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PRONAC 249474Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Tiradentes

VIRTUOSI PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,83 mi
Aprovado
R$ 3,83 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ópera
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-11-23
Término
2026-11-22
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto consiste na apresentação de 5 récitas da ópera "Tiradentes", ópera composta por Manoel Joaquim de Macedo Júnior, a partir do libreto do político e escritor Antônio Augusto de Lima, sobre o movimento da Inconfidência Mineira. A ópera ainda se encontra manuscrita e, por isso, faremos a revisão e edição crítica da partitura geral da ópera. Como contrapartida, haverá a realização de um bate-papo público com o maestro Roberto Duarte e demais membros principais da produção da ópera Tiradentes.

Sinopse

A ópera "Tiradentes" foi escrita pelo compositor Manoel Joaquim de Macedo Júnior, entre os anos de 1895 e 1914, a partir do libreto escrito por Augusto de Lima, poeta, político e jurista mineiro, sobre o movimento da Inconfidência Mineira. A história se passa entre os anos de 1789 e 1792 e é dividida em 4 atos (Aspiração, Conjuração, Traição e Julgamento no patíbulo), sendo que os três primeiros se passam em Vila Rica (atual Ouro Preto/MG) e o último na cidade do Rio de Janeiro. Abaixo está a sinopse da ópera: A ópera "Tiradentes" retrata a exploração de Minas Gerais pela coroa portuguesa através da cobrança abusiva do “quinto”, imposto sobre a extração do ouro. Em resposta a essa opressão, um grupo de homens e mulheres, conhecidos como os inconfidentes, planeja pôr fim a essa prática injusta. Liderados por Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, os conjurados se reúnem em Vila Rica. Entre eles, destacam-se o ouvidor Tomás Antônio Gonzaga, os poetas Cláudio Manoel da Costa e Alvarenga Peixoto, e o engenheiro Álvares Maciel, unidos pelo sonho de liberdade e justiça. Maria de Seixas, apelidada de Marília, tenta com todas as forças dissuadir Gonzaga de participar da conspiração, mas seus esforços falham, levando-a à loucura. Paralelamente, o Visconde de Barbacena, governador de Minas, vê na figura de Joaquim Silvério dos Reis a chave para desmantelar o plano, obtendo dele os nomes dos conspiradores. O clímax ocorre no Rio de Janeiro, onde Tiradentes é julgado pelos Desembargadores da Alçada. Sem delatar seus companheiros, ele assume toda a responsabilidade pelo levante, sendo finalmente enforcado em praça pública, sob os olhares atentos de Marília, Perpétua e uma multidão.

Objetivos

1) Objetivo Geral O objetivo geral deste projeto é realizar a primeira encenação da ópera "Tiradentes". Embora seja uma ópera de proporções wagnerianas, que tenha tomado 30 anos de trabalho do seu compositor, Manoel Joaquim Macedo Júnior, e seja sobre um assunto relevante da História Brasileira, a ópera ainda não foi encenada, mesmo já tendo passados mais de 100 anos de sua composição. 2) Objetivos Específicos 1 - Realizar a edição crítica e a revisão musicológica da partitura geral da ópera "Tiradentes", escrita por Manoel Joaquim Macedo Júnior e que ainda se encontra manuscrita. 2 - Gerar trabalho para pelo menos 115 músicos (75 instrumentistas de orquestra e 40 cantores de coro), além de uma grande equipe de produção. 3 - Realizar 2 noites de montagem (ensaio pré-geral e geral) da ópera em um Grande Teatro 3 - Realizar 5 récitas da ópera em um Grande Teatro. 4 - Oferecer 8525 ingressos para as récitas no Grande Teatro, com venda a preços populares, de acordo com o descrito no plano de distribuição deste projeto. 5 - Gravar uma récita ópera em vídeo e publicá-la no canal do YouTube da Virtuosi Produções. 6 - Como contrapartida, realizar um bate-papo público com o maestro Roberto Duarte e demais membros principais da produção, sobre a ópera Tiradentes.

