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O projeto tem como objetivo valorizar a cultura açoriana no Sul do Brasil por meio de uma série de3 shows musicais autorais em cidades afetadas pelas enchentes, com a participação de artistas locais. Além das apresentações, serão gravados fonogramas ao vivo para registrar as músicas e produzidos videoclipes que ajudarão na sua divulgação, ampliando o alcance e a visibilidade do projeto. Para fortalecer a conexão com a tradição açoriana, as apresentações incluirão danças folclóricas.
As músicas autorais serão gravadas em áudio e vídeo gerando fonogramas ao vivo e em estúdio, e clipes de divulgação para Youtube. Teremos a participação de artistas locais de cada cidade. para assim valorizar a cultura e os artistas locais. O show vai contar um pouco da influência açoriana no Brasil, através da música, poemas recitados e em alguns shows com apresentação de dança folclórica. O Show Tom Amorim, Cancioneiro Açoriano, conta através de sua música, os costumes da cultura açoriana no Brasil, principalmente da região Sul do País. Músicas como Peão do mar, que faz uma analogia entre o Peão boiadeiro e o Pescador, e tem como foco a pesca da Tainha, que acontece todos os anos entre Maio e Agosto no litoral Catarinense. A Música Mané da Zimba, faz uma homenagem a um pescador de Imbituba, Chamado Antônio de Maria Santa, que ficou conhecido por sair sozinho em alto mar com uma pequena batera, e que também foi notório pescador de Baleia, antes da prática ser proibida. Já a Música Seguir cantando é biografia, e conta a vida de Tom em 3 estrofes, saindo de Imbituba, até chegar em Cachoeirinha no RS. A música CAMINHO, fala da família , de tomar chimarrão no parcão; VIVER EM PAZ, faz uma reflexão sobre como a vida passa depressa, e tentamos durante esse “meio, que não tem tanta importancia assim. O Show tem também algumas músicas Nativistas como Céu, sol, sul terra e cor, e canções catarinenses, como Nas manhãs do Sul do Mundo, Certos Amigos. Músicas Autorais: 1. Peão do Mar 2. Seguir Cantando 3. O Vento 4. Viver em Paz 5. Mané da Zimba 6. Canção das Águas 7. Lagoa do IMARUÍ 8. Cara na Lama ( Caranguejo) 9. Caminho 10.Cupido Lua 11.Café com Leite Músicas Regionais Gaúchas: 1.Céu sol Sul terra e cor Músicas Regionais Catarinenses: 1.Certos Amigos 2.Nas manhãs do Sul do Mundo 3.Terra das aroeiras
Objetivo Geral: Promover a valorização e ressignificação da cultura açoriana em municípios do Sul do Brasil afetados pelas enchentes, utilizando a música, poesia e dança como ferramentas de fortalecimento cultural e social, auxiliando na recuperação da autoestima e identidade cultural das comunidades atingidas, além de gerar visibilidade para a música autoral de Tom Amorim. Objetivos Específicos: Realizar 3 shows musicais autorais em 3 municípios do Rio Grande do Sul (Canoas, Pelotas e Bento Gonçalves) que foram diretamente impactados pelas enchentes, priorizando cidades em estado de calamidade pública, com o objetivo de reativar os espaços culturais locais e fomentar a cultura regional. Atender 400 pessoas com as apresentações nas 33a cidades. Atingir 3000 visualizações dos videoclipes gravados no Youtube Gravar 1 fonograma ao vivo durante as apresentações para registro do impacto cultural e produção de conteúdo musical que possa gerar renda para os artistas envolvidos. Produzir e lançar 3 videoclipes de músicas autorais com imagens das cidades afetadas, integrando a narrativa da resiliência local, para divulgação no YouTube e outras plataformas, promovendo o alcance digital e sensibilizando o público para a causa dos atingidos. Integrar 1 artista local por apresentação de cada município afetado, promovendo a valorização e recuperação dos músicos que tiveram suas carreiras impactadas pelas enchentes, fortalecendo a produção cultural regional. Oferecer 3 oficinas de canto gratuitas para músicos e cantores locais afetados, com foco no aprimoramento técnico e vocal, facilitando a retomada de suas atividades artísticas pós-enchentes. Disponibilizar 60 vagas nas oficinas de Canto. Registrar a participação de músicos locais renomados e com histórico de atuação nas cidades afetadas, como forma de inspiração e integração para os artistas atingidos pelas enchentes, fortalecendo o intercâmbio cultural. Incorporar apresentações de dança folclórica açoriana, reforçando a conexão entre música, tradição e a recuperação das identidades culturais locais. Documentar o projeto com a produção de 1 vídeo institucional que registre as ações culturais e sociais realizadas, com depoimentos dos artistas e comunidade afetada, para gerar visibilidade à recuperação dos municípios e garantir a prestação de contas e transparência do projeto.
