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PRONAC 249469Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AFROLAJE CULTURAL AGREGANDO E RESISTINDO COM ANCESTRALIDADE

ASSOCIACAO CULTURAL GRUPO AFROLAJE
Solicitado
R$ 613,6 mil
Aprovado
R$ 613,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-06
Término
2025-12-19
Locais de realização (2)
Duque de Caxias Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O grupo Afrolaje apresenta o projeto "Afrolaje Cultural Agregando e Resistindo com Ancestralidade", que tem o objetivo de promover através de um plano de trabalho de 12 meses uma circulação de oficinas com integrantes da instituição ministrando jongo e capoeira em escolas da rede municipal e estadual de Duque de Caxias e Ilha do Governador.

Sinopse

As oficinas de jongo e capoeira promovidas pelo grupo Afrolaje são realizadas em 7 escolas da rede municial; rodas de jongo na sede do Afrolaje 1 vez por mês. Além de ministrar um workshop em 3 Quilombos. Buscando alcançar até +500 estudantes, +100 jovens nas rodas da instituição, 3 quilombos, até mil pessoas presencialmente no evento de celebração e +1 milhão de pessoas indiretamente de forma online.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Produção e realização do circuito de oficinas de jongo e capoeira; - Encontro de mestras e mestres; - Proporcionar ao público uma cultural ancestral afrobrasileira; - Importância da cultura afrobrasileira na mitigação do racismo estrutural; - Manter a identidade e memória ancestral; - Estimular o envolvimento de jovens com programações culturais; - Reconhecer a importância que as atividades do grupo tem para o território e auto estima local; - Oferecer acesso gratuito às expressões culturais brasileiras; - Elevar a autoestima da identidade da população negra. Objetivos Específicos: - Realizar 28 oficinas de Jongo e Capoeira em 7 escolas; - Realizar 10 rodas de jongo com capoeira no território do Afrolaje; - Realizar 3 workshops Versos Alados em 3 municípios do estado do Rio de Janeiro; - Realizar 1 evento de celebração; - Realizar 1 produto cultural de vide-oficina de jongo e capoeira acessível para deficientes visuais e auditivos.

Justificativa

Em 2020, em função do distanciamento que a pandemia do COVID-19 ocasionou, mestras e mestres se viram sozinhos e em vulnerabilidades, o grupo Afrolaje começou a realizar encontros online, como forma de manter viva a esperança e afeto entre os participantes. Como culminância do projeto, será destinado um dia para a celebração dos meses de trabalho e o reencontro das mestras e mestres, a ser realizado no mês de novembro, no território do grupo Afrolaje, no Méier, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro. A Associação Cultural Grupo Afrolaje foi fundada em 2012 pela multiartista Flávia Souza e pelo professor de capoeira Ivan Jr, a fim de criar uma rede de parcerias e colaboradores, onde em 2013 deram início às atividades culturais, atuando com linguagens da cultura popular brasileira como o Jongo, a Capoeira Angola e o Samba de roda, na região do grande Méier, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro e local da sede. O Afrolaje nasceu na laje da casa onde mora Flávia Souza, como uma forma de ressignificar sua laje e resgatar os encontros, nesta que é um espaço de encontros comumente de guetos. Com reuniões periódicas para a prática do Jongo e da Capoeira Angola, no intuito de pesquisar, preservar e divulgar a memória da cultura popular afro-brasileira. Atualmente a instituição conta com uma equipe de 2 diretores e 8 oficineiros, já se apresentaram em diversos espaços como, o Theatro Municipal do RJ, palcos pelo Brasil e no exterior, já atendeu +300 escolas e foi fonte de pesquisa de diversas universidades incluindo a Universidade do Texas. A circulação de oficinas de jongo e capoeira junto às escolas é um importante aliado na educação, com seu contexto histórico, vestimentas e costumes, objetivando a aplicação da lei 10.639/03, a legislação tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas, e até os dias de hoje vemos a falta de material didático e a ausência de literatura da temática racial. Onde apenas através de incentivos culturais por instituições é possibilitado aplicar as temáticas pedagógicas da cultura afro-brasileira. Assim o projeto buscará integrar temas dos direitos humanos, a abordagem holística visa assegurar que todos os aspectos da dignidade e igualdade sejam contemplados, incorporando questões como igualdade de gênero, combate à discriminação e acesso à educação de qualidade. A instituição em janeiro de 2020 recebeu menção honrosa Ubuntu no teatro Carlos Gomes, foi contemplado com o prêmio Cultura Afro Brasileira da Fundação Palmares - MinC 2014, chancela Ações Locais da SMC-RJ 2015 e 2016, em 2017 os prêmios: Favela Criativa, Afro Fluminense, Arte Escola da SMC-RJ e Leandro Gomes do MinC, entre outras. E a mais recente monção honrosa da Ordem do Mérito Cultural Carioca em 2021, que reconhece a instituição pelos relevantes serviços prestados à cultura. A pertinência da execução do projeto como um todo no estado do Rio de Janeiro se dá pela história da chegada do jongo, ou caxambu, que é um ritmo que teve suas origens na região africana do Congo-Angola, sendo desenvolvido quando chegou ao Brasil-Colônia com os negros de origem bantu trazidos como escravizados para o trabalho forçado nas fazendas de café do Vale do Rio Paraíba, no interior dos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Tornando assim, um legado ancestral para o estado do Rio de Janeiro e os fazedores de cultura afro-brasileira.

