Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto consiste na circulação dos espetáculos de teatro infantil Cuco _ A Linguagem dos Bebês no Teatro, voltado para bebêsde 0 a 3 anos, e Bom pra Cachorro _ Circo-Teatro do Abelardo, para crianças a partir de 4 anos, por 6 cidades do RS que foram consideradas em situação de calamidade pública em razão das enchentes de 2024.Em cada cidade, serão realizadas 4 sessões, 2 (duas) de um espetáculo em um dia e outras 2 (duas) no dia seguinte. Ao final do projeto terão sido realizadas 24 apresentações, alcançando um público estimado de 3.600 pessoas.
Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro A poética do espetáculo é motivada por aquela que parece ser uma das primeiras experiências lúdicas e estéticas dos bebês: o jogo entre o “esconder e o revelar”, como o pássaro Cuco do relógio. Um universo em que a surpresa do começo, da chegada, da primeira vez, transforma a manipulação de objetos do cotidiano em pequenas histórias. As fronteiras do tempo, das formas e dos sentidos se intercambiam entre o real e o imaginável, entre o possível e o surreal. A brincadeira ficcional de criar e dar sentidos assume formas diversas, como um ninho e uma cama acolchoada, num espaço que acolhe fantasias, surpresas e tudo o que é percebido e colecionado a cada momento pela sensibilidade das crianças pequenas. Em cena, dois atores bailarinos executam diversas coreografias que captam a atenção dos bebês. Ao final da performance, os bebês são convidados a explorar os objetos do cenário proporcionando uma experiência de interação e brincadeira. O formato arena da montagem possibilita um espaço de acolhimento, interação e descobertas entre os bebês e seus cuidadores, sejam mães, pais, avós, tias e tios ou outros familiares. Bom pra Cachorro - Circo-Teatro do Abelardo É um divertido espetáculo de teatro de bonecos inspirado na vida dos artistas circenses brasileiros. Em cena, a caminhonete do circo está atolada na beira da estrada, enquanto dois ajudantes tentam destravar o veículo para seguir viagem. Em seguida, o cachorro Abelardo apresenta ao público o show de variedades onde bonecos de pelúcia, brinquedos e objetos se transformam em inusitadas atrações, entre elas: a pulga Patrícia Peralta e o coelho Renato Aéreo. Na segunda parte do show, o elenco de fantoches de luva - técnica de bonecos tradicional da Cia Caixa do Elefante desde a sua fundação em 1991, representam duas histórias do repertório de animação que projetou o grupo internacionalmente: O Invento Maravilhoso, esquete cômico em que o personagem Aragão entra em contradição ao comprar um aparelho detector de mentiras e a farsa O Enganador Enganado, esquete que conta a história de dois trapaceiros que tentam aplicar um golpe após repartir uma suspeita sacola de laranjas encontrada na rua. A dinâmica do espetáculo está baseada no surpreendente cenário giratório que se transforma em múltiplos ambientes onde atores e bonecos se revezam nos personagens, criando variados planos de narrativa e ação. Um espetáculo mágico que encanta crianças e adultos.
OBJETIVO GERAL: O objetivo geral do projeto é realizar apresentações dos espetáculos de teatro infantil Cuco _ A Linguagem dos Bebês no Teatro e Bom pra Cachorro _ Circo-Teatro do Abelardo em 6 cidades do RS que foram consideradas em situação de calamidade pública em razão das enchentes de 2024. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 12 apresentações gratuitas do espetáculo teatral Cuco _ A Linguagem dos Bebês no Teatro por 6 cidades do RS, no período de 2 meses, sendo 2 (duas) sessões por cidade; - Realizar 12 apresentações gratuitas do espetáculo teatral Bom pra Cachorro _ Circo-Teatro do Abelardo por 6 cidades do RS, no período de 2 meses, sendo 2 (duas) sessões por cidade; - Promover a inclusão social por meio da gratuidade, da acessibilidade atitudinal e linguagem de sinais em 24 apresentações teatrais; - Gerar trabalho e renda para ao menos 10 integrantes da Caixa do Elefante que foram atingidos, direta ou indiretamente, pelas enchentes; - Fomentar a cadeia produtiva da cultura através de contratações de no mínimo 10 empresas, de transporte, hospedagem, alimentação, divulgação, assessoria de imprensa, gestor de redes sociais, locação de equipamentos, produtores, contador, advogado dentre outros). - Atender aproximadamente 3.840 espectadores.
