shell e Cesgranrio (2023), na categoria Melhor Música, por Vozes Negras - a força do canto feminino e ao premio FITA pela direção do espetáculo A Dona dos Raios e dos Ventos, com Izabela Bicalho. Esteve recentemente em cena como pianista e diretor musical no espetáculo Quem Tem Medo de Olga Del Volga, com Gustavo Klein, sob direção de Gilberto Gawronsky. Atualmente estreia a direção musical do show O Canto da Dhu, celebrando os 40 anos de carreira da atriz Dhu Moraes e o musical infanto Juvenil Menino Mandela, com direção de Arlindo Lopes, onde atua como compositor, letrista, arranjador, diretor musical e ator. 1ª Assistente de Direção Madara Luiza Mulher preta, cisgênero, heterossexual Atua na área audiovisual como Diretora, Assistente de Direção e Montadora. Cursou Direção cinematográfica na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, e em 2014 dirigiu seu primeiro curta metragem, ‘Solilóquio’ selecionado para o Encontro de Cinema Negro do ano seguinte. Nos últimos anos dirigiu e montou os curtas ‘(Entre)tecer’ (2019) selecionado no edital Respirarte, da Funarte e “Forma’ (2020). Dirigiu e montou, também em 2020, seu primeiro videoclipe, da musica ‘Pinho Sol’ de Clara Anastácia. E em 2021 dirigiu o ultimo ep da serie para o canal off, ‘Janaínas Deusas do Mar’. Atualmente trabalha como assistente de direção na Rede Globo de Produções. Como assistente de direção já trabalhou em diversos tipos de produções audiovisuais, como series, longas de ficção e documental, curta metragens, publicidades e novelas. Alguns deles são: Guerreiros do Sol (2023), Rogério Gomes; Travessia (2022-2023), Mauro Mendonça Filho; Falas Negras (2021), Naína de Paula e Henrique Matias; Sobre Nós (2021), Naína de Paula; Lilith (2020), Bruno Safadi; De Você Fiz Meu Samba (2019), Isabel Nascimento; Cinema de Enredo (2019), Luiz Antonio Pilar; A Dona da Banca (2018), Marton Olimpio. Entre outros. 2ª Assistente de Direção LORENA LIMA Mulher preta, cisgênero, heterossexual Lorena Lima é atriz, cantora e arte educadora graduada em Licenciatura em Teatro pela UNIRIO. Atualmente, atua no espetáculo "Brás Cubas", da Armazém Cia De Teatro, tendo recebido a indicação de Melhor Jovem Talento pelo Prêmio APTR. Com o espetáculo, participou do Wuzhen Theather Festival em 2023, na China. Esteve como atriz substituta do espetáculo "Museu Nacional - Todas as vozes do fogo", da Companhia Barca dos Corações Partidos, e do espetáculo "Chega de Saudade", da Aquela Cia de Teatro. É Diretora Assistente do espetáculo “Mãe Baiana”, com Direção Geral de Luiz Antônio Pilar. Esteve como Assistente de Direção do musical "Leci Brandão - Na palma da mão", com direção do mesmo, assinando, também, a Adaptação de Dramaturgia do espetáculo. Realizou, ainda, a Direção do espetáculo “Recém Nascido” juntamente com Daniel Leuback, com atuação de Diego Braga e produção de Mariana Xavier e Marcelo Aouila. No Audiovisual, esteve na novela da Rede Globo "Vai na Fé" com a personagem Graziela, em 2023. Direção Musical e preparação vocal PEDRO LIMA Homem preto, cisgenêro, heterosexxual Voz de raro timbre, Pedro Lima é conhecido por sua marcanteatuação, por 14 anos. no Gruno Vocal "Garganta Profunda", Três Cds solo (Carioca, Mestiço e Futebol Musical Brasileiro Social Clube) e pela atuação desde 2000, no Teatro Musical Brasileiro. Formado em Canto pela UNIRIO, Pedro