Estratégia de execução

O projeto visa gerar destaque para as Leis de incentivo, vinculado a marca patrocinadora em todas as divulgações acerca do projeto, alinhando os valores e missão, com um amplo plano de comunicação que inclui uma nova identidade visual, contratação de diversos formatos de mídia externa e digitais, criação de vídeos chamadas e artes gráficas. Além de criação de kit para os estudantes que receberem a circulação das oficinas com eco-copo e eco-bolsa, juntamente com lápis sustentável que se converte em planta e também uma cartilha pedagógica que conta a história do jongo e capoeira de forma lúdica para os estudantes colecionarem esse saber. Onde esses estudantes estarão levando para dentro de suas casas as marcas do projeto e patrocinador, ampliando de forma orgânica o alcance. Atualmente a página da instituição Afrolaje na rede social Instagram possui +10 mil seguidores e a página de sua idealizadora, Flávia Souza +50 mil seguidores, que serão usadas para concentrar as divulgações do projeto e conteúdos com temas relacionados. Em paralelo, será contratada uma equipe de comunicação com designer, social media e assessoria de imprensa para trabalhar 10 meses no projeto, montar relatórios, divulgar a execução das oficinas e montar o plano de divulgação e para o evento de celebração. Para a circulação das oficinas nas escolas e workshop nos quilombos, as equipes contarão com camisas personalizadas do projeto, será contratado uma cooperativa de van para o transporte onde será viabilizado ímã para estar na lateral da van com as marcas do projeto e patrocinadores, que também ampliará o alcance de forma orgânica, criando assim uma unidade profissional para o projeto. Além disso, a instituição Afrolaje usará de recursos como parcerias com páginas virtuais e sites como: Mundo Negro, Geledés, Bom Dia Favela da Band, O Globo, redes dos mestres e mestras do jongo e capoeira. O plano de comunicação conta com: Todas as peças de divulgação e produto cultural com aplicação da marca do patrocinador; Assessoria de Imprensa; Equipe de comunicação; Registro videográfico com edição para vídeo institucional; Disponibilização de produto cultural de audiovisual com oficinas de jongo e capoeira com acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva, gratuitamente; Banners e cartazes de tamanhos variados com aplicação da marca do patrocinador; Busdoor para divulgar as rodas do Afrolaje no Méier; Busdoor para divulgar o evento de celebração do mês de novembro; Convites digitais; Folheto pedagógico com aplicação da marca do patrocinador; kits para estudantes; Serigrafia em camisas; Branded contents.

