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Circular a instauração Jardim de Roccas, apresentando-a em Porto Alegre e Rio de Janeiro, promovendo 2 oficinas de instrumentalização em economia criativa para população periferica e afetada pelas enchentes no RS e estendendo esta ação à população periferica do RJ, 1 bate papo com a equipe, vernissagem nas duas cidades, além de atuar nos eixos de acessibilidade, como forma de reorganização de atitude cidadã. Através da atividade dos atores do campo cultural gaúcho, este projeto busca fortalecer a identidade e autoestima da população do sul do pais, atualizar instauração, ampliar performance e adaptá-la a novos espaços, aperfeiçoar desenho de luz da estreia, encontrando oportunidade de crescimento e troca, promovendo aproximação cultural e circulação do pensamento artístico contemporâneo no campo das artes cênicas em interface, dentro do território nacional.
A circulação de Jardim de Roccas busca recursos para encontrar terreno de crescimento e troca, promovendo aproximação cultural, estímulo ao protagonismo das mulheres e dos idosos gaúchos, contratação de serviços e consumo de bens do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, além de promover movimento ao pensamento artístico contemporâneo no campo das artes. Busca, ainda, aportar motivação de reconstrução a população do Rio Grande do Sul, através de reforço à sua auto-estima quando da afirmação de seus produtos fora do âmbito regional e, diretamente, a geração de emprego e renda aos artistas e técnicos gaúchos. Jardim de Roccas é um trabalho contemporâneo que circula nas fronteiras das artes cênicas e visuais têxteis, ao mesclar dança à técnica manual de bordado e tessitura em tricot, iluminação cênica sobre a plasticidade da instalação e exposição formal de imagem. O trabalho busca, ainda, uma experiência de dramaturgia dos espaços, uma vez que propõe a ocupação de salas expositivas como espaços cênicos e insere performance presencial como rito de inicio e fim de sua presença. É um trabalho de cerca de 20 dias de instalação artística matriz composta por 18 volumes tricotados manualmente em aço inoxidável, arame, cobre e alumínio, de tamanhos variados, tensionadas no teto e por vezes no chão, perfazendo cerca de 170 m2 da área. Estes volumes recebem iluminação específica [Rider Técnico Básico em anexo no arquivo JR Portfólio e Expografia] que cria sombras e desdobra imagens/elementos importantes para o trabalho. Cria-se atmosfera brumosa através de máquina especial de fumaça e, ainda, liberação de estímulo olfativo de terra molhada. No intervalo entre a abertura do trabalho e seu encerramento, um faixo de luz vermelha desenha a ausência do corpo performático. No mesmo ambiente, uma série de imagens bordadas com fio metálico sobre matrizes de papel-manteiga antiga compõem a ambiência, também elas recebendo iluminação especial, na busca de explicitar sua translucidez. Assim, Jardim de Roccas pode ser entendida por três eixos principais, independentes mas complementares em seus cruzamentos disciplinares. São eles: o espaço-jardim criado pelos volumes; a performance de dança neste espaço e uma série de desenhos apresentados de forma clássica. A performance tem duração de quarenta e cinco minutos, compreende cerca de meia hora para entrada gradual do público no local de instalação, que está ambientado com bruma, aromatizado, iluminado cenicamente, em silêncio e com os bailarinos apoiados na parede, ligados pelos pés, como o corpo e sua sombra. Este período oferece ao espectador possibilidade de imersão, contemplação, toque e oportunidade de explorar fisicamente o espaço e suas texturas, transitando, fazendo parte da obra e sendo ele também, protagonista da apresentação. Aproxima bailarinos e publico, desloca posições convencionais. Decorrido tempo necessário para esta experiência, o senhor de quase 90 anos e seu