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O projeto QUERÊNCIA trata da publicação em livro impresso e PDF acessível de um ensaio fotográfico, realizado pelo fotógrafo Luiz Carlos Felizardo (Porto Alegre, 1949). O ensaio retrata o pampa gaúcho, um dos biomas brasileiros, localizada próximo a fronteira entre Brasil e Uruguai. O projeto inclui um evento de lançamento do livro com debate, além de uma oficina e uma palestra como contrapartida social.
OFICINA (Fotografia Pinhole) Título: LABi: Oficina de pinhole na CCMQMinistrante: Mariane RotterDuração: 3 horasVagas: 15Gratuito Resumo da oficina Como forma de aproximar o público geral da fotografia analógica, será realizada uma oficina gratuita de Pinhole, ministrada pela artista e fotógrafa Mariane Rotter, professora da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS, e coordenadora do Núcleo de Fotografia da UERGS. “Câmera Pinhole” é o nome dado a uma câmera fotográfica artesanal que utiliza a formação de imagens pela luz que atravessa furos muito pequenos e alguns materiais básicos. Ela se distingue, principalmente, por não possuir lentes, utilizando os conceitos físicos das câmaras escuras. Num primeiro momento, será feita uma breve análise sobre a fotografia e a evolução das máquinas fotográficas. Depois dessa introdução, pequenas câmeras escuras serão produzidas com latas (de leite em pó) e, através de um orifício, a imagem será formada e materializada no Laboratório de Fotografia, no 3º andar da Casa de Cultura Mario Quintana. PALESTRA (Ação formativa da contrapartida social) Título: Fotografia de Paisagem no Brasil Ministrante: Marco Antônio FilhoDuração: 3 horasVagas: 60Gratuito Resumo da palestra Nesta palestra, Marco Antonio Filho, artista visual e pesquisador com ampla trajetória no campo da fotografia e das artes visuais, abordará a fotografia de paisagem no Brasil a partir de um enfoque teórico e crítico. A proposta é fazer uma reflexão sobre como a fotografia de paisagem no contexto brasileiro transita entre o documental e o poético, o político e o subjetivo. Partindo de uma análise da paisagem como construção cultural e expressão das relações entre sujeito e espaço, Marco examinará como a fotografia não apenas registra, mas também interpreta e transforma o ambiente. Ele investigará as influências da história e das tradições visuais no Brasil, destacando a fotografia como uma prática situada na interseção entre memória e representação. A palestra discutirá a paisagem como um espaço de poder, onde se materializam processos históricos, socioeconômicos e ambientais, e onde o fotógrafo atua como mediador dessas narrativas. Marco também abordará as questões que envolvem o "olhar estrangeiro" versus a perspectiva nativa e como a fotografia pode tanto reforçar estereótipos quanto promover visões alternativas da paisagem brasileira. A partir de sua experiência como gestor do arquivo do fotógrafo Luiz Carlos Felizardo, ele explorará a importância da preservação de acervos e da construção de uma memória visual crítica, capaz de dialogar com o passado e o presente.
Objetivo Geral Publicar e divulgar um ensaio fotográfico sobre o pampa gaúcho, realizado pelo fotógrafo Luiz Carlos Felizardo, por meio de um livro impresso e de uma versão em PDF acessível, contribuindo para a valorização e preservação desse bioma brasileiro, bem como de sua cultura intrínseca. O projeto busca promover a cultura e o conhecimento sobre a região, com um evento de lançamento, debate, uma oficina e uma palestra, visando ampliar o acesso e a conscientização sobre a importância do pampa como patrimônio natural e cultural. Em um país com paisagens tão diversas e heterogêneas, o Pampa se constitui em um patrimônio cultural e ambiental de importância não apenas nacional, mas também global. Apesar de ser um dos menores biomas do Brasil, proporcionalmente o Pampa é o ecossistema que mais perde vegetação nativa e que tem o menor percentual de áreas protegidas destinadas à conservação, segundo dados reunidos pelo coletivo "Coalizão pelo Pampa". Objetivo específico - Realizar a confecção e impressão do livro Querência (500 unidades);- Realizar lançamento do livro em Porto Alegre;- Realizar debate com convidados;- Realizar uma oficina de fotografia Pinhole- Elaborar uma versão acessível do livro, em formato PDF, para contemplar a comunidade de pessoas com deficiência visual ou baixa visão;- Realizar uma palestra como ação de contrapartida social;- Distribuir gratuitamente 100 (cem) unidades do livro para bibliotecas de universidades e institutos federais;- Realizar atividade formativa, como contrapartida social do projeto, contemplando no mínimo 60 (sessenta) alunos e professores de escolas e universidades públicas;