Especificação técnica

O projeto será executado no plano de trabalho de 11 meses distribuídos da seguinte forma: Os dois primeiros meses estão destinados à pré-produção, com a contratação de pessoal para o administrativo operacional, produção do material de divulgação, mapeamento das escolas municipais e estaduais para a circulação das oficinas (jongo e capoeira) e planejamento das rodas de jongo no território do grupo Afrolaje, bem como o pré-planejamento do evento de celebração previsto para o mês de novembro, mês da consciência negra. Serão destinados 7 meses, a começar no mês de março, para a circulação das oficinas de jongo e capoeira nas escolas estaduais e municipais de Duque de Caxias e Ilha do Governador, sendo 2 oficinas de jongo, 2 oficinas de capoeira e 1 encontro com os mestres (as). Totalizando 28 oficinas e 7 encontros com os mestres nas escolas. Para viabilizar esta circulação, a instituição Afrolaje irá oferecer às escolas o projeto e desenvolver o calendário das oficinas. Para as rodas de continuidade do grupo Afrolaje, em seu território, serão destinados 10 meses, a começar no mês de fevereiro, como forma de manter as atividades ativas e fomentar a sede para a sustentabilidade do ponto de cultura. A metodologia das oficinas Afrolaje propõe encontros para entender e falar sobre as referências de matriz africana, como interferem, permeiam, influenciam e auxiliam na construção social. A partir da visão de mundo Bantu – maior tronco linguístico do continente africano e responsável por grande parte das referências de matriz africana no Brasil – A música percussiva e as danças de matriz africana são um dos principais símbolos culturais do país e seu aprendizado proporciona aos jovens e adultos o conhecimento e o protagonismo da história de matriz afro brasileira. Visando alcançar estudantes do ensino fundamental e médio, jovens e adultos. Para a circulação do workshop “Versos Alados” em 3 quilombos credenciados do estado do Rio de Janeiro, será destinado 3 meses, intercalados, onde a instituição irá fazer a parceria e proposta do projeto a fim de um intercâmbio geracional, onde o grupo Afrolaje terá a oportunidade de vivenciar quilombos que são tão importantes para nossa herança cultural e ancestral. Como forma de unir o maior número de mestres e mestras de jongo e capoeira, será dedicado 1 dia de celebração, onde várias expressões da ancestralidade afro-brasileira se encontrarão, um dia que ficará guardado na memória dos que tanto lutam em busca de igualdade. O evento também foca na sustentabilidade, promovendo roda de conversa com agentes importantes para tratar do assunto de racismo ambiental, campanhas de lixo zero nas ruas e criando um ambiente democrático, acessível e íntegro. A realização do projeto demandará gerenciamento de redes sociais da instituição, para estar divulgando e criando conteúdos alinhados aos temas do projeto. Bem como contratação de assessoria de imprensa para buscar amplos meios de comunicação e gerar um alcance nacional, permitindo que o projeto vislumbre sua continuidade para além das fronteiras do estado e do país.

Acessibilidade

O proponente irá assegurar a participação e acessibilidade no local do evento e reservar espaços para a pessoa com deficiência em conformidade com as normas de acessibilidade dispostas na a Lei no 13.146, de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Todos os debates workshops contarão com a presença de intérpretes de libras. As oficinas contarão com intérprete de libras em pelo menos 30% da quantidade oferecida, além de 1 produto cultural de video-oficina de jongo e capoeira acessível para deficientes visuais e auditivos. O projeto, também, irá deixar legados de benfeitoria em acessibilidade para as escolas que não possuírem rampas de acesso a pessoas cadeirantes, objetivando a aplicabilidade de acessibilidade e inclusão nas escolas.

Democratização do acesso

Como democratização de acesso, a circulação das oficinas, os workshops e o evento de celebração serão gratuitos, promovendo inclusão de todos os gêneros e etnias e promovendo temas da história brasileira para as escolas. Bem como, em contrapartida o projeto irá deixar legados de benfeitoria em acessibilidade para as escolas que não possuírem rampas de acesso a pessoas cadeirantes, objetivando a aplicabilidade de acessibilidade e inclusão nas escolas. Sempre veiculando a marca patrocinadora junto ao projeto, alinhando os valores do desenvolvimento humano, social e inovador.

