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O projeto "Mulheres Negras por Elas Mesmas - Celebrando a Força e a Resiliência" será realizado em Pelotascidade afetada pelas enchentes, e tem como objetivo valorizar a cultura e a arte das mulheres negras. Através de apresentações culturais, palestras, debates e uma feira de empreendedorismo, o projeto busca fortalecer a autoestima das comunidades atingidas. Além disso, promoverá atividades de capacitação e debates sobre igualdade racial e empoderamento feminino, com transmissão online para ampliar o alcance.
Debate: A Força da Mulher Negra: Palestra com ativistas e acadêmicas negras sobre o papel da mulher negra na construção da sociedade e no enfrentamento das adversidades (1h30). Empreendedorismo e CulturaFeira de Empreendedorismo Negro: Espaço dedicado para a exposição de produtos e serviços de empreendedoras negras locais, com destaque para moda, gastronomia, cosméticos e artesanato (durante todo o dia). Oficina de Empoderamento Feminino e Racial: Workshop para mulheres negras sobre autoestima, liderança, e fortalecimento das redes de apoio e solidariedade (2 horas). Encontro IntergeracionalRoda de Conversa: Tradições e Futuro da Mulher Negra: Diálogo intergeracional entre mulheres mais velhas e jovens, discutindo tradições, desafios e expectativas para o futuro das mulheres negras (2 horas). Apresentações Culturais: O espetáculo cênico PRETA POESIA FEMININA é uma homenagem feita pela atriz Silvia Duarte á cinco poetisas negras gaúchas, idealizada pela atriz Silvia Duarte e o diretor teatral e produtor Túlio Quevedo.A atriz e a encenadora Silvana Rodrigues, propuseram-se a pesquisar o universo literário das poetisas negras gaúchas; - Ana dos Santos, Delma Gonçalves, Isabete Fagundes Almeida, Fátima Farias e Lilian Rocha -, após, selecionaram 30 poemas e construíram a dramaturgia para a montagem da obra teatral, com encenação e direção da diretora teatral Silvana Rodrigues, tendo a atriz Silvia Duarte dramatizando e declamando os poemas destas cinco poetisas negras gaúchas e, desmistificando o fazer poético como literatura falada.PRETA POESIA FEMININA leva ao público poemas atuais, que destacam o valor da mulher negra, guerreira, frente as dificuldades diárias e seus valores estéticos. A iniciativa tem a intenção de oferecer à população afro-brasileira um resgate de seu protagonismo e autoestima.O resultado final foi apresentado on line e assistido por duas mil e setecentas pessoas dos municípios de: - Porto Alegre, Pelotas, Caçapava do Sul e Caxias do Sul.PRETA POESIA FEMININA que dá título ao espetáculo cênico, é uma homenagem á todas e todos afro-brasileiros.PRETA POESIA FEMININA tem 95% da sua equipe principal constituída de negras e negros. DESSA FERREIRA e BANDAO show ‘Pulso’ carrega na poesia e na sonoridade referências africanas e indígenas, provocando o público a ter uma experiência vibrante a partir da fala dos tambores, que conduzem o show do começo ao fim. Além dos tambores afroindígenas, a música da Dessa misturasamples, guitarras, pedais, baixo, sopros e bateria, trazendo uma sonoridade que dialoga bastante com seu percurso, apresentando o que ela chama de música afro-indígena contemporânea, música ancestral e viva.