A música açoriana teve uma influência profunda nos estados do Sul do Brasil, especialmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, regiões que receberam um grande número de imigrantes açorianos entre os séculos XVIII e XIX. Esses colonos trouxeram consigo não apenas suas técnicas de pesca e agricultura, mas também suas tradições culturais, entre as quais a música desempenhou um papel fundamental. Nos estados do Sul, a cultura açoriana se manifestou principalmente em gêneros musicais e danças folclóricas que celebram o cotidiano e a religiosidade dos imigrantes. A música açoriana no Brasil é caracterizada pelo uso de instrumentos simples, como violas, gaitas e pandeiros, e pelas letras que remetem ao mar, à vida rural e às festas religiosas. A influência açoriana na música do Sul do Brasil é um exemplo de como as tradições culturais podem se enraizar em novas terras, sendo adaptadas ao contexto local sem perder sua essência original. Ela contribuiu significativamente para a identidade musical dessas regiões, sendo preservada e celebrada em festivais, apresentações folclóricas e produções musicais contemporâneas. O projeto "Tom Amorim _ Cancioneiro Açoriano" busca preservar, valorizar e divulgar a rica herança cultural açoriana no Brasil. Por meio da música, poesia e dança, o projeto oferece uma imersão nas tradições e costumes que moldaram a cultura brasileira, proporcionando ao público o resgate de valores históricos e culturais de forma acessível e envolvente. Além disso, o projeto tem um papel social significativo ao priorizar a contratação de músicos, técnicos e outros prestadores de serviços nas cidades que foram recentemente atingidas ( locais das apresentações do espetáculo) pelas enchentes e desastres naturais, como as ocorridas no Sul do Brasil. Essas regiões sofreram grandes perdas econômicas e sociais, e o projeto contribui para um novo recomeço ao gerar oportunidades de trabalho, renda e inclusão cultural. A participação de profissionais locais ajudará na reconstrução econômica dessas áreas, oferecendo um importante estímulo ao setor cultural e à economia criativa, que desempenham papéis fundamentais na recuperação de comunidades afetadas por tragédias. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais se torna essencial para a viabilidade do projeto. A produção musical, gravação de fonogramas, videoclipes e a realização de shows em diferentes estados brasileiros requerem um investimento significativo. O incentivo fiscal garantirá a sustentabilidade financeira, permitindo que o projeto chegue ao público com alta qualidade artística, ao mesmo tempo em que oferece oportunidades de emprego e desenvolvimento para artistas e técnicos locais. Sem esse apoio, seria difícil garantir o alcance necessário e os benefícios culturais e sociais previstos. O projeto se enquadra nos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8313/91, ao incentivar a produção e difusão de bens culturais e promover a diversidade cultural brasileira, com destaque para expressões regionais. Atende também aos objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91, ao: Estender o acesso aos bens culturais (Art. 3º, inciso I) _ os shows gratuitos ou a preços acessíveis permitirão que públicos diversos tenham contato com a cultura açoriana e com músicas autorais em várias regiões do Brasil. Estimular a produção cultural regional (Art. 3º, inciso II) _ o projeto valoriza expressões culturais do Sul do Brasil e incentiva a participação de artistas locais nas apresentações. Proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro (Art. 3º, inciso III) _ ao resgatar tradições açorianas através da música, o projeto ajuda a preservar e difundir elementos essenciais da cultura brasileira. Assim, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir a realização desse projeto, que não só fortalece a diversidade cultural do Brasil, mas também contribui para a recuperação econômica e social de regiões afetadas por desastres, oferecendo um novo começo para artistas e profissionais locais.
Descrição da Oficina
Acessibilidade Física: O projeto será realizado em espaços acessíveis, com adequações que garantam a locomoção de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Todos os locais dos shows contarão com rampas de acesso e banheiros adaptados, além de sinalização tátil no piso para orientação de pessoas com deficiência visual. Haverá também assentos reservados para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, proporcionando conforto e segurança durante os eventos. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir que o conteúdo do projeto seja acessível a todos os públicos, serão implementadas as seguintes medidas: Interpretação em Libras em todos os shows, possibilitando que pessoas surdas compreendam as apresentações.Audiodescrição para espectadores com deficiência visual, detalhando os elementos visuais das performances musicais e de dança.Legendas descritivas nos videoclipes e materiais audiovisuais produzidos, permitindo a compreensão por pessoas com deficiência auditiva.