Ficha técnica

Flávia Souza funções: diretora e oficineira de jongo Flávia Souza: vinte e um anos atuando na área artística e cultural como: Atriz, Cantora, Coreógrafa, bacharela em Dança pela UFRJ, curso de extensão Universidade das Quebradas, Pós em docência no ensiono fundamental e médio pela AVM/Universidade Cândido Mendes, pós-Graduação internacional a distância em Políticas Culturais Comunitárias pela Flacso, pesquisadora, aprendiz griot, coordenadora e fundadora da Associação Cultural Afrolaje em atividade desde 2012, integrante da Associação de Mulheres Negras Aqualtune, frente nacional de mulheres do Hip Hop. Agora em 2024 assina a direção, coreografia e adaptação do roteiro infantil A Menina Dança, que teve grande sucesso de público no SESC Tijuca pelo edital Corpo Negro. Em 2023 indicada ao prêmio de melhor atriz coadjuvante por sua atuaão como “Tia Natalina”, no filme Nosso Sonho, no Los Angeles Brazilian Film Festival em Hollywood. Também em 2023, recebeu o prêmio internacional NEAPFEST Brasil em homenagem ao Rubens arbot por reconhecimento enquanto atriz, afazeres artísticos e culturais. Ivan Karu Função: oficineiro de capoeira Educador físico, Pesquisador da cultura e da história afro-brasileira e africana. Victor Hugo Função: Músico Vitor Hugo Dos Santos Generoso, Articulador Cultural e Percussionista, particiou de diversas apresentações no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Tereza Rachel , Teatro Miguel Falabella, Teatro João Caetano e também trabalhos internacionais no teatro Juan Gaitan Bogotá Colômbia, Espetáculo Amenina Dança Dirigido por Flávia Souza. Jéssica Albuquerque Função: Produtora executiva Nascida na cidade de Manaus e radicada na cidade do Rio de Janeiro, é Produtora Cultural e Gestora de Projetos há aproximadamente 8 anos. Desenvolvou projetos premiados, participou como voluntária pioneira dos Jogos Olímpicos Rio 2016; do documentário "O Valor da Cultura" em 2019, sendo também protagonista do livro homônimo promovido pela Agência de Redes para Juventude. Cursou Empreendedorismo Cultural pelo Instituto Cultural Cidade Viva, coordenado pela Firjan Sesi Cidadania, participando como palestrante no seminário "O Papel da Cultura no Desenvolvimento Territorial" em 2018, da instituição. Além disso, é idealizadora da Block Produtora Multidimensional que atua com metodologias de Produção Cultural e consultoria em captação via editais e leis de incentivo. Nos últimos 3 anos e meio trabalhou na Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro. Iniciando como assessora do Secretário e produtora executiva do gabinete. Em agosto de 2022, passou a atuar na Coordenadoria de Fomento como Assistente Cultural. Em 2023, integrou a comissão técnica dos projetos de Patrocínio e Assessora da Gerência de Acompanhamento de Projetos Culturais da Secretaria. Marco Antônio Função: Direção de Produção Produtor Cultural e Captador de Recursos. Atualmente captador e gestor de recursos de fomento e emendas parlamentares no Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos. Exerceu a função de Assessor de captação de recursos e parcerias institucionais e internacionais na Secretaria Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro, através de emendas parlamentares que culminaram em edital de fomento e investimentos em obras no Museu da História e da Cultura Afrobrasileira, tendo participado das negociações que culminaram nas parcerias com o IFRJ, UFRJ, CEFET, em projetos de intercâmbios com a Embaixada da Colômbia resultando na ida da delegação da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro à Cáli na Colômbia para participar do Festival Petrônio Alvarez. Coordenador de programação na rádio comunitária, a Rádio BICUDA FM, cuja programação é voltada para as comunidades e favelas do Rio de Janeiro e as ações sociais nelas realizadas. Como produtor, participou da concepção do FESTIVAL DE GASTRONOMIA PRETA que aconteceu em novembro de 2023 no CCBB, realizou em 2023 o 1º festival de improvisação no Rio de Janeiro, o FESTIVAL IMPRO GRAND PRIX, realizado nos teatros da Barra temporada com espetáculo PAREM DE FALAR MAL DA ROTINA, de Elisa Lucinda para DIA INTERNACIONAL DA MULHER, na Sala Municipal Baden Powell março de 2018. Negociou participação da poeta/atriz/escritora ELIZA LUCIDNA na SP Escola de Teatro. Gabriel Leal Função: Assistente de Produção Apaixonado e atuante no universo das rodas culturais desde 2015 e do teatro, cantor e compositor, Gabriel Leal é artista independente. Fez parte da primeira turma da ebav em 2022, onde dirigiu, roteirizou e fez a trilha sonora de seu filme. Em 2023 foi apresentador e produtor executivo no Slam dos Crias, produzido pelo pet - conexão dos saberes no IFRJ campus Nilópolis onde estuda. Agora em 2024 produção da 5 conferencia estadual de cultura RJ.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.