Objetivo Geral:Para quê? Promover a valorização da cultura e da arte das mulheres negras nas cidades atingidas pelas enchentes, oferecendo um espaço para que suas vozes sejam ouvidas, suas histórias contadas e sua força celebrada. A iniciativa visa fortalecer a autoestima das comunidades locais por meio de ações culturais que reflitam sua identidade e resiliência. Objetivos Específicos: Realizar 2 apresentações culturais com shows de música e dança que valorizem a arte afro-brasileira protagonizada por mulheres negras Organizar 2 palestras/debates , abordando temas como igualdade racial, empoderamento feminino, representatividade e os desafios enfrentados pelas mulheres negras nas comunidades afetadas. Promover uma Feira de Empreendedorismo , oferecendo espaço para 20 empreendedoras negras exporem e comercializarem seus produtos e serviços, com oficinas de capacitação e networking. Produzir 1 vídeo institucional documentando o projeto e suas atividades, destacando as histórias e conquistas das participantes, para ser divulgado nas redes sociais e mídias parceiras. Incluir a participação de pelo menos 20 artistas e profissionais negras(os) nas atividades do projeto, garantindo que todas as ações sejam conduzidas com representatividade. Desenvolver um programa de transmissão online para permitir que as apresentações e debates possam ser acompanhados remotamente, garantindo acesso a um público ainda maior. Esses objetivos específicos são mensuráveis e serão devidamente comprovados através de relatórios de execução, listas de presença, registros audiovisuais e depoimentos coletados durante o projeto, conforme exigido na prestação de contas.
O projeto "Mulheres Negras por Elas Mesmas" tem como base uma profunda necessidade de promover a visibilidade, o reconhecimento e a valorização da história, cultura e arte das mulheres negras no Brasil, com especial ênfase nas regiões afetadas pelas enchentes. Historicamente, as mulheres negras enfrentam múltiplas formas de opressão e exclusão social devido ao racismo, ao sexismo e às desigualdades econômicas. Essas estruturas de poder as marginalizam não apenas no mercado de trabalho, mas também nas esferas culturais, onde sua produção artística e intelectual é frequentemente invisibilizada. O contexto racial no Brasil, com uma herança de 300 anos de escravidão, estruturou uma sociedade na qual as mulheres negras têm sido sistematicamente subvalorizadas, mesmo sendo protagonistas de lutas essenciais pelos direitos civis e trabalhistas. Ao promover um espaço para que as mulheres negras compartilhem suas histórias e talentos, o projeto busca reverter essa lógica histórica, destacando suas conquistas, potencial criativo e a resiliência com a qual enfrentam as dificuldades de gênero e raça. Esse reconhecimento não apenas fortalece a autoestima dessas mulheres, mas também desafia a estrutura racista e patriarcal que ainda permeia a sociedade. O projeto "Mulheres Negras por Elas Mesmas - Celebrando a Força e a Resiliência" será realizado nas cidades de Guaíba e São Leopoldo, locais fortemente impactados pelas enchentes recentes. Essas cidades, ao declararem estado de calamidade pública, enfrentam sérios desafios não apenas na reconstrução física, mas também no fortalecimento emocional e cultural de suas comunidades. O projeto se apresenta como uma forma de resistência e resiliência, destacando a força das mulheres negras e proporcionando uma plataforma para suas expressões artísticas, enquanto contribui para a recuperação social e cultural das áreas afetadas. A Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8.313/91) se apresenta como o instrumento adequado e fundamental para o financiamento deste projeto. A aplicação dos mecanismos de incentivo a projetos culturais é crucial, pois permite que iniciativas como essa — que visam a promoção da diversidade cultural, o empoderamento feminino e a equidade racial — alcancem a sustentabilidade necessária para seu desenvolvimento. Sem esse apoio, seria extremamente difícil viabilizar ações culturais de grande impacto social, principalmente nas regiões mais vulneráveis, como as cidades atingidas por calamidades. O projeto "Mulheres Negras por Elas Mesmas" se enquadra diretamente no Art. 1º da Lei 8.313/91 pelos seguintes incisos: Inciso I: Valorização e difusão da cultura nacional e regional — ao celebrar a cultura afro-brasileira, promovendo suas expressões artísticas e o fortalecimento de identidades culturais historicamente marginalizadas.Inciso V: Promoção do acesso à cultura, ampliando oportunidades para as comunidades afetadas pelas enchentes e proporcionando eventos gratuitos e inclusivos.Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, especialmente: Inciso II: Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural, ao reconhecer e promover a importância das tradições culturais afro-brasileiras e a sua influência histórica no Brasil.Inciso III: Ampliar o acesso dos brasileiros à produção cultural, principalmente de populações vulneráveis que, além de enfrentarem as consequências das enchentes, têm menos oportunidades de fruição cultural e artística.Inciso VI: Apoiar e valorizar a diversidade cultural étnica e regional, ao promover a arte e a cultura das mulheres negras, um segmento expressivo e ainda invisibilizado nas produções culturais brasileiras.Ao buscar financiamento por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto propõe uma abordagem ampla de equidade e inclusão, fomentando o acesso à produção cultural e a sua fruição em regiões de calamidade pública, e oferecendo oportunidades de expressão para um público tradicionalmente marginalizado. Portanto, o uso do Mecanismo de Incentivo é não apenas legítimo, mas essencial para garantir que ações de promoção da diversidade e da equidade social tenham a amplitude necessária para gerar impactos reais e transformadores.