bandoneon, acompanhado por músico de apoio em acordeon, coloca-se na instalação e inicia trilha musical a partir da qual os bailarinos desfazem a estrutura estática e executam coreografia de cerca de sete minutos em corredor de luz elipsoidal. Esta se encerra com a saída da bailarina, permanência do corpo-sombra do bailarino, sua saída e, apaga-se a luz do corredor evidenciando as sombras dos objetos concomitantemente ao encerramento da música. [Performance filmada no ensaio geral antes de sua estreia disponível no anexo JR Portfolio e Expografia por QRCode e em link, caso o achatamento do PDF impeça o funcionamento do link] Livro contendo imagens e prosa [disponível on-line, com link e QRcode no anexo JR Portfolio e Expografia] é disponibilizado gratuitamente ao público, como forma de ampliação de acesso e registro. Texto crítico sobre a instauração, mapa de sala, ações de acessibilidade e mediação, registro fotográfico, assessoria de comunicação e imprensa, além de ações formativas de intercâmbio em manualidades, são também produtos desta proposta. Propõe oficina que visa ensinar os primeiros laços da técnica tricot, num movimento de estímulo à formação e abertura de fontes de renda e expressão; oficina de processo criativo e utilização de materiais de rejeito nas manualidades, além de roda de conversa com equipe de artistas e a contar com estrutura dos locais recebedores, visitas mediadas. Todas as ações são gratuitas, sem cobrança de ingressos e com entrada franca e disponibilidade de acesso espontâneo, no momento em que o publico desejar, respeitando os horários das salas de apresentação. Este predicado oferece possibilidade à fruição das artes cênicas em consideração à disponibilidade de horários e em atenção à velocidade e numero de demandas do publico contemporâneo. O trabalho contou com desenvolvido colaborativo através do somatório das habilidades trazidas pelos profissionais: bailarinos, músicos, cenografia-expografia, corpografia e desenho de luz, assessoria de conteúdo, fotografia e design, motivo pelo qual são fundamentais à Cristina, e anuem os movimentos de circulação e apresentações que se seguem. Atenta às questões de inclusão, diversidade e representatividade, para além da reserva de espaço nas oficinas, esta proposta busca ter em seu grupo de trabalho consultores / monitores /mediadores das visitas guiadas, eles mesmos pessoas com alguma deficiência, sistema de comunicação tátil, além de incluir dentre seus integrantes pessoas afrodescendentes, idosas, de matriz originária, mulheres e LGBTQIAP+. Salienta que se preocupa com acessibilidade física e de conteúdo. A circulação de Jardim de Roccas prescinde da contratação de serviços artísticos e técnicos, aluguéis e aquisições de materiais de iluminação, insumos, estruturas, passagens aéreas e terrestres, transportes terrestres, hospedagem, alimentação, seguros, serviços de comunicação e divulgação e demais investimentos que possibilitem a oferta do bem cultural que foi levado a termo em Caxias do Sul-RS com incentivo FAC Visual/Secretaria de Estado da Cultura do RS, de forma gratuita à população, movimentando a cadeia produtiva do país na busca de divulgar a produção cultural gaúcha, gerando enriquecimento cultural para ambas as faces de fricção, gaúchos e estados recebedores. É importante frisar considerações com relação ao orçamento, de modo que o apresentado trata de uma estimativa: a demanda luminotécnica exata, necessariamente tem que ser estabelecida nas salas de apresentação, em decorrência do afinamento de luz e só poder ser ajustada quando in loco, o que pode excluir a utilização de grid de sustentação ou alguns projetores, diminuindo o estimado para o item de iluminação. Citando caso análogo, passagens, deslocamentos terrestres, alugueis de materiais, hospedagem, oscilam e podem variar um pouco dos valores orçados para estimativa ora apresentada.