Em um país com paisagens tão diversas e heterogêneas, o Pampa se constitui em um patrimônio cultural e ambiental de importância não apenas nacional, mas também global. Apesar de ser um dos menores biomas do Brasil, proporcionalmente o Pampa é o ecossistema que mais perde vegetação nativa e que tem o menor percentual de áreas protegidas destinadas à conservação, segundo dados reunidos pelo coletivo "Coalizão pelo Pampa" . De acordo com Valério Pillar, professor do Departamento de Ecologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), isso se dá, em grande parte, pelo equívoco de leigos (incluindo dentro das esferas do poder público) que não entendem a importância da preservação de campos nativos da mesma forma que a conservação de florestas. Luiz Carlos Felizardo é reconhecido há mais de 40 anos como um mestre da fotografia analógica em preto e branco por conta, principalmente, de suas paisagens capturadas em ricas tonalidades de cinza e composições ao mesmo tempo sóbrias e sofisticadas. E nenhuma paisagem é mais importante para o fotógrafo do que aquela de sua terra natal: o estado do Rio Grande do Sul. Como o Norte da Itália para Luigi Ghirri (1943-1992), o Oeste dos EUA para Robert Adams (1937) ou o Sertão nordestino para Maureen Bisilliat (1931), Felizardo parece fotografar a região meridional do Brasil menos na busca por capturar a essência da paisagem, e sim para encontrar o âmago daquilo que da paisagem constitui a identidade daqueles que a habitam. No que tange a paisagem do Sul, Felizardo vem desenvolvendo desde os anos 1970 uma produção profícua que captura a região do Pampa em fotografias que evidenciam o caráter contemplativo dessa paisagem tão emblemática do imaginário sulino. Neste sentido, "Querência" é um trabalho de caráter ao mesmo tempo pessoal e coletivo _ uma vez que parte da relação afetiva do fotógrafo com o Pampa, que é a paisagem símbolo do estado do Rio Grande do Sul. "Querência" é, portanto, a culminação da investigação poética sobre a paisagem pampeana iniciada pelo fotógrafo décadas atrás. Para a produção deste ensaio, ao longo do ano de 2008 Felizardo realizou uma série de saídas pelos arredores da cidade de Bagé, na fronteira Oeste do estado, munido de sua câmera fotográfica. Pouco tempo depois de finalizar a produção das fotos que formam "Querência", Felizardo foi diagnosticado com a Síndrome de Machado-Joseph (CID G 11.2). Trata-se de uma condição genética progressiva que afeta o cerebelo e outros sistemas neurais, resultando em perda de autonomia física. A doença provoca ataxia, disartria e outros sintomas neurológicos que evoluem gradualmente, causando incapacidades físicas crescentes. Desde 2009, o artista Luiz Carlos Felizardo utiliza cadeira de rodas e, atualmente, necessita de assistência total para todas suas atividades diárias. Em um momento onde passamos por uma série de desafios impostos pela crise climática, a arte e a fotografia se apresentam como ferramentas potenciais de conscientização e educação pela via do sensível. Desta maneira, a série fotográfica "Querência" é um trabalho que, além do valor artístico, traz consigo uma relevante contribuição para outras áreas do conhecimento, como a Geografia, a História e a Ecologia. A presente proposta busca financiar a produção do livro "Querência", idealizado por Felizardo a partir das fotografias realizadas em Bagé em 2008. Para atingir o grau de qualidade pelo qual suas fotografias em preto e branco são reconhecidas, optou-se por utilizar a tecnologia de impressão 4 Gray, especial para a reprodução de fotografias em preto e branco, pois conta com dois tons de cinzas e dois de pretos em sua separação, o que amplia as nuances de tonalidade, obtendo maior definição entre as altas luzes e meios tons, valorizando as imagens. Dessa forma, busca-se transferir para as páginas do livro a mesma qualidade tonal pela qual Felizardo ficou conhecido por imprimir em suas ampliações analógicas realizadas através de grande habilidade técnica em laboratório