assina apreparação vocal dos filmes "Nosso Sonho- Cine biografia de Claudinho e Buchecha" e "Tim Maia"; também é preparador vocal de artistas como: Babu Santana; Miguel Fallabela; Evandro Malandro, cantor ganhadordo Estandarte de Ouro pela Grande Rio de melhor Intérprete; Zezé Polessa; Maria Padilha, entre outros... Em 2015 criou a Escola de Canto Brasileiro Pedro Lima onde desenvolve a uma metodologia baseada na musica brasileira e seusgêneros. sonoridades.fraseadosfundamentadosnoentendimentodesomno corpo.o cantorcomoArreçãodoAr No Teatro, esteve à frente da preparação vocal de: "Otelo da Mangueira"; "Ai que Saudades do Lago": "O Bem Amado"; "Gota D'água"; "Aquarelas do Ary"; "Opereta Carioca", "Meu Caro Amigo"; É" Samba na Veia éCandeia"; "Oui, Oui aFrança éAqui"; "Favela"; "Bilac Vê Estrelas"; "Beth CarvalhoAndança o Musical"; "Deixa a Dor Por Minha Conta", "Bem Sertanejo"; "Chega de Saudade!!|" eNa Palma da Mão. Sound Designer GABRIEL D'ÂNGELO Homem preto, cisgênero, heterossexual Formado em Som pela IATEC, trabalha como técnico de som há 15 anos.Com experiência em grandes Musicais e no teatro Brasileiro como: "Cazuza O Musical" dir: João Fonseca, "A Madrinha Embriagada" com Stella Miranda dir: Miguel Falabella, "As Mulheres de Grey Gardens", com Suely Franco e Soraya Ravenle, dir: Wolf Maia, "Alô, Dolly!" com Marília Pêra e Miguel Falabella dir: Miguel Falabella, "A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir um aumento" com Marco Nannini dir: Guell Arraes, "A Partilha" com Susana Vieira e Arlete Salles direção Miguel Falabella, "Xanadú" com Thiago Fragoso, Daniele Winitis e Sidney Magal dir: Miguel Falabella, "A Gaiola das Loucas", com Miguel Falabella e Diogo Vilela dir: Miguel Falabella, "A garota do biquíni vermelho", com Regiane Alves e grande elenco dir: Marília Pêra, "Os Ignorantes", com Pedro Cardoso direção Pedro Cardoso e Amir Haddad, "Todo mundo tem problemas sexuais", de Domigos de Oliveira com Pedro Cardoso, "Doce Deleite", com Reynaldo Gianecchini e Camila Morgado dir: Marília Pêra, "Brincando em cima daquilo", com Débora Block dir: de Otavio Muller, "O Bem Amado", com Marco Nanini e CIA do Atores dir: Guell Arraes, "O Autofalante", com Pedro Cardoso dir: Pedro Cardoso, entre outros. Após estudar o Curso de Cinema na Estácio de Sá expandiu sua atuação para a telona onde foi Designer de Som do Filme "Sudoeste" de Eduardo Nunes 2012 Indicado ao Premio de melhor Som pela ABC. "A Falta que nos move" 2011, "O samba que mora em mim", "Construção"", "Siba", "Positivas", "A, B ser". Seu trabalho está presente também em series nacionais como: "3 Teresas" e "Mulheres de Aço" da GNT, "Os Infiltrados" no HistoryChannel, "Hei de torce"r na ESPN, "Preamar" da HBO. Buscando trocar experiência e estudos, vêm desenvolvendo um conceito de direcionamento para o Áudio como Designer de Som. Figurinista e Visagista RUTE ALVES Mulher preta, cisgênero, heterossexual ormada em Produção E Design de Moda pela Universidade Veiga de Almeida. É também Porta-bandeira da escola de Samba Viradouro, do grupo especial do Rio de Janeiro, tendo desfilado pelas agremiações da São Clemente, Porto da Pedra, Portela, Salgueiro e Vila Isabel. Para o CARNAVAL, Idealizou as fantasias do primeiro casal de Mestre Sala e Porta Bandeira da Unidos de Vila Isabel, sob a orientação da carnavalesca Rosa Magalhães, nos anos