GERAL Circular Jardim de Roccas, num movimento de reconstrução e ampliação da identidade, levando o conceito subliminar de vida e morte, para gerar reflexões. A instauração Jardim de Roccas deseja se aperfeceiçoar e interagir com outros públicos, receber novos olhares e compartilhar seu conteúdo, objetivando rever paradigmas, trazendo argumentos para pensar o brasileiro, sua ancestralidade, suas memórias, sua estética; entendendo que a cultura está "acima e abaixo da terra", nos que já morreram e nos que estão a nascer, em relação a nós, já que a arte ocupa o importante papel de nos fazer lembrar "do que somos feitos" em termos identitários. ESPECÍFICOS - Promoção de novos olhares, modelos operativos e experiências conceituais para as artes do espetáculo, visuais, manuais e têxteis. - Circulação do pensamento artístico contemporâneo nas fronteiras entre artes cênicas e visuais. - Contribuição para reconstrução gaúcha, após as enchentes de 2024. - Ampliação e dinamização das formas de ocupação de galerias, aproximando a perspectiva de tê-las também como espaço cênico, com formas menos frequentes de exposição/apresentação. - Experimentação e afirmação da possibilidade de que salas expositivas tradicionais se transformem em espaços para dramaturgias cenográficas. - Formação de público para novas propostas, diferentes daquelas convencionais, incentivando o senso crítico e promovendo, de forma ampla e acessível, a fruição artística a partir de experiências sensoriais e estéticas. - Aplicação do conceito de hibridização nas artes, contribuindo para o enriquecimento cultural dos Estados do Brasil, como vetor de transformação social e econômica. - Divulgação da cultura do Rio Grande do Sul, através da disseminação da arte têxtil da região da serra gaúcha, suas especificidades artísticas, e sua viabilidade para a cadeira produtiva. - Abertura de linhas de diálogo continuo do RS com outros estados do Brasil, em especial nesta proposta com o RJ. - Promoção da aproximação entre cidades e cidadãos. - Ampliar protagonismo à mulheres e idosos. - Unir o popular e o erudito nas artes. - Produção e distribuição gratuita de livreto de arte como desdobramento da experiência artística. - Disponibilização da versão e-book deste livreto no site da artista. - Disponibilização de produtos acessíveis à PCDs. - Divulgação dos conceitos, resultados e desdobramentos do projeto nas mídias sociais.
As ações de Jardim de Roccas buscam conversar e criar materialização para a ideia do espiritual, da interface entre mundos, o contraponto entre a grandiosidade das conquistas humanas e a fragilidade da vida. A relação das esculturas têxteis com o espaço criado e com suas sombras, é por si só performance em constante movimento e sendo a dança, também ela, produto do movimento na/da instalação, desdobrando experimento de movimento pelo próprio espectador, que com seu "passeio por entre as pedras" criará a dramaturgia do movimento da própria obra. Este impulso multimeios está associado a um entendimento da arte como campo multidisciplinar, em que o pensamento, as ciências naturais e as artes visuais andam ao lado das artes do movimento; trata-se de compreender a tradição e as memórias de uma herança ancestral colocadas em exibição nas ações físicas na/da obra como parte do pensamento sobre ela. Busca este Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais com vistas a estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O fiar, tecer e tramar, juntamente com outras atividades manuais, são considerados bens culturais de apropriação coletiva no Rio Grande do Sul, historicamente associados a manter a mulher doméstica. No entanto, essas práticas se transformaram em ferramentas de resistência, proporcionando independência às mulheres. Atualmente, esses conhecimentos evoluíram para formas artísticas, dando voz ao gênero. Ao mesclar a arte de tramar com a concepção cênica performática, busca-se envolver o público, deslocando-o para a perspectiva do artista. Este enfoque visa ampliar e valorizar manifestações locais, documentar a cultura brasileira contemporaneamente, estimular a criatividade e reflexão, e expor o patrimônio imaterial do Rio Grande do Sul a novas perspectivas; alinhando-se às diretrizes do Art. 1º da Lei 8313/91 em: promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardando a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade, além de preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. Afirma a ancestralidade gaúcha, através das manualidades aplicadas sob novos olhares e suportes, hibridizada com aspectos da religiosidade brasileira, reconhecendo e possibilitando a função das artes como ferramenta para o desenvolvimento humano. Argumenta-se a favor do tricot e do bordado como elementos etnico-culturais significativos, recolocados em outros materiais, em outros ambientes, portando o discurso da arte, abrindo horizontes