foto-químico. "Querência", palavra agregada do castelhano, corrente no vocabulário gaúcho, significa tanto a ação de querer bem algo ou alguém, quanto a inclinação que se tem de voltar ao lugar de origem. Curiosamente, a definição mais eloquente desta palavra castelhano-portuguesa vem de um estadunidense. O escritor Kirkpatrick Sale define da seguinte forma "querência": "uma profunda e tranquila sensação de bem-estar interior que vem do conhecimento de um lugar específico da Terra (...) onde, sempre que você retorna a ele, sua alma libera um suspiro interior de reconhecimento e relaxamento." O frio do Pampa é parte da identidade regional. As pessoas que vivem nessa região têm orgulho de se adaptar ao inverno e de manter suas tradições em harmonia com o clima. A estética do frio é, portanto, um símbolo de resiliência e de conexão com a terra, refletindo o modo de vida de uma população que encontrou maneiras de integrar as estações e o clima às suas tradições e celebrações. A "estética do frio" no Pampa, então, não se trata apenas de uma questão de clima, mas de como o clima molda costumes, o comportamento social, as vestimentas, a música e até mesmo a arquitetura. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac, o projeto atende aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Site: https://luizcarlosfelizardo.myportfolio.com/ Redes Sociais https://www.instagram.com/lcfelizardo/ https://www.facebook.com/luizcarlos.felizardo.7 (portfólio do fotógrafo Luiz Carlos Felizardo em anexo)
LIVRO FORMATO 250X225MM (FECHADO) MIOLO 112 PAGS | PAPEL GARDA KIARA 135GR + 28 PAGS HYLTER 70GR | IMPRESSÃO 4 GRAY CAPA EM MASTERBLANK 135G + BAIXO RELEVO COMPONENTES • papelão 15 | formato 500 x 225mm (aberto) - (fechado) 250 x 225mm • 7 (sete) cadernos 16pg 4x4 cores, fsc garda pat kiara_ld 135g1s | formato 500 x 225 mm (aberto) - 250 x 225 mm (fechado) | acabamento: dobrados; verniz a base d'água fosco total frente; total verso; • guardas color plus escuro 180g | formato 500 x 225 mm (aberto) - 250 x 225 mm (fechado) | acabamento: refilados, dobrados. • 1 (um) caderno 16pg, 4x4 cores, norbrite off white 70grs | formato 500 x 225 mm (aberto) - 250 x 225 mm (fechado) | acabamento: dobrados. • 1 (um) caderno 12pg, 4x4 cores, norbrite off white 70grs | formato 500 x 225 mm (aberto) - 250 x 225 mm (fechado) | acabamento: dobrados. • revestimento capa 4pg | 40 masterblank linho ld 135grs | formato 500 x 225 mm (aberto) - 250 x 225 mm (fechado) | acabamento: laminação fosca frente, refilados. ACABAMENTO GERAL • Cadernos: costurados • Montagem capa: Baixo relevo • Livro: capa dura; shirink individual • Incluso 01 jogo de prova digital
LIVRO Acessibilidade comunicacional: Será elaborada uma versão acessível do livro, em formato PDF, para contemplar a comunidade de pessoas com deficiência visual ou baixa visão. DEBATE/ENCONTRO (Evento de lançamento do livro) Acessibilidade comunicacional: o debate contará com profissionais intérprete de Libras. Acessibilidade física: O Centro Cultural da UFRGS, local do evento de lançamento do livro e do debate, possui salas multiuso, auditório e espaço expositivo climatizados, com acessibilidade para pessoas com deficiência (PCDs). OFICINA Acessibilidade física: O local da Oficina, a Casa de Cultura Mário Quintana, possui rampas de acesso, piso tátil, elevadores, rotas acessíveis, corrimãos e guarda-corpos nas áreas de circulação e banheiros acessíveis no segundo e quarto andares. CONTRAPARTIDA (Palestra) Acessibilidade comunicacional: a palestra contará com profissionais intérprete de Libras.
- Disponibilização de 20% da tiragem do livro a preço popular (R$42,00); - Distribuição gratuita de 30% da tiragem do livro para bibliotecas de universidades e institutos federais, ampliando seus acervos e estimulando o acesso ao espaço democrático de circulação de conhecimento; - Disponibilização de 10% (dez por cento) da tiragem do livro para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - Gratuidade na versão acessível do livro em PDF para atendimento de pessoas com deficiência visual ou baixa visão; - A tiragem de 50% terá valor de venda abaixo do valor de custo; - Gratuidade no evento de lançamento; - Gratuidade no debate; - Gratuidade na oficina; - Como contrapartida social, será realizada uma atividade formativa para estudantes de universidades e/ou institutos federais.