Justificativa

A ópera "Tiradentes" foi escrita pelo compositor Manoel Joaquim de Macedo Júnior, entre o fim do século XIX e começo do século XX, sobre o libreto de Augusto de Lima, jornalista, jurista e político mineiro. Segundo os autores, a ópera se tratava da maior tragédia brasileira até então: a Inconfidência Mineira. Em Minas Gerais, Macedo escreveu uma versão preliminar da ópera, fazendo apenas a partitura para canto e piano. Com auxílio de uma bolsa dos governos de Minas Gerais e do Brasil, o compositor se mudou para a Bélgica para orquestrar a ópera junto a Arthur de Greef. Como a moda na época era a ópera Wagneriana, "Tiradentes" recebeu uma orquestração grande e densa, o que dificulta bastante a sua execução. Macedo faleceu em 1925 e, durante a sua vida, apenas alguns trechos foram executados, sobretudo em eventos de caráter político. A própria imprensa, desde o século XIX, registra o sucesso alcançado pelo melodrama. Curiosamente, embora apresente um aspecto histórico relevante capaz de engrandecer a nossa nação, principalmente o estado de Minas Gerais, e exibindo escrita orquestral e vocal dignas das grandes criações do gênero, a ópera foi quase totalmente esquecida. O esquecimento foi real, pois durante décadas a partitura da ópera estava desaparecida e só foi encontrada em 1986, na Biblioteca da Escola de Música da UFMG. Devido a um esforço do bisneto de Augusto de Lima, que conseguiu patrocínio através de mecanismos da prefeitura e do Estado de Minas Gerais, houve uma apresentação parcial da ópera "Tiradentes" no Palácio das Artes, sob a regência do Maestro Roberto Duarte e com o Coral Lìrico e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Foram realizadas cinco récitas em formato de oratório, ou seja, sem encenação, de uma versão com cortes da ópera. Não existe ainda uma gravação oficial, apenas registros amadores, com baixa qualidade, que se encontram no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=8LlHuntIRZQ&t=691s https://www.youtube.com/watch?v=38cA-qdxptc Desde então, houve apenas pesquisas, como os doutorados de Camila Fresca e Patrícia Valadão: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27157/tde-01122014-162315/pt-br.php https://repositorio.unicamp.br/acervo/detalhe/1092659 Como resultado do doutorado da Patrícia Valadão, houve a apresentação de alguns trechos da ópera, na versão para canto e piano, no Conservatório da UFMG. Por ser uma partitura com mais de 100 anos de existência, o material está bastante frágil e, por isso, foi movido para o setor de Obras Raras da Biblioteca Central da UFMG e digitalizado pela universidade. Mesmo assim, a obra ainda se encontra manuscrita e, por isso, propomos a criação da primeira edição da ópera, a ser realizada pelo maestro Roberto Duarte, que foi o responsável pela sua execução no Palácio das Artes nos anos 90. Propomos também a sua apresentação para o público, em 5 récitas, com a encenação, que não foi possível até hoje. Queremos também fazer a gravação profissional em vídeo e disponibilizá-la no YouTube, para que a obra seja acessível à população. Percebe-se que este é um projeto de grande valor histórico e cultural e, por ter grande porte, necessita de grande investimento, aproximadamente de 4 milhões de reais, o que não é possível sem o auxílio de leis de incentivo à cultura. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Este projeto requer o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para seu financiamento, conforme previsto na Lei 8313/91, pois se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; E no objetivo I alínea c do art. 3o da lei 8313/91, que dispõe: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

