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PRONAC 249541ArquivadoMecenato

A Estética do Luto

ASSOCIACAO CULTURAL TEATRO DA CRUELDADE - ATC
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-02-17
Término
2025-07-18
Locais de realização (4)
Caxias do Sul Rio Grande do SulLajeado Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSanta Maria Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto A Estética do Luto visa o aperfeiçoamento e a ampliação do espetáculo de rua: O Choro dos Deuses, criado no contexto das enchentes do Rio Grande do Sul para reelaborar o luto através da arte. A ampliação será através da inclusão do rapel cênico, técnica dominada pelo Coletivo desde 1999 e por poucos grupos no mundo. As apresentações serão gratuitas no espaço democrático da rua de quatro cidades atingidas pelas enchentes do RS: Porto Alegre, Caxias do Sul, Lajeado e Santa Maria, onde o Coletivo Teatro da Crueldade, ainda realizará diálogos em roda de conversa com a comunidade após cada apresentação e quatro videoclipes das apresentações, em forma de websérie audiovisual, com um episódio por cidade produzido pela premiada Oito e Meio Filmes para ser disponibilizado gratuitamente nas redes sociais.

Sinopse

Espetáculo de artes cênicas O Choro dos Deuses: A dramaturgia do Teatro da Crueldade abre mão do mito do herói para gerar sua narrativa coletiva de deuses que descem ao abismo para compartilhar a dor humana, em o Choro dos Deuses, mais recente criação do grupo, criada no contexto das enchentes do Rio Grande do Sul para depurar o impacto e o pavor que a catástrofe provocou. Sua estreia aconteceu no dia 20/06/2024, em meio aos refugiados do abrigo do Centro Vida, na zona norte de Porto Alegre, junto aos atingidos pela crise climática. Um espetáculo diferenciado, sem verbo, gerado pelo simbolismo das sensações para privilegiar a fiscalidade e o jogo cênico, ao gerar um espaço em dinâmica de transformações. Uma narrativa metafórica, livremente inspirada no cruzamento do mito Guarani de Criação do Universo com a mitologia do Dilúvio da antiga civilização babilônica, que atribuía características humanas a eventos naturais, e o mito da Serpente Cósmica com sua representação da metamorfose, numa perfeita metáfora a função da minúscula serpentina do DNA. Em O Choro dos Deuses, o roteiro inicia quando as divindades descem até o abismo para compartilhar a dor humana, trazendo respiro e redesenhando o universo com o barro das profundezas. Seguindo por áridas geografias para dar vida à natureza e aos mais diversos seres, ao criar pássaros que alçam grandes vôos em meio a tormenta e a Serpente Cósmica que mostra o quanto é preciso se metamorfosear para continuar existindo. Mas, mesmo para os deuses, o trágico está sempre à espreita ameaçando e confrontando a fragilidade da existência, como nas catástrofes, que causam perdas irreparáveis capazes de igualar deuses e mortais pela dor e pela solidariedade. Classificação indicativa etária livre Diálogo com a comunidade - Contrapartida Social: O projeto inclui rodas de conversa com as comunidades locais, promovendo um diálogo sobre as enchentes e suas consequências materiais e psicológicas, o luto e a resiliência, além de tratar também do processo criativo e desenvolvimento do espetáculo. Esses diálogos não apenas ampliam a compreensão sobre o impacto das tragédias naturais, mas também fortalecem os laços comunitários, oferecendo aos espectadores a oportunidade de participar ativamente das conversas, ressignificarem as perdas e refletirem sobre o papel da arte como forma de identificação, resistência e reconstrução. Classificação indicativa etária livre Websérie documental: As enchentes que devastaram várias cidades do Rio Grande do Sul são eventos marcantes que deixaram um grande impacto emocional nas comunidades. A websérie proposta no projeto A Estética do Luto, permite documentar esse momento histórico, capturando, não apenas os efeitos físicos das enchentes, mas também a resposta emocional da população. A websérie busca revelar os desdobramentos da relação do espetáculo de teatro O Choro dos Deuses com a comunidade, mais especificamente o espaço simbólico que essa obra de arte cria. Pois é, no mínimo, o registro desse espaço de identificação e reflexão humana da reelaboração do luto, um documento relevante de registro cultural e social. Episódio 1: Santa Maria - O primeiro episódio acontece em Santa Maria , onde o Coletivo estreará a versão expandida de O Choro dos Deuses com o rapel cênico. O episódio terá cenas do espetáculo, a interação e reação do público. Episódio 2: Caxias do Sul - O segundo episódio é ambientado em Caxias do Sul, onde será mostrado como a região lidou com as enchentes,imagens da cidade, imagens do espetáculo e depoimentos do público a respeito das questões suscitadas pelo espetáculo. Episódio 3: Lajeado - Em Lajeado, uma das cidades mais afetadas pelas enchentes, o terceiro episódio destaca a resiliência da comunidade com depoimentos dos moradores, a respeito das questões suscitadas pelo espetáculo e sobre o trauma vivido com as perdas recentes. Episódio 4: Porto Alegre - O episódio final, realizado em Porto Alegre, contará com imagens da cidade, do espetáculo e trechos de uma conversa com o público que aborda como a cidade busca se reconstruir emocionalmente após as enchentes e suas perspectivas futuras. Obs.: A ordem dos episódio pode ser alterada conforme agendamento com as cidades. Classificação indicativa etária livre