quanto às aplicações usuais do espaço das galerias enquanto plataforma onde a expografia incite a leitura do movimento implícito, da técnica descolada do artesanato, do corpo enquanto parte da obra e da imagem, democratizando "palco" e "galeria". Este deslocamento acresce fios de memória, de gênero e de identidade a esta proposição, além de claramente impulsionar a indústria criativa. Por trata-se de projeto transversal e que permite hibridizar linguagens e ações, Jardim de Roccas defende possíveis reflexos, também, em setores econômicos. Oferece oficinas formativas com abertura à utilização de materiais alternativos como retalhos de tecidos e resíduos da indústria têxtil às pessoas com alguma deficiência, grupos e coletivos de pessoas em vulnerabilidade social, por exemplo, impulsionando a criatividade e a consequente geração de trabalho e renda, a capacitação de pessoas e a transformação de desperdício em benefício social e ambiental, colando esta ação que aponta para modalidades de produção e consumo sustentáveis, à agenda mundial adotada em 2015 pela Cúpula das Nações Unidas, estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória e priorizando o produto cultural originário do País. Deixa como legado a valorização da cultura e suas aberturas ao diálogo; da autoestima da população gaúcha através do destaque, dos holofotes colocados sobre uma manifestação cultural comum, de domínio do público, levada para dentro da instituição-memória de Porto Alegre, distensionando o popular e o erudito, democratizando os conceitos das artes. Também transmite excertos sobre a conexão entre cultura e etnicidade quando coloca um corpo do sul em diálogo, promovendo a aproximação entre cidades e cidadãos, na direção de um convívio da diversidade. Jardim de Roccas tem raiz, também, na cultura dos chamados "colonos" que foram trazidos ao Brasil para branqueamento da população brasileira. Sendo estes brasileiros, também eles, integrantes da corpografia nacional, sua cultura, sua ancestralidade e como contribuem para as memórias inscritas no/do país tem relevância e justificam a exteriorização destes produtos em ambito nacional, com o intuito de abrir ainda mais o trânsito de novos conceitos, friccionando as diferentes biologias e modos de ser do país, para que desfaçam os nós sensíveis e fortaleçam esta nação como uma só, entrosando todas as culturas e tons de pele. Nosso país tem dimensão continental, e, por isso, é pluricultural. Conecta as histórias pessoais ao território, aos corpos e à cultura. Assim, levar Jardim de Roccas ao Rio de Janeiro é expandir esta matéria e permitir pensar como este conteúdo se comunica com outros corpos, outras culturas, alargando-se nas relações de encontro, num movimento de atravessamento do centro em sentido ao oposto, transversalizando toda a potência da dimensão criativa ao instigar brasileiros de outros contextos culturais. Olhar para o passado, para projetar o futuro, ajudando que os memes evoluam cadenciados aos genes. Ao propor a circulação de Jardim de Roccas a novos contextos, a equipe gaúcha busca iniciar fluxo, com perspectivas de continuidades a serem impulsionadas por esta apresentação na capital e primeira mostra fora do Rio Grande do Sul, além de articular suas atuações, criando prolongamentos com estado(s) diversos em sua constituição social, afirmando propostas e conceitos relevantes ao ambiente cultural, apontando alguns percursos significativos para as artes visuais na cena brasileira, buscando comunicar-se, abrir-se e misturar-se. A iniciativa reitera a pertinência de funcionalidades das profissões e das idades dos integrantes, resistindo ao etarismo, ao ter idosos tanto na cena quanto na equipe artística de concepção, compondo coletivo gaúcho horizontalmente estruturado, a articular-se com profissionais do(s) local(ais) de exposição para mediar diálogos entre produção e fruição da arte, ampliando a abrangência e destacando novos contextos e experiências significativas como recurso potente para reflexões contemporâneas entorno das ações humanas e suas reverberações sobre o estar-sendo no mundo. Para cumprir tais propósitos alinha-se ao Art. 3 da supracitada norma em seus objetivos de incentivo à formação artística e cultural; fomento à produção cultural e artística; preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico e estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais da nação, buscando ativar a produção cultural e artística mediante a cobertura de despesas para efetivação das exposições públicas e, tão importante quanto, estímulando a participação dos artistas gaúchos no projeto de oficinas que visam à inclusão social e tem como fio condutor a proteção do artesanato e das tradições populares do RS, fomentando o livre pensar, a criatividade, a gratuidade de ingresso, exercendo a premissa de contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.