Oficina de Empreendedorismo da Mulher Negra Objetivo Geral: Capacitar mulheres negras para empreender, promovendo o desenvolvimento de habilidades empreendedoras, o fortalecimento da identidade racial e o empoderamento econômico. Objetivos Específicos: Fomentar o empreendedorismo como uma alternativa de geração de renda e independência financeira para as mulheres negras. Desenvolver habilidades empreendedoras, como planejamento, gestão financeira, marketing e liderança. Promover a valorização da cultura afro-brasileira e a construção da identidade racial positiva. Estimular a rede de apoio e o networking entre as participantes. Apoiar a criação e o desenvolvimento de projetos empreendedores por meio de mentoria e orientação prática. Público-Alvo: Mulheres negras interessadas em empreender ou aprimorar suas habilidades empreendedoras. Metodologia: A oficina será estruturada em encontro presencial, combinando sessões teóricas, discussões em grupo, atividades práticas e mentorias individuais. A metodologia será participativa e interativa, incentivando a troca de experiências e a construção coletiva de conhecimento. Conteúdo Programático: - Empreendedorismo e Identidade Racial - Apresentação da oficina e integração. - Empreendedorismo como opção de empoderamento econômico. - Construção da identidade racial e sua importância no empreendedorismo. - Habilidades Empreendedoras - Planejamento de negócios. - Gestão financeira e acesso a recursos. - Marketing e estratégias de vendas. - Liderança e habilidades interpessoais. - Cultura Afro-brasileira e Empreendedorismo - História e cultura afro-brasileira como fonte de inspiração. - Empreendedorismo cultural: promovendo a diversidade. - Desenvolvimento de Projetos - Identificação de oportunidades de negócios. - Desenvolvimento de projetos empreendedores. - Apresentação e feedback dos projetos. - Encerramento e Networking - Criação de uma rede de apoio e networking. Recursos Necessários: Espaço físico para encontro presencial Recursos audiovisuais. Material didático (apostilas, slides, etc.). Mentores e palestrantes convidados. Acesso à internet para encontros virtuais. Avaliação: A avaliação será contínua e baseada na participação ativa das alunas, na apresentação dos projetos empreendedores e no progresso ao longo da oficina. Será fornecido um certificado de conclusão. Cronograma: A oficina terá uma duração de 4 horas. Resultados Esperados: Espera-se que, ao final da oficina, as participantes tenham adquirido conhecimentos sólidos sobre empreendedorismo, desenvolvido projetos empreendedores viáveis e fortalecido sua identidade racial, além de terem acesso a uma rede de apoio que as auxilie em suas jornadas empreendedoras. A oficina de empreendedorismo da mulher negra é uma iniciativa que visa não apenas capacitar as participantes, mas também promover a igualdade racial e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Acessibilidade FísicaPara garantir a acessibilidade física no espaço onde as atividades do projeto serão realizadas, implementaremos as seguintes medidas: Rampas de Acesso: Instalaremos rampas em todas as entradas e saídas do local, assegurando que pessoas com mobilidade reduzida possam acessar facilmente as áreas de evento. As rampas serão construídas com inclinação adequada e materiais antiderrapantes. Banheiros Acessíveis: Disponibilizaremos banheiros adaptados, equipados com barras de apoio e espaço suficiente para manobras de cadeiras de rodas. A sinalização será clara e visível, indicando