1o Produto: Edição da partitura geral da ópera "Tiradentes" A partitura manuscrita tem 1192 páginas e está dividida em 5 volumes, onde o primeiro é a Protofonia e os outros são os quatro atos. Este material foi digitalizado pela Escola de Música da UFMG e, a partir dele, o maestro Roberto Duarte fará a edição e revisão musicológica da partitura geral da ópera "Tiradentes". 2o Produto: Apresentações musicais: A ópera Tiradentes exige um grupo grande de músicos. Com relação ao coro, deveria ter em torno de 60 pessoas. sendo 15 para cada naipe. Já com relação à orquestra, são 75 pessoas, pois precisamos da seguinte orquestração: 2 Flautins 4 Flautas 4 Oboés 4 Clarinetes 1 Saxofone 3 Fagotes 4 Trompas 4 Trompetes 3 Trombones 1 Tuba 5 Percussionistas 1 harpa 1 Pianista 16 Violinos 8 Violas 8 Violoncelos 6 Contrabaixos 3o Produto: Gravação no YouTube Disponibilização no YouTube de uma gravação profissional em vídeo de uma das récitas da ópera Tiradentes. 4o produto - Contrapartida Bate-papo com o maestro Roberto Duarte e demais membros da produção da ópera Tiradentes.

Acessibilidade

A) Acessibilidade Física As récitas serão realizadas em um grande teatro preparado para receber deficientes físicos, contendo: 1. Banheiros Adaptados:- Presença de banheiros acessíveis em todos os locais de ensaio e apresentação.- Equipados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. 2. Assentos Reservados:- Reserva de assentos para pessoas com deficiência física e seus acompanhantes nos teatros. B) Acessibilidade de Conteúdo Libras (Língua Brasileira de Sinais):- Intérpretes de Libras disponíveis durante as récitas da ópera para interpretação do texto da legenda para o público.

Democratização do acesso

Plano de Distribuição e Comercialização dos Produtos da Proposta A) Récitas da Ópera "Tiradentes" 1) Número de récitas: 5 2) Local: Um grande teatro de Belo Horizonte, com capacidade entre 1000 e 1705 lugares. 3) Distribuição de ingressos, supondo que consigamos o teatro com a capacidade de 1705 lugares: Carga de Ingressos: 8525 - Ingressos Retidos pelo Teatro (5%): 426- Ingressos para o Ministério da Cultura: (5%): 426- Ingressos de Cortesia da Produção (para permuta com meios de comunicação e para músicos, 10%): 852- Ingressos Disponíveis para Venda (80%): 6820 Preço dos ingressos: - Setor 1: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) - Setor 2: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia) - Setor 3: R$ 60,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) - Setor 4: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) B) Recitais de contrapartida nos Centros Culturais 1) Número de Recitais: 1 2) Capacidade dos Centros Culturais: em torno de 100 pessoas em cada local 3) Total de ingressos: 100 com distribuição gratuita. C) Transmissão pela Internet: - Gravação profissional de uma das récitas e publicação no canal do YouTube da Virtuosi Produções, permitindo o acesso gratuito à ópera para qualquer usuário da rede. D) Contrapartida: realização de um bate-papo com o Maestro Roberto Duarte e membros da produção sobre a montagem da ópera Tiradentes.