Objetivos

Objetivo Geral: O Coletivo Teatro da Crueldade estreou o Choro dos Deuses no abrigo do Centro Vida, na zona norte de Porto Alegre, em junho de 2024, de forma independente e sem financiamento. Para não perder a urgência junto aos refugiados das enchentes nos abrigos, a espetacularidade inovadora pesquisada pelo Coletivo foi deixada para ser criada quando houver financiamento adequado. Pois a prioridade foi transformar em desafio cênico e estética simbólica, a reflexão sobre uma espécie de luto que tomou conta das pessoas, num processo individual que assumiu proporções de processo social. Por isso a necessidade de criar um ritual capaz de elaborar o sofrimento para ressignificar a própria existência e estabelecer novas conexões a partir do reconhecimento da dor. O projeto busca aperfeiçoar o espetáculo para levar O Choro dos Deuses a outros espaços mais amplos das cidades e dialogar com o imaginário da população, complementado por roda de conversa posterior às apresentações e registro audiovisual da relação do espetáculo com a comunidade. Objetivo Específico: Produto Espetáculo de artes cênicas O Choro dos Deuses - incorporar a grandiosa técnica de rapel cênico, que o Coletivo Teatro da Crueldade e poucos grupos do mundo dominam, para colocar os atores voando em caminhão guindaste a 50m de altura, acima dos prédios mais altos das cidades. - realizar 04 apresentações gratuitas de teatro de rua do espetáculo O Choro dos Deuses com rapel cênico, nas cidades de Porto Alegre, Lajeado, Caxias do Sul e Santa Maria, sendo 01 apresentação em cada cidade. Expectativa de público: Com o guindaste, o espetáculo passa a ter duas camadas de alcance: - o horizontal, como qualquer outro teatro de rua, no qual se estima atingir umas 500 pessoas diretas por apresentação, abrangendo um público total de cerca de 2000 pessoas. - o vertical que cria signos para além do próprio espetáculo atingindo outras regiões da cidade por causa de seu raio de visibilidade, para se ter uma ideia: um objeto a uns 30 metros de altura, tem uma visibilidade de cerca de 21 km (11,5 milhas). Por isso o espetáculo se relaciona com a cidade, podendo alcançar até 20 mil pessoas por apresentação. Produto Diálogo com a comunidade - Contrapartida Social realizar 04 diálogos com a comunidade após cada apresentação, com duração de 01 hora, para compartilhar com a comunidade local o processo de criação do espetáculo e debater os impactos da crise climática. Expectativa de Público: realizado com as pessoas que assistiram ao espetáculo, estima-se que cerca de 10% do público permaneça para o bate-papo. Produto Websérie documental 04 episódios, das apresentações nas cidades, em forma de websérie audiovisual, realizados pela premiada Oito e Meio Filmes, como forma de registrar a relação do espetáculo com as comunidades, para ser publicado e impulsionado sistematicamente nas redes sociais do Coletivo, como meio de criar um canal de comunicação online com o público, através de uma obra cinematográfica de qualidade estética. A websérie também será disponibilizada para o MinC e outras instituições interessadas. Expectativa de público: Os vídeos publicados pelo Coletivo Teatro da Crueldade em suas redes possuem um alcance orgânico de cerca 1000 pessoas, sendo esta a estimativa inicial para cada episódio da websérie, pois há previsão de impulsionamento dentro do percentual reservado a divulgação, possibilitando um alcance superior a 10 mil pessoas por episódio.