A distribuição e comercialização dos produtos gerados pelo projeto será feita de maneira inclusiva e acessível. Os shows serão gratuitos (com ingresso solidário (kg de alimento e/ou Higiene), permitindo que pessoas de diferentes perfis socioeconômicos participem das apresentações, especialmente nas cidades afetadas pelas enchentes. Além disso, os fonogramas gravados ao vivo serão disponibilizados gratuitamente em plataformas de streaming como Spotify e YouTube, ampliando o acesso ao conteúdo musical para o público em geral. Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto: Será realizado um ensaio aberto antes de cada show, proporcionando à comunidade local a oportunidade de acompanhar de perto o processo criativo, com entrada gratuita e interação direta com os artistas. Oficinas Paralelas: Paralelamente aos shows, serão oferecidas oficinas gratuitas de canto e técnica vocal para músicos e interessados da comunidade, ampliando a capacitação artística local e incentivando a participação ativa na cultura. Transmissão pela Internet: Todos os shows serão transmitidos ao vivo pela internet em plataformas como YouTube, garantindo que o público que não puder comparecer presencialmente tenha a oportunidade de acompanhar as apresentações online, ampliando o alcance nacional e internacional do projeto. Essas ações visam democratizar o acesso às manifestações culturais do projeto e fortalecer o envolvimento da comunidade local e do público digital, promovendo uma experiência cultural inclusiva e acessível para todos.
Tom Amorim - Proponente, Coordenação Geral e Músico Tom Amorim é conhecido como um interprete versátil, indo da Bossa nova, MPB á Óperas Populares. Um violonista, com uma harmonia sofisticada, com um som suave das cordas do seu violão de nylon. Aos sete anos, durante as aulas de uma professora que tocava violão e cantava, entendeu que havia algo na música, que era diferente para ele, do que para os seus colegas, Aos 11 anos, com o violão Tonante do irmão que nunca aprendeu a tocar, foi estudar violão com o “Saravá”, professor de música da sua cidade Natal, Imbituba – SC/BR Estudou música em Santa Catarina nas cidades de Blumenau, Florianópolis e Laguna, e em Porto Alegre – RS, ficou dois anos na OSPA, como integrante do coro sinfônico, na posição de Tenor. Durante 10 anos, interpretou Raul Seixas, no seu tributo Raulzito Amorim e os Feras, fazendo shows por todo Brasil, inclusive com a presença de Rick Ferreira, Guitarrista e fiel escudeiro de Raul. É produtor musical, e atualmente, Tom Amorim trabalha seu sonho como Cancioneiro de suas obras, cantando a vida, o amor, a natureza, e a cultura açoriana, desejando sempre á todos, Só coisa boa. Nestor Monastério - Direção Artistica Néstor Humberto Monasterio é um diretor de teatro argentino, nascido em 19 de janeiro de 1952, em Buenos Aires. Com uma sólida formação em teatro, ele participou de diversos cursos e oficinas, incluindo clown e direção teatral. Monasterio tem uma extensa experiência como diretor, tendo trabalhado em produções como "A Original História de Chapeuzinho Vermelho" e "Gnomos". Além de sua atuação como diretor, ele também foi palestrante e professor em várias instituições e eventos de teatro. Seu trabalho abrange tanto o teatro infantil quanto produções para adultos, refletindo sua versatilidade na arte teatral. Daniel Bender Ludwig - Produção Executiva Com vasta experiência no setor cultural e social, atuo como gestor em organizações desses segmentos, tanto em âmbito público quanto privado. Sou o autor do livro “Gestão Cultural e Mobilização de Recursos”, um manual prático para aqueles que buscam excelência na administração de projetos culturais e sociais. Ofereço também serviços especializados de assessoria e consultoria, auxiliando na criação de projetos com incentivos fiscais e na obtenção de recursos federais através de convênios e emendas parlamentares. Além disso, compartilho meu conhecimento como palestrante em cursos focados em gestão cultural e social, desenvolvimento de projetos, captação de recursos e processos de prestação de contas. A Contratar - Produtor Local A Contratar - Mùsicos de Acompanhamento
PROJETO ARQUIVADO.