Apesar de esta proposta visar circulação na cidade de PoA, atingida gravemente pela enchente, ser proposta de Caxias do Sul, que está na area de abrangencia das inindações, visa também circular fora do RS; entretanto é fundamental grifar que mais de 70% do orçamento estará sendo investido no RS e, também, quando fora do estado, a equipe prioriza profissionais gaúchos, como, por exemplo o fotografo no RJ, além de levar equipe. Ainda afirma a importância de "exportar" esta instauração, com base em seu carater de hibridização de linguagens que tocam em conteudos sensiveis de territorio e etnicidade com o intutio de dimuniução de distâncias entre popular e erudito, cidades e cidadãos, o que reverbera na educação do gosto e em artes. Novamente, o Rio de Janeiro não foi escolhido aleatoriamente e sim é território ao qual queremos submeter este trabalho sulista e com memoria cultural de populaçoes que colonizaram o sul, entretanto lançando mão de texto critico que articule o fenotipo gaúcho ao estado que, junto à Bahia, recebeu o maior contingente escravizado. Vale informar que Cristina desenvolveu estudo sobre identidade biológica-cultural em área de imigração italiana em seu mestrado e que os resultados dos genes gaúchos, apesar da cor da pele, mostrarm uma genética brasileira miscigenada.
ESCULTURAS TÊXTEIS Cristina Lisot. Lasca basalto, 2023. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 180 x 33 x 29 cm aprox.REF 117 Cristina Lisot. Lasca calcita, 2023. Série: Jardim de Roccas. Tricot em cobre. 130 x 32 x 21 cm aprox.REF 116 Cristina Lisot. Pedra grande, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 154 x 133 x 72 cm aprox.REF 102 Cristina Lisot. Pedra rim, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 132 x 84 x 75 cm aprox.REF 101 Cristina Lisot. Pedrinha, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 36 x 36 x 28 cm aprox. REF 103 Cristina Lisot. Amendoim, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 61 x 20 x 20 cm aprox. REF 104 Cristina Lisot. Preta, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em arame cozido. 82 x 23 x 41 cm aprox. REF 105 Cristina Lisot. Austrália, 2022. Série: Jardim de Roccas. Tricot em arame e aço inoxidável. 58 x 63 x 35 cm aprox. REF 106 Cristina Lisot. Cristal de rocha, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável e alumínio. 150 x 112 x 89 cm aprox. REF 107 Cristina Lisot. Pedra porongo, 2022. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 35 x 27 x 27 cm aprox. REF 108 Cristina Lisot. Coração, 2022. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 95 x 85 x 31 cm aprox. REF 109 Cristina Lisot. Pedra quadrada, 2022. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 100 x 57 x 29 cm aprox. REF 110 Cristina Lisot. Dourada, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em alumínio. 57 x 26 x 26 cm aprox. REF 111 Cristina Lisot. Sem título, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 87 x 54 x 28 cm aprox. REF 112 Cristina Lisot. Lasquinha, 2022. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 98 x 16 x 11 cm aprox. REF 113 Cristina Lisot. Pedra mundinhos, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável. 117 x 42 x 20 cm aprox. REF 114 Cristina Lisot. Duplogomo rocks, 2021. Série: Jardim de Roccas. Tricot em arame galvanizado. 71 x 29 x 80 cm aprox. REF 115 Cristina Lisot. Pedra puxada, 2023. Série: Jardim de Roccas. Tricot em aço inoxidável e arenito. 370 x 30 x 35 cm aprox. REF 119 BORDADOS EM PAPEL ANTIGO Cristina Lisot. Caminhos, 2022 Série: Jardim de Roccas. Acrílica, nanquim e bordado sobre papel-manteiga antigo. 61 x 67 cm. REF 01 Cristina Lisot. Prolongamentos, 2022. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 41 x 65,8 cm. REF 02 Cristina Lisot. Ela, 2022. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 47,7 x 37,7 cm. REF 03 Cristina Lisot. Sem título, 2022. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 30 x 47,5 cm. REF 04 Cristina Lisot. Sem título, 2022. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 40 x 37,6 cm. REF 05 Cristina Lisot. Sem título, 2022. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 42 x 21 cm. REF 09 Cristina Lisot. Mundinhos, 2022. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 29,5 x 23 cm. REF 12 Cristina Lisot. Sem título, 2023. Série: Jardim de Roccas. Acrílica, nanquim, tricot e bordado sobre papel-manteiga antigo. 29,7 x 28,2 cm. REF 14 Cristina Lisot. Sem título, 2023. Série: Jardim de Roccas. Acrílica, tricot e bordado sobre papel-manteiga antigo. 29 x 30,5 cm. REF 15 Cristina Lisot. Bichos, 2023. Série: Jardim de Roccas. Acrílica e bordado sobre papel-manteiga antigo. 31 x 22,5 cm. REF 17 LIVRO - Livro de 32 páginas full color capa e contracapa em papel cartão grafite, com lombada preta e folhas de dobra dupla, com inserção de folhas de papel manteiga antigo, 13 x 17 cm. PERFORMANCE - 45 minutos aprox.; dois bailarinos e dois musicos em cena. Decorrido tempo necessário para experiência do público em relação às esculturas e suas sombras, à ambientação brumosa e olfativa e a presença dos bailarinos corpo/sombra apoiados na parede eligados pelos pés, o senhor de quase 90 anos e seu bandoneon, acompanhado por músico de apoio em acordeon, coloca-se na instalação e inicia trilha musical a partir da qual os bailarinos desfazem a estrutura estática e executam coreografia de cerca de sete minutos em corredor de luz elipsoidal. Esta se encerra com a saída da bailarina, permanência do corpo-sombra do bailarino, sua saída e, apaga-se a luz do corredor evidenciando as sombras dos objetos concomitantemente ao encerramento da música. Acende faixo de luz vermelha, que permanecerá durante todo o peridod expositivo.