Não bastassem a pandemia e os tempos de trevas vividos recentemente pelo meio artístico e cultural, as seguidas enchentes de 2023 e 2024 contribuíram para afetar drasticamente a produção e a circulação da arte no RS. No caso da Caixa do Elefante, sua sede foi seriamente atingida pela enchente de maio/24. O prédio ficou inundado por mais de 2 semanas com água contaminada até quase 2 metros de altura, danificando paredes, bonecos e objetos cênicos. Passada a tempestade, nos enche de esperança poder voltar a circular e proporcionar a crianças e famílias, também impactadas pelas tragédias climáticas, a oportunidade de vivenciar experiências teatrais que lhes ofereçam momentos de encantamento, alegria e bem-estar e que lhes despertem a imaginação, a criatividade e a esperança de dias melhores. No entanto, dada a situação de calamidade do Estado e das dificuldades financeiras das entidades culturais, isso somente será possível com o financiamento público, como é o caso do edital Rouanet Retomada Emergencial RS. Em relação aos requisitos legais, o projeto Caixa do Elefante - Teatro Infância no RS é merecedor do financiamento pelo Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais visto que atende ao disposto no Art. 1º da Lei Federal 8313/91, como será demonstrado a seguir: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: as apresentações teatrais serão gratuitas, voltadas especialmente para bebês, crianças e familiares, e contarão com acessibilidade; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: os espetáculos foram concebidos, montados e produzidos por trabalhadores gaúchos e serão apresentados em cidades do interior do RS; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: a Caixa do Elefante tem uma história de 33 anos de atuação nas artes cênicas gerando trabalho e renda para artistas e trabalhadores da cultura. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: mesmo nos momentos mais difíceis, como durante a pandemia da COVID-19 e no período das enchentes de 2024, a Caixa do Elefante se manteve ativa, produzindo espetáculos com excelência; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: a Caixa do Elefante tem criado e recriado histórias contribuindo para preservação do teatro de animação, uma arte universal que desempenha papel significativo em diversas culturas, como no Brasil (veja o caso dos cavalinhos que representam os clubes de futebol); IX - priorizar o produto cultural originário do País: a Caixa do Elefante nasceu no RS e busca inspiração para suas montagens na cultura brasileira. Quanto ao Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto atende aos seguintes objetivos: 1. Fomento à produção cultural e artística, mediante realização de 2 (dois) espetáculos teatrais, por 7 cidades, num total de 28 apresentações (Inciso II, letra "e"); 2. Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (Inciso IV, letra "a"). Histórico da Caixa do Elefante A Caixa do Elefante Centro Cultural de Projetos e Pesquisas, fundada em 1991, em Porto Alegre, RS, tem sido uma das mais representativas companhias brasileiras de teatro de bonecos da atualidade. Com montagens premiadas, direcionadas tanto para o público infantil como para o adulto, já percorreu todos os estados brasileiros e diversos países da Europa, América do Norte e América do Sul. Suas histórias, apresentadas com primor técnico que envolve um delicado trabalho de construção e manipulação de bonecos, sempre primando pela qualidade do texto, pela excelência na estética produzida e pela sofisticação das trilhas sonoras, partem de causos populares e se mesclam à poesia e à comicidade valorizando a essência do teatro de