LUIZ CARLOS FELIZARDO - artista autor do ensaio fotográfico “Querência” (PCD) Luiz Carlos Felizardo (Porto Alegre, 1949). Cursou Arquitetura na UFRGS e, desde 1972, passou a dedicar-se exclusivamente à fotografia. A partir de 1975 realizou mostras individuais e coletivas nacionais e internacionais no México, Estados Unidos, Venezuela, Cuba, Nicarágua, Argentina, Uruguai, Espanha, França, Alemanha, Itália, Síria, Tunísia e Argélia. Como bolsista da Comissão Fulbright, trabalhou entre 1984 e 1985 sob supervisão do fotógrafo Frederick Sommer (1905-1999) em Prescott, EUA. Entre 1990 e 1991, com uma Bolsa da Fundação VITAE, realizou pesquisa sobre a vida e obra de Sommer. Seu projeto O Sonho e a Ruína – Missões Jesuíticas foi contemplado no edital Arte e Patrimônio 2007 (IPHAN/Paço Imperial). A exposição resultante foi apresentada no MARGS, no Paço Imperial (RJ), no Sítio Arqueológico de São Miguel das Missões. Esse conjunto de fotografias foi posteriormente adquirida pelo IPHAN, passando a integrar o acervo do Museu das Missões. Além da produção fotográfica, é autor dos livros de artigos e ensaios sobre fotografia O Relógio de Ver (2000) e IMAGO (2010). Em 2011 foi homenageado pelo Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre - FestFotoPoa com a publicação do livro A Fotografia de Luiz Carlos Felizardo, em conjunto com a realização de uma exposição retrospectiva no Santander Cultural. Pela Editora da UFRGS lançou em 2019 o livro O Percurso de um Olhar, com fotografias e crônicas. O projeto de diagnóstico de cópias vintage de seu acervo, apresentado por Denise Stumwoll, pela qualidade de seu trabalho como fotógrafo e printer recebeu a Bolsa Solange Zuniga, da FUNARTE em 2020. Recebeu em 2020 o Prêmio Açorianos de Artes Visuais, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, pelo conjunto de sua obra. Em 2021, recebeu o Mérito Cultural na Fotografia da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil, como reconhecimento por sua trajetória. Em 2023 foi o artista homenageado do 16º Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, realizando a exposição retrospectiva "Desenho: fotografias de Luiz Carlos Felizardo" na Pinacoteca Ruben Berta (Porto Alegre). No mesmo ano, recebeu o Prêmios Mestras e Mestres FUNARTE/Minc, sendo o único fotógrafo brasileiro a receber esta distinção. Portador da Síndrome de Machado-Joseph (CID G 11.2). Trata-se de uma condição genética progressiva que afeta o cerebelo e outros sistemas neurais, resultando em perda de autonomia física. A doença provoca ataxia, disartria e outros sintomas neurológicos que evoluem gradualmente, causando incapacidades físicas crescentes. Desde 2009, o artista Luiz Carlos Felizardo utiliza cadeira de rodas e, atualmente, necessita de assistência total para todas suas atividades diárias. MARIA ISABEL LOCATELLI - Função no projeto: Coordenação geral Desde 2012 é a responsável pelo acervo do fotógrafo Luiz Carlos Felizardo, na criação de projetos, divulgação, produção de livros e exposições. Neste segmento, destaca-se o Projeto para aquisição permanente pelo IPHAN da exposição “O Sonho e a Ruína”, hoje no Museu das Missões em Santo Ângelo; Produção e divulgação da exposição “O Percurso de um Olhar” de Luiz Carlos Felizardo, UFRGS, Campus Central 2017, a céu aberto, com circulação estudantes, professores e público em geral durante meses; Projeto e produção da exposição “A Estranha Xícara”, Instituto Ling, Porto Alegre, 2018; Produção e organização de textos e revisão do livro “O Percurso de um Olhar” de Luiz Carlos Felizardo, 2019. Prêmio Especial do Júri, Troféu Açorianos de Artes Visuais, Prefeitura de Porto Alegre, 2020; Assistente de Produção do documentário “Um fotógrafo na estrada”, homenagem a Luiz Carlos Felizardo, da Associação de Amigos do MARGS, em 2020, com direção de Gilberto Perin e Emerson de Souza. Em 2021, foi contemplada no PRÊMIO TRAJETÓRIAS CULTURAIS MESTRA SIRLEY AMARO, da Secretaria de Cultura do RS. Iniciou sua carreira profissional em 1982, em atividades ligadas à formação acadêmica – Publicidade e Propaganda, FAMECOS, PUCRS - na MPM Propaganda, porém já direcionando seus interesses à área de marketing cultural e produção. Em 1984, com a reinauguração do Theatro São Pedro, presidido por Eva Sopher, integrou o núcleo básico de trabalho, a partir do qual criou-se a equipe de operação, tornando-se reconhecida nacionalmente pela eficiência no desempenho de suas funções, sendo o Theatro São Pedro referência nacional como modelo de funcionamento, pela qualidade de suas instalações e pelo atendimento prestado pela equipe, não apenas sediando as manifestações