Justificativa

O Coletivo Teatro da Crueldade é um grupo de trabalho continuado que investe na pesquisa cênica, reconhecido por suas inovações e subversões ao teatro tradicional. Seus integrantes são remanescentes e criadores do lendário Falos & Stercus, grupo responsável por diversas revoluções no teatro do Sul do país. Nesses últimos anos, o Coletivo tem aprofundado suas investigações na relação entre ator e público, através da fiscalidade e da busca pela verdade emocional na criação da atmosfera cênica criada pelo ator e por uma estética e narrativa simbólica, capaz de provocar o choque de estranhamento e promover uma experiência autêntica e significativa para quem assiste suas peças, criando uma relação efetiva com seu público. No entanto, toda essa evolução, não se reflete no apoio necessário para a continuidade e ampliação desse trabalho que se coloca à margem da indústria cultural do entretenimento, visto que o Coletivo não recebe financiamento desde 2014. O reflexo dessa falta de incentivo, além de dificultar a sobrevivência de seus integrantes, é impossibilitar a retomada das pesquisas mais complexas, como as investigações de rapel cênico, que, por possuírem um custo elevado na aquisição de material, não possibilitam que o grupo continue a desafiar às asfixiantes arquiteturas das cidades para surpreender o público e a comunidade com imagens impactantes de voos de rapel cênico a 50m de altura, bem como reduz a possibilidade de promover a inclusão social a um bem cultural diferenciado e extraordinário. Após a combinação do impacto dessas imagens com o choque estético provocado pela linguagem diferenciada e vertiginosa do Coletivo na cidade, será aprofundado o diálogo com a comunidade através de roda de conversas para compartilhar o processo de criação da peça e debater sobre a crise climática. Além da relação do espetáculo com a comunidade ser documentada em quatro episódios da websérie, realizada pela premiada Oito e Meio Filmes para oferecer à sociedade, aquilo que a arte tem de melhor: seu caráter humano, matéria prima de O Choro dos Deuses, como cita a Psicanalista Dinara Severo, da UFRGS e APPOA: "O espetáculo traz a sensibilidade de acolher através da representação de uma experiência vivida que é difícil de colocar em palavras. Os abrigados, que passaram por uma vivência traumática e que precisam dar conta do desamparo da perda, parecem encontrar ali elementos que traduzem aquilo que sentiram como uma dor sem palavras. Uma narrativa que busca expressar e encontrar elementos que nos humaniza faz se distanciar e ao mesmo tempo se aproximar do vivido. Esse movimento produz um efeito de elaboração, e este efeito de se reconhecer no outro é a identificação. A ancoragem da performance na mitologia traz uma linguagem universal para desvendar o que foi sentido sem poder traduzir. Aquilo que não consegue ser dito em palavras, se configura em sutileza no movimento." Enfim, este projeto tem méritos que o qualificam para a lei de incentivo à cultura, por ser a única maneira de preservar esse trabalho de estética e conteúdo diferenciados e necessários, capazes de confrontar a atmosfera distópica e a falta de ação diante da crise climática. Diante disso, o projeto enquadra-se nos seguintes incisos dos artigos 1º e 3º da Lei 8.313/1991. Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória no 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Websérie documental: A criação da websérie envolve vários estágios que garantem a qualidade artística e técnica da obra audiovisual, como: - o desenvolvimento do conceito: nesta fase é criado o conceito artístico e estético do filme, bem como, o arco de desenvolvimento do roteiro de cada episódio, incluindo estrutura narrativa, estilo visual e foco temático. Envolve essa etapa, as tarefas de pré-produção, pré-roteiro, planejamento das filmagens. - Captura de imagem (cinematográfica): O filmaker faz a captação das imagens dando vida visual e unidade estética ao conceito do filme. Usando câmera e equipamentos adequados para capturar filmagens de qualidade, considerando enquadramento, iluminação e movimentos de câmera. - captação de som: com captura de vozes, sons ambientes e quaisquer outros elementos de áudio que possam contribuir para a criação da atmosfera sonora do filme. - edição: nessa fase de pós-produção, o material bruto inicia a sua montagem na ilha de cortes, visando criar um fluxo narrativo coerente e rítmico para as transições e sequenciamento das cenas. - desenho de som e mixagem: nessa fase são adicionadas às cenas, camadas de som para complementar a narrativa visual. Além da edição básica de áudio, o design de som aprimora o impacto emocional das imagens da websérie, integrando efeitos, música e diálogos para garantir que todos os elementos sonoros sejam equilibrados, claros e nivelados em seus volumes através da mixagem. - finalização: a correção de cor, garante que o produto final possua qualidade de imagem. - inclusão dos recursos de acessibilidade: Para garantir a inclusão, o produto final é adaptado a públicos diversos. Isso inclui a adição de legendas descritivas, descrições de áudio para deficientes visuais e interpretação de linguagem de sinais, garantindo que a série seja acessível a todos. OBS: Os equipamentos de rapel adquiridos no projeto serão utilizados em apresentações futuras e no desenvolvimento de pesquisa de linguagem do Coletivo Teatro da Crueldade.