Ficha técnica

1) Ederson Urias - Diretor de Produção: Premiado no Concurso Internacional de Brest 2011 (França), o pianista Ederson Urias se apresenta com frequência no país e no exterior, atuando em festivais como o de Campos do Jordão (Brasil), Wiener Musikseminar (Áustria), Brache Musiktage (Alemanha), Les Nuits Pianistiques (França), Rencontres Musicales du Mont-Doré (França) e da Villa Medici Giulini (Itália). É mestre em Música pela USP (2008), Bacharel em Piano pela UEMG (2004), em Engenharia Química pela UFMG (2005) e, atualmente, cursa o Bacharelado em regência na UFMG. Em 2012, criou em Belo Horizonte a Virtuosi Produções, empresa dedicada exclusivamente à produção de projetos de música erudita. Dentre as suas principais produções, estão a "Academia de Ópera Virtuosi", com a qual realizou produções dos títulos "Vênus e Adônis" (J. Blow - 2023), "Dido e Enéas" (Purcell - 2019)" e três produções de "Bastien und Bastienne" (Mozart - 2018/2019). É também o diretor do Coro e Orquestra Virtuosi, grupos com os quais tem realizado diversos concertos em Belo Horizonte e interior de Minas Gerais. Dentre as suas outras produções, destacam-se os "Concertos Internacionais Virtuosi", que trouxeram a Belo Horizonte nomes como as pianistas Maria João Pires e Valentina Lisitsa, além de projetos como "Concerto de Natal", "Cravo e Cantigas", "Movimento Violão/BH" e "Pianofest - Festival Internacional de Belo Horizonte". 2) Ederson Silva - Direção Geral e Coordenação Geral Formado em Engenharia Metalúrgica pela UFMG e em Administração de Empresas pela UNA, atuou por 30 anos em empresas como Usiminas e Industeel. Após a sua aposentadoria, fundou em 2012, junto com o seu filho, o pianista Ederson Urias, a Virtuosi Produções Artísticas Ltda, empresa dedicada exclusivamente à produção de concertos. Durante todo este tempo, tem atuado como Diretor Geral de todos os projetos da empresa. 3) Iná Duarte - Produtora: Iná Duarte é soprano coloratura, tendo atuado como solista, cantora de coro, professora de canto lírico e produtora cultural. É formada pela Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais, onde concluiu os cursos de Especialização em Performance Musical e Bacharelado em Canto Lírico. Na Faculdade FADYC, realizou especialização em Educação Musical Musical e Formação Pedagógica em Música. Já na Escola de Música da UFMG, cursou Bacharelado em Violão. É cantora corista do "Ars Nova - Coro da UFMG" e do "Concentus", com o qual já se apresentou em diversos concertos junto com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Desde 2023 atua como produtora da Virtuosi Produções e, atualmente, é também professora de musicalização do Colégio Arnaldo de Belo Horizonte. 4) Roberto Duarte - Diretor Musical, Maestro e Editor Um dos mais requisitados regentes brasileiros, com larga experiência também na Europa, fez seus estudos no Rio de Janeiro, aperfeiçoando-se mais tarde na Itália e na Alemanha com bolsa especial do DAAD. Sua carreira Internacional começou logo depois de ter sido laureado com o Prêmio 'Serge Koussevitzky' no Concurso Internacional de Regência do Festival Villa-Lobos, no Rio de Janeiro em 1975. Entre as principais orquestras que tem dirigido fora do Brasil estão: Tonhalle Orchester Zürich, Ungarische Philharmonie, Orchestre de la Radio Suisse Romande, Orchestra G. Enescu, Slovak Symphony Orchestra, Moscow Chamber Orchestra, Tchaikowsky Symphony Orchestra Moscow, Bruckner Sinfonie Orchester Linz, Akron Symphony Orchestra, Orchestra Sinfonica di Bari, Orchestra Sinfonica Abruzzese, Orchestra Filarmonica Marchigiana, entre outras. Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1981–1994), da Orquestra Sinfônica do Paraná (1998-1999) e da Orquestra Unisinos, no Rio Grande do Sul (2003-2006), fundador e Diretor Musical da Orquestra do Theatro São Pedro, em São Paulo (2010-2012). Considerado um especialista na obra orquestral de Villa-Lobos, sob sua batuta, foram gravados na Europa vários CDs para o selo Marco Polo com obras do mestre. Com a Orquestra de Câmara Tommaso Traeta (por ele fundada, na Itália, em 1988), gravou obras inéditas do compositor italiano Comte de Saint Germain e do brasileiro Padre José Maurício Nunes Garcia. No Brasil muitos outros CDs foram dedicados a compositores brasileiros. A sua edição de Il Guarany, de A. Carlos Gomes, para a Funarte, representa um marco no trabalho de revisão no Brasil, onde a obra mais conhecida do nosso maior operista foi totalmente restaurada. Trabalho idêntico foi feito na ópera Lo Schiavo do mesmo compositor. Em suas atividades acadêmicas destacam-se: professor de Regência e Prática de Orquestra durante 27 anos na UFRJ; masterclasses em vários estados brasileiros e fora do Brasil no Chile, Grécia, Suíça e na Itália durante 14 anos foi professor de regência no Corso Internazionale di Polifonia Latino-Mediterranea. Escreveu ainda os livros: Revisão das Obras Orquestrais de Villa-Lobos, em dois volumes (Editora UFF-RJ) e Villa-Lobos errou? (Subsídios para uma revisão musicológica em Villa-Lobos) em português, inglês e francês (Algol Editora-SP), além de textos para os livros Ópera à brasileira, organizado por J. L. Sampaio (Algol Editora-SP), Mignone organizado por Vasco Mariz (Funarte) e um capítulo sobre a música brasileira para a História Universal da Música de Kurt Pahlen, edição em português, (Edições Melhoramentos-SP). 5) Charles Roussin - Maestro Assistente O maestro Charles Roussin é professor de Regência da Escola de Música da UFMG, instituição onde concluiu o mestrado em Música e os Bacharelados em Violão e Regência. Já na Universidade de Aveiro, Portugal, concluiu o Doutorado em Regência de Orquestra. Sua atuação profissional inicial como regente de orquestra deu-se junto à Orquestra de Câmara de Itaúna e à Orquestra de Câmara de Ouro Branco, com as quais entre os anos de 2000 e 2015 idealizou e implantou vários projetos de formação musical e de divulgação da música erudita pelo interior do Brasil. Neste período foi responsável pelo comissionamento e estréia de diversas obras orquestrais de compositores brasileiros. Foi também diretor artístico da Semana da Música de Ouro Branco e do Festival Nacional de Música de Divinópolis, eventos que reuniram professores e alunos de diversos países. No Palácio das Artes (Belo Horizonte/Brasil), após dois anos à frente do Coral Lírico de Minas Gerais (2003-2004), foi por quatro anos maestro da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (2008-2011), cumprindo uma extensa e diversificada programação de Concertos Sinfônicos, Concertos no Parque, Concertos Didáticos e espetáculos cênicos, e também turnês pelo interior do país. Vários concertos sob sua direção foram gravados e transmitidos pela Rede Globo Minas e pela Rede Minas de Televisão. 6) Hernan Sanchez - Preparador do coro Regente titular do Coral Lírico de Minas Gerais, Hernan Sanchez é natural de Buenos Aires, onde iniciou seus estudos de violão, canto e regência coral no Conservatório Alberto Ginastera. Aperfeiçoou-se em direção coral com Antonio Russo, Roberto Saccente, Nestor Zadoff e Werner Pfaff. Estudou canto no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón e Música Antiga no Conservatório Superior de Música “Manuel de Falla”. Foi coordenador de coros para a gestão operacional “Música para a Igualdade” do Ministerio de Educación del Gobierno de la Ciudad. Integrou os corais estáveis do Teatro Argentino de La Plata e do Teatro Colón. Participou como solista em diferentes óperas na Avenue Theater Company Juventus Lyrica: Falstaff, A Flauta Mágica, Madama Butterfly, Romeu e Julieta, La Bohème, The Fairy Queen, O Rapto do Serralho, Columbus Ring e Le Grand Macabre. Preparou óperas e concertos com Carlos Vieu, Guillermo Tesone, Salvatore Caputo, Carlos Calleja, Hernan Schvartzman e Antonio Russo. Também preparou o coro da instituição para as óperas Norma, La Traviata, Manon Lescaut, A Flauta Mágica, La Bohème e Cavalleria Rusticana.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.