Jardim de Roccas apresenta acessibilidade física visto que a instalação é montada, sempre, com espaçamento suficiente para o passeio de cadeiras de rodas e outros aparatos de deambulação. Tem como meta ser concretizada em locais que atendam às exigências técnicas construtivas de acessibilidade para pessoas idosas e/ou portadoras de deficiência, contribuindo com as ações mundiais de promoção do bem-estar a todxs, em todas as idades. Em Porto Alegre, no Museu da Arte Contemporânea do Estado do RS, que esta finalizando a construção de sua sala expositiva de desenho universal, e no RJ, em local a ser definido posteriormente à confirmação da concretude da possibilidade financeira, mas que preencha os requisitos de acessibilidade fisica. Apoiados no impulso e confiança de que esta porposta se tornará concreta, para além da garantia de terreno junto à Samba artes contemporânea, já submetemos solicitação de espaço junto à galerias do Paço Imperial RJ [comprovante no anexo JR Carta de Interesse a Anuencia]. Apresenta acessibilidade a PcD Visuais pois as pedras tricotadas em arame podem ser tocadas. Os bordados expostos terão miniaturas impressas em 3D, para possibilidade de compreensão da imagem através do tato. O material impresso contará com QRCode que disponibilizará o texto crítico em áudio. É acessível a PcD auditivos, pois somente raros momentos da performance valem-se de som, que podem ser vistos na vibração dos volumes em suspenso. As oficinas terão tradução simultânea em libras. Também é acessível a pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doença que geram limitação ao conteúdo assim como para pessoas que desconheçam linguagens ou idiomas através de visitas mediadas por profissional de competência específica, de mesma forma a monitorar as oficinas, sendo contratado especialmente para estas funções. Para a grande maioria do público, o acesso olfativo terá entrada livre, assim como o espaço criado, mesmo que não possa ser visto, poderá ser sentido em imersão. As duas oficinas contarão com um monitor em acessibilidade cada uma e terão tradução em libras e audiodescrição, bem como o bate papo.
PERFIL DO PUBLICO: Todos os públicos, em todas as idades, sem restrição de raça, cor, credo, orientação sexual ou etária. Em acordo com as entidades recebedoras, serão oferecidas visitas guiadas para alunos e professores de Escolas e Universidades Públicas além de estudantes de Prouni como medida de formação de público. DEMOCRATIZAÇÃO E AMPLIAÇÃO DE ACESSO: O trabalho tem livre fruição, sem cobrança de ingressos, com a distribuição gratuita de livreto, de mapa de sala e texto crítico de forma impressa e também on-line e em áudio, sob consulta de QRCode como medida de ampliação de acesso. É destinado à todes, em todas as idades. A abertura terá convite amplo e entrada livre, onde será servida bebida de boas vindas (água, espumante, chá, coquetel sem álcool – a combinar). As oficinas e bate papo serão transmitidads no Youtube com livre acesso. A possibilidade de capacitação de monitores para visitas mediadas é, também, medida de ampliação de acesso e será acertada a posteriori com a equipe do local recebedor.