artísticas, mas contribuindo na produção, divulgação e viabilização através de patrocínios e apoios. Entre de 1984 a 1991 trabalhou na área de programação, tendo sido Gerente de Planejamento e, posteriormente, Diretora Artística.Neste período o teatro foi palco de mais de 1.500 eventos nacionais e internacionais de teatro, música, dança etc., recebendo um público de, aproximadamente, 1.000.000 de pessoas. Além da programação anual, foi responsável pela organização e produção de 5 edições do Encontro Renner de Teatro, apresentando peças locais, debates, workshops e oficinas com nomes de destaque no cenário nacional e participou da criação de programas gratuitos como Música ao Meio Dia, O Choro é Livre, Jazz, sempre no intuito de popularizar este espaço cultural e permitir que a população de Porto Alegre pudesse participar da vida artística da cidade. Estes eventos sempre foram criados em parceria com cada segmento da comunidade e com a equipe de trabalho do teatro. Ao final do primeiro ano de trabalho, o Theatro São Pedro recebeu o prêmio Top de Marketing da Associação dos Dirigentes de Vendas do Brasil pela qualidade de sua programação e foi sendo homenageado no decorrer do tempo. Entre 1991 e 2011, foi sócia e Diretora de Planejamento da empresa Ismael Solé Projetos Especiais de Engenharia e Arquitetura, empresa especializada em restauração e projetos de teatros e centros culturais, participando de mais de 60 projetos no RGS e no Brasil, desenvolvendo estudos de viabilidade para seu funcionamento posterior (pós-projeto e obra) e treinamento de equipes técnicas, administrativas e de programação. Em 2001, criou, com Ismael Solé, a empresa PoArt Gerenciamento Cultural, especializada em diagnóstico, dimensionamento e formação de equipe de trabalho e coordenação de equipes ligadas à área cultural. Neste mesmo ano, montou a equipe de trabalho do recém inaugurado Santander Cultural. Na área de gerenciamento e administração o sistema de gestão operacional desenvolvido e implantado pela PoArt foi baseado em extenso estudo das características específicas, tanto em relação ao espaço físico, quanto ao objetivo do espaço cultural, a relação com a comunidade, e com as equipes envolvidas na produção de cada evento – artistas, curadores, produtores, arquitetos, museógrafos, montadores especializados, gerando emprego permanente para 40 profissionais da área e criando parcerias fundamentais. A partir de 2012, trabalhou como produtora e consultora cultural autônoma, produzindo recitais de música, exposições de fotografia, edição de livros e pesquisa histórica para publicações. Nesses quase 40 anos, está envolvida permanentemente na vida cultural de Porto Alegre, participando de associações, movimentos sociais para preservação de projetos e instituições culturais, lutando contra o preconceito social e a favor da inclusão, de forma voluntária sempre quando acredita que possa contribuir com sua experiência. A trajetória, descrita acima, mostra que sempre trabalhou com equipes e parcerias, que só vieram a enriquecer e permitir um aprendizado constante. ADAUANY PIEVE ZIMOVSKI - Coordenação de produção Artista, Pesquisadora e Doutoranda em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na área de História Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Imagens, Culturas e Memória, com orientação da Profª Drª Mônica Zielinsky. Foi pesquisadora visitante na Columbia University, em Nova York, onde realizou sua pesquisa de doutorado-sanduíche (bolsista CAPES-PRINT) entre outubro de 2021 a março de 2022. Faz parte do grupo de pesquisa 'Apagamentos da memória na arte. Políticas espaciais e temporais', coordenado pela Profª Drª Mônica Zielinsky (UFRGS). Foi membro do corpo editorial da Revista Valise do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS entre 2019 e 2022. Foi parecerista, realizando avaliação de artigos para a Revista Pós (PPGA/EBA - UFMG) 2023; Revista-Valise, (PPGAV-UFRGS). 2022; e revista PHILIA (PPGFIL/PPGAV - UFRGS. 2019).Organizou as seguintes publicações: Caminhos de Proust (Catálogo da exposição Caminhos de Proust, curadoria de Gilberto Schwartzman, 2022); Xadalu – Movimento Urbano (2017); Atelier Subterrânea. 