bonecos. Foram dezenas de espetáculos concebidos e muitos prêmios recebidos em sua trajetória. Com seu primeiro espetáculo autoral A Caixa do Elefante, que deu nome à companhia, recebeu o Prêmio Quero-Quero de Melhor Espetáculo de Bonecos do RS e o Prêmio Especial do Júri do VI Festival Nacional de Teatro Infantil de São José do Rio Preto/SP, em 1992. Outro Prêmio Quero-Quero foi conquistado em 1993 com o espetáculo O Pastelão e a Torta. Histórias da Carrocinha recebeu o Prêmio Especial Tibicuera de Teatro Infantil e o Prêmio de Melhor Cenografia, no Festival Nacional de Teatro Infantil São José do Rio Preto/SP. Com este espetáculo a companhia participou de festivais pelo Brasil, Argentina, Espanha, Itália, França e Canadá. A partir de 2003, o espetáculo O Cavaleiro da Mão-de-Fogo integra a mostra SESI Bonecos do Brasil e SESI Bonecos do Mundo e circula por todos os estados brasileiros. Em 2012 a companhia ousou criar um espetáculo teatral para bebês de 0 a 3 anos, Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro, que recebeu os prêmios Tibicuera de Teatro Infantil nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Produção, Melhor Cenografia e Melhor Direção. Passada a pandemia, de 2022 a 2024 o espetáculo Cuco volta a circular por cidades do RS e SP. Em 2024, estreia Bom pra Cachorro - Circo-teatro do Abelardo, outra produção autoral. Nos seus mais de 30 anos, a Caixa do Elefante vem influenciando o panorama artístico do Sul do país e contribuindo para o surgimento de diversos grupos de teatro de animação. Nesse tempo, mobilizou a comunidade, levou arte e cultura para a população e despertou o interesse do meio acadêmico pelo conteúdo de suas obras. O presente projeto pretende realizar a circulação de 2 espetáculos teatrais infantis, criados e performados por artistas da Caixa do Elefante. São eles: 1. Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro é o resultado de uma pesquisa acerca das possibilidades de performance artística para bebês e crianças de 0 a 3 anos. A proposta foi contemplada no Prêmio Funarte Myriam Muniz (2012) e proporcionou à Caixa do Elefante, em conjunto com o pedagogo Paulo Fochi, desenvolver uma pesquisa a respeito da linguagem dos bebês, incluindo visitas a centros de referências em estudos da infância na Espanha e Itália. Cuco é o resultado desse mergulho no universo infantil e propõe um diálogo com a linguagem dos bebês, colocando-os como protagonistas e centro do processo de criação. A peça tem sido apresentada em escolas, teatros e universidades, motivando debates e reflexões entre pais, professores e pedagogos sobre o processo de formação da criança. 2. Bom pra Cachorro - Circo-teatro do Abelardo é um divertido espetáculo de teatro de bonecos inspirado nos shows apresentados nos circos-teatros que circulavam nas cidades do interior do país. Em seus espetáculos eram apresentados números circenses e musicais intercalados por esquetes cômicos. A estrutura dramática dos textos possibilitava improvisos e citações de personalidades, fatos e expressões regionais, agregando a velhos textos um frescor comunicativo que conquistava a empatia do espectador pela sua identificação com os personagens. A Caixa do Elefante transpõe este espírito de comunhão teatral para a linguagem dos bonecos de luva, técnica tradicional do grupo desde sua fundação. A montagem teatral também celebra os 32 anos do cachorro-ator Abelardo, o mestre de cerimônias do espetáculo. Como se vê, a Caixa do Elefante tem um trabalho longevo e de excelência que levou arte e cultura para milhares de pessoas, merecedora, portanto, do Programa Rouanet Emergencial RS para continuar cumprindo a sua missão.