Artista Visual e Bailarina– Idealização, concepção, execução, performance, oficinas - Cristina Lisot Bailarino convidado - Akácio Camargo Desenho de luz e Corpografia - Sigrid Nora Expografia e Coordenação Geral - Carolina Lisot Músico Bandoneonista Personalíssimo - Wilson Schaefer Músico Acordeonista convidado a acompanhar Sr. Wilson - Rafael De Boni Assessoria de Comunicação e Conteúdo de Jardim de Roccas - Carlos Santos Designer - Marco Verdi Fotógrafo no RJ - Alexandro Auler Fotografo em PoA - Daniel Herrera Consultoria Profissional Acessibilidade - Milena Eich Técnico em iluminação Cênica para todas as exposições - Adelmir Matana Produção executiva no RJ - Clarissa Cohen Produção executiva em PoA - Daine Luza Assessoria de Comunicação, Imprensa, Mídias Digitais - Midiarte Comunicação Beatriz Cailleaux Montador para PoA - José Adrolado Montador para RJ - Tiago Moreno Assessoria Contábil para Jardim de Roccas - Controlle Texto crítico - a definir entre Igor Simoes/Ana Cohen/Nino Cais/Fernanda Lopes/Outro CV - Cristina Lisot |1973| vive e trabalha em Caxias do Sul. É bailarina, artista visual e bioquímica. Trabalha de modo transversal nas artes do espetáculo, visuais e ciências do corpo, dando mãos a saberes, entre os campos, experimentando vocabulários. Gosta de se pensar como uma coleção de informações em dança, química do corpo e artes plásticas, além de reunir criações na produção vestível e de objetos, onde atua borrando as fronteiras das manualidades, da arte e do design, reciclando materiais e buscando novo significado ao aplicá-los em diferentes contextos, unindo sua visão plástica à produção em escala única. Iniciou carreira na dança contemporânea em 1998 com o grupo 4a Parede, tendo integrado o elenco estável da Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul |2006 a 2013| onde dançou o repertório da instituição, de coreógrafos nacionais e internacionais. Corpo e identidade figuram como seu recorte de trabalho e pesquisa. Paralelamente a uma formação estrita em Bioquímica, cursou cadeiras de graduação em Artes Plásticas, Artes Dramáticas e Educação Física, estruturando currículo próprio e híbrido. É pós-graduada em Corpo e Cultura: Ensino e Criação, onde o figurino e a dança foram tema de estudo, e mestre em Ciências, onde pesquisou a identidade biológica-cultural em área de colonização italiana no sul do Brasil; além de residente no American Dance Festival-ADF, na Duke University. No período no ADF, dando sequência à investigação corpo e têxteis, desenvolveu o objeto ○, que inaugurou seu trânsito entre o palco |caixa preta| e a galeria de arte |cubo branco| e foi exposto na I Bienal de Arte Têxtil em 2019; em 2022 integrou sua primeira exposição individualintitulada Tu, Costura! e, no mesmo ano viajou para Milão, para ser exposto no evento Fuorisalone, que acontece tradicionalmente no circuito alternativo de arte da Semana de Design de Milão. A partir de então participou de exposições coletivas de artes visuais em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Em julho de 2023 apresentou, na Galeria de Artes Gerd Bornheim, a instauração Jardim de Roccas, que recebeu prêmio FAC Artes Visuais da Secretaria de Estado da Cultura do RS e em 2024 a individual Entre, na Galeria institucional C8UCS. CV - Akacio Camargo |1994| iniciou estudos em ballet clássico e dança contemporânea em 2005 no projeto social Dança Criança Feliz, tendo sua formação profissional no Dora Ballet Studio, Núcleo Artístico Ballet Margo e Pavilhão-D/SP. Ao longo de seus estudos participou de cursos e eventos nacionais e internacionais, entre eles Festival de Dança de Joinville, Passo da Arte e Seminário Internacional de Dança de Brasília. Em 2011 ganhou o Grand Prix Brasil – Paulínia - SP com o grupo Pavilhão-D. Em 2013 ganhou bolsa de estudos no Seminário Internacional de Dança de Brasília para Cia La Mondese, no Canadá; no mesmo ano fundou o Espaço Cultural Akácio Camargo. Desde então trabalha na periferia de Caxias do Sul sendo educador social, Ceo