1. ed. Porto Alegre: Panorama Crítico, 2010; Catálogo do projeto Coleção Vicinal, do artista chileno Gonzalo Pedraza, pela Fundação Bienal do Mercosul (2009). Entre 2007 a 2012 foi artista integrante e gestora do Atelier Subterrânea, onde atuou na elaboração e produção de projetos, organizando diversas atividades como exposições, workshops, palestras, performances. Em Porto Alegre atuou na produção executiva dos Festivais CineEquemaNovo e Kino Beat, e em diversas edições da Bienal de Artes Visuais do Mercosul. MARCO ANTONIO FILHO - Palestrante da atividade formativa da contrapartida Marco Antonio Filho (Lajeado, RS, 1984) atua como artista visual, pesquisador e professor. É doutor e mestre em Poéticas Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFRGS. Desde 2022 é Gestor de Acervo do arquivo de Luiz Carlos Felizardo. Como artista, ganhou o VI Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia e o XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. Realizou exposições individuais na Galeria do Goethe Institut (Porto Alegre), na Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre), no Ateliê da Imagem (Rio de Janeiro), no International Festival of Photography PhotoVisa (Krasnodar, Rússia), entre outros. Integrou o conselho curatorial do 12º Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre - FestFotoPoa, coordenando a Residência Artística Festfoto, o seminário Diálogos e o site Cadernos de Fotografia. Vive e trabalha em Porto Alegre. OVNI ACESSIBILIDADE - Função no projeto: Acessibilidade (versão acessível do livro em PDF) A OVNI Acessibilidade Universal, criada em 2014 e dirigida por Mimi Aragón e Kemi Oshiro, produz audiodescrição (AD), legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Reúne as experiências de suas profissionais, que desde 2010 atua na produção de recursos de acessibilidade comunicacional. Nas artes visuais atuou nos seguintes projetos: Produção de áudioguia com AD gravada ou de visitas guiadas a exposições como: Céu e Iconoclasta (Mostra Internacional de Arte Contemporânea – MIAC), Natura in data (Curitiba/PR), Observador (Curitiba/PR), O Rio na Casa – Virada Sustentável Porto Alegre 2018, HERTZ do Lugar Que Estamos, A Escuridão Que Me Clareia, Este Corpo Já Foi Meu, O Som da Tinta, Pés-Columbinos, Sombras & Lugares, Artemosfera. Na esfera editorial, realizou a produção de acessibilidade (AD e/ou LSE e/ou LIBRAS) para versões de publicações como: Teatro Palavra – 165 Anos do Theatro São Pedro, Comida de Afeto, Wimbelemdon, Nos Caminhos da Espera e do Silêncio, A Vida Cabe em um Fusca, Revista Corpo Futuro #3, MUM – Museu da Moda – 4.000 Anos de História da Moda, Revista Corpo Futuro #2, Riquezas Cultivadas no RS, Araucarilândia (Curitiba/PR), Pipocas de Palavras Brincantes (Curitiba/PR), Laços (Curitiba/PR), Observador (Curitiba/PR), Da arte e de 22 artistas brasileiros - uma antologia (São Paulo/SP), Ermelindo Nardin – Sombras, Iluminações e Sentimento (São Paulo/SP), RioAtivo – Geografia Social do Esporte (Rio de Janeiro/RJ), Sonhos do Dia (Rio de Janeiro/RJ), Revista da Extensão da UFRGS. ROGER LERINA - Função no projeto: Mediador do debate Jornalista e crítico de cinema. Formado na primeira turma (2019/2020) do Curso de Pós-Graduação Práticas Curatoriais do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Integrante da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Foi vice-presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS) entre 2008 e 2010 e presidente da entidade de 2010 a 2012. Editou de 1999 a 2017 a coluna Contracapa (artes, cultura e entretenimento), publicada no Segundo Caderno do jornal Zero Hora. Neste período, também atuou como repórter cultural do caderno de variedades de ZH. Apresentou o “Programa do Roger” na TVCOM entre 2011 e 2015. Em janeiro de 2007, ganhou o Prêmio Joaquim Felizardo, na categoria Jornal, concedido pela Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. Editor do site Roger Lerina (matinaljornalismo.com.br/rogerlerina), uma plataforma dedicada a notícias, artigos e vídeos sobre cinema, artes cênicas, música, artes visuais e eventos culturais. É curador do evento Noite dos Museus em Porto Alegre desde 2019. Integra a comissão de seleção das atrações musicais da Virada Sustentável em Porto Alegre desde 2018. Foi curador da Mostra de Longas-Metragens do Festival Internacional de Cinema da Fronteira em 2018, 2019 e 2022. Curador dos projetos Meu Filme Favorito e Adaptação: Entre a Literatura e o Cinema, ambos realizados no Instituto Ling. Participa desde 2005 como apresentador e crítico de cinema do Mesa de Cinema, projeto da jornalista Rejane Martins que une cinema e gastronomia. Foi programador das três salas do Cine Grand Café, no Shopping Nova Olaria, em Porto Alegre, entre novembro de 2021 e julho de 2022. Atua como repórter e crítico de cinema no Canal Brasil. TABAJARA RUAS - Função no projeto: debatedor TABAJARA RUAS nasceu em Uruguaiana, Rio Grande do Sul, em 1942. É cineasta, escritor, tradutor e roteirista de histórias em quadrinhos, televisão e