a localização desses banheiros. Guias Táteis: Implementaremos pisos táteis que orientarão pessoas com deficiência visual, facilitando a locomoção dentro do espaço. Isso incluirá a sinalização em Braille e texturas diferenciadas para indicar caminhos e áreas específicas, como saídas de emergência e áreas de descanso. Espaços Reservados: Criaremos áreas reservadas para pessoas com deficiência, garantindo que tenham uma visão adequada dos eventos e acesso facilitado. Essas áreas serão sinalizadas e localizadas em pontos estratégicos do espaço. Acessibilidade de ConteúdoPara assegurar que o conteúdo do projeto seja acessível a todos os públicos, adotaremos as seguintes medidas: Libras (Língua Brasileira de Sinais): Contrataremos intérpretes de Libras que estarão presentes durante as palestras, debates e apresentações, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam compreender o conteúdo. As intérpretes estarão posicionadas em locais visíveis para facilitar a visualização. Braille: Produziremos materiais informativos em Braille, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso às informações sobre o projeto e suas atividades. Esses materiais estarão disponíveis em pontos estratégicos do evento. Audiodescrição: Implementaremos audiodescrição para eventos que envolvam apresentações visuais. Contrataremos profissionais capacitados para descrever verbalmente o que está acontecendo, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam o conteúdo de forma completa. Legenda Descritiva: Incluirá legendas descritivas em vídeos e transmissões ao vivo. As legendas serão elaboradas de forma a descrever não apenas o diálogo, mas também os sons e elementos visuais importantes, garantindo que o conteúdo seja acessível para pessoas surdas e com deficiência auditiva.
A forma de distribuição dos produtos culturais do projeto "Mulheres Negras por Elas Mesmas" será totalmente inclusiva e voltada à democratização do acesso. As apresentações e eventos serão gratuitos, com ingressos distribuídos de forma antecipada em pontos físicos na cidade de Pelotas que foi afetada pelas enchentes e por meio de plataformas digitais, facilitando a participação de todos, especialmente das comunidades mais vulneráveis. Comercialização dos Produtos: Além disso, o projeto contará com a gravação de shows, palestras e debates, e esses conteúdos serão disponibilizados gratuitamente por meio de plataformas online, como YouTube e redes sociais. Não haverá comercialização dos produtos audiovisuais, priorizando o acesso livre e irrestrito ao conteúdo, visando o impacto cultural e social nas comunidades atingidas. Ampliação de Acesso: Para ampliar ainda mais o alcance, serão realizadas ações paralelas, como: Oficinas Paralelas: Serão oferecidas oficinas gratuitas de empreendedorismo, voltadas especialmente para as mulheres negras das regiões afetadas, com o objetivo de capacitar e empoderar as participantes. Transmissão pela Internet: Todos os eventos principais serão transmitidos ao vivo pela internet, garantindo que aqueles que não puderem estar presentes fisicamente também possam acompanhar as atividades. Essas transmissões estarão disponíveis em canais acessíveis, com interpretação em Libras, legendas e audiodescrição para garantir a inclusão de todos os públicos. Com essas ações, o projeto busca garantir que as barreiras geográficas, econômicas ou físicas não sejam impedimentos para a participação ativa das comunidades e indivíduos nas atividades culturais propostas.