de: - 2013 – Enredo - 2012 – Enredo Trabalhos com figurinos: SALADA CHERRY Peça infantil -( 2011) - Projeto Escola Trupe do Experimento MUSICAL O REINO DA GATARIA - (2012) – Espetáculo Infantil Prêmio de melhor figurino da 12a edição do Festival de tetro infantil da Cidade do Rio de Janeiro. Prêmio FENATA – Festival Nacional de Teatro Figurinos para Grupo de Balé que se apresentavam antes de cada jogo, nos estádios brasileiros que receberam jogos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Contratante COCA-COLA. 2023 – Figurino para a peça teatral LECI BRANDÃO NA PALMA DA MÃO. Iluminadora DANIELA SANCHES Mulher branca, cisgênero, homessexual Indicada ao Prêmio Shell de melhor ILUMINAÇÃO, na 34ª, 2023, DANIELA é Iluminadora cênica, com formação em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Daniela possui 25 anos de experiência em Iluminação Cênica. Neste período foi indicada à prêmios importantes para o teatro brasileiro. Em 2006 recebeu indicação ao Prêmio Shell pela luz do espetáculo “Os Negros”; em 2014 indicação ao Prêmio Shell e APTR, por “Uma Vida Boa”, que lhe rendeu o Prêmio APTR de melhor Iluminação; e em 2018 indicada ao Prêmio Botequim Cultural por ‘Os Guardas do Taj’. Foi professora de iluminação pelo Instituto Europeo di Design – IED, nos anos de 2018 e 2019. Em 2021, deu aulas na PUC-Rio no curso Design de Atmosferas. Na área de shows; Martnália, Rita Benneditto e Maria Gadú, são alguns dos nomes da MPB que destaca. Atualmente se dedica a mais um musical, “Beetlejuice – Os fantasmas de divertem”, em outubro de 2023. Sua carreira é também marcada pela passagem na direção artística de eventos corporativos e na função de Showcaller em eventos esportivos; como na Olimpíada Rio 2016 e Buenos Ayres Youth Olympic Games 2018. CenógrafaLORENA N. LIMA Mulher preta, cisgênero, homessexual Formada em Design de Interiores e Arquitetura, Lorena Lima foi inserida na Arte por Nello Marrese, como assistente de cenografia em “Tim Maia Vale Tudo o Musical”.Desde então, desenvolveu sua carreia assistindo ao mestre e outros cenógrafos e diretores de arte como Flávio Graff, Ronald Teixeira e Bia Junqueira em obras como: “Um sonho pra dois”, “A importância de ser perfeito”, “Intimidades”, “Alguém acaba de morrer lá fora”, “Bilac vê estrelas”, “As Noviças Rebeldes”, “O Beijo no Asfalto – O musical”, “Eléctra”, “BR 716”, “Ubu Rei”, “Na rotina dos Bares”, “Mulheres do Brasil” dentre outros. Assinando suas criações no teatro e no cinema, desde 2011, Lorena tem em seu currículo a indicação ao prêmio CesgranRio de melhor cenografia pelo espetáculo “Consertam-se Imóveis” dirigido por Cynthia Reis e produções como: “Casório” e “Dedo Podre” dirigidos por Alexandre Contini; “Os Javalis” direção Emiliano D’avila; “Os Sapos” direção Renata Mizrahi e Priscila Vidca; “Luar do Sertão” direção Guilherme Piva; “Teatro Tônico” direção Hamilton Vaz Pereira; “Cartas de Amor ao Próximo” direção Christiana Ubach; “Os Insones” direção Erika Mader, “War” direção Diego Molina; “#sequestro121” direção Diogo Camargos; “Lívia” e “Será que vai chover” direção Orlando Caldeira e DraysonMenezzes; “Mãe Arrependida” dirigido por Pâmela Coto e Joana Lerner dentre outros; Na Palma da Mão dirigido por Luiz Antônio Pilar.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-10-01
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