Links sobre Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro Na Trilha do Elefante - Episódio 04 - "CUCO" A linguagem dos bebês no teatro https://www.youtube.com/watch?v=P8tsLQ1T5Cc Revista “Cuco” A linguagem dos bebês no teatro https://issuu.com/marcosni/docs/revista.ptbr/1?ff&e=7673377/13394682 Crítica de Carolina Delboni – Jornal Estado de São Paulo https://emais.estadao.com.br/blogs/kids/teatro-para-bebes-enche-plateia/ Palestra: O direito das crianças pequenas à cultura por Mário de Ballentti https://www.youtube.com/watch?v=Cne9YcukgFU Aldeia Parati 2018 apresenta CUCO - A linguagem dos Bebês https://www.youtube.com/watch?v=ROPSOAX3MTQ Companhia teatral desenvolve espetáculo para bebês - Jornal Futura - Canal Futura https://www.youtube.com/watch?v=sdd2scotZq8 Matéria sobre o espetáculo CUCO - Teatro para bebês https://www.youtube.com/watch?v=acjHHcxq0jU Links sobre Bom pra Cachorro - Circo Teatro do Abelardo https://www.youtube.com/watch?v=idIhiKMLaaA https://www.sesc-rs.com.br/noticias/sesc-realiza-tres-sessoes-teatrais-para-estudantes-de-rio-grande/
Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro https://drive.google.com/file/d/1-V4PQ9klnrAY-rBhmR_ITLjbvtdt2BFr/view?usp=sharing FAIXA ETÁRIA: bebês e crianças pequenas de 0 a 3 anosCAPACIDADE DE PÚBLICO POR SESSÃO: 60 bebês acompanhados pelos cuidadoresTÉCNICA: teatro de objetos e formas animadasDURAÇÃO: 1h (30 min. de apresentação, 30 min. de interação) CARACTERÍSTICAS e AMBIENTAÇÃO ESPAÇOS NECESSÁRIOS: - ÁREA PARA ESTACIONAMENTO DE CARRINHOS, BAGAGENS E CALÇADOS: 3m x 5m; - FRALDÁRIO: banheiro próximo ao local para trocador, com 1m x 0,80m; - ESPAÇO DE ACOLHIMENTO: Sala ao lado da área de atuação, com 6m x 6m; - ESPAÇO NECESSÁRIO PARA ATUAÇÃO E ACOLHIMENTO DO PÚBLICO: Salão ou palco, com 10m de largura x 10m de profundidade, podendo reduzir para 10m x 5m. TEMPO DE MONTAGEM: 3 hTEMPO DE DESMONTAGEM: 2 hPESO DO MATERIAL: 110kg Bom pra Cachorro - Circo-Teatro do Abelardo https://drive.google.com/file/d/1-V4PQ9klnrAY-rBhmR_ITLjbvtdt2BFr/view?usp=sharing FAIXA ETÁRIA: crianças a partir de 4 anosTÉCNICA: teatro de animação e formas animadasDURAÇÃO: 50 minESPAÇO CÊNICO: 12 m²
Os espetáculos teatrais serão realizados em espaços com acessibilidade universal, incluindo rampas, corrimãos, banheiros adaptados e assentos especiais para pessoas obesas e idosos; Haverá acessibilidade atitudinal no acolhimento do público por parte dos atores e do intéprete de libras; No caso do espetáculo Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro, que já é apresentado pelos atores na linguagem de Libras, os bebês e seus cuidadores com deficiência auditiva também poderão aproveitar o espetáculo por meio dos estímulos visuais e táteis. Bebês e crianças com deficiência visual poderão participar do espetáculo acompanhados por seus pais ou cuidadores, explorando os estímulos sonoros e táteis oferecidos; No espetáculo Bom pra Cachorro - Circo-Teatro do Abelardo, as sessões contarão com interpretação em libras.
Todas as sessões dos espetáculos teatrais serão gratuitas; O projeto permite a captação de imagens dos espetáculos e autoriza sua veiculação em mídias, observados os dispositivos do ECA referentes ao direito à preservação da imagem de crianças e adolescentes.