Especificação técnica

Espetáculo de artes cênicas O Choro dos Deuses: Atualmente o espetáculo O Choro dos Deuses tem duração de 30 minutos e deve passar a ter 45 minutos com a inserção das coreografias de rapel cênico. Necessita de espaço ao ar livre com diâmetro mínimo de 15m para área de encenação e estacionamento de caminhão guindaste com 50m de altura. Diálogo com a comunidade - Contrapartida Social: Conversa entre artistas e público com duração de uma hora a ser realizada após a apresentação do espetáculo O Choro dos Deuses para compartilhar com a comunidade local o processo de criação do espetáculo e debater os impactos da crise climática. Websérie documental: - Formato: Websérie audiovisual - Gênero: Documentário/Arte performática - Duração: 4 episódios, com duração aproximada de 03 à 05 minutos cada - Câmera: câmera BlackMagic Pocket 4k - Áudio: Captação de som direto com lapela e gravador + trilha sonora original - Locações:Santa Maria , Caxias do Sul, Lajeado, Porto Alegre (RS) - Distribuição: Gratuita, em plataformas de redes sociais - Produtora: Oito e Meio Filmes - Exibição: Transmissão online gratuita

Acessibilidade

Em conformidade com com o artigo 27 da IN 11/2024 o projeto se compromete a adotar medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto sempre que tecnicamente possível. Espetáculo de artes cênicas O Choro dos Deuses ACESSIBILIDADE FÍSICA: por ser um espetáculo de teatro de rua, o grupo irá procurar, junto aos órgãos municipais competentes, realizar apresentações em espaços públicos acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida. Item no orçamento: não necessário ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: o grupo irá reservar um espaço para um ator reunir, dentre o público, pessoas com deficiência visual e fará uma narração descritiva do espetáculo. Item no orçamento: 16/24/32/41 - Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: por ser um espetáculo de teatro físico, sem verbo, este projeto já é inerentemente acessível ao público com deficiência auditiva, eliminando a barreira da palavra sonora e aproximando ainda mais esse público do conteúdo artístico. Item no orçamento: não necessário ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS: o trabalho foi todo desenvolvido com acompanhamento de uma psicanalista que capacitou a equipe a acolher pessoas que apresentem síndromes, espectros e outras doenças que gerem limitações, visto que o espetáculo tem como tema a solidariedade. Item no orçamento: não necessário Diálogo com a comunidade - Contrapartida Social ACESSIBILIDADE FÍSICA: o diálogo será realizado no mesmo local da apresentação, o qual será escolhido junto aos órgãos municipais competentes, visando espaços públicos acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida. Item no orçamento: não necessário ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: pessoas com deficiência visual conseguem acompanhar o diálogo sem perdas. Ainda assim, as pessoas que forem falar serão orientadas a se autodescreverem. Item no orçamento: não necessário ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: intérprete de libras. Item no orçamento: 52/53/54/55 - Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS: o trabalho foi todo desenvolvido com acompanhamento de uma psicanalista que capacitou a equipe a acolher pessoas que apresentem síndromes, espectros e outras doenças que gerem limitações, visto que o espetáculo tem como tema a solidariedade. Item no orçamento: não necessário Websérie documental ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica, visto que os vídeos serão disponibilizados na internet. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAL: audiodescrição. Item no orçamento: 3 - Diretor de Acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVO: janela com intérprete de libras e legenda descritiva. Item no orçamento: 3 - Diretor de Acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS: não se aplica.