cinema. Estudou arquitetura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e na Real Academia Dinamarquesa de Artes, em Copenhague. É sócio da Walper Ruas Produções, com sedes em Florianópolis e Porto Alegre. Exilado, viveu entre 1971 e 1981 no Uruguai, Chile, Argentina, Dinamarca, São Tomé e Príncipe e Portugal. Entre diversos títulos e homenagens à sua obra, Tabajara foi condecorado com a ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, no grau de Comendador; recebeu a Medalha da Vitória do Ministério da Defesa, o Prêmio Erico Verissimo, a Medalha do Mérito Farroupilha, o Troféu Guri e o título de cidadão de Porto Alegre. Pesquisa da UFRGS apontou Tabajara Ruas como um dos 10 melhores escritores da literatura rio-grandense. Em 2020 foi agraciado com o Troféu Escritor do Ano da Academia Rio-Grandense de Letras. Atuando no cinema desde 1978 como diretor, roteirista e produtor, recebeu inúmeros prêmios em festivais nacionais e internacionais. Dirigiu e roteirizou 6 longas: NETTO PERDE SUA ALMA, BRIZOLA TEMPOS DE LUTA, NETTO E O DOMADOR DE CAVALOS, OS SENHORES DA GUERRA, A CABEÇA DE GUMERCINDO SARAIVA e PERSEGUIÇÃO E CERCO A JUVÊNCIO GUTIERREZ. Tem diversos curtas e 13 roteiros de longas metragens para outros realizadores, entre eles O TEMPO E O VENTO para filme e minissérie de Jayme Monjardim. Foi consultor da série A CASA DAS SETE MULHERES. Publicou livros no Brasil e foi traduzido em 10 países. Seus romances: A REGIÃO SUBMERSA; O AMOR DE PEDRO POR JOÃO - livro indicado como leitura obrigatória para o vestibular da UFRGS a partir de 2015; OS VARÕES ASSINALADOS - um dos "Trinta Livros Inesquecíveis" publicados nos últimos trinta anos em todo o mundo, segundo o jornal Zero Hora; PERSEGUIÇÃO E CERCO A JUVÊNCIO GUTIERREZ – Considerado um dos “20 personagens do século 20 na literatura rio-grandense” pelo Caderno de Cultura de ZH e um dos “35 Melhores Romances Brasileiros”, segundo revista literária Rascunho; Finalista do Prêmio Póvoa do Varzim de Romance, Portugal, NETTO PERDE SUA ALMA - Troféu Açorianos de Melhor Romance, “um dos 10 melhores personagens da literatura gaúcha” na escolha da Revista Aplauso; O FASCÍNIO – incluído na antologia As melhores Histórias Brasileiras de Horror, O DETETIVE SENTIMENTAL, MINUANO - Troféu Açorianos como Melhor Obra Juvenil e finalista do Prêmio Jabuti, e GUMERCINDO. Publicou dois volumes da trilogia infanto-juvenil Diogo e Diana: MEU VIZINHO TEM UM ROTTWEILER E JURA QUE ELE É MANSO e A TRILHA DA LUA CHEIA. Escreveu crônicas, artigos e livros de ensaios, destacando-se A CABEÇA DE GUMERCINDO SARAIVA, livro mais vendido do ano na Feira do Livro de Porto Alegre. FÁBIO DEL RE - Função no projeto: debatedor Fábio Del Re, fotógrafo (Porto Alegre/RS,1960). Estudou na New England School of Photography (1988-1989), em Boston (EUA), onde viveu por seis anos. Lá recebeu os prêmios School Honors (1989) e Honors in Black and White (1989). Desde então, tem desenvolvido trabalhos autorais em fotografia. Desenvolve trabalhos de registro de arquitetura, decoração e cultura para revistas especializadas. Em 2000 vence, em co-autoria com o artista plástico Mauro Fuke, o concurso para a execução de um dos painéis do novo aeroporto Salgado Filho (Porto Alegre/RS), medindo 52 x 3,30 m. Reproduziu e fotografou obras e instalações para publicação dos catálogos da 5ª (2005), 6º (2007), 7º (2009), 8º (2011) 9º(2013) e 10º(2015) Bienal do Mercosul, nas cidades de Porto Alegre, Buenos Aires e Montevideo. Trabalha, desde 2003, com a Fundação Iberê Camargo, reproduzindo obras e documentos do acervo para a publicação de catálogos. Suas fotos já foram vistas em diversas exposições individuais e coletivas. Em 2016 recebeu os prêmios Artista Destaque do Ano e Destaque em Fotografia no X Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, em 2017 foi convidado a participar do International Discoveries VI em Houston, e no Lianzhou Foto Festival em 2018, China. FERNANDO ANTÔNIO RIBEIRO FALCÃO. Função no projeto: debatedor É Analista Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama. Foi Chefe de Escritório Regional (2004), de 2005 a 2010 exerceu o cargo de Chefe da Fiscalização da Superintendência do Ibama no Rio Grande do Sul e foi Superintendente-substituto da Superintendência do Ibama/RS (2005). Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (1986), mestrado em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2004) e pós-graduação Lato Sensu em Análise Ambiental e Gestão do Território pela Escola Nacional de Ciência Estatística - IBGE (2022). Possui experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Planejamento e Projeto Urbano, atuando principalmente nos seguintes temas: fotografia, arquitetura, patrimônio mundial, Brasília e Unesco. Na área ambiental: fiscalização, qualidade ambiental (agrotóxicos e resíduos), Fauna, SIG e geoprocessamento. Marianne Rotter, Coordenadora do Núcleo de Fotografia da Uergs - Função no projeto: Ministrante da oficina de fotografia Pinhole (PCD) Doutora em Artes Visuais com ênfase em Poéticas Visuais (PPGAV- UFRGS). Atua como professora na graduação em Artes Visuais da Uergs, onde coordena projetos de pesquisa e extensão relacionados à imagem fotográfica na arte contemporânea. Em 2002 inicia o projeto Meu ponto de vista, onde se fotografa em frente a espelhos realizando autorretratos, evidenciando o olhar de uma pessoa de baixa estatura. Tem a sua obra no acervo de importantes instituições do estado e é representada pela Ocre Galeria. Mariane Rotter é portadora de nanismo. No Brasil, desde 2004, através do Decreto nº 5.296, o nanismo se enquadra no rol das deficiências físicas, em virtude do comprometimento da função física e dos impactos consideráveis desta com o ambiente. Núcleo de Fotografia Uergs - Função no projeto: Parceiro O Núcleo de Fotografia é um desdobramento do projeto Através da Imagem, projeto de extensão que tem 5 anos de pesquisa e atuação no campo da fotografia. O projeto que é coordenado pela professora Mariane Rotter teve o seu início no ano de 2015, e promoveu ao longo dos anos encontros, oficinas, saídas fotográficas e exposições fotográficas, em uma perspectiva de disseminar e oportunizar o acesso e o debate à fotografia. Com o objetivo principal de oportunizar momentos de fruição, reflexão e prática no campo da imagem fotográfica, o projeto Através da Imagem vem realizando desde o ano de 2015, a partir da graduação em Artes Visuais Licenciatura da Uergs, um conjunto de ações como exposições fotográficas, seminários, oficinas práticas, mediações e atividades educativas nas exposições. As exposições fotográficas, que a cada ano são constituídas em novas curadorias feitas a partir de coleções particulares, obras cedidas por artistas, ou de acervos de instituições parceiras, são realizadas no mês de agosto de cada ano e junto a elas são realizadas uma série de atividades com a intenção de aproximar o público da arte contemporânea. Em 2022 iniciamos parceria com a Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, assim como com os Institutos Estaduais de Cinema e Artes Visuais – Iecine e Ieavi, onde passamos a ofertar o LABi, Laboratório de Imagens, oferecendo oficinas práticas para a produção e experimentação de técnicas em fotografia analógica e experimental, além de encontros teóricos com artistas e pesquisadores da área, que apresentam suas produções. Os encontros acontecem de forma mensal no Laboratório Vania Toledo e tem a participação colaborativa de professores e alunos de outras IES. Nestes dez anos de projeto, as parcerias pessoais e institucionais têm se ampliado e fortalecido a cada nova edição e um público maior, e mais diverso, tem acessado as atividades do projeto. https://grupoflume.com.br/index.php/2020/10/24/908/ https://www.instagram.com/nucleofotouergs/ Centro Cultural da UFRGS - Função no projeto: Parceiro (local do encontro/debate e lançamento do livro) A Universidade Federal do Rio Grande do Sul está historicamente vinculada ao campo da cultura, desenvolvendo reconhecido trabalho de formação, criação e difusão nessa área. Mantém programas e ações, em diferentes linhas de atuação, que são pioneiras no Brasil, e que fomentam a produção artístico-cultural, bem como ampliam o acesso a ela para públicos diversos, internos e externos à comunidade acadêmica. Essa trajetória está diretamente associada ao conjunto de equipamentos culturais criados e mantidos pela UFRGS. Em 2018, a universidade reafirma a importância de sua atuação nessa área ao inaugurar um novo espaço: o Centro Cultural da UFRGS. Situado em um prédio histórico do campus central – o antigo Instituto de Química Industrial – inteiramente restaurado, o Centro Cultural possui múltiplos ambientes, cada um deles identificado com nomes de árvores brasileiras, que constituem infraestrutura ideal para abrigar a cultura pulsante na universidade, sempre em relação com a comunidade. Sua gestão está sob responsabilidade do Departamento de Difusão Cultural (DDC) da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, e as ações culturais ali desenvolvidas – exposições, workshops, recitais, espetáculos, debates – já fazem parte da vida cultural de Porto Alegre. https://www.ufrgs.br/difusaocultural/centrocultural/
PROJETO ARQUIVADO.