A proponente Caixa do Elefante Centro Cultural de Projetos e Pesquisas é a responsável pela elaboração, gestão, coordenação geral e por todas decisões que envolvem o projeto. A diretoria acompanhará todas as etapas de maneira a assegurar a realização dos espetáculos e garantir o fiel uso dos recursos financeiros de acordo com o previsto. Os dirigentes da Caixa do Elefante também integram o elenco e a ficha técnica. Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro - Currículo dos principais participantes: Mário de Ballentti (DRT 1901/RS)- Diretor e autor do espetáculo Eduardo d’Avila (DRT : 0014191/RS) - Ator Ator e estudante de teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. É integrante da Companhia Espaço em Branco, onde participou de Prata Paraíso (vencedor do prêmio Açorianos de melhor espetáculo 2017), Infestação, Baal da Luz Vermelha e Tocar Paraíso (espetáculo contemplado pelo projeto Transit do Goethe Institut em 2019), direção de João de Ricardo. Integrante do grupo Casa de Madeira, onde assina direção e dramaturgia no espetáculo Le Bufê, juntamente com Aline Marques. Atua no solo multimídia Para Que Servem as Coisas, da companhia Cena Expandida. Participou de inúmeros cursos formativos, estudando máscaras expressivas com Tiche Viana, View Points com Manuela Albrecht, Bufão com Daniela Carmona, entre outros. Tem formação pelo Grupo Experimental de Dança de POA. Gabriel Martins (DRT: 0012721/RS) - Ator Formado pela Escola Nacional de Circo (2012) e mestrando em Artes Cênicas no PPGAC/UFRGS (2022). Como artista criador desenvolve pesquisas artísticas no campo do circo contemporâneo e na intersecção dessa linguagem com a dança, a performance e o audiovisual com produções voltadas para o público adulto e infantil. Gilmar Rossa (DRT 19122/RS) – Operador de som Presidente da Caixa do Elefante, assessor jurídico do Grupo Mosaico Cultural e da Produtora Cena Um. Operador de som e sonoplasta em todas as apresentações do espetáculo de bonecos Lampião e Maria Bonita, pelo Brasil e Europa. Operador de som da banda Capitão Rodrigo nos shows realizados no Sesc Palladium, em Belo Horizonte; Arena Jovelina Pérola Negra, no Rio; e Teatro Jaraguá, em São Paulo. Operador de som no espetáculo Corsários Inversos e Natal Pirata em dezenas de feiras do livro pelo interior do estado do RS, nas unidades do SESC e em festivais internacionais como o SESI Bonecos do Mundo em Goiânia, João Pessoa, Fortaleza, Recife e Maceió. Operador de som e sonoplasta do espetáculo Bom pra Cachorro - Circo Teatro do Abelardo. Bom pra Cachorro - Circo-Teatro do Abelardo - Currículo dos principais participantes: Mário de Ballentti (DRT 1901/RS)- Ator, manipulador. Ator, diretor e pesquisador de Teatro de Animação desde 1980. Licenciado em Artes Visuais, fundador da companhia Caixa do Elefante, natural de Rio Grande/RS, radicou-se em Porto Alegre a partir da década de 80, onde iniciou seu treinamento de ator com o grupo Pés na Terra, sob a direção de Maurício Guzinski e sob orientação de Nair D'agostini. Participou de espetáculos da Cia. Etceteratral (RS), sob a direção de Néstor Monastério, recebendo diversos prêmios. Atuou como manipulador em programas de televisão, entre eles: Pandorga (TVE/RS), A Turma do Arrepio (Rede SBT/MANCHETE), TV Colosso (Rede Globo) e programas educativos da TVFUTURA. Manipulando o boneco Abelardo, apresentou-se em diversos festivais internacionais na Europa, América do Norte e América Latina. Também está atuando como ator, representando o mestre de cerimônias SR. Bugiganga no FITO - Festival Internacional de Teatro de Objetos, apresentando-se em diversas capitais do país. Dirigiu o Teatro de Marionetes, A Arca de Noel e atuou no último ano como diretor residente da Fantástica Fábrica de Natal, todos no Natal Luz em Gramado. Criou, em 2012, o espetáculo Cuco - A Linguagem dos Bebês no Teatro, premiada montagem para público infantil de 0 a 3 anos. A partir de 2016, dirige e atua no espetáculo de teatro de luvas Bom pra