Democratização do acesso

O projeto A Estética do Luto prevê 04 apresentações e 04 bate-papos gratuitos no espaço público e democrático da rua, sendo de livre acesso ao público geral. Não há arte mais democrática do que o teatro de rua: se dá na polis para os mais diversos públicos, em relação direta com a comunidade, dando acesso ao cidadão a outras estéticas, que contrapõem a estética dominante da indústria cultural. O teatro de rua é apropriação da silhueta urbana e do espaço inóspito para refletir sobre o humano e suas diásporas, além de trazer poesia ao cotidiano. Como medidas de ampliação da democratização de acesso, o projeto prevê, conforme o artigo 32 da IN 11/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

A atividade fundamental do Teatro da Crueldade neste projeto é a gestão da difusão de uma linguagem artística inovadora, que visa ampliar o acesso da população ao bem cultural, potencializando um pólo de efervescência teatral capaz de produzir conhecimento através do discurso estético para restituir a importância da arte a um estado devastado pela catástrofe climática. O proponente também é reponsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. Marcelo Restori da Cunha - Produção e Direção Cênica. Marcelo Restori é diretor de teatro, ator e cineasta formado na PUCRS, em 2006, como aluno do ProUni - DRT 2789 e 8440 - RS. Considerado precursor do teatro performático no Rio Grande do Sul, com experiência em apresentações internacionais. Atualmente é diretor/presidente do Coletivo Teatro da Crueldade e curador do 31° Porto Alegre em cena. Foi fundador do lendário Falos & Stercus, em 26 anos de existência, o Falos realizou feitos que nenhum outro grupo do RS realizou, por sua postura de ousadia e pela busca por desenvolver uma linguagem própria.Restori iniciou no teatro em 1987, no grupo de teatro Pé-de-Palco. Sua vida profissional começou aos 13 anos, como radialista, na extinta rádio Independência FM de Caxias do Sul - RS. De 1993 a 1998 passou pela faculdade de Arte Dramática da UFRGS. Teaser de alguns espetáculos de Marcelo Restori: https://youtu.be/8agMJ7L9NGc?si=JWBaavxyTde-N1iS Na faculdade de Cinema, roteirizou e dirigiu, entre outros: Placebo – : primeiro lugar no Brasil e segundo lugar na América Latina do prêmio Kodak de 2007. Em 2004 impressionou a crítica especializada da Inglaterra com Mithologias do Clã, no 17º London International Workshop Festival.*Neste projeto, o diretor Marcelo Restori também exercerá a função de operador de som sem custos extras além de seu cachê de direção cênica e produção. Karine Paz - Produção e Elenco Atriz, produtora e diretora de teatro formada pela UFRGS. DRT 11567. Entre inúmeros trabalhos, dirigiu os espetáculos Se(r) e Mistério-Bufo: Uma Arqueologia do Buraco Tropical, este último de rua; foi assistente de direção em Cidade Proibida, da Cia. Rústica; e trabalhou como atriz em espetáculos de rua com a Oigalê Cooperativa de Artistas Teatrais, com o grupo catalão La Fura dels Baus, com o grupo Falos & Stercus e com o Despindo a Cidade dos Preconceitos. Já como integrante do Coletivo Teatro da Crueldade, apresentou a performance Terminal, no 27º Porto Alegre em Cena, atuou no solo online Útero, destaque no Cena.TXT, e integra o elenco do espetáculo Sob o Véu de Ísis, um dos principais destaques do 29° Porto Alegre em Cena em 2023. Em 2024, assumiu, ao lado de Marcelo Restori, a coordenação dramatúrgica do Cortejo Cênico Evoé dentro da programação do 30º Porto Alegre em Cena, realizado pelos grupos Coletivo Teatro da Crueldade, Levanta Favela e Teatro Oficina Uzyna Uzona, de São Paulo. Atualmente produz e integra o elenco dos espetáculos Sob o Véu de Ísis e O Choro dos Deuses do Coletivo Teatro da Crueldade, além de fazer parte da equipe curatorial do 31º Porto Alegre em Cena. Karine também dedicou-se ao estudo do corpo, praticando diferentes técnicas e especializando-se na Educação Somática. Fredericco Restori - Direção Audiovisual e Elenco Ator, especialista em atuação no rappel cênico e cineasta. DRT 12476. Iniciou muito cedo na arte, tanto que em 2010, aos 12 anos, foi indicado ao prêmio Açorianos de melhor ator coadjuvante, pelo espetáculo Hybris. Em 2018, com 20 anos, foi indicado como melhor ator coadjuvante no Festival de Cinema de Gramado pelo filme Bio de Carlos Gerbase. Dos oito aos dezoito anos de idade integrou o lendário Falos & Stercus, passou pelo circo praticando várias modalidades, foi um dos estudantes secundaristas que ocupou as escolas estaduais em 2016 no RS e em 2019 se formou em cinema na PUCRS pelo ProUni. Em 2022 protagonizou a performance virtual: O Espectro de Hamlet, atuou no longa indígena Je Po Tá, realizou a edição do videoclipe da participação do Coletivo Teatro da Crueldade da Imperatriz Dona Leopoldina, e, com a produtora Oito e Meio Filmes, da qual é sócio com sua companheira Natália Pimentel, foi selecionada para o Festival de Cinema de Cannes. Em 2023 ganhou prêmio de melhor ator pelo filme Hamlet no 51° Festival de Cinema de Gramado. Natália Pimentel - Direção Audiovisual e Elenco Natalia Pimentel é cineasta e atriz, integrante da Associação Cultural Teatro da Crueldade, co-fundadora da produtora independente Oito e Meio Filmes e formada em Cinema pela PUCRS, através do ProUni. DRT 20752. Atuou em diversos curta-metragens que circularam por festivais, dentre eles: o clipe Furto de Mente da banda PraHga e no filme Frágil de Fredericco Restori. Seu trabalho como roteirista do documentário Sinal de Alerta: Lory F, foi premiado como Melhor Montagem e Melhor Filme na edição de 2022 do Festival de Cinema de Gramado. No mesmo ano esteve presente no Marché Du Film participando de consultorias com seu projeto Deusa Bipolar, no qual é protagonista, diretora e roteirista. Em 2023 finalizou Carta ao Pai, que circula por festivais nacionais e internacionais. Participou de diversas oficinas de roteiro e escrita criativa e foi aluna de: Paula Markovitch, Larry Wilson, Valesca de Assis, Jeferson Tenório, Luiz Antonio de Assis Brasil e Jéferson Assumção. Fez curso intensivo de teatro com o Depósito de Teatro e Dança e Teatro com Kalisy Cabeda e Geórgia Macedo. Pratica dança contemporânea com Dani Cezar na Casa Salto e nessa área fez os cursos de Flutuação com Jana Ferrari e Criação em Dupla: Colaboração e Convívio com Jana Ferrari e Roberta Fofonka. É também graduanda de Letras na UFRGS, além de ser colaboradora no blog Escritor Brasileiro e no portal Fazia Poesia. Em 2024, publica os livros Hoje eu Sangrei Palavras e Puerpério. Fabio Cunha - Coordenação Técnica e Elenco Ator, produtor e gestor cultural. DRT 5034, 295, 13635. Um dos fundadores do grupo teatral Falos & Stercus e um dos poucos especialistas em rapel cênico do país. Dentre tantas experiências: em 2004 se apresentou em Londres com "Mitologias do Clã", espetáculo destacado pela crítica especializada da Inglaterra, e protagonizou "In Surto", eleito um dos dez espetáculos da década de 2000 pela revista Cult. Como produtor trabalhou em grandes empresas de eventos como Opus, Histórias Incríveis, Vento Norte, Zero DB, Margarida Filmes, Natal Luz, Bienal do Mercosul, Coca-Cola Park, Poa em Cena, Festival de Bonecos do SESI. De 2022 a 2223 trabalhou como diretor técnico do projeto RGE nas Escolas. Jeremias Lopes - Montador de Rapel e Elenco Iniciou em teatro em 1999, oriundo da periferia do Parque dos Maias nas Oficinas de Descentralização da Cultura. DRT 6661. É formado em Educação Física na Unissinos em São Leopoldo. Em 2002 passou a integrar o lendário Falos & Stercus, e continua até hoje, como integrante do Coletivo Teatro da Crueldade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.