do espaço cultural que leva seu nome e do Projeto Impulso, que ensina dança nas comunidades carentes. Trabalha á 13 anos no Natal Luz de Gramado-RS, é professor e bailarino na Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul; integra o grupo de arte contemporânea Interposição Notória; é bailarino intérprete da Ney Moraes Cia de Dança e ensaiador/professor de Ballet Clássico no Studio Candice Assmann, na Feliz-RS. CV - Sigrid Nora |1954| é pesquisadora, bailarina e light designer. Doutora (2005) e Mestre (2001) em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP com Pós-doutorado em História pela UFSC/SC (2011/2012), (2012/2013), Graduação em Estudos Sociais (1975) e Licenciatura e Bacharelado em Enfermagem e Obstetrícia (1983). Integrou o Conselho Nacional de Incentivo a Cultura CNIC/MINC (2006/2008). Foi diretora do Teatro Municipal Pedro Parenti e da Galeria Municipal Gerd Bornhein (2001/2004) em Caxias do Sul (RS). Criou e dirigiu a Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul e Escola Preparatória de Dança de Caxias do Sul (1997/2004). Foi membro integrante da primeira formação do Colegiado Setorial de Dança Funarte/Ministério da Cultura do Brasil e Presidente da Associação dos Profissionais de Dança de Caxias do Sul (1997 a 2011). Bailarina e diretora do Grupo Raízes - RS (1983/1990). Estudou dança com Dora Resende Fabião, Holly Price, Gil Anthony, Desmond Doyle, Cecy Franck, Eva Schul e Jair Moraes entre outros. Como assistente de coreografia e ensaiadora, trabalhou com coreógrafos renomados como Brenda Angiel, Thomas Plischke, Eva Schul, Bill Young, Luis Arrieta, Mário Nascimento, Cláudia Palma e Jair Moraes. Em 1998, recebeu o Prêmio IEACEN - (Instituto Estadual de Artes Cênicas -RS) e a Bolsa Vitae para o programa “International Residency Choreographers” do ADF-American Dance Festival (USA) e participou do Uni Modern Dance Festival (Alemanha) como ensaiadora da obra Loud do coreógrafo alemão Thomas Plischke. No ano de 2000, na direção artística da Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul, foi convidada do Instituto Cultural Espano Americano para o XII Festival de Dança Nueva (Lima/Peru); para o FID –Fórum Internacional de Dança/MG; Panorama de Dança/RJ e para o projeto Balaio Brasil-SESC/SP. Ainda no ano de 2000 foi repositora de sua obra Referência I; de Mera Possibilidade de Ney Moraes; Trem Esperança de Jair Moraes e Dominações de Mário Nascimento para o Ballet Ecuatoriano de Camara. Em 2002, sob sua direção a Cia. Municipal de Dança de Caxias do Sul conquistou o Prêmio APCA – (Associação Paulista de Críticos de Arte) na categoria “Estímulo” e, em 2004, o Troféu Gaúcho de Cultura, na categoria “Dança”, conferido pela Secretaria Estadual da Cultura do Rio Grande do Sul. 2005 -coreografou o vídeo-dança “UNI”, que participou do FRAME2005 (Festival Internacional de Vídeo-Dança) em Portugal, 2006 - foi convidada do Itaú Cultural/British Council como mediadora da I ̊ Conferência Internacional de Dança. Juntamente com Ana Teixeira, 2006-recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) –“Melhor projeto em dança” pela Direção artística de “Todos os 12” para a Cia. 2 do Balé da Cidade de São Paulo. Atualmente atua no campo das artes cênicas, com ênfase em direção artística, coreografia, dramaturgia, performance, educação e iluminação cênica. CV-Wilson Scheffer | 1936 | estudou violino e chegou a ser violinista da então Orquestra Sinfônica de Caxias do Sul, mas foi com a inusitada chegada de um bandoneon na casa de seus pais que encontrou seu verdadeiro instrumento musical. Iniciou carreira paralela à clássica com um quinteto que animava as festas da “zona do meretrício” de Caxias do Sul e daí em diante foi músico em boates noturnas e em conjuntos de bailes. Tocou com Adelar e Oneide Bertussi. Na história de Cristina, era amigo de seu pai e tocava nas festas que este dava em casa, sendo uma forte marca de memória de infância. CURRICULOS DE TODOS, no anexo [ JR Around Ficha Técnica].
PROJETO ARQUIVADO.