Cachorro - Circo-Teatro do Abelardo. Gabe Felds (DRT: 19862/RS) – Ator e manipulador. Atua profissionalmente, desde 2015, como ATOR E BONEQUEIRO, tendo participado em vários espetáculos, shows, festivais e eventos. Como ator, um de seus principais trabalhos foi em Gramado/RS no espetáculo O Acendimento das luzes (2016) com direção do conceituado Edson Erdmann. Em 2018, fundou a companhia Trotamundos e com seu espetáculo de teatro de bonecos O Grande Show de Lindomar foi convidado para participar do Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela/RS pela fundação da cultura de Canela em 2018 e 2019, nos mesmos anos o espetáculo circulou por Santa Catarina e Paraná, em festivais como o Festival Internacional de Arte e Música Psicodália e o Festival Multicultural Píabiru. Em 2020, o espetáculo CabiTudoNumaMala foi premiado pela Funarte na premiação Respirarte e em 2021, pela Premiação Internacional de Humor BOBO. Em 2022, o mesmo Espetáculo participou do Festival de Bonecos de Alvorada/RS e da Amostra Internacional de Teatro de Bonecos Plauto Cruz em Porto Alegre/RS e em 2023 participou da Mostra Internacional de Teatro de Bonecos de Macacos/MG e do Festival Internacional de Bonecos de Mariana/MG. Atualmente, Gabe Felds atua como ator, bonequeiro no espetáculo Bom pra Cachorro - Circo Teatro do Abelardo além de ser professor de teatro e de teatro de bonecos em Porto Alegre/RS. Rafaela Fischer (DRT 0020554/RS) - Operadora de som. Operadora de som, atriz e produtora cultural. Graduanda na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul - Teatro: Licenciatura, formada pela SP Escola de Teatro em produção cultural, e pela Áudio e Música/UNISP em operação de som. Atua desde 2015 no meio teatral, e em projetos sociais itinerantes, como BiBi Móvel: Biblioteca itinerante, como operadora de som, Cócegas no Coração: relações mais afetivas no ambiente escolar, como assistente de produção e TARGE: Teatro aventura da RGE, como atriz. Atualmente integra a equipe da Caixa do Elefante no espetáculo teatral Bom prá Cachorro: Circo Teatro do Abelardo, como operadora de som. Lucas Freitas Bourscheid (DRT 20844/RS) – Consultor/Tradutor/Intérprete de Libras e surdo. Graduado em tradução e interpretação de Libras - IEEL - Instituto de Educação e Ensino de Libras de Natal/RN e em Gestão de Recursos Humanos na FEMA – Fundação Educacional Machado de Assis em Santa Rosa/RS. Instrutor de Libras (Língua Brasileira de Sinais) de La Salle de Canoas/RS. Participou da Parada Sustentável 2021 com o vídeo de libras Poética na Ponte do Largo dos Açorianos de Porto Alegre Foi assistente de direção de Cuco - a linguagem dos bebês no teatro com sessão de Libras em 2022. Ministrou, no programa educativo de 29º Porto Alegre em Cena- Oficina O teatro de Shakespeare e a Língua Brasileira de Sinais na PUCRS. Atuou no premiado curta-metragem Romeu e Julieta, em libras, da diretora Adriana Somacal. Nara Lúcia Maia (DRT 8728/RS) - Iluminadora FORMAÇÃO - Desenho e Artes Plásticas: Universidade Federal de Santa Maria (1993). Artes Cênicas: Universidade Federal de Santa Maria (1996). Pós-Graduação em Arquitetura e Cenografia- Centro Universitário Ritter dos Reis, Porto Alegre (2015). Iluminadora de inúmeros espetáculos teatrais pelo Brasil, como A mulher do Padeiro e Mamãe foi pro Alaska, direção de Ramiro Silveira; O Menino Que Aprendeu Cedo de Mais, direção Airton Oliveira; Hotel Fuck, direção de Jezebel de Carli; Re-sintos, direção de Jussara Miranda; A Dócil, direção de Nair D'Agostin. Em São Paulo, participou do Núcleo de Iluminação da Companhia do Latão em Ensaio Sobre o Latão e Santa Joana dos Matadouros, direção de Sergio Carvalho. Diretora e iluminadora de espetáculos musicais e encenações como: Nativitaten; Arvore Cantante e Natal Campeiro do Natal Luz de Gramado (2010 /2011); Ópera do Vinho, de Bento Gonçalves (2009); Natal no Morro, de Arvorezinha (2006 a 2011); Luzes no Pampa, de Bagé (2012); Natal Encantado da Quarta Colônia (2014).
PROJETO ARQUIVADO.