Julio Cesar Soares de Lucena - mestre inho – Coordenação Geral Músico Percussionista, Professor licenciatura Plena em Ciências e Matemática, Mestre de Bateria passando por várias escolas de samba de Porto Alegre e Grande Porto Alegre, Jurado do Carnaval de Porto Alegre Quesito Bateria, Jurado de Festival de Samba de Enredo do carnaval de Porto Alegre, Jurado de Bateria no Carnaval do Interior do Estado, Comentarista na Rádio Guaíba do Carnaval de Porto Alegre,Participou como músico Gravando LPS do carnaval de Porto Alegre, Participou como Músico nos Grupos Shows de Carlos Alberto Barcelos ( ala do roxo show )o Roxo e Sílvio Lunardi Miudinho ( grupo elite),Atual Presidente do Bloco Panela do Samba que completa 10 anos em 2022,Desfila com Bloco Panela do Samba na Cidade do Rio de Janeiro por 3 anos na terça feira de carnaval oficial do Brasil. Gravou participando como músico os LPS Nelson Coelho de Castro, Jerônimo Jardim e Nei Lisboa e atualmente é Diretor de Marketing da ASSMURS. Maria Helena Montier – Intérprete Vocal Participou dos conjuntos Saltirisamba e Fantástico Samba Show. Gravou seu 1º disco em 1987 no RJ com Maestro Minton Manhães. Atualmente é convidada para espetáculos, participações especiais, Lives e assim segue cantando pelos palcos da vida. Daniel Bender Ludwig - Produção Executiva Historiador, Consultor e Palestrante. Especialista em Elaboração de Projetos com Incentivos Fiscais Federais (Rouanet, Esporte, Fundo da Criança e Idoso), Incentivos Estaduais (LIC, Esporte e Solidariedade). Experiência em Recursos Federais através de Emendas Parlamentares, Plataforma Brasil (antigo SICONV) e editais públicos e privados. Ex-Diretor da Lei de Incentivo à Cultura do RS, Parecerista da Lei Rouanet e de outros editais fomentados pelos diversos estados. SIL MACIEL - Atriz Multiartista negra, graduada em Educ. Física (ULBRA) Especialista em Dança (UFRGS), produtora cultural na SM Produções, foi educadora Marista de Dança Cênica e Ballet Contemporânea por 15 anos, já representou o Brasil em shows e espetáculos pelo Brasil, Argentina, Espanha, Chile e Itália. Oficineira no SESC Gravataí, SMGCC e COFAMEG, faz parte do grupo de Danças Folclóricas Andanças, nas cias de Teatro na SM e Maciell Produções, atua e faz direção adjunta nos espetáculos: MovimentAí – Saia da sua Bolha e “Renovação, Negra, Sim!” entre outros trabalhos em projetos culturais infantis e afro-brasileiros. Diversos prêmios foram recebidos, entre eles em 2021- Prêmio Açorianos em Dança – Ação e Difusão. Redes Sociais: Silvia Maciell - Atriz Artivista, professora e diretora de teatro, dramaturga, produtora e gestora cultural. Usa seus textos para fomentar o protagonismo Negro de crianças e adolescentes. Já teve um de seus espetáculos replicado em Angola, Àfrica. Esta Diretora Cultural do Clube Social Negro Seis de Maio, Presidente do Conselho Municipal de Cultura-Gravataí-RS, Vice Presidente do COMPIR-Grav; Ministra oficinas de teatro “Negritude em Cena” no Sesc-Gravataí e Teatro terapia na COFAMEG, atua e faz direção adjunta dos espetáculos: “Renovação Negra, Sim!” e MovimentAI- Saia da sua Bolha com turnê Brasil. Dessa Ferreira - Musicicista é produtora musical, percussionista, cantora, compositora,multi-instrumentista, artivista, arte-educadora negra, indígena, bissexual, criada periferia do Distrito Federal , filha de piauienses e bacharel em Música Popular pelo Instituto de Artes da Ufrgs.Com seu trabalho autoral, Dessa Ferreira já participou do Tum Festival, Festa das Yabás, Festival Porongos, Festival Morrodália, Circuito Orelhas, Casa Virtual da CCMQ, Sesc Convida, Agulha.R, Pátio Sonoro, Rolê 22, entre outros festivais e projetos culturais.Em 2023 realizou um show de lançamento dos videoclipes e singles lançados com financiamento da Natura Musical na Casa Natura em SP erecentemente também lançou seu primeiro álbum autoral, Pulso, no Multipalco do Theatro São Pedro, em Porto Alegre.Dessa Ferreira atua profissionalmente na área da música, cultura e educação há mais de 15 anos, participou dediversos coletivos e projetos circulando por quase todo o Brasil, além de alguns países como Argentina, Colômbia, Portugal e Espanha. Também vem atuando na curadoria de festivais e eventos como o Festival São Batuque 2018, Projeto Unimúsica 2019 e da Virada Sustentável de Porto Alegre